edit:-Adam

Em uma das minhas visitas ao hospital, um dia uma garota sentou-se ao meu lado e me perguntou: “Você já sentiu como um borrão?”
E eu como todo adulto de merda ri, e ela me olhou com seus olhos grandes e brilhantes, eu respondi que não e perguntei o porque daquilo, e então ela respondeu de forma séria:
— Mamãe me odiava e nunca soube o porque. Ela conheceu meu pai e logo engravidou. Depois que nasci mamãe sempre me amou, pelo menos era o que demonstrava. Ela cuidava de mim, me protegia, me dava tudo o que eu queria. Era uma ótima mãe. Quando fiz quatorze anos descobri que ela queria me abortar, junto com isso descobri que ela conheceu papai enquanto ainda estava com outra pessoa, ela queria dinheiro e meu pai mesmo modesto, tinha seu dinheiro pois trabalhava muito para isso. Mamãe me usava como sua conta poupança premium, com direito a cartão de platina e seu nome em letras maiúsculas nele. Depois que descobri isso e muitas outras coisas, passei e me odiar. Mas por que? A única pessoa que deveria me amar, na realidade me odiava e eu não entendia o motivo. Por que ela não me queria? O que eu havia feito de errado? Porque isso, porque aquilo. Eu cheguei à conclusão que preferia ser abortada do que ter que viver aquilo. Ela supostamente deveria me amar, cuidar, proteger, independente do que fosse acontecer. O que fiz de errado mamãe? Não sou digna de amor? Nem o teu? Mamãe por favor me ame, me queira com você, serei sua melhor amiga. Mamãe, me ame, por favor. E então, se passaram sete anos e eu ainda me odeio, eu a odeio também, por tudo o que fez para meu pai, para minha família, para mim, eu não mereceria isso. Mas ainda preferia ter sido abortada, você está com aquele olhar, “mas o que ela está falando?” Eu estou falando que todos merecemos ser amados e muitos de nós não se sentem amados, mesmo quando são amados compreende? Meu pai me ama, minha família me ama. Mas eu me amo? Se eu não me amar, como serei capaz de aceitar qualquer tipo de amor. Eu me sinto uma daquelas pessoas que estão ocupando o ar de algum gênio com QI de 190. Eu sou um borrão entende? Não tenho forma geométrica, cor ou cálculo. Eu sou um daqueles cartoons com um sorriso horripilante e de dar medo ao mesmo tempo. Sabe por que estou aqui? Porque eu me internei aqui dentro, mas antes disso me internei dentro da minha própria mente. Suicídio foi uma opção, mas não tenho coragem de fazer sozinha. Hoje não quero mais me matar. Hoje quero me amar, quero sorrir verdadeiramente sem ser aquele borrão ou o cartoon horripilante. Eu quero me amar, eu preciso me amar. Você sabe como é angustiante ver todas as pessoas ao seu redor felizes, se amando e sendo amados, e você não? Pois bem, eu sou um borrão e você?
—  Os Devaneios de Adam Joseph-Fritz.
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First Day || thevoidishere

Adam liked the first days of school. He’d only lived in Beacon Hills for a year, but he’d found the friends he needed to feel safe. Well, friend, mainly. Best friend. He had decided others might need the same favour. So on the first day, he came in early for orientation and and picked out the most scared/lost-looking kid there. “Hey! My name’s Adam, and you are?”

you know what I’m here for? I’m here for Adam lowkey talking about Ronan to his college friends. like “oh yeah my boyfriend is a farmer who cuddles with woodland animals anyway what’d you get on question 3 of the math” and his friends are like what? or “my boyfriend used to street race until he totaled our best friend’s car and now he settles for angrily driving tractors anyway here’s my rough thesis statement” and his friends are like whAT???? or “yeah my boyfriend has a pet raven and a sort-of daughter named opal I love them all they’re great anyway about that chem lab” and his friends are like look Adam we love you but are you making this shit up

until they meet Ronan and they just “ohhhhhh ok”

2

When a mysterious series of events starts a string of rumors that stretch across Georgia and its neighboring states, a wave of fear makes its way into a small town that calls out for priests and preachers from the far reaches of the bible belt to investigate the demonic activity. Half of those men run for the hills after the first bump in the night or self-moving furniture incident, save for one. Baptist legend of the south and all around biblical badass, John Daniels, takes it upon himself to take whatever means necessary to rid this world of the monstrous demon and send him into the darkest depths from which he came.

Father Daniels, however, was not expecting to be facing off against the suave, lazy, slightly sleazy, demonic snappy-dresser Adam who’s only looking for an outlet to get with the times and keep up with the new up-and-coming trends of 1973.

Came up with these two on a total whim yesterday and ended up falling in love with them, and I hope you guys do too!