e loira

Acho que meu marido queria um chifre

Oi! Faz um tempinho que descobri estes sites de relatos eróticos. Acho o máximo e sou leitora assídua!

Hoje reuni coragem pra contar o que aconteceu comigo há 5 anos atrás. Confesso que já estou super excitada só de escrever até aqui! 

Podem me chamar de Cíntia (nomes serão falsos), sou casada e hoje tenho 31 anos.

Eis um pouco da minha vida: Nasci e cresci no interior de SP. Sou de uma família tradicional e por isso fui criada com muita religião e bons modos. Apesar de tudo, não absorvi muito essa mentalidade conservadora! Na verdade sou extrovertida e super de bem com a vida…

Aos 19 anos eu não era diferente das outras meninas! Sonhava em me casar, ter filhos e formar uma família! 

Foi nesta época aliás, que me casei com o Caio…. um mineiro, de 35 anos. Nossos pais eram muito amigos e a amizade deles foi nosso elo de aproximação… 

Os primeiros anos de casamento foram maravilhosos! Muito amor, viagens e alguns mimos materiais. Apesar da vida mais confortável (coisa que eu nunca tive até então), não abri mão de trabalhar…

Quando casei vim morar em Belo Horizonte. Consegui um emprego de vendedora em uma joalheria e a vida seguiu…

Em 2009 me formei em letras e passei a dar aulas de português e inglês (meu sonho) para alunos de uma escola pública do meu bairro. O que mais me motiva é o prazer de ensinar e manter alguma independência financeira, coisa da qual nunca abri mão!

E assim a vida seguiu, mas nem tudo foi como planejei… Após algum tempo de convivência com meu marido, percebi que ele tinha comportamentos e assuntos estranhos demais pra mim… 

Sim, claro, eu assustei muito, chorei, pensei em me divorciar… Mas felizmente o destino conspirou ao nosso favor e hoje estamos muito bem e felizes.

Tudo começou nos primeiros anos de casada. Em nossas intimidades, Caio ficava perguntando coisas estranhas pra mim querendo saber, por exemplo, detalhes da minha primeira transa: Com quem foi, se eu tinha gostado, se eu fiz anal, se eu tinha gozado, essas coisas…

Achava super estranho mas até aí não dei muita atenção! Só achei estranho o marido querer saber detalhes de experiências sexuais passadas de sua esposa. Mas tudo bem, até aí nada demais…

Além disso, outra coisa que havia notado no Caio era o interesse dele em me fazer vestir determinadas peças de roupa. Ele adorava comprar lingerie pra mim (sempre muito sexy, sempre muito provocante). Até aqui também não tinha demais, afinal, é super normal um homem presentar a mulher que ama com roupas íntimas…

O detalhe é que o Caio insistia pra que eu usasse sempre, todo dia, até pra trabalhar! Sempre uso lingierie em ocasiões especiais (isso vai de cada mulher), mas no meu dia a dia preferia aquela calcinha básica de algodão mesmo (por conforto). Mas acabei fazendo o gosto dele e passei a usar lingeries no meu dia a dia, com direito a calcinhas fio dental e etc. Também não era apenas isso que me deixou intrigada com o Caio…

As coisas ficaram mais estranhas pra mim em um belo dia que fui com o Caio ao banco. Ele tinha que fazer uma transferência de alto valor. Ficamos sentados aguardando a chamada da senha… Não tinha muitas cadeiras vazias então eu sentei longe dele. 

Foi quando percebi o vigilante do banco que controlava a porta giratória me encarando! Ele era até bem bonito (um negro forte e alto). Claro que eu não correspondia aos olhares de ninguém, mas mesmo assim ele parecia meio que obcecado na minha pessoa… 

                       

Pela forma intensa dele olhar, a melhor definição que tinha pra isso era: Eu estava diante de um psicopata ou no mínimo um tarado maluco. Ou então ele achou que eu ia roubar o banco (risos).

É super normal pra mim receber uma cantada na rua, um flerte ou ser olhada por outro homem, mas não perto do marido! Não daquele jeito tão sem pudor! Morri de vergonha e ignorei ao máximo!

Até o Caio percebeu a situação. 

Lógico que eu jamais contaria aquilo ao Caio. Mas assim que saímos do banco, dentro do carro, meu marido fez um comentário com uma certa euforia:

_”Amor, percebeu que o vigia do banco não tirava os olhos de você?”

(Eu)
_”Sério? Não percebi não…” menti pra evitar brigas.

Achei super estranho ele me perguntar algo assim, sem demonstrar raiva. Mas o que me assustou mesmo veio depois:

(Caio)
_”O que você achou daquele cara?”

(Eu) 
_ “Eu? Não achei nada…”

(Caio) 
_ “Quero saber se você achou ele atraente ou coisa assim…”

(Eu) 
_”Credo Caio não! Ficou louco?” Achei que ele queria testar minha fidelidade, por isso respondi meia tensa…

Pelo forma assustada com que respondi, ele acabou não falando mais nada… Mas eu podia jurar que a última coisa que ele parecia sentir era ciúmes de mim…

Foi assim que minha luz de alerta acendeu! Se fosse com meus ex-namorados, com certeza aquele vigilante teria sérios problemas! Tinha algo muito errado com meu marido, pensei…


Mas as coisas não pararam por aí! Calma, que tem mais! (risos)

Antes e durante nossas transas, meu marido tem por hábito colocar filmes pornográficos. Até aí nada demais pra mim… Como dizem por aí, entre quatro paredes vale tudo para apimentar a relação…

Mas eu notei um padrão nesses filmes… Era sempre uma atriz loira, era sempre um ator negro ou bem moreno… As vezes era um ator, as vezes dois, três, quatro, cinco negros transando com uma atriz loira… Eram sempre negros fortes, orgias, essas coisas…

Eu sabia que nem todo filme pornográfico era assim.

Meu marido não é negro nem moreno… (se meu marido fosse negro daria pra entender que a intenção era me excitar pra transar com ele ou algo do gênero) Mas no filme só havia uma coincidência: A atriz era loira! Eu não mencionei ainda, mas eu sou loira.

Minha ficha não caiu porque o Caio era obcecado por pornografia envolvendo negros e loiras. Não, não é isso… 

As coisas foram se somando… O destaque que ele deu para o fato do vigia ser negro questionando se o rapaz me atraía, além dessa fixação por porngrafia interracial… Mas as peças do quebra-cabeças só se encaixaram um dia quando a gente assistia a mais um filme pornô do mesmo gênero… Foi quando o Caio fez esse comentário:

_”Amor, já se imaginou transando com dois negros assim? O que acha?”

