dj ao

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anonymous and daisyjohnson-sq asked  daisy johnson or kara danvers 

”Kiss” request for @demonsandfleas ! Page 3/6
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So we’re half way through our short history! (^▽^)  I’m getting better and better drawing them!


Another:
WIP
Shiemi and Amaimon
Shiemi

Reaction: A Revanche

  Opa opa, cheguei!
  Então pessoinhas, esse foi um dos meus pedidos favoritos, pois enquanto escrevia o reaction “Sendo Sexy Com Você” eu já imaginava um pouco se fosse o oposto, e cá estamos nós ashuashua.
  Caso queiram ver o reaction que antecede esse, é só clicar no link ali no topo. ^-^
  Uma boa leitura by
Miss Writer

  • Kim Namjoon

  Hoje especialmente era o aniversário de namjoon, e como sempre, depois de comemorarem “formalmente” com bolinhos e velas, foi a hora dos rapazes entrarem em ação, arrastando namjoon para uma festa de verdade, especialmente, numa boate. Afinal, vocês estavam a quilômetros de distância de casa, era tarde, e ocasionalmente ninguém teria nenhum compromisso pela manhã, aquela idéia era perfeita.
  Tinha luzes brilhantes para todos os lados, o som era alto e estridente, o balcão de bebidas parecia vibrar junto com os corpos que dançavam pela pista, não era o seu tipo de clima favorito, mas no fundo sabia que comemorações merecia exeçoes.
  — Jagi, isso é incrível, eu estou tão feliz! — Lhe dava diversos beijos enquanto sorria alegremente.
  — Aproveita que é só hoje. — Sorriu de volta. — Mas hey, hoje é seu aniversário, ao menos vai dançar uma música comigo, não é?. — Se virou para ele ao se lembrar desse fato.
  — Amor, você sabe que eu não danço fora do trabalho. — Disse num tom brincalhão.
  — Por favor Joonie. — Fazia manha enquanto agarrava em seu braço.
  — Nada me tira daqui. — A encarou crusando os braços e você o soltou automaticamente.
  — Então é assim kim namjoon? — Sussurrou se afastando do mesmo. — Você que pediu.
  Deixou seu copo sobre a mesa fazendo um barulho relativamente alto, seguindo em direção ao Dj.
  — Ponha essa pra mim por favor. — Passou o nome da música e se retirou apenas aguardando.
  Em seu corpo havia um vestido médio, vermelho, acompanhado de belos sapatos pretos com alguns brilhos na parte de trás, sua maquiagen era leve e seu cabelo era preso de forma singela também, era como se você tivesse transformado um visual chamativo em algo mais encorpado, digamos assim.
  Aos poucos você foi caminhando em direção a pista apenas aguardando aquela batida que tão bem conhecia, se iniciar. Em questão de minutos seu corpo se balançava de um lado para o outro, enquanto seus pequenos prendedores de cabelo caiam pelo chão, transformando suavemente o seu visual, indo para algo mais sexy.
  Rebolar e descer até o chão não faziam parte de seus costumes, mas algumas vezes arriscava uns pequenos passos mais ousados, rezando estar chamando a atenção do homem certo.
  Quando por uns pequenos instantes seus olhos se abriram, pode ver namjoon olhando diretamente para você, mesmo com aquela multidão ainda em sua frente. “Ótimo trabalho”, pensava.
  Derrepente uma mão toca em sua cintura e se vira rapidamente checando se realmente era quem esperava, e sim, era.
  — O que pensa que está fazendo? — Sussurrou contra seu ouvido.
  — Estou dançando sozinha, já que alguém me jurou que não sairia do lugar — Usou um tom de deboche enquanto ele passava a língua por seus lábios.
  — Fez isso comigo só por diversão (S/n)? — Sorria desacreditado.
  — Talvez, mas não ligue pra mim, continue lá me vendo dançar — Você ameaçou se afastar mas ele rapidamente a puxou de volta.
  — Eu não quero te ver dançar, quero dançar contigo. — Beijou seu pescoço.
  — Tarde demais — Se virou de frente para ele, mordendo seu lábio e o puxando, estava aí a sua deixa.
  — Te vejo no Hotel nenêm. — Mandou um beijinho no ar se retirando, podia ver os olhos dele se incendiarem, mas não voltaria trás.

Originally posted by slapmon

  • Kim Seokjin

  Como uma maravilhosa tarde de sábado, você e  seokjin decidiram dar uma volta pelo shopping, para comprar algo ou apenas perder um tempo fora de casa, não importava ao certo, o bom é que ao menos faziam algo juntos.
  — Hey Jin. — Chamou sua atenção. — Preciso ir naquela loja ver um vestido, se quiser pode ir resolvendo outras coisas. — Disse o apertando através do intrelaço de seus braços.
  — Não jagi, eu vou com você. — Sorriu.
  — Jin, não precisa, é sério, tenho certeza de que não vai gostar de ficar sentado num banco vendo a sua namorada experimentar vários vestidos.
  — Porque eu não gostaria (S/n)? Eu adoraria te ajudar, vamos logo, vamos! — Lhe arrastou para dentro da loja.
  Seokjin sempre foi um homem disposto a lhe ajudar com tudo, mas as vezes você entendia que algumas coisas, não necessariamente precisavam dele, mas mesmo assim se via contente quando ele insistia em ajuda-lá.
  Rapidamente você pegou algumas peças indo até o provador, Jin ficou sentado em frente a um puf que daria uma boa visão quando te visse sair da cabine.
  — Hey. — O chamou mostrando o primeiro vestido.
  Era um azul marinho, bem rente ao corpo, acentuava suas curvas maravilhosamente bem, mas mesmo tudo estando perfeito, queria a opinião dele.
  — Eu adorei. — Que, só isso, só adorou?
  Ainda ficou um tempo o encarando esperando mas alguma resposta, mas não vinha nada.
  — Deve ser porque é o primeiro. — Sussurrou para si mesma entrando no provador.
  Mas não era esse o motivo, você experimentou vários vestidos depois e a opinião continuava a mesma, aquilo estava começando a lhe entrigar, “Será que ele realmente estava prestando atenção?”
  Então por um impulso você decidiu buscar outro vestido, diferente de todos os outros, era curto, justo e sexy.
  O vestiu rapidamente e se encarou no espelho, claro que não levaria aquela roupa, mas o que ia valer seria a prova de que ele realmente não estava prestando atenção.
  — Hey. — O chamou mais uma vez. — O que achou?
  — Lindo jagi. — Dizia sem a olhar.
  — Gostou mesmo? Então eu posso sair com ele para uma festa? —   Perguntou com os braços cruzados esperando ele se tocar.
— Claro.
  Não dava para acreditar, ele mal a olhava, então percebeu que aquele era o momento do passo dois.
  Andou calmamente na direção de seokjin parando bem em sua frente, o dando plena visão de suas coxas, enfim reparando em você por completo.
  — Que bom que gostou, vou compra-lo. — Sorriu debochada enquanto ele engolia seco.
  — O que? Não jagi, está louca! — Se levantou.
  — O que foi? — Dizia debochada enquanto ele a empurrava de volta para o provador.
  — Se cubra antes que te vejam. — Num rápido movimento você o puxou para dentro do provador consigo.
  — E se verem, qual o problema? — Sorriu.
  — Não faz isso comigo. — Suas mãos estavam em sua cintura e sua voz parecia bem mais profunda agora.
  — Não faça você — Removeu as mãos de seu corpo, a subindo até seus ombros. — Agora com licença, eu preciso terminar de escolher meu vestido.   — O empurrou suavemente para fora.

Originally posted by bwiseoks

  • Park jimin

  Aquele foi um longo dia de caminhada pelos parques de Seul, algumas vezes vocês precisavam se esconder das pessoas, mas no fundo achavam tudo bem divertido.
  Quando enfim chegaram em casa, ambos se jogaram no sofá e respiraram fundo.
  — Quem vai primeiro? — Perguntou se referindo a ducha.
  — Vai lá, enquanto isso eu vou guardando algumas coisas.
  Sendo assim, você foi tomar seu banho enquanto park jimin resolvia arrumar um pouco da bagunça.
  O banho estava calmo e relaxante, por vontade própria não sairia dali tão cedo, mas sabia que jimin provavelmente estaria cansado e doido para se deitar logo e dormir. Com esses pensamentos, rapidamente desligou o chuveiro se enrolando numa toalha, mas ao abrir a porta se deparou com o rapaz sentado aos pés da cama, fazendo algo no celular.
  — Aish! — Gritou se assustando. — Não sabia que estava aqui! — Disse.
  — Acabei de receber uma ligação do… — Parou para te encarar. — Jungkook… — Falou quase num sussurro.
  — O que tem ele? — Colocou uma de suas mãos na cintura.
  — Preciso ir na empresa… — Ainda dizia de forma baixa como se seus pensamentos estivessem em outro lugar.
  — Mas jimin, nós mal chegamos! — Cruzou os braços. — E PARE DE OLHAR PRA MIM ASSIM! — O despertou de seus devaneios.
  — Eu sinto muito jagi. — Ameaçou se levantar mas você se afastou.
  — Quer saber? Que ótimo que você vai sair, ao menos eu tenho a liberdade de fazer o que quiser. — Suas mãos desfizeram o nó da toalha a deixando cair no chão, quase junto ao queixo de jimin.
  Não se sabia exatamente o que você estava fazendo, mas era tarde demais para pensar nas consequências. Sendo assim, virou de costas retornando para o banheiro sentindo seu rosto se avermelhar, mas aquela não era hora para desistir.
  Quando foi se virar para trancar a porta, alguém mais estava contigo dentro daquele banheiro, retirando sua roupa rapidamente antes de a puxar para um beijo de perder o fôlego.
  Seus lábios foram em direção ao pescoço dele deixando algumas marcas visíveis, suas unhas passavam sem muita sutileza pelas costas daquele homem o ouvindo suspirar.
 — Agora todos vão saber o que você perdeu antes de sair de casa. — Sussurrou próximo ao ouvido dele, abrindo a porta para se retirar.

Originally posted by kpopidolaegyooo

  • Kim taehyung

  Ambos estavam deitados sobre a cama assistindo algo banal na televisão. As luzes já não estavam mais acesas e suas pernas se encontravam entrelaçadas debaixo do edredom, com certeza aquele era um dos melhores momentos que os dois poderiam ter juntos.
  Já fazia tempos que não se viam, por conta das viagens de tae era difícil estarem juntos com frequência, e as vezes a saudade era extremamente grande, mas você sempre se continha, já que depois de uma longa viagem ele merecesse um descanso.
  — Porque está tão quietinha hoje? — Perguntou passando a mão por seu rosto.
  — Nada, só pensando.
  O silêncio voltou a se instalar naquele cômodo, e o mínimo que podia ser ouvido era os suspiros pesados de taehyung.
  — Está com sono? — Te perguntou derrepente.
  — Não, porque?
  As mãos ágeis de kim taehyung foram até seu corpo o segurando de forma firme, ah, aquilo te aqueceu imediatamente, e só conseguia pensar em como parecia uma adolescente carente nessa situação.
  — Senti sua falta. — A beijou suavemente, se permitindo aprofundar aquele toque aos poucos.
  Você queria aquilo na mesma intensidade ou talvez até mais do que ele, sentiu falta de seu corpo todas as noites e por mais que quisesse ser dominada naquele momento, seus desejos ultrapassavam os dele, a permitindo tomar um impulso para algo diferente.
  Seu corpo rapidamente ficou por cima do dele se movendo vagarosamente, você sabia que aquilo era torturante, mas muito mais tinha sido para ti por todo esse tempo longe, aquele contato, realmente precisava daquele contato.
  E por mais que ele quisesse a tocar e comandar seus movimentos, você o repreendia voltando a estar no controle, era uma sensação boa.
  — Quer dizer que eu sou seu escravo hoje? — Sussurrou contra sua orelha a mordendo de leve.
  Você parou o encarando nos olhos, suas mãos seguravam no belo rosto do rapaz, se permitindo tocar suavemente em seus lábios, a imagem dominada de kim taehyung Era divina.
  — Menino esperto. — Sorriu sussurrando contra seus lábios.

Originally posted by girlmeetsyoongismixtape

  • Jung Hoseok

  — Hobi, já é a vigésima vez que te ligam, você vai se atrasar! — Dizia enquanto seu namorado continuava a te dar selinhos.
  — Okay chatinha, já estou indo. — Lhe deu um último beijo indo em direção a porta.
  Hobi tinha que se encontrar com os rapazes para resolver umas coisas de trabalho e comeback, mas mesmo sabendo que estava atrasado, continuava ali, como se aquele pequeno tempo ao seu lado fosse mais importante.
  — Chatinha? Até parece que está falando com uma criancinha. — Cruzou os braços levemente emburrada.
  — Não estou falando com uma criancinha, tô falando com o meu bebê. — Mandou beijinhos enquanto você fazia cara de nojo.
  — Bebê hobi?, sério? — A cara de nojo ainda permanecia.
  — Mas é claro, já olhou pra você? Parece um bebê de tão fofa. — Fez barulhinhos estranhos enquanto a sua cara só piorava.
  — Ah tá, fofa. — Revirou os olhos.
  — Preciso ir jagi, ou então vão me matar, tchauzinho bebê — Fez um coração enquanto você o mandava o dedo do meio, qual é? Bebê? Não mesmo!
  Esperou uns 20 minutos até que tivesse certeza de que ele já havia chegado na empresa, sendo assim, buscou seu celular pronta para mostrar para ele quem era o bebê.
  (S/n): Hey nenem, já estou sentindo a sua falta.
  (S/n): Esse quarto parece tão vazio sem você.
  (S/n): Por um instante eu parei para pensar na noite passada, minha saudade por você só aumentou.
  (S/n): Eu realmente vou ter que fazer isso sozinha?
  Você gargalhava imaginando o que hobi pensaria ao ler essas mensagens, afinal, não era típico seu, então ou ele poderia ficar excitado ou confuso. Bastava apenas esperar.
  Hobi: O que está fazendo (S/n)?!
  Hobi: Como acha que eu posso me concentrar agora?
  Hobi: Eu mal posso entender o que eles dizem, só penso em ir pra casa.
  Hobi: Não ouse se tocar até que eu chegue baby
  (S/n): e se eu me tocar?
  Hobi: Vai pagar o resto da noite por isso.
  (S/n): Minhas mãos estão sobre as minhas coxas, não muito distantes do perigo.
  Hobi: (S/n)…
  (S/n): Meu toque é reconfortante, mas nada que se compara ao seu, oppa..
  E então foi como um silêncio total, não havia mais nenhuma mensagem sendo respondida, e mais uma vez você gargalhava se orgulhando do possível resultado, mas derrepente foi possível se ouvir um baque vindo da porta.
  — Hoseok…— Disse assustada.
  — Eu não quero mais brincar.. — Se aproximou de você com os olhos mais sedentos que já havia visto.
  — Quem é o bebê agora?
  — Eu sou o que quiser, só vamos para o quarto agora, seu Oppa vai te ensinar algumas coisinhas, e uma delas é não o provocar em uma reunião. — A pegou no colo caminhando firmemente em direção às escadas.

Originally posted by silenhciosa

  • Min Yoongi

  Especialmente hoje, era uma data importante na família min, mais um ano de vida era comemorado pela mãe de yoongi, e como ele estava de folga, achou justo ir até lá visita-lá, te levando, claro.
  A família de yoongi sempre gostou de você, te achava uma menina tranquila de personalidade pacífica, e isso te fazia cada vez mais bem vista perante eles, mas no fundo, apenas yoongi que te conhecia bem sabia que aquilo era meramente superficial, existiam vários momentos em que você se mostrava pouco fofa e amigável, ele dificilmente admitia, mas adorava isso em você.
  — Estou bem? — Girou em sua frente esperando ele falar algo do vestido.
  — É um aniversário, não a coroação da rainha (S/n) — Dizia colocando as mãos nos bolsos.
  — Nossa yoongi, obrigada. — Seu rosto se fechou e seus pés faziam caminho de volta para o quarto quando ele a segurou pelo pulso.
  — Não seja boba, está linda.
  — Qual a sua dificuldade em ser um pouquinho mais amável? — Questionou.
  — (S/n), eu sou assim, você sabe, eu não costumo me render fácil.
  — Voce acha? — Perguntou erguendo uma das sobrancelhas.
  — Com toda certeza — A deu um beijo rápido. — Agora vamos antes que minha mãe me mate. — A puxou pelo pulso indo em direção ao carro.
  Demorou algumas horas até vocês chegarem naquela casinha bem arrumada e aparentemente cheia de vida.
  — (S/n), querida, que saudades! — A mãe de yoongi a abraçou apertado. — Achei que ele não fosse te trazer nunca mais.
  — Ele é cabeça dura Sra. Min — Riu.
  — Venha cá filho, pare de fugir de mim. — Ela o abraçou e ele fingiu não gostar.
  — Nunca fugiria da senhora. — A abraçou apertado, aquela era uma das melhores cenas que havia visto.
  Com o passar do tempo ambos já estavam sentados a mesa conversando descontraídamente.
  “Eu não costumo me render fácil…”, aquela frase martelava em sua cabeça, então quer dizer que min yoongi não costuma se render, uh? Veremos.
  Enquanto ele parecia empolgado num assunto com um de seus primos, sua mão pousou vagarosamente em sua coxa, e como reflexo ele a olhou, mas você permanecia conversando com uma das moças na mesa como se nada estivesse acontecendo. Então ele prosseguiu em seu assunto achando que não era nada demais, porém sua mão  caminhava sutilmente em direção ao fecho de sua calça, até ele a segurar.
  — O que está fazendo? — Sussurrou.
  — É melhor você soltar a minha mão antes que eu faça um escândalo. —   Disse por fim dando um risinho antes de se voltar novamente a uma das mulheres.
  Seu pulso foi solto e você esperou alguns instantes antes de retornar à o que fazia, seus dedos ágeis desceram o zíper da calça de yoongi, massageando sua área sensível.
  Você não podia ver seu rosto mas imaginava o quanto ele se continha no instante.
  — Hey yoongi, quer que eu ligue o ventilador? — Ouviu um dos primos dele falar. — Voce está suando cara.
  — Deve ser a jaqueta. — A voz de yoongi estava mais grave e profunda. — Mãe, posso mostrar a casa para (S/n)? — Disse suavemente apressado tentando arrumar suas calças discretamente.
  — Claro filho.
  Num impulso ele a puxou escadas a cima, então quando já não podiam mais ser vistos ele a empurrou contra a parede pressionando seu corpo contra o dele, a fazendo sentir o que havia causado.
  — O que deu em você? — Perguntou próximo ao seu ouvido, fazendo uma trilha de beijos por seu pescoço.
  — Estava só provando para você que quando eu quero, eu te faço se render. — Seu sorrisinho vencedor ainda estava ali.
  — Te digo o mesmo…

Originally posted by bwiseoks

  • Jeon Jungkook

  — Isso não vale jeon! — Dizia mais uma vez depois dele ganhar mais uma partida.
  — É, as vezes a vida é injusta. — Debochava.
  — Você tem prática nisso, já conhece esse jogo a séculos, oras. — Bufava.
  — Não é uma questão de prática, mas sim de atenção. — Não tirava os olhos por um segundo da tv.
  Idéias borbulharam em sua mente como um champanhe quente sendo aberto.
  — Então você precisa prestar atenção, certo? — Se levantava sutilmente do sofá.
  — Uhum
  — Seus olhos precisam estar vidrados na TV,  certo? — Seu corpo parou bem ao lado da tv, mas mesmo assim ele não mudava a direção de seu olhar.
  — Uhum
  — Então não se importaria se eu tirasse a minha blusa assim. — Suas mãos pegaram na barra de sua camisa a puxando para cima ficando apenas de sutiã, e logo percebeu jungkook entrar em conflito interno.
  — (S/n)..
  — Eu só estou com um pouco de calor, uh? — Foi a vez de seu short deslizar por suas pernas, novamente jungkook se via apreensivo, hesitando em olhar.
  Você estava começando a ficar frustrada, então realmente um jogo era mais importante que você?
  — Jungkook… — Começou a Chama-lo manhosa.
  Então ele pausou o jogo e a observou por um tempo.
  — Voce prefere o jogo então? — Brincou com o elástico de sua calcinha.
  Ele continuava sem se mover apenas a olhando fixo, suas mãos fingiram escorregar para dentro de sua calcinha, mas num impulso, jungkook levantou segurando seus pulsos contra a parede, a pressonando, aquele era o resultado que você desejava.
  — Qual o seu problema sobre perder? — Respirava pesadamente.
  — Eu nunca perco.  


Originally posted by theking-or-thekid

Agents of SHIELD S3 Declassified

some other quotes for 3x08 and 3x18 below the cut :) :) :)

3x08

Maurissa Tancharoen: Jed and I would have kept them in this unspoken love forever. But at a certain point, we’re literally building brick walls between them. We put Simmons on another planet - that’s how big of a brick wall we built. And yet, because they are in love, they ultimately just have to come together.

DJ Doyle: We always wanted to play Fitz and Simmons’ relationship as the ‘the long arc’. Once you start teasing things, it has to go somewhere. But it felt like there were so many instances where the two characters got to a point where something great was going to happen, and then massive amounts of pain fall down on top of them. I think we started to feel like we needed to allow it to continue to go somewhere at a certain point.

Paul Zbyszewski : I’m glad that we managed to draw it out this long, honestly, and come up with different ways of creating tension and giving them obstacles without making them false obstacles. We gave them these real challenges as a couple so when they get together, it feels earned. You’re rooting for these two, and they’ve been through so much. I just like that they’re together.

DJ Doyle: Elizabeth and Iain played that moment beautifully. I’ve never been so happy to see something I’ve written like that be filmed. And it wsa so much better than I imagined, and I think it really speaks to them as such incredible actos. It’s avery smal moment that they gave such meaning to, and they elevated it in a way that made me so happy and proud. But I think they were also nervous about it because they were friends.

3x18

Lauren LeFranc: Fitz and Simmons are over-thinkers. And it’s understandable because they’re intellectuals. They’re more comfortable thinking of things in terms of science, even their relationship. It’s a shorthand for them, and a lot of the will-they/won’t-they between Fitz and Simmons was due to the fact that they just wouldn’t talk to each other about very simple emotions. They just pined. But in this episode, they find a way to communicate with each other about things that they want. That’s why I think when they talk about the singularity in terms of a relationship and when they talk about sex for them being the event horizon, it’s their easy way of saying it’s what they want. Even though tis’ going to dynamically change their relationship moving forward.

Elizabeth Henstridge: You can’t talk about it that much. At some point it just happens. So many people would never go through that rationale because then it’s built up too much, but it was perfect for both of them.

Iain De Caestecker: But I understand that trepidation, because they’re good friends and they don’t want to jeopardise that first and foremost. It’s the point of no return, and tI get that. So you be careful about it. But then at the same time, they just decided to do it and see what happens.

Elizabeth Henstridge: But they both made sure that the other person wanted it.

Lauren LeFranc: A lot of people think that when you finally connect two characters together like this it’s like death. Because the pining and the longing was so exciting to watch. But with these two - who are very unique in that they’ve already loved each other for so long, they’re best friends - it’s a different thing because it’s not a new relationship. But it doesn’t necessarily mean that they truly know who the other person is, especially when it comes to a romantic intimacy. I think that’ll bring a lot of future story for the two of them in a way that’s extremely relatable. They’re in a relationship, now what? How will their work relationship affect their personal relationship and vice versa?

Paul Zbyszewski: I firmly believe that you can have a couple get together on tv and not have it be boring. Fitz-Simmons are the heart of SHIELD and when they’re together and people are rooting for them, they give us the best emotional stories and they give us terrific performances. Iain and Elizabeth are amazing and we can’t go wrong when we tell Fitz-Simmons stories.

So I asked DJ Doyle (the writer of 3x17) whether the “I have something magnificent right here … this picture of space” line was scripted or ad-libbed by Iain, and he replied: 

So now we know. Still felt like such a genuine reaction from Elizabeth, which I guess shows the beauty of her acting, and their on-screen chemistry. 

8

Leopold Fitz in every episode3x17 ‘The Team’
I just want an hour without imagining that half our teammates are gonna kill us.

Capítulo 50

Mayra: Ta tudo bem com você?
Vanessa: Ta, por que?
Mayra: Não sei, ta um pouco calada.
Vanessa: É o sono.
Mayra: Essa é a desculpa mais velha pra se dizer quando se esta triste ou como no seu caso, desanimada. É por causa da Clara? E não me mente!
Vanessa: Queria ter passado mais tempo com ela. Mas eu entendo que viemos a trabalho e tal. 
Mayra: Só por isso? Aquele episódio de outro dia não tem nada a ver? 
Vanessa: Também.

Mayra: A Clara é cabeça dura, mas com o tempo você se acostuma. – Vanessa sorriu. 
Vanessa: Tenho medo as vezes. 
Mayra: Medo? De que?
Vanessa: De me machucar futuramente. Eu já passei por uma decepção muito grande, tenho medo de revivê-la. 
Mayra: Que decepção?

Elas pretendiam continuar a conversa, mas o taxista interrompeu o assunto avisando que eles já estavam no endereço. Elas pagaram a rodada e desceram, deixando o assunto pra outra hora.

Rafael: Pensei que não viriam mais. – Sorriu e deu um selinho em May e outro na bochecha de Vanessa.
Mayra: Demoramos mas chegamos.
Rafael: Beleza Van?
Vanessa: Beleza e você?
Rafael: Sempre.
DJ: Pera aí! Ta faltando gente aí. – Sorriu. – Beleza meninas? – Deu um beijo em cada uma.

Vanessa: A Clara foi almoçar com os sócios dela e pediu desculpa, mas não tinha como faltar. E a Paula sumiu, como sempre.
DJ: Ah, tudo bem então. Vamos entrando que o almoço já esta quase pronto.

Eles entraram e ficaram conversando, logo que o almoço ficou pronto eles comeram e voltaram a conversar, tomando vinho um bom vinho. 

Vanessa: Quando vocês vão nos visitar no Brasil?
DJ: Eu vou tirar minhas férias lá, só não sei quando. – Sorriu.
Vanessa: Vai preparado porque você vai tocar comigo lá.
DJ: Agora que eu vou mesmo. Vai ser uma honra! 
Mayra: Por que vocês vieram pra cá? 
DJ: Nossos pais são separados, nosso pai mora no Brasil e nossa mãe aqui. Uma vez eu vim visitar ela e um amigo dela era DJ, comecei tocando brincando com ele e peguei gosto. No Brasil nosso pai embaçava muito com essa profissão, achava melhor eu fazer uma faculdade e aquela paranóia toda, já nossa mãe era ‘liberal’, então resolvi ficar por aqui mesmo. E esse pentelho – Rafael - ia aonde eu ia na época, era um carrapato comigo e veio junto.

Mayra: Não tem vontade de voltar ao Brasil?
DJ: Nunca pensei nessa hipótese. 
Mayra: E você Rafa?
Rafael: Eu tenho vontade sim. Sinto falta de lá, apesar de aqui ser muito bom em todos os sentidos.
Vanessa: Boate pra você não falta lá, DJ.
Rafael: Ta na hora desse cara parar de ser apenas um DJ e abrir a própria boate. 
Vanessa: O Rafa tem razão. 
Rafael: Vai meter isso na cabeça dele.
DJ: To tão acostumado com o povo daqui.
Mayra: Vocês dois podiam abrir uma boate no Brasil.
Vanessa: Viajou legal agora, May.
Rafael: Por que? Eu curti a idéia. 
Vanessa: Nunca me imaginei como dona de uma boate. 
Mayra: Prefere ser DJ a vida toda?
Vanessa: Óbvio que não. Pretendo fazer uma faculdade, mas não decidi de que ainda.

DJ: A idéia é boa. Quando eu estivesse aqui, você tomaria conta lá. 
Vanessa: Isso é um assunto que se tem que pensar e conversar muito, e nossa hora está curta. Mais um pouco e nos atrasamos. 
Rafael: Já vão?
Mayra: O tempo passou que nem vi.
Vanessa: Vamos sim. Temos que pegar as coisas no Hotel e ir ao aeroporto. 
DJ: Nós levamos vocês. 
Vanessa: Não precisa.
DJ: Faço questão. E nem vem que hoje nós levamos sim. – Eles riram.
Vanessa: Ta bom então. 

Eles terminaram o vinho e foram para o Hotel, chegando lá, as meninas subiram e os meninos ficaram esperando la embaixo. 

Mayra: Vou pegar minhas coisas e te encontro lá embaixo, ok?
Vanessa: Certo.

Cada uma foi para o seu quarto.

Vanessa: Clara?
Thayane: Oi amor.
Vanessa: E o almoço?
Thayane: Foi tranqüilo. E o almoço de vocês?
Vanessa: Também. Faz tempo que chegou?
Thayane: Uma hora, mais ou menos. Tentei te ligar, mas você deixou seu celular aqui.
Vanessa: Nem percebi. – Sorriu.
Thayane: Vamos?
Vanessa: Sim, o DJ e o Rafa vão nos levar ao aeroporto.

Elas pegaram suas coisas e desceram. 

DJ: Ah, fugiu de nós então. – Clara sorriu e o cumprimentou. 
Clara: Não deu pra ir mesmo. Desculpe.

DJ: Relaxa, as meninas explicaram. 
Clara: Mas eu aguardo a visita de vocês no Brasil!
DJ: Pode deixar. Deixem que a gente guarda as coisas de vocês, podem irem entrando. 

