dobrada

Eu sei que é difícil me aturar, eu sei que sou briguento, bruto e exagerado. Mas apesar dessa cara de brabo e da apatia, eu preciso de alguém que fique, eu preciso de atenção dobrada, alguém que me ouça mesmo quando não digo nada, alguém que continue mesmo quando eu ofereço todos os motivos para ir embora. Eu preciso de alguém real, que goste de mim com todas as minhas falhas e irregularidades, que enxergue além dos erros distorcidos. Eu sou apenas um pirralho enjeitado, com medo de ser abandonado.
—  Gabriel Mariano.

depois de você ir houve dias ruins
depois de você ir eu tive que aprender a lidar com sua ausência e com toda a saudade que restou
depois de você ir eu tive que lidar com todas minhas inseguranças que se tornaram dobradas
mas depois de você ir eu aprendi principalmente que eu, tão depende de você, não precisava de nada além de eu mesma para seguir em frente

obrigada por me ensinar sobre idas e vindas.

  • Perguntas não frequentes
  • 1: Você dorme com as portas do seu armário aberta ou fechada?
  • 2: Você pega os shampoos e condicionador de hotel?
  • 3: Você dorme com as cobertas dobradas dentro ou fora?
  • 4: Você já roubou uma placa de rua antes?
  • 5: Você gosta de usar notas post-it?
  • 6: Você corta cupons, mas nunca usa?
  • 7: Você prefere ser atacado por um urso ou um enxame de abelhas?
  • 8: Você tem sardas?
  • 9: Você sempre sorri para fotos?
  • 10: Qual é a sua maior neura?
  • 11: Você já contou seus passos quando você anda?
  • 14: Você dança, mesmo se não há nenhuma reprodução de música?
  • 15: Você mastiga suas canetas e lápis?
  • 16: Quantas pessoas você já dormiu essa semana?
  • 17: Qual é o tamanho da sua cama?
  • 18: Qual é a Canção da semana?
  • 19: Todos podem usar a cor rosa?
  • 20: Você ainda assisti desenhos animados?
  • 21: Qual é o filme que menos gosta?
  • 22: Onde você enterrou um tesouro escondido, se você teve algum?
  • 23: O que você bebe com o jantar?
  • 24: No que você mergulha um nugget de frango?
  • 25: Qual é a sua comida favorita?
  • 26: Quais filmes você poderia assistir mais e mais e ainda amar?
  • 28: Você já foi um menino / menina escoteiros?
  • 29: Será que você posaria nua em uma revista?
  • 30: Quando foi a última vez que você escreveu uma carta para alguém no papel?
  • 31: Você pode mudar o óleo em um carro?
  • 32: Já obteve uma multa?
  • 33: Alguma vez ficou sem gás?
  • 34: tipo favorito de sanduíche?
  • 35: A melhor coisa para comer no café da manhã?
  • 36: Qual é a sua hora de dormir?
  • 37: Você é preguiçoso?
  • 38: Quando você era criança, o que você vestia para o Dia das Bruxas?
  • 39: Qual é o seu signo astrológico chinês?
  • 40: Quantos idiomas você pode falar?
  • 41: Você tem alguma assinaturas de revistas?
  • 42: Quais são melhores Lego ou logs lincoln?
  • 43: Você é teimoso?
  • 44: Quem é melhor ... Faustão ou Silvio Santos?
  • 45: Já assistiu alguma novela?
  • 46: Você tem medo de altura?
  • 47: Você canta no carro?
  • 48: Você canta no chuveiro?
  • 49: Você dança no carro?
  • 50: Alguma vez usou uma arma?
  • 51: A última vez que você teve um retrato tirado por um fotógrafo?
  • 52: Você acha que os musicais são legais?
  • 53: Natal é estressante?
  • 54: Nunca comeu um pierogi?
  • 55: tipo favorito de torta?
  • 56: Profissão que você queria ser quando era criança?
  • 57: Você acredita em fantasmas?
  • 58: Já teve um sentimento de Deja-vu?
  • 59: Tome uma vitamina diária?
  • 60: Usa chinelos?
  • 61: Usa um roupão de banho?
  • 62: O que você usa para domir?
  • 63: Primeiro show?
  • 64: Wal-Mart, Target ou Kmart?
  • 65: Nike ou Adidas?
  • 66: Cheetos Ou Fritos?
  • 67: Peanuts ou sementes de girassol?
  • 68: Já ouviu falar do grupo Tres Bien?
  • 69: Já teve aulas de dança?
  • 70: Existe uma profissão que você imagine o seu futuro esposo fazendo?
  • 71: Você consegue enrolar sua língua?
  • 72: Já ganhou um concurso de soletração?
  • 73: Você já chorou porque você estava tão feliz?
  • 74: Possui algum álbum de recordes?
  • 75: Um próprio recorde?
  • 76: Regularmente queima incenso?
  • 77: Já se apaixonou?
  • 78: Quem você gostaria de ver em um show?
  • 79: Qual foi o último show que você viu?
  • 80: chá quente ou chá frio?
  • 81: Chá ou café?
  • 82: Açúcar ou snickerdoodles?
  • 83: Você sabe nadar bem?
  • 84: Você consegue prender a respiração sem segurar seu nariz?
  • 85: Você é paciente?
  • 86: DJ ou banda, em um casamento?
  • 87: Já ganhou um concurso?
  • 88: Já fez alguma cirurgia plástica?
  • 89: Quais são as melhores azeitonas verdes ou pretas?
  • 90: Você faz tricô ou crochê?
  • 91: O melhor lugar para uma lareira?
  • 92: Você quer se casar?
  • 93: Se casado, há quanto tempo está casada?
  • 95: Você chora e implora até você ter tudo do seu jeito?
  • 96: Você tem filhos?
  • 97: Você quer ter filhos?
  • 98: Qual é sua cor favorita?
  • 99: Você sente falta de alguém agora?
  • Perguntem na ask!!!

Hoje você pode ter acordado sem saber o rumo que precisa tomar na sua vida, sem saber pra onde ir e o que fazer, pedindo a Deus força e apenas uma direção, para poder sair do fundo desse poço que você se encontra hoje. Ei, se coloque em oração agora, rasga tudo pra Deus, Fale para o Papai da forma mais sincera que você puder, pode ch(orar) pra Ele, se ajoelha, e peça ao Senhor pra derramar sobre a sua vida, uma unção Dobrada. Ele ouvirá o Seu Clamor, pois Ele responde a oração sincera de um Filho dele. Peça que Seja sempre feita a vontade Dele em sua vida, e coloque um sorriso no seu rosto, pois o mundo pode até te fazer chorar, mas DEUS te quer sorrindo. 

