educado

Escucha atenta y toma nota de lo que voy a decir: espero que el hombre que dejes entrar a tu vida no te harte los oídos diciendo que te quiere, en vez de manifestarlo con acciones. Espero que se preocupe por las cosas que sientes y las que te pasan, que no diga que te escucha cuando está ocupado en otras cosas. Nunca debe de estar ocupado cuando se trata de ti. Espero que se detenga a admirar las cosas que te encantan y preguntar por las que te desagradan, no que pase de largo fingiendo que le interesan. Si no trata de descifrar tu mundo interior mucho menos podrá alegrar a tu corazón. Espero que sea educado como para ayudarte en las tareas más sencillas y aún más en las que te parecen imposibles, que no llegue tarde o tenga un pretexto para no apoyarte cuando lo necesitas. Espero que sea paciente…
—  Anotaciones para no salir con un imbécil, Joseph Kapone (Fragmento)

22/ Abril/ 2001
Faça o bem para si e acredite: ninguém vai se chatear com isso. Negue-se a participar de coisas em que não acredita ou que simplesmente o aborrecem. Presenteie-se com boa música, bons livros e boas conversas. Não troque sua paz por encenação. Não faça nada que o desagrade só para agradar aos outros. Mas seja gentil e educado, isso reforça laços, está incluído no projeto ‘ser amigo de si mesmo’.
—  Martha Medeiros.
Sou uma pessoa um tanto quanto complicada. Chata, insuportável e ciumenta na mesma intensidade. Cheia de efeitos e quase nenhuma qualidade. Difícil de se lidar, pois é. Nunca confunda a forma como eu te trato com um sentimento a mais, raramente alguém me chama atenção, então não se iluda, ser educado e te tratar bem não quer dizer que eu goste de você.
—  Wesley Soares.
Isso não é uma declaração de amor

você é especial. você é gentil, educado, alegre, inteligente. o seu sorriso é lindo e me transmite paz. sua voz é doce e me transmite calmaria, sossego. eu gosto de estar com você, olhar você, ouvir você, tocar você. eu gosto da pessoa que eu me torno na sua presença.