Elas entraram no carro e se ajeitaram.

Clara: E a Paula?
Mayra: Nos encontra no aeroporto, lembra? – Clara sorriu.
Clara: Ah é. 

Os meninos guardaram as coisas e as levaram para o aeroporto. Chegando lá, foi a hora da despedida.

DJ: Foi um prazer te rever, Van. – A abraçou.
Vanessa: Eu digo o mesmo. E não esqueça, to esperando você e seu irmão lá no Brasil. – Ele sorriu.
DJ: Eu vou sim, pode esperar. – Ele olhou Clara. – Foi um prazer te conhecer Clara.
Clara: O prazer foi todo meu. – Sorriu.

DJ: Cuida bem da minha baixinha, viu? É uma ordem! – Eles sorriram.
Clara: Pode deixar. – Ele andou até a May e a abraçou.
DJ: Se quiser ser da família pra valer, eu vou adorar viu? – Sussurrou.
Mayra: Pode deixar.

Clara e Beta se despediram de Rafa e entraram na sala de embarque, deixando May se despedindo dele. 

Mayra: Bom, então até mais. – Sorriu e ele sorriu junto.
Rafael: Adorei te conhecer. – Colocou a franja dela atrás de sua orelha. – Tem certeza que não quer tentar algo a distância?
Mayra: Tenho. Se for pra nós ficarmos juntos, vai ser. – Ele sorriu.
Rafael: Se quiser me ligar sete vezes na semana, eu não ficarei bravo. – Ela sorriu.
Mayra: Até mais. – O beijou no rosto.
Rafael: Até. 

Ela entrou na sala, onde as meninas a estavam esperando.

Clara: E aí, tão namorando? – May apenas sorria.
Vanessa: Fala logo May!
Mayra: Decidimos deixar com o tempo.
Clara: Broxante.
Vanessa: Falando em broxante, cadê a Paula?
Clara: Pois é, ta quase na hora do nosso vôo.
Mayra: Olha quem ta chegando correndo, como sempre. – Apontou pra Paula.

Paula: Quase perdi a hora.
Clara: Percebemos. E sua amiga?
Paula: Ficou lá fora.
Mayra: Tava curiosa pra conhecê-la.
Vanessa: Só na próxima viagem agora.

Minutos depois e elas embarcaram no avião. Elas conversaram durante alguns minutos e logo pegaram no sono. De madrugada, Vanessa acordou e foi ao banheiro. Todos dormiam e o sono dela havia se perdido. Não levou muitos minutos e ela reencontrou seu sono. Era uma sete da manhã, quando Clara a acordou.

Clara: Acorda amor, já chegamos.
Vanessa: Já?
Clara: Sim. Vamos descer.

Do aeroporto, elas foram direto para o apartamento, pois estavam cansadíssimas. Chegando lá, jogaram as coisas em qualquer canto e foram dormir. Lá pelo meio dia, o pai de Clara ligou.

Henrique: Oi filha, como foi a viagem?
Clara: Deu tudo certo Pai. 
Henrique: E o negócio?
Clara: É nosso.

Eles conversaram durante alguns minutos, Clara contou detalhes da viagem, o que ocorreu nas reuniões, o que apresentou para ser escolhida, enfim, tudo o que aconteceu. Depois de contar tudo, ela voltou a dormir, com Vanessa ao seu lado.

Eram umas quatro horas da tarde, quando bateram na porta e May foi atender.

Mayra: Mas quem será à uma hora dessas? – Ela abriu a porta.
Edu: Oi May, tudo bom?
Mayra: Tudo e com você, Edu?
Edu: Melhor agora. – Sorriu.
Mayra: Entra. – Ele entrou.
Edu: E as meninas?
Mayra: Estão dormindo. – Eles se sentaram no sofá, um em cada um. 
Edu: Dormindo? Chegaram faz tempo?
Mayra: Algumas horas. Mas a viagem foi cansativa.
Edu: Entendo. – Levantou-se. – Eu venho outra hora pra saber como foi a viagem.
Mayra: Não, tudo bem. Eu já ia levantar mesmo. – Ele voltou a se sentar.
Edu: E o negocio da Clara, deu certo?
Mayra: Deu sim. O velho escolheu a empresa dela. – Ele sorriu.
Edu: Era um velho?
Mayra: Não sei, deve ser. Todo poderoso de empresa é velho. – Eles riram.

Paula: Boa tarde Edu. – Entrou na sala.
Edu: E aí Paula. Que cara de sono, velho.
Paula: Disfarce, por favor. – Sentou quase no colo de May. – E o Junior, cuidou dele pra mim?
Edu: Como prometi!
Paula: E ele se comportou?
Edu: Feito um anjo.
Paula: Conta outra! Cadê ele?
Edu: Não chegou do trabalho ainda. 
Paula: Safado! – Ele sorriu.
Edu: To indo nessa, meninas. – Levantou-se. 
Paula: Já?
Edu: Eu vim só pra ver como estavam. Talvez mais tarde eu apareço com o Junior.
Mayra: Eu te levo até a porta. – Levantou-se e foi com ele até a porta.

Edu: Vocês vão sair?
Mayra: Acho que hoje ninguém ta em condição de sair. 
Edu: Beleza. Você voltou mais linda, sabia? – May sorriu tímida.
Mayra: Obrigada. – Ele retirou-se e ela fechou a porta.

Paula: E as meninas, estão acordadas?
Mayra: Não sei. Se estiverem, não saíram do quarto ainda.
Paula: Vamos lá ver?
Mayra: Vamos. 

May e Paula foram até o quarto de Clara e viram ela deitada de conchinha com Vanessa, e resolveram não acordá-las. 

Mayra: Ta vendo? É um amor como o delas que eu quero pra mim.
Paula: Deixar o bonitão lá te deixou carente, né?
Mayra: Ah, não começa!

As duas ficaram conversando e a hora passou, lá pelas sete da noite, Clara e Vanessa acordaram. 

Vanessa: Huuuuuuuuuuuuuum! – Espreguiçou-se. Clara sorriu.
Clara: Bom dia preguicinha! – Vanessa sorriu.
Vanessa: Bom dia. – Ela olhou em volta. – Bom dia? Já é dia?
Clara: É, não é? – Ela olhou o relógio. – Não, são sete da noite.

Vanessa: Putz, pensei que eu tinha dormido a noite toda já. Carai, de onde vou arranjar sono depois?
Clara: Mais tarde eu te canso. – Sorriu maliciosa.
Vanessa: Vou cobrar isso! – Deu um selinho em Clara.
Clara: Vamos levantar?
Vanessa: Vamos.

Elas tomaram um banho rapidinho e foram ver se as meninas estavam acordadas também. 

Paula: As dorminhocas resolveram acordar.
Mayra: Mas é um sono, hein!
Vanessa: Demais. 
Paula: Querem jantar?
Vanessa: Eu to sem fome.
Clara: É um milagre. – Sorriu. – Também to sem fome. 

Elas ficaram jogando papo fora e logo chegou Christian.

Junior: Cadê a minha bolachinha de chocolate branco?
Vanessa: Não! Eu não ouvi isso! 
Paula: Amooooooor! – Saiu correndo e se agarrou nele.
Mayra: Respingou mel em mim!

Junior e Paula se curtiram um pouco e logo se juntaram as meninas na conversa e no vinho. Logo, o celular de Clara toca e pela expressão de seu rosto, Vanessa pode perceber que era Fabian. Clara pede licença e vai atender no quarto. 

Vanessa: De volta a realidade. 

O pessoal apenas se olha e Vanessa serve mais um pouco de vinho. Mais uns minutos de conversa, e Paula e Junior resolvem ir matar a saudade no apartamento dele. 

Vanessa: E como sempre, restou apenas nós. – May sorriu.
Mayra: Preciso arranjar um namorado.
Vanessa: Não esquece de mim. – May a encara.
Mayra: O que?
Vanessa: Ué, apesar de não ter namorado, tem a mim que sempre sobra com você.
Mayra: Você não está tentando me animar, né? Porque se estiver, não esta funcionando nem um pouco. – Vanessa começou a rir.
Vanessa: To zuando você. Quer mais vinho?

Mayra: Quero, faz tempo que não bebo.
Vanessa: É…- Serviu a taça de May -…faz algumas horas que você não bebe.
Mayra: Não entramos em detalhes, ok? – Vanessa sorriu novamente.
Vanessa: Só você pra me fazer rir.

Elas conversam mais um pouco e logo Clara se junta a conversa.

Clara: E aí…- Ela se senta quase no colo de Vanessa -…estão sem sono?
Mayra: Eu to. Dormi demais.
Vanessa: Somos duas May. 
Clara: Ainda bem que amanhã não preciso acordar cedo. – Serviu mais um pouco de vinho. 

As três ficaram jogando papo fora madrugada adentro. Era umas duas e meia quando elas resolveram ir se deitar, o sono demorou um pouco, mas logo veio e elas adormeceram. Lá pelas oito, Vanessa já estava em pé e ela não era a única.

Vanessa: Caiu da cama também? – Sentou-se no banco próximo ao balcão.
Mayra: Meu sono ta desregulado.
Vanessa: É a viagem. Faz tempo que você preparou o café?
Mayra: Acabei de fazer.
Vanessa: Ta com uma cara linda.
Mayra: Eu?
Vanessa: Não, o café. – May sorriu.
Mayra: Anta! E a Clara?
Vanessa: Dormindo.
Mayra: Nada abala o sono daquela lá. – A campainha toca. – Vai você!
Vanessa: Eu vou. Faz um favor pra mim enquanto isso?
Mayra: O que?
Vanessa: Serve um pouco de café pra mim?
Mayra: Sirvo. – Vanessa foi até a porta.

Vanessa: Pois não?
xXx: Bom dia. Tenho uma entrega de flores.
Vanessa: Flores? – Ela admirava o buque de flores lindo. 
xXx: A senhora Clara se encontra? – Vanessa não gostou de ouvir aquela pergunta.

