dr. stange

Doctor Strange MBTI

Dr. Stephen Strange
ENTJ [The Commander]

Like ESTJs, ENTJs reason conceptually, with deductive and inductive logic. But these types are not content to negotiate structural relationships within a system. ENTJs want to be in charge of a system, to improve it, to realize its functional potential. They are decisive, charismatic, impelled by the courage of conviction, and able to manage power with confidence and determination. Their energy and ambition in service of an idea can put one in mind of ENTPs. But ENTJs don’t share the Perceiver’s holographic visionary perspective. Like all types who use Extraverted Thinking, ENTJs need factual and material predictability for their skills to operate well, and their left-brain orientation gives them a ruthlessly linear approach to goals and decisions. 

They have the capacity to sacrifice everything to the realization of a plan. Their strength, their strategic ability, and their pragmatic approach to rules and policiies (if it works, use it; if it doesn’t, change it) motivates others to follow them–and to earn their respect. It should be granted, however, that ENTJs don’t pay much attention to the effect they have on others in the emotional realm. They are invariably articulate and aggressively verbal, and they discover quite early in life that the well-chosen phrase in a many-splendored thing: it convinces, dissuades, and wounds as well as communicates. ENTJs quickly learn the utility of cold sarcasm to distance themselves from a situation that strikes them as unreasonable or not worth their time. And they’re astonished by the power inherent in the form, because they themselves are nearly impervious to signs of criticism from others. 


Mordo
ESTJ [The Guardian]

ESTJs observe facts, draw tentative conclusions, predict what will happen next, then check their predictions against real-life consequences. Anything that can’t be proved by hard evidence is ruled out. In the inimitable words of Sherlock Holmes, “When you have eliminated the impossible, whatever remains, however improbable, must be the truth.” ESTJs generally want their abilities to be useful to others. They’re like ISJs in this respect. However, they don’t have the ISJ’s self-experience as rescuer or caretaker. ESTJs see themselves more as advocates–people whose position and knowledge permit them to represent a system and to negotiate its structure for others. 

For ESTJs, people are like buildings: The deeper the foundation, the higher they can go. Progress is earned by the hard work one invests, and it’s always a step-by-step affair. Each stage requires the genuine mastery of defined tasked and is marked by specific rewards. To skip a step or to be rewarded for merely personal reasons strikes them as unfair and a potential threat to the system as a whole. People sometimes take the ESTJ’s gradual approach to change for an investment in the status quo, as though such types didn’t want to try anything new. But ESTJ’s are not conservative by temperament. Once they’ve mapped out the territory between intent and objective, ESTJs become resourceful and inventive. 


Descriptions from Lenore Thomson.

Pedido por: Anonimo

Notas: Eu peço MIL desculpas pela demora para postar! Esse imagine vai ser dividido em duas partes. Gostei tanto desse pedido que estou pensando em transformar em uma fanfic! O que vocês acham? Espero que gostem  ❤


— Já chegamos? — perguntei animada, já devia estar sorrindo há uma hora sem parar. Mas toda a minha alegria estava começando a irritar a minha mãe, que fazia questão de me lembrar que não estávamos nos mudando para Nova York por diversão.

Não era apenas estar em Nova York que me deixava animada, eu iria conhecer os Vingadores, simplesmente os maiores e mais poderosos heróis da Terra! O motivo: aprender a controlar os meus poderes. Até onde sei, consigo mover coisas com um tipo de “magia”, além de conseguir entrar na mente das pessoas, além de causar um tipo de hipnose.

Minha mãe conhece Tony Stark, então foi fácil descobrir alguém que pudesse me treinar. Segundo o próprio, ele me apresentaria hoje a um amigo, Stephen Strange. Não sei quem ele é, mas pelo nome estranho, deve ser alguém importante.

— E… chegamos — minha mãe chamou. Paramos o carro em frente a um grande prédio, com várias pessoas indo e vindo de maneira apressada. — Olha ele ali — ela sorriu, apontando para um homem andando rumo ao prédio, acompanhado de um outro homem, e um garoto que parecia tão maravilhado quanto eu.

Descemos do carro, indo em direção aos dois.

