e eu fiquei aqui

Já ficou clichê, tudo o que escrevo é sobre saudades. Eu não deveria me lembrar do seu nome, ou das coisas que você gosta, sendo que você não lembra nem do meu nome mais, você seguiu em frente, e eu fiquei aqui, parada no tempo, paralisada, mergulhada no mar da nostalgia, sonhos, e promessas, - que jamais serão cumpridas. Eu continuo aqui. Lembro do seu tom sério, da sua risada gostosa e do seu drama bobo, lembro de você pelo menos uma vez por dia, e isso vem me consumindo cada dia mais, e não venha me falar de cabeça desocupada, é inevitável. Eu sei que você nunca leu qualquer coisa que escrevi sobre nós, e nem vai ler qualquer coisa que eu vou escrever sobre o mar de saudade que está habitando do meu corpo. Eu sinto sua falta. Eu não deveria, mas sinto.
—  Anna Paula Varella.
O negócio era simples: Eu ia sair contigo uma vez. Sairia, beijaria, curtiria o momento, e tudo bem, cada um pra sua casa, na sua vida, na sua rotina. Só que ai.. você me procurou. E teve uma segunda vez. Eu pensei comigo “não é possível”, Mas aceitei. E teve uma segunda vez, mas depois que acabasse, tudo bem, cada um pra sua casa, na sua vida, na sua rotina. Mas ai.. teve a terceira vez, e ainda estava tudo sob controle, tudo bem, depois ia novamente cada um pra sua casa, na sua vida, na sua rotina. Dai, teve a quarta vez, a quinta, a sexta, um mês, dois meses, três meses, quatro meses. No quinto, você foi embora, e nem me disse adeus. E eu fiquei aqui me sentindo uma tonta. Deu tudo errado.
—  Anelise Cristine.
Um texto para alguém que jamais irá ler.

Me lembro das noites em claro que conversávamos por mensagem, das vezes que eu estava mal e encontrava o bem em você, das longas risadas que dávamos juntos, das loucuras que cometemos, dos códigos que somente nós entendemos, das caretas, músicas, danças, sensações, assuntos, me lembro de cada momento que antes eu até poderia ter esquecido, sentimentos que jamais voltarão.
Você foi embora e eu fiquei por aqui, junto com você foi minhas forças para caminhar, fiquei por aqui sozinha, pensando em coisas para fazermos juntos e depois lembrando que jamais serão cumpridas. Você foi embora sem chance de despedidas, sem avisar a hora, sem deixar um bilhete dizendo que voltaria as três, você foi embora sem escolher a hora do trem, sem passagem de volta, sem suas malas. Só levou consigos os planos para seu futuro, futuro que não existirá mais. Foi embora e nos deixou sem saber o destino.
Agora sim vi como a vida é passageira, vi o quanto poderíamos ter aproveitado mais, que os momentos caem por terra. Não adianta querer voltar atrás e que se eu quiser te ver vou ter que olhar as estrelas no céu.
Você queria voar e hoje se tornou um anjo.

Você foi embora. Partiu. Sem dar explicação e sem ao menos me dizer porque se foi. E eu fiquei aqui, me culpando e me perguntando o que eu fiz de errado.
—  E aí? Como faço pra te esquecer?, Flávia Oliveira
O nosso trato era não se apegar, sair para alguns eventos nos finais de semana, e transar umas quatro ou cinco vezes por semana, bebíamos quase sempre, conversávamos bastante, eu fazia alguns poemas pra você e a gente ria sem parar, poderíamos nos relacionar com as pessoas mas eu não conseguia me ver com outro alguém, gostava tanto da sua companhia e acabei me acostumando com ela, e me acostumando acabei sofrendo quando te via com outro cara no bar e depois entrando no carro dele, depois de sofrer comecei a acreditar que você era apaixonada por mim só não queria assumir, então eu te esperei e esperei e quando tu vinhas eu aproveitava tanto e chorava ainda mais quando tu ia embora, mas continua te esperando, suas visitas começaram a ficar menos frequentes, você preferiu conhecer outras pessoas, e eu fiquei aqui olhando para a janela esperando um dia te ver chegando no meu portão. O nosso trato era não se apegar, você cumpriu ele pena que eu não consegui fazer o mesmo.
—  Rodrigo.
Foi embora pela porta dos fundos, de fininho, falando baixinho, pisando devagar, que era pra eu não escutar. Não se despediu. Foi embora da minha vida, e pensou que seria fácil ir embora do meu coração. Foi covarde, foi áspero, e amargo, não pensou nos estragos que ficariam em mim. Desapareceu como sol em dias chuvosos. E eu fiquei aqui, com o olhar triste, olhando pro infinito. Fiquei aqui, como pista vazia esperando aviões. Fiquei aqui, como uma mulher, que espera seu marido ser libertado de uma prisão. No olhar a esperança, mas a frieza era de solidão. O coração ardia, impregnado de decepções. Sua partida me desmoronou e eu fiquei num abismo de frustração. Foi embora pela porta dos fundos, de fininho, falando baixinho, e nem me disse adeus. Desejo muita felicidade aos dias teus. Não quero que você se sinta como eu.
—  Anelise Cristine.
patetic

todos vão embora. E não é drama, é apenas um fato patético. Porque você, por exemplo, chegou, entrou, bagunçou, conquistou, quis, gostou, sugou o meu melhor e depois foi embora como se nunca tivesse me conhecido e eu fiquei aqui sozinha arrumando uma bagunça que não é só minha. A parte patética é que se você voltasse e me pedisse pra entrar eu abriria a porta e ainda te daria uma cópia da chave.