FLORESCER

Imagine - Zayn Malik

Oi gente, esse imagine é muito, muito especial para mim; se vocês puderem me dizer o que acham, eu ficaria muito agradecida! Espero que gostem… beijos! Não me atrasei! hahahaha


O celular despertava pela segunda vez e sem mais nenhuma opção sensata, atorei minhas cobertas para o lado e levantei em um pulo. Um banho frio ajudaria a me acordar. Uma roupa confortável foi a melhor escolha; recolhi as chaves do carro, as da casa, minha bolsa e celular.

As escadas do prédio nunca pareceram ser tão longas até o caminho da garagem. Meu cooper estava lá, mal estacionado, meio torto para a esquerda.

No trabalho foi tudo meio corrido. Minha sorte era Angela na minha vida, ela nunca esquecia de pegar um café para eu tomar quando chegasse. Tínhamos um acordo justo, ela me pagava o café durante a semana e eu as cervejas das nossas sextas – íamos para um barzinho, mas apenas ela bebia e depois eu a deixava em casa.

Ainda na porta do meu apartamento, depois do longo dia, tirei os tênis brancos que calçavam meus pés. A bolça que eu trazia pendurada em meu braço, eu deixei na poltrona próxima a porta junto com a jaqueta de couro e a manta que eu havia usado durante o dia.

Em passos lentos, caminhei até meu quaro escolhendo um pijama limpo, minhas roupas intimas, incluindo uma meia fofa, e minha pantufa.

Tirei o jeans e a blusinha básica em tom cinza que eu usava. Tomei um banho tranquilo, lavando desde meus cabelos até a ponta dos meus pés, aproveitando cada segundo dos minutos que eu tinha para relaxar.

Depois de hidratar a minha pele, vesti o pijama e calcei as pantufas. Ia me dirigindo para a cozinha quando a campainha tocou, meu coração palpitou como se já soubesse quem era. Olhei pelo olho magico e não contive o sorriso que insistiu em alargar meus lábios.

- Oi. – Eu disse baixinho, soando tímida.

- Oi, (S/A)! – Zayn deu curtos passos, as sacolas, antes em suas mãos, foram postas no chão, ele me abraçou apertado e eu fiz o mesmo.

Depois de nos soltarmos e Zayn recolher as coisas do chão, o mesmo entrou no meu apartamento.

- Trouxe janta por que sabia que você ia comer comida congelada. – Ele riu colocando embalagens de restaurante sobre a mesa.

- O que seria de mim sem meu herói! – Falei debochada o vendo rolar os olhos.

Zayn virou em minha direção e me puxou pelas mãos aproximando meu corpo do seu; segurando meu rosto com as duas mãos, ele começou um beijo lento que tinha gosto de hortelã, o chiclete favorito dele. Eu respirava pesado quando nos separamos, e Zayn voltou a encostar sua boca na minha com selinhos curtos. Um… dois… três… quat… perdi as contas.

- Vem, vamos jantar. – Ele me fez sentar na mesa e foi até os armários pegar pratos, talheres e copos. – Como foi o dia hoje?

- Foi perfeito. – Suspirei. – Eles me deram mais um impresso para editar, disseram que gostaram dos meus últimos trabalhos, que eu tenho potencial. Espero que consiga a confiança deles…

- Você vai conseguir, sem dúvida! – Ele sorriu e me alcançou uma das embalagens para eu me servir. Lasanha.

- E o seu dia? Como foi? – Sorri para ele.

- Foi bom. Fiquei praticamente o dia todo no estúdio. – Ele torceu o nariz. – E amanhã tem sessão de fotos. Mas agora, eu quero ficar aqui com você!

Jantamos, conversamos mais um pouco e eu o ajudei a lavar a louça, mas eu estava esgotada depois do dia longo que tive que quando nos deitamos no sofá, eu acabei cochilando no colo de Zayn.

Zayn nunca havia passado a noite no meu apartamento, sempre ia embora um pouco antes da meia noite. Mas hoje ele ficou.

Não sei quanto tempo ele levou para notar que eu dormia em seu colo, apenas senti quando seu corpo ficou próximo ao meu de outra maneira, e segundos depois, a superfície macia da minha cama abraçou meu corpo.

Abri meus olhos de levinho e pude ver Zayn tirando suas roupas e as colocando dobradas sobre a poltrona que decorava meu quarto. Em passos curtos e apenas de cueca, ele deitou ao meu lado e me puxando para ele me abraçou.

Eu estava com sono demais para ficar surpresa com a atitude dele.

Mas imersa em sonhos, revivi nosso primeiro encontro. Suspirei novamente a cada sorriso e me deliciei novamente com seus beijos. Zayn havia sido meu reconforto após um rompimento tumultuado; após um ex extremamente grosseiro.

Zayn era um doce, um cavalheiro e demostrava estar realmente interessado em mim. Por incrível que pareça, ele sabia de tudo do meu antigo relacionamento, afinal, era do mesmo grupo de amigos que meu ex; mas ele não parecia se importar, não parecia estar preocupado com a bagagem que obrigatoriamente eu carregava nas costas. Ele apenas se preocupava em ser o melhor para mim.

Depois dos sonhos mais bagunçados, acordei nos braços dele, que dormia tranquilo.

- Bom dia! – Ele disse fraquinho depois de eu ter desligado o despertador.

- Oi! Não queria ter te acordado…. – Disse tranquila enquanto passava meu nariz pela sua bochecha macia, mas que já tinham algumas marcas da sua barba mesmo que feita recentemente.

- Não tem problema. – Ele me apertou em seus braços. – Você apagou ontem!

- E você não foi embora. – Sorri.

- Eu ia perguntar se podia ficar ontem à noite, mas você dormiu antes e eu não queria sair sem me despedir.

- Você sempre pode ficar, Zayn. A hora que quiser. Quando quiser. – Beijei seus lábios fraquinho.

- Então eu vou ficar. – Ele riu. – Já vou começar a trazer minhas roupas para cá…

- E eu já vou abrir um espaço do meu armário… – Bufei. – Mas antes, eu tenho que ir para o trabalho.

- Eu vou fazer o café enquanto você toma banho. – Ele levantou e vestiu a calça de moletom que usava ontem.

- Acho que eu é que não vou deixar você ir embora. – Ele riu e caminhou até onde eu estava para beijar meus lábios.

