dr. levant

Harry Styles. (Pedido; parte 1)

N/A: Hey, babes! Desculpem pelo sumiço, estava passando por uma fase bem preguiçosa e sem criatividade, mas agora voltei. Então, esse imagine na verdade é um pedido, que vou dividir em duas partes, acho que a segunda sai no domingo talvez. Por favor favoritem bastante pra eu saber que gostaram e que eu não estou piorando na escrita, beijos!

Boa leitura!


  Harry estava em seu consultório já há algumas horas, analisava minuciosamente alguns papeis dispostos em sua mesa tão concentrado que ao menos notou a porta sendo aberta, ou a presença de sua esposa no ambiente. Antes que fosse notada, ela observou seu marido; a testa franzida entregava sua preocupação, seus dedos ágeis brincavam inconscientemente com sua caneta, e seu jaleco branco estava alinhado perfeitamente em seu corpo o deixando ainda mais bonito.

  Depois de alguns segundos o admirando, ela resolveu chamar sua atenção.

“Dr. Styles?” Chamou. Harry levantou seus olhos e a encarou sorrindo, amava quando ela o chamava assim.

“Dra. Styles. Posso ajudar?” Respondeu rouco e levantou de sua cadeira para ir até ela.

“Você sempre ajuda.” S/N disse baixinho enquanto Harry abraçava seu corpo. Ele apenas suspirou e deixou um beijo em seu pescoço descansando seu rosto ali. “Você está bem, amor?” Ela perguntou já preocupada acariciando seus cabelos.

“Sim, só estou cansado.” Se afastou um pouco dela para beijar seus lábios. “Janta comigo essa noite?”

“Claro, ainda tenho mais um paciente, mas prometo tentar não me atrasar dessa vez.” Ela respondeu em um tom de culpa, havia se atrasado alguns dias atrás para um jantar com ele e Harry ficou bem chateado com ela.

“Isso é bom.” Ele diz sorrindo enquanto beija todo o seu rosto.

“É sim.” S/N se afasta, e passa suas mãos por seu jaleco que está um pouco amassado pelo abraço desajeitado de Harry. “Tenho que ir, te vejo mais tarde.” Ela se aproxima dele afim de deixar um selinho em seus lábios, mas ele a puxa para um beijo de verdade.

“Tudo bem Dra. Styles, te vejo mais tarde.” Ele diz quando interrompe o beijo. “Te amo.”

  S/N sai de seus braços e sorri enquanto caminha até a porta. “Eu também te amo, Dr. Styles.” Ela diz antes de fechar a porta e segue pelos corredores que levam até sua sala.



  S/N já estava há alguns minutos em seu consultório e bebericava seu café enquanto olhava para a tela de seu computador, quando ouviu batidas em sua porta. Ela se levantou e caminhou até ela abrindo-a.

“Olá, Dereck.” Ela disse e deu espaço para o homem a sua frente entrar. “Como você está? Já faz algumas semanas desde quando nos vimos.”

“Desculpa, Dra.” Ele respondeu timidamente sem ao menos encara-la. Dereck sofria de alguns problemas psicológicos, mas seu psiquiatra não achava necessário medicação, apenas pediu para que ele se consultasse frequentemente com uma psicóloga, e foi assim que ele conheceu S/N.

“Não se preocupe.” Ela disse terna e se sentou em sua poltrona. “Que ir para o divã?” Dereck assentiu com a cabeça e caminhou até ele se aconchegando confortavelmente lá. “Por que não me conta o que tem feito?” S/N perguntou já anotando algumas coisas em seu bloquinho de papel.

  Ele contou tudo o que fez nas últimas semanas, enquanto S/N ouvia tudo com atenção; ele adorava o modo como ela o encarava interessada enquanto ele falava, ou quando algumas mechas de seu cabelo caiam em seu rosto quanto ela abaixava a cabeça para escrever alguma coisa. Poderia admira-la o dia inteiro, queria poder beijar seus lábios e acariciar seus cabelos.

“Eu tenho me sentido tão solitário, Dra. Styles.” Ele a encarou, seus olhos cravados em seus lábios.

“Dereck, eu não gosto quando fica tanto tempo sem vir aqui.” Ela disse um pouco rígida, sempre soube que ele era seu paciente mais sensível, mas tinha que ser dura com ele naquele momento. “Acho que só as nossas conversas não estão mais resolvendo, você está muito aéreo, vou ter que te encaminha para um psiquiatra novamente.” Ela disse se levantando e indo até sua mesa para preencher uma fixa de encaminhamento. “Vamos conversar mais sobre essa solidão na próxima consulta.”