Então você voltou a estudar? Quer dizer, depois de três anos parado, sem fazer absolutamente nada, você voltou a estudar? Bom, muito bom isso Dex. Ouvi dizer que você está fazendo faculdade, eu quase não acreditei. Mas me diz, faculdade de quê? Não me diga que é de pedagogia por favor, você odiava crianças, eu lembro muito bem disso. Você sempre dizia que não tinha nada contra elas mas que as vezes elas eram uns…como é mesmo a palavra que você usava… aah sim, “capetinhas”. Então por favor não me diga que é isso ou me avise a escola porque não vou poder colocar meu filho lá se você se formar. Mas e a música? Você desistiu? Não, isso é impossível não é? Você é a pessoa mais eclética que eu já conheci. Tocava violão, guitarra, bateria, piano, não me diga que desistiu de tudo aquilo? Bom, pelo que parece a música não é a única coisa que você dizia amar mas também desistiu não é? Você dizia o mesmo de mim e desistiu. Sumiu. Partiu. E eu fiquei aqui. Mas enfim, tá fazendo faculdade de quê?
—  I miss you, Dexter. (Flávia Oliveira) 
Imagine Harry Styles

Pedido: “Oiie, eu queria um com o Harry mas pode ser do seu jeito… quero ler um com ele q seja da sua imaginação porque deve ser muito difícil criar uma história baseadas nas ideias de outras pessoas. Por isso eu te dou total liberdade para escrever como você quiser :) . Amo seu tumblr e principalmente a sua escrita!”. - Anônimo.

Muito, muito, muito obrigado por fazer esse pedido, eu amei ele! E obrigado, principalmente, por acompanhar as coisas aqui e por ler o que eu posto! <3

Eu fiquei completamente animada com esse pedido, por poder criar uma história minha. Mas depois eu me apavorei, porque não conseguia ter nenhuma ideia para ele! hahaha Acabei por fazer assim. É meio clichê em simplesinho; mas feito com amor! Me contem o que vocês acharam dele, e principalmente que pediu! 

Aahh! Essa é a primeira parte, ok? A segunda sai ainda essa semana! Beijões.

******


- Eu não quero fazer isso!

- Nós já conversamos sobre isso, (S/N). – minha mãe falou com a voz firme.

- Justamente! Por termos conversado sobre isso algumas vezes, pensei que você tinha desistido dessa ideia maluca.

- (S/N), eu sou a sua mãe e sei o que é melhor para você.

- O melhor pra mim não é fazer com que eu faça algo que eu não quero.

- Chega! – ela esbravejou. – Isso não está aberto para discussões. Já está decidido e pronto. – bufei e sai da sala.

- Você não acha que está pegando muito pesado com ela? – ouvi a voz do meu pai.

- Infelizmente é assim que tem que ser, Otto. Ela tem que aceitar isso de uma vez por todas. – foi a última coisa que eu ouvi antes de me trancar no meu quarto.

Minha vontade era de nunca mais sair daqui, de dentro do meu quarto. Meus pais queriam me abrigar a casar com um completo estranho para mim. Eu nem sei quem ele é, não sei seu nome, não sei nada a seu respeito. Só sei que em poucos dias ele será meu noivo e em poucas semanas ele se tornará meu marido.  

- Filha, nós podemos conversar? – meu pai pediu dando leves batidas na porta. Respirei fundo.

- Entre. – ele entrou e se sentou na minha cama.

- Filha, dê uma chance para sua mãe. Nós só queremos o melhor para você!

- O melhor? Desculpa papai, mas não acho que me fazer casar com um estranho, e contra minha vontade seja bom e o melhor para mim.

- Filha, nós pensamos sempre no seu bem, no melhor pra você. Você é a nossa única filha e é nosso bem mais precioso. Nós só queremos cuidar para que você tenha o melhor e seja feliz.

- Pai, ninguém consegue ser feliz fazendo algo que não gosta e que não quer. – ele respirou fundo.

- Eu e sua mãe estamos ficando velhos, e logo em breve você terá que assumir todos os bens da família. Ter alguém do seu lado e que entenda sobre esses assuntos é o ideal. – segurou minha mão. – E eu e sua mãe não nos casamos no amando; aconteceu a mesma coisa com a gente. Mas veja só onde nós estamos! – ele sorriu.

- Era uma outra época papai. As coisas mudaram. E eu poderia fazer isso sozinha. – ele suspirou.

- Mas é o que tem que ser feito. É o melhor para você e já está decido. Você vai se casar, e com ele. – disse e saiu do quarto.


***


Para o jantar do meu noivado hoje, mamãe separou um vestido marinho com branco. Nos pés, optei por uma sapatilha com alguns brilhinhos. Coloquei um brinco pequeno, minha maquiagem era leve, apenas com uma cor nas bochechas e nos lábios. Meu cabelo ficou solto, com alguns cachos nas pontas.

Minha animação era mínima para essa jantar, e para tudo que está por acontecer.

Desci as escadas e meus pais estavam na sala. Quando me viu, mamãe abriu um sorriso enorme.

- Você está linda! – a campainha tocou e minha mãe ficou eufórica. – Eles chegaram!

Disse animada e foi abrir a porta.

- Anne! Que bom te reencontrar! – disse sorridente para uma mulher com cabelos compridos e olhos claros. – Gemma, querida! – cumprimentou uma moça loira, de cabelos na altura do ombro.

- (S/N), você está linda! – a mais velha disse sorrindo para mim. – Prazer em finalmente conhece-la! – sorri.

