distante dela

A morte calma e serena, 
A vida distante e pequena, 
Qual delas eu quero? 
Gosto da vida, 
Mas é pela morte que eu espero. 

Eu sentia muito amor, 
Mas, ele foi substituído por dor, 
Antigamente era só abraços, 
Ontem, a morte veio buscar
O meu filho nos meus braços.

Eu quero calma, 
Quero que venha logo,
Busque minha alma, 
Mas, não sinta dó, 
Eu serei mais feliz depois de partir.

—  @m4-levola
A gente ama até a página 2. E tá aí uma expressão que as pessoas teimam em não entender por acharem que não temos coragem de dar nem ½ passo em direção a um caminho distante delas. Um caminho que não as inclua ou que simplesmente não nos faça lembrar do que já foram um dia, aos nossos olhos. Mas sim, a gente ama até a página 2. E não há exceções entre nós pra isso, o que nos diferencia, são os nossos limites, afinal tem muita gente por aí que perde uma eternidade pra tentar entender a página 1. Mas quando a gente entende, depois de ler e de reler inúmeras vezes e se fixar nas entrelinhas do que antes, por culpa da confiança parecia inofensivo, é que a gente resolve virar a página de uma vez por todas. E depois de tê-la virado, por mais que tentemos, não há o que fazer: todo aquele amor já foi, virou pó, já era, está desgastado. Não há verso nem rima, que o traga de volta. Nem poesia com o eu-lírico mais convincente que faça de novo, nosso coração bater pelas mesmas sensações que um dia já bateram. Há quem não acredite, claro. De início, ninguém te acha capaz de tamanha insanidade, aliás, nem você. Mas tudo no seu tempo.. até você perceber que qualquer insanidade não é nada perto de uma confiança quebrada, de um coração partido.
— 

A gente ama até a página 2

Além do Mais

Eu não sei o que vi em você, mas sei que não vejo em mais ninguém.
—  Apenas alguns quilômetros de distância.

S/N acha que o zayn ta traindo ela, pq ele está meio distante dela, algumas semanas. Chega o dia do aniversário de namoro deles, e ela faz uma surpresa só que ele demora para chegar. Ele chega umas 4h da manha drogado e ela percebe isso. Então eles começam a discutir, zayn se irrita e pega ela a força. Ele praticamente a obriga a fazer sexo com ele, a S/N fica assustada com tudo e depois q ele se aproveita dela Ela vai embora assim q ele dorme, quando ele acorda só encontra um bilhete dela. Final você decide!

 P.S: Optei por um final mais dramático, caso queiram, posso fazer uma segunda parte

Obs: Não revisei muito bem, se encontrarem algum erro, desconsiderem.

BOA LEITURA! 


 Sabe aquele sentimento de que você está sendo traída? Que Algo de errado está acontecendo na sua relação? Era exatamente o que eu sentia. Meu namorado não o mesmo faz algum tempo. Ele está se afastando de mim aos poucos, todo dia chega tarde em casa, quando ligo pra ele, o celular cai na caixa postal , ele não me dá um pingo de carinho nem de atenção e além do mais está sendo um grosso comigo. E eu pensando que namorar fosse uma coisa fácil! 

 Meus pais estavam viajando, pois pegaram 15 dias de férias que estavam para vencer, então, para eles não perderem esses dias, conseguiram tirar “férias”. Como o aniversário de casamento deles seria na próxima semana, decidiram viajar e passar esses 15 dias fora, e assim fizeram. Eu não pude ir porque estou em semana de provas na faculdade que não acabam mais e quando não estou estudando, sou assistente de fotógrafo, e se tudo der certo, meu sonho de se tornar uma design fotográfica e também uma fotógrafa de grande sucesso vai ser realizado e para isso eu sou assistente em um studio. Meu parceiro se chama William. Ele tem 26 anos e é o filho mais novo do dono empresa, ele me ensina tudo o que sabe e além de ser um ótimo professor e profissional é um tremendo gato, o que dificulta um pouco o meu aprendizado, porque tem vezes que só tenho olhos pra ele. 

 Ultimamente, William tem dado mais atenção pra mim do que meu próprio namorado e eu passo mais tempo com ele do que com o Zayn, sinto que Zayn não me ama como ele já me amou. 

 William: Mas como ele não te dá atenção? Um mulherão desses ser ignorada? Inacreditável! - disse me entregando um copo de café e sentando ao meu lado no sofá 

 S/N: Você não sabe o quão mal eu estou. Sei lá, sinto que ele não gosta mais de mim 

 William: Não pensa isso não. Vai que ele está passando por um momento difícil 

 S/N: Zayn sempre foi muito aberto comigo, acho que não é isso. 

 William: Calma S/A, já já ele volta a ser quem ele era. Mas vem cá- disse bebendo um pouco do seu café - Será que vocês não tem uma diferença de idade muito grande? Pode ser isso

 S/N: Zayn é só 2 anos mais velho que eu, e também idade não influencia em nada. Zayn só está me dando dor de cabeça! - fechei meus olhos

 William: Você tem que relaxar. Esquece o Zayn, respira um pouco , deixa ele

 S/N: Eu não consigo!! - disse triste

 William: Vamos começar o trabalho? - assenti e começamos o trabalho. Mesmo triste e com a cabeça cheia, William conseguia tirar um sorriso do meu rosto e sem perceber eu estava feliz de novo 

 S/N: Preciso ir! - disse pegando minhas coisas- Ah! Estava até me esquecendo, como amanhã é o aniversário de namoro meu e do Zayn, eu queria fazer uma surpresa pra ele, então será que você podia me liberar amanhã? - perguntei manhosa 

 William: Claro! Tudo para salvar um relacionamento não é mesmo? - riu fraco - Segunda você me conta tudo! 

 S/N: Pode deixar! Você é o melhor chefe do mundo! - beijei seu rosto- Beijos! Bom fim de semana!

 William: Pra você também S/A! Boa sorte! - piscou e logo sorriu, me fazendo ter um pequeno ataque cardíaco mas ok! Peguei meus pertences e fui direto para faculdade, já que estava atrasada.

 As aulas foram intensas, tediosas, um verdadeiro saco. Quando cheguei em casa estava exausta. Retirei minha roupa, coloquei meu pijama e fui direto pra cama. Não conseguia aguentar nem meu próprio peso, estava mega cansada.

 Acordei com o despertador tocando. 6:30 em ponto. O que eu queria era ficar na minha cama o dia todo. Pulei da cama quando lembrei do meu aniversário de namoro. Nada poderia dar errado hoje. Peguei meu celular e mandei uma mensagem para o Zayn 

 “Bom dia meu amor 😍, tudo bem? Sabe que dia é hoje? ❤️🎉 Exatamente 3 anos que eu sou a garota mais feliz do mundo! Obrigada por tudo meu bem! Eu te amo muito! Vem pra minha casa hoje porque a noite promete! " 

 Enviei a mensagem e aproveitei para dormir mais algumas horinhas, já que não iria trabalhar nem ir a faculdade hoje. 

