desfocar

Como enfrentar dias difíceis?

Assuma-o!

Dessa vez não existem mais listas quilométricas com dicas de o que fazer para superar um dia ruim. Nenhuma indicação de livro ou filme com uma mensagem motivacional no final. Nem aquela velha história da tia do primo do vizinho que passou pelo mesmo processo e hoje está super resolvida. É simples, eficaz e indolor: assuma o dia difícil.

Nós temos a pedante mania de tentar desfocar um acontecimento com alguma solução ou distração momentânea. Tudo para não lidar com o fato de que “hoje não foi um dia bom para sair de casa” ou “talvez eu eleja esse dia como o pior dia do ano”, e todas as frases pessimistas e cruéis que repetimos para nós mesmos.

Mas por que não encaramos o fato de que nem todos os dias são bonitos? De que, embora nos filmes tudo pareça poético e simplista, a vida pode pesar a mão um pouco mais? Por que não assumimos que não estamos em um dia bom para aceitarmos o QUANTO somos corajosos por continuar?

Por mais que o instagram nos mostre que as pessoas passam o dia inteiro sorrindo, comendo coisas gostosas ou namorando pessoas também felizes, fora da tela e longe das câmeras todos nós sofremos um pouco algum dia.

Permita-se passar pelos dias difíceis e todas as suas resoluções dramáticas ou descobertas inúteis. É na constatação de um dia ruim que abrimos o nosso olhar para dentro, e, quem sabe, descobrimos outras coisas maiores acontecendo em nós.

