e pega no meu

Canetei seu sorriso numa linha e a folha toda se apaixonou. Escrevi em mil metáforas, só pra falar de você de novo cada vez que eu tivesse que explicar alguma. Aprendi que delícia é o nome do gosto que seu nome deixa na minha boca sempre que eu te chamo. E quando debrucei minha esperança no seu sorriso, eu descobri o pra sempre. Tudo isso começou na saída de uma festa, quando sofri um acidente que mudou minha vida: eu bati meus olhos em você. Desse dia em diante descobri que entre nós não existe entre e que quando você me encara, eu fico igual seu guarda-roupas: uma bagunça só. Antes me perguntava “Quantas galáxias já não morreram no vácuo que você me deixa?”, depois entendi que tinha que aprender te paquerar por satélites, porque você mora no mundo da lua. Descobri que seus olhos eram um sol, enquanto reparava numa constelação em suas pintas e nessas liguei cada uma, fazendo um céu no seu corpo só pra me sentir um astronauta cada vez que eu me joguei nos seus braços. Com você aprendi que amor tem que fazer salivar, tem que ser aquele folheto de pizzaria, que entra por baixo de sua porta, te espera em casa e te deixa cheia das vontades. Aprendi que amor é tirar o fôlego sem sufocar, é quando seu primeiro último beijo se repete em todo “bom dia”, é saber que o palmo é a distancia do paraíso quando se está na frente de quem se gosta, e até eu te encontrar o amor nem pensava em vir quando, enfim, um brilho no olhar e um sonho em par pra mim, amar é assim… Talvez nosso erro foi ter ensaiado, ao invés de ter vivido, as linhas da música que eu queria ter escrito pra você. Era pra gente ter sido mágica, fomos apenas truque e nosso amor virou feijão no pote de sorvete. O meio ponto que faltou pra gente passar de ano juntos e fez com que meu coração em pedaço percebesse que seus cacos de vidro só refletiam selfies suas. Quando você foi embora, descobri que o espaço que você abriu no meu guarda-roupas era menor do que o buraco que sobrou no meu peito quando você tirou suas coisas de lá. De vez em quando, passava nas mãos os cremes que você deixou em casa, que costumava passar depois do banho, só pra ter a sensação que eu tinha acabado de te tocar. Devo dizer que escrevi seu nome de canetinha na minha mão, só pra ver se uma cigana via você na minha linha do destino. Desenhei corações nos mapas astrais, só pra dizer que a culpa era das estrelas, mas, no fim, aprendi que amarração de amor é mão dada, o resto é só propagando enganosa. Contigo aprendi que sotaque é a forma que a geografia encontrou pra ser sexy e que gemido nada mais é que a tradução em vogais de uma historia que o tesão escreve pelo corpo. Meu bem, me deixa ser a cura pra sua insônia, me chama de sono e me pega, faz meu sorriso se vestir com sua risada e me afoga com desejos só pra justificar o boca a boca. Vamos ser a causa justa da solidão, transformar o instagram num álbum de casamento e num teste de farmácia, ver o substantivo positivo virar um nome próprio. Hoje de manhã fotografei nossa felicidade, ela é a cara dos nossos filhos e até eu te encontrar o amor nem pensava em vir quando, enfim, um brilho no olhar e um sonho em par pra mim, amar é assim. Com você longe, descobri que amor é ficar encarando o telefone depois de uma briga. É entender que a diferença entre uma masmorra e uma fortaleza é só a existência de uma porta. É quando se aprende que não existem apostas numa relação, porque em todo jogo de bem-me-quer uma flor acaba mutilada. Me perdoa por minhas frases às vezes parecerem a calçada da fama, onde desfilam minhas famosas desculpas e te peço, que se você for pôr palavras na minha boca, é bom que sua língua venha junto e que o fim do nosso orgasmo seja o único desmancha prazeres entre a gente. Por mais que a vida fechou nossas portas em algum momento, eu continuo endereçando sorrisos para sua caixa de correio. Meu bem, sempre fomos o último casal a deixar a pista, a esperança é quem apaga a luz do salão depois de varrê-lo. Daqui, as luzes ainda estão acessas e por tudo que a gente viveu, acho que a gente ainda merece uma dança. Fica aqui meu convite.
—  Marcello Gugu. 