 [..] 

 19:30 da noite. Eu já estava pronta. Havia ido no salão, me arrumei toda pra ele. Minha pele estava em ótimo estado, usava minha melhor lingerie, minha roupa mais sexy, comprei algumas coisas para decorar a casa, comprei um relógio lindo que ele havia gostado há um tempo atrás, estava tudo pronto, faltava apenas o principal! 

 Zayn não havia respondido a minha mensagem, apenas visualizou. Não liguei muito para isso e fiquei-o esperando.                                                     Passaram-se uma, duas, três horas e nada dele chegar! Não acredito que faltei minha faculdade e o meu trabalho pra nada?? 23:30 e nada dele chegar, mas eu estava com esperanças que Zayn chegaria em breve. Pensava na possibilidade dele estar com alguma vagabunda e ter me esquecido ou apenas que ele estivesse cansado e teria ido pra casa, mas o fato dele estar me traindo martelava na minha cabeça noite e dia! 

 [..] 

 4 horas da manhã e eu aqui! No sofá, esperando esse mala chegar! Como eu sou troxa, meu deus!!

 Me levantei do sofá nervosa e irritada quando a porta se abre e ele entra , meio cambaleando , mas entra dentro da minha casa 

 S/N: Chegou cedo né! - disse irônica - Bem pontual você Zayn!! - ele ficou quieto - Nem para você me ligar, mandar uma mensagem, dizer que está bem!! E eu aqui preocupada com você, sendo que o senhor não dá mais bola pra mim!! ATÉ ESQUECE O NOSSO ANIVERSÁRIO DE NAMORO!! SINCERAMENTE EU NÃO TE RECONHEÇO MAIS!!

 Zayn: Para de gritar .. - disse fraco e com a cabeça baixa 

 S/N: Eu não fui ao trabalho, não fui a minha faculdade, para preparar uma surpresa pra você, resolvi dar uma "apimentada” no nosso namoro já que você está sumindo da minha vida aos poucos! Mas parece que já me esqueceu faz tempo não é Malik?! - disse segurando o choro. Minha raiva era tão grande! Não controlava mais nada naquele momento - FALA ALGUMA COISA PORRA!!! - disse nervosa Zayn: JÁ DISSE PARA PARAR DE GRITAR NÃO DISSE?!?! - ele levantou a cabeça e deu para ver seus olhos vermelhos, sua boca estava ressecada e senti o cheiro de maconha em suas roupas. Meu namorado está totalmente drogado e ainda por cima bêbado. Zayn havia bebido muito antes de vir pra cá, dava para perceber nitidamente. 

 S/N: Zayn.. você está usando drogas?

 Zayn: O QUE VOCÊ ACHA!! PRECISO USAR ISSO PARA MANTER A CALMA PERTO DE VOCÊ! 

 S/N: Vem.. toma um banho ou dorme um pouco - peguei delicadamente em seu braço mas no mesmo instante ele retirou com força 

 Zayn: Não vou fazer porra nenhuma!! Fala logo o que você quer! 

 S/N: Nada Zayn.. pode ir pra sua casa - disse desanimada e preocupada, não queria arranjar briga com ele assim 

 Zayn: Agora que eu to aqui eu não vou embora! O QUE VOCÊ QUERIA S/N?? 

 S/N: Queria conversar com você

 Zayn: Sobre o que? A merda da nossa relação? Saiba que eu estou pouco me fudendo para o nossa relacionamento! Ele nem existe mais se é isso que você quer saber! Ahh e além de tudo, para acabar com essa palhaçada toda vou contar logo a verdade. Eu te trai. E não foi uma, duas, três vezes, foram VARIASS vezes, e tenho que admitir, nenhuma faz sexo também quanto você sabia? - ele foi se aproximando de mim - Você pode ser chata, insuportável, irritante, grudenta mas transa muito bem!!! Todas as meninas que eu peguei eram gostosas, eram lindas mas na hora da verdade me decepcionavam. Mas você S/N, você não, você nunca me decepcionou - Zayn grudou os nossos corpos e começou a beijar meu pescoço 

 S/N: Mas você me decepcionou Zayn e muito - o empurrei - Por favor, sai da minha casa - as lágrimas já caiam pelo meu rosto, mas eu controlava 

 Zayn: Você não disse que a noite iria prometer? Então vamos lá! 

 S/N: Com você neste estado não! É sério, sai da minha casa! 

 Zayn: Eu saio se eu quiser! - segurou meu queixo com força - Faz tempo que a senhorita está acabando com a pouca paciência que eu tenho, hoje ela acabou de vez S/N! Eu vou fazer TUDO o que eu quiser com você, está me ouvindo? TUDO! 

 S/N: Se você encostar em mim eu chamo a polícia! 

 Zayn: Mas não vai mesmo!! - ele tirou uma arma que estava presa na cintura da sua calça - Quer perder a vida baby? - sorriu apontando a arma pra mim. Estava desesperada, eu queria tanto desaparecer daqui! - Se você gritar ou fazer qualquer coisa eu acabo com você! Me ouviu?? - puxou meu cabelo com força. Eu apenas assenti, enquanto chorava baixinho - Ótimo! Vamos começar o show! - ele me levou pro quarto e me jogou na cama 

 S/N: Eu não quero transar com você! Não agora! 

 Zayn: Desde quando você tem que querer? Você vai fazer e pronto! Acha que está em um conto de fadas princesa? - ele riu sarcástico - Hoje a princesinha vai aprender a respeitar quem é superior à ela! - ele desceu e me beijou, mas logo parou me encarando bravo - Acho melhor você fazer isso bem feito ou eu te mato agora mesmo! OUVIU? - deu um tapa na minha cara um pouco forte, me fazendo ficar bem assustada - Sua vadia!! 

 S/N: Tá bom.. - falei chorando . Zayn voltou a me beijar. Aquele cheiro de maconha com bebida alcoólica era horrível, estava odiando o que acontecia comigo. Ele tirou minha roupa, rasgando as mesmas e beijava toda a extensão do meu corpo. Em alguns lugares ele mordia, dava tapas fortes, era um pesadelo. Zayn tirou sua roupa, ficando nu. Ele estava muito excitado, e logo penetrou em mim de uma vez só me fazendo gritar de dor, sim, doeu como nunca tinha doído antes. Ele acelerava as estocadas e puxava o meu cabelo com força, dizendo para eu gemer seu nome e me chamava de vários nomes horríveis . Zayn apertava meus seios fortemente, e eu gemia, não de prazer, mas de dor , por estar sendo forçada a fazer algo que eu não queira. Eu torcia para sair dali o mais rápido possível. 