Depois de ver ele saindo pela porta do quarto, ainda com um sorrisinho bobo nos meus lábios, peguei meu celular mandando uma mensagem para Angela. “ Angel, hoje não precisa me levar café! Vou comer em casa mesmo! Beijos”

E sorrindo, tomei o banho mais rápido de todos para poder sentar na mesa e ficar mais uns minutinhos com Zayn.

“O meu Deus pode. Quando a rotina tornar-se pesada demais, quando o meu teto estiver encoberto por uma grande abóbada de obscuridade, quando eu olhar para o céu e enxergar apenas escuridão, Ele me dará a visão das estrelas.
Os fragmentos de amor de cada pincelada na qual Ele formou as nuvens, entre elas ali estará os resquícios de esperança. Quando a seta da dor me perfurar, o meu Deus me tomará pela Tua mão e me mostrará que existe cura.
Que a força do milagre ainda está firmada na rocha e que a chama da fé não foi apagada. O meu Deus pode. Ele pode transformar o meu deserto num manancial e transformar a minha terra árida num jardim repleto de flores.
Em meio às guerras, quando o medo me consumir, quando o riacho se transformar em ondas violentas, quando o chão estiver rígido demais, o meu Deus trará a restituição dobrada, o amanso, o mar calmo, os ombros fortes.
Quando as lágrimas forem muito densas, quando a vontade de viver se tornar escassa, o meu Deus irá trazer a paz que excede o entendimento e me dará o impulso necessário em direção à Promessa.
Quando o caminho da volta por ventura se parecer melhor, Deus me mostrará os tesouros gloriosos do caminho da ida.
Quando tudo ao meu redor for cinzas, quando a descrença se assentar, quando a subida for íngreme demais. Deus virá e não tardará.
No meio da tribulação, ao redor das feridas e das súplicas, Deus vem. Ele vem, sim. Ele sempre virá 💙.”

Pedido: Pode fazer um imagine pra mim onde ela seja médica e eles se conhecem depois de um acidente dele (nada grave) e começam a namorar e isso ai :) - Anônimo

Não foi especificado com quem é o imagine, então eu fiz com o Louis.

Obrigada por ter feito o pedido.❤

***

Imagine Louis Tomlinson:

O jogo está empatado, é a minha chance de virar isso marcando um gol. Stan passou a bola para mim e eu logo fui correndo para perto do gol, mas quando me preparei para chutar a bola e fazer um dos gols que poderia mudar a vida do meu time, Jeff, um dos jogadores do time adversário se jogou na minha frente me fazendo tropeçar em sua perna e cair em cima da minha própria perna que ficou dobrada, no mesmo instante em que cai no chão, eu senti como se minha perna tivesse sido quebrada ao meio igual um palitinho de picolé, se eu pudesse me concentrar bem e ignorar a gritaria da torcida e todo o barulho presente no local, seria possível escutar exatamente o barulho do meu osso se quebrando.

-Louis! Louis!
Tudo o que consegui ouvir foram várias pessoas chamando meu nome, meus olhos permaneciam fechados e eu tentava ao máximo não me mexer.

-Louis! Me responda, onde dói?
Alguém me perguntou, no momento da raiva e da dor eu não conseguia raciocinar. Porra! Meu time acabou de perder o jogo por minha culpa e eu estou com a perna toda fudida e ainda me perguntam onde dói?

-Minha perna!
Gritei e guinchei quando senti alguém mexer na mesma.

-Parece que quebrou, vamos leva-lo ao hospital o mais rápido possível.
Senti que meu corpo foi levantando e quando finalmente abri os olhos, eu estava em uma maca, pude ver meus amigos me olhando preocupados e minha família que estava na arquibancada tentando se aproximar.

(…)

-É garotão…parece que não foi nada grave, só alguns meses com esse gesso e logo, logo você fica bom.
Um médico estranho falou. Garotão? Quantos anos ele acha que eu tenho?

-Beleza, posso ir agora?
Perguntei impacientemente.

-Desculpe, precisa passar com uma médica ainda, ela que vai acompanhar seu recuperamento, você só quebrou a perna mas ainda sim não podemos deixar de ter cuidado.
Falou e saiu da sala.

Bufei.

-Espero que não seja uma velha chata que vai ficar o tempo todo…
Falei sozinho olhando meu celular.

-Olá, Louis.
Olhei para a porta e uma bela mulher entrava na mesma. Nunca mais falo sozinho.

-O-oi
Sorri nervoso e ela se aproximou.

-Desculpe atrapalhar sua conversa, mas vim ver como está sua perna.
Sorriu amigável e eu apenas a observava com os olhos.

-Como quebrou a perna?
Perguntou casualmente e eu tentei formular uma frase que seja na minha cabeça.

-Estava jogando futebol e um cara se jogou na minha frente me fazendo tropeçar e cair com a perna dobrada.
Expliquei e ela sorriu.

-Então joga? Quantos anos tem?
Perguntou e eu bufei. Sei que ela imagina que tenho uns dezenove, mas já tenho vinte e cinco.

-Sim, eu sempre joguei. E a propósito, tenho vinte e cinco anos.
Respondi e ela me encarou surpresa.

-Desculpe, pensei que tivesse uns dezenove, vinte e poucos anos.
Falou e eu dei em ombros.

-Todos pensam, deve ser porque fiz a barba.
Falei humorado e ela riu.

-Bom, está tudo bem, só vou te passar alguns remédios para dor e você ficará bem.
Falou e ia se levantando.

-Espera!
A chamei e ela voltou direcionando seu olhar a mim.

-Podemos marcar de sair? Pode parecer um pouco precipitado ou até mesmo estranho mas eu realmente te achei interessante.
Falei um pouco envergonhado. Não é como se eu nunca tivesse feito isso mas, ela é completamente diferente. Me faz me sentir diferente.

-Não se preocupe, eu aceito. Podemos ir em uma cafeteria aqui perto depois que eu sair do trabalho, se puder esperar é claro.
Falou gentilmente.

-Claro que espero, afinal, não quero voltar para casa e levar um sermão tão cedo.
Falei e ela riu.

-Isso não te ajuda a manter sua pose de mais velho.
Falou humorada e eu a mandei um olhar indignado.

(…)

Assim que o seu turno acabou, S/n e eu fomos caminhando até a cafeteria que era literalmente ao lado do hospital, o que eu agradeci muito já que estava de muletas.

Nos sentamos em uma mesa e pedimos nossa comida.

-Então…sobre o que quer falar?
Perguntou.

-Gostaria de te conhecer mais…me conte sobre você.
Falei animado e ela riu.

-Bom…tenho vinte e quatro anos, trabalho como médica a dois anos, moro sozinha em um apartamento aqui em Manchester…e tenho duas gatas.
Contou e eu sorri.