Nesse momento levei um baita susto e respondi meia desnorteada:

_”Ai Caio!… Que coisa mais pervertida!“

(Caio)
_”Ué, o que tem demais? Fantasia é uma coisa normal…”

(eu)
_”Eu sei mas… Não… Nunca me imaginei não.” respondi ao Caio com mais clareza.

(Caio)
_”Pois saiba que se você dissesse que sim eu não iria ficar bravo…”

Fiquei sem palavras… Não conseguia entender (na época) nada sobre o comportamento do meu marido… Será que meu marido não gostava mais de mim? 
Fiquei triste pensando nisso e nem dormi direito…

Mas a paranóia na minha cabeça começou de verdade um belo dia, em uma de nossas transas, quando ele disse: “Amor, fecha os olhos e finge que sou outro cara comendo você…”

Quando chegou aí nesse ponto eu pensei: Pode parar tudo! 

Antes eu achava que o Caio não gostava de mim! Mas depois disso eu tive certeza mesmo! Que outra explicação tinha para ele insistir em uma terceira pessoa na nossa relação? Pra mim ele não gostava de mim e não queria admitir! 

Será porque eu não conseguia dar um filho pra ele? Será que não gostava de mim por causa do meu problema de infertilidade? Sim, há muito tempo estávamos tentando ter um filho, sem sucesso…

Acho que muitas mulheres no meu lugar ficariam super depressivas nessa situação… Mas por alguma razão me recusei a viver chorando pelos cantos!

Eu tenho autoestima elevada e me acho bonita, fato que comprovo pelos constantes olhares masculinos… Olhares que até o momento não correspondia por fidelidade ao Caio.

Tá certo que não tenho bumbum enorme nem seios grandes, mas tenho tudo em cima como há 10 anos. Segundo as pessoas que conheço, aparento ser mais nova do que sou. Tá certo que sou branca demais, magra e baixa, de aparência frágil. (Sou loira, cabelos lisos, 1,57m e peso 48kg). Enfim, não tenho aquele biotipo de brasileira corpulenta, mas me acho bonita, delicada e sim, sou vaidosa!

Foi com esse pensamento de auto estima elevada que eu não deixei a peteca cair!

Bem ou mal a vida seguiu… Chateada eu fiquei sim mas eu simplesmente deixei pra lá. Achei que o Caio não fosse mais longe do que isso… Mas sim, ele foi muito, muito longe! Vou contar o porque, mas vocês só vão entender mesmo no final.

Foi no ano de 2011. Caio adora futebol e na ocasião era final de campeonato. Estavam pra jogar os principais times daqui de MG. Meu marido foi no bar, comprou cerveja e me avisou que o amigo dele (Cleber) viria assistir o jogo aqui no nosso apartamento…

Não concordei e brigamos muito! Não gostei da idéia de ter homens bebendo e gritando feito loucos na minha casa! Além do que a bebedeira faz o banheiro ficar um nojo e depois sobra pra quem limpar? Pra mim, claro. Não tínhamos empregada.

Aliás, o principal motivo de não concordar com o Caio é que nosso banheiro social estava em reforma, isto é, sem piso e sem vaso. Não tinha como aquilo acontecer!

Briguei muito mas ele insistiu, o que me deixou furiosa o dia inteiro! Eis que por volta das duas horas da tarde a campainha tocou…. Em vez de um amigo como ele havia dito, dois homens entraram na minha sala, sendo

que um deles eu conhecia muito bem. 

Era o Cleber, o grande amigo do Caio. Foi padrinho de casamento, inclusive. Eu adorava a Júlia (esposa dele). Mas eu não conhecia o outro homem que o acompanhava, juro que nunca tinha visto ele na minha vida! 

E esse homem (Maurício, nome que descobri mais tarde), também não parecia ser íntimo do Caio, mas era muito próximo do Cleber!

Admito sim que o Maurício era muito atraente! Aparentava ter uns 25 anos. Era moreno, alto, com um corpo lindo e forte… Cabelo preto bem cortadinho… Resumindo, ele era mesmo de cair o queixo! (risos).

Quando cheguei na sala vi o Caio todo animado:

_”Aqui amor! Olha só quem está aqui!”

Olhei pra eles, dei um sorriso e disse:

(Eu)
_”Oi Cleber? Quanto tempo! Tudo bem? E a Júlia?”

(Cleber)
_ “Oi minha linda! Estamos super bem obrigado! Vim dar trabalho procê hoje! (sic)

(Eu)
_”Que nada! Fique à vontade!” respondi com simpatia, apesar de estar furiosa com o Caio!

(Cleber)
_ “Tomei a liberdade de chamar meu “parceiraço” Maurício pra vir comigo!” (sic)
_ “Maurício, esses são Caio e Cíntia! Gente boníssima! Gente da melhor qualidade!”

Maurício lançou um olhar fixo em mim e fez questão de me cumprimentar com aqueles dois beijinhos. E a partir daí enquanto os três conversavam percebi que Maurício a cada curto intervalo me fitava com os olhos!

Percebi sim, mas ignorei como sempre faço na rua e fui até a cozinha… Apesar de não concordar com a farra do Caio procurei ser educada e fui preparar alguns petiscos para eles comerem…

Já na cozinha, eu estava lutando com um vidro de palmito daqueles com tampa rosqueável, que teimava em não abrir! 

Foi quando apareceu aquele homem estranho sozinho, de repente, simplesmente invadindo minha cozinha com uma lata de cerveja na mão e dizendo:

_”Dá esse vidro aqui moça!”

Em silêncio dei o vidro pra ele, que nas suas mãos abriu num piscar de olhos… Olhei pra ele sorrindo e agradeci educadamente:

_”Nossa, muito obrigado!”

(Maurício)
_”De nada linda!” (percebam que ele forçou uma intimidade pra cima de mim).

Fiquei sem graça por estar sozinha com aquele homem estranho na minha cozinha. Maurício percebeu isso e quis quebrar o gelo entre nós:

_”Então quer dizer que você é paulista?”
_”Sou… Estou longe de casa!” respondi sorrindo.
_”Não sabia que SP tinha moça bonita desse jeito!” elogiou Maurício.

Quando ouvi isso fiquei super sem graça (risos)! Branquela que sou, sabia que tinha ficado com o rosto vermelho… Simplesmente agradeci dizendo:

_”Gentileza a sua!!”

Percebendo que fiquei constrangida ele tentou mudar de assunto:

_”Ué, você não bebe cerveja não?”

Enrolei toda pra responder, mas acabei respondendo que bebia sim, apesar que nunca fui íntima da cerveja. Minha preferência é por vinhos.