- O prazer é meu!

- Desmond! – meu pai falou sorrindo e cumprimentou um homem mais baixo.

Por fim, uma rapaz alto, cabelos curtos e meio ondulados, olhos verdes e covinhas na bochecha entrou. Harry é seu nome e ele tem 23 anos.

Ficamos conversando por um tempo, até o jantar ser servido. Durante todo o jantar, todos interagiram e conversaram, menos eu. Fiquei quieta e apenas sorria. Vez ou outra, sentia o olhar de Harry sobre mim. Mas evitei manter qualquer tipo de contato com ele.

Depois da sobremesa, passamos mais um tempo conversando. Mamãe e Anne se afastaram por um tempo, e ficaram conversando baixinho. Papai ficou conversando com Harry e Desmond.

O pouco de conversa que eu tive foi com Gemma, irmã mais velha do meu futuro marido.

Meu estômago se embrulhou, comecei a tremer, meu coração acelerou; eu queria sair correndo quando minha mãe, sorridente e feliz, anunciou:

- Então está decidido. O casamento será daqui 3 semanas!


[…]

 Eu quero explodir sem ter que me importá com as consequências, mas não consigo, sou muito calculista pra isso. Quero gritar, mas o enorme nó que se fez em minha garganta me impede. Quero chorar  mas minhas lagrimas não descem, parece que depois da sua estadia por aqui eu fiquei desnorteada. E me corrói saber que você não faz ideia do que causou em mim.você se foi,e eu fiquei é eu fiquei encarregada de arruma a bagunça que você fez .

-Máila Monique

One Shot Louis Tomlinson

  • Pedido - Tay quero um do Louis que ela é ex dele e eles têm um filho mas ele não liga para a criança e ambos voltam para a cidade natal e se reencontram


As coisas nunca foram fáceis quando (seu nome) se descobriu grávida, não fazia muito tempo que tinha terminado o namoro de dois anos com Louis e para ele isso foi como se ela estivesse tentando reatar o que tiveram. Ele ajudava em algumas coisas, mas sempre deixava claro que não seria muito presente por ser um filho que ele não desejava, ela não sabe ao certo quando ele começou a ser extremamente indiferente quando se tratava dela, mas era visível que não poderiam nem ter uma amizade.

Assim como os meses de gestação passaram, os anos também foram passando e Louis foi ficando cada vez mais distante. Hoje Christopher tem cinco anos e a última vez que Louis apareceu em suas vidas foi no primeiro aniversário do garoto, depois disso (seu nome) não o procurou e nem insistiu para que ele fosse pai para o seu filho, ela não queria que ele aparecesse e sumisse sempre, isso deixaria seu filho desestabilizado.

(Seu nome) fazia de tudo para que Christopher não sentisse a falta de um pai na sua vida, ela o amava imensamente e fazia questão de lembrar isso sempre para que ele não lembrasse que também poderia ter o amor de outra pessoa. Somente uma vez por ano ela não conseguia o confortar completamente, o dia dos pais sempre foi um pouco triste desde que o garoto entrou para a escolinha.

No primeiro ano estudando, quando (seu nome) foi o pegar em sua sala, ele estava com a cabeça apoiada sobre os bracinhos em cima da mesa e quando ela o chamou pelo nome, ele correu até ela a abraçando enquanto seus olhos e nariz estavam vermelhos por causa do choro. A professora explicou que eles estavam na semana de preparação para a apresentação e presentinhos para os pais e que quando Christopher disse que ele não tinha um, as crianças riram dele causando o choro que não cessou durante todo o resto de aula.

O caminho para casa foi silencioso diferente dos dias em que Christopher se empolgava contando sobre o que havia feito na escolinha e todo esse silêncio cortava o coração de (seu nome) pois ela sabia que podia fazer nada para colocar sorriso no rosto dele, isso infelizmente não dependia dela. Quando entraram em casa, Christopher foi direto para o quarto de brinquedos e sentindo a dor de ver o filho tão triste, (seu nome) buscou o número de Louis em sua agenda, mas o número não era mais dele.

Ele não poderia se importar menos com o filho, nem ao menos ligou para atualizar o contato. Suspirando de olhos fechados, nesse dia (seu nome) decidiu que toda a semana que antecede o dia dos pais, Christopher não frequentaria as aulas para poupá-lo da decepção de se sentir abandonado.

— Chris, amor, vamos logo!

(Seu nome) o chamou do andar de baixo enquanto erguia uma caixa do chão, eles estavam se mudando para a sua cidade natal e o caminhão da mudança já havia ido, ela ficou para trás encarregada de levar a Christopher e a caixa onde ficava os seus pertences mais frágeis.

— Já estou indo, mamãe! — Christopher gritou do andar de cima correndo em direção as escadas.

— Ei, não corra ao descer as escadas. — obediente o garoto parou de correr — Temos que ir logo, o caminhão vai chegar antes de nós.

— A vovó vai estar nos esperando? — ele perguntou caminhando para fora de casa na frente da mãe.

— Vai sim, vamos morar naquela casa ao lado da dela, você se lembra? — o garoto assentiu freneticamente e (seu nome) apoiou a caixa sobre a coxa segurando-a com uma mão enquanto trancava a porta com a outra.

— Na casa da tia vovó que me dava biscoitos sempre que eu ia lá. — ele disse sorrindo ao se lembrar — Vamos morar com ela?

— Não… Ela fez uma viagem para o céu e a mamãe comprou a casa. — ela explicou do mesmo jeito que havia o explicado quando o bisavô morreu.