-Uau! Você Parece bem independente.
Comentei e ela riu anasalado.

-Fui obrigada a ser, desde cedo minha mãe me ensinou a me virar sozinha.
Deu em ombros.

-Poxa…eu realmente me sinto um adolescente agora…tudo o que faço é jogar futebol e cantar em uma banda de amigos.
Cocei a nunca.

-Nah! Deve ser muito bom em tudo o que faz, isso já compensa sua falta de maturidade.
Falou e eu ri.

-Falta de maturidade? Está insinuando que não sei me cuidar?
Perguntei brincalhão.

-Sua perna me disse isso.
Respondeu do mesmo jeito.

-Então você também é imatura, porque estava conversando com minha perna.
Falei e ela rolou os olhos sorrindo.

-Ok, isso só foi mais imaturo ainda né?
Perguntei e ela assentiu.

-Mas não se preocupe, sua imaturidade me cativa, se serve de consolo.
Comentou.

-E além do mais, você fica fofo com sua aparência de “tenho dezoito anos”.
Sorriu e eu bufei.

| Sete meses depois |

-Viu amor? Não teríamos nos conhecido se não tivesse quebrado sua perna.
S/n falou e eu concordei.

Estávamos vendo nossas fotos na cafeteria em que tivemos nosso primeiro “encontro”, hoje fazemos sete meses de namoro e eu não poderia estar mais feliz da mulher que tenho ao meu lado.

-Nunca me senti tão sortudo em perder um jogo e quebrar a perna ao mesmo tempo.
Ri de leve.

-Sorte que agora se você quebrar sua perna, tem essa sua namorada perfeita que vai cuidar de você.
Falou apertando minhas bochechas.

-Hey S/n, por favor, estamos em público e eu já pareço mais novo se fizer isso vai parecer que sou sei lá…seu sobrinho.
Reclamei e ela riu escandalosamente.

-Seu bobo, ninguém tem que pensar nada.
Me selou.

-Só eu que tenho que pensar o quanto você é linda.
Sorri e ela escondeu seu rosto em meu pescoço.

Se existe alguém mais sortudo nesse mundo, sou eu.

***

Me desculpem pelo fato de que ficou pequeno, eu prometo recompensar nos próximos imagines.

Espero que tenha gostado.😘

Mensagens - Jin
  • Categoria: Sweet
  • 1234 palavras
  • Pedido feito por @beeapotato

Achei esse imagine bem amorzinho!❤❤  Espero que gostem! Amo vocês meus bolinhos! Espero que tenham uma bela e iluminada semana (◡‿◡✿)


Despertei do sono lentamente abrindo meus olhos e apreciando a bela escuridão que ainda pairava sobre o quarto.

Virando-me para o criado mudo ao lado da cama, pego sonolentamente meu celular apenas para ver as horas. O brilho inicial do celular foi tanto que deixei o mesmo cair sobre meu rosto machucando meu nariz.

- ai… - gemi baixinho esfregando o meu rosto enquanto o pegava novamente.

“03:49”

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Joga uma água no rosto, deixa suas lágrimas irem embora. Agora coloca o mais belo sorriso no rosto, mesmo com a alma toda moída, sufocada com tanta decepção. E continue! Não estou falando que assim vai dar tudo certo, mas veja bem, parada aí você nunca vai encontrar nada novo. Portanto, pegue a contra-mão da insegurança e acrescenta uma porção dobrada de confiança em você. Vai! Você consegue ser feliz outra vez. Deixa o passado ir pelo ralo. Deixe o presente encontrar o caminho do seu coração. Pense, imagine, crie um futuro não falho, e mesmo que seus planos falhem, recrie mais uma vez, e mais uma vez, e continue… sorrindo!
—  Dois tons de amor.
Entendido? Entendido.

Membro: Jimin x Reader

Gênero: Angst, Fluff

Quantidade de palavras: 1.800

Pedido de @jujubamalik123

Originally posted by chimcheroo

//

Alguém buzinava na rua quando você passou pelas portas de entrada da grande empresa na qual seu namorado trabalhava. Passando um cartão de visitante na porta e finalmente respirando quando você pisou no carpete na parte de dentro, você logo fez seu caminho até a sala de prática, que apesar de já estar escuro na parte de fora, você sabia que estaria agitada.

“Jimin!” Você chamou assim que pisou porta a dentro do grande espaço branco onde os meninos treinavam, naquele momento nem todos estavam ali, Namjoon e Yoongi provavelmente estavam em seus estúdios produzindo algo e tinham deixado a sala para um quarteto agitado usar.

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É tão bom ter alguém ao meu lado. A minha cabeça está sempre em constante movimento. Surgem dúvidas sobre os meus passos, sobre meu ontem e, por todos os ângulos, por todos os lados – sobre tudo. É até um pouco caótico parar para pensar em cada pendência em aberto que tenho para cuidar – e a verdade é que parece que, quanto mais cresço, mais tenho o que fazer. As responsabilidades acumulam. Aquilo que não aprendi no passado e a preguiça com relação a certas obrigações acabam voltando tudo de uma vez. Parece que nada é simples. Cada pequeno ato tem uma consequência ali na frente, ou daqui a pouco. O mundo é uma balança eficiente, decidida a revelar o número no mostrador e, ao passo que você coloca as coisas ali em cima, elas simplesmente pesam. Acumular uma na outra, então, nem pensar: a carga é dobrada. Fica ainda mais difícil de lidar. Tudo isso ao mesmo tempo, sem nenhuma pausa, só para mostrar que, sim, este é o preço de ser gente grande. Quando paro pra pensar, tento com todas as forças descansar os ombros e respirar fundo, afinal, talvez tenha que ser assim mesmo. É claro que já sei disso tudo e não é a simples lembrança deste conhecimento que me faz respirar aliviada. Mas é que se sentir confortada conta bastante, sabe? Aconchega e também dá um empurrãozinho: vai, estou aqui torcendo por você. E quer saber? Este alívio, não por acaso, tem nome e sobrenome. Muito mais do que somente um break no meio da rotina corrida, é o sentimento preenchendo a alma, o carinho necessário no final da semana, as palavras de incentivo que fazem o coração pulsar mais forte e um pouco de certeza de que tudo vai ficar bem. Com uma companhia tão incrível não há como não enxergar a vida de maneira triste. Só de olhar naqueles olhos já sinto o meu melhor voltar a aflorar. Deve ser coisa que a química explica, ou, se não explicar, talvez forças mágicas possam fazê-lo porque, agora, o peito já se encheu de esperança. É verdade. Do lado dele eu consigo tirar aquela mochila carregada dos ombros e me permitir voltar a flutuar. Não foi à toa que disseram que o amor nos deixa ainda mais leves.
—  Depois dos Quinze – Auana Sonsin.
Esse é um texto para te agradecer , agradecer por todos os seus cuidados,por sua atenção dobrada, suas noites mal dormidas, agradecer por deixar de sair com seus amigos para ficar comigo, por escutar uma musica chata só porque eu gosto, por me levar ao cinema, por me pagar um lanche, por me levar a passeios incríveis, por me tratar como uma princesa, por me levar viajar, em todos os sentidos, pelos vários orgasmos, pela sua pegada deliciosa, quero agradecer por me fazer mulher, por querer o meu bem , por me abraçar quando estou sofrendo, por me entender como ninguém, por respeitar minhas horas de estudo, agradecer também aos livros emprestados, as séries novas que você me fez ver, dizer obrigado pela escova de dentes novas, por meus brincos de coração, por achar eles também, por me deixar ficar com a maior parte da cama, por controlar sua hora de fumar porque eu pedi, por lembrar de mim no seu dia, por pedir desculpas mesmo não estando errado, por pular minha janela, por correr atrás, agradecer por ter aguentado tudo que eu fiz e ainda continuar me amando, por entender esse meu lado sensível e chorona, agradeço aos textos românticos, a carta feita a moda antiga, as flores recebidas e as pizzas comidas, agradeço por sua bondade e amizade, também por sua sinceridade e mais que tudo agradeço por me fazer acreditar em uma vida melhor, em um amor verdadeiro , acreditar no para sempre obrigado por ser o homem da minha vida. Te amo
—  Eu só quero agradecer … Larissa Evelyn
Orbit (Scenario)

