descendo escada

Pedido anonimo, dois em um: ‘’ Faz um 1s do zayn, pode ser contando um momento meio cotidiano, a menina chegando em casa estressada da faculdade e ele fazendo ela relaxar, algo assim ‘’  

‘‘ Oii, faz um do Zayn em que eles brigam (em algum lugar de sua preferência) e ela acaba se machucando feio, e então ele fica cuidando dela! Muito obrigada. ‘‘

———————————————–

Sabe aqueles dias que tudo começa dando errado e só vai piorando com o passar das horas? Estou em um deles. Conciliar faculdade, trabalho e ainda ter de dar atenção para o namorado não é nada fácil. Mas graças a Deus a ultima aula foi cancelada e eu estou indo pra casa mais cedo.

- Querida? Chegou cedo. - Zayn apareceu na sala e me viu deitada (praticamente morta) em cima do sofá.

- Zayn? O que faz aqui?  - Bom, Zayn e eu apesar de estarmos juntos á muito tempo decidimos não morar juntos, pelo menos até eu me formar. Fica mais fácil ter um lugar e espaço para poder focar em todos meus afazeres e realmente não sei se estou preparada para dividir esse espaço/lugar com alguém agora.

- Eu vim te ver, faz um tempo que não nos vemos. Você só fica aqui estudando ou quando não está na faculdade, está trabalhando. E eu? - Ele faz bico, embora ele não esteja realmente falando sério, eu fico chateada por ele não entender.

- Está tudo um sufoco, semanas de provas e final de semestre é sempre puxado. - Suspiro - Infelizmente não posso te dar atenção agora, estou morta e ainda tenho que fazer tanta coisa. Colocar as roupas para lavar, tenho um trabalho para entregar essa semana e ainda tenho que rever uns relatórios para empresa. Você sabe, eles jogam tudo para os estagiários. - Passo a mão pelos cabelos desejando sumir, nem que seja por uma hora.

- Relaxa, eu levo as roupas na lavanderia, faço o jantar enquanto você termina o seu trabalho e quanto ao emprego, já disse que você não precisa disso. Eu posso muito bem…

- Não começa com isso de novo, já falamos sobre isso. Eu preciso da experiência que essa emprego está dando. É ótimo para meu currículo. - Me levanto indo em direção a cozinha, ele vem atrás.

- Eu sei, mas se você me deixasse te ajudar as coisas iam ficar bem mais fáceis. - Ele se apoia no balcão me observando fazer um sanduíche. 

- Ah claro - Rio - Zayn, você não entende nada do que eu estou passando. Não é fácil como pensa, fácil é você falar isso. Logo você que só de abrir a boca ta ganhando dinheiro… - Falo sem pensar e vejo Zayn ficar mais sério agora. - Desculpa, amor. Eu não…

- Vá terminar seu trabalho, eu vou fazer o jantar. - Disse friamente dando as costas pra mim, eu suspiro e faço o que ele pede. Brigar agora só atrasaria as coisas.

***

- S/N? Está tudo bem? - Zayn adentra o quarto e me vê debruçada na escrivaninha e aos prantos. - Querida? Você está chorando? O que aconteceu?

- Eu não consigo! - Falo entre soluços - Que saco! Eu não consigo pensar em nada, já faz uma hora que estou tentando escrever mas não tenho ideia de como começar…- Zayn seca minha lagrimas realmente preocupado. 

- Claro que consegue, não fala isso. - Ele arrisca um sorriso e reviro os olhos, como ele consegue ficar calmo naquele momento.

- NÃO! ZAYN, VOCÊ NÃO FAZ IDEIA, VOCÊ NÃO ENTENDE! - Exclamo e ele se surpreende me soltando. - Que merda! Sai daqui, você deveria ir embora! - Me levanto totalmente cega pelo estresse, só um banho quente me salvaria agora. E é isso que faço, entro no banheiro deixando-o sozinho no quarto.

Assim que saio do banheiro, vejo o quarto vazio. Suspiro alto, a essa altura já estava arrependida. Visto meu roupão depressa e vou procura-lo.

- Amor? Desculpa eu não quis falar aquilo…- Disse descendo as escadas, já na metade delas eu deparo com sala rodeada de velas, as luzes apagadas e algumas pétalas de rosas pelo chão. Mal estava acreditando que ele havia feito aquilo e eu o tratei daquela forma…- Zayn? - Passei pela sala vazia e fui para cozinha, ele tinha que está lá. Mas a melhor parte está por vir, Zayn tinha preparado o jantar e arrumado tudo na mesa de jantar e em cima dela tinha uma caixinha de veludo preto, aberta. O anel brilhava de longe, agora sim eu estava me sentindo um lixo.- Ah não Zayn…

***

- Malik, é a decima vez que deixo recado na caixa postal. Será que pode atender a merda desse celular?…- Suspirei - Desculpe, isso foi grosseiro. Só me ligue de volta, por favor…- Desligo.

***

O dia amanheceu e eu mal consegui dormir sem noticias de Zayn, eu levanto e vou me arrastando até o banheiro. Faço as higienes necessárias rapidamente, desço na esperança de vê-lo jogado no meu sofá. Mas não estava. Vou até a cozinha, tinha que arrumar o jantar romântico que arruinei. Pego a caixinha de veludo que estava intacta desde ontem, guardo em dos bolsos do roupão.

Termino de organizar tudo e começo preparar um sanduíche, aquilo me sustentaria pelo resto do dia, então eu colocava tudo que tinha direito. Já no Grand Finale, pego os tomates e corto em rodelas. Enquanto fazia aquele trabalho, lembranças de ontem a noite me atormentam e uma angustia toma conta de mim, me fazendo desconcentrar totalmente do que estava fazendo, começo a sentir raiva de mim mesma e eventualmente desconto nos tomates, cortando-os de forma bruta e rápida e sem querer acabo errando o corte e passo a faca extremamente afiada na palma de minha mão. Como eu conseguir fazer aquilo? Agora a bancada de minha cozinha estava repleta de sangue, muito sangue e não parava de sair sangue. Aquilo me assustava, corri para pegar um pano para prender o corte, mas não encontrava em lugar nenhum, tomei coragem para olhar minha mão e vi que o corte era pequeno porém bem profundo, foi isso que me desesperou.

- Mas o que…- Zayn adentrou a cozinha alguns longos minutos depois, ele olhou para os pingos de sangue no chão e foi seguindo o rastro com os olhos até chegar em mim, sentada no chão, chorando e sem saber o que fazer. - O que aconteceu? - Ele correu até a mim e se agachou olhando para minha mão. Eu não conseguia responder. - Droga! - Ele arrancou o seu casaco e amarrou as mangas em minha mão prendendo o sangue, então me dei conta que ele estava lá.

- Zayn? - Sussurrei 

- Vou pegar a maleta de primeiros-socorros. - Ele saiu correndo me deixando atordoada no chão.

***

Estava sentada na pia do banheiro e Zayn em minha frente, entre minhas pernas. Ele fazia um curativo em mim, não dizia nada a um bom tempo. Deduzi que ainda estava chateado, mas olhando ele ali tão próximo de mim, me dava vontade de abraçar, beija-lo e…

- Ai! - Gritei recolhendo minha mão quando ele jogou um liquido que por sinal ardia muito. - O que é isso?

- Isso evita qualquer tipo de infecção. - Ele respondeu friamente pegando minha mão e retomando ao curativo.

- Podemos conversar? - Ele não respondeu. Eu suspirei e puxei minha mão tirando sua concentração dela.

- Me deixe acabar logo com isso.

- Zayn…- Ele suspirou

- Tudo bem, vamos conversar então. - Cruzou os braços. 

- Me desculpe por ontem, eu não devia ter falado aquilo. Eu amo você e fui uma idiota quando você só queria me ajudar, o que posso fazer pra ter seu perdão? - Perguntei esperançosa e ele deu de ombros. - Eu encontrei isso. - Com a outra mão intacta eu peguei a caixinha de veludo. Ele engoliu seco e continuou a ficar calado. - Nós íamos nos tornar noivos ontem e eu estraguei tudo né? Escuta, eu não vou mais desprezar você daquela forma, nunca mais! Me desculpa se eu fui grossa. Você tem que saber que o que eu mais quero agora e ser sua, sua noiva, esposa, mulher. Quero morar com você, quero ter você do meu lado, me apoiando como sempre faz. Quero que sinta orgulho de mim e que esteja na primeira fileira quando eu me formar, quero conquistar o mundo mesmo sabendo que meu mundo é você. - Zayn já tinha deixado sua postura de durão a um tempo, mas continuava calado. - Só basta saber se você quer também? - Ele sorriu, aah aquele sorriso…

- Eu quero. - Sorri sentindo seus braços abraçarem minha cintura, por impulso eu agarrei seus quadris com as pernas e abracei seu pescoço lhe dando total abertura para o beijo. Quando o beijo estava pegando um ritmo bom, inventei de passar as mãos por sua nuca e…

- Ai. - Gritei soltando seus lábios, ele ficou preocupado e pegou minha mão machucada.

- Venha senhora Malik, deixa eu cuidar de você.

Pedido: Faz um do Lou pra mim que eles estão só ficando e ele acha que ela é toda princesinha e um dia chega na casa dela e vê ela com uns amigos vendo a final de algum campeonato e ele fica surpreso por ver que ela não é toda cheia de frescura (foi mal a confusão hahahaha)

           Sorri assim que vi s/n descendo as escadas usando uma camiseta do Brasil que ficava enorme nela ela sorriu e arrumou a tiara de gatinho na cabeça. Ela parece tão delicada é meiga que tenho a sensação que a qualquer momento posso quebra-la ou machuca-la. Assim que ela desceu o ultimo degrau da escada pulou no meu colo e colocou as duas pernas em volta do meu tronco, s/n é a única pessoa que consegue ser menor que eu, e isso é bom pois quase todas as minhas ex namoradas eram maior que eu ou do mesmo tamanho e nunca menor e isso me faz ter a sensação que posso proteger ela de tudo e de todos.

- Pronto para a sua derrota? – Ela beijou o canto os meus lábios e sorriu.

           Nós dois entramos em uma aposta, se o Brasil ganhasse da Inglaterra eu iria levar ela para jantar, mas se eu perdesse ela que iria me levar, isso poderia ser uma coisa besta, mas significa tanto para alguém como eu, nunca gostei tanto de uma mulher como gosto de s/n, não estamos namorado, mas quero a pedir em namoro hoje depois do futebol, já tinha planejado tudo, incluindo a aliança que eu tinha comprado pela a manhã;

- É melhor você se prepara, para a sua derrota.

           Assim que chegamos a minha casa, os meninos já estavam na frente da televisão contando os segundos para o jogo começar, ri comigo mesmo ao vê Niall usando a camiseta do Brasil, enquanto falava que o Brasil é o melhor time de futebol, depois da Irlanda. Dei o balde de pipoca para o Niall e para o Harry segurarem, Zayn estava sentando no sofá rindo da discussão do Niall com o Liam. S/n sentou-se na ponta do sofá e eu ao lado dela.

           O jogo estava empatado e o Niall gritava como um louco. Assim que uns dos jogadores brasileiros marcou pênalti s/n levantou do sofá juntamente com o Niall e começaram a gritar vários palavrões ao mesmo tempo, todos que estavam presentes do local olharam assustado para ela, mas s/n não se importou nem um pouco e continuou gritando.

- Pare que o jogo está virando não é mesmo pequeno Lou? – Ela colocou a mão na minha cabeça e bagunçou meus cabelos como se eu fosse um cachorrinho indefesso.

           Nunca imaginei que ela poderia ser essa garota. No começo imaginava que s/n era uma menina meiga e que tinha medo de tudo e odiava futebol, mas a cada dia que a conheço melhor apaixono-me ainda mais por essa mulher. Ela tirou a tiara de orelha de gatinho e colocou na minha cabeça.

- Você não acha que está abusada demais? – Sorri.

- Está com medo?

           Antes que eu pudesse falar alguma coisa, o narrador do jogo gritou e gol. Olhei para a televisão e vi que foi gol do Brasil. Todos levantaram do sofá e começaram a gritar, inclusive s/n.

           Assim que a sobremesa entrou, minhas mãos começaram a suar frio, ela estava se divertindo tanto e fazia questão de falar a todo o momento como ela entendia de futebol e eu não sabia de nada. Normalmente se fosse outra pessoa falando isso para mim, iria acabar com ela, mas eu não conseguia fazer isso com s/n ela é diferente e de um modo estranho amo ela dizendo a todo o momento isso, não sabia que iria gostar tanto de mulheres que amam futebol.

           Quando ela terminou de comer finalmente tomei coragem e tirei a aliança do bolso e levantei-me da mesa. S/n olhou-me estranho e parou de falar no mesmo minuto. Suspirei fundo e olhei para os meninos que estavam comendo em outra mesa, eles sorriam e eu sabia que eles estavam aprontando algo. Assim que me ajoelhei no chão, s/n colocou as mãos na boba e os seus olhos se encheram de lagrimas.

- Quer namorar comigo? – Foram as ultimas palavras antes de quase ter um infarto.

           Ela se levantou da mesa e caminhou na minha direção e balançou a cabeça antes de começar a chorar e me abraçou fortemente. Senti confetes caindo sobre o meu corpo, assim que olhei para trás vi Harry jogando confete encima de nós dois.

Imagine com Zayn Malik

“Ooi, pode fazer um do Zayn em que eles são primos, ele tinha uma queda *CofCofUmPenhascoCofCof* por ela, e ela por ele, mas nunca tinham coragem de se declararem (também pelo fato de serem primos), Zayn vivia implicando com a (S/n), então​ em um dia, ela já estava de saco cheio e explodiu para cima dele, eles começaram a discutir e no calor do momento os dois se declararam… aí rolou (hot). - fanyc1

~~~~~~~~~~~~~~ 


– ZAYN ME DEIXA EM PAZ, QUE SACO. – Entrei na casa da Tia Trisha, gritando com o meu primo.

– Ei, o que aconteceu com vocês dois? – Tia levantou do sofá deixando seu livro de lado.

– Ele, como sempre. – Apontei para o Zayn que me olhava com um sorriso debochado.

– O que você fez Zayn? – Ela cruzou os braços esperando uma resposta do filho.

– Eu? – Fez cara de ofendido, falso. – Eu não fiz nada mãe.

– COMO NÃO ZAYN? – Gritei recebendo o olhar de reprovação de minha tia. – Eu estava apenas conversando com o vizinho do lado e você simplesmente meteu um soco na cara dele. – Cruzei os braços nervosa, batendo o pé no chão repetidamente.

– Ele ia te beijar, porra. – Sentou no sofá com os braços cruzados e com a feição brava.

– Não, ele não ia. Que saco! – Digo já perdendo a paciência. – E se fosse? Você não tem nada a ver com isso. A vida é minha e eu faço o que eu quero.

– Isso é ciúmes S/n, eu conheço o meu filho. –. Minha tia disse tentando conter o sorriso.

– Lógico que não mãe, para com isso. – Fechou a cara, ficando emburrado.

– Parece uma criancinha fazendo birra. – Brinquei com Zayn, recebendo um olhar mortal do mesmo.

– Vai se fo…. – Se levantou bravo.

– Opa, opa, opa. Olha o palavreado. – Tia disse interrompendo ele.

– Idiota. – Zayn disse nervoso passando por mim e subiu as escadas.

– Infantil. – Respondi no mesmo jeito.

– Ai meu Deus, essa é nova. – Tia Trisha fala rindo, e logo em seguida sentando no sofá. - Zayn Malik, com ciúmes da prima.

– É cada uma que me aparece. – Comentei arrancando uma risada da parte dela.

Na verdade eu estava amando isso, eu - infelizmente - sempre fui apaixona por ele, desde o nosso primeiro beijo, no fundo do seu quintal, quando tínhamos apenas 9 anos.

Flashback on.

– Você ia mesmo beijar ele? – Zayn perguntou cruzando os braços, fazendo um bico fofo.

– Sim, se não fosse você chegar e atrapalhar tudo. – Falei irritada me sentando na grama.

– Mas você não pode beijar ele. – Sentou- se do meu lado.

– Por que não? – Perguntei irritada. – Todas as minhas amigas já beijaram alguém.

– Mas você não precisa ser igual elas.

– Mas eu quero beijar alguém, que saco. – Emburrei, cruzando os braços.

Em segundos eu senti seus lábios nos meus e junto veio as tais borboletas na barriga.

– ZAYN? – Ouvimos a voz de seu pai, que o fez se afastar de mim.

– Satisfeita? Agora você não precisa beijar nenhum menino. – Zayn disse se levantando e correu para dentro de casa.

Flashback off.

Desde então, minha paixão pelo Zayn apenas cresceu, ficamos duas vezes depois disso: no aniversário de 12 anos dele, eu tomei coragem e o beijei, na sua casa na árvore e último beijo foi quando tínhamos 16 anos, mas esse foi um beijo de verdade, com direito a língua com língua, palpadas e tudo mais, até tentamos ter algo mas somos primos, mas depois de uma semana, Zayn “acordou” e disse que isso nunca daria certo.

E aqui nós estamos, minha amizade com o Zayn não foi mais a mesma e sempre que podia ele implicava comigo, por motivos bestas e infantis.

– Prima? Acorda. – Waliyha disse estalando os dedos na frente do meu rosto.

– Uh?

– Você está bem? – Assenti.

– Ah, só um pouco nervosa. - Bufei me jogando no sofá.

– Zayn de novo? – Ela perguntou mesmo já sabendo a resposta.

– Sim, como sempre. – Revirei os olhos. – Eu ia ficar com o gostoso da casa 7B e ele chegou nervosinho e simplesmente deu um soco nele. – Waliyha arregalou os olhos mas logo começou a rir.

– E você ainda tem coragem de dizer que só estava conversando com ele. – Zayn resmungou descendo as escadas. – Agora é mentirosa, S/n?

– Puta que pariu, você é tão chato. – Bufei revirando os olhos. – Me deixa em paz, Zayn.

– Por que você ia beijar ele hein? – Foi chegando mais perto do sofá.

– Wali, eu posso subir e dormir no seu quarto? Estou ficando com dor de cabeça. - Digo ignorando a pergunta de Zayn, o deixando mais irritado.

– Claro, S/a, pode subir. Qualquer coisa é só me chamar.

– Obrigada, prima. – Sorri pra ela.

Me levantei do sofá passando reto pelo Zayn e fui em direção às escadas, deixando um Zayn furioso para trás. Mas antes de subir, virei minha cabeça olha do para ele, dei um sorrisinho sarcástico.

– Vai se foder. – Sorri sarcástica e comecei a subir as escadas, indo para o quarto.

(…)

– S/a? – Wali diz baixo entrando no quarto. – Meus pais saíram e a Doni foi dormir na casa do namorado, hoje tem a festa de aniversário do Miguel e eu vou acompanhar a Safaa. – Deu uma pausa. – E como eu sei que você não gosta de crianças, se quiser pode ficar em casa.

– Você vai apenas para acompanhar a Safaa? Ou será que tem o irmão do amiguinho da Safaa, que é super gato no meio? – Comentei a deixando vermelha.

– Hei, fala mais baixo.

– Desculpa. – Joguei a mão para o alto, em sinal de rendição. – Pode ir prima, eu vou dormir mais um pouco.

– Obrigadinha… Ah, o Zayn não está em casa, okay? E provavelmente eu chego antes dele.

– Tuuuudo bem. – Fiz joinha com a mão, me jogando na cama novamente.

– Tchau. - Wali disse fechando a porta.


Acordei com o som alto, vindo do quarto de Zayn, droga.

Levantei irritada e já estava esmurrando a porta do seu quarto.

– Para com isso, caralho. - Zayn disse bravo assim que abriu a porta.

– Diminui a porra de som. – Respondi no mesmo tom.

– E se eu não quiser? – Cruzou os braços.

– Eu vou ser obