diario de uma rockeira

Você entra no seu quarto, joga a bolsa da escola em um canto, encosta na parede e desaba, chora, chora, chora, tenta amenizar sua dor, mas você só acaba deixando ela maior, alguém bate na porta do seu quarto, você enxuga suas lágrimas e abre a porta, sua mãe está te chamando pra almoçar, você almoça, sorri e conversa como se nada tivesse acontecido e ela, não percebe nada. Depois do almoço, você vai pro computador, lê alguma coisa que te deixa pior ainda e volta a chorar, enquanto digita ”kkkkk” pra que todos tenham a impressão que você está bem, afinal, você não quer preocupar ninguém, você é só mais uma menina que sofre. A noite chega e com ela sua dor aumenta mais, a chuva está caindo lá fora e você desmoronando aqui dentro, quando se da conta novamente, está em seu quarto, seus olhos cheios de lágrimas e com uma lâmina na mão, tentativa de suicídio? Não, você só quer trazer um pouco de paz pra sua alma, você chora praticamente a noite toda e acaba caindo no sono, dorme alguma horas e o despertador toca, está na hora de fingir mais, você se levanta e se arruma pra escola, pinta seus olhos de preto pra tentar disfarçar as olheiras que se formaram ao passar a noite toda chorando, está na hora de colocar um sorriso no rosto, e fingir estar bem, como se nada tivesse acontecido. E essa rotina se repete por muito tempo, é sempre assim, sempre a mesma coisa, ninguém percebe como você esta destruída por dentro, o tempo passa até que você morre totalmente por dentro, e é ai que você sente que precisa acabar com tudo isso, ops, os cortes foram profundos demais, você acabou não vendo a quantidade de comprimidos que tomou, você fecha seus olhos, como se fosse cair em um sono profundo, sua respiração fica cada vez mais lenta, seus batimentos vão diminuindo… diminuindo… até que todo esse sofrimento acaba.

Você entra no seu quarto, joga a bolsa da escola em um canto, encosta na parede e desaba, chora, chora, chora, tenta amenizar sua dor, mas você só acaba deixando ela maior, alguém bate na porta do seu quarto, você enxuga suas lágrimas e abre a porta, sua mãe está te chamando pra almoçar, você almoça, sorri e conversa como se nada tivesse acontecido e ela, não percebe nada. Depois do almoço, você vai pro computador, lê alguma coisa que te deixa pior ainda e volta a chorar, enquanto digita ”kkkkk” pra que todos tenham a impressão que você está bem, afinal, você não quer preocupar ninguém, você é só mais uma menina que sofre. A noite chega e com ela sua dor aumenta mais, a chuva está caindo lá fora e você desmoronando aqui dentro, quando se da conta novamente, está em seu quarto, seus olhos cheios de lágrimas e com uma lâmina na mão, tentativa de suicídio? Não, você só quer trazer um pouco de paz pra sua alma, você chora praticamente a noite toda e acaba caindo no sono, dorme alguma horas e o despertador toca, está na hora de fingir mais, você se levanta e se arruma pra escola, pinta seus olhos de preto pra tentar disfarçar as olheiras que se formaram ao passar a noite toda chorando, está na hora de colocar um sorriso no rosto, e fingir estar bem, como se nada tivesse acontecido. E essa rotina se repete por muito tempo, é sempre assim, sempre a mesma coisa, ninguém percebe como você esta destruída por dentro, o tempo passa até que você morre totalmente por dentro, e é ai que você sente que precisa acabar com tudo isso, ops, os cortes foram profundos demais, você acabou não vendo a quantidade de comprimidos que tomou, você fecha seus olhos, como se fosse cair em um sono profundo, sua respiração fica cada vez mais lenta, seus batimentos vão diminuindo… diminuindo… até que todo esse sofrimento acaba.