Park Jimin
Autora: Florence Rivers
Gênero: Romance
Sinopse: Mas neste momento, em que Jimin está parado em meio ao escuro, a tempestade engolindo todo o mundo ao nosso redor e enquanto eu podia ver todo o universo iluminado em seus olhos, eu entendi o porquê dele sempre me ter orbitando ao seu redor.
Contagem de palavras: 1.565
Avisos: Classificação +16. Especial Park Jimin

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Se não for do amor, do que mais iremos viver? De festas? Elas acabam e os problemas voltam com intensidade dobrada. De comida? É, ela é necessária mesmo, mas experimenta comer um dia inteiro pra ver se ela não te mata; daqui alguns anos o diagnóstico de hipertensão está na sua mão. De amizades? Meu caro, já são tantos “amigos"que se foram. Dos amores de bares? Eles vão embora na primeira vez que você demonstrar algum sentimento. Experimenta viver do amor de Deus pra tu ver, seus problemas estão resolvidos, sua vida é vida eterna, não essa terrena aqui. Ele não vai embora, ao contrário, Ele te busca pra ficar pertinho de você. E quanto mais você precisa, mais Ele está ali pra te ajudar, nos braços dele, é o seu melhor lugar.
—   Um Coadjuvante.
Mammy - (27) - Younger Sister

Notas Do Autor:

Um pouco de hot pra vocês aqui nesse comecinho, espero que gostem. Apesar de não ser camren ;)


Point Of View Narrador

30 Minutos Antes…

Uma Dinah apresada corria pelos corredores vazios do colégio, indo em direção ao ponto de encontro que sempre marcava com ela.

Faltavam bons 10 minutos para bater o intervalo, porém, sua professora de Biologia mandou uma mensagem dizendo “Preciso de você, urgente, me encontre no lugar de sempre”. Então é claro que a mais nova se preocupou, Normani andava meio estranha nos últimos dias. Estressada e com muita cólica. Vai ver a mais velha estivesse passando mal e precisasse de alguém para cuidar dela. Já que a mesma não tinha parentes na cidade. Então por isso, Dinah fez algo que nunca achou que precisaria fazer, mentir. Disse que não estava se sentindo bem e que precisava ir à enfermaria. Como Dinah sempre foi uma boa aluna, o professor nem desconfiou dela e simplesmente deixou-a pegar o material e sair.

Agora ela finalmente corria em direção a biblioteca para encontrar sua… Sua… Vocês sabem quem!

Chegando lá, um pouco sem ar por correr apressadamente, olhou pela extensão da sala gigante e se deparou com uma Normani de pernas abertas, sem calcinha e se masturbando.

Dinah quase desmaiou. Porém, a pontada que sentiu abaixo do ventre a fez ficar atenta novamente.

– Oh baby, você demorou tanto que eu resolvi começar antes de você. – a mais velha disse em meio a gemidos.

– E-eu… Achava… Que… Você estava… Passando mal – Dinah disse pausadamente por suspirar a cada palavra.

– E eu estou… Minha boceta está, na verdade. Ela precisa de cuidados, uma boa gozada resolveria, sabe?

“Puta que pariu”, a mais nova xingou internamente. Aquela cena era de matar. Sua professora de biologia se masturbando em sua frente. E ela só olhava.

ELA SÓ OLHAVA, “Acorda Dinah, não seja tonta, vá até ela sua burra!”. Sua própria consciência gritava consigo.

Engolindo em seco, Dinah se aproximou lentamente, passo por passo. Até chegar em frente da mulata que vestia apenas uma saia apertada, que estava dobrada até sua cintura e uma blusa social de mangas, que estava aberta, deixando a visão perfeita de seus seios enormes espremidos em um sutiã vermelho.

– O… O quer que eu faça? – perguntou encarando os dedos de Normani que se mexiam lentamente em seu sexo molhado.

“Ah Dinah, facilita para mim, por favor”, a consciência da mais velha implorou. Pois esse foi o principal motivo de Dinah ter chamado sua atenção desde o primeiro momento em que a viu. A inocência. A timidez. Tudo isso a fazia querer ser uma dominadora sem caráter, jogar aquela garota no chão, mesa, qualquer lugar e montar em cima dela. Foder com ela sem parar.

Isso mesmo. Foder. Foder com força, sem delicadeza, só com tapas, arranhões, xingamentos e claro, submissão. Não importando quem mandaria. Só queria gozar infinitamente com aquela garota mais nova.

– Eu quero que você me chupe bem gostoso, mas tão gostoso Dinah, que eu vou querer mais e mais depois disso. A ponto de querer você dentro de mim.