— Tony, quanto tempo! — minha mãe abraçou o homem, que só agora havia percebido sua presença. Eu estava mais afastada, com os olhos colados no garoto à minha frente. E apenas uma palavra vinha em minha mente: Uau!

Seus cabelos estavam cuidadosamente penteados para trás, parecia fazer o estilo mais “certinho”, era muito bonito, e seu olhar assustado o deixava ainda mais fofo.

Usava uma camisa azul com um tipo de piada sobre prótons e elétrons. Era um nerd, sem dúvidas. Aquilo, em partes, me deixou mais relaxada, pelo visto eu não era a unica “estranha” por aqui. As vezes nossos olhares se encontravam, mas ele logo desviava. E, de qualquer jeito, estava mais interessante observá-lo do que ouvir a conversa sobre os velhos tempos dos adultos. Uma parte de mim dizia para ler a mente do garoto, mas outra preferiu apenas admirá-lo. Seus pensamentos não eram da minha conta.

— Ei, garota — ao ver uma mão estalando os dedos próximo ao meu rosto, percebi que estava pensando há tempo demais. — Você fala, baixinha? Qual é o seu nome?

— Olá, Sr. Stark — levei um tempo para me situar. — Meu nome é S/N.

— Corta esse papo de Sr. Stark, você vai fazer parte dos Vingadores, pode começar a me chamar de Tony.

— Como é? — indaguei, confusa.

— Sua mãe não te falou? Droga, foi mal! — ele olhou para minha mãe, receoso, e ela lhe lançou um olhar de “era uma surpresa!”. — Vamos entrar, este sol está me matando e a minha sala é mais confortável. — disparou a falar, mudando de assunto. — E a propósito, este é Peter Parker.

Olhei rapidamente para o garoto, que me lançou um sorriso tímido.

— Stephen está nos esperando, você vai gostar de conhecê-lo, ele também lida com essa coisa toda de magia — ele disse, como se aquilo fosse algo comum. — Temos treinamentos de luta com o Capitão e a Viúva, vai aprender a manusear armas com o Gavião Arqueiro, e um pouco de… seja lá o que o Thor faz.

— Tudo bem — falei, sem saber ao certo o que responder.

Pegamos o elevador, e dele podia-se ver toda a empresa enquanto subíamos. Era incrível.

— Já sabe em que colégio vai estudar? Peter estuda em um ótimo. Quem sabe eles fazem amizade, não é mesmo pirralho? — Tony abraçou Peter de lado, deixando-o um pouco desconfortável, mas ainda assim, lisonjeado. Aparentemente, estar ao lado do Homem de Ferro era uma honra para ele.

Mas eu queria saber mesmo quando iria conhecer a Viúva Negra. Sou uma grande fã.

O elevador finalmente havia chegado a seu destino e era hora de sairmos. Andamos por um grande corredor, com várias pessoas nos cumprimentando, até chegarmos em uma grande sala. As janelas iam do teto ao chão e a vista para a cidade era linda.

Uma luz tomou todo o local, me cegando por segundos e quando voltei a enxergar, percebi que alguém havia aparecido por meio de um portal. Um homem alto, usando uma roupa colorida e capa, veio até mim lentamente, com um sorriso simpático no rosto, e estendeu a mão em um cumprimento.

— Stephen Strange, muito prazer em conhecê-la, você deve ser a minha aluna — ele disse.

— Meu nome é S/N, é um prazer conhecê-lo — apertei sua mão, ainda impressionada, e Stephen novamente sorriu.

Ouvi alguém bufar logo atrás de mim, e vi que era Tony Stark.

— Desculpe, garota, mas eu preciso conversar com a sua mãe e o personagem de histórias em quadrinhos aqui — Tony disse, apontando para Stephen, que fechou a cara. — Vai dar uma volta com o Peter por aí, conhecer Nova York, tomar um sorvete, qualquer coisa que crianças fazem.

Achei a ordem estranha, nós viemos até aqui e agora ele nos manda sair. Contudo, não protestei.

Com uma expressão ofendida, e um pouco irritada, Peter seguiu em direção à porta, e eu fui atrás dele. Após andar em silêncio por quase quinze minutos, resolvi puxar assunto:

— Então, você é parente do Sr. Stark? — passei a andar ao seu lado, tentando acompanhá-lo pois estava indo rápido demais. Não sabia o que fazer com minhas mãos, escondi-as atrás do meu corpo, brincando com os dedos, já me arrependendo de ter falado com o garoto, quando ele finalmente respondeu.

— Eu? — ele indagou, virando-se para mim sem parar de andar. — Não, eu ganhei uma bolsa e…

— Então você não tem super-poderes? Não faz parte dos Vingadores? — interrompi, em um tom de desafio. Não havia lido os pensamentos do Peter, mas é claro que dei uma olhadinha nos do Tony Stark. Quando ele nos apresentou, uma imagem do Homem Aranha logo lhe veio em mente.

— Eu não…

— Você é o Homem Aranha, não é? — sorri, ainda imaginando o por que de ele não ter contado que fazia parte da equipe.

— C-Como você sabe? — ele gaguejou, agora espantado. Suas bochechas estavam vermelhas, ele parecia envergonhado.

— Li a mente do Stark, faz parte dos meus poderes. Bem, eu ainda não tenho total controle, mas os treinos com o Dr. Stange vão me ajudar — enquanto eu falava, percebi que havíamos parado de andar e agora estávamos no meio de um grande parque movimentado. Ainda conseguia ver a Torre dos Vingadores, mas andamos bastante desde lá. — Não se preocupe, não vou contar o seu segredo pra ninguém.

Ele assentiu, mais aliviado.

— Obrigado. Eu não sei o que seria de mim se a minha tia descobrisse. — sorriu. — Ela ia pirar, e quando ela pira eu piro também.

Tinha visto os vídeos do herói da vizinhança no Youtube, e desde a primeira vez queria saber quem era o dono de tanta fama. E uma parte dentro de mim ainda não acreditava que estava na frente dele.

— O que você acha de me mostrar o que sabe fazer? — sugeri, e sua expressão tranquila deu lugar a espanto novamente. Ao perceber seus pensamentos, tratei de corrigir a frase. — Quero dizer, mostrar os poderes. Você mostra os seus e eu te mostro os meus.

— Ah, isso… Claro, claro — suas bochechas estavam tão vermelhas quanto um tomate, e aquilo me fez querer rir.

Corremos em direção a um parque ali perto, parecíamos duas crianças, mas não ligamos. Percebi que Peter estava mais à vontade agora que eu sabia sobre o Homem Aranha, deve ser muito dificil mentir para todos que ama, e esconder algo tão grande como esse segredo.

— Olha só — ele disse, olhando em volta para se certificar que ninguém estava nos observando. Nisso, em um piscar de olhos, ele deu um salto mortal, pulando para frente novamente, e girando no ar.

— Isso foi incrível! — sorri, aplaudindo sua performance e dando pulinhos em comemoração, ridículos por sinal. As pessoas que passavam me olhavam como se eu fosse louca.

— Muito obrigado, nobre dama — ele agradeceu, estendendo a mão para que eu a segurasse, indicando o lugar ao seu lado como se fosse um palco. — Sua vez…

— É um pouco mais complicado do que parece — avisei, ficando ao seu lado. Discretamente, estendi a mão livre em direção a uma criança em um carrinho de sorvetes. Ela estava na ponta dos pés, tentando alcançar o sorvete que o sorveteiro lhe oferecia. Movimentei os dedos, e minha magia envolveu o sorvete, saindo da mão do vendedor e flutuando para a mão da criança.

Peter ergueu as sobrancelhas, impressionado.

— Isso é incrível — disse, e percebemos que ainda estávamos de mãos dadas, nos separando rápido. Acho que agora eu também estava com as bochechas coradas. — O que mais pode fazer?

— Posso encantar as pessoas, fazê-las ver os próprios medos — disse. — Mas não quero usar esse poder.

Ele sorriu, assentindo.

— Acho que deveríamos voltar pra a Torre.

