despencar

É ele. Algo nele faz com que me sinta prestes a despencar. Ou derreter. Ou arder em chamas.
—  Divergente.
Ele sentou em um monte de areia que se destacava na paisagem seca, esticou as pernas e jogou seu corpo para trás, todo seu peso o fez despencar, peso de seus pensamentos que a gravidade o torturava o fazendo lembrar carregando-o para baixo o fazendo pensar. Ele ficou ali por um tempo, um bom tempo a observar o movimento da terra a seu redor, o vento que mudava de direção assim como suas vontades mudavam sua opinião, ele via as nuvens tomarem forma junto de seus desejos e juntos também se desmancharem, via a natureza nascer, sobreviver e morrer e se pôs no lugar dela, desejou a morte alguns momentos por alguns segundos, sentiu na pele a dor da folha ser queimada por um sol torturante e não ter água para a salvar, fez amizade com as vidas que habitavam a noite do deserto e experimentou o ar gélido que tais criaturas sabiam e gostavam de viver naquele inferno.
Ele então acordou dois dias depois de ter se chocado ao chão, bem mais se chocou consigo mesmo ao deitar seu corpo no monte de areia que era seus medos acumulados, ele entendeu que já viu céus tão mais azuis, ventos tão mais frescos e junto teve tempestades, fracassos então levantou e viu que nesses dois dias passados apagado a paisagem mudou, o tempo trouxe uma chuva e ela criou vida e o monte no qual ele se jogou já não era apenas medos, estava coberto de esperanças e coragem que o fizeram voltar a caminhar.
—  Douglas Pinheiro
Blood Trail || { Open }

          A cada passo aquela sensação inundava o corpo da espadachim. O sorriso em seu rosto mostrava o evidente prazer. Sentir a lâmina de sua katana atravessando a carne, dividindo os ossos e separando o membro do corpo… Era diabolicamente divino. A espada era um complemento de seu corpo, lhe dava uma sensação única, aquela sensação que ela tanto gostava. Os zumbis vinham em sua direção como presas andando em direção ao predador, prontas para o abate. Um por um, ela tinha o prazer de decapitar, cortar as pernas, dividir o tronco ao meio. Ver o corpo ficar imóvel e logo em seguida, lentamente despencar no chão e a cabeça rolar para longe. Descrevendo em palavras simples, era a sensação de um dever cumprido. Mas o que a deixava satisfeita, a sensação que ela tanto buscava satisfazer… Era o que sentia quando matava. Nada se comparava com o poder que você sente ao cortar alguém com sua espada, ao ver o sangue escorrer pela lâmina prateada. Aquilo era como uma droga para ela, ela precisava de mais e mais. Não era o suficiente. Conforme acabava com cada errante em seu caminho, era mais um corpo para o rastro de sangue e corpos que ela deixava. Até o ultimo zumbi daquela área.

          Até que um barulho a trouxe de volta. Ela olhou por cima do ombro, pensando se não seria um zumbi que teria passado despercebido, mas estava enganada. Era alguém vivo.

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Saindo pra ir trabalhar hoje, 13:00 ( agora 3 horas ⌚a mais que o Brasil) e a neve resolve despencar. ❄⛄ Uma delícia para quem tem que andar 20 min ate o ponto de ônibus. 🚌 (em Dublin, Ireland)

Adrenalina .

O que fazer quando do nada você se encontra à beira de um abismo preste a cair ? Se jogar ou persistir em ficar , mesmo que esteja desequilibrada e sabendo que a qualquer momento você pode despencar ? Eis a questão .. Ninguém vai viver por mim , a verdade é que só eu sei o que se passa dentro do meu coração ! Eu sei o tamanho do abismo que está na minha frente, sei também que eu posso um dia cair , mas seria mais doloroso não tenta do que cair de cima dele , eu sei o risco que corro mas é disso que eu gosto , ADRENALINA !