A mais nova apenas resfolegou e deixou a mochila escorregar pelo braço, caindo no chão, apenas para ela poder se ajoelhar diante de sua professora e levar suas mãos até as coxas definidas. Tocando-a, apreciando ainda mais daquele corpo. Dinah sentiu a mão de Normani em seu cabelo, puxando as mechas, direcionando seu rosto até sua intimidade pulsante. Era a primeira vez que faria aquilo. Não sabia exatamente o que fazer, mas apenas tomou folego antes de fechar os olhos e dar a primeira lambida.

O gosto era bem agridoce, não era tão ruim quanto imaginava. Por isso apenas fechou os lábios no clitóris inchado de Normani, adorando cada segundo daquilo que estavam fazendo. Deixando a vergonha de lado, Dinah começou a chupar a mais velha com mais intensidade, suspirando seu cheiro maravilhoso e adorando sentir o sabor dela em sua língua.

Arriscou abrir os olhos, para apreciar a visão de Normani jogando a cabeça para trás e gemendo baixinho, enquanto apertava um dos seios por cima do sutiã.

– Hm. Tão bom… Continua assim, chupa essa boceta vai… – Normani falava entre suspiros e prazer demasiado. Amando os círculos que sua aluna fazia com a língua em seu sexo. “Para uma primeira chupada, essa garota está mandando muito bem”, pensou e riu em meio a um gemido – Isso… Eu estou perto – Avisou por sentir as paredes internas de sua boceta se contrair.

Queria poder apreciar mais da língua – até então bem habilidosa – de Dinah, porém, ela não podia se esquecer de que estavam na biblioteca do colégio e qualquer pessoa poderia pegar as duas no flagra – apesar de ser bem difícil, já que a mulher que trabalha ali está de férias e desde então ninguém vem ao local, exceto Dinah, como uma boa amadora de livros.

Puxando os cabelos loiros sem medir força, Normani começou a rebolar, fazendo com que a língua de Dinah escorregasse para baixo e a penetrasse sem querer. Isso fez a professora soltar um gemido alto, assustando Dinah que a deixou de chupar.

– Não geme muito alto.

A professora assentiu e sua aluna voltou-a chupar, agora penetrando com um dedo. “Esses dedos já me fazem um estrago delicioso, imagino o pau, meu deus… Acho que não irei aguentar”, pensou e abriu um sorriso devasso imaginado aquele membro enorme entrando e saindo de sua boceta.

E foi esse pensamento, de poder finalmente sentir Dinah por completo, que a fez gozar intensamente na boca da mais nova.

Dinah pela primeira vez sentiu o gosto de um orgasmo. E esse vindo de Normani, foi o melhor primeiro gozo que poderia sentir. Era gostoso e fez seu pau se mexer sozinho em sua calça.

Seu membro estava duro como pedra e pulsava a cada chupada que dava em sua professora, agora lambendo os resquícios de Normani, ele se mexia devido sua excitação ser enorme a ponto de quase estar gozando sem ao menos toca-lo.

Após deixar sua professora limpa, se levantou e nem ao menos pode respirar direito, que já tinha a boca de Normani colada a sua. Resfolegou ao sentir a mão da mesma apertando sua ereção.

– Porra, está tão dura Dinah, quero você agora na minha boca! – afastou Dinah o suficiente para pular da mesa e se ajoelhar, desabotoando o jeans da mesma e puxar o short de compressão que usava – Esse short deve machucar, não é? – perguntou fazendo uma vozinha, como se falasse com uma criança – Está doendo, baby? – apertou o membro duro de Dinah e passou o polegar na glande avermelhada, onde saía um pré-gozo – Responde!

– Sim! Está doendo muito, faz passar, por favor. – implorou sentindo seus testículos doerem por esta segurando seu gozo.

– Oh, minha baby girl, eu vou fazer passar, não se preocupe. – com isso, preparou a garganta e engoliu o máximo que pode de Dinah.

A professora tinha uma curiosidade de quantos centímetros sua baby poderia ter, porém, deixaria para medir quando tivesse a oportunidade perfeita.

Dinah continha seus gemidos, mordendo os lábios e só suspirando alto, apreciando a visão dos infernos que era Normani engolindo-a. Não demorou cinco minutos para que ela gozasse. E por ouvir o sinal bater, a professora adorou o fato de Dinah ter gozado rápido. Não queria deixar a mesma explodindo nas calças após provoca-la tanto.

Depois de deixa-la limpa também, engolindo tudo que Dinah deu-a, levantou a calça de Dinah junto ao short e se pôs de pé. Apenas para apreciar a face rosada de Dinah. “Que linda”, sorriu e beijou-a delicadamente. Porém, surpreendeu-se com os braços firmes da mesma circulando sua cintura numa pegada gostosa. E logo Dinah invadiu sua boca com a língua, a fazendo gemer e puxar as mechas loiras. Ambas travaram uma dança gostosa com suas línguas, sentindo seus gostos.

Normani quase considerou o fato de tirar o resto da inocência de Dinah naquela sala mesmo, quando ela sentiu a mão dela se fechar contra sua bunda, num aperto gostoso e excitante.

– Dinah… Melhor pararmos – afastou delicadamente a mesma pelos ombros.

Essa que mordeu os lábios e assentiu. Afastou-se e fechou a calça de maneira certa, aproveitando para arrumar o cabelo. E esperou enquanto Normani abaixava saia e fechava a blusa. Ambas se olharam e sorriram.

– Onde está sua calcinha? – a mais nova perguntou quando viu que sua professora não colocou calcinha nenhuma quando abaixou a saia para cobrir-se devidamente.

– Eu tirei antes de vir pra cá, para facilitar as coisas – riu maliciosamente quando viu os olhos de Dinah arregalarem.

– E vai ficar assim pelo resto das aulas?

– Sim, algum problema?

– Hm, não. – a loira fechou a cara e cruzou os braços com um pequeno bico no rosto. Isso fez Normani derreter-se.

Já estavam a mais de um mês naquilo. Encontro às escondidas. Tendo momentos quentes como aquele. Onde Normani deixava seus desejos aflorarem e se jogava como uma leoa em cima de Dinah, literalmente devorando-a. Porém, era a primeira vez que uma das duas deixava o famoso “ciúmes”, transparecer, sem perceber que também bem no fundo, sentiam algo a mais do que só desejo e tesão uma pela outra.

A mais velha sabia dos riscos que corria com isso, mas sempre gostou de um perigo e estava disposta a se aventurar por aquela aluna.

– Eu vou colocar a calcinha quando eu sair daqui, ok? – Normani disse querendo rir da cara fofa que Dinah continuava a fazer.

– Acho melhor limparmos a mesa – a maior resolveu mudar de assunto, apanhando sua mochila do chão e apontar para a mesa onde tinha feito o oral em Normani, que estava levemente molhada pelo gozo da mesma.