— Eu nunca mais vou ver ela? — ele fez um biquinho assistindo a mãe caminhar até ele.

— Não, meu amor… Mas ela está em um lugar melhor agora, isso é bom não é?! — (seu nome) tentou animá-lo enquanto abria a porta de trás do carro onde colocou a caixa e logo depois o garotinho o prendendo a cadeirinha.

— Sim, ela pode ficar o pai do vovô. — ele voltou a sorrir seguro de que a senhora ficaria bem.

— Agora vamos para a nossa nova casa. — (seu nome) falou animada depois de entrar no carro e deu partida ligando o rádio em uma música infantil.

A semana na casa nova havia sido muito legal para Christopher, o bairro era bem tranquilo e agora que morava ao lado da casa da avó, ele corria para lá sempre que queria e isso era o máximo no pensamento dele. Quando sua mãe saia para o trabalho que ela havia encontrado, ele podia ficar com a avó sem ter que ficar com as babás chatas que não deixava que ele fizesse nada que gostava, diferente da avó que deixa que ele faça de tudo e mais um pouco.

A manhã de sábado havia nascido com um sol radiante e como (seu nome) prometeu a Christopher que o levaria ao parque, às seis da manhã ele estava ao lado de sua cama chamando-a animado para o passeio. Ela havia se esquecido que não podia prometer nada a ele.

Depois de enrolar para que ficasse um pouco mais tarde, eles foram ao parque onde ele foi chegando e fazendo um amiguinho chamado Davi. Eles estavam inseparáveis desde que Christopher chegou, (seu nome) estava procurando uma forma de convencê-lo a ir embora quando desse a hora de almoçar enquanto assistindo-os brincar de pega-pega e às vezes correm de mãos dadas correndo o risco de cair, mas ela não queria cortar o barato deles os mandando parar.

Era quase impossível não sorrir assistindo a inocência dos dois ao brincarem quando nem ao menos se conheciam há muito tempo, ela se perdeu completamente do que havia ao seu redor apenas olhando os dois não muito longe.

— Ele está tão crescido…

(Seu nome) sentiu seu corpo gelar quando ouviu a voz que veio pelas suas costas e quando ela se virou devagar, lá estava Louis olhando para o filho de uma forma que ela não podia identificar. Ela não sabia se havia amor ou algum afeto refletido naquele olhar.

— L-Louis? — ela perguntou ainda surpresa, havia criado dentro de si uma confiança de ele nunca mais voltaria a aparecer em suas vidas — O que está fazendo aqui? — perguntou assim que se recuperou um pouco.

— Eu fiquei sabendo que se mudou e hoje eu estava passando por aqui e te vi, resolvi me aproximar. — foi por acaso, ele não se dispôs nem ao menos bater em sua porta para ver o filho quando soube que estavam na cidade.

— Eu não sabia que você estava morando aqui… — porque se soubesse, ela nunca teria a ideia de se mudar.

— É… Eu me mudei não faz nem três meses. — ele disse e se sentou ao lado da mulher — Isso é ruim para você?

— Não é ruim… É péssimo. — ela foi sincera, não havia porque ser gentil com uma pessoa que não sente amor pelo próprio filho — Christopher não precisa de um pai fantasma. Você nos fazia mal estando longe, não quero imaginar o que fará estando perto.

— Você fala de mim como se eu fosse um monstro. — ele suspirou — Eu não estava preparado.

— Eu também não estava, mas eu não deixei o meu filho, nunca o deixaria. — (seu nome) voltou o olhar para o filho que ajudava Davi se levantar depois que ele caiu e assoprava o joelho ferido do amigo — Ele é a coisa mais preciosa da minha vida, você é um irresponsável, mas me deu o meu maior presente.

— Eu me arrependi de ter o deixado… Tudo bem que não seriamos uma família, mas ele é meu filho. — Louis disse olhando o garoto se aproximar segurando a mão do amigo que tinha lágrimas nos olhos.

— Mamãe, sem querer eu puxei o Davi forte. — Chris disse com um biquinho se sentindo culpado pelo machucado do amigo — Eu não queria fazer dodói nele.

— Tudo bem, querido, vai ficar tudo bem com o Davi. — (seu nome) disse se levantando e se abaixou próxima aos garotos — Onde está sua mãe, doce? — ela perguntou ao menininho que coçava os olhos todo manhoso, ele apontou para o lado e ela pôde ver um homem sentado no banco do outro lado da praça, um tanto irresponsável por estar mexendo no celular e sem nenhuma atenção na criança — Eu vou te levar até lá.

(Seu nome) pegou o menino em seu colo começando a andar em direção ao homem, Christopher iria a seguir, mas Louis segurou sua mão sorrindo para ele e por algum motivo o garoto não ficou com medo do estranho e apenas esperou a mãe onde estava. Ao se aproximar do homem, (seu nome) chamou sua atenção com um pigarreio e assim que o homem se colocou de pé, ela o entregou a criança.

— Bom dia, eu vim trazer o seu filho, ele estava brincando com o meu menino acabou caindo… — (seu nome) apertou os lábios em um sorriso sem jeito.

— Sua mãe já te disse para não ficar correndo. — o homem repreendeu o menino que se encolheu em seu colo — Obrigado, moça.

— Imagina… Qualquer dia desses você e Christopher se veem por aí, Davi. — ela acenou para o menino e ele devolveu o gesto.

Quando (seu nome) se virou para caminhar de volta para o lugar que estava, pôde ver Christopher correndo em sua direção e assim que ele a encontrou, abraçou suas pernas fortemente enquanto Louis vinha logo atrás correndo também.