Texas Jackson Leblanc tem 20 anos e é uma Junior. Ela é mais uma selvagem do East Great Campus, e cursa Design. Está na fraternidade IOTA PI GAMMA (ΙΠΓ), na qual é veterana. É constantemente confundida com a Logan Browning, e se sua vida tivesse uma trilha sonora, seria She Way Out do The 1975. Este personagem encontra-se fechado.

IT'S KINDA FUCKED UP, BUT IT'S ME.

A vida é tão monótona que quando algo abala ela, tudo parece despencar, ou subir de uma vez. Henry Leblanc acabava de se formar em Engenharia Química, estava voltando para a casa. No voo de volta, conheceu Mary Ann Jackson. Uma jovem adorável, que também tinha acabado de se formar, em direito, para ser sincero. Era encantadora, olhos verdes, ruiva, de um simpatia única. Em menos de meses, já estavam tão perigosamente apaixonados, que quando perceberam, a mulher já estava grávida. Não queriam, não podiam deixar a família dela saber, já que os mesmo tinham o dom de ser muito conservadores. Mudaram-se para Chicago. Onde a primeira filha do casal nasceu. Era muito parecida com o pai, porém, os olhos puxaram a mãe, juntamente com o carisma e a habilidade de encantar a todos.

Texas, desde muito pequena, teve tudo na vida. Carinho, amor, atenção. Sempre rodeada de pessoas que gostavam dela, que a acham incrível. Aos sete anos, decidiu que flauta doce era o seu forte, era para isso que ela havia nascido, ingressando na academia e se esforçando o máximo, atraindo o olhar da professora, que convidou a menina para entrar na Orquestra da cidade. Era a sua chance de brilhar. Todo o sonho foi por água a baixo quando a mãe morreu, uma semana antes da grande apresentação, deixando o pai, seus dois irmãos gêmeos Patrick e Noah, e ela.
A vida parecia melhorar quando entrou no Ensino médio, se dedicando aos estudos e deixando a flauta doce de lado. Sua primeira amizade fora Alice, uma menina baixinha de pele clara e olhos negros como a noite. Não era simpática, preferia ficar nos livros e amava coisas técnicas, que somente ela entendia. Os anos passaram, deixando Texas e Alice cada vez mais unidas, e atraindo novos amigos também. Em poucos meses antes de entrarem para o último ano, um grupinho já havia sido formado. Texas, Alice, Alec, Brandon e Nora. Eram os cinco, imbatíveis. Quando o último ano acabou, os mesmos decidiram que antes de se separarem, fariam uma viagem pelos EUA, visitando todos os lugares que queriam e podiam, somente com uma determinada quantia em dinheiro.

Depois disso, nenhum mais se viu. Alice entrou em Harvard, Nora na Columbia, Alec em Yale e Brandon em Stanford. Para Texas, o destino tinha reservado outro lugar, East Great Campus.

LET THE RUMPUS BEGIN!

Sua mãe já dizia “Uma verdadeira dama, possui o verdadeiro dom de encantar a todos.” Com Texas não é muito  diferente. Dona de  carisma inigualável, está sempre pronta para fazer amigos. Com uma única excessão. Desde que eles tenham status. Interesseira? Talvez, mas a sua criação dependeu disso. Ela sempre teve do bom e do melhor, nunca recusando presentes caríssimos e perfumes importados que seu pai lhe dava. Talvez seja por isso que se tornou uma Iota, por conta de seus costumes e prazeres da voda.

Ficha do Player

Nome, idade e disponibilidade. Duds, 15 anos; Minhas aulas começaram quinta, dia 26, e como tenho outros RPGs e prioridades, provavelmente ficarei pouco mais ausente, mas se tiver qualquer problema, avisarei.

Ficha do Char

Nome: Texas Jackson Leblanc
Idade: 20 anos

Face Claim: Logan Bronwing.