Nós somos gerados no Teu ventre Mãe, porque o teu Filho nos empurra pra o Teu ventre e diz: É desse ventre que vocês serão Santos, é sendo educado por Ti Maria que nós seremos configurados cada vez mais a imagem e semelhança de Cristo Jesus. Satanás tem nos tentado, satanás tem nos enganado, tem dito que nós não precisamos de uma Mãe, mas nós lutamos contra toda mentalidade mundana, tudo aquilo que o mundo diz para nós que não é verdade.
Só a verdade de Deus liberta. E a verdade é somente uma: Maria não está morta. Ela vive, e é NOSSA MÃE.
—  Acaso não sabeis
O amor de Deus é algo inexplicável. É um amor grande, sincero e verdadeiro. Ele consegue enxergar dentro de nós, aquilo que nós não conseguimos enxergar, Ele consegue ver aquilo que a gente ainda não é. E de fato, Ele nos transforma em uma pessoa que nunca imaginaríamos ser, e com isso acaba nos surpreendendo. Porque Deus é um Deus de surpresas, da qual gosta de nos surpreender. O ser humano só consegue ver o nosso exterior. Mas o que verdadeiramente importar para Deus, é o nosso interior. É por isso que Ele diz: Eis que estou a porta e bato, se tu abrir, eu entrarei e cearei com ele, e ele comigo. Ele não entra em nossas vida sem nós permitir, Ele é educado, Ele só entra e faz morada, se nós permitir. Ele consegue enxergar o nosso além. Esse é o amor de Deus sobre nossas vida. Amor tão grande, que Ele deu seu filho unigênito para morrer por mim e por você!
—  Falando sobre Deus, Alef Santos.
Clara sempre foi apaixonada pelas cores, em especial pelo roxo bebê - cor que ocupa 70% do seu armário. Meiga, delicada e sorridente. Dizem que ela é como uma brisa, leve e calma. Isso, claro, sem perder a compostura de chefe. Bom, pelo menos até às 18h, horário que sai do seu escritório. Ninguém desconfia, mas em casa a vida de Clara é um martírio:
- Clara? Ei, estou com fome. Isso lá são horas de chegar? Estou esperando a janta há 10 minutos, isso não se faz.
Ela sempre fica sem reação e acha que deve obedecer. Com a cabeça baixa, mal consegue olhar para o rosto dele, fala com a voz fraca:
- Hoje o trabalho estava exaustante. O Alexandre, meu melhor funcionário, teve que faltar porqu….
- EU NÃO QUERO SABER, CLARA. Oh Clarinha - diz ironicamente - sua vida não me interessa. Minha fome, sim.. - diz Cláudio, seu marido.
Essa situação era normal para Clara, que com o rabo entre as pernas vai fazer a janta.
- Ele é meu homem, devo satisfazê-lo, eu sei. Mas é que ultimamente…
Marcos, seu filho, chega interrompendo seus pensamentos. Ele tem apenas 16 anos, mas é quase um clone do pai.
- Mãe, a janta já vai sair? Eu estou com fome. - fala grosso, ríspido.
- Está cada vez mais igual o pai - pensa Clara, aflita. Mas responde com tranquilidade:
- Amor, vou fazer a janta agora. Que tal ir para o quarto e chamo quando estiver pronta?
Tudo ocorre normal. Ela está sozinha. Aliás, acompanhada de seus pensamentos que, exatamente nesse dia, começaram a atormentá-la de maneira descomunal.
- CLARA! A janta está pronta? Já disse que estou com fome. - chega Cláudio, mal educado como sempre.
- Está sim. Vai lavando as mãos.
- Você me faz rir, Clara. Lavar a mão é para viadinhos. Vou esperar aqui na mesa já que está quase pronto. - responde em tom intimidador.
Clara serve a mesa e vai chamar Marcos:
- Nossa, mãe, eu estou jogando vídeo game, não está vendo? Que saco! O pai está certo de tratar como te trata. Já vou!
Clara não retruca, seu filho está virando outro monstro.
A janta ocorre tudo normal, a não ser os pensamentos de Clara que começam a crescer cada vez mais na sua cabeça de maneira assustadora e ela não sabe o que fazer. Outro dia começa, mesma rotina, Clara acorda, chama Marcos para ir à escola, local que ele dá trabalho corriqueiramente, e Cláudio continua dormindo, provavelmente até o meio dia. Horário em que acorda e come um Hot Pocket, pra variar.
Chegando no trabalho, ela está deslumbrante vestindo uma saia branca e a blusa roxa clarinha, como de costume. Alexandre chega pedindo mil desculpas pela falta:
- Claaara! Me desculpe ontem. Uma virose me pegou de jeito, hoje já estou melhor. Prometo que vou adiantar tudo e isso não voltará a ocorrer. Tá?
Clara, educada, responde:
- Alexandre, não se preocupe. Só deixe o atestado em cima da minha mesa e, caso não se sinta bem hoje, pode ir para casa. As coisas estão calmas aqui.
O dia corre como de costume. Responsável e dedicada, não para pra nada em seu trabalho, a não ser, de hora em hora, que o pensamento volta a crescer em sua cabeça. Ela tenta evitá-lo, mas é inevitável. Chega 18 horas, hora de ir pra casa - o que de um tempo pra cá não vem sendo sua maior alegria.
Chegando em casa, algo está diferente. Ao estacionar o carro Clara já ouve uns gritos vindo de dentro. Ela abre a porta bem devagar e escuta vindo do quarto de Marcos:
- PAI, VOCÊ É UM OTÁRIO, UM VERME. A MÃE É OUTRA. NÃO SEI O QUE FIZ PARA MERECER VOCÊS COMO PAIS. VAI SE F…
Um barulho imenso se propaga pela casa. Clara leva o maior susto e corre em direção ao quarto. Quando pensa em abrir a porta, ouve o filho mais uma vez:
- PAI, VOCÊ ESTÁ LOUCO. MINHA TELEVISÃO, VOCÊ É DOENTE, SÓ PODE.
- APRENDE A NUNCA MAIS PENSAR EM ME MANDAR PARA AQUELE LUGAR, PIVETE. - responde o pai nervoso.
Agora o som foi diferente, deu para distinguir exatamente. Era um murro. Um murro bem dado. Clara corre para o carro e finge que nada aconteceu, os pensamentos em sua cabeça ficam ainda mais forte, não conseguindo mais evitá-los. Sua casa é um inferno, ela já não sabe o que fazer. Ou melhor, agora, está começando a saber.
- E NÃO OUSE SAIR DO SEU QUARTO TÃO CEDO. - grita Cláudio.
Clara decide esperar 10 minutos e entra em casa como se nada tivesse acontecido. Cláudio é grosso, como sempre, mas ela simplesmente não liga. Vai para o quarto, toma um banho e começa a fazer a janta. Leve e calma, essa era sua marca.
O jantar é servido, a mesa está em silêncio e o clima pesado.
- Vamos, fale algo, Clara. Você sempre tenta me agradar. Agrade. - fala Cláudio, em tom irônico e intimidador.
Clara dá um sorriso amarelo, levanta da mesa e limpa seu prato na pia. Marcos, na velocidade de uma metralhadora começa a falar:
- Vocês dois são loucos. Você, mãe, como pode fingir que está tudo bem? Olha para o meu rosto, OLHA SUA VAGABUNDA! Isso é a marca do que seu marido, meu pai, fez - seu olho estava roxo, inchado. E você aí, com essa cara de tranquila como se nada tivesse acontecido. Isso não vai ficar assim, não não. Terá volta. - levanta nervoso, joga a cadeira no chão, e vai para o seu quarto. Bate a porta tão forte que o som ecoa pela casa toda.
Uma troca de olhares intensa entre Clara e Cláudio, até que ela decide ir para o seu quarto e com um tom leve fala:
- Não ouse entrar no quarto hoje. Obrigado. - e dá um sorriso de canto de boca como se estivesse tudo planejado em sua cabeça.
Cláudio não retruca. Talvez ele tenha consciência de que o que fez foi errado.
Chegando no quarto, os pensamentos de Clara gritam, a incomodam, parecem fazer um barulho fora do comum. Ela decide deitar e dormir, ou pelo menos tentar.
Mais um dia começa. Hoje, Clara está de vermelho. Um vermelho forte, gritante. Ela vai ao trabalho decidida, os pensamentos sumiram de sua cabeça. Alexandre, seu funcionário, chega até sua mesa pedindo o dia de folga.
- Você só pode estar louco. Ontem estava tranquilo e você decidiu ficar, hoje preciso de você aqui, a resposta é não.
Alexandre não retruca. Dava-se para perceber de longe algo diferente em Clara - fora a roupa vermelha, coisa que nunca havia acontecido antes.
Chega 18 horas, hora de ir para embora. Chegando na porta de sua casa, percebe que está cheia de viaturas. Ela dá um sorriso de canto de boca, se sente vitoriosa. Estaciona o carro e vai em direção a sua casa.
- Ei, você não pode entrar aí! É a cena de um crime. - fala um policial
- Essa é a minha casa. - responde Clara, com sua tão conhecida tranquilidade.
Entrando encontra Cláudio morto, uma facada no peito. As mãos de Cláudio estão segurando a faca, uma cena assustadora. Ela vira de costas e pergunta ao policial sobre seu filho:
- O senhor viu um adolescente aqui? Cerca de 16 anos, loiro..
- Oi? Adolescente? Chegamos e não havia ninguém aqui.
- Tudo bem. Onde dou meu depoimento? - responde, com a voz aliviada.
—  Pedro Peixoto.