Vanessa: Ela ta dormindo. Pode ser outra pessoa?
xXx: Pode. Só preciso da sua assinatura. – Vanessa assinou o tal papel e pegou o buque. - Obrigado. Tenha um bom dia.
Vanessa: Bom dia pra você também. – Ela fechou a porta.

Mayra: Quem era? Nossa, que flores lindas. Pra quem são?
Vanessa: Pra sua prima. – Colocou as flores na mesa.
Mayra: Pra Clara? – Ela se arrependeu de ter feito a pergunta.
Vanessa: São do Fabian.
Mayra: Seu café esta pronto. 
Vanessa: Não quero mais. 
Mayra: Aonde você vai? – Clara se juntou a elas.

Clara: Bom dia. – Sorriu. May e Vanessa estavam um tanto sérias.
Mayra: Bom dia prima.
Vanessa: Bom dia Clara.
Clara: Vai sair amor?
Vanessa: Vou. Tenho umas coisas pra fazer, não sei que horas vou chegar.
Clara: E essas flores? Nossa, que lindas.
Vanessa: São pra você. – Ela retirou-se e foi até o quarto pegar sua bolsa.

Clara: Quem recebeu as flores?
Mayra: Ela.
Clara: Merda!
Mayra: Ela não gostou nadinha da surpresa.
Clara: Falei com ele ontem e ele não comentou nada.
Mayra: Homem não avisa quando vai mandar flores. A menos que ele tenha aprontado, claro. 
Clara: Ela disse pra você aonde vai?
Mayra: Não. – Vanessa volta.

Vanessa: Até mais tarde. – Vanessa vai dar um selinho em Clara, mas ela desvia do beijo.
Clara: Espera. Aonde você vai?
Vanessa: Resolver uns lances pendentes aí.
Clara: Que lances?
Vanessa: Da boate, do meu apartamento, essas coisas. 
Clara: Eu não sabia que ele ia mandar as flores.
Vanessa: Até onde eu lembro, eu não comentei nada a respeito.
Clara: Com esse bico, nem precisa falar nada. – May resolve sair dali.
Mayra: Com licença, vou arrumar minha cama. – Retirou-se.

Vanessa: Ele te mandou flores, e daí?
Clara: Eu que te pergunto.
Vanessa: Tudo bem. É teu noivo, não é? Ele tem direito.
Clara: Então porque você muda comigo assim?
Vanessa: Mudo como?
Clara: Fica fria, mal me olha, acha uma desculpa pra ficar longe de mim.
Vanessa: Não viaja Clara! Eu realmente tenho umas coisas pra fazer.
Clara: Por que não faz mais tarde?
Vanessa: Ta bom cara, ta bom. Eu não gostei dele ter te mandando flores, satisfeita?
Clara: E eu tenho culpa disso?
Vanessa: Não, mas quando eu to chateada com alguma coisa, de cabeça quente, pra não falar merda, prefiro ficar sozinha.– Clara a encarou.
Clara: Então vai.
Vanessa: O que?
Clara: Você não queria sair? Ficar longe de mim? Vai então. 
Vanessa: Não é ficar longe de você. – Ela aproximou-se de Clara e acariciou seu rosto. - É ficar um pouco quieta na minha, pra não falar sem pensar. – Clara se afastou. 
Clara: Pode se retirar. 

Vanessa engoliu quieta o que Clara disse e saiu. Já Clara correu e pediu colo pra May, elas ficaram conversando até Clara se acalmar. A manhã passou voando, Vanessa resolveu tudo o que tinha pra resolver e foi caminhar um pouco na praia, pra ‘relaxar’.

Depois de muito caminhar pela areia, ela resolveu sentar-se e admirar o mar. Em meio a bela paisagem, ela pensou na discussão que teve mais cedo com Clara. Por mais que ela soubesse que Clara realmente não tinha culpa nenhuma e que tentasse não se importar, ela se importava. Se importava tanto a ponto de não conseguir fingir. Talvez nem fosse ciúme e sim, raiva. Raiva de saber que existe outro que chama a sua garota de minha, que diz que a ama e de que, provavelmente, a terá pra sempre com ele. 

Ela tentava não pensar muito nessa hipótese – apesar de ser a mais certa – de que Fabian teria Clara pra sempre com ele. Em alguns poucos minutos, ela pensava que tudo teria um rumo diferente, que Clara a assumiria e que ficasse com ela pra sempre. Segundos depois de pensar assim, ela voltava a realidade e preferia não pensar em hipótese nenhuma, apenas viver o momento. Mais uma vez Vanessa percebeu que exagerou e resolveu redimir-se com Clara. Ela passou em uma loja de presentes e comprou um ursinho de pelúcia lindo e foi direto para o apartamento das meninas.

Ao chegar no apartamento, ela encontrou com May na sala.

Vanessa: Oi May. E a Clara?
Mayra: No quarto, lendo.
Vanessa: Valeu. 

Vanessa foi em direção ao quarto e antes de abrir a porta respirou fundo e tomou coragem, logo bateu na porta.

Clara: Pode entrar.

Vanessa não entrou, ela abriu um pouco a porta e colocou, apenas, sua mão com o ursinho de pelúcia pra dentro do quarto. O ursinho segurava um papelzinho escrito ‘desculpa neném?’. Como Clara não falou nada, Vanessa colocou sua cabeça pra dentro do quarto também e viu Clara apenas a olhando, então ela resolveu entrar de vez e foi até a cama, onde se deitou ao seu lado. 

Vanessa: Esse aqui é o Pompom. Ele veio te pedir desculpas.
Clara: Desculpas pelo que? – Clara se mantinha séria e Vanessa fazia de conta que o ursinho que falava com ela.
Vanessa: Pelo comportamento da tua namorada mais cedo. Ela foi uma boba e ficou com ciúme, mas me disse que não vai mais fazer isso e se você quiser, pode até dar umas palmadinhas no popo dela. – Clara não agüentou e deu um sorriso, abraçando Vanessa logo em seguida.
Clara: Eu desculpo você sim.
Vanessa: Eu não suporto ficar nesse clima com você, dá um aperto no peito quando você fica chateada comigo. – A abraçou mais apertado.

Clara: Desculpa ter falado com você daquele jeito?
Vanessa: Claro. Esquece isso.
Clara: Mesmo?
Vanessa: Mesmo. – Clara sorriu.
Clara: Então ta bom. – A apertou mais um pouco.
Vanessa: Vai pra empresa hoje?
Clara: Não, só amanhã. Sem condições hoje. – Vanessa sorriu.
Vanessa: Preguicinha.
Clara: É sério, to exausta. 
Vanessa: Quer massaginha pra relaxar?
Clara: Hum, eu quero. – Vanessa se afastou um pouco dela.
Vanessa: Então deita de bruços, mas antes tira a blusa. – Clara a fitou. 
Clara: Que massagem é essa que me quer pelada? – Vanessa sorriu.
Vanessa: Vai por mim, sem blusa você vai sentir bem mais a massagem.
Clara: Sério?
Vanessa: Seríssimo! – Na verdade, Vanessa não fazia idéia do que estava falando, Clara caiu no papo, e tirou a blusa, deitando-se de bruços logo em seguida.

Narrando como Vanessa



Ela estava a minha frente, suas costas exposta pra mim era como um imã que atraía minhas mãos. Na parte debaixo ela usava apenas um short pequeno. Pequeno? Era minúsculo. Sem perder tempo eu sentei sobre sua bunda, deixando uma perna minha de cada lado de seu corpo e toquei com minhas mãos em suas costas. A pele dela estava quente e se arrepiou com meu toque. Clara fechou seus olhos e eu iniciei a massagem. Na verdade, eu não entendia nada de massagem, tudo era um pretexto pra tê-la naquela posição e matar minha vontade, que não era pouca. Comecei massageando na altura de seus ombros, fiquei ali enrolando por alguns minutos e logo desci minhas mãos pro centro das suas costas. Eu pressionava meus polegares com forças e de acordo com os movimentos, eu mexia meu quadril. Deslizei, em seguida, mais um pouco minhas mãos, massageando, agora, um pouco acima de sua bunda. Por causa do movimento, eu tive que sair de cima de sua bunda, ficando agora, sentada sobre suas pernas. Como eu não entendia nada de massagem, resolvi fazer o que eu sei fazer. Apoiei uma mão minha ao seu lado na cama e com a outra fiquei acariciando sua pele.

Logo aproximei meus lábios de suas costas e os rocei debaixo pra cima até chegar um pouco abaixo de sua nuca. Assim que ela sentiu meus lábios, ela contraiu seu corpo e mais uma vez se arrepiou. Eu adorava vê-la daquele jeito! Distribuí alguns selinhos ali e com minha mão, acariciava e apertava com desejo a lateral de seu corpo. Em questão de segundos eu me afastei de seu corpo, sem que ela percebesse, tirei minha blusa e meu sutiã e me aproximei mais uma vez de seu corpo, ficando na mesma posição de antes. Dessa vez, eu rocei o bico dos meus seios por suas costas, debaixo pra cima como fiz com meus lábios anteriormente. Nesse momento vi Clara apertando o travesseiro. Sentei novamente em sua bunda, inclinei meu corpo mais uma vez e voltei a roçar o bico dos meus seios pelas costas dela. Com minha mão livre, eu coloquei seus cabelos para o lado e comecei a distribuir selinhos por sua nuca, enquanto massageava a lateral de seu corpo. Clara já estava com seu corpo inquieto sob mim. Vez em outra eu mordiscava com cuidado sua nuca. 

Clara: Você chama isso de massagem? – Falou com certa dificuldade.
Vanessa: Não, a massagem já ficou pra trás há muito tempo. – Sorri.