No mesmo instante que respondi Maurício abriu uma lata e me deu nas mãos. Aceitei e fui bebendo enquanto preparava a comida…

_”Quer ajuda aí?” se ofereceu o Maurício…
_”Não precisa não! Já estou acabando!” respondi com gratidão.

Eu estava de costas pra ele, mas Maurício não saiu da cozinha. Eu sentia que ele estava só me observando…

Fiquei um pouco tensa na hora, o que me fez beber a cerveja sem ver, tomando grandes goles… 

Não tenho o costume de beber, por isso a latinha de cerveja que bebi tão rápido foi o suficiente pra me sentir um pouco zonza… Tratei de servir logo os rapazes e me deitei na cama pra ver se passava…

Deitada no meu quarto, em meio aos efeitos preliminares da cerveja, fechei os olhos pra tentar dormir… De repente ouvi três batidas na porta e o trinco se mexeu…

Levei um susto! Me cobri logo com o edredom! Na mesma hora o Maurício enfiou a cabeça antes de entrar e disse:

_”Desculpa moça, é que seu marido disse que eu podia abrir a porta e usar o banheiro da suíte! Parece que o outro está quebrado!”

Ignorando aquela violação de intimidade guardei a fúria para o Caio mais tarde!!! Respondi assustada, mas sem ser grosseira:

_”Entra, pode usar!”

Gelei a espinha quando vi aquele homem entrar no meu quarto com a cerveja na mão, tornar a fechar a minha porta e se dirigir ao banheiro! Sim, eu estava sozinha com um estranho no meu quarto de casal! E meu marido parecia não se importar!

Meu Deus, Caio estava louco? Por pouco aquele homem me via só de calcinha!

Quando Maurício saiu do quarto fiquei pensando naquela situação toda! O modo como Maurício me olhava, a intimidade com que ele me tratava, mesmo sabendo que eu era casada… De repente cogitei uma coisa! Será que o Caio… Não pode ser! Pensei… Será que o Caio estava metido nisso??? 

Suei frio! Depois eu pensei melhor: Não, não pode ser verdade… Ele não teria coragem! Imaginando que era bobagem da minha cabeça enfraquecida pela cerveja, voltei a dormir…

Enquanto dormia, de tempos em tempos alguém entrava no meu quarto para fazer minha suíte de mictório público! Ora o Cleber, ora o Maurício e até Caio!

Com tanto “entra e sai” já nem olhava mais quem vinha… Apenas ignorava com olhos fechados, focada na missão impossível de dormir!

Meia hora depois minha espinha voltou a gelar… Alguém entrou no quarto, fechou a porta e não entrou no banheiro da suíte!

A demora dele em entrar no banheiro me deixou intrigada…. Mas fiquei sem abrir os olhos, fingindo estar em sono profundo…

Sentia que eu estava sendo observada! Quem seria? Eu não queria abrir os olhos. Fiquei imóvel, de bruços na cama, sob o edredom, sem esboçar reação alguma…

De repente senti aquela pessoa se aproximar de mim e meu coração foi batendo mais forte… Por fim, descobri quem era. Tentei ouvir as vozes que vinham da sala. Eram do Caio e do Cleber. Por exclusão, conclui que o observador era o Maurício!

Fiquei imóvel e sem reação… Logo em seguida, senti meu edredom sendo levantado com cuidado… Primeiro meus pés foram descobertos, depois minhas pernas…

Ai meu Deus! Aquele homem estava tentando me ver nua! Tive calafrios e palpitações, mas fiquei paralisada, sem reação!

De repente meu bumbum ficou exposto. Meu coração quase pulou da boca…

Eu estava com uma calcinha fio dental rosa super íntima… Presente do Caio, inclusive. De repente percebi ele se abaixar e comecei a sentir um ar quente intermitente no meu bumbum, como se fosse respiração. Percebi que Maurício estava cheirando meu bumbum!

Quase tive um infarto… Aquele homem tentava me violar de todas as formas, e parecia não querer me acordar… Depois senti as mãos ásperas e frias dele tocando meu bumbum enquanto cheirava ele! 

Maurício não foi mais longe, talvez por medo que eu acordasse … Depois foi para o banheiro da suíte. Pelo barulho que eu ouvi da urina cair no vaso, percebi que ele nem fechou a porta pra urinar…

Depois ele saiu do quarto em direção à sala e eu consegui ficar mais calma pra poder processar aquele turbilhão de sensações!

Comecei a pensar que talvez tudo fosse mesmo plano do Caio. Mais tranquila, comecei a refazer em minha mente a cena em que Maurício tocou minhas partes íntimas, na intimidade do meu quarto… Tive um choque inesperado de excitação depois que tudo aquilo passou!

De repente eu percebi que queria de novo! Queria que ele voltasse e fizesse de novo! Acho que eu tinha acabado de pisar em terras desconhecidas onde desejos ocultos e desconhecidos e mim vieram à tona.

Louca de excitação comecei a me autoconvencer pensando: Se meu marido traz homens pra minha casa, deixa eles entrarem no meu quarto e fica me estimulando a desejar outros homens então eu não vou impedir se o Maurício quiser algo!

Mas a porta do quarto se abriu novamente e o medo tomou conta de mim fazendo-me abandonar aquele pensamento. Agora era o Cleber quem ia ao banheiro…

Quando o Cleber saiu, eu quis me levantar… Se eu ficasse na sala eu sabia que o Maurício iria ficar no meu pé… 

Mas o medo não me deixava seguir adiante… Que droga!!! Acho que pra mim só tinha um jeito pra coragem aparecer na hora certa: Me embebedar um pouco!

Levantei da cama, fui para a sala e sentei no sofá perto dos rapazes. Depois abri uma lata de cerveja e comecei a assistir o jogo…

E o Maurício começou a me fitar… Curiosa, as vezes eu olhava pro Maurício só pra saber se ele estava me olhando, momento em que nossos olhares se cruzavam…

A cerveja foi fazendo o efeito esperado e meu juízo estava indo embora. Comecei a perder medos e me sentir muito à vontade… 

A essa altura eu já era capaz de olhar para o Maurício sem culpa e sem a mínima dó do Caio. Eu já era capaz de rir para o Maurício, de ter toda malícia, de olhar o corpo dele e desejá-lo! Trocamos olhares como dois adolescentes!

Meu marido estava tão bêbado e focado no jogo com o Cleber que nem se dava conta do que ocorria debaixo do seu nariz…

Percebi o interesse de Maurício em não deixar o copo do meu marido vazio, sempre enchendo mais e mais… Ele era mais sacana do que eu imaginava (risos).

