dos-passos

“Quando você se observar, à beira do desânimo, acelere o passo para frente, proibindo-se parar.
Ore, pedindo a Deus mais luz para vencer as sombras.
Faça algo de bom, além do cansaço em que se veja.
Leia uma página edificante, que lhe auxilie o raciocínio na mudança construtiva de idéias.
Tente contato de pessoas, cuja conversação lhe melhore o clima espiritual.
Procure um ambiente, no qual lhe seja possível ouvir palavras e instruções que lhe enobreçam os pensamentos.
Preste um favor, especialmente aquele favor que você esteja adiando.
Visite um enfermo, buscando reconforto naqueles que atravessam dificuldades maiores que as suas.
Atenda às tarefas imediatas que esperam por você e que lhe impeçam qualquer demora nas nuvens do desalento.
Guarde a convicção de que todos estamos caminhando para adiante, através de problemas e lutas, na aquisição de experiência, e de que a vida concorda com as pausas de refazimento das nossas forças, mas não se acomoda com a inércia em momento algum.”

André Luiz e Chico Xavier
Insta: @pazeequilibrio

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A paixão tem suas etapas. Primeiro a negação: eu apaixonada? Imagina. Ele é impossível, nunca vai me dar bola. Depois a maximização: ele é mais inteligente, mais bonito, mais engraçado. E todos os mais possíveis para que ele seja mais desafio para você, mais inveja para as suas amigas, se você aparecer com ele na festa, mais fadinhas dançantes para fazer cosquinha no seu ego problemático. Daí é a vez da “superlativização”: em vez de ser mais, ele é “o mais”, o mais fodido, o mais inteligente e o mais gostoso. E você está a um passo do endeusamento: “ele é único”, aí fodeu. Se ele é único, ele é a sua única chance de ser feliz. E, se ele não quer nada com você, você acaba de perder a sua única chance de ser feliz. Bem-vinda à depressão. Como você é ridícula, amor platônico é para adolescentes. Lá fora há milhares de possibilidades de felicidade, de felicidades possíveis. De realidade. E você eternamente trancada na porta que o mundo fechou na sua cara. Fazendo questão de questionar e atentar o inexistente. Vá viver um grande amor. Olha, faça um favor para mim, antes de tremer as pernas pelo inconquistável e apagar as luzes do mundo por um único brilho falso, olhe dentro de você e pergunte: estupidez, masoquismo ou medo de viver de verdade?
—  Tati Bernardi.
Confesso que demorei a aprender que quando colocamos os sentimentos e as vontades dos outros como prioridade, nos auto abandonamos. Hoje acordei disposto a me fazer feliz, a cuidar mais de mim, do meu corpo, do meu espírito, da minha alma. Chorei, sofri, caí, machuquei e sangrei. Tive coágulos horrendos de angústia dentro do peito. Fui do céu ao inferno em fração de segundos. Fiquei com cicatrizes que jamais imaginaria que iriam desaparecer. Mas com o tempo, sumiram. Com o passar dos dias, levantei-me do chão, dei alguns passos e reaprendi a caminhar. E nessas idas e vindas de tombos, percebi que só iria realmente alcançar essa almejada felicidade, quando alcançasse primeiramente, meu coração. E felizmente o alcancei. Deparei comigo mesmo e me apaixonei.
—  Gean Carlos. 
Não sei quantas garrafas de cerveja consumi esperando que as coisas melhorassem. Não sei quanto vinho e uísque e cerveja, principalmente cerveja consumi depois de rompimentos com mulheres. Esperando o telefone tocar. Esperando o som dos passos, e o telefone nunca toca antes que seja tarde demais e os passos nunca chegam antes que seja tarde demais. Quando meu estômago já está saindo pela boca elas chegam frescas como flores de primavera: "Mas que diabos você está fazendo? Vai levar três dias antes que você possa me comer!“ A mulher é durável, vive sete anos e meio a mais que o homem, bebe pouca cerveja porque sabe como ela é ruim para a aparência. Enquanto enlouquecemos elas saem, dançam e riem com caubóis cheios de tesão. Bem, há a cerveja, sacos e mais sacos de garrafas vazias de cerveja e quando você pega uma, as garrafas caem através do fundo úmido do saco de papel rolando, tilintando, cuspindo cinza molhada e cerveja choca, ou então os sacos caem às 4 horas da manhã produzindo o único som em sua vida. Cerveja, rios e mares de cerveja, cerveja, cerveja, cerveja. O rádio toca canções de amor enquanto o telefone permanece mudo e as paredes seguem paradas e estáticas, e a cerveja é tudo o que há.
