e. allan poe

«Siete ancora molto giovane, amico mio,» osservò il mio ospite «ma col tempo imparerete a giudicare da voi le cose di questo mondo, senza prestar fede alla chiacchiere altrui. Non credete a nulla di quanto sentite dire, né a più della metà di quello che vedete.»
—  Edgar Allan Poe, Il sistema del dott. Catrame e del prof. Piuma (dai Racconti del grottesco)
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IT WAS NOT MY FAULT,  @theseeker1864 TAGGED ME!!!
THANKS A LOT MY FRIEND!! :-D :-D :-D :-D



ONE SONG: BLACK DIAMOND BY KISS

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TWO MOVIES: (FROM 1932)
FREAKS

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MURDERS IN THE RUE MORGUE

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THREE SHOWS:

AEON FLUX

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REN AND STIMPY

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BEAVIS AND BUTTHEAD

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FOUR PEOPLE:

H.P. LOVECRAFT, ROBERT E. HOWARD, EDGAR ALLAN POE,
WADE WILSON.

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FIVE FOODS: EVERYTHING VEGAN SANS GARLIC

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SIX TAGS: PLAY AT YOUR OWN RISK AND WILL.
(THE MOVIES DON’T HAVE TO BE FROM 1932.)
@angelesvivenentrenosotros @doctordearie
@jasonlowder @lunoday @rosemonetphotos @sims3-4-creations-mycats
EVERYBODY ELSE IS WELCOME TO THE COUNT.

(…) Paramos a beira do precipício. Nossa visão se projeta para o abismo, somos tomados por um assomo de náusea e vertigem. Nosso primeiro impulso é afastar-nos do perigo. Sem a menor explicação, permanecemos ali. Lentamente, nosso enjoo, nossa tontura, nosso horror se mesclam a uma nuvem de sentimentos indizíveis. Gradativamente, ainda mais perceptível, esta nuvem toma forma, como o vapor que surgiu da garrafa de Aladim e formou o gênio das Mil e Uma Noites. Porém desta nossa nuvem à beira do despenhadeiro, torna-se progressivamente uma forma mais terrível que a do gênio, muito mais horrenda que a de qualquer demônio lendário; e no entanto, é somente um pensamento, por mais amedrontador que seja, que nos gela até a medula dos ossos com a ferocidade inerente à delícia de seu pavor. É meramente a ideia de qual seria a nossa sensação durante o mergulho precipitado de uma queda de tal altura. E esta queda — esta aniquilação rápida — pela própria razão de que invoca a mais macabra e repugnante dentre todas as imagens tétricas e repelentes da morte e sofrimento que já se apresentaram à nossa imaginação — por esta mesma causa imaginamos saltar agora e o desejamos vividamente. E uma vez que nossa razão violentamente nos impede que cheguemos à borda, justamente por isso nos aproximamos mais impetuosamente. Não existe na natureza que seja tão demoniacamente impaciente como a daquele que hesita à margem de um precipício, meditando sobre se há de saltar ou não. Deter-se, ainda que por um momento, na contemplação desse pensamento, é estar violentamente perdido; porque a reflexão nos ordena afastar-nos sem demora e portanto, exatamente por isso, é que não podemos. Se não houver um braço amigo que nos ampare, ou se não fizermos um esforço súbito para afastar-nos do abismo, saltaremos e seremos destruídos.
—  Edgar Allan Poe.

theyugiohtrashcan  asked:

Have you gotten March and April for that ask meme? If not, I'd love to send those in! ; u ; <3

March: what’re your goals?

Graduate university and law school. Visit all 50 states (I only have about five more). Get a job. Pay off debt. Get a cat and a lizard. Move away. Have mental illness stop kicking my ass.

April: favorite poem or quote.

My favourite poems are Annabel Lee by Edgar Allan Poe and [anyone lived in a pretty how town] by e e cummings.