Fiquei tentada a ficar a sós com o Maurício! Ao perceber que os petiscos estavam se acabando, dei um suspiro e perguntei animada:

_”Querem mais petiscos rapazes?”
_”Sim amor, por favor!” respondeu o Caio sem tirar os olhos da TV.

Levantei do sofá e fui até a cozinha com a lata de cerveja na mão. 

Enquanto preparava a comida, eis que Maurício aparece na cozinha. Só que desta vez eu não estava tensa nem com medo… Na verdade estava excitadíssima e ansiosa pelo que podia acontecer…

Maurício estava autoconfiante e indiscreto como sempre. Sabendo que eu já tinha algum interesse nele, começou a investir em mim:

_”Acho que seu marido está mais pra lá do que pra cá… Não para de beber…”

(Eu) 
_”Pois é, eu notei isso! Tô me sentindo até um pouco sozinha…”

(Maurício)
_”Não consigo entender como ele prefere ver futebol a ficar com uma esposa tão linda!”

(Eu)
_”Brigadinha hahaha Mas você está exagerando né…” respondi com modéstia.

(Maurício)
_”É sério! Você é mesmo muito lindinha… Atraente… Gostosa…”

(Eu)
_”E casada… hahaha…” comentei levantando a mão esquerda, exibindo a aliança.

(Maurício)
_”Ah vamos esquecermos essa parte? Eu já esqueci que você é casada desde a hora que eu te vi!”

(Eu)
_”Ah é? hahahaha. Quem sabe não tenho uma amnésia hoje…”

Diante do meu sinal verde, Maurício veio na minha direção, ficou na minha frente, colocou as mãos na minha cintura e disse:

_”Senti sua falta quando foi pro quarto dormir…”

Quando vi ele segurar minha cintura e falar aquilo meu coração acelerou e minhas pernas bambearam… Excitada, atropelei as palavras mas fui corajosa pra me render com uma voz manhosa:

_”Ai ai… O que você quer hein?”

(Maurício)_
”Quero você! Todinha!”

(Eu)
_”Mas meu marido tá perto…”

(Maurício)
_”Seu marido vai ficar mais 45 minutos ocupado! É tempo suficiente pra gente!”

Imediatamente o Maurício me agarrou e me deu um beijo de língua que eu não consegui resistir… 

Depois me colocou sentada na bancada da cozinha e ficou de pé entre minhas pernas, enquanto chupava meu pescoço…

Com medo de alguém ver, afastei ele de mim com algum esforço e disse com voz trêmula de excitação:

_”Você é louco? Alguém pode ver!”

(Maurício)
_”Vamos pro seu quarto então!”

(Eu)
_”No meu quarto não! Meu marido e o Cleber ficam entrando lá pra usar a suíte! Vamos pro outro quarto! Me espera lá que eu já vou!”

No mesmo instante Maurício se foi… Esse quarto, que para a minha sorte vivia com a porta fechada, não era tão confortável quanto o meu… Tinha apenas uma cama de solteiro para hóspedes. O maior risco era porque ficava de frente para a sala! Apesar disso era o lugar mais seguro…

Antes de ir pra lá queria terminar de preparar os petiscos e evitar que meu marido viesse atrás de mim… Assim que eu terminei servi o Caio e o Cleber, Em seguida fui discretamente para o quarto de hóspedes…

Quando cheguei lá Maurício estava me esperando sem camisa, com um volume na bermuda! Mal fechei a porta e ele já foi me colocando de costas na parede, me agarrando e me dando um beijo. Depois tirou minha blusa revelando meus seios sob o sutiã, enquanto dizia:

_”Delícia, me dá esses peitinhos!”

Maurício abaixou as alças do meu sutiã e o puxou para baixo revelando meus seios. Depois veio abocanhando eles com muito desejo. Aquilo me deixou louca! Segurei por trás de sua cabeça enquanto ele passava a língua nos meus mamilos que estavam duros…

Minha excitação aumentava toda vez que eu ouvia a voz do meu marido na sala…

De repente ele me virou de frente pra parede me deixando de costas pra

ele. Depois abaixou meu shortinho jeans revelando meu bumbum, que aliás, estava muito mal escondido pela calcinha fio dental que eu usava. 

Com o rosto na parede, protegi meus seios com as mãos enquanto ele se ajoelhou, segurou minhas pernas e levou a boca direto no meu bumbum…

Fui nas nuvens! Aquela sensação da barba por fazer roçando meu bumbum era tudo! Ele colocou minha calcinha para o lado e cravou a língua na minha vagina. Fiquei com tanto tesão que fechei os olhos e comecei a me abaixar instintivamente, arrebitando o bumbum… 

Nunca senti tanto tesão com uma língua! Percebi como ele era experiente…
Minutos depois, Maurício ficou de pé exibindo o volume na bermuda e segurou por trás do meu pescoço, forçando-me para baixo enquanto dizia apressado:

_”Mete a boca vai! É todo seu vai! Vai porra!”

Simplesmente obedeci! De joelhos, abaixei a bermuda dele. Depois abaixei a cueca e o pênis dele saltou… Maior que do meu marido e bem mais grosso! Tinha 18cm e ligeiramente curvado pro lado.

Ajoelhada diante daquele homem, segurei o pênis e coloquei o que podia na boca… Eu estava com a calcinha nos joelhos e seios pra fora, sutiã na barriga, toda nua, chupando o pênis de um cara a 6 metros do meu marido! Toda vez que penso nisso não me aguento de tesão!

Enquanto eu chupava, Maurício foi falando umas coisas que me deixou louca;

_”Porra que boquinha gostosa!”

Comecei a massagear meu clitóris super inchado de excitação enquanto chupava… Gente, que excitação!

Depois de alguns minutos Maurício me puxou pelo braço, me deixando de pé enquanto disse de um jeito pouco cavalheiro:

_”De quatro na cama, vai! Gostosa!”

Amei o jeito autoritário! Percebi na hora que era alguma fantasia dele… Entrei no jogo, obedeci e fiquei de quatro na cama esperando. Maurício subiu na cama com o pênis na mão, se abaixou em mim e já foi me penetrando.

_”Puta que pariu, você é muito apertadinha!” disse ele ofegante.

Aos poucos minha vagina foi abrigando o pênis dele. Senti um pouco de dor, afinal, estava acostumada com o pênis do meu marido, que era muito mais fino.

Maurício segurou nos meus cabelos enrolando-os na mão e começou os movimentos da penetração. 

Maurício socava minha vagina com muita força! Pequena e leve que sou, só não perdia o equilíbrio porque ele me segurava pelos cabelos… Meus seios chacoalhavam…

Meus cabelos (snif)… Cuido tanto deles pra poder parar nas mãos de um homem daquele jeito! Mas a excitação que eu tive valia a pena! Pela primeira vez eu era desprezada daquele jeito! Não sabia como era tão bom o prazer da desonra (risos)!