O short dela, apesar de ser do tamanho que eu gosto rs, naquele momento me incomodava, então resolvi me livrar dele logo de uma vez. Mais uma vez me afastei de seu corpo e comecei a descê-lo, fazendo ela entender o que eu queria. Clara ergueu um pouco seu corpo e me ajudou a tirá-lo. Clara estava apenas de calcinha em minha frente e isso me deixava ainda mais molhada. Antes que eu voltasse a provocá-la, ela me interrompeu.

Clara: Faz um favor pra mim?
Vanessa: Qual?
Clara: Tira seu short também? 

Diante de seu pedido, eu apenas sorri e fiz como ela pediu. Livrei-me rapidamente do short e já aproveitei me livrei da calcinha também. Um trabalho a menos já. Clara, sem aviso prévio, virou-se debaixo de mim, ficando de barriga para cima agora. Suas mãos percorriam a lateral de minhas pernas enquanto em seus olhos eu podia ver o desejo que havia dentro dela. Logo comecei a movimentar meu quadril, fazendo nossos sexos se roçarem – como era permitido -, enquanto uma mão minha massageava um seio dela. Levei essa mesma mão minha até seu colo, e por entre seus seios, a deslizei passando em sua pele a ponta de minhas unhas, até sua bexiga.

Clara mais uma vez contraiu seu corpo e apertou com força minhas pernas. Inclinei meu corpo deixando meus lábios na altura de seus seios, em seguida os rocei de leve em um seio, mas mal enconstando-os em sua pele. O vapor quente que saía de minha boca acabou deixando seu bico mais enrijecido. Clara tentava a todo custo fazer com que eu mexesse mais meu quadril, mas para pirraçá-la, eu fiz o contrário e parei meus movimentos. Coloquei minha língua pra fora e comecei a massagear seu mamilo com certa força, arrancando um gemido meio abafado. Logo fui para seu outro bico e comecei a sugá-lo. Clara insatisfeita com minha demora, virou-se rapidamente comigo na cama, me deixando por baixo.

Vanessa: Isso não vale, é trapaça. – Clara sorriu.
Clara: Vou te mostrar como é bom ser provocada. 
Vanessa: Será que você consegue? – Sorri debochada.
Clara: Daqui a pouco você me diz! – Me devolveu o sorriso debochado. 

Clara pegou minha mão e a levou até entre suas pernas.

Clara: Quer sentir como você me deixa? – Balancei minha cabeça em sinal positivo enquanto a encarava. 

Ela encostou meus dedos em sua calcinha e eu a pude sentir bem molhada. Nesse momento senti também um frio na barriga e fiquei mais excitada do que eu já estava. Eu precisava, necessitava tocá-la pra valer, então tentei puxar sua calcinha para o lado, mas só tentei. Clara puxou minha mão rapidamente.

Clara: Você já sentiu, agora apenas olhe. – A fitei sem entender.

Clara levou sua própria mão até sua intimidade e começou a massagear seu clitóris por cima da calcinha, enquanto eu observava cada movimento de seus dedos. Minha boca ficou seca e minha respiração ficou ofegante. Clara estava de olhos fechados, mordendo seu lábio inferior e deixando alguns gemidos escaparem enquanto dava prazer a si mesma. Agora era minha vez de apertar suas coxas com força. 

Vanessa: Tira sua calcinha. – A implorei.

Ela não fez como pedi e para meu desespero levou sua mão para dentro de sua calcinha e voltou a se tocar. Agora, pelo movimento de sua mão eu pude perceber que ela estava penetrando um dedo. Meu corpo já estava dando indícios de que eu não poderia agüentar essa tortura por muito tempo, então levei minhas mãos até sua calcinha e violentamente a puxei, rasgando-a e a jogando longe. Após me livrar da calcinha, afastei minhas pernas, levei minhas mãos até seu quadril e comecei a mexe-lo fazendo nossos sexos se roçarem com perfeição agora. Clara apenas apoiou suas mãos na cama e deu procedência aos movimentos de seu quadril. 

Vanessa: Goza comigo hoje. – Apertei sua bunda com força. 
Clara: Sorte a sua que eu já estava bastante excitada. – Sorri quase perdendo as forças.

Nós continuamos nossos movimentos, eu pressionava o quadril de Clara para baixo e ela aumentava o ritmo do mesmo. Nossos corpos já estavam suados e bastante ofegantes, em minutos eu gozei e Clara gozou logo em seguida, desabando sobre mim. Era ótimo sentí-la desfalecida sobre mim.

O cansaço mais uma vez tomou conto de nós, nos enrolamos no lençol, nos abraçamos e logo em seguida o sono chegou, nos fazendo adormecer.

Capítulo 47

Era quase onze horas da manhã quando Vanessa acordou e se deparou sozinha na cama. Clara havia saído bem cedo e dessa vez, não a acordou. Ela tomou um banho, vestiu uma roupa bem quente e foi assistir televisão, minutos depois May bateu na porta.

Mayra: Bom dia Van. Te acordei?
Vanessa: Não May, faz um tempo que eu acordei, entra. – May entrou.
Mayra: A Clarinha já saiu? 
Vanessa: Já, saiu bem cedo, nem vi ela saindo. – Andou até a cama, sentou-se e se cobriu com o edredom. – E a Paula?
Mayra: Saiu cedo também, foi passar o dia com uma amiga que mora aqui por perto. Bem, diz ela que é amiga né? – Sorriu e sentou-se ao lado de Vanessa na cama, também cubrindo-se com o edredom. – Eu sei que sou abusada! – Vanessa sorriu.
Vanessa: Já almoçou?
Mayra: Não.
Vanessa: Vamos pedir o almoço aqui no quarto?
Mayra: Ótima idéia. O que vai fazer a tarde?
Vanessa: Como eu acho que a Clara não vai voltar tão cedo, pensei em ir fazer umas compras. E você?
Mayra: Sem planos.
Vanessa: Me acompanha?
Mayra: Claro! Mas pede a comida logo que eu to com fome. – Vanessa sorriu.

Vanessa pegou o telefone e pediu o almoço, minutos depois bateram na porta.

Vanessa: Deve ser o almoço, atende lá.
Mayra: Eu por que?
Vanessa: Eu pedi o almoço, você abre a porta.
Mayra: Eu não, ta bem quentinho aqui. Vai você.
Vanessa: Ótimo, ficamos sem almoço. – May pensou um pouco.
Mayra: Eu abro. – Levantou-se e foi abrir a porta. Vanessa sorriu.

Elas almoçaram e logo em seguida se arrumaram e saíram. May comprou algumas bobagens enquanto Vanessa, procurava a loja que queria. Depois de muito andar, entraram em um shopping e finalmente, encontraram a loja.

Mayra: O que você quer em uma loja de acessórios de motos?

Vanessa: Comprar acessórios pra uma moto?
Mayra: Que moto? Vai dar de presente a alguém?
Vanessa: Não, é pra minha moto. – May a olhou fixa nos olhos.
Mayra: Vai brincar que tem uma moto agora?
Vanessa: Eu tenho uma moto.
Mayra: Então por que só anda de carro?
Vanessa: Porque minha moto ficou em Porto Alegre.
Mayra: Por que?
Vanessa: Porque eu tinha parado com as corridas, mas bateu saudade.
Mayra: Corridas?
Vanessa: É. Pegas, sabe? Pegas, rachas…
Mayra: Você faz esse tipo de coisa?
Vanessa: Fazia. Sempre fui amante de perigo. – Sorriu. – Dei muita dor de cabeça pra minha mãe quando era adolescente. Alta velocidade me acalma me deixa tranqüila, só não me pergunta por que, que nem eu sei. – Sorriu de novo. 
Mayra: Isso é proibido, você sabe?

Vanessa: Óbvio May! Quando eu era de menor, eu fazia esses rachas proibidos, mas depois que tirei minha CNH, comecei a correr em Tarumã que é um lugar apropriado pra pegas amadores e não é proibido. 
Mayra: Pretende voltar a correr quando voltar pra Porto Alegre?
Vanessa: Não. Minha moto ta vindo pra cá. Aliás, pra onde eu moro. – Sorriu.
Mayra: OMG, vai voltar a correr?
Vanessa: Vou, eu preciso.

Mayra e Vanessa seguiram conversando enquanto Vanessa comprava alguns acessórios para sua moto. Depois de algumas horas, Clara ligou avisando que voltaria para o Hotel somente a noite, pois fariam uma maquete do projeto e isso levaria tempo. Elas ficaram fazendo hora no shopping e pra variar, a fome bateu e elas pararam para fazer um lanchinho e seguiram o assunto sobre rachas.

Mayra: Você já sofreu algum acidente fazendo esses pegas?
Vanessa: Vários. – Sorriu. – Já caí muito. No começo, toda semana eu parava no hospital. – Sorriu mais.
Mayra: Você é mais louca do que eu pensava!
Vanessa: Pára! Você nunca participou de um racha?
Mayra: Nunca.
Vanessa: Quando voltarmos ao Brasil, eu vou te levar em um.
Mayra: Não, obrigada. Pretendo viver mais alguns anos. – Vanessa riu.
Vanessa: Você vai curtir. Eu garanto.

Elas conversaram mais um pouco e após voltaram para o Hotel. Enquanto May tomou seu banho, o DJ – amigo de Vanessa – ligou pra Vanessa a chamando pra ir a boate e conversarem mais um pouco. Como Clara demoraria pra chegar, ela aceitou o convite e convenceu May a ir com ela. Ambas estavam completamente lindas minutos depois. Vanessa chamou Paula pra ir junto, mas ela havia chegado bêbada e recusou o convite.

Já na boate, o DJ apresenta Rafael (seu irmão) às meninas. Eles bebem, conversam, riem bastante e Vanessa acaba ‘esquecendo’ um pouco de que Clara estava com Jonas. A conversa e a risada rolava solta até que o celular de May tocou e ela foi atender.

DJ: A May namora?
Vanessa: Não, é solteira. Desperdício né?
DJ: Um absurdo! – Sorriu.
Vanessa: Por quê? Esta interessado nela?
Rafael: Ele não, eu! – Vanessa o olhou.
Vanessa: Xii Rafa, ela é mega difícil. 
Rafael: Não rola uma ajudinha?
Vanessa: Ta querendo que eu chegue nela por você?
Rafael: Não necessariamente isso. Mas podia trovar um pouquinho, né?
Vanessa: Eu posso tentar, mas não garanto nada.
Rafael: Valeu! – Sorriu.