Ainda não contei de você a ninguém. Acho meio arriscado ou, quem sabe, mera superstição. Eu sei que as pessoas vão me pedir cuidado. Assim me guiei por uma vida toda e foi exatamente isso que hoje me faz uma pessoa contando uma história de amor sem nunca ter protagonizado uma. De um jeito ou de outro, sempre soube que pegar leve era uma forma de me manter todas as minhas metades comigo mesma, até então sem saber pra quê servia isso. Só pude ver o tamanho do erro no seu sofá-cama, no meio de um beijo estranho. Você engolindo minhas lágrimas bobas, lambendo minhas bochechas nos créditos de “Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças”, que, aliás, a única coisa que entendi do filme é que o amor é uma coisa bem complicada. Você tentou me explicar por partes, e eu me senti menos burra e ridícula, embora com os olhos ainda aguados. Pega no meu queixo e diz que não sou só eu que sinto medo aqui. Faça alguma coisa ruim, qualquer coisa que me impeça imediatamente de sentir esse amor absurdo por você. Estou nas suas mãos e isso não é uma metáfora. Porque eu já não sei mais nada. Parece que sou mesmo seu foco de vida, mas também pode ser que você ande apenas distraído do resto do mundo. Ou, vai que você tá mesmo certo, as coisas são assim mesmo, o amor invade pela boca enquanto a gente se olha e fica rindo.
—  Gabito Nunes
Pega no meu queixo e diz que não sou só eu que sinto medo aqui. Faça alguma coisa ruim, qualquer coisa que me impeça imediatamente de sentir esse amor absurdo por você. Estou nas suas mãos e isso não é uma metáfora. Porque eu já não sei mais nada. Parece que sou mesmo seu foco de vida, mas também pode ser que você ande apenas distraído do resto do mundo. Ou, vai que você tá mesmo certo, as coisas são assim mesmo, o amor invade pela boca enquanto a gente se olha e fica rindo.
—  Gabito Nunes.
Amor para mim é você. São as mil sensações que sinto quando estou ao seu lado. É quando você me pega no colo mesmo eu esperneando e fazendo força para permanecer no chão. É quando estou sentada e você me puxa fazendo eu levantar para um abraço. É quando a gente se comunica pelo olhar. É quando vou à igreja com você. É quando oramos juntos. É quando fico em casa com você. Porque para mim amor é isso. É a gente ter tantas opções, tantos lugares para ir e pessoas para conhecer e preferir ficar fazendo companhia para ti. Você é amor. Meu amor. Quando você me manda aquele sms de manhãzinha ou quando você me liga na “boca da noite”: é amor. Quando mesmo com o cabelo bagunçado e a cara amassada você diz que sou linda: é amor. Quando você me leva flores na escola ou simplesmente me escreve uma linda carta: é amor. Quando você pega meu rosto com carinho, olha nos meus olhos e me beija: é amor. Quando você diz que já está com saudade mesmo que tenha me visto 3 dias antes ou quando você vem me ver dias após outro: é amor. Quando suas mãos puxam meu cabelo, quando você pressiona meu corpo no seu: é amor. É amor pois é você quem eu quero, é com você que desejo estar até o fim de nossas vidas. Somente você. É amor porque quando estamos juntos eu me desligo do mundo e é como se houvesse apenas eu e você. E eu aprecio tudo isso. Minha alma sorri, meu coração salta de alegria e fica tudo tranquilo.
—  O que é amor, de Damaris Oliveira.
Meu amor me senta em seu colo, meu amor me segura em seus braços, meu amor bagunça meus cabelos e depois sorri da cara que eu faço. Meu amor desvenda meus ciúmes e ri do meu lado birrento.
Meu amor me morde os lábios, meu amor me beija a boca, meu amor me morde o queixo, meu amor me deixa louca. Meu amor me sussurra indecências, meu amor me puxa o cabelo, meu amor me descobre a nuca, meu amor me roça a barba, meu amor me deixa maluca. Meu amor me pega pelas coxas e enfeita a sua cintura. Meu amor me crava os dentes, meu amor me arranca a blusa.  Meu amor ama me provocar, meu amor gosta de me olhar e então sorri pra mim, logo depois de me chupar. Meu amor me deita em seu peito e me cobre por inteira.  Me abraça na hora de dormir e me dá um sorriso lindo ao acordar. Meu amor faz do meu corpo seu abrigo, compartilha a vida comigo, ninguém nunca me fez o bem que ele me faz.
—  Nanda Marques