— O que você fez com ele? — seu rosto assumiu uma carranca no mesmo momento que o garotinho a apertou mais.

— Ele disse que é o meu pai, mamãe… Ele é o meu pai? — os olhos do garotinho estavam cheios de lágrimas quando ele ergueu a cabeça para olhar a mulher.

— Você disse isso para ele? — (seu nome) falou de forma irritada — Quem você pensa que é para invadir assim a vida do meu filho? Pai você não é porque desde o primeiro aniversário dele você não ligou nem para saber se ele estava vivo. Você não pode simplesmente decidir a hora que sai ou entra na vida dele, ele é uma criança e você está o confundindo.

— Eu pensei que ele se lembrava de mim… Eu não sabia que ele ficaria assustado. — Louis disse um pouco envergonhado e com um pouco de dor por não ser bem recebido pelo filho.

— Há muitas coisas sobre ele que você não sabe, Louis. — (seu nome) pegou seu garotinho no colo — Você abriu mão quando resolveu que não queria a responsabilidade de se manter presente na vida dele.

A mulher deu as costas para o homem e começou a caminhar de volta para casa com o menino fungando em seu pescoço. Ela entendia o filho, o assunto ‘pai’ não é bem visto para ele desde seu primeiro ano na escolinha e isso a chateava bastante, não queria que o seu pequeno guardasse mágoa ou medo do passado.

— (Seu nome)? — Louis a chamou fazendo-a se virar antes que estivesse longe o suficiente — Como posso fazer para voltar ser um pai para ele?

— Só… Vai devagar com isso. — ela respondeu sem saber se era uma boa — E só faça isso se for realmente ficar, se pretende fugir depois de um tempo continue sendo um nada para ele, por favor.

Louis assentiu decidido que se colocaria na vida do filho para ficar, não iria fugir ou desistir de conquistar o lugar que ele reivindicou anos atrás. Dessa vez ele assumiria a responsabilidade e não faria mais o seu filho chorar.




Espero que tenham gostado ^.^

- Tay

Status p/ wpp: Pitty ✔💖

• Tantas decepções eu já vivi, aquela foi de longe a mais cruel. ✖💢

• Você que nem me ouve até o fim
Injustamente julga por prazer. 💨👊👏

• Será que eu já posso enlouquecer?
Ou devo apenas sorrir? 😁😨👌

• Não importa se eu não sou o que você quer, não é minha culpa a sua projeção 👎💨

• Perdido num mundo que não dá pra entrar 🌃🌏🌌

• Tô aproveitando cada segundo, antes que isso aqui vire uma tragédia. 💢💫

• Eu estava aqui o tempo todo, só você não viu. 💤

• E mesmo que nada funcione,eu estarei de pé. 👌🌌

• E eu acho que eu gosto mesmo de você. 💖

• Eu só fiquei aqui, porque nós dois somos iguais. 👬🌌

• Quando você me abraça, o mundo gira devagar. 🌏💖


❎ Reblog ou like se gostou ou pegou, valeu! 💖

Você me fez acreditar que o seu coração me escolheu para amar. Me disse que estaria ao meu lado para sempre, independente das circunstâncias. Você me disse que eu era o seu amor verdadeiro e que não era para eu perder a esperança. Disse que cuidaria de mim, mesmo de longe, até que pudesse finalmente estar perto. E que quando esse dia chegasse, nada mais nos afastaria. Você jurou que lutaria com todas as suas forças para eternizar esse sentimento. Prometeu que o nosso amor não se perderia com o tempo. E agora, eu olho a minha volta e cadê você para cumprir tudo o que me prometeu? Porque eu fiquei aqui, acreditei em cada uma das suas palavras. E agora o que faço? Vou embora? Espero? Você não apareceu mais e com você levou o resto de esperança que ainda restava no meu coração. Agora no que vou acreditar? O tempo está passando, um dia atrás do outro e com ele o meu amor também está se esgotando. Então volte e diga que foi uma breve ausência e que vamos ser felizes novamente.
—  Gerberiar em companhia de Reaprendeu
Imagine - Harry Styles

Espero do fundo do meu coração que vocês gostem dessa terceira - e última - parte! Beijos 

anterior 


- Cinquenta euros pelo seu pensamento. – A voz de Harry me despertou.

- Desculpe. – Me ajeitei melhor em seu colo. Estávamos jogados no sofá da casa enquanto um filme estranho passava na televisão.

- O que tem te deixado preocupada? – Ele se movimentou para melhor me encarar. – Desmanche esse bico e me conte!

- É que sua turnê vai começar semana que vem e a minha turnê com os livros na semana seguinte e, bom, não vamos mais nos ver; e acho que eu vou sentir saudade. – Despejei tudo sentindo meu coração apertar e Harry sorrir de lado.

- Você acha que vai sentir saudade? – Ele perguntou contendo o sorriso e eu acenei com a cabeça me sentindo uma boba por admitir. – Eu também acho que vou sentir saudades.

- Não fique debochando da minha cara! – O empurrei com o braço.

- É que eu olhei a sua agenda de lugares e sem querer, temos algumas cidades que podemos nos encontrar. – Ele mordeu minha bochecha. – Então eu posso debochar o quanto eu quiser.

- Isso é sério? Tipo, vamos nos esbarrar sem querer por alguma cidade? – Harry assentiu com a cabeça. – E você, nem para me avisar! Eu fiquei aqui pensando quantos dias ia ficar sem te ver! Sofrendo em vão!

- Isso tudo é amor? Ou só excesso de drama? – Harry me abraçou.