 Depois de horas, Zayn para de se aproveitar de mim e dormiu. Eu estava tão assustada com tudo que havia acontecido, mesmo que eu quisesse não conseguia dormir. As cenas iriam ficar na minha cabeça pra sempre, eu queria ficar bem longe desse animal! 

 Me levantei da cama devagar, para não fazer barulho, coloquei uma roupas, arrumei uma mochila com algumas roupas dentro, peguei um papel e uma caneta e comecei a escrever. Deixei a carta em cima da mesa e saí da minha própria casa, indo para a casa do William, precisava dele naquele momento. Chegando lá, bati na porta e ele abriu 

 William: S/A! - sorriu quando me viu, mas logo mudou a expressão quando uma lágrima caiu do meu rosto - Já até sei o que aconteceu! Vem , entra! - entrei e ele me abraçou - Quer falar sobre o que aconteceu? - perguntou olhando bem nos meus olhos 

 S/N: Zayn me forçou a fazer sexo com ele! - ali me acabei em chorar 

 William: Ele o que??? - perguntou indignado

 S/N: Preparei a casa toda para recebê-lo , me arrumei pra ele, organizei tudo para ser uma noite perfeita. Mandei uma mensagem de aniversário tudo muito lindo e romântico falando para ele me encontrar na minha casa às 19h30 , Ele apenas visualizou a mensagem e não respondeu o dia todo. Eu nem liguei muito pra isso porque eu pensei que ele estava ocupado e não tinha respondido por isso, mas aí se passaram horas horas e horas e ele não chegava até que deu 4h00 da manhã ele abriu a porta. William ,você não vai acreditar ele chegou drogado , bêbado em casa e eu como não sabia eu comecei a discutir com o Zayn , o porque ele tinha chego esse horário , não tinha nem me ligado pra dizer se estava bem, E ele ficou irritado e foi isso que ele fez comigo e falou se eu gritasse eu chamasse a polícia ele iria me matar e eu fiquei medo, assustada com tudo aquilo comecei chorar e ele me forçou a fazer sexo com ele. Foi tão mais tão horrível- comecei a chorar mais do que eu já estava chorando. William me olhou e acariciando meu rosto me abraçando 

 William: Esse cara é muito otário. E agora está aonde? 

 S/N: Na minha casa, dormindo. Não quis acordar-lo porque vai que ele continuasse fazendo aquilo comigo novamente! Você acha que eu devo ir na polícia? 

 William: É claro que deve isso foi como estupro S/N!! 

 S/N: E se ele quiser me matar? 

 William: Não se preocupe, ele não vai te matar , eu te protejo! - beijou minha testa acariciava meus cabelos. Sinceramente me sentia tão bem ao lado dele, tão segura. Por que o Zayn não podia ser assim ? Desse jeito como ele já foi, mas agora ,desapareceu.

 S/N: Obrigada de verdade! Eu quero dar um tempo , esquecer tudo isso, respirar um pouco sabe! Depois que aconteceu tudo isso não tive tempo pra relaxar e sei lá, esfriar minha cabeça, queria fazer isso agora, mas não tenho como pra casa! 

 William: Você vai ficar aqui é claro! E não se preocupa que quando você quiser eu vou com você pra sua casa e resolvemos tudo que tem pra resolver!

 S/N: Tem certeza? 

 William: Tenho sim! Fica a vontade! Não vou fazer nada o fim de semana inteiro! Vai ser ótimo passá-lo com você, claro, se você queira! 

 S/N: Vai ser incrível! Obrigada mesmo William! - beijei seu rosto- Se não for incômodo será que eu podia tomar um banho

? William: Pode sim! Vou pegar uma toalha pra você . O banheiro é segunda porta à esquerda - assenti e caminhei até lá. William morava em uma cobertura, que era magnífica! Era tudo muito lindo e incrível! Uma casa maravilhosa!

 William: Aqui S/A! Fica a vontade! Qualquer coisa me chama - assenti e ele saiu do banheiro, fechando a porta. Tranquei a mesma e me despi, ligando o chuveiro e tomando um belo de um banho. Ali pude relaxar, esquecer tudo aquilo e continuar a minha vida. Meu corpo estava todo machucado. Com vários roxos, algumas até em carne viva. Zayn me bateu tanto. Dava um desânimo ver meu corpo daquela maneira.

 Depois de terminar o banho, procurei pela minha mochila, mas ela não estava no banheiro

 S/N: Droga! - me enrolei na toalha e abri a porta delicadamente. A casa estava um silêncio, acho que ele deve estar dormindo ou algo do tipo. Então, aproveitei para procurar minha mochila. Como vasculhei pela casa dele inteira e não havia o encontrado, pensei comigo que William havia saído, digamos que eu estava a vontade. Fui até o quarto dele e vi minha mochila em cima de seu cama. Desenrolei-me da toalha, procurei minha lingerie que havia colocado na mesma. Vesti apenas minha calcinha, e quando me virei, William estava apoiado na porta, com as mãos na cabeça, me olhando de cima pra baixo. Levei um susto tão grande que logo peguei a toalha, me envolvendo nela novamente - A quanto tempo você está ai? - perguntei assustada e ele riu fraco 

 William: Tempo suficiente para ficar louco vendo você naquele ângulo! 

 S/N: Mas olha só, William Madesen é um tarado! - rimos

 William: Desculpa! Sério, mas foi inevitável não olhar sabe! 

 S/N: Eu é que peço desculpas! Vou me trocar no banheiro.. William: Não, não! Pode se trocar aí! Eu saio! 

 S/N: O quarto é seu fica aqui!!- minha cabeça estava pensando em montar um plano para eu conseguir pegar esse cara. Estava ficando louca vendo ele sem camisa ou coisa do tipo, sempre tive uma paixãozinha por ele e vai ser hoje que o circo pega fogo - Mas antes - caminhei até ele - Você sente algo por mim? 

 William: Em que sentido? 

 S/N: No sentido relacionamento, não de amizade! 

 William: Quem não sente? Você é uma mulher e tanto!

 S/N: Quero que você saiba um coisa.. Sempre senti uma paixonite por você. O senhor é irresistível! - falei baixinho em seu ouvido - Mas acho que não sente a mesma coisa por mim! - me virei, ficando de costas pra ele e caminhado de volta até a cama, de repente ele segura meu braço e me puxa pra perto dele 

 William: Quem disse isso? Faz tempo que eu quero te pegar de jeito! - sussurrou, arrepiando meu corpo todo 

 S/N: A hora é essa! - não esperei nenhum segundo e agarrei aquele homem. O beijo se tornava cada vez mais intenso e selvagem. Os dois queriam isso a meses e finalmente estava acontecendo. William me jogou na cama e consequentemente a toalha que envolvia meu corpo acabou caindo. Ele mordeu os lábios me vendo nua . William me viu machucado e eu logo o olhei triste. 

 S/N: Acabou o clima né? - falei desanimada 

 William: Por que?? 