HARRY STYLES

  • Anônimo:Oi, eu gostaria de um em que ela fosse toda delicada (não ingenua e sem graça) e ele todo grosso, mas ele tenta de todas as formas ser a melhor pessoa pra ela aí um dia ele tem uma crise de ciúmes (ele é bem possessivo) e ela termina com ele, daí ela pega chuva quando estava indo pra casa depois da briga e no outro dia ele encontra ela voltando da faculdade e toda doentinha, ele obriga ela a entrar no carro ele leva ela pra casa dele e cuida dela (essa parte bem fofa por favor) com o Harry 
  • To meio enferrujada mas espero que gostem!
  • Boa leitura!

Os opostos se atraem literalmente, posso dizer que sou muito diferente do meu namorado, ele é capitão do time de basquete e não eu não sou líder de torcida, eu sou muito na minha sou muito ligada aos estudos, Harry se dedica bastante nos seus estudos também e às vezes pede minha ajuda! Ele é ciumento, na frente dos amigos ele é todo rude mas comigo ele é super fofo, vou dizer que amo esse jeito dele mas às vezes os ciúmes é demais.

— (seu nome), o que está pensando? — Harry me tira do meu devaneio — aposto que não está estudando biologia — ele vê o livro na minha mão

— Tava pensando em como meu namorado é lindo — digo e lhe puxo para um selinho

— Eu queria você aqui e agora - ele aprofunda o beijo

— Aqui no campo de treinamento onde todos os seus amigos estão?

— Não vejo problema - ele segura na minha coxa

— Harry volte já para o treino - O treinador fala

— Vá Harry! - empurro ele que me dá um selinho e volta para o campo

Volto para o meu livro de biologia e coloco meus fones de ouvido. Logo vejo alguém sentar do meu lado e me cutucar, retiro meus fones e vejo o melhor amigo de Harry me olhando e sorrindo

— Oi Charles, posso te ajudar? - digo

— É.. Estou com umas dúvidas em matemática e preciso que você me ajude

— Ah, eu e o Harry estudamos de sábado na casa dele, se quiser pode ir lá que ajudo você também

— Não (seu nome) quero estudar só com você - ele diz

— Desculpa mas acho que Harry não iria gostar de nós dois estudando juntos

— Ah qual é (seu nome) o Harry manda em você agora? - ele diz

— Não, mas ele é meu namorado e seu melhor amigo e não custa nada estudarmos juntos

— Tudo bem (seu nome), bom que pena que eu não vou poder fazer uma coisa

— O quê? - digo confusa - ele me puxa e me beija, eu tento me soltar mas ele me segura forte.