– Não precisa, logo seca – gargalhou da cara de Dinah e aproximou-se para dar um selinho – Eu vou na frente, depois você saí. Ok? – sussurrou contra os lábios da mesma e beijou-a mais uma vez, dessa vez demorando um pouco mais. – Tchau, te mando mensagem depois da aula.

Com isso, se afastou e virou-se indo em direção a porta. Dinah nem percebeu que Normani deixou a porta entreaberta, por encontrar alguém na entrada, pois ficou encarando a mesa usada por ambas, enquanto sorria abobalhadamente.

Tempo atual…

Passaram-se bons minutos até que Camila abriu a boca para falar algo, ainda estava tentando processar as informações.

– Você e a Normani… O que? – disse finalmente, não conseguindo nem imaginar sua melhor amiga se masturbando, ainda mais transando e pior, com sua professora de biologia!

“Dinah é muito inocente pra essas coisas, certo?”, Camila se questionou.

– Nós… Nós… Você sabe… – a loira começou a mexer as mãos nervosamente, tentando achar um meio de se explicar sem que fosse tão explicita nas palavras – Ah Camila, você sabe o que estou tentando dizer!

– Quer dizer que o Dinão está entrando em ação? – Camila perguntou com a boca aberta em um perfeito O.

– Não, eu quero dizer que… Espera, Dinão? Que?

– Nome do seu pau, bebê.

– O que? Não, nem vem! Meu pênis não vai se chamar assim!

– Ok. Que tal… Janeconda? Dinon? Pensei em-

– Meu pênis vai se chamar de pênis! Não vou criar essa mania de colocar nome na minha genitália.

Camila revirou os olhos e bufou.

– Você é sem graça. Mas ainda não to acreditando que você perdeu o cabaço, tinha esperanças que você fosse sair pura do colégio e talvez perder só na faculdade.

– Eu não perdi meu… – Dinah rapidamente se deu conta do que ia dizer e balançou a cabeça em negação – Eu ainda sou virgem. Quer dizer, mais ou menos. – afundou na cadeira quando Camila a olhou com surpresa.

– O que quer dizer com mais ou menos? Tu comeu a professora de biologia ou não? – perguntou explicitamente, Camila não tinha puderes quando se tratava de sexo – SUA PUTA! TA COMENDO UMA PROFESSORA! SERIA MEU SONHO?

Gritou imaginando como deveria ser transar com uma professora, ela tinha esse fetiche, porém, as únicas professoras bonitas do colégio eram a Kordei e a Hale. Porém Lucy era casa e Normani, bom… Parecia que já tinha dona.

– Shiii. Não grita! E não, eu não estou… – a loira não gostava de falar coisas explicitas ou palavrões. Pelo menos não naqueles momentos – Eu só estou ficando com ela.

– Mas você disse que estava transando com ela. Não entendi.

– A gente faz algumas coisas…

– Sabia. Safada você hein, Dj. Tem essa carinha fofa aí e toda tímida, mas aposto que na hora do vamô ver, não deve ter ficado nenhum pouco tímida quando foi dar a chupada na Kordei. Mas diz aí, a professora chupa gostoso? – Camila já nem ligava mais para o fato de Dinah ter transado naquele mesmo cômodo, só estava interessada em saber sobre a experiência sexual que sua professora tinha e em quais níveis ela tinha aplicado em sua melhora amiga.

– Meu deus Camila, por que você tem que ser tão Veronica nessas horas? Isso é muito desrespeitoso, sabia? – falou totalmente corada pelo modo como sua amiga lhe diria com palavras tão grotescas.

– Ai Dinah, vergonha agora você tem. Mas quando estava pegando a professora ali do lado, aposto que você não ficou nenhum pouco vermelha.

– Isso não vem ao caso agora. O importante agora é que eu preciso da sua ajuda.

Camila sorriu sacana e logo se curvou na mesa, apoiando os cotovelos na mesa e olhando sua amiga atentamente.

– Eu sei o que você quer saber.

– Sabe?

– Uhum. E você só precisa de camisinha e depois você deixar rolar, simples.

Dinah piscou lentamente, tentando processar o que sua amiga acabara de dizer.

– Mas… E se eu não conseguir dar prazer a ela?  

– Oh, então seu grande medo é esse?

Sim. – sua voz saiu baixa.

– Hm… Isso é meio complicado, como é sua primeira vez e você é bem inexperiente, vai gozar rapidinho. – Camila divagou, enquanto lembrava-se da sua primeira vez com Kaya – O primeiro passo é tentar segurar o orgasmo o máximo que você puder e deixar sua companheira aproveitar bastante, tente a fazer gozar primeiro e depois você se vira. Sempre é mais fácil pra quem tem pau.

– Mas e se eu chegar lá primeiro que ela?

– Bom… Você chupa ela como se sua vida dependesse disso. Porém, não seja apressada, deguste bem da boceta, masturbe-a com carinho.

Camila piscou pra Dinah que ficou boquiaberta.

– Você fala isso como se fosse a coisa mais fácil do mundo.

– Eu não tive uma professora para me ensinar isso como você tem, porém, encontrei uma expert do sexo que me ensinou direitinho como não ser egoísta na cama e sempre fazer a mulher gozar. Afinal, não é porque nascemos com um pênis que temos que ser como os homens na hora do sexo. Certo?  

Dinah concordou e finalmente tomou a decisão de que já estava pronta para ter sua primeira vez.

– Eu já disse o que eu tinha para dizer. Mas e você, o que iria me dizer antes de eu te interromper como uma desesperada?

Camila rapidamente deixou seu sorriso morrer e engoliu em seco.

– Arm… Eu… Eu… – antes que pudesse dar continuidade, o sinal do intervalo bateu e Camila foi literalmente salva pelo gongo.

– Que droga! – Dinah resmungou.

– SIM. Que droga mesmo. – Camila exclamou nervosa.

Ambas ajeitaram seu material e saíram da biblioteca. Porém, antes de ir para sua aula de história, Dinah mandou mensagem para Normani.

“Eu estou pronta para a nossa primeira vez”.

(—)

6º Dia

Domingo e Camila é acorda com beijos no pescoço e carinhos na barriga. A mesma sorri antes de abrir os olhos.

– Bom dia, linda – ouve a voz doce em seu ouvido e se arrepia levemente.

– Muito bom dia hein – diz ao sentir a mão da loira em seu membro duro.

– Que tal um sexo matinal bem gostoso, hein?

– Eu acho maravilhoso.