 S/N: Olha o meu estado. Estou toda machucada e … - ele me interrompeu

 William: Ei! Você é linda! Independentemente desses hematomas você é maravilhosa! Deixa isso pra lá ok? - beijou meu pescoço 

 S/N: Tudo bem! - segurei seu pescoço o beijando com vontade.! 

 William: Te imaginava gostosa, mas não tão gostosa como você é!! - voltou a me beijar e foi descendo, chegando aos meus seios, beijando, chupando, fazendo tudo que tinha direito. Suas mãos eram mágicas, a cada toque dele eu gemia, impressionante. William beijava todo meu corpo, tirei sua camisa e seu shorts de uma só vez . Trocamos de posição, agora eu estava em cima. Tirei sua cueca, jogando longe e liberando aquele brinquedo enorme! Deitei-me sobre ele e o beijava, enquanto suas mãos estavam em minha bunda, apertando de uma maneira gostosa. Comecei a masturba-lo , fazendo o gemer. Ele pegou minha cintura, me colocando mais no meio da cama, e em poucos segundo, sinto seu membro penetrando em mim. Gemi de prazer. Aquilo era maravilhoso. As estocas começaram a acelerar, junto com nossos gemidos, até que gozamos juntos e respiramos cansados

 William: Você foi a única que me fez gozar! - ele riu e me abraçou - Devemos repetir isso mais vezes 

 S/N: Mais e mais vezes! - rimos e eu lhe dei um beijo, deitando em seu peitoral. Meus olhos estavam quase fechando, até que não aguentaram e dormi. 

 Zayn on: 

 Acordei acabado. Parecia que não havia dormido nada. Eu não lembro de nada do que aconteceu ontem! Estava na casa da S/N, não sei como fui parar ali. Depois que comecei a me envolver com drogas não lembro de quase nada quando acordo. Principalmente ontem. Eu havia bebido bastante e fumei mas do que deveria e depois disso não lembro de nada. 

 Aposto que querem saber porque me envolvi nisso. Simples. Estava tão, mas tão estressado, de cabeça cheia, tudo dando uma merda e um amigo me convidou para sair. Eu fui com ele até uma boate e lá entrei no mal caminho. Comecei a usar drogas e a bebida virou minha melhor amiga e como se isso não bastasse eu ainda trai minha namorada inúmeras vezes. Até agora não sei porque fiz isso! Minha vida já estava ruim e eu consegui piora-lá. Mas hoje vou dar um fim nisso. Vou me abrir com a S/N! Ela tem que me entender!! 

 Me levantei da cama e chamei por ela, mas ninguém respondeu. Procurei em todos os cantos da casa e nada de achar minha namorada. Chegando na sala, pude ver um papel na mesa. O peguei e comecei a ler 

 “ Não sei como começar isso. Está sendo difícil pra mim! Provavelmente você não vai lembrar de nada do que aconteceu ontem e eu nunca vou esquecer. Você me decepcionou muito, me magoou, me machucou Zayn! Por que se envolveu com isso? Se estava com problemas eu iria te ouvir, eu iria ficar do seu lado e iria te ajudar, mas você preferiu o mal caminho e agora vai ser complicado sair dele. Você chegou, totalmente chapado e bêbado, dizendo coisas absurdas sobre mim e ainda me obrigou a transar com você, caso contrário você me mataria, até porque você estava armado! Eu não te reconheci. Tudo bem, eu tenho um pouco e culpa nisso. Não deveria ter começado uma discussão com Você naquele estado. Mas quando percebi que estava mesmo drogado já era tarde demais, eu ja havia te irritado. Você se transformou em outra pessoa, literalmente. Meu corpo está todo dolorido, machucado e a culpa é sua! Espero que você seja feliz com as garotas que você ficou enquanto namorava comigo, as garotas que você mesmo disse que eram bem mais gostosas do que eu! Não dá mais para continuar desse jeito! Eu tentando salvar a nossa relação e você a derrubava. Espero que esteja feliz, porque você conseguiu destruir tudo o que a gente viveu e Ainda tínhamos pra viver! O pior de tudo isso é que eu ainda te amo! P.S: saia da minha casa o mais rápido possível! Ass: S/N! " 

 Meus olhos estavam cheios de lágrimas. Olhei para a bancada e lá estava a arma que ela tinha mencionado. Fui até o seu quarto desesperado e o lençol que era branco, estava vermelho, com marca de sangue por toda parte

 Zayn: O QUE FOI QUE EU FIZ!!!! - gritei, já chorando muito e lembrando de alguns momentos que aconteceram ontem 

 Eu acabei com a minha vida! Literalmente…


ESPERO QUE GOSTEM!! E ME DESCULPE PELA DEMORA!! 

ME DIGAM O QUE ACHARAM PLEASEE!