Mis padres creen que el feminismo es un movimiento social que busca la prioridad y protección máxima de las mujeres,
que somos unas egoístas en pensar solo en nuestros derechos y beneficios como personas,
creen que lo único por lo que peleamos es que nos dejen expresarnos libremente, sin hacer mucho disturbio y sin molestar tanto a la gente.
Se enojan cuando les digo que soy feminista.
Que me he salido de la jaula de una sociedad con normas hipócritas.
Que tengo unas alas jodidamente hermosas para emprender un vuelo y hacer que el feminismo deje de ser una ilusión de mujeres maltratadas.
De mujeres sumisas.
Y es cuando les digo que no.
Que están completamente equivocados.
El feminismo no es aquel movimiento donde la mujer paga toda la cuenta y no le gusta que sean caballerosos con ellas,
el feminismo no es gritarle a los hombres que somos más inteligentes y mucho más capaces que ellos.
Que son inútiles al no ser igual de sentimentales que nosotras.
No.
Tenemos un concepto equivocado, si pensamos que es todo aquello.
Mientras le digo esto a mi padre, él me dice que no salga muy provocadora a la calle, porque muchos hombres creen que es una insinuación de que queremos algo más que llegar a un lugar predestinado.
Nos enseñan que subir la pierna demasiado alto, provoca lujuria;
que ir con falda a la calle, provoca miradas;
que irme sola a tomar una bebida, incita al placer;
que los niños nos pegan a las niñas de pequeñas, porque les gustamos y quieren llamar nuestra atención;
que los comerciales de limpieza del hogar van dirigidos a las mujeres;
que una posición no correcta, provoca sexo.
Que no.
Que no todos los hombres son iguales;
que no todos me gritan en la calle: Joder, qué piernas tienes.
Que no todos son educados de esa manera.
Que no todos los hombres pueden llorar en público por ser nombrados ‘nenas’.
Que el mayor insulto a un pequeño sea: “Te ganó una niña.”
Que no puedan elegir el color rosa por ser llamados: ‘maricas’.
Que no todos me llevan a un lugar oscuro si me encuentro pasada de copas.
Que si no puedo decir no, no puedo decir sí.
Y no todas las mujeres respetamos por igual.
Muchas de nosotras nos lanzamos insultos, gritándonos perras, zorras y gatas.
Muchas de nosotras tenemos la culpa por seguir en una posición débil.

Pero, ¿qué problema tiene el que quiera caminar por la calle sin sentir un miedo que me cala los huesos?
¿Cuál es mi error al tener que cambiarme de acera porque me da miedo un grupo de hombres al frente?
¿Qué se sentirá poder pasar por una avenida en la noche sin tener que ir corriendo?
¿A qué huele la libertad?
¿A qué sabe la igualdad?

Eso, dímelo tú.
Que yo no lo sé, por ser mujer.

—  Paulina Mora