Virou-se e foi para cima de Ashley, que assim como ela, se encontrava nua. Resultado da noite passada. Onde ambas concordaram em só assistir um filme, mas como sabiam, eram só uma desculpa para terem uma boa foda no final da noite.

E agora no começo da manhã. Em meio ao ato, o celular de Camila tocou.

– Não deixa tocar! – a loira exclamou quando Camila parou de estocar e estendeu a mão para pegar o celular.

– Eu preciso atender!

– Não, não precisa não.

Ashley virou-as na cama e passou a sentar no membro de Camila com força. A mesma gemeu alto ao ver a boceta rosada da loira engolindo-a. Possessa de tesão. Deixou o celular tocar.

Em outro lugar, bem longe dali. A outra pessoa que a ligava, bufava pela sabe qual vez. A vontade que sentia de ouvir a voz do outro lado da linha, foi substituído pela raiva por não ser atendida.

Lauren jogou o celular com força no sofá e foi até ao mini bar que tinha na sala luxuosa. Servindo-se de uma dose do uísque.

– Estressada? – a morena ouviu a voz do irmão que estava descendo as escadas.

– Não, apenas… Preocupada.

Seu irmão apenas murmurou um “uhum” antes de se encaminhar até o sofá onde a mesma estava e pegar sua jaqueta que repousava ali. Os dois estavam finalmente prontos para começar a procurar por sua irmã mais nova.

– Quais foram os lugares que você procurou por ela? – Lauren murmurou enquanto encarava as fotos espalhadas pela sala da casa.

A casa dos Jauregui não tinha mudado em nada, exceto a decoração. E claro, as fotos de uma mulher desconhecida agarrada em seu irmão espalhadas por alguns cantos da casa. Parece que seu irmão finalmente havia se juntado a alguém. Pelo pouco que Lauren permitia se lembrar, Chris não gostava nada de namora, era um “conquistador”, como sua mãe gostava de dizer. O orgulho de sua mãe.

– Em todos os possíveis, a casa da praia, pelas casas de nossos tios e tias, avós e até na casa dos Hamilton. Taylor não é muito de amizades, então não fiz questão de procurar pelas suas amigas já que ela mal trazia alguém aqui.

A morena franziu o cenho, pelo que Lauren gostava de lembrar, Taylor sempre foi uma criança ativa e extrovertida, gostava de fazer amizade e tinha muitos amiguinhos.

– Tem certeza? Pelo que me recordo Taylor sempre foi muito sociável.

– Isso foi há quase 10 anos atrás, antes de nossos pais morrerem e você abandonar ela – o moreno alto disse em um tom acusador e frio.

Fazendo Lauren desviar o olhar e engolir em seco.

– E… E Sabrina? – o moreno encarou Lauren confuso – Aquela garotinha que era melhor amiga de Taylor na infância, você sabe se elas ainda se falam?

– Hm… Eu… Eu não sei. Taylor se tornou uma adolescente bastante reclusa, quase não saía. Só era escola, casa e escola. Não sei dizer.

– Então já sabemos por onde começar a procurar.

Ambos se direcionaram até a porta de saída da casa. Entraram no carro e foram em direção a casa dos Carpenter.

Enquanto Chris diria, Lauren não pode deixar de pensar no quanto sua irmã mais nova mudou. De acordo com o que Chris lhe falou durante a viagem deles até Miami, Taylor se tornou uma garota bastante quieta. As poucas vezes que saía, era para encher a cara com algumas amigas que fez em seu último ano de colegial. A mesma também não quis ingressar para nenhuma faculdade. Apesar de ser reclusa, também era bastante rebelde quando queria. Não obedecia a ninguém. Acostumou-se a sair de casa e voltar dois ou três dias depois. O que fez Lauren se perguntar o que se passava na cabeça de seu irmão para achar aquilo tudo normal para uma garota de apenas 17 anos e só de imaginar que Taylor fazia essas coisas desde os 15 anos, a morena já sentia calafrios e seu estomago se revirar de medo.

Lembrava-se que Taylor tinha bastantes amigos e a que se destacava no meio de tantos era Sabrina, a melhor amiga de sua irmã. As duas tinham uma tênue incrível, eram inseparáveis. Se houvesse um lugar onde sua irmã se refugiaria sem pensar seria ali. Porém, 10 anos haviam se passado e Lauren não conhecia sua irmã mais nova, então tinha poucas esperanças de encontrar a mesma na casa de Sabrina.

Após 20 minutos, finalmente o carro foi estacionado na frente de uma casa simples. Os Carpenter eram pessoas humildes, por isso, a vida que levavam era tranquila. Um fato que Lauren invejava.

Em frente à porta, a morena finalmente levou sua mão até a campainha, nem notado que sua mãe tremia e que soava.

– Esta tudo bem? – Chris falou pela primeira vez desde que saíram da mansão Jauregui.

– Eu… Acho melhor esperar no carro – a morena falou com a voz tremida.

Ao mesmo tempo em que queria encontrar sua irmã ali, também tinha receio do que encontraria nos olhos da mesma. Porque tudo que menos queria era que a velha Lauren tomasse posse de seu corpo novamente. Não queria voltar a sentir a dor de 10 anos atrás e muito menos a culpa.

– Se Taylor estiver aqui, você é a primeira pessoa que ela gostaria de ver – o moreno falou firme, encarando sua irmã com calmaria – Acredite.

Então Lauren suspirou e assentiu. Tentando acreditar nas palavras de seu irmão. Por isso apenas observou o mesmo apertando a campainha da casa. Passando poucos segundos até que porta se abrisse e uma garota loira, de olhos azuis, abrisse cuidadosamente a porta, deixando apenas metade se seu corpo a vista. A mesma encarou os dois de olhos cerrados, como se avaliasse o mesmo. Até que seu olhar parou em Lauren e a loira literalmente pareceu parar de respirar. A mesma deu um passo para trás, finalmente deixando a vista de seu corpo completamente.

Antes que um dos dois irmãos pudesse perguntar se a garota estava bem, a porta foi aberta bruscamente, revelando outra garota ali. Um pouco mais alta, com as bochechas coradas e de olhos inchados.

Essa que quando avistou a morena de olhos verdes, literalmente se jogou nos braços da mesma. Finalmente saciando a vontade que tinha daquele abraço. Finalmente não iria mais imaginar o quão caloroso era o abraço de sua irmã, pois agora o teria para sempre agora.

– Você está aqui… – a garota mais nova murmurava contra o peito de Lauren, com a voz embargada – Você voltou… Eu senti tanto sua falta, Lo. Tanta.


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