XOXO 

Ju

E é por esta razão eu Jesus não é amado, que os hereges não são convertidos, que a Igreja não é exaltada; almas que poderiam ser santas, desfalecem e degeneram; os sacramentos não são frequentados como deveriam ser; as almas não são evangelizadas com o entusiasmo do zelo apostólico; Jesus não é conhecido porque Maria é deixada no esquecimento; perecem milhares de almas, porque Maria delas está distante. É esta sombra indigna e miserável, à qual ousamos dar o nome de devoção à Santíssima Virgem, que é a causa de todas essas misérias, de todos estes males, de todas estas omissões, de toda esta tibieza.
—  São Luís Maria Grignion de Montfort
Meus olhos suplicam misericórdia, minha alma pede socorro, minha vida desanda a cada passo que dou. Vontade não exite mais em levantar da cama, olho pro teto do meu quarto e vejo que mais um dia vou ter que me suportar. De todas as lutas e conflitos o pior é quando você tem que lutar consigo mesma. todos estão longe de mim, de perto longe continuam, meus amigos não são mais amigos. eu queria resolver todos os meus problemas, para não ter que ficar melancolizando todas as vezes  que escrevo. As pessoas costumam me evitar, e eu estou me acostumando a cada dia viver distantes delas. Um dia vou ter que conviver com a pior pessoa que conheço, eu mesma.
—  Maria Zaine
Porque toda vez que você tem que ir embora, uma parte de mim vai junto.
—  Apenas alguns quilômetros de distância.
Quando eu a conheci tive a certeza de que a amaria com todo amor que um dia me foi arrancado, machucado, traído, dilacerado. Eu tive a certeza de que com ela eu teria sensações que meu corpo ainda não havia conhecido. Tive a certeza de que não seria só alguém, de que não seria só um agora, mas também tive conhecimento de que não seria um futuro. Então ela veio. Eu abri a porta e ela entrou na minha vida como um passarinho que se aproxima de algo estranho. Foi calma, foi leve, e quando ela me tocou… Ah, quando ela me tocou.
Pronto, me apaixonei!
Não foi físico, não foi ao vivo, mas foi além dessa vida. Minhas certezas chegaram a pular dentro de mim junto com todo o resto do meu ser, que por inteiro se apaixonava mais por tudo que ela colocava a frente. Ela era tão diferente de mim. Ela como se dentro de mim houvessem cães, serelepes, elétricos e bagunceiros. E dentro dela fossem gatos, organizados, pés no chão, que não se deixavam levar. Ao mesmo tempo em que as diferenças gritavam e insultavam uma a outra por dentro, nossos espíritos tocavam as mãos uma da outra e pelo olhar não se descrevia outra coisa além de amor. A M O R!
Deixe de bobeira, não pense que é só uma história de amor como as outras. Preste atenção:
Eu disse que a amava, e corri. Quis sumir, quis não existir, e com toda sutileza ela me retribuiu. Claro que eu ja havia dito “eu te amo” várias vezes passadas, por querer e por não querer, -afinal, quem nunca errou- mas quando eu disse que a amava, foi de todo um ser. Eu te amo! -disse a ela e desliguei- foi como se eu vomitasse algo entalado por anos. E foi, realmente. Durante anos eu sonhei com amores, cheguei a achar que entendia sobre ele. Mas é amor, mais uma vez: A M O R. Você não pode explicar, nem entender, nem administrar, nem dizer quando ele chega ou quando ele vai. Você não pode segura-lo junto de si. Com o passar dos tempos ela me moldou sem que eu mesma percebesse, não que eu tenha mudado por ela, eu aprendi ao lado dela. Me tornei tão melhor, e por isso lhe serei grata por toda a vida. Quando a encontrei foi como se eu tivesse descoberto o novo mundo, como se tivesse achado algo raro, como se o tempo tivesse congelado só pra que eu pudesse olha-la. Ela parou na porta com seu óculos em mãos e meu coração parou, voltou, e começou a pular como nunca dentro de mim. Eu ri de nervoso, desviei o olhar, não acreditei e quis chorar de alegria por estar enfim junto dela, tete a tete, ao vivo, em cores, fisicamente, finalmente.
Fui amada como nunca antes, e amei como se cada dia fosse o último. Por inúmeras e incontáveis vezes eu tive que sair de perto ou então desviar o olhar quando ela ria, sorria ou me olhava. Eu sentia cada pequena parte dos conjuntos do meu corpo se extremesserem por ela. Meus olhos se enchiam d'água, minhas mãos formigavam, e eu sentia um desejo insaciável de guarda-la em meus braços com todo amor, por toda uma eternidade. Que amor incontrolável!
Não havia visão mais bela e plena do que os lábios dela se movendo quando um sorriso se formava. E pra mim era como nos filmes, eu via e revia a cena em câmera lenta na minha memória. Quando a deixei foi como se com uma faca rasgassem o meu peito, e me puxasse pra longe. Aquela dor, dor de amor com uma dose a gosto de saudade. Não tinha um só momento em que eu não pensasse nela, que não ouvisse ela, que não relembrasse incansavelmente da presença dela. Chorei e pedi em “pelo amor de Deus” que pudesse a ver de novo.
Não sei em que momento algo deu errado, e o que deu errado. Mas o mar da distância e do tempo foi a levando pra longe, levando pra longe, e eu fui a perdendo e perdendo e perdendo. Desesperada me joguei, nadei até encontra-la e a segurei pelo braço. Não, eu ME segurei nela. Eu ou ela? Quem engoliu água demais? Não sei. Sei que de uma hora pra outra os efeitos do afogamento das nossas borboletas apareceram. Me vi distante dela, me vi sem cor, me vi eu só, por mim só. Não que eu não gostasse do que via, eu só achava mais bonito me ver sob o amor dela. Vi o amor dela acabar, e aqueles cães serelepes e alegres, se esconderam debaixo da mesa, chorosos depois de uma partida. Vez ou outra eles tentavam sair, colocavam a cabeça pra olhar o andamento do dia, mas logo recebiam uma bronca e se encolhiam de novo. Ali então eles ficaram, quietos e murchos remoendo um osso de saudade que mal dava pra sobreviver.
Senti cada parte do meu corpo chorar, rolar no chão, gritar e se descabelar. Sentia meus olhos quentes e percebia a força que tinha, de segurar tantas lágrimas que se debatiam e gritavam pra sair de uma vez só. Quis me desesperar novamente e num ato súbito de sanidade, lembrei de tudo que ela havia me feito sorrir. De como era de dentro, era gostoso, e verdadeiro. Agradeci e me calei diante da situação que a vida me colocou. Depois de tanto pensar deixo aqui minha resposta, querida vida: Podes me tirar a presença dela, podes me tirar os dias ao lado dela, podes tirar o amor que ela tinha por mim, de mim. Podes me tirar as poucos partes ruins, podes me tirar quase tudo. Eu disse QUASE, quase tudo. Não podes me tirar o amor por ela, não podes tirar o som da voz dela que invade meus ouvidos e me da instantes de alegria, não podes tirar as cenas em que meus olhos marcaram o sorriso que ela me dava. Não podes me tirar tudo que ela me ensinou, e muito menos a admiração que brotou no meu coração, totalmente por ela. Tira então a minha amada, e leve com si meus agradecimentos por tudo o que vivi ao lado dela.
—  A.F

One Shot Louis Tomlinson 

Pedido por @yasmimtomlinson1523 -  Um do Louis que ele tem uma amante, e eles decidem viajar, só que a sn está grávida e acaba acontecendo algo cm ela enquanto ele viaja, eu queria cm final feliz!❤


Acompanhe seu pedido pelo >> cronograma <<



— Eu quera que você ficasse com a gente, mas sei você precisa realmente ir, eu entendo.

Um pequeno bico se formou nos lábios de (seu nome) enquanto ela estava de frente para o mardo que estava de costas para a porta olhando em seus olhos. Ela tinha sua barriga grande de sete meses mantendo sua mão sobre ela acariciando, um hábito que desenvolveu durante a gravidez.

— Eu preciso muito ir, amor… Sabia que independente de qualquer coisa, é vocês que eu amo. — Louis se inclinou beijando a barriga que gera seu filho e logo depois selou os lábios de sua mulher — Agora eu preciso ir.

(Seu nome) disse que os dois o amavam também e fechou a porta assim que o marido entrou no elevador. Ela realmente não queria que ele fosse, mas entende que é o trabalho dele e que não há como ela dizer não para poder ficar com ela e a garotinha em sua barriga. Em dois meses sua menina estará abrindo os olhos para o mundo pela primeira vez e ela mal pode esperar por esse momento.

A vida para ela é perfeita, nunca acreditou muito em finas felizes, mas o que ela e Louis construíram podia ser comparado a um no ponto de vista dela.Não demoraria muito para eles serem a família que ela sempre quis.