- Um pouco dos dois. – Murmurei despreocupada.

- Certo!

Harry e eu estávamos juntos a seis meses depois daquela noite no meu apartamento. Ele nunca me pediu em namoro oficialmente, mas nenhum de nós dois saiu com outra pessoa. Não posso negar que tudo que eu queria era gritar ao vento que Harry Styles era meu namorado, mas eu não tinha esse direito, assim como ele também não podia dizer que era “o cara” da (S/N) (S/S). Estávamos em uma via de mão dupla, mas se ele estava despreocupado, eu não tinha o que cobrar.

Mathew dizia que eu era louca de não querer “colocar uma algema naquele gato”, mas, por algum motivo, eu não me preocupava. Já Mathew se preocupava por nós dois.

- Você desligou de novo. O que foi dessa vez? – A voz de Harry era impaciente. Eu me levantei bruscamente do sofá.

- Mas que coisa! Eu não posso mais pensar? Vai ficar me monitorando toda vez que eu perco o foco? – Eu comecei a recolher minhas coisas.

- O que? Onde você vai? – Harry levantou também.

- Olha, já passamos o final de semana inteiro juntos e você já está ficando paranoico. Vou para casa, tenho que preparar algumas coisas para a viagem e você também deve ter; nos vemos qualquer dia. – Passei por ele sem ao menos beija-lo e fui embora.

Por sorte, um taxi passou naquele momento e eu embarquei nele, pedindo para que o motorista me deixasse em casa.

No meu apartamento a bagunça havia se instalado por eu ter passado mais tempo na casa do Harry do que nele; eu não sabia por onde começar a arrumação, mas sabia que deveria começar, principalmente por saber que ficaria mais um tempo longe do meu canto.

Passava da meia noite quando sentei no sofá com comida e podia ver a casa limpinha. Foi aí que eu me lembrei do celular e notei que ele estava no silencioso, com mais de dez mensagens de Harry.

Nas mensagens ele dizia que de forma alguma ele queria ser controlador, só estava tentando me entender; que se preocupava quando eu ficava aérea demais.

Mas poxa, eu vivia no mundo da lua e foi assim que eu consegui uma “carreira” como escritora. Eu sempre estava sonhando acordada, era algo natural meu. Era algo meio impossível de mudar.

Decidi que não o responderia de cabeça quente, e por isso fui tomar um banho para ir dormir em seguida.

No dia seguinte, acordei com barulhos dentro do apartamento, assim como risadas e meu coração acelerou demais quando isso aconteceu. Levantei devagar, já imaginando que meu apartamento estava sendo assaltado, quando dei de cara com Mathew e Harry conversando no meu sofá.

- A bela adormecida despertou finalmente. – Mathew praticamente gritou, me abraçando em seguida. – Eu vim ver você e encontrei seu príncipe encantado do lado de fora da sua torre; como tinha chave, abri para entrarmos.

- Ah, tudo bem! – Eu disse meio atordoada.

- Mathew, você nos dá cinco minutinhos para conversar? – Harry se pronunciou.

- Claro! – Ele caminhou para a cozinha enquanto eu o assassinava mentalmente.

- Me desculpe. – Harry suspirou.

- Está tudo bem. Brigar é normal, mas excesso de preocupação me assusta; eu não moro com meus pais a anos e essa coisa de ter alguém me perguntando sobre tudo, o tempo todo, me incomoda. Mas é algo que eu tenho que me acostumar.

- Eu não sabia. Sinto muito. Sabe, não é minha intensão te pressionar, te sufocar em um relacionamento; apenas queria ser seu confidente. – Ele corou.

- E você é! Afinal de contas, é para o seu abraço que eu volto. – Sorri. – Não tem do que se desculpar; estamos aprendendo a lidar um com o outro.

- Bom, eu estou indo amanhã para a casa da minha mãe e depois embarco direto para a primeira cidade da turnê; mas antes de ir, quero te pedir uma coisa: namora comigo? De anel e tudo? – Harry tirou uma caixinha do bolso da calça jeans justa.

- Namoro! De anel e tudo. – Sorri o vendo correr os dedos pelo próprio cabelo, aliviado.

- Eu prometo que vou tentar ser mais paciente com os seus silêncios. – Depois de passar o anel pelo meu dedo anelar, ele me abraçou e beijou minha testa.

- E eu prometo não gritar mais com você! – Beijei seu queixo.

- Eu vou para essa turnê mais feliz que nunca! – Ele beijou meus lábios. - Eu vou indo, afinal tenho algumas malas para arrumar. Nos vemos em Boston?

- Eu vou ser a que autografa livros. – Sorri enquanto o levava até a porta.

- Então vai ser fácil de achar. – Com um último beijo me despedi dele e fechei a porta, dando de cara com Mathew que me estendeu uma xícara de café.

- Pode começar a me contar detalhe por detalhe! Esse tipo de babado eu a-d-o-r-o!

mas zé

eu implorei, zé, eu implorei para que ele me amasse porque honestamente eu não era capaz de me amar. Eu precisava que ele me amasse para que eu pudesse me amar também e adivinha só, ele não ouviu meus gritos e foi embora, mesmo eu implorando pra ele ficar, mesmo eu dizendo o quanto ele era importante, ele simplesmente foi embora. Não foi nem capaz de dizer adeus, foi bom te conhecer. Ele só se foi. E eu fiquei aqui tentando entender o quão danificada eu sou, porque ele fez tanto esforço pra me conquistar e depois se foi, porque ele me machucou, porque ele partiu a droga do meu coração, porque eu me importo tanto enquanto obviamente ele não está nem aí, porque quando me lembro dele eu não consigo evitar que as lágrimas caiam, porque ele não foi capaz de me amar, porque ele não foi sincero, esses malditos porque’s que não tem resposta. Ele levou as minhas partes mais bonitas, Zé, só me restou um imenso vazio que me corrói a cada dia que passa e eu não sei o que fazer pra preenche-lo nem para que pare de doer, tá doendo demais e eu preciso que pare. Eu não quero mais lembrar, sentir, chorar e nem descobrir as respostas porque eu não suporto mais tanto peso, o peso do meu sentir está me esmagando. 