Percebendo minha excitação, Maurício começou a falar sacanagens pra mim:

_”Toma sua sem-vergonha! Vadia do caralho!”
_”Tá gostando tá? De levar pica, tá? Fala pra mim!
_”Tô! ai!!!! Cachorroooo!”

Maurício arrancava os gemidos mais sinceros de mim! 

Muito excitada, comecei a ter orgasmos tão intensos que perdi a força nos braços e caí com o rosto no travesseiro gemendo, enquanto Maurício me comia sem trégua e dizia:

_”Vai goza pra mim safada!”

Ai que loucura! Quase desmaiei… Fazia muito tempo que não tinha um tão intenso!

Em seguida, sem parar de me comer, Maurício ofegante perguntou:

_”Você toma pílula né?”

Eu não tomava porque estava tentando engravidar! Então, preocupada, respondi:
_”Não!”
_”Caralho, queria gozar dentro! Vou ter que gozar na sua cara…” ele disse.

Que bom que ele era sensato! De repente ele acelerou os movimentos e gritou:
_”Caralho, vou gozar!”

No mesmo instante ele se desengatou de mim, ficou de pé e me puxou pelos cabelos, me levando até seu pênis, enquanto jatos de esperma começaram a sair e pegaram em cheio no meu rosto!

Nossa, foram umas seis golfadas de esperma, suficiente pra sujar meu rosto e escorrer pelo queixo, pescoço e seios…

Na mesma hora eu peguei minha calcinha e limpei meu rosto. Depois fui pro banheiro me lavar… E era na hora certa porque o jogo estava prestes a terminar!

Depois de me lavar eu fui pra cozinha, momento em que fiz um sinal chamando o Maurício, porque estava na hora de saber algumas verdades…

Na cozinha, a sós, fui direta com ele:

_”Maurício, fala a verdade, meu marido tem alguma coisa a ver com isso?”
_”Como assim?” ele indagou.
_”Pode parecer loucura o que vou perguntar. Mas foi meu marido que pediu pra você transar comigo não é?”

Maurício ficou em silêncio pensativo, depois respondeu:

_”Sinceridade? Não.”
_”Mas tenho que te contar uma coisa…”

(Eu) 
_“O que? Diz!”

(Maurício)
_”Sério, não conheço seu marido. Sou primo do Cleber. Não sei se você sabe disso ou não, mas seu marido pediu pro Cleber tentar te comer aqui hoje. O Cleber até quis, mas voltou atrás, por medo da esposa descobrir e por não entender esse lance estranho demais pra ele. Como somos muito amigos ele comentou isso comigo. Na hora fiquei doido pra te conhecer e ele me trouxe aqui. Vim pra te pegar mesmo, caso você desse mole. Não tive medo do seu marido porque na pior das hipóteses, se ele me pegasse te comendo ia ignorar ou ia me agradecer. Conheço esse tipo de cara. Conheço muitos assim. Tenho namorada e somos liberais. Ela sabe que eu vim aqui pra isso. ”

Confesso que fiquei boquiaberta! Liberal? Um mundo novo se abriu diante dos meus olhos. Não acreditei que meu marido tinha pedido o Cleber pra transar comigo! Meus Deus, com que cara eu ia ficar olhando pra ele agora? Daí o Cleber ainda sai contando isso pra todo mundo…

Na mesma hora eu implorei pro Maurício:

_”Maurício pelo amor de Deus, não conta o que fizemos pro Cleber! Diga que eu não aceitei!”

(Maurício)
_”Calma gata! Tranquilo eu não conto nada. Não sou moleque nem iniciante! Já disse, sou liberal há muito tempo e sei como é. O que se faz num quarto fica num quarto e ponto final.”

Fiquei relativamente aliviada, mas ainda estava desconfiada daquele papo. Só tinha um jeito de confirmar a veracidade daquilo: Caso meu marido ficasse me perguntando demais sobre o Maurício, era sinal que ele sabia…”

Mas em seguida Maurício me fez um pedido:
_”Posso contar pra minha gata? Ela pediu pra saber detalhes. É coisa nossa mesmo, intimidade do casal. Morre com a gente.”

Pela sinceridade do Maurício não liguei que ele contasse pra namorada dele, até porque não a conhecia. Desde que fosse pra ela e ninguém mais!

No final foi tudo muito bom. Despedi do Cleber sem demonstrar constrangimento. Depois despedi do Maurício como se fosse um estranho e ele agiu da mesma forma, o que me passou mais confiança nele e no que disse pra mim!

Em outra oportunidade eu conto minhas sensações sobre esse episódio, como isso mudou meu jeito de ser e o que aconteceu depois. 

Quem quiser me contar as impressões quando leu esse relato manda um e-mail: loirasexbh@gmail.com 

Beijos!

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Às vezes eu sei, mas na maioria das vezes não sei do que estou falando. Minha mãe me chama de mongoloide, meus amigos me chamam de babaca, mas no sentido legal da coisa, eu acho. Eu falo bastante sozinho, na maioria das vezes parafraseio algo que li num livro ou que surgiu do nada e fico repetindo a mesma coisa, tentando entender porquê existe tanta desconexão entre o que eu quero pensar e o que eu estou pensando. E isso não é nem metade do contexto e já dá vontade de calar a maldita boca e não falar mais nada. Mas não falar nada já se tornou um hábito também. E eu odeio hábitos, apesar de estar cercado por eles. Minha vida é cercada no vazio, o vazio é cercado de pilhas de livros e jornais velhos que eu tento ler por não ter nada de interessante para fazer. Escrever é algo que também me salva. Sou um escritor meia-boca, gosto do que faço mas não sei se gostam do que faço, e dizer que não estou nem aí é mentira, porque apesar de escrever para salvar o meu próprio rabo, é bacana ver alguém dizendo que se identifica e que está na mesma merda ou está prestes a entrar na mesma merda que eu ou algo assim. Pensei em largar a escrita, mas escrever também é um dos meus hábitos. Acho que vou cursar jornalismo. Deve ser bacana ser jornalista e escrever umas matérias, ou então ser câmera e acompanhar uma loira gostosa enquanto ela fala aquelas desgraças que acontecem a cada segundo no mundo. Ninguém liga para as tragédias dos outros, mas todo mundo gosta de dois peitos na frente da câmera. E eles estariam bem na minha frente, que maravilha. Às vezes nem precisa ser dois peitos, um só está de bom tamanho. Por falar em tamanho, cresci um centímetro, uma tia veio me visitar e disse que eu cresci bem mais que isso. As tias só servem para falar sobre sua altura e para perguntar como vão suas namoradas ou os seus namorados ou seja lá com que porra você se relaciona. É basicamente isso. Não sei por que estou falando sobre tias. Isso é deprimente. Mas estar deprimido é também um dos meus hábitos.
—  Junior Lima.

poderia dar uma olhada no meu blog? lá eu falo d diversos assuntos principalmente relacionado a tumblr. Meusdezesseisanos.wordpress.com

A primeira vez dela com outro

Agora estamos casados há quase dez anos e temos um filho de nove. Minha mulher tem 1m60m e pesa 58kg é loira, queimadinha de Sol, bundinha arrebitada e seios suculentos.

