edits:liam

Animal I Have Become- Liam Dunbar

A/N: This is so bad and I’m kind of ashamed of it. Maybe I’ll redo it later.

tw: blood, killings.

Secrets.


They weren’t the best things to have in the world. Often times, they ruined friendships and made people wary and very skeptical. If anything, the world would probably be a better place if secrets didn’t exist and there was nothing but honesty. However, there were somethings you just couldn’t be honest about, regardless of how trusting people would be of you. It wasn’t like you wanted to keep a secret this big from the pack, but you feared if they found out, you would be in danger, so you kept it a secret for the most part. That was, until Liam found out.


It was just like any other night, you were up late studying when the blood lust kicked in suddenly, leaving you gasping and shaking for air. You remembered stumbling to the door, locking the door to keep your parents out of harms way before you dove out the window, the shift already taking over. You remembered the black ink running down from your eyes, coating your skin in black smoke, the abnormally large claws replacing your painted nails, the canines that slid in from your gums. You tried to run for the forest, but before you could make it, you lost consciousness and shifted completely.


When you were in beast mode, everything was chaotic. You couldn’t control yourself, no matter how hard you tried. Innocent people were dying because of you, people were getting hurt, your friends were getting hurt, and there was nothing you could do. You blamed yourself for it, but in reality, the Dread Doctors were to blame, but you could never blame them. You were the one killing people for the fun of it, you were the one drinking in blood and craving from it, you were the beast.


You were La Bête du Gévaudan, and you just couldn’t be stopped.

Keep reading

Imagine Liam Payne I Maratona

Pedido: Mah faz um do Liam que ele é médico ginecologista, e a sn tem muito ciúmes, dai ele tem uma “cliente” (é assim que fala?) Kkkkk que dá em cima dele??


Liam havia me mandado uma mensagem dizendo que era para eu ir encontrá-lo em seu escritório, nós iríamos até um restaurante que costumávamos ir toda semana, mas por conta do grande número de pacientes que Liam estava atendendo todos os dias, não estava dando, e principalmente por que já se passava das oito da noite e o restaurante fechava as dez.

Assim que cheguei ate seu consultório, havia apenas a moça que atendia as pacientes que já estava indo embora, segui em direção ao lugar onde ficava a sala de liam, mas antes mesmo de chegar a frente de sua sala, Liam saiu de lá com uma paciente que estava com um vestido vermelho um pouco colado de mais, ela olhava para Liam descaradamente e sempre dava um jeito de deixar seu decote ainda mais amostra.

Ela deu um beijo na bochecha de Liam, o deixando ainda mais sem graça, ela falava algo para ele e se aproximava cada vez mais, fazendo com que Liam desse mais um passo pra trás.

Fiz um pequeno barulho com a garganta, fazendo com que os dois, principalmente a paciente atirada, percebesse minha presença.

Liam me olhou assustado, já ela soltou um sorriso amarelo e olhou para mim de cima a baixo, a cada passo que eu dava, o barulho de meus saltos batendo no chão se tornava maior, assim que estava a alguns e poucos passos dos dois, empurrei-a “levemente” e me aproximei de Liam.

— Amor — dei-lhe um beijo um pouco mais quente que o costume, uma das mãos de Liam seguiu em direção a minha nuca, e a outra em direção a minha cintura.

Minhas mãos foram em direção ao jaleco branco que ele usava, adentrei minha mão por dentro dele, logo sentindo sua blusa de baixo, adentrei minha mão por dentro da blusa e comecei a dar pequenos arranhões por ali.

— Eu acho que já não tem mais ninguém aqui pra você provocar ciúmes — ele sussurrou em meu ouvido, e logo colocou sua cabeça na dobra de meu pescoço rindo abafadamente.


Sorri fraco.

— Pelo menos deu para deixar claro que você tem dona — sussurrei de volta em seu ouvido.


Ele tirou o rosto de meu pescoço, e me encarou de forma provocadora.

— E quem seria a minha dona? — mordeu o lóbulo de minha orelha


Mordi os lábios e voltei a responder.

Eu, S/n Payne. — pisquei.