30 pensamentos para os 30 dias com você

Dia 01: E no meio de todo o caos que me cerca, consegui encontrar minha paz no timbre da sua voz.
Dia 02: E então você me diz tudo aquilo que eu queria ouvir um dia, meu coração derrete e quero me entregar para você a cada momento.  
Dia 03: E eu que estavam tão só, sem ninguém por perto, já não me sinto mais assim com você por perto. Já estava tão acostumada à solidão agora não consigo mais imaginar um dia sem ouvir a sua risada. Qual o nome dessa doença?
Dia 04: Você tem o gosto que me embriaga mesmo que não beba, é o fumo que não consigo largar. A droga mais viciante e perigosa que inventei de me viciar.
Dia 05: Ao amanhecer me pego a contemplar as linhas que formam o seu rosto, as expressões que faz quando estar a sonhar, nenhum homem é mais belo que você, meu amor.
Dia 06: E no meio de milhares de pessoas, o meu coração escolheu apenas você.
Dia 07: E a cada dia que se passa, a certeza de que nós nos pertencemos só aumenta.
Dia 08: Mas e se você me machucar? Aquelas palavras ainda farão algum sentido?
Dia 09: Os últimos dias foram os mais felizes da minha vida. É impossível controlar o sorriso quando penso em você. Toda vez que vejo o seu sorriso, tenho a certeza que o amor é real.
Dia 10: Hoje sonhei com suas mãos entrelaçadas às minhas. Acordei me sentindo segura, e feliz, pois você permanecia aqui comigo.
Dia 11: Estou quase chegando a conclusão de que não existe nada em você que eu não seja capaz de amar.
Dia 12: Eu amo quando acorda todos os dias e beija o meu sorriso, bem aqui no canto da minha boca.
Dia 13: Lembro todo os dias de nós dois, teu olhar e teu sorriso insistem em invadir minha mente.
Dia 14: Vejo você em toda parte, sinto seu cheiro por onde eu passo, meu coração chama pelo seu. Nossos corpos se completam, e nossos caminhos se pertencem, olho para você e só tenho a certeza do nós.
Dia 15: A melhor parte do meu dia é ao seu lado. Às vezes carente, às vezes zangado. Ás vezes sorrindo, às vezes contente.
Dia 16: Pensei o dia inteiro em você, te desejei por perto. Queria te olhar mesmo que não falasse nada, queria te ligar mesmo que não dissesse nada.
Dia 17: O amor não cabe num verso, mas cabe no universo do meu coração.
Dia 18: Há amores que espantam as tempestades que ousam se aproximar de nosso coração.
Dia 19: Você é realmente tudo o que eu sonhei, mas sei que esse sorriso vai me machucar muito. Nunca que um sorriso desses significa algo bom.
Dia 20: E hoje tivemos uma briga, daquelas que surge por nada e acaba por tudo. Você literalmente não deveria ter feito isso.
Dia 21: Abrir mão de você e, consequentemente, da minha felicidade, foi a coisa mais difícil e dolorosa que já fiz na vida. Desculpe, querido. Não sei te amar pela metade, sempre vou amar por inteiro. Sempre vou ser uma exagerada que será capaz de roubar a lua só pra ver o brilho dela nos seus olhos.
Dia 22: Quando brigamos eu pensei em mandar você ir embora, mas quando me abraçou eu senti que seu coração mora no meu.
Dia 23: E então, você me fez feliz outra vez, fez eu me sentir a pessoa mais sortuda do mundo e quer saber? Eu sou, por ter você.
Dia 24: Hoje fiquei aqui pensando em como fazer para te tirar um pouco do pensamento.
Dia 25: Olhava pra você e via seu sorriso, e instantaneamente me pegava sorrindo também, você me faz tão bem. 
Dia 26: E eu te amei todos os dias, amei seus olhos, seus lábios, seus beijos, amei cada toque seu, cada coisinha em você, eu amei te ter. 
Dia 27: Já fazem uns dias que eu durmo e acordo sorrindo. Acontece desde o dia em que descobri que o meu coração, que é tão seletivo, te escolheu pra chamar de amor. E olha, que bela escolha ele fez!
Dia 28: Não tem que me amar se não quiser. Você quem sabe se fica ou vai. Mas resolve logo, rapaz, porque cansei de correr atrás. Ou entra nesse barco e segue comigo ou recua logo, porque a viagem é longa.
Dia 29: Você é um babaca. E eu estou morrendo de saudade. E se você sumir outra vez, me faça o favor de não aparecer nunca mais.
Dia 30: A ficha caiu! Você virou aquela rotina da qual não me canso nem por um milésimo de segundos.