Rafael era tão lindo quanto Léo. Era um moreno claro, olhos verdes, cabelos escuros, alto, corpo atlético, super bem humorado, maduro, enfim, quase impossível de dizer não. Assim que May voltou a mesa, Vanessa a chamou para ir ao banheiro.

No banheiro

.

Vanessa: O que achou do Rafa?
Mayra: Ai eu to bêbada. Que? O Rafa? Nossa, um pedaço de mal caminho, ah se me desse bola. – Sorriu bêbada.
Vanessa: Ele ta afim de você. – May ficou completamente séria.
Mayra: O que? – Vanessa sorriu.
Vanessa: É, ele perguntou se você namora, se fica com alguém. Ele te achou muito linda.
Mayra: Ta brincando né?
Vanessa: É sério. Acho que ele vai pedir pra ficar com você. – May arregalou os olhos. 
Mayra: Ai meu Deus. – Andou em direção a porta. – Eu preciso ir embora dessa boate logo! – Vanessa a segurou pelo braço.
Vanessa: Ei, você não vai sair daqui!
Mayra: Como não? Ele quer ficar comigo!
Vanessa: E daí? Vai lá guria, dá uns beijos nele.
Mayra: Não!
Vanessa: Por que? – May pensou um pouco.
Mayra: Eu não sei.
Vanessa: Deixa de ser boba May, aproveita e fica com ele. Ele é um cara maneiro.

May recusou várias vezes a idéia de Vanessa, mas aos poucos foi cedendo. Ela soube como convencê-la a ficar com Rafael. Na verdade, ela não tinha nada a perder. Depois de alguns minutos, elas voltaram a mesa e Vanessa fez um sinal positivo a Rafael que entendeu o recado. 

Rafael: Aceita dançar comigo, May? – Ela olhou Vanessa e sorriu.
Mayra: Claro.

Um minuto de dança e rolou o primeiro beijo. O primeiro de muitos! Enquanto o casal se divertia, Vanessa e o DJ conversavam sobre tudo que aconteceu nesses anos longe um do outro. Algumas horas depois, e as meninas resolveram ir embora.

Vanessa: Bom, a gente ta indo.
DJ: Eu e o Rafa levamos vocês.

Os quatro se retiraram da boate e seguiram para o carro do DJ. Poucos minutos e eles já estavam em frente ao hotel.

DJ: É melhor eu e o Rafa subir com vocês.
Vanessa: Não precisa.
DJ: A May parece estar um pouco bêbada, vai dar conta?
Vanessa: Tudo bem, ja me acostumei a carregar ela. – Eles riram.
Mayra: Ela da conta de mim sozinha! - Sorriu maliciosa e bem bebada.
Rafael: Tem certeza Van?
Vanessa: Tenho sim, mas obrigada de qualquer forma. – Elas saíram do carro.
DJ: Na nossa próxima saída quero conhecer tua namorada, não esquece.
Vanessa: Pode deixar, na próxima ela vai comigo. Boa noite pra vocês.
Rafael: Boa noite, amanhã eu ligo pra May.
DJ: Boa noite pra vocês duas. 

Vanessa envolveu seu braço em volta da cintura de May, não que ela não conseguisse se equilibrar em pé, mas Vanessa não queria correr o risco de vê-la se estabanando no chão e seguiram para o quarto de May. Chegando lá, Paula estava dormindo em sono profundo, resultado de um bom porre.

Enquanto elas subiam, May falava muita besteira fazendo Vanessa mandá-la falar baixo a todo momento. No quarto não foi diferente, May falava demais, ria demais até que se aproximou da cama e se jogou, adormecendo profundamente logo em seguida.

Vanessa: Ah não, pera aí May, você não vai dormir agora né? 

Vanessa ficou alguns segundos olhando May que nem se mexia.

Vanessa: May? Acorda May! Tira esse roupa pra dormir guria, acorda! – Ela coçou a cabeça. – Ae, eu não vou tirar a sua roupa viu? Você vai dormir assim, então. – May continuava sem se mexer. – Ah então ta, boa noite!

Vanessa saiu do quarto e voltou segundos depois.

Roberta: Aff, se a Clara me pega fazendo isso ela me mata, sabia?

Vanessa tirou o calçado de May e logo ficou tomando coragem pra tirar a sua roupa. Aos poucos ela se aproximou de May, ficou de joelhos ao seu lado na cama e começou a tirar a sua blusa. Não creio que eu to fazendo isso! Assim que se livrou da blusa, ela tirou a saia de May, a deixando somente de calcinha e sutiã.

Em seguida, ela foi até as coisas de May e pegou uma roupa leve, porém quente para vesti-la. Com as roupas em suas mãos, Vanessa reparou em como aquela loira era linda e tinha umas curvas que mexiam com o pensamento de qualquer mulher, e se fosse em outros tempos, ela não perdoaria. Vanessa resolveu voltar a realidade e começou a vestir a blusa em May, que sem acordar, tentou trocar de posição, mas seu braço bateu no braço de Vanessa que estava apoiado na cama e a fez cair deitada sobre ela. Mesmo com o impacto, May não acordou. Vanessa engoliu seco ao sentir aquela loira seminua embaixo dela e os pensamentos impróprios aos poucos foram tomando conta do seu pensamento.

Antes que eles tomassem conta de vez, Vanessa voltou a si e se levantou rapidamente. Não, isso ta errado! Ela balançou a cabeça desaprovando sua atitude e vestiu May, quase que sem respirar. Assim que ela terminou, ela foi para o seu quarto, onde tomou um banho, colocou uma roupa quente e ficou deitada na cama, assistindo televisão e esperando Clara, que chegou minutos depois. 

Clara: Ainda acordada amor? – Aproximou-se de Vanessa e deu um selinho nela.
Vanessa: To sim amor. May e eu fomos a boate com aquele meu amigo, chegamos agorinha. Resolvi esperar você.
Clara: Se comportou lá?
Vanessa: Oh, e como. – Sorriu.
Clara: Ótimo! Vou tomar um banho rapidinho e já conversamos, ok?
Vanessa: Certo. Quer algo pra comer?
Clara: Não amor, já comi. – Retirou-se do quarto e foi ao banheiro.

Minutos depois e Clara volta ao quarto, se deitando ao lado de Vanessa na cama.

Vanessa: E o trabalho lá, como foi?
Clara: Ah foi tranqüilo, mas muito cansativo.
Vanessa: Quando será a reunião mesmo?
Clara: Hoje bem cedo. – Clara encostou sua cabeça no peito de Vanessa que a abraçou.
Vanessa: Então dorme amor, logo já amanhece.
Clara: Não me manda dormir sua chata, quero ficar um pouquinho com você.
Vanessa: Sentiu saudade dessa chata, foi? – Clara sorriu.
Clara: Muita saudade. E você?
Vanessa: Demais. Quis te ligar, mas achei melhor não.
Clara: Quando lanchamos eu te liguei.
Vanessa: É? Não vi.
Clara: Pra variar né? – Beta Vanessa e a abraçou apertado.
Vanessa: Aquele besta não tentou nada com você?
Clara: Não amor, pode ficar tranqüila. Tudo estava tão corrido que mal dava tempo pra respirarmos.

Vanessa: Bom mesmo, amanhã eu ia esperar ele la na frente do prédio. – Clara sorriu e apertou o nariz de Vanessa.
Clara: Ciumentinha!
Vanessa: Demais. – Elas sorriam.

Mais alguns minutos de conversa e elas adormeceram. Quando o sono começou a ficar bom, o celular de Clara tocou avisando-a de que estava na hora de se levantar. Ela resmungou um pouco, mas logo se levantou. Hoje não poderia se dar ao luxo de chegar um segundo atrasada. 

Ao ouvir Clara resmungando, Vanessa acordou. Enquanto Clara tomava seu banho, ela pediu o café. Minutos depois e o banho já tinha acabado e o café chegado.

Vanessa: Sabe que hora termina hoje? – Clara terminava de se arrumar.
Clara: Não, mas não deve passar do período da manhã.
Vanessa: Então a tarde você fica comigo?
Clara: Acredito que sim. – Ela se aproximou de Vanessa. – Eu sei que essa viagem seria mais nossa do que do meu trabalho, mas eu prometo que a partir da tarde, será só pra nós duas, ok? – Acariciou o rosto de Vanessa que sorriu.

Vanessa: Tudo bem amor, eu entendo perfeitamente. – Deu um selinho em Clara.
Clara: Agora eu to indo amor. – Pegou sua bolsa.
Vanessa: Mas você só beliscou o café.
Clara: Preciso correr amor, a tarde como tudo que você mandar. – Vanessa sorriu maliciosa.
Vanessa: Tudo é? – Clara sorriu.
Clara: T-u-d-o! Agora eu to indo. – Deu um selinho longo em Vanessa.
Vanessa: Se cuida e toda sorte do mundo pra você!
Clara: Obrigada amor, beijo. – Saiu fechando a porta.

Vanessa tomou seu café e foi se arrumar, até que seu celular tocou.

Vanessa: Alô.
xXx: Van?
Vanessa: Sim.
xXx: É o Léo, tudo bem?
Vanessa: Tudo e com você DJ?
DJ: Tudo perfeito. Te acordei?
Vanessa: Não, não.

DJ: Que pena. – Eles riram. – To te ligando pra chamar você e suas amigas pra almoçarem comigo e o Rafa hoje, topa?
Vanessa: Claro, acho que as meninas vão também.
DJ: Ótimo! E tua namorada? Vai certo né?
Vanessa: Não sei, ela acabou de sair pra reunião dela. Mas eu a chamo.
DJ: Combinado. La pelas onze e meia a gente passa aí pra pegar vocês, valeu?
Vanessa: Feito! Beijo.