°•°•°

Horas depois de sair de casa Louis está jogado na cama encarando o teto enquanto uma mulher que não porta a aliança do compromisso que ele prometeu honrar, está nua ao seu lado. Sempre depois de fazer sexo com essa outra mulher, ele tem um momento de reflexão, não sabe ao certo como se deixou levar por ela, quando viu já estava envolvido demais e ainda não teve o pulso firme para terminar tudo.

(Seu nome) não merece isso e ele sabe muito bem, ela sempre foi uma mulher companheira, compreensiva e ela a ama mais que tudo, não só por ela estar carregando sua filha, mas por ser a mulher de sua vida. Ele não gosta nenhum pouco do que faz e das mentiras que conta, mas ele também não consegue se livrar dessa parte podre de sua vida.

No momento ele está nu e se sentindo péssimo em um dos maiores hotéis da Califórnia enquanto sua mulher está em Londres achando que ele está viajando a trabalho. Quando ele estava na frente do padre, dentro da igreja, ele não imaginava que dois anos depois estaria agindo como um completo cafajeste.

•°•°•

(Seu nome estava em casa limpando a parte de baixo da estante da sala quando ouviu o telefone fixo tocar alto um pouco distante dela. Com calma ela se levantou ela se levantou do chão e caminhou até o mesmo o atendimento antes de cair a ligação.

— Alô? — perguntou com o telefone apoiado na orelha e com a mão livre acariciava sua barriga.

— É da casa de Louis Tomlinson? — a voz de um homem soou do outro lado da linha.

— Sim, aqui é a esposa dele. Ele não se encontra no momento.

— A senhora, por favor, peça para que ele ligue para a empresa quando chegar. Diz que aconteceu um imprevisto e ele terá que retornar das férias. — (seu nome) franziu o cenho completamente confusa com o que o homem falou. Com toda certeza há algum erro.

— Acho que o senhor se enganou… Louis está em uma viagem à trabalho já fazem dois dias. Ele foi apresentar um novo projeto na Califórnia. — ela tratou de corrigir o erro.

— A senhora que está enganada… O seu marido está de férias e não temos nenhuma filial na Califórnia.

Esse foi o momento em que o coração de (seu nome) disparou de uma forma desproporcional a fazendo sentir uma pontada na parte baixa da barriga. Louis havia mentido para ela e as pessoas mentem porque geralmente está fazendo alguma coisa errada e ela não pode acreditar que ele é capaz disso.

Parada encarando um ponto fixo na sala sua mente viaja longe a impossibilitando de ouvir os chamados do homem ao telefone e as pontadas cada vez mais frequentes em sua barriga.

— Senhora? Senhora, está tudo bem? Senhora?

— E-está si- — (seu nome) interrompeu sua própria frase para gemer alto ao sentir uma pontada muito forte em sua barriga, ela até então não sabia o que estava acontecendo e foi quando algo começou a escorrer suas pernas.

— E-estou… Em trabalho de parto?

Foi o que (seu nome) conseguiu dizer antes de soltar o telefone abraçando sua barriga e se curvando ao sentir outra dor a atingir, com medo de não conseguir andar caso demore muito, ela começa a dar pequenos passos em direção a porta chegando a mesma com certa dificuldade. Ao se encontrar no corredor do apartamento, ela bate na porta do vizinho pedindo ajuda.

°•°•°

Louis havia acabado de chegar do shopping depois de andar várias lojas acompanhando Danielle, seu celular havia ficado carregando e ele foi direto ao mesmo o ligando para que chegasse se havia alguma mensagem de (sua nome). Alguns segundos depois que ligou o celular, ele começou a tocar.

— Sim? — ele sabia que era o número de seu trabalho e estava feliz por dentro com o possível pedido para que ele volte a trabalhar, pelo menos ele estaria em casa.

— Eu tentei te ligar durante muito tempo e quando eu consegui falar com sua esposa ela entrou em trabalho de parto. Onde você está° — Louis começaria a rir se não fosse o seu chefe falando do outro lado do telefone. Ele sabe que seu chefe não gosta de brincadeira e nunca se prestaria a esse papel independente de quem seja, além de tudo o velho é bem família e não brincaria com esse assunto.

— Como assim? Não está na hora. — ele tentou não demonstrar, mas está bastante preocupado. Mesmo que ele faça besteira, sua mulher e sua filha sempre serão importantes que tudo no mundo.

—Eu não sei o que houve, estávamos conversando e ela ficou muda de repente, depois disse que estava em trabalho de parto e nada mais.

E foi o suficiente para que Louis dissesse apenas um rápido “tchau” para o homem e correr até seus documentos dando o fora do hotel sem nem mesmo falar com Danielle que estava no banheiro.

Algumas horas depois, Louis já estava no hospital em pé ao lado da cama que (seu nome) se encontra, ele havia conversado com o médico e visitado sua pequena que estava na incubadora cercada de outros bebês prematuros como ela ou em casos piores que o dela.

(Seu nome) estava dormindo desde que ele chegou o que o leva a sentir culpa por não ter estado com ela em um momento complicado como esse. Pelo o que ele conhece dela, sabe que ela ficou apavorada e com medo de perder a bebê, qualquer um apessoa ficaria e ele não estava com ela.

Olhando-a dormir ele tomou uma decisão que deveria ter tomado a muito tempo, de certa forma não deveria ter sido tomada, não deveria nem estar em pauta, pois se ele tivesse resistido a sedução de Danielle e se mantido fiel não estaria com a culpa de ter deixado suas garotas em perigo. ele será forte pelas duas, cortará os laços e a comunicação com Danielle, e manterá tudo em segredo para não correr o risco de (seu nome) deixá-lo ao saber desse deslize que ele cometeu.

É egoísta, mas ele a ama e não quer ver sua família ser destruída sem antes mesmo ser de fato formada.

— Onde você estava? — Louis ouviu a voz um pouco rouca de (seu nome) desviando seu olhar para ela e sorrindo ao ver que ela está bem.

— Vocês me assustaram, nós temos uma menininha muito apressada. — ele riu fraco tentando mudar de assunto.

— Ligaram do seu trabalho… Você está de férias e mentiu para mim. — (seu nome) manteve o assunto.

— Foi um engano, amor… Eu estava viajando a trabalho e quem ligou foi um estagiário novo e ele me confundiu com outro funcionário. — ele sorriu fraco acariciando os cabelos da mulher — Agora eu estou de férias… Eu liguei para o chefe e contei a novidade, ele me deu alguns dias para que eu fique com vocês. — Louis mentiu… De novo. Mas agora é por uma boa causa, não?!

— Melhor assim… — (seu nome) sorriu se sentindo aliviada por ter sido apenas um mal entendido — Você a viu? Eu a vi por um momento e ela é tão linda.