Ano escolar: 3° Ano - Junior

Curso: Design

Música: She Way Out - The 1975

Fraternidade: Iota Pi - Secretária

Bio:

A vida é tão monótona que quando algo abala ela, tudo parece despencar, ou subir de uma vez. Henry Leblanc acabava de se formar em Engenharia Química, estava voltando para a casa. No voo de volta, conheceu Mary Ann Jackson. Uma jovem adorável, que também tinha acabado de se formar, em direito, para ser sincero. Era encantadora, olhos verdes, ruiva, de um simpatia única. Em menos de meses, já estavam tão perigosamente apaixonados, que quando perceberam, a mulher já estava grávida. Não queriam, não podiam deixar a família dela saber, já que os mesmo tinham o dom de ser muito conservadores. Mudaram-se para Chicago. Onde a primeira filha do casal nasceu. Era muito parecida com o pai, porém, os olhos puxaram a mãe, juntamente com o carisma e a habilidade de encantar a todos.

Texas, desde muito pequena, teve tudo na vida. Carinho, amor, atenção. Sempre rodeada de pessoas que gostavam dela, que a acham incrível. Aos sete anos, decidiu que flauta doce era o seu forte, era para isso que ela havia nascido, ingressando na academia e se esforçando o máximo, atraindo o olhar da professora, que convidou a menina para entrar na Orquestra da cidade. Era a sua chance de brilhar. Todo o sonho foi por água a baixo quando a mãe morreu, uma semana antes da grande apresentação, deixando o pai, seus dois irmãos gêmeos Patrick e Noah, e ela.
A vida parecia melhorar quando entrou no Ensino médio, se dedicando aos estudos e deixando a flauta doce de lado. Sua primeira amizade fora Alice, uma menina baixinha de pele clara e olhos negros como a noite. Não era simpática, preferia ficar nos livros e amava coisas técnicas, que somente ela entendia. Os anos passaram, deixando Texas e Alice cada vez mais unidas, e atraindo novos amigos também. Em poucos meses antes de entrarem para o último ano, um grupinho já havia sido formado. Texas, Alice, Alec, Brandon e Nora. Eram os cinco, imbatíveis. Quando o último ano acabou, os mesmos decidiram que antes de se separarem, fariam uma viagem pelos EUA, visitando todos os lugares que queriam e podiam, somente com uma determinada quantia em dinheiro.

Depois disso, nenhum mais se viu. Alice entrou em Harvard, Nora na Columbia, Alec em Yale e Brandon em Stanford. Para Texas, o destino tinha reservado outro lugar, East Great Campus.

Personalidade

Sua mãe já dizia “Uma verdadeira dama, possui o verdadeiro dom de encantar a todos.” Com Texas não é muito  diferente. Dona de  carisma inigualável, está sempre pronta para fazer amigos. Com uma única excessão. Desde que eles tenham status. Interesseira? Talvez, mas a sua criação dependeu disso. Ela sempre teve do bom e do melhor, nunca recusando presentes caríssimos e perfumes importados que seu pai lhe dava. Talvez seja por isso que se tornou uma Iota, por conta de seus costumes e prazeres da voda.

Algo mais? Sim, senhor Sirigueijo.

- Johan?
- Sim, querida.
- Viveremos em completa confusão?
- Você e eu?
- Não, todos nós.
- Como assim?
- Estou falando do medo, incerteza e ignorância. Você acha que, no fundo, tememos despencar…  e não sabemos o que fazer?
- Acho.
- É muito tarde?
- Sim. Não devemos falar essas coisas, só pensar nelas.
- Johan? Perdemos algo importante?
- Todos nós?
- Não, você e eu.
- O que seria?
- Às vezes, consigo ler sua mente… e sinto tanta ternura que me esqueço de mim… sem ter que me obliterar. É uma sensação nova. Você entende?
- Entendo.
- Johan? Às vezes sofro por nunca ter amado ninguém. Acho que também nunca fui amada.
- Acho que você me ama… à sua maneira atarantada e incômoda. Nos amamos de forma mundana e imperfeita. Mas você é tão exigente.
- Sou sim.
- Mas aqui estou, no meio da noite, sem muita fanfarra… em uma casa escura, em algum lugar do mundo… com meus braços ao seu redor. E os seus braços ao meu redor.