Que meus pensamentos sejam seus por muitos outros 30 - Escrito por Anna, Nathane, Isadora G., Sabrina, Fran, MirelleKellyn, Lu, Dieska, Amanda T., Giovana, Dai, Ana Letícia, Danielle, AneJuliana e Mayara em Julieta-s

Pedido: Oi, faz um imagine do Louis e ela são muito parecidos e os dois são bem bagunceiros então a casa é uma bagunça, toda desorganizada. Até q um dia a família dos dois vão a um jantar na casa deles e eles passam a manhã tentando arrumar a casa, só q a mãe dela chega mais cedo e vê a bagunça daí na hora do almoço ela fica mandando indireta, dizendo q achou sutiã na cozinha meia na sala e essas coisas fazendo todo mundo rir e eles ficam cm vergonha, bem engraçado - Anônimo

Obrigada por ter feito o pedido.❤

***

Imagine Louis Tomlinson:

-Amor você viu meu vestido?!
S/n gritou do primeiro andar. Olhei rapidamente pela sala.

-Não!
E então ouvi seus pés batendo pelo chão.

Nós dois somos extremamente bagunceiros, nem eu e nem ela negamos isso, até porque, é notável quando se entra em nossa casa.

-Eu não achei.
S/n desceu com um biquinho em seu rosto e eu como não consigo resistir a essa mulher, deixei um selinho e prometi que iria ajudar. Péssima idéia.

Assim que entrei em nosso quarto -ou pelo menos tentei, já que a porta estava emperrada com a pilha de roupas que já me esperava atrás da mesma-, notei o tanto de roupa, sapato, maquiagem, produto de cabelo e até toalhas que estavam espalhados por todo o local.

-Deus é mais.
Adentrei no quarto e tentei fazer um plano mental de como eu acharia aquele vestido. E logo depois fiz uma nota mental de que teria que chamar uma empregada ou quem sabe algumas pessoas que trabalham na NASA para vir ajudar aqui e quem sabe pelo menos achar nossa cama nessa bagunça.

-Achou?
S/n apareceu na porta parecendo uma criança procurando seu ovo de páscoa ou mesmo tentando achar onde seus pais escondem seus presentes de natal.

-Ainda não, mas não se preocupe eu vou achar, não vou?
Falei tentando mais me encorajar do que a ela mesma.

Eu juro. Eu procurei por toda a casa, cada cômodo, cada cantinho, cada móvel e nada. Absolutamente nada daquele maldito vestido.

-Você está ótima assim! Para que quer aquele vestido?
Perguntei tentando a convencer. S/n me olhou desconfiada e suspirou.

-Deixa, eu coloco outro.
Beijou minha testa e voltou para o quarto. Me joguei no sofá novamente e voltei a assistir meu jogo, não se passaram nem dois segundos e meu celular tocou.

-Alô?

-Lotts?

-O que? Jantar?

-Por que não avisaram antes?

-Tudo bem, tudo bem.

-Que horas vocês vem?

-Ok…

-Também te amo, tchau.
Desliguei a chamada. Lottie havia acabado de ligar avisando que a minha família e a de S/n tinha planejado um jantar aqui em casa. O que significa que vamos ter muito trabalho para arrumar essa bagunça.

-S/n!
A chamei e ela desceu sorridente.

-Achei o vestido!
Mostrou o mesmo.

-Que bom, agora o guarde pois amanhã teremos visitas.
Falei e ela me olhou confusa.

-Como assim visitas?
Perguntou e eu suspirei.

-Nossa família quer vir jantar aqui. Precisamos arrumar essa casa, logo.
Falei e ela arregalou os olhos.

-Vamos logo então!
Subimos as escadas e começamos pelo andar de cima.

| Dia Seguinte |

Nós tentamos, arrumamos o que foi possível, a casa está mais ou menos, ainda não terminamos. Na verdade nem começamos a arrumar o andar de baixo.

-Amor! Você pode me trazer um pano?
Gritei e S/n respondeu com um “Já levo!”.

Fiquei esperando sentado no sofá, até ouvir o barulho vindo da porta da frente. Olhei para trás já pegando a vassoura e dei de cara com a minha sogra.

-S/m?!
Perguntei assustado largando a vassoura e colocando a mão no peito.

-Meu deus menino! Quer me matar do coração?
Perguntou e eu fiquei sério.

-Desculpe mas…o que faz aqui uma hora dessas?
Perguntei e S/n logo desceu as escadas com o pano que pedi em mãos.

-Mãe?!
S/n a olhou assustada.

-Oi, para vocês dois.
Ela sorriu gentil e olhou ao redor.

-O que aconteceu aqui?
Perguntou pegando em um sutiã que estava jogado no chão e vi S/n corar.

-Ahn mãe…acho melhor você voltar mais tarde.
S/n tentou a empurrar mas ela parou.

-Nem pensar! Vou ajudar vocês, olha só esse lugar!
Falou apontando e nós assentimos. Toda ajuda é bem vinda.

(…)

A hora do jantar já havia chegado, a casa se encontrava limpa e organizada -graças a minha santa sogra-, todos estavam felizes enquanto conversavam na mesa., tudo perfeito.

-Gente…vocês sabiam que hoje quando eu cheguei eu encontrei essa casa uma bagunça? Tinha sutiã no chão, calcinha no batente da porta, camiseta no sofá…o que vocês andaram aprontando?
A mãe de S/n perguntou nos fazendo se encolher e corar.

-Um furacão tinha passado por aqui!
Ela continuou e um primo de S/n comentou.

-Sabemos bem que furacão é esse.
E seu pai o deu uma cotovelada fazendo todos rirem. Nunca mais seremos bagunceiros…eu acho.

***
Espero que tenha gostado.

Se possível, vá na ask e diga o que achou, é importante para mim e isso me motiva a continuar.❤😊