— Que porra é essa? - Vejo um Harry furioso nos olhando

— Ele… - ele me interrompe
— Ele nada, você vem aqui agora - ele pega no meu braço e sai comigo campo a fora, mas antes ele vira para seu amigo e diz — você eu me resolvo depois

— Harry me solta - ele me leva para o nosso esconderijo e me solta

— Nunca achei que você faria isso (seu nome)

— Eu não fiz nada, ele que me beijou - tento me explicar mas ele me prende na parede

— Você é só minha, entendeu? - ele diz perto do meu rosto

— Para de ser possessivo, eu sou sua namorada e não sua propriedade - digo

— Aé? Então volta lá e fica com aquele filho da puta de novo - ele sai de perto de mim

— Eu não te entendo, você viu que estava tentando me soltar dele, eu te amo e não te trairia e ainda mais com seu melhor amigo - digo com uma lágrima caindo - Olha eu cansei dessa sua possessividade e desse seu ciúmes

— O que você quer dizer? - ele pergunta

— Eu quero terminar, dar um tempo pra mim! - digo e saio da sala do zelador e deixo ele sozinho sem ouvir uma palavra da sua boca.

O resto do dia na escola eu evitei olhar para Harry. Na hora de ir embora tive que ir apè porque sempre ia com ele, mas no meio do caminho veio uma chuva forte que me renderia uma gripe mais tarde! Cheguei em casa toda molhada e fui direto tomar um banho quente, recebi várias mensagens de Harry mas recusei todas.

[…]

Dois dias depois eu ainda evitava Harry, ele tentava falar comigo mas sempre tentava me esconder dele, do jeito que eu o conheço ele ia fazer de tudo para que eu volte com ele e ainda to em dúvida quanto a isso! Peguei uma gripe horrível e naquele dia eu estava com dor de cabeça, na hora de ir pra casa eu ande devagar pois cada passo que eu dava era uma dor, logo vejo um carro parando do meu lado, e eu conhecia muito bem esse carro!

— (seu nome) meu amor, entra que eu te levo - paro e reviro os olhos

— Harry, eu pedi um tempo e eu estou doente e não muito a fim de discutir - digo com a voz meio rouca e vejo ele saindo do carro

— Então entra, não gosto de te ver assim - ele me segura e eu me solto

— Harry.. - ele para - Por favor (seu nome)

— Mas sem nenhuma palavra e você só me deixa em casa e vai embora- digo e entrando no carro

No caminho acabei dormindo e quando acordei eu não estava na minha casa e sim na casa de Harry, vejo ele com um termômetro e uma bandeja com uma sopa.

— Harry, eu disse minha casa - sento na cama

— Você começou a tossir muito, então te trouxe pra cá

— Eu vou embora - ia me levantando e ele me segura

— Deixa eu cuidar de você, por favor! - sorrio e faço sim com a cabeça

Ele me dá a sopa e eu tomo tudo, estava deliciosa, Harry não saiu do meu lado.

— (seu nome) eu quero te pedir desculpas pelo que eu fiz - ele segura minha mão

— Você pedindo desculpas? Acho que quem está doente é você - digo

— Eu só quero ser melhor pra você, melhorar meu ciúmes e te fazer feliz

— Você é o melhor pra mim, desse jeito que você é. Eu te amo - sorrio e te dou um selinho — agora fica aqui comigo e deita comigo e me abraça por favor - digo e ele me abraça

— Eu… Eu te amo - ele diz e eu sorrio, ele nunca me disse que me amava

— Repete - peço

— Eu te amo muito - ele fica por cima de mim e começa a me beijar, eu não sei se ele merece essa chance mas vou confiar nele por mais que ele não mereça às vezes.


LEMBRE-SE: PLÁGIO É CRIME!

