ditadura no brasil

What Happens When a Brazilian Congressman Honors a Torturer on Live Television?

Representative Jair Bolsonaro (PSC) did not think twice before honoring Colonel Alberto Brilhante Ustra during Brazil’s impeachment vote in the lower house of Congress. Bolsonaro praised a man responsible for the disappearance of more than 40 people during the military dictatorship and the torture of hundreds more.

And do you know what’s going to happen? Nothing.

Absolutely nothing.

Whereas other Latin American countries have made a point of sending their torturers and dictators to prison, such as Argentina and Chile, in Brazil the situation is different.

Instead, during the impeachment vote on April 17, controversial representative Jair Bolsonaro (PSC) decided to dedicate his vote in the worst manner possible.

Amazingly, Bolsonaro committed two blunders. The first one was to praise and congratulate the speaker of the lower house of Congress, Eduardo Cunha (PMDB). The second error was to honor Colonel Alberto Brilhante Ustra, a man responsible for the disappearance of more than 40 people during Brazil’s military dictatorship.

His followers weren’t pleased and complained on Facebook. Oh yes, they complained! They didn’t like at all the fact that Bolsonaro congratulated Cunha. But they loved the praise that he heaped on the torturer.

That’s how things work. For Bolsonaro’s followers, keeping bribery money in overseas accounts is a major issue. And they are right. But if you tortured hundreds of people and were responsible for the disappearance of dozens of people, everything is fine. In fact, you are a hero.

How can this happen, broadcast live on national television, in a so-called democracy?

The first thing that came to my mind was the fact that the families of Colonel Ustra’s victims were watching the voting by television on Sunday.

We are talking about the sons and daughters who never had the opportunity to know their fathers and mothers. We are talking about sisters who lost their brothers. We are talking about people who carry scars of torture that are impossible to erase, that stick to their skins and will last for the rest of their lives.

What about the repercussion of this incident?

In a country without a properly democratized media, it is easy to imagine what the answer will be.

Yes, Bolsonaro was, somehow, the subject of many stories and articles on the day he cast his vote in favor of impeachment. But not because he praised a torturer, but because left-wing Congressman Jean Wyllys (PSOL) spat at him during the vote.

Jean Wyllys claims that Bolsonaro had offended him with homophobic remarks after he declared his vote against the impeachment. And that’s why he spat at him.

The truth, however, is that this momentary quarrel has generated far more debate and controversy than Bolsonaro’s praise for the torturer.

If you search on Google for “Jair Bolsonaro Ustra” in “News” you get 587 results, most of them from websites such as HuffPost Brasil and Revista Brasileiros.

But if you search for “Jean Wyllys spits” in “News” you get 33,000 results. In this case, Brazil’s major media vehicles appear in the search results.

And that leads me to my next question: What if a Congressman in Spain decided to honor a torturer under Franco’s regime during a session of Parliament that was broadcast live to the entire country?

What if a Congressman in the US decided to honor a former Klu Klux Klan leader during a session of Congress that, again, was broadcast live to the entire country?

The problem with Brazil is that we still don’t know how to deal with a ghost called our past military dictatorship. Our young democracy is unable to mature because we haven’t taken the time to discuss the dictatorship and the effects it had on tens of thousands of people around the country during its 21 year rule.

Imagine how complex it is to explain to an Argentinian or a Chilean the fact that we haven’t arrested or prosecuted our torturers. Worse still: try to explain the existence of large pensions paid to the widows and families of such men, who were capable of doing dreadful and cruel things to innocent civilians, such as the journalist Vladimir Herzog.

We have a monopolized media. A manipulated democracy. And a hampered dictatorship.

Source.

No dia 1 de abril, é instaurada a ditadura militar no país. O regime suspende a maior parte das garantias que caracterizam a democracia, como as eleições diretas, a liberdade de expressão e o direito de oposição ao governo. Nos órgãos de imprensa, os militares são exaltados pela deposição de Jango. Sem resistir ao golpe, o presidente João Goulart parte em direção ao Uruguai.

 Dilma Rousseff

Ela foi colocada no pau de arara, apanhou de palmatória, levou choques e socos que causaram problemas graves na sua arcada dentária durante as torturas que sofreu na ditadura. Como ela, tantas outras mulheres participaram dos movimentos de resistência ao regime militar; mas muitas não saíram dos porões para contar nem fazer história.

“A luta pela democracia não tem data para terminar. É uma luta permanente” -Dilma Rouseff

Ditadura Militar    

Em 1964 a ditadura foi instaurada no Brasil, com um golpe dos militares. Tal cenário durou 21 anos, até o momento em que o país retornou a um regime democrático. A censura foi uma das armas mais repulsivas do regime militar. Muitos cantores e compositores que se destacaram na MPB foram os que contestaram a ditadura instaurada no país. Além disso, tais cantores estavam ligados a outras manifestações sociais para por fim na ditadura. A MPB teve seu auge no período da mais hedionda repressão. Um bom efeito de um mau governo.

youtube

Setenta (Trailer oficial do documentário)

1970. O Brasil vivia o ápice de uma ditadura civil-militar que durou 21 anos. Perseguições, prisões, mortes, sequestros. Um grupo de 70 presos políticos, membros das mais diversas organizações, é enviado ao Chile como exigência para a libertação do embaixador suíço Giovanni Enrico Bucher por parte de seus sequestradores. O filme ‘Setenta’ vai reencontrar 18 personagens desta história, 40 anos depois. As entrevistas retratam a identidade destes personagens, sua visão acerca da política naquela época e o que esperavam para o futuro.

Vingança 1 x 0 Bom senso

Vai, Brasil Medieval
Vai, no rumo do teu passado
Do teu mal, teus passos errados
Em que já não sei então a altura
E se estou aqui ou na Ditadura.

Eita, Brasil, como é complicado viver assim
Tudo tão polarizado…
Preto e branco, esquerda e direita, sempre dois lados
Tudo tão relativizado: “É claro que não sou a favor da tortura, mas[…]”

Ninguém tem paz
Nem pobre, nem rico
Todos os brasileiros juntos de mãos dadas
Vestindo armaduras de ética e moral falsa
Na direção das queimadas, repúblicas oligárquicas e violência.

Da discussão de política-rede-social
Nesse caos análogo ao lema da bandeira nacional,
O Brasil vai cada vez mais ao contrário, quase animal.
Sempre em manchetes de absurdos no jornal.
Afinal, tudo está ao avesso, e em cacos errados;
Como o placar no título do texto: desequilibrado.
E ninguém sabe se há algum jeito de consertar.
Com esses conceitos maniqueístas e distorções da justiça.
Tanta coisa que não cabe nestas linhas mal escritas.

É a história do novo Brasil arrogante;

Em um naufrágio social deselegante

se só com tragédias é que discutimos assuntos importantes!

Enfim, a vida do brasileiro é cheia desses constantes…

E, parafraseando Tom Jobim, este país não é para principiantes.

A divulgação do relatório final da Comissão Nacional da Verdade (CNV) foi o mote decisivo para a retirada de uma estátua do presidente Arthur da Costa e Silva do principal ponto turístico de Taquari (RS), cidade natal do ditador. Com auxílio de uma máquina retroescavadeira, a prefeitura derrubou o busto que ficava na Lagoa Armênia, desde 1976, na tarde desta terça-feira.

Homofóbicos: “Beijo gay na novela destrói famílias” ”Como explicar pras crianças duas pessoas do mesmo sexo se beijando?” “Vocês estão querendo impor essas coisas à minha família”

Homofóbicos:

Cena de sexo na novela das nove: normal

Cena de selinho entre duas pessoas do mesmo sexo: DESTRUIDORA DE FAMÍLIAS, DITADURA GAY, JESUS SALVE O BRASIL!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Sério, o comentário mais curtido é “se não gosta, muda de canal”. Mas ironicamente o mesmo não vale pra cenas homoafetivas… estranho