— Eu a vi pelo vidro e me sinto o pai mais sortudo de todo mundo. — Louis mostrou-se animado deixando de lado por um tempo a culpa da traição — Eu conversei com o médico e ela terá que ficar alguns dias em observação e teremos que acompanhar todo o processo de desenvolvimento até que ela saia daqui, mas mesmo com esses detalhes eu não consigo deixar de estar feliz em tê-la.

— Eu me sinto da mesma forma, farei de tudo para que nossa bebê fique segura e bem o suficiente para conhecer nossa casa.

Louis deixou um beijo rápido sobre os lábios da esposa a pedindo para descansar, pois eles teriam uma longa estadia no hospital até que a pequena Hope pudesse enfim ir para casa.



Esse é uns dos pedidos que eu colhi e tem mais dois que tentarei postar amanhã e depois.

Yasmim, espero que tenha gostado. ❤

Eu não quis fazer ele contando para ela que a trai porque não ficaria legal um final feliz assim, pelo menos para mim não.

Espero que tenham gostado e até mais.

- Tay

Brincadeira de Mau Gosto Ft. Jimin

//Request

-ATENÇÃO: SMUT

Originally posted by taetaehyungs

Dentro de casa, observava pela janela a tempestade que caía. Raios e mais raios faziam o céu brilhar como se fosse dia, e a chuva criava pequenos rios nos cantos das estradas. Estava frio e só uma coisa poderia me esquentar em um momento como esse: Park Jimin, meu namorado.

Enquanto estava perdida pensando na saudade que senti durante a viagem dele para o Japão, assustei-me com o som da minha própria barriga roncando de fome. Não tinha muito mais que pão e algumas frutas em casa, então decidi que iria sair para comer alguma coisa.

Coloquei uma calça solta e uma blusa que Jimin havia esquecido aqui quando foi viajar. Assim que saí, o vento bagunçou meu cabelo todo e lançou frio pela minha pele. Enquanto andava, rajadas fortes vinham e iam, me jogando de um lado ao outro.

Cheguei ao restaurante 24hs da minha rua e pedi a comida. Esbaldei-me e saí de lá quase que rolando. Para um horário como esse, dez da noite para ser mais exata, até que o local estava cheio. Um garçom sentou-se a mesa comigo, era meu amigo Jordan.

-Como está? Com muitas saudades do menino abdômen? – Ele perguntou e ri um pouco, então assenti – Me imagino estando no seu lugar, se minha namorada fosse tão…

-Atraente fisicamente? – Jordan assentiu e então riu.

-Também não gostaria de ficar tanto temo assim distante dela.

-Jordan, coloque na cabeça que não gosto dele só pelo fato de ser ‘’Atraente Fisicamente’’ – Fiz aspas enquanto falava sobre sua forma física – Jimin é… – Suspirei – O namorado perfeito. Romântico, idiota, atraente, cuidadoso… Tudo o que sempre esperei de um homem.

-Entendi… Bom, espero que não enlouqueça sem essa perfeição toda que está falando. Tenho que trabalhar, me manda uma mensagem se precisar – Ele piscou para mim e então se levantou, indo para uma mesa que acabara de receber novos clientes.

Suspirei. Tudo o que queria era Jimin aqui comigo. Por que ele decidiu viajar logo agora? Não podia esperar uma época em que eu estivesse de férias para irmos juntos? Pensei no seu sorriso e em todas as qualidades dele, acabei dando um sorriso bobo, fazendo Jordan olhar e revirar os olhos para mim. Respondi com um gesto amigável feito com o dedo.

Levantei e saí na rua, a tempestade parecia apenas ter ficado pior e a noite mais escura. Meus passos faziam um som alto, mesmo que não estivesse de salto. Um arrepio percorreu a minha espinha, de repente, comecei a sentir medo de continuar ali, na rua. Mas precisava chegar em casa. No caminho para lá me lembrei de todos os filmes de terror e coisas ruins que já vira, mas tentei bloquear tudo ao máximo.

Já conseguia ver a entrada da minha moradia quando sinto uma mão em minha cintura, a pessoa que estava me segurando puxou-me para perto, nossos corpos colidiram um no outro. Rapidamente, ele ou ela, colocou uma venda em meus olhos, tentei retirar, mas parecia colada. Senti algo em meus pulsos, algemas. E então, fui empurrada para dentro de um carro.

O perfume dali não era estranho para mim, mas mesmo assim, meu coração estava a mil. O nervosismo crescendo, poderia acontecer qualquer coisa, as piores hipóteses passavam pela minha mente. O automóvel fez um movimento que me lembrava de uma subida, um morro. Estávamos subindo um morro.

A chuva batia fraca na janela do carro, o barulho era reconfortante, mas a situação nem um pouco. Paramos e eu conseguia ouvir o som da respiração do meu ‘’sequestrador’’ por baixo do som da tempestade.

-Por favor, quem é você? Preciso saber! Não faça nada comigo, por favor, só quero ir embora. Eu tenho um namorado, não faça nada de ruim, imploro de joelhos na chuva se for preciso – Nenhuma resposta. Escutei o barulho da porta do carro se abrindo, então fechando. Alguns segundos depois, a minha foi aberta e um braço me puxou para fora. A chuva molhava meus cabelos. Fui jogada no banco de trás do carro, senti um empurrão e a pessoa entrou ali comigo, fechando a porta – Não faça nada, por favor – Lágrimas se criavam, podia senti-las em minha garganta. A voz já saindo embargada.

Soube que era um menino quando meu braço foi puxado e uma mão empurrou minha cintura para cima das pernas dele. Sua boca começou a beijar meu pescoço, o desespero dentro de mim cresceu, apesar de eu estar gostando daquele ar perigoso e erótico. Não Pensei Você tem um namorado que ama, que vai voltar em poucos dias. Isso é errado, não permita Minha consciência tentava me parar, mas meu corpo não estava mais sobre meu controle.

As mãos do sequestrador foram tentar puxar minha para cima, mas parei-o não com as mãos, já que estavam presas, mas com a voz.

-Não faça isso, sabe que é errado. Dentro de você, sabe que é errado. Deixe-me ir, por favor – Implorei, mas parece que só tinha piorado a situação. Ele segurou meus pulsos presos com as algemas, colocando-os acima da cabeça e prendendo em algum lugar do carro com algo macio, um pano. Agora a única coisa que não estava presa eram meus pés, mas o espaço ali era pequeno demais para tentar algo.

Com os pulsos acima da cabeça, senti um metal gelado tocar minha cintura. O som de uma tesoura, ele estava cortando minha blusa. Desesperei-me e acho que falei demais, então a pessoa de irritou comigo, pois ela colocou algo em minha boca. Não sabia ao certo o que era, mas não me permitia dizer uma palavra. A única coisa que conseguia fazer era grunhir algo que parecia ser uma tentativa de fala, mas ao mesmo tempo, gemidos.