Liberte-se de seus medos, desalgeme o que te trava, aumente o seu riso,  permita o amor transbordar, distribua sorrisos, partilhe momentos, abraça o que te faz bem, relaxe sua mente e destaque a sua felicidade… Viver loucamente é deixar o sonho viver, e quando realizar, buscar-se mais um. É não cansar de ser feliz, é não desanimar nos dias chuvosos. A felicidade se engloba muito mais do que isso: a felicidade é ser, antes de ter. É estar, antes de querer. É procurar, antes de tentar. É desistir da palavra desistir. É rolar no tapete, é viajar ao mundo ou explorar lugares novos na cidade, é correr por aí, sentar na praça e sentir o ar batendo no seu rosto, é parar pra admirar o tempo e tirar um tempo a si mesmo, e mesmo assim ser feliz, é ser satisfeito consigo mesmo principalmente, é não deixar que o rancor seja moradia, é sentar e falar sobre a vida.. A felicidade não tem rumo, o rumo é a própria felicidade. A vida é uma aventura, é trilhar numa jornada sem saber o fim e no que suas escolhas vão dar… É toda vez na hora de acordar, é sentir cheiro de terra molhada pela sua aventura, é um dia para recomeçar. É respirar fundo e ir com medo mesmo, é inspirar e transpirar coisas boas. Persistimos seguir sempre em frente, mas seguir em frente não significa que devemos focar nos nossos problemas diários e desfocar dos nossos objetivos. Permitimos que as vezes, os barulhos dos problemas atrapalhar a nossa audição e nossa visão, e por fim falamos só deles, e perdemos a satisfação de prestar atenção na vista da viagem. O ser humano tem a mania de enxergar o problema com o telescópio, bem maior do que ele aparenta ser ou até mesmo criar problemas na própria mente. Mas na verdade, a solução é pensar em alguma solução, antes de criticar. O ser humano criticando é mais um, o ser humano incentivando e amando é diferente. O jeito é espalhar o amor, praticar o perdão e distribuir um abraço, um colo e um carinho. E apensar de sermos falhos, o recomeço é diário. Todo dia é uma nova história, um desafio para nós mesmos. As vezes as lutas são minuto há minuto, ou segunda há segundo.A única certeza que temos para esses dias difíceis e até mesmo para os dias mais leves é: viver um dia de cada vez, aprender a viver o hoje, valorizar o agora… Você pode até planejar o futuro, relembrar o ontem, mas o hoje é o “agora”, vale mais do que “ontem” e do que “amanhã”.
—  Vitoria Martini.
A verdade é que desde sempre foi complicado entender o que eu sinto, mas eu sempre tentei descrever em palavras para que, quem sabe alguém mais ou menos desocupado do que eu, pudesse entender por mim. A vida bateu na minha cara, muitos dias seguidos, sem poesia nenhuma que era pra me deixar sem vontade alguma de abrir os olhos. Só que os olhos são meus e cabe a mim saber até onde é bom enxergar, mesmo que sejam só coisas ruins que não vão me dar o sorrisinho que eu tenho que carregar todas as manhãs. Assim como tudo na vida, amores e amigos vêm e vão e, fico aqui perguntando baixinho, quem sou eu então pra decidir que os meus não deveriam ir? Não adianta mais prometer que será pra sempre. Eu não quero promessas. Promessas criam expectativas e expectativas borram maquiagens e comprimem estômagos. Eu não quero dor. Eu não quero olhar no espelho e ver você escorrer, manchando minha maquiagem. É pelo medo de cair de novo que meus joelhos tremem. Eu quero, no mínimo uma garantia. E eu só preciso me desfocar do sonho que me deixa míope e enxergar além, ou melhor: enxergar o que está na minha cara. Antes de dormir rezei, pedi a Deus que perdoe tanta ingratidão de minha parte, por não enxergar tudo de bom que a vida me oferece, e continuar aqui me lamentando e fazendo tudo por você.
—  Tati Bernardi.
Eu não preciso controlar a vida, meus hormônios, meu futuro, os outros, minha felicidade. Eu só preciso levar a vida, eu só preciso desfocar do sonho que me deixa míope e enxergar além, ou melhor: enxergar o que está na minha cara. Ver o quanto o resto todo já é perfeito e está lá, eu já conquistei, é meu.
Antes de dormir rezei, mas dessa vez não pedi o moço de cavalo branco (carro do ano) e da espada gigante (vocês entenderam), apenas agradeci por estar me sentindo tão inteira, feliz, em paz e, principalmente, por não precisar de ninguém ao meu lado para estar bem.
Mas no fundo, no fundo, confesso: pensei também que quanto mais inteira, feliz, tranquila e independente eu for, mais chances eu tenho dele aparecer. Vício é vício.
—  Tati Bernardi.
1ºTutorial - Fundo desfocado (curta distância)

Essa dica foi escrita por Anderson em uma comunidade da Fuji. Vamos a ela:

A diferença entre “Longa” e “Curta” distancia para desfoque do fundo, são poucas. usamos a mesma tecnica para: Aberturas grandes, quanto maior a abertura do diafragma(menor o numero do “F”)melhor para desfocar.

Distancia do fundo a ser desfocado do assunto o maior possivel, e se for uma pessoa, peça a ela ficar o mais loge do fundo possivel . Para curta distancia a diferença é quê, vc deve aproximar o maximo possivel do assunto(ou pessoa), ou use o zoom o quanto vc puder, e outra dica é usar o macro para q a cam desfoque mais ainda.

Desligue a detecção de rosto se estiver ligada, use o Iso o menor possivel(400 no maximo), se for fotografar em cor use o Diapositivo, Use a fotometria SPOT caso as cores da roupa forem uniformes, focagem AF Unico, e modo AF Centro. se a pessoa a ser fotografada for branca use fundos escuros(plantas,arvores e paredes antigas desfocadas são lindas e deixam mais viva e nitida a foto), se for pessoa negra ou morena escolha algo em meio tom(não muito claro). 

Como exemplo a foto abaixo: 

        

Exif da foto acima:

Iso 100 - Foco: F3,8 - Velocidade: 125 - Finepixcolor; Diapositivo - Spot 

Modo: Manual

Em breve irei coletar mais dicas, sendo elas minhas ou não para esses tuto.