Ela sempre atraiu o olhar de outros homens. Agora, com quase quarenta anos de idade, ainda é capaz de fazer os homens voltarem a cabeça para olharem-na e dar uma conferida na sua bunda que, eu acho, é uma das partes mais atraentes do seu corpo.

Uma coisa foi mudando em mim: os ciúmes quase doentios do início do nosso relacionamento deram lugar a um certo orgulho, quando percebia outros homens conferindo o corpo da minha mulher. A primeira vez em que senti este tesão foi à beira da piscina, na casa do meu cunhado, no final de 2010, quando eu percebi que o marido da irmã dela, estava olhando maravilhado para minha mulher enquanto ela passava protetor solar no corpo. Ele chegou a massagear o pinto que assumiu um certo volume, antes dele perceber que eu tinha sacado o que estava acontecendo e tentou disfarçar.

Minha mulher não trabalha fora. Eu sou um engenheiro razoavelmente bem-sucedido que há dois anos foi contratado para a direção de uma multinacional muito badalada, onde venho alcançando resultados maravilhosos e já tive, até, convite para ir trabalhar na matriz da organização, na Europa.

E foi justamente quando consegui este atual emprego que nossa vida começou a mudar. Sempre tivemos uma vida sexual razoavelmente satisfatória, mas normal para um casal com as nossas características. Uma ou duas trepadas por semana; vez por outra uma escapada para um motel; eventualmente uma conversinha mais apimentada sobre as brincadeiras que cada um de nós fez com outras pessoas, antes de começarmos nosso relacionamento; de vez em quando uma ou outra revelação sobre fantasias… Mas não existe melhor afrodisíaco que conseguirmos aquele emprego com que sempre sonhamos e com um salário bem alto, existe?

Já contratado, a empresa pediu para que eu passasse três meses na maior fábrica da empresa, em Recife, tanto para conhecer melhor a linha de produtos, como para fazer um diagnóstico dos problemas que eu encontrasse. Antes de assumir efetivamente o meu cargo. Como o período era muito longo a organização sugeriu que eu levasse minha família com todas as despesas pagas; mas como estávamos no período escolar, deixamos nosso filho com os meus pais, para não perder aulas, e fomos apenas eu e minha mulher para uma nova e prolongada lua de mel.

Durante a semana, eu saía do hotel por volta das 9h da manhã e retornava apenas às 5h da tarde. Minha mulher visitava alguns locais de compras, durante o dia, além de passar um grande tempo na piscina do hotel, que vivia lotada de turistas, principalmente estrangeiros (europeus, na maioria). Ela logo comentou comigo que era comum as europeias praticarem o “topless” enquanto tomavam sol.

Em nossa terceira semana, naquela rotina, percebi que minha mulher estava mudando. Ela começou a tomar a iniciativa para o sexo, o que antes era raríssimo acontecer. Comentava comigo, constantemente, sobre coisas que havia visto em sites de sexo, na Internet (antes ela nem gostava que eu visse tais matérias!). Comprou um novo e lindo biquíni; pela primeira vez um fio dental que expunha sua linda bunda por inteiro. Ao mostrar a sua nova aquisição, ela saiu do banheiro vestindo o biquíni e perguntou se eu havia gostado.

Percebi imediatamente que era bem menor que aqueles que ela costumava usar e ela perguntou se podia usar aquilo na piscina. Quando eu respondi que estava aprovadíssimo, ela virou de costas mostrando que sua bundinha “mastigava” a calcinha do biquíni e repetiu a pergunta:

– Posso, mesmo, usar este biquíni na piscina do hotel, na frente de todo mundo?

– Wow! – Eu vibrei e fiquei excitado. – Vou repetir: está aprovadíssimo!

– Mas os homens que estiverem lá vão ver a minha bundinha. Vai que alguém gosta…

Eu já estava excitado e a puxei para mim. Caímos na cama e minhas mãos foram diretamente para aquela bunda maravilhosa. Começamos a nos beijar e ela já foi tirando minha roupa. Entre as carícias íamos falando:

– E se alguém gostar da minha bundinha, lá na piscina? – Ela insistia.

– Deixa gostar!

– Você não se importa?

– Claro que me importo!

– Fica com ciúmes?

– Um pouquinho. Só um pouquinho. Um ciúme gostoso.

– Ciúme gostoso? Como é que é isso?

– Fico com tesão.

– Fica com tesão? Não fica com ciúmes?

– Fico com um pouquinho de ciúmes e com muito tesão.

– Você fica com tesão, quando alguém me olha?

Ela parecia duvidar.

– Com muito tesão!

– Você é um depravado.

Enquanto falava isso ela sentava sobre o meu corpo e pegava meu pinto duríssimo para dirigir a penetração. Ela estava muito molhada. Encharcada! Quente. Gostosa como nunca.

– Se eu me importasse demais com os homens olhando para você, não estaríamos mais casados. Você é gostosa! … e muito atraente.

– Não sou, não! Não atraio muitos olhares. Você fala isso para fazer com que eu me sinta gostosa.

Ao ouvir aquilo (sussurrado em meu ouvido) algum sininho tocou dentro de mim.

É claro que ela tinha consciência de como é gostosa. Claro que ela sabia que atraía os olhares de outros homens. Repentinamente as coisas foram se tornando muito claras, para mim. Comecei a lembrar e perceber detalhes que estavam passando claros, mas para os quais eu não tinha atentado. Mesmo assim resolvi ir devagar.

– Você é gostosa e sabe disso. Sempre soube!

– Você sente mesmo tesão, quando alguém olha para mim?

– Sinto.

– Muito?

– Demais! Tem alguém secando você na piscina do hotel?

Algo me dizia que a excitação dela, nos últimos dias, era devida à auto estima inflada por alguma paquera naquele hotel.

– De vez em quando alguém me olha…

– E no meio deste “alguém” tem alguém chamando a sua atenção, em especial?

– Tem um cara sim.

Ela falou deixando perceber um certo receio na voz.

– Um cara?

Perguntei me esforçando para ela perceber que aquilo estava me oferecendo tesão. Ao notar que meu pau a penetrava mais afoito, ela se sentiu animada a continuar:

– Ele é magro, tem mais ou menos a mesma altura que você, mas é musculoso. Tem cabelos escuros e olhos claros.

Eram detalhes demais para que ela tivesse apenas “percebido” os olhares do cara sobre ela. É claro que os olhares haviam sido retribuídos. Senti mais tesão e ela percebeu isso.

– Você deve ter olhado muito para ele, para ver todos estes detalhes.

Meu tesão crescia a cada palavra, e eu fazia questão que ela sacasse isso. Resolvi dar mais corda a ela:

– O cara é bem-dotado?

– Como é que eu vou saber se ele é bem-dotado?

Ela perguntou cautelosa.

– Olhando para o volume na sunga dele! Tem outro jeito?

– E você acha que eu ia ficar olhando estas coisas?

– Alguma coisa deve ter disparado o seu tesão. Não minta para mim. Eu sei que as mulheres olham mesmo, para o volume dos caras, até quando estão de roupa comum. Ele usa sunga, não usa? Ou usa estas enormes e nada sensuais bermudas que os surfistas usam, atualmente. Ele é homem, não é? Ou você está se interessando por garotinhos imaturos e que sofrem de ejaculação precoce, agora?

– Usa sunga. Ele é homem, não é nenhum adolescente.

– E o que foi que te fez sentir tesão por ele?

– Não é tesão!

Ela ainda receava se abrir comigo.

– Eu o achei somente interessante.

O receio fez com que ela perdesse o tesão. Ela saiu de cima de mim, deixando-me com o pinto extremamente duro. Deitou-se de lado, de costas para mim, evitando o meu olhar. Abracei-a por trás, fazendo com que ela sentisse minha ereção se esfregando em sua bunda.

– O que foi?

Perguntei com voz adocicada e quente, em seu ouvido, o que eu sabia que a faria sentir tesão. Deu certo; seu corpo ficou todo arrepiado; ainda assim ela resistia.

– Eu não sei o que você pensa de mim.

Ela se fazia de magoada.

– Depois de tantos anos de casamento, você agora resolveu fazer com que eu me sinta uma puta!

Sentei na cama e fiz com que ela me encarasse.

– Estamos perdendo tempo, aqui. Eu estava morrendo de tesão e estávamos trepando deliciosamente quando você resolveu estragar tudo. Vou dizer logo o que estou pensando: o interesse do cara, em você, fez com que você sentisse tesão, sim. Você tem andado mais ativa, sexualmente; comprou este biquíni bem mais sexy, para se mostrar para ele; tem visto sexo na Internet e conversa comigo sobre o assunto; está até tomando sol! Pensa que não percebi a marquinha de biquíni na parte de baixo? E acho que andou fazendo “topless”, pois a marca de biquíni nas suas tetinhas é bem mais sutil que na sua bundinha. Estou errado?

– Só fiz “topless” uma vez, para experimentar.

Ela confessou bem envergonhada. E só confessou porque percebeu que não tinha como negar.

– Que legal!

Saber que minha mulher tinha mostrado os peitos fez com que meu pau, que estava lentamente retornando à posição de descanso, desse um novo pulo, para cima. Mostrei aquilo a ela, comentando:

– Olhe como você está me proporcionando tesão! Continue falando: o que foi que te fez sentir tesão por ele?

Ela pareceu pensar um pouco, antes de responder com muito cuidado na voz:

– Ele tem o peito bem peludo.

– E um belo volume na sunga.

Eu sugeri.

– Isso também. Mas a voz dele, falando com um sotaque francês bem acentuado, me dá mais tesão que este outro detalhe, que você falou.

– Quer dizer que você já conversou com ele!

Eu mesmo me assustei, com aquilo.

Ela pareceu pegar fogo. Seu rosto ficou vermelho e ela evitava me olhar no rosto. Ficou quieta por um bom tempo. Eu também não falava nada; aquilo tinha me surpreendido demais. Mas não posso negar que meu tesão também tinha crescido com aquela revelação.

Deitei e abracei-a por trás. Achei que se não tivesse que me encarar ficaria mais fácil para ela fazer suas confissões. Fui dando beijos molhados em sua nuca e orelhas (isto sempre a excitou demais) e fui acariciando seu corpo todo. Em menos de cinco minutos eu a estava penetrando de novo. Foi ela quem falou primeiro:

– Seu pinto está tão duro!

– É o tesão que você me proporcionou, com tudo o que falou. Quero sentir mais tesão: conte mais.

Continuamos trepando devagarinho e ela ficou em silêncio por mais um ou dois minutos, antes de começar a falar de novo:

– Eu estava tomando uma caipirinha de Vodka, na piscina, e fiquei meio tontinha. Você sabe que eu não costumo beber muito. Tenho pouca resistência ao álcool. Via aquelas mulheres fazendo “topless”, à minha volta, e “aconselhada” pelo álcool resolvi experimentar aquilo. Livrei-me do sutiã e fui tomando a minha bebida de olhos fechados, porque ainda estava um pouco envergonhada. Quando a caipirinha estava acabando, ele se aproximou de mim e sentou na cadeira ao meu lado, oferecendo-me um novo copo cheio, bem geladinho e foi dizendo que tinha ficado com dó de me ver bebendo sozinha.

Ficamos conversando um tempão, mergulhamos juntos…

– Ela parou um pouco de falar. Percebi que estava pensando se devia, ou não, continuar. Nossa trepada tinha esquentado, à medida em que fui imaginando ela conversando com outro homem com os peitos para fora.

Fiz questão de que ela percebesse meu tesão na voz, quando falei quase gemendo:

– E, como sempre, quando você saiu da piscina, tinha que passar mais protetor solar. O francês te ajudou?

– Assim que peguei o protetor ele o tirou da minha mão e me fez deitar na cadeira. Ele fez questão de passar o protetor em mim.

Percebi que ela estava com muito tesão, também.

– Ele passou o protetor nos seus peitos?

Eu estava lutando para segurar a gozada; ia explodir de tesão quando ela respondeu:

– E na minha bundinha, também. E quando estava passando na minha barriga, seus dedos entraram alguns milímetros na minha calcinha.

– Milímetros?

Eu perguntei gritando, já gozando de uma forma como nunca havia gozado antes.

– Centímetros!

Ela respondeu, também, começando a gozar feito uma louca.

