e. allan poe

«Siete ancora molto giovane, amico mio,» osservò il mio ospite «ma col tempo imparerete a giudicare da voi le cose di questo mondo, senza prestar fede alla chiacchiere altrui. Non credete a nulla di quanto sentite dire, né a più della metà di quello che vedete.»
—  Edgar Allan Poe, Il sistema del dott. Catrame e del prof. Piuma (dai Racconti del grottesco)
A Dream of Thorns and Roses

A Bucky Barnes Adventure

After hearing the song Once Upon A Dream by Lana Del Rey, I had an idea. This is the brainchild of that idea.

Pairing: Bucky Barnes x OFC  |   Word Count: 5171
Warnings: Angst, swearing


Deep into that darkness peering, long I stood there wondering, fearing,
Doubting, dreaming dreams no mortal ever dared to dream before;
The Raven - Edgar Allan Poe


The blackened trees, long dead and skeletonized, stretched bare limbs into the deep grey of the quickly darkening sky. Snow, dirty and cold like ash from a ice volcano covered everything in a layer of frozen soot. The light was fading, casting everything into shadows, long and twisting into the depths of the forest.

Bucky fought the panic building in his heart. Where the hell was he, and how had he gotten here?

His breath came out in small white puffs of air, the forest around him growing colder. Turning in a slow circle, he eyed the trees with distaste. If ever there had been a spookier forest, he hadn’t seen it.

They were enormous, reaching thirty, forty feet high but there wasn’t a single branch for the first ten to fifteen feet of trunk. The smell of ash hung on them, as if they’d been burned in an inferno which had taken its toll and left behind a signature the forest would never recover from. Brambles with shiny black thorns appeared to writhe in his peripheral vision, but when he would turn to look, all was still.

It was fucking creepy.

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(…) Paramos a beira do precipício. Nossa visão se projeta para o abismo, somos tomados por um assomo de náusea e vertigem. Nosso primeiro impulso é afastar-nos do perigo. Sem a menor explicação, permanecemos ali. Lentamente, nosso enjoo, nossa tontura, nosso horror se mesclam a uma nuvem de sentimentos indizíveis. Gradativamente, ainda mais perceptível, esta nuvem toma forma, como o vapor que surgiu da garrafa de Aladim e formou o gênio das Mil e Uma Noites. Porém desta nossa nuvem à beira do despenhadeiro, torna-se progressivamente uma forma mais terrível que a do gênio, muito mais horrenda que a de qualquer demônio lendário; e no entanto, é somente um pensamento, por mais amedrontador que seja, que nos gela até a medula dos ossos com a ferocidade inerente à delícia de seu pavor. É meramente a ideia de qual seria a nossa sensação durante o mergulho precipitado de uma queda de tal altura. E esta queda — esta aniquilação rápida — pela própria razão de que invoca a mais macabra e repugnante dentre todas as imagens tétricas e repelentes da morte e sofrimento que já se apresentaram à nossa imaginação — por esta mesma causa imaginamos saltar agora e o desejamos vividamente. E uma vez que nossa razão violentamente nos impede que cheguemos à borda, justamente por isso nos aproximamos mais impetuosamente. Não existe na natureza que seja tão demoniacamente impaciente como a daquele que hesita à margem de um precipício, meditando sobre se há de saltar ou não. Deter-se, ainda que por um momento, na contemplação desse pensamento, é estar violentamente perdido; porque a reflexão nos ordena afastar-nos sem demora e portanto, exatamente por isso, é que não podemos. Se não houver um braço amigo que nos ampare, ou se não fizermos um esforço súbito para afastar-nos do abismo, saltaremos e seremos destruídos.
—  Edgar Allan Poe.
youtube

“The Red Boy” è un quadro dipinto nel 1825 da Sir Thomas Lawrence. Dimenticato dal pubblico ma copiato dagli artisti, è finito un po’ dovunque, persino in un manga.
Una riflessione su quanto sia bello resuscitare le arti maggiori attraverso il citazionismo.