  Dereck observava todos os seus movimentos enquanto se levantava do divã. S/N caminhou até ele e o levou até porta, abrindo-a e entregando a ficha em suas mãos. “Nossa sessão acaba aqui, mas na próxima semana eu quero que converse com o Dr. Hank, ele é um ótimo psiquiatra.” Ela estendeu a mão e ele a apertou. “Foi bom te ver, não fique mais tanto tempo sem vir.” Ela disse já se afastando, mas ele puxou seu braço, S/N o encarou confusa e tentou se afastar mas ele era mais forte e a puxou para mais perto.

  Dereck tentou beijar seus lábios, mas S/N se debatia contra ele tentando se afastar. “Só me dê um beijo, Dra.” Ele disse enquanto continuava tentando beija-la.

“Me solte agora, ou eu vou gritar.”

“Tenho certeza que me conhece tão bem, que sabe que não me importo com o que pode acontecer comigo.” Ele disse sarcástico, nunca havia agido daquela forma, sempre foi muito tímido quando se tratava de S/N, era uma surpresa até mesmo para ele estar fazendo aquilo.

“Me solta.” Ela gritou.

“Só um beijo.” Ele sussurrou mais pra si mesmo do que para ela, vozes na sua cabeça diziam para beija-la, diziam que era a coisa certa.

“Socorro.” Ela gritou quando ele entrou com ele outra vez no consultório e fechou a porta.

“Por favor, só um…” Dereck foi interrompido pela porta que foi aberta abruptamente, seus olhos se arregalaram com a figura furiosa a sua frente.

“É melhor soltar minha mulher se quiser sair vivo daqui.” Harry rosnou para Dereck que soltou-a rapidamente, S/N correu para os braços de Harry com lágrimas nos olhos, há anos era psicóloga e já havia lidado com pessoas de todos os tipos, mas nunca tinha passado por nada parecido.

“Dereck, vá embora.” Ela disse tremula, mas havia firmeza em sua voz.

“O que? Não, nós vamos chamar a policia para esse filho da puta.” Harry disse alto.

“Não, não vamos.” Ela disse sem o encarar, sabia que ele estava furioso, mas não podia fazer aquilo. Apesar do acontecido ela estava ciente dos problemas de Dereck e envolver policia naquilo poderia gerar vários danos para ele depois, já havia estudado casos assim e precisava agir racionalmente naquele momento, e era o que iria fazer. “Vá embora.” Ela disse encarando Dereck.

   Ele saiu correndo pela porta e sumiu no corredor branco.

P.S: Mandem ask dizendo se gostaram!

Stargate SG1 Season 5 Thoughts

Highlights

  • “Proving Ground” didn’t think I would like this one, but I did!
  • “I’m Christian Bocher. I’m portraying the character of Raymond Gunne, who portrays the character of Dr. Levant which is based on the character, uh, Daniel Jackson, portrayed by the actor Michael Shanks, originally portrayed by the actor James Spader in the feature film.“
  • “Meridian” - a really good send off for Daniel. 
  • It’s still just overall awesome. Hasn’t lost it’s spark even after 5 seasons! 

Lowlights

  • Daniel’s hair (this will continue for as long as his hair is short which is, I believe, forever).  Bring back awkward floppy haired Daniel 2k17.
  • “Ascension.” Nope.

I know Michael Shanks comes back later on in the series so I’m probably not as sad as those of you who watched the episode when it first aired, but it was still SO SAD and I’m going to miss Daniel :(

10

Stargate SG-1: Season 5, Episode 12 “Wormhole X-Treme!”

(Episode 100)

Christian Bocher: I’m Christian Bocher. I’m portraying the character of Raymond Gunne, who portrays the character of Dr. Levant, which is based on the character Daniel Jackson, portrayed by the actor Michael Shanks. Originally portrayed by the actor James Spader, in the feature film. 

Capítulo 28.

Elas ficaram ali aproveitando por horas, Vanessa ficou para dormir enquanto todos se despediram e foram embora, inclusive Max que não poderia passar a noite lá, Clara se despediu com muita dó dele, ele sair sem Clara e Vanessa foi trabalhoso, mas de tanto chorar e do dia cheio que ele teve, não demorou para adormecer. Dormiram ali abraçadas, no outro dia acordaram com as batidas na porta, Clara precisava voltar a sua rotina de recuperação. Fez fisioterapia, levantou alguns minutos, andou pelo quarto um pouco com a ajuda de Vanessa e voltou a deitar. Clara também estava conseguindo falar bem melhor. Assim que fez todos os exames, e se viu sozinha novamente com Vanessa, decidiu conversar sobre o que estava acontecendo.

Clara: Van, o que tá acontecendo?

Vanessa: Hã? O quê?

Clara: Você não vinha me ver junto com minha mãe, Júnior, as vezes meus amigos. Quando cheguei aqui e você não tava confirmou o que eu já estava desconfiando, está acontecendo alguma coisa e só eu não sei o que é.