Depois deste orgasmo ficamos na cama, um de cada lado, tentando recuperar o fôlego. Estávamos encharcados de suor. Meus joelhos pareciam estar enfraquecidos e eu ainda estava tentando me recuperar, quando ela perguntou:

– Quer que eu continue contando?

Onde eu parei?

– Você sabe! Não se faça de sonsa. Ele enfiou os dedos dentro da sua calcinha.

– Alguns milímetros.

Ela se apressou a completar, sorrindo.

– Centímetros!

Eu a corrigi.

– Está bom!

Ela falou com carinha de safada.

– Alguns centímetros!

– Chegou na sua bucetinha?

– Não. Eu estava trêmula e achei que era hora de acabar com aquela brincadeira. Disse que estava na hora de subir porque meu marido estava para chegar e levantei, deixando-o um pouco assustado, e vesti rapidamente o sutiã e minha saída de banho. Comecei a andar em direção aos elevadores. Ele levantou e correu um pouco atrás de mim para dizer que também estava na hora de subir. Entramos no elevador e ele aproveitou que estávamos sozinhos, para me abraçar por trás. Senti aquele peito peludo se esfregando em minhas costas, percebi o volume crescendo em sua sunga e perdi o controle. Deixei que ele me beijasse e minhas resistências foram totalmente para o espaço.

– Você deixou ele beijar você? – Perguntei um pouco espantado. Até onde eles teriam ido? Eu estava muito assustado, mas meu tesão era maior.

– Deixei.

Ela teve um pequeno tremor ao responder enquanto pegava meu pinto para dirigi-lo em direção à sua buceta.

– Ele beija gostoso?

Perguntei enquanto a penetrava.

– Tem uma língua enorme. Molhada e atrevida. Se enfiou na minha boca e parecia um pinto brigando com a minha língua. O beijo dele é beijo de macho safado!

Ela disse com voz quente… rouca… Quem estava dando mais tesão a ela: meu pinto em sua boceta, ou a lembrança do francês e suas sacanagens?

– Gostoso?

Eu insisti, querendo ouvir.

– Delicioso!

– Sua puta!

Eu disse gemendo com o tesão de ouvi-la contar aquilo.

– Você está me ofendendo, ou me elogiando?

– É um elogio!

E eu estava sendo sincero.

– Quer saber mais?

– Quero saber tudo!

– Tem certeza?

Aquela pergunta era mais para me preparar para o que viria, que para saber minha disposição para receber a confissão.

– Absoluta! Acho que já sei onde isso vai acabar.

E eu já estava me segurando para não gozar.

– O elevador parou no nosso andar e eu tentei descer, mas ele me segurou pela cintura, puxando-me de novo contra o seu corpo. Senti suas mãos fortes e os pelos dele, de novo, em minhas costas. Senti o volume dentro de sua sunga e protestei, sem muita convicção:

-Este é o meu andar.

E ele, virando-me de frente para ele, respondeu perguntando:

-Você não vai me deixar assim, vai?

Ele olhou para baixo e eu acompanhei o seu olhar para perceber que a cabeça e boa parte do pinto dele tinham saído para cima, na sunga. Tentei colocar aquilo para dentro da sunga e percebi que não tinha mais condições de resistir ao meu tesão. Nos beijamos de novo e deixei a porta do elevador fechar para nos levar até o andar em que fica a suíte dele.

Eu queria aquilo.

– Você trepou com ele?

Perguntei fazendo um esforço sobre-humano para não gozar.

– Tenha paciência! Você quer ouvir, ou não quer? Vou contar com detalhes.

Fiquei quieto e continuei segurando meu tesão para não acabar com a trepada antes da hora. Eu queria gozar com ela. Queria gozar quando ela me contasse como tinha gozado com o francês.

– Ele me conduziu pela mão, assim que a porta do elevador abriu, novamente, e em poucos segundos estávamos na porta do seu apartamento. Ele abriu a porta usando o cartão magnético que eu não sei de onde ele tirou e foi logo me empurrando para a cama, onde me deixei cair. Rápido como um raio ele tirou a calcinha do meu biquíni e eu mesma me livrei do sutiã, enquanto ele arrancava a sua sunga e a jogava para longe. Olhei sem um pingo de vergonha para o pinto dele e me excitei ao perceber que era grosso; bem grosso.

– Mais grosso que o meu?

Ela me olhou com um sorriso significativo, evitando responder com palavras. O pau dele era mais grosso que o meu. E eu aprendi há tempos que as mulheres não se importam muito com o comprimento do pinto, mas com a grossura…

Ela continuou contando:

– Puxou minhas pernas para cima, arqueando o meu corpo e caindo de boca na minha bocetinha. O quarto inteiro parecia cheirar a sexo e aquele aroma me deixava totalmente louca e absolutamente sem nenhum pudor. Falei com ele de uma forma que nunca falei com você. Eu pedi… quase implorei para ele me foder.

– Você falou assim mesmo? Foder? Você não fala deste jeito nunca!

Eu quase não me aguentava de tanto tesão. Ia explodir a qualquer momento e sentia na voz de minha mulher que ela também estava excitadíssima; ela falava trêmula e entre gemidos, mas estava gostando de contar aquilo. Estava com tesão ao me contar aquilo.

– Mas falei, ali. Eu estava fora de controle e queria tudo o que ele pudesse me oferecer. Ele deitou sobre mim e foi me penetrando gostoso… grosso… joguei meu corpo para cima, abraçando-o com as pernas. Parecia que eu estava com medo de ele sair dali, deixando de me oferecer aquele prazer todo. Sentindo que eu ia gozar, ele então me virou de costas, e com uma maestria lambuzou seu pau na minha bundinha e sem dó me penetrou, com a mão direita massageava minha buceta.

– Mas você deu a bundinha para ele?

Perguntei surpreso para ela.

– Amor eu sei que você adora minha bundinha, mas eu queria que o francês por completo, eu quis muito dar minha bundinha para ele. Eu não aguentei amor, e disse para ele:

– Me fode, me fode!

Enquanto rebolava no seu pau, foi quando não aguentamos mais e nós dois gozamos como nunca amor! Ele inundou meu cuzinho com seu leite!

Nessa hora senti que ia gozar e pedi para ele gozar junto comigo. Ela começou a estremecer, gemer e levantou a voz para dizer:

– Olha querido, eu fui uma puta para ele! Você está bravo comigo?

– Não! Estou morrendo de tesão e adorando você assim.

Eu já estava amolecido pelo gozo, mas completei:

– Você virou uma puta completa!

Depois disso nossa vida está muito melhor. O sexo se tornou algo incrivelmente melhor. Estamos mais unidos e, finalmente, nos tornamos cúmplices, como deveriam ser, todos os casais