Boas fotos e até a próxima.

anonymous asked:

eu sei que parece uma pergunta estranha, mas quando foi a última vez que chorou? qual o motivo e o que te fez parar de chorar?

Tudo bem. Fazia dias que eu não chorava, semanas. Essa ask é da semana passada, eu sei, não me odeie por ter respondido tanto tempo depois, só queria poder dar uma resposta digna. Eu chorei essa madrugada inteira e dessa vez, pela primeira vez na minha vida, foi sem parar por um segundo sequer. Não é uma metáfora ou um exagero meu, para você ter ideia, parece que acabei de sair do banho, meu cabelo está ensopado, deve ter sido porque o travesseiro tava se alimentando de todas as lágrimas e isso é nojento, joguei ele perto da porta. Eu ainda não sei o motivo, comigo as coisas costumam ser mais complexas do que com as demais pessoas. Tem tanta coisa acontecendo e eu sinto que tanta coisa ainda vai acontecer. Acredito que choro por mil motivos ou os invento para desfocar o único motivo que me deixa assim. O ser humano é tão estranho… Fazemos tantas coisas por emoção e onde foca a razão no meio de tudo isso? Digo, olha pra mim agora, o que aconteceu? Nem eu mesma sei. Não consigo respirar pelo nariz de tanto que chorei, acho que vou ficar o dia todo resfriada, que ótimo. Normalmente (anormalmente falando), o que me deixa mal a ponto de chorar é o que acaba me fazendo bem. Não sei explicar direito como o meu cérebro funciona, acho que ele está do lado errado ou trabalhando a favor de alguém, acontece que eu penso demais, mente fértil demais, ousada demais, complicada demais e o que antes era veneno, agora vira antídoto. O ser humano deveria vir com manual de instruções. São 4:49 da manhã, acabei de assistir “Querido John” e isso de tempo e distância me fizeram pensar em algumas coisas, como… Sumir. Sabe essas pessoas que desaparecem por anos e voltam tão repentinamente quanto sumiram? Sempre senti vontade de fazer isso. Sinto vontade de sumir, viajar, sem avisar pra ninguém por uns 10 anos e voltar numa noite de quinta-feira qualquer só para ver como as coisas estão. Como será que estariam sem mim? E aqueles que diziam me amar? Ainda lembram do meu sobrenome? Quem dirá os amigos, com certeza apenas soltariam um típico: “te conheço de algum lugar”. Acho que para viver de verdade, viver para ser bem e feliz com alguém de verdade, teríamos que viver no mínimo umas 3 vezes seguidas, nascendo e morrendo, sabe? Num ciclo vicioso de ensinamentos. Para que, quando chegássemos na vida “vida”, fizéssemos tudo como realmente deveria ser feito. Sem perder tempo com amizades falsas, parentes invejosos, amores que te amam e amam mais 10 outros amores por aí… Enfim, é isso que me faz pensar em chorar. Já estamos em mais um fim de ano e parece que nada nunca muda, além do último número da unidade do ano. Sempre as mesmas dores, com as mesmas pessoas ou não. Sempre presentes e perdas, idas e vindas, olás e adeus. É tão triste chegar no fim do ano, gritar: “vida nova” e saber que nada nunca vai mudar. Você vai estar no mesmo corpo, cercado das mesmas pessoas, sentindo as mesmas coisas, num novo e repartido início do ano que se passou. Consegui parar de chorar, são 5:02 da manhã. Sei que não vou chorar amanhã e acho que vai demorar pra acontecer isso de novo, mas, acredite, será sempre pelo mesmo motivo.
Sinta-se um guerreiro se leu isso até o fim, porque estou me sentindo uma por ter escrito tudo pelo celular.
Beijos e uma noite tranquila pra você, pelo menos, mais tranquila que a minha.
Desculpa a demora.