Vanessa: Ah, nada, Clarinha. Deixa isso pra lá…

Clara olhou para Vanessa mostrando a ela, que queria realmente saber e ela não tinha outra escolha a não ser contar.

Vanessa: Sua mãe me culpou pelo acidente, ela acreditava que era eu quem estava dirigindo, e só ontem pude explicar a ela que não era eu… E desde o acontecido eu ficava por aqui escondida, porque ela me xingava quando me via, essas coisas, mas nada demais, sabe. Entendo ela, ver você ali naquela UTI não era fácil.

Clara: Sei… Minha mãe sempre procura um culpado, acho que no fundo ela quer berrar comigo, não faz isso por tudo o que passei.

Vanessa: Pois é, aí desde a nossa conversa, não falei mais com ela, mas pelo menos ela consegue ficar no mesmo ambiente que eu.

Clara: Que bom então. Depois vou conversar com ela, o problema é que ela é muito cabeça dura, mas encontrarei a melhor forma de falar.

Vanessa sorriu assentindo com um selinho nos lábios de Clara.

Dr Jonas entrou no quarto e estavam as duas conversando.

Dr Jonas: Oi…

As duas sorriram. Vanessa se levantou para cumprimentar ele, deixando Clara enciumada, com tamanha atenção. Pra que aquilo? Um Oi já bastava.

Dr Jonas: Clara, como venho lhe dizendo, seu tratamento e sua recuperação vem caminhando perfeitamente. A cada dia que refaço seus exames e que vejo sua fisionomia melhorando cada vez mais, me surpreende. Daqui há alguns dias você receberá sua alta…

Vanessa: Que bom!

Clara: É…

Clara ainda estava bastante incomodada. Ele sentou-se no sofá ao lado de Vanessa, que fica ao lado da cama de Clara.

Dr Jonas: E aí Van, você também vai poder voltar a sua rotina normal, voltar aos seus bichinhos, que eu sei que você tá morrendo de saudades.

Clara: É verdade Van.

Clara lembrou que Vanessa ficava mega triste quando estava longe dos seus meninos e não cumpria as suas obrigações.

Vanessa: Quer saber? Não tenho pressa, tenho saudades, mas estou aonde deveria estar. A Clara melhorar e sair daqui é prioridade, meus bichinhos estão recebendo amor e atenção como se fosse eu que estivesse lá.

Dr Jonas: Eu sei, Van. Mas digo em relação ao seu contato com eles que era direto e hoje já não é. Vocês duas foram obrigadas a viver isto daqui. Mas ainda bem que está acabando. E o melhor, está acabando tudo bem.

Vanessa: Ah tah…

Dr Jonas: Van, lembra daquela pitbull que te falei, que resgatei aqui perto do hospital?

Clara olhou e ficou pensando. - Que cara mala! Toca logo na ferida dela, sabe como deixar Vanessa encantada! Assim fica fácil demais…

Vanessa: Lembro sim!

Dr Jonas: Levei lá na tua clínica, fiz tudo que era necessário de exames, e resolvi ficar com ela, eu iria jogar na net pra adoção, mas ela me encantou demais.

Vanessa era só sorrisos com aquilo, menos um bichinho nas ruas!

Clara ainda vagando em seus pensamentos. - Claro! O ponto alto do puxa saquismo. Clara sorriu amarelo pros dois e ficou imitando a voz dele pra si. -  Mas ela me encantou demais!

Vanessa: Nossa meu, que bom! Eles tem tanto amor pra dar, você vai se apaixonar mais ainda! É uma raça fofa demais.

Dr Jonas: Ah, Van! Por falar na sua clínica, gostei muito, bem organizada e vi que recebem animais de rua, né? Quero saber como funciona direitinho, posso até me empolgar mais ainda e ajudar também.

Clara estava começando a ficar irritada, como Vanessa não percebia que aquela conversa era um flerte? O cara esquecia totalmente Clara ali, e agia e conversava como se só houvesse Vanessa. Clara tava muito indignada, mas ao mesmo tempo estava prestando atenção nas atitudes de Vanessa, aquilo de sorrir pra ele, daquele jeitinho dela mais sincero, aqueles olhos brilhando com as coisas que ele falava, era retribuindo o flerte? Ela tava dando mole pro cara na frente dela, imagine quando ela tava em coma. Ele mesmo disse que Vanessa era 24h no hospital. Com certeza na companhia dele, porque ele sempre tava por lá.

Vanessa: Claro, podemos conversar sobre isso. Sentar calmamente e com bastante atenção, qualquer ajuda sempre é bem vinda.

Dona Rosângela entrou no quarto e mais uma vez se deparou com Vanessa ao lado do médico, logo mudou o foco e olhou sorrindo pra Clara, decidiu simplesmente ignorar a presença dos dois lá. Quando Clara se declarou a Vanessa foi como ter uma conversa séria com ela e assumir sua relação com Vanessa. Dona Rosângela viu um filme passar na sua cabeça, lembrando da adolescência de Clara, mas naquela época ela não tinha Max, agora além de Clara acabar expondo a sua família, iria prejudicar Max. Mas ela também não queria que Clara se afastasse, Max já fazia parte de sua rotina e morreria de saudades do menino, então o melhor era agir como se o Eu te amo não tivesse acontecido e nem Vanessa existisse.

Dona Rosângela: Clarinha, vim passar a tarde com você. Max não pode vim, acabou gripando, e o hospital não é o melhor lugar pra ele aparecer, né?

Clarinha fez uma carinha tão triste de saber que não iria ver Max.

Clara: É, tem razão, mas é que a saudade é tão grande! E ele ficou com quem?

Dona Rosângela: Com o pai e o tio.

Vanessa e o Dr Jonas sentiram-se deslocados naquele ambiente, Dona Rosângela estava menosprezando Vanessa e aquilo era angustiante pra ela, e ainda falou da volta de Fábio com um olhar triunfante. Os olhos de Vanessa queimavam de raiva.

Dona Rosângela: Ah, e por falar no Fábio, ele quer vim ver você. Ele ficou muito preocupado, teve problemas com o visto e não pode vim antes, mas ligava todos os dias. Ele queria ter vindo logo agora, mas disse a ele que ficasse com Max, ele já está sentindo muito a sua falta, precisa da presença do pai. Foi assim que ele aceitou e ficou.

Clara: Tá, ele pode vim.

Clara olhou pra Vanessa receosa, mas ela cochichava algo com o doutorzinho, sequer estava prestando atenção nela, aquilo sempre acontecia quando aquele médico tava por perto.

Dona Rosângela percebendo o olhar de Clara para os dois se aproximou e cochichou.

Dona Rosângela: Fazem um belo casal. Todos, aqui do hospital acham isso, pelo menos é o assunto que rola nos corredores.

Dona Rosângela resolveu dar um de desentendida da situação Clanessa e acabou deixando Clara incrédula, como assim? Casal? Todos no hospital achavam isso? Alguma coisa tava acontecendo e pelo visto só ela não sabia, já que no hospital todos comentavam. Um milhão de teorias invadiram a cabeça de Clara.

Dona Rosângela sorriu e foi ao banheiro que ficava no mesmo quarto. Dr Jonas se levantou e se despediu de Clara. Vanessa ainda sentada ficou olhando pra Clara.

Vanessa: Clara, vou sair pra almoçar, volto depois, tá? Fica aí conversando e aproveitando a presença da sua mãe, não quero atrapalhar.

Clara que ainda estava em choque com as palavras de sua mãe só conseguia olhar pra Vanessa e nada dizer. Só confirmou com a cabeça e recebeu em troca um beijo na testa. Vanessa saiu de lá e Dona Rosângela voltou do banheiro.

Dona Rosângela: Ué, já foram almoçar?

Clara: Hã?

Dona Rosângela: Eles almoçam aqui no restaurante vizinho ao hospital, todos os dias.

Clara: Eles quem mãe?

Dona Rosângela: Vanessa e o Dr Jonas, ora. Tá em que planeta, Clara?

Clara sentiu uma necessidade imensa de chorar e dar um basta naquela sensação ruim que invadia seu peito.

Clara: Ah, sim. Não sei mãe, acho que sim. Tô um pouco cansada, é só isso. Vou tentar cochilar um pouco aqui, tá?

Clara se virou e ficou de costas para sua mãe, fechou os olhos e só visualizava Vanessa e aquele médico juntos, Vanessa deveria ter coragem e lhe contar, se ela acabou se apaixonando, Clara entenderia, essas coisas acontecem naturalmente, e assim ela não sofreria com essa angústia da dúvida. Clara deixou-se levar por pensamentos negativos que fazia uma tristeza invadir seu corpo.

** Conversa de Vanessa e Dr Jonas**

Dr Jonas: Como você aguenta ser tratada assim? Clara sequer pede respeito a mãe dela.

Vanessa: Ela ainda não conversou com ela, mas vai conversar e com certeza isso vai melhorar.

Dr Jonas: Você tem aguentado muita coisa, Van, não precisa ser tratada assim por essa mulher, vamos sair daqui, almoçar e dar um tempo pra Clara e a mãe.

Vanessa: Não, quero ficar com a Clarinha aqui, quero aproveitar todos os minutos com ela.

Dr Jonas: Você vai ter muitos minutos e segundos com ela, Clara notou como a mãe dela tratou você, dê uma chance de Clara ficar a sós e resolver isso com ela, então. Vamos, duas horinhas não vão matar você de saudade!

Vanessa: Vão sim, mas você tem razão, vamos.

**Fim da conversa**