RESENHA DO LIVRO “A MENINA QUE NÃO SABIA LER”:

SINOPSE: 1891. Nova Inglaterra. Em uma distante e escura mansão, onde nada é o que parece, a pequena Florence é negligenciada pelo seu tutor e tio. Guardada como um brinquedo, a menina passa seus dias perambulando pelos corredores e inventando histórias que conta a si mesma, em uma rotina tediosa e desinteressante. Até que um dia Florence encontra a biblioteca proibida da mansão. E passa a devorar os livros em segredo. Mas existem mistérios naquela casa que jamais deveriam ser revelados. Quem eram seus pais? Por que Florence sonha sempre com uma misteriosa mulher ameaçando Giles, seu irmão caçula? O que esconde a Srta. Taylor? E por que o tio a proibiu de ler? Florence precisa reunir todas as pistas possíveis e encontrar respostas que ajudem a defender seu irmão e preservar sua paixão secreta pelos livros - únicos companheiros e confidentes - antes que alguém descubra quem ousou abrir as portas do mundo literário. Ou será que tudo isso não seria somente delírios de uma jovem com muita imaginação?

OPINIÃO: O título e a capa desse livro me chamaram extrema atenção. Só para constar que a capa aparenta trazer um livro fofo e tranquilo, porém é super ao contrário disso: é um suspense gótico de tremer! 

A personagem principal Florence é um garota super fofa e doce que esconde um segredo: ela está começando a aprender a ler na biblioteca secreta da sua casa, sem a permissão do tio.

Você logo se apega a ela no momento em que percebe o quão corajosa e destemida é a garota, que faz de tudo para proteger seu irmão Giles. Para ela, não importa as consequências se tiver que fazer de tudo para protegê-lo!  

Uma nova mentora de Giles chamada Sra. Taylor chega para substituir a anterior, que morreu no lago. Chega um certo momento em que Florence percebe o quão misteriosa e repleta de segredos a mulher é. Ela começa a se preocupar com o seu irmão diante dessa mentora.  

No final, você entra em um mundo totalmente mágico cheio de descobertas e mistérios que te levam a pensar em quem Florence realmente é!  

O autor me surpreendeu demasiadamente com este livro FANTÁSTICO e extremamente instigante que te faz querer logo saber os segredos da narrativa. Tem um toque bem sucinto das influências do autor Edgar Allan Poe e isso é muito bom!  

Sou apaixonada por esse livro e digo logo: para quem é fã de finais felizes e não gosta de mistérios, este livro não é para você… Mas se você curtir um bom suspense (que dá medo haha), assim como eu, o que está esperando para ler essa maravilha?

Nota: *****

Editora:

LeYa.

Autor(a):

John Harding.

Gênero:

Suspense.

«Siete ancora molto giovane, amico mio,» osservò il mio ospite «ma col tempo imparerete a giudicare da voi le cose di questo mondo, senza prestar fede alla chiacchiere altrui. Non credete a nulla di quanto sentite dire, né a più della metà di quello che vedete.»
—  Edgar Allan Poe, Il sistema del dott. Catrame e del prof. Piuma (dai Racconti del grottesco)
Nenhum homem que tenha vivido conhece mais sobre a vida depois da morte que eu ou você. Toda religião simplesmente desenvolveu-se com base no medo, ganância, imaginação e poesia.
—  Edgar Allan Poe.             

Ok, ho appena visto “Colpa delle Stelle” per pura curiosità e vorrei fermarmi a spendere due parole, perché sono ormai le 4:00 del mattino e ho gli occhi gonfi di lacrime. 
Dopo gli iniziali 5 minuti ho iniziato letteralmente a prendere appunti per scrivere la mia riflessione, che farà schifo, perché come Augustus, sono pietosa a scrivere. L'ho fatto perché non volevo perdere nemmeno un particolare, perché tutto è stato importante.
Al decimo minuto ho pensato:“Oddio, ma è la mia biografia”.
Normalmente non mi emoziono così per un film tanto d'amore quanto drammatico, ma quel film parlava di me e della mia vita in ogni suo ciack.
La depressione di Hezel, la malattia, le medicine, il pessimismo, il pensiero continuo della morte, la vita che ti scorre davanti mentre soffri su un lettino d'ospedale. Eccomi qua, mi chiamo Elizabeth e ho una rara malattia con la quale combatto da quando ero piccola, della quale non riesco a parlare. Come lei mi sono innamorata di quel mondo che è la letteratura, ma anche August parla di me, quanto ho sorriso vedendo la sua stanza con il poster di Mass Effect, nominando zombie e stormtroopers, e come facevo a non riconoscere Halo 4. I suoi libri preferiti parlano di valori come il coraggio, l'onore, la forza, la gloria e sono esattamente gli stessi valori che perseguo anche io. E le sigarette? Quelle per le quali mi criticano tanto, e per cui alla gente non piace stare con me, li odio perché danneggiano la loro salute quando io ne vorrei una. Ma la parte divertente viene ora, sapete qual è stata la prima frase che ci siam scambiati io e il mio ragazzo? “Ehi, hai mai letto Edgar Allan Poe?” e cavolo se non l'avevo fatto ma quando me l'ha detto ho letto almeno una decina di romanzi a riguardo. Nel frattempo continuo a piangere mentre ascolto “All of the Stars” la colonna sonora, non riesco a riprendermi, per me è uno sfogo, per me è piangere su di una vita che ho tenuto dentro. Ci sono così tanti dettagli, Disneyworld, quel dover chiedere sempre prima il permesso alla dottoressa come se fosse lei tua madre e quel no repentino che fatichi a mandare giù ma devi farlo, quella sensazione di essere un problema per qualsiasi persona ti si avvicini, quel cercare di stare al passo con le persone “normali” ma poi fermarsi a respirare, quel “buttarsi merda addosso” quando qualcuno parla con ottimismo del tuo futuro, e poi quando con ottimismo credi di aver vinto la malattia ma gli esami vanno male e ti distruggi ancora. Potrei stare qui ore ma mi fermo. Sapete, agli occhi delle persone che mi conoscono credono che io sia la ragazza più forte del pianeta, e agli occhi delle persone che non mi conoscono sembro la persona più sana del mondo. Ho sempre nascosto quello che ho perché non ce la faccio a fare pietà a qualcuno. Dietro ai miei asfissianti allenamenti ci sono poi lunghe sessioni di riposo perché il mio fisico ha un limite, ma allenarmi mi fa sentire bene, mi fa sentire sempre più forte, e sento che un pezzo alla volta ho sempre bisogno di meno riposo. Forse quello che sto scrivendo è la cosa più sincera e personale che abbia mai detto in vita mia, ma che mi importa, ho circa 250 lettori e quel 5% che mi segue non sa una parola dell'Italiano e anche se qualcuno dovesse leggermi, non mi importerebbe ugualmente, consideratelo un privilegio irripetibile. La cosa che mi ha colpito di più è stata la frase di Van Houten, quello sulle mutazioni fallite. E’ vero? Potrebbe essere così? Potremmo essere semplicemente errori sulla scala evolutiva? Ogni persona malata si sente così? Tutte le persone malate si sentiranno come me quando vedranno questo film? Davvero non lo so. Oh e se non l'avete visto non preoccuparvi di vederlo, per voi sarà solamente il solito film drammatico. Questo film mi ha riempito il cuore tanto d'amore quanto di sofferenza, perché ho capito che amare una persona come noi non è mai semplice, siamo totalmente imprevedibili, e accettiamo così razionalmente la nostra situazione che sappiamo quanto sia giusto non parlarne, per non far soffrire chi, si sta sacrificando per amarvi e darvi una vita vera, e questo è quello che fa il mio ragazzo per me, mi ha dato amore e mi ha dato una vita, mi sta insegnando a vivere per me stessa e non a vivere per la malattia. Per fortuna non sono una malata terminale, almeno spero, per ora, ma soffro di una malattia che mi è stata diagnosticata all'età di 17 anni ma che mi ha causato non pochi problemi dalla nascita fino a quasi uccidermi. Ora non lo so, l'ultima parola ce l'ha la biopsia renale che affronterò tra poco. I sintomi sembrano da qualche mese praticamente spariti, e io ho una paura fottuta che ci sia qualcosa, laddove spero, di aver vinto. Ho combattuto a lungo e con tutte le mie forze per autoconvincermi a guarire, sapete, dicono che se ti autoconvinci puoi guarire da qualsiasi cosa e ho pensato perché no, perché non guarire per smettere di avere preoccupazioni, per smettere di dare preoccupazioni a lui. E niente, la biopsia mi aspetta questo mese probabilmente, perciò come diceva Manzoni, cari 25 lettori, buona notte a voi e trattate bene le vostre vite. 

- Elizabeth