—  Charles Bukowski. Poema “Cerveja”, No livro O amor é um cão dos diabos.
Escrever virou um vício. São como as drogas que eu consumia, era tudo muito automático. Quando percebia, já estava expondo milhões de sentimentos numa mísera folha de papel e com uma xícara de café ao lado. Boa parte do tempo que passo escrevendo, são tristezas acumuladas que não foram diluídas com o tempo. E se não faço isso, morro sufocado com palavras não ditas. Escrever passou a ser sinônimo de tristeza.
—  K. Shibahara.
Lost Generation Asks
  • Ernest Hemmingway:What "lost cause" do you always seem to be fighting for?
  • F. Scott Fitzgerald:Do you enjoy crowds or reclusion?
  • Zelda Fitzgerald:What are you beyond wildly passionate about?
  • John Dos Passos:Are you big on discussing politics?
  • Gertrude Stein:Do you tend to defy social norms?
  • Alice B. Toklas:What kind of person do you picture spending the rest of your life with?
  • T.S. Eliot:What is your inner monologue generally saying?
  • Sherwood Anderson:Are you at all ashamed of your past?
  • Pablo Picasso:What "period" of your life do you miss the most or are most looking forward to?
  • Cole Porter:If your life was a song, what would the title be?
  • Joséphine Baker:Do you see yourself as a sensation?
  • Juan Belmonte:How do you face your demons?
  • Salvador Dalí:How do you think people should see the world differently?
  • Man Ray:How influenced are your passions by your parents?
Ontem eu saí de casa sem imaginar que te encontraria. E fechei a porta atrás de mim, sem ouvir o conselho da chave. E caminhei pelas ruas de pedra, sem escutar o canto dos passos. E entrei no ônibus às pressas, enquanto as rodas e os freios e os carros silenciavam os prenúncios de um pequenino pássaro pousando no fio entre os postes. Mas nada disso eu pude ver numa manhã tão fria, pois é possível despedir-se do quarto onde se mora, trancar a porta atrás de si, guardar as chaves no bolso, subir as escadas correndo, caminhar pelas ruas de pedra, pegar o ônibus às pressas, e até mesmo olhar pela janela de vidro, olhar exaustivamente pela janela de vidro, sem sequer notar que o mundo avisa: não chora que hoje é um dia feliz. Como o dia era uma quarta-feira, saí de casa sem imaginar o que aconteceria depois; ou como a cidade tentava me estender a sua ancorada alegria. A alegria escondida entre as árvores e as rajadas de vento. A alegria escondida entre os prédios e os raios de sol - os raios que, de tão leves, acariciavam o rosto de um homem dormindo no chão. Se ao menos eu tivesse notado o quanto uma cidade acolhe, com os seus braços e colo de concreto, o que os outros homens não quiseram mais; ou se eu tivesse visto as pequeninas flores que as árvores deixavam cair sobre a moça dormindo na terra; e como essas flores adornavam os seus cabelos, sem fita e sem laço; se eu tivesse parado um instante, um instante que fosse, para ver o mundo cavando ternuras, na fundura dos seus abandonos, eu teria imaginado o que viria depois. Mas nada disso eu pude ver numa manhã tão fraca, pois eu andava pelas ruas de pedra com os olhos cegos de lágrima: eu inundando as ruas da cidade nas águas de minha tristeza; eu transbordando os seus muros e desmoronando as suas casas; eu afogando as pessoas em borrões de verdes e azuis. E só quando as lágrimas despencaram enfim dos meus olhos, refletindo, em seu brilho cristalino, o mundo inteiro lá fora, eu pude enxergar a beleza e sorrir
—  Rita Apoena.
O Senhor conhece cada extremidade do meu ser, e sabe o quão mesquinho, pode ser meu coração. Mas, isso não O impede de me amar. E, ainda bem, porque, eu não seria nada sem o Seu amor. Os Seus olhos me acompanham, e sabem cada um dos passos que dei até chegar aqui. O Senhor conhece o perfume que a minha alma tem, e mesmo quando tento me esconder de tudo, Você logo me encontrar. Para onde irei, então? Só o Senhor tem os meus dias nas palmas da mãos. E só o Senhor sabe cada coisa que vivi. Sabe o meu profundo, o meu oculto. O Senhor é aquele que me traz paz, em meio ás tempestades, a quem eu entrego a minha, vida tendo total confiança de que ela estará em mãos certas. É aquele, que me diz não o que eu quero, mas sim, o que necessito ouvir. Sou falho e pecador, cheio de erro, mas Seu amor por mim, sempre será o mesmo, independente dos meus tropeços. E, eu lhe sou grato por isso.
—  Alef Santos e Bruna Miguel. Falando sobe Deus.
• Legendas: Fotos Sozinha •

O sorriso dela derruba qualquer otário.. 🌸🌜💭

Eu sou como vidro, se cair quebra, mas se pisar corta 💎🍃

E se for tarde demais a gente aproveita a madrugada 🌌🌃

a vida é feita de escolhas, a minha foi ser feliz todos os dias 🌞💭

Sensível, carente, feliz, e sorridente 🌹⚓

Ela é simples. Marrenta difícil de lidar, de conviver, de amar 💐🌺

Sim, ela mudou. Era brisa leve, agora é furacão 🙌⛅🌀

Oriente sua mente, e viva intensamente 🌹💭

Um dia eu tomo juízo, mas esse dia não precisa ser hoje 🎯🌹

Estudo científico é saber o que ela quer 💭🔮

Ela é tipo uma novidade boa sempre bem-vinda, sempre tão linda 🔭💄

Na pista discreta e ponto, flutua como uma dama 💣

Que todo mal vire amor, que toda dor vire flor 🌻

E de tanto bancar a durona, eu aprendi a ser 👊💭

transpirava alegria era dona dos seus passos 👣🌾

Com sua essência pura, seu gosto de loucura 🃏🔮

Ela tratava a vida como um jogo, ate porque toda história tem seus dois lado, toda moeda tem duas faces e jogar pra perder não é com ela 🎯

Ela intimida qualquer um, mas não é pra qualquer um ➰

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O amor tem voz própria. Por isso eu te amo baixinho, e sussurro só pra você ouvir: meu amor é seu. Não, não preciso contar a todos. Já reparou como as coisas costumam dar errado quando a gente alardeia ao mundo inteiro? Nem todo mundo quer nosso bem, você sabe. Mas, se alguém me olhar, por um instante que seja, consegue perceber a leveza dos meus passos, a frouxidão do meu riso, a ternura que tenho trazido no peito, e quem conhece o amor saberá que ele habita em mim. Porque eu não preciso gritar, afirmar, mostrar ao mundo inteiro o que cabe só a nós, só em nós. Meu bem, eles não param, quanto mais sabem, mais querem saber, e eu prefiro a sensação de não ter que me explicar, justificar a quem, no fundo, nem se importa. Aprendi, menos barulho, mais silêncio, assim o amor costuma não sair de frequência.
—  A menina e o violão.