Era cedo ainda, Vanessa terminou de se arrumar e ficou deitada mais um pouco assistindo televisão. Ao olhar pro lado, ela viu a câmera digital dela e resolveu olhar as fotos que ela e as meninas haviam tirado. Haviam muitas fotos com Clara e cada uma delas, despertavam um sorriso em sua face. Tudo com Clara era maravilhoso, - mesmo com os ciúmes - mas Vanessa sabia que as coisas futuramente não seriam tão doces assim. Nem tudo seria alegria e risos. Sempre que ela pensava no futuro com Clara, ela ficava um pouco mais confusa e por isso, preferia não ficar pensando a respeito. Ela fugia da conversa, da pergunta necessária, dos pensamentos. Fugia porque ainda dava tempo, mas ela sabia que um dia essa conversa e essa pergunta não poderiam mais ser adiadas.

Seus pensamentos foram afastados com May invadindo o quarto.

Mayra: Ei, to a meia hora batendo na porta e te chamando.
Vanessa: Desculpa May, tava distraída. Aconteceu alguma coisa?
Mayra: Não. Eu vim te fazer companhia. – Sorriu.
Vanessa: Deixa eu adivinhar. Paula saiu?
Mayra: Foi. – Vanessa sorriu.
Vanessa: Foi bom você ter vindo. Léo ligou e nos chamou pra almoçar com ele. Vamos?
Mayra: Eu topo. 
Vanessa: Ótimo. Daqui a pouco vou ligar pra Clara, Léo quer conhecê-la.
Mayra: Ela ligou?
Vanessa: Ainda não. Acredita que eu to nervosa? – Sorriu. – Mas eu sei que vai dar tudo certo. 
Mayra: Vai sim. Que horas nós vamos?
Vanessa: Daqui uma hora ele passa aqui com o Rafa pra nos pegar. Vamos nos arrumar?

Mayra: Vamos. Vou pro quarto e quem terminar de se arrumar primeiro, vai até o quarto da outra. Beijo.
Vanessa: Beijo. 

May retirou-se e Vanessa foi tomar um banho e se arrumar. Enquanto se arrumava, ela deixou um recado na caixa de mensagens do celular de Clara, falando sobre o almoço, passando o endereço e pedindo que Clara confirmasse se iria ou não. Minutos depois, Clara mandou uma mensagem avisando de que ela iria, mas talvez se atrasasse um pouco. 

Vanessa terminou de se arrumar e assim que abriu a porta do quarto, deu de cara com May que já estava pronta.

Vanessa: Nossa, mas que perfume hein. – May sorriu.
Mayra: Não exagera.
Vanessa: Não exagera? Meus pulmões estão se retorcendo dentro de mim. – May deu um tapa nela.

Mayra: Deixa de ser besta! – Ela segurou Vanessa pela braço e elas foram andando em direção ao elevador. – E vamos logo.
Vanessa: Huuum, ta com pressa pra ver ele, é? – Sorriu maliciosa.
Mayra: Não viaja!

Vanessa foi tirando sarro de May até elas chegarem próximas ao carro dos meninos.

Mayra: Cala a boca que eles estão nos vendo já.
Vanessa: Cala a boca? Como assim mocinha?
Mayra: Pára de frescura Van, eles estão vindo.
Vanessa: Mal criada! – Ela mostrou a língua pra May.

DJ: Bom dia senhoritas. – Deu um sorriso seguido de um beijo nas meninas.
Vanessa: Bom dia.
Mayra: Bom dia.
Rafael: Fala Van! Beleza? – Deu um beijo no rosto de Vanessa.
Roberta: Tudo bem. – Sorriu.
Rafael: Bom dia minha linda. – Deu um selinho no canto da boca de May. – Tudo bom?

Antes que May respondesse, Vanessa respondeu por ela.

Vanessa: Opa, com ela tudo ótimo, melhor impossível! – Sorriu até que May a olhou com uma cara mega séria e ela desfez o sorriso. – Como eu tava falando Léo, vamos? – Trocou de assunto fazendo os meninos rirem.

Enquanto seguiram para o restaurante, eles foram conversando no carro. Vanessa como sempre tirando sarro de May que tentava ‘curtir’ Rafa um pouco. Não demorou muito e eles chegaram no restaurante e logo se sentaram pedindo algo pra beber.

DJ: E aí Van, vou conhecer tua namorada hoje?
Vanessa: Vai sim. Ela confirmou que vem, mas talvez se atrasará um pouco.
DJ: Ela pode se atrasar uma, duas horas, não importa. – Sorriu.
Mayra: Nossa, mas que vontade é essa de conhecer minha prima?
DJ: Ah é que é um milagre ver Van namorando, preciso ver pra crer. – Sorriu.
Vanessa: Ah pára! Nem é tanto assim.
DJ: Você passava o rodo em todas aonde ia.
Roberta: Fala isso quando ela chegar que eu termino com o pouco de cabelo que você ainda tem.

Em meio a conversa, eles pediram algo pra beber. Uma hora já havia se passado e nada da Clara chegar, a fome já falava alto.

Mayra: Será que a Clara vai demorar muito? To com fome.
Vanessa: Vão fazendo o pedido que eu vou ligar pra ela. 

Antes de Vanessa terminar de discar o número de Clara, ela chegava ao restaurante.

Mayra: Ela ta chegando. – Vanessa olhou em direção a porta, e os meninos também.
Clara: Boa tarde, desculpem o atraso. – Clara fez um carinho na bochecha de Vanessa e logo se sentou ao seu lado.
Vanessa: Então DJ…- Vanessa colocou sua mão sobre a de Clara na mesa. -…É ela. – Deu um enorme sorriso.
DJ: É, você não exagerou quando disso que ela era linda. – Sorriu fazendo Clara sorrir também.
Clara: Que isso.
Vanessa: Clara, esse é meu amigo Léo, o DJ com quem eu saio e esse o irmão dele, Rafael, quase primo seu. – May fez uma careta pra Vanessa.
DJ: Prazer te conhecer Clara. – Ofereceu sua mão para Clara que a apertou.
Clara: Prazer.

Rafael: Então você é a Clara, prazer também. – A cumprimentou também.
Clara: Pelo visto eu já sou conhecida por vocês.
Rafael: E como! Van só sabe falar em você. – Sorriu.
Vanessa: Ah mentiroso! – Clara sorriu.
Clara: E que história é essa de ‘quase primo’?
Rafael: Ah é que…
Vanessa: Ele ta ficando com a May.
Mayra: Vanessa!
Vanessa: Que foi?

E assim eles foram conversando enquanto o pedido não chegava. Logo eles almoçaram e continuaram a conversa por mais uma hora e meia.

DJ: Tenho um convite pra te fazer Van.
Vanessa: Opa, só falar.
DJ: Hoje a noite eu vou tocar, ta afim de tocar comigo?
Vanessa: Eu tocar aqui em Londres?
DJ: É. Aceita ou já tem algo pra fazer? 
Vanessa: Poxa, claro que sim, com o maior prazer. Quer dizer, tudo bem Clara? – Elas se olharam.

Clara: Claro amor, sem problemas.
DJ: E vocês também estão convidadas a ir prestigiá-la, claro. – Sorriu.
Mayra: Com toda certeza nós vamos. – Todos a olharam. – Não é? – Eles riram.

Depois de mais alguns minutos de conversa e eles se separaram. May saiu com Rafael, o DJ foi para sua casa e Vanessa e Clara voltaram ao hotel. Assim que chegaram, elas se deitaram um pouco e ficaram namorando.

Vanessa: Como foi a reunião?
Clara: Ele ficou de nos ligar.
Vanessa: Mas não disse nada? Nem se quer uma pista.
Clara: Ele ficou pensativo, mas eu não gostei nada da cara que ele fez.
Vanessa: É esse o motivo de você estar um pouco mais quieta hoje?
Clara: To nervosa.
Vanessa: Eu imagino. Olha amor, se você preferir, podemos ir a boate outro dia.
Clara: Não, não. Quer ver você arrasar hoje a noite. – Vanessa sorriu.
Vanessa: Eu to nervosa.

Clara: Bobagem, você toca muito e ta acostumada com isso.
Vanessa: Mas em solo estrangeiro da um friozinho a mais na barriga.
Clara: De qualquer forma você vai arrasar, tenho certeza disso! – Deu um selinho em Vanessa. – Vamos dar uma volta?
Vanessa: Onde?
Clara: Falaram que tem um lugar que da pra ver a cidade toda. Dizem que é lindo lá, vamos?
Vanessa: Agora?
Clara: É, depois pode ficar mais frio.
Vanessa: Então vamos.

Clara e Vanessa retocaram a maquiagem e foram de táxi até o tal lugar. Realmente era um lugar lindo, dava pra ver tudo de la de cima, a vista era maravilhosa.

Vanessa: Nossa, é muito lindo aqui mesmo.
Clara: Vem vamos sentar ali no banco. – Elas seguiram até ele e se sentaram.
Vanessa: Por que você quis vir aqui?
Clara: Queria ficar um pouquinho só com você. – Vanessa sorriu.
Vanessa: Que linda! – Ela apertou as bochechas de Clara e mandou um beijo no ar.
Clara: Esses dias foram corridos demais, preciso de um tempo só com você. – Sorriu. – Então, gostou daqui mesmo?

Vanessa: Claro! É lindo e com você fica mais lindo ainda. – Clara sorriu.
Clara: Assim eu fico tímida. 
Vanessa: Ah bestinha! Essa viagem, apesar de toda correria, ta sendo perfeita, sabia?
Clara: Sério?
Vanessa: Sério. Melhor impossível. 

Elas ficaram por um momento se olhando e sorrindo uma para outra, até que Vanessa quebrou o silêncio.

Vanessa: Clara? - Clara a olha.
Clara: Oi? - Enquanto Clara espera Vanessa falar algo, Vanessa toma coragem e depois de alguns segundos ela fala.
Vanessa: Eu te amo.