Senti frio e soube que estava apenas de sutiã e calça em frente a um completo estranho, tentei imaginar Jimin fazendo tudo aquilo. Tentei não pensar na situação real. O homem começou a beijar minha boca de forma bruta e pôs as mãos em meus seios. Seu hálito não me era desconhecido, mas o pânico crescia demais para racionar sobre qualquer. Em meio aos beijos tentei falar para que parasse, mas era óbvio, o menino tinha mais força que eu.

Como se fizesse aquilo quase toda semana, ele tirou meu sutiã e continuou a massagem, que por mais estranho fosse, estava boa. Soltei pequenos gemidos involuntários, mesmo com aquela coisa na boca, assim que senti seus lábios brincando com meus seios. O sequestrador parou e então desceu pela minha barriga, distribuindo beijos por todos os lugares que passava. Meus suspiros ficavam altos, por mais que tentasse conte-los.

Suas mãos começaram a desabotoar minha calça, tentei implorar para que parasse, mas os únicos sons que saíam da minha boca eram grunhidos baixos. Ele me deixou apenas com a calcinha muito facilmente, eu com certeza não era a primeira a sua primeira vítima. Seus dedos massageavam minha intimidade com movimentos circulares. A guerra dentro de mim estava grande: Uma parte querendo ceder ao prazer, a outra, lutando contra.

Os movimentos continuaram. Agora eu não só suspirava como gemia em uma altura consideravelmente alta. Minha calcinha foi arrancada e o que tomou conta do lugar foi a língua do homem. Contorcia meu corpo em êxtase querendo pedir por mais, mas ao mesmo tempo, querendo parar tudo. Ele explorava cada canto dentro e ao redor da minha intimidade. Sua respiração quente contra aquela área me dava arrepios bons e ruins. Jogava minha cabeça para trás a cada movimentação dele em mim.

Ele retirou sua língua e colocou três dedos de uma vez só, gritei em prazer e negação. Mesmo que sem querer, já sentia que havia me entregado completamente ele quando vi o estado da minha intimidade. Meus dedos arranhavam aquele pano, tentando rasga-lo ou fazer alguma coisa. O homem parou do nada, o silêncio daquele carro me deixava assustada. O único som eram meus suspiros altos e a respiração pesada dele. Ouvi-o mexendo em algo que parecia ser plástico, uma sacola plástica. Movi minhas pernas, como se fosse adiantar alguma coisa. De repente, o silêncio voltou, mas senti-o vindo para cima de mim novamente. Escutei um barulho estranho, diferente e não conhecido por meus ouvidos.

Algo estava entre minhas pernas, mas não era ele. Uma coisa veio em forma de flash em minha mente, um brinquedo erótico. Gelei no mesmo momento em que o sequestrador o colocou em mim. Joguei a cabeça para trás e contorci o corpo, gemendo alto. Ele fazia movimentos entrando e saindo, devagar e rápido. Aquilo começando a me levar a loucura. Meu ápice estava chegando, mas não podia fazer isso, não na frente de um estranho.

Tentei segurar, por mais inútil que fosse essa tentativa. Era quase impossível segurar, mas fiz meu máximo. Os movimentos continuavam, até que senti uma dor grande. Aquilo estava me machucando, gritei o mais alto que pude e percebi que tudo parou. O silêncio voltou, haviam duas tempestades aumentando naquele momento: A da natureza e a minha. Ambas saindo do controle.

Escutei o som do plástico novamente e senti o calor da respiração do homem mais uma vez. Agora ele beijava a parte interna da minha coxa, aparentemente, com carinho. Como se tivesse se arrependido do que fez. Como se fosse uma desculpa por ter me machucado. Depois continuou o caminho de beijos até minha intimidade, me fazendo suspirar baixo. Seus lábios macios me davam um arrepio que apenas sentia com Jimin, mas é claro que não poderia ser ele. Meu namorado estava no Japão e voltaria daqui a alguns dias.

Ele subiu com os beijos pela minha barriga, parou por alguns minutos nos meus seios e depois foi para minha boca. Uma de suas mãos acariciando minha bochecha. Achei aquilo estranho, o homem estava sendo completamente carinhoso comigo. Com calma, senti minhas mãos sendo soltas. Tanto do pano quanto das algemas, e a coisa que me impedia de falar também foi retirada. Coloquei as mãos em sua nuca, o trazendo para perto.

Seus lábios eram idênticos aos de Jimin, queria sentir aquilo mais uma vez.
Beijei-o apaixonadamente, mas logo me afastei lembrando que não era meu namorado quem estava ali. Empurrei seu corpo para longe e escutei-o batendo as costas na porta do carro. Coloquei as mãos sobre o rosto, respirando com dificuldade, a mente girando em torno de muitas perguntas. Do nada, escutei uma risada conhecida. Jimin. Arranquei a venda dos olhos com tanta força e desespero que alguns fios de cabelo foram juntos, a vista demorou um pouco para acostumar.

-JIMIN?! – Gritei surpresa, por ver meu namorado sentado na minha frente, rindo como se não houvesse amanhã – Seu traste, como ousa?! Por que fez isso?! Por que não me avisou que viria mais cedo?! Precisava mesmo me capturar para transar?! Não podia pedir?! AH! EU TE ODEIO! – Meu coração batia forte e rápido, tanto por raiva quanto por surpresa.

-Jagi… Foi só uma brincadeira – Ele se aproximava de mim, os braços prontos para me abraçar. Afastei-o com a mão – Precisava ver sua cara implorando por misericórdia.

-Deveria estar feliz, eu não saio por aí transando com todo mundo como a maioria das namoradas fazem – Cruzei os braços, não acreditando naquilo tudo.

-Queria te fazer uma surpresa em casa, mas quando te vi na rua não pude evitar. (S/N), jagi, foi só uma brincadeira… – Ele se aproximou e colocou os braços ao redor de mim.

-Uma brincadeira de mau gosto, você deveria dizer – Olhei fundo em seus olhos.

-Vai me dizer que não gostou?

-Você me machucou!

-Vou te recompensar, prometo – Jimin beijou a ponta do meu nariz. Lá no fundo, queria estar brava, mas não conseguia odiar aquele menino. Meus braços foram ao redor de seu pescoço e o beijei mais uma vez, o beijo ficando intenso mais uma vez – Podemos fazer um segundo round na sua casa…

-Podemos mesmo, eu recebi muito. Agora quem precisa receber alguma coisa é você – Beijei seu nariz e ele riu. Aquela risada fazia meu coração disparar com vários sentimentos – Te amo, mesmo sendo esse trouxa que você é – Jimin suspirou.

-Fazer o que, me sinto atraído pelo mesmo tipo de gente que eu – Ele me encarou e sorriu – Também te amo sua trouxa. 

//MinSuga
Mesmo de longe, você me cuida tão bem.
—  Apenas alguns quilômetos de distância.
Antes era o meu futuro. Agora é o nosso.
—  Apenas alguns quilômetros de distância.