— Ou você pode me mostrar como Nova York é longe dos Vingadores — sugeri, torcendo para que ele aceitasse. Após fingir estar em dúvida, ele assentiu, me puxando pela mão em direção ao nosso primeiro ponto turístico.


Meses depois…


Adentrei a escola desviando dos alunos que andavam, inclusive, com disposição demais para uma Segunda-Feira de manhã. Aparentemente, todos acordaram com o objetivo de esbarrar no meu ombro, pois não importava o quanto eu me esquivasse ou me encolhesse, alguém iria se bater comigo.

Meu nível de mau humor pelas manhãs poderia ser considerado “alto demais para alguém do meu tamanho” e eu havia me esquecido o quanto odiava o ensino médio. Era sempre a mesma coisa: os garotos maiores praticando Bullying com os mais fracos, os professores sempre arranjando um jeito de envergonhar os alunos na frente de todos, e aquele falatório das garotas ao meu lado sobre o carro novo do Flash Thompson estava começando a me irritar a ponto de derrubar o colégio.

Já estava pensando em uma maneira de fazer o bebedouro explodir e parecer um acidente, quando fui puxada para trás e parei em um canto mais afastado, dando de cara com Ned, que abriu um sorriso simpático ao me ver. Logo, Peter também apareceu, revelando ser a pessoa que me puxou para longe daquela multidão.

— Imaginei que estivesse planejando uma maneira de derrubar o colégio — Peter disse, com um sorriso no rosto.

— Wow, você está tentando ser engraçado? — resmunguei. — Tente novamente, aranhazinho.

— O que ela tem? — Ned perguntou para Peter.

— Só mau humor, deve ser fome, quando comer algo ela melhora — respondeu, rindo.

— Agora entendo por quê a Michelle não suporta vocês dois juntos — escondi o rosto com as mãos.

— A Michele nos ama. Eu sei que você também — Peter se sentou ao meu lado, me abraçando forte. — Não ama?

Revirei os olhos e Ned riu, alternando os olhares entre Peter e eu.

— Vocês já podem se casar.

— Casar? De jeito nenhum! — dissemos juntos, e Ned riu ainda mais. Nisso, Peter começou a rir também.

Sorri, observando como Peter ficava fofo quando tinha uma crise de riso. Tenho me surpreendido comigo mesma, passando horas pensando nele, sorrindo só de vê-lo perto de mim. Eu não estava apaixonada. Ou estava?

— Cara… Eu preciso de uma namorada — Ned comentou, observando Liz Allen passar por nós, nos cumprimentando.

O alarme tocou, indicando que as aulas já iriam começar. Me levantei com preguiça. Era difícil me despedir dos meus amigos, e ainda mais difícil me despedir do Peter. Nos separamos, indo cada um para uma sala, e eu só esperava que o dia acabasse logo para poder vê-lo novamente.

Don’t Be A Cog...

Originally posted by insxneofrp

Sorry if this is a bit long guys but I really hope you enjoy it and I hope you don’t like Dwight too much…just saying haha!


Sometimes life doesn’t go according to plan…especially in Gotham.

Here I am…just left school and starting on my way on a career path…well that is until I got fired.

Typical office job…9 til 5 and 5 days a week.

It was okay…a little boring but okay.

If it wasn’t for the supervisor…she wasn’t a manager but just a supervisor who acted like a manager. She was probably the reason the term ‘Micro-managing’ was created.

I really needed this job and she knew that but still just through me out like trash.

I know they say you can’t find happiness at the bottom of a bottle but I wasn’t sure what else to do…I didn’t want to go home just yet and confront my parents.

So I made my way to a new club that opened not too far away. After flashing my ID to the guy standing at the door, I made my way in and weaved through the crowd, taking a seat at the bar.

I ordered the strongest drink they had and was shortly served. While sipping my drink I looked around and noticed everyone in the club was dressed in the same sort of clothes. The shirts appeared to be straitjackets and a lot of people were wearing messy clown makeup.

Keep reading

a rhetorical question, of course

But why, by all that is holy, can’t I stop smiling ear to ear after having read that Benedict Cumberbatch is beefing up & in training to prepare for Dr.Strange?  In fact, it’s got me quite giddy at the moment…