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Eu penso em você todos os dias. Cada coisa que vejo, cada coisa que leio eu penso “ela precisa ver isso.”. E quando chega a noite… Ah,é a noite que a coisa pega. Eu me deito na cama e é ai que meus pensamentos são completamente dominados por você. Mas esses não são do tipo que eu posso te mostrar ou te falar. São aqueles que eu guardo só pra mim. São pessoais e as vezes ilusórios. São pensamentos que muitas vezes me tiram o sono. Juro que são totalmente inocentes. Ás vezes esses pensamentos me magoam e outras vezes me deixam bem feliz. E se tem uma coisa na qual tenho certeza é que bom ou ruim, pensar em você me faz esquecer o mundo e todos os problemas.
—  About someone.
Odeio o jeito que você me olha quando está bravo comigo, porque odeio me sentir o pior ser humano da face da terra quando te magoo. Odeio quando você despreza o que eu faço ou o que eu deixo de fazer e prefere das outras pessoas, porque odeio sentir que não fui o suficiente. Odeio depender tanto da sua presença, porque odeio saber que sem ela eu não consigo existir perfeitamente. Odeio o modo como me abraça e me puxa para mais perto, porque odeio saber que poderia ficar presa por horas nesse abraço. Odeio depender de você parar ir até a padaria, e odeio quando tenho que ir sozinha.  Odeio o seu jeito de me olhar, e como esse olhar me desconcerta. Odeio te dar as mãos e ter que soltar. Odeio o fato de nem saber teu perfume, mas já amá-lo. Odeio o vento que toca você no meu lugar. Odeio o travesseiro que você abraça. Odeio o sol que brinca de te aquecer. Odeio as suas brincadeiras sem graça, e o quanto eu rio delas por horas. Odeio quando eu estou me afastando, aí você sorri pra mim. Odeio o seu silêncio, e a forma em que ele me destrói. Odeio quando me olha nos olhos, e tira toda a minha concentração. Odeio ficar perto de você, e saber que não tenho controle sobre mim. Odeio quando me envolve em teus braços com a tentativa de me acalmar, e você consegue, sempre consegue. Odeio a sua voz, e como ela me desliga do mundo. Odeio quando você se aproxima lentamente, e me faz perder o ar. Odeio quando pega minhas mãos e faz meu coração entender que você me completa até nisso… E eu me odeio, principalmente, por não conseguir te odiar. Nem mesmo por um segundo, nem mesmo por um instante. Nem mesmo só por te odiar.
—  quasepoética
Ainda não contei de você a ninguém. Acho meio arriscado ou, quem sabe, mera superstição. Eu sei que as pessoas vão me pedir cuidado. Assim me guiei por uma vida toda e foi exatamente isso que hoje me faz uma pessoa contando uma história de amor sem nunca ter protagonizado uma. De um jeito ou de outro, sempre soube que pegar leve era uma forma de me manter todas as minhas metades comigo mesma, até então sem saber pra quê servia isso. Só pude ver o tamanho do erro no seu sofá-cama, no meio de um beijo estranho. Você engolindo minhas lágrimas bobas, lambendo minhas bochechas nos créditos de “Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças”, que, aliás, a única coisa que entendi do filme é que o amor é uma coisa bem complicada. Você tentou me explicar por partes, e eu me senti menos burra e ridícula, embora com os olhos ainda aguados. Pega no meu queixo e diz que não sou só eu que sinto medo aqui. Faça alguma coisa ruim, qualquer coisa que me impeça imediatamente de sentir esse amor absurdo por você. Estou nas suas mãos e isso não é uma metáfora. Porque eu já não sei mais nada. Parece que sou mesmo seu foco de vida, mas também pode ser que você ande apenas distraído do resto do mundo. Ou, vai que você tá mesmo certo, as coisas são assim mesmo, o amor invade pela boca enquanto a gente se olha e fica rindo.
—  Gabito Nunes
Ei você, é você mesmo, quais são os seus medos? Quais são os seus pensamentos antes de dormir? Quem é você? 
Senta aqui, me conta, eu não vou correr. Eu não sou como essas pessoas que fogem quando conhecem a fundo o outro. Porque eu também tenho medos, os meus pensamentos antes de dormir são os mais confusos. Eu sou a garota que te manda mensagem toda noite antes de dormir, porque se não, a insônia me visita. Sou a pessoa que te passa segurança quando vê em teus olhos que a tua vontade é correr. Sou quem te da a mão, quando você começa a me contar da sua vida, do seu interior, dos seus receios. 
Eu sou o poço de intensidade que ninguém quer conhecer a fundo, sou o caos que desmorona todas as noites antes de dormir. Também tenho medos, já te garanto que o escuro é um deles. Então vem cá, me dá a sua mão? Não precisamos rotular tudo isso, não precisamos fazer disso o que todas as pessoas fazem, não precisamos ser como eles. 
Vem, vamos passar uma tarde juntos, andar de mãos dadas, rir de coisas bobas e compartilhar músicas que gostamos até você me beijar. Vamos correr da chuva, sentar em uma pracinha, medir o tamanho das nossas mãos e você rir, porque eu sou muito pequena perto de você. Ah moreno, vamos passar a tarde conversando. Te faço um cafuné, te conto um pouco do meu passado, você pode segurar na minha mão e me convencer de que você também já passou pelas mesmas coisas e que não é tão ruim assim. É, me dá um beijo na testa, me conta do teu medo da sua rotina e diz que não quer me machucar, mas sabe, eu estou indo fundo nessa, estou me permitindo. 
Vem na segunda semana, me manda uma mensagem, dá asas para as minhas loucuras guardadas em um potinho dentro da minha alma e diz que eu preciso viver mais. Vem me ver, deita no meu colo, te faço um cafuné, enquanto você diz que está com sono e que não sabe como vai ser daqui para frente, okay, está tudo bem, confia em mim. Me pega pela cintura, me diz que te tiro o foco e me mostra que existe um lado bom em estar embarcando nessa loucura com você. Me pega no colo, brinca com o meu cabelo e na hora de ir embora, volta três vezes para me beijar, sorri e diz que quando chegar em casa vai me avisar.  Mas ai então você me mostra que eu não posso confiar literalmente em você, porque quando te conto dos meus sentimentos você se afasta e me diz que não sabe lidar. Se eu estou com medo? Sim, muito medo. Porque estamos oscilando entre o bom e mal humor. Estou com medo de te perder em alguma das linhas do nosso texto. Estou com medo de você não querer mais segurar a minha mão.  A nossa amizade nunca foi comum, sempre houve algo além da amizade, por favor não estraga isso agora. Não me deixa perder o carinho que eu tenho por você. Eu prometo que me encaixo na sua rotina, me encaixo no teu jeito. Não precisamos rotular isso. Apenas deixa ser. Apenas deixa rolar.
—  O primeiro mês com você.
Pega tua ambição e usa à favor da sua vida, pega meu conselho: dê valor ao seu trabalho, irmão, pega tua visão, teu copo, teu beck, tua mina, pega sua hipocrisia e vai pra casa do caralho

Adoro quando estamos conversando
E você pega no sono
Eu fico te observando por horas a fio
Gravando todos os seus detalhes
Para que eu possa me lembrar
Em uma tarde de domingo nublado
Enquanto tomo café
E fico observando as nuvens
O vento afaga meus cabelos
Me fazendo lembrar de como gosto do cafuné que você faz
Que é capaz de tirar todas as preocupações da minha cabeça
Me ocupo apenas pensando em você
E naquele momento
Para guarda-lo sempre em minha mente

Porque apesar da sua cara de brabo, você é tão fácil, tão leve, tão solto, tão tudo que eu sempre quis quando me agarra pelo braço, me pega pelos quadris, mastiga todo meu corpo e cospe fora somente minhas mentiras, carências e toxinas.
—  Gabito Nunes.
08 de Fevereiro,

Ouvir a Tua voz Pai, faz com que todos meus medos se vão… Fico maravilhada com Teu modo de agir, quando preciso de um abraço o Senhor me encontra, me pega em Teu colo e enxuga minhas lágrimas. Então meu coração se enche de paz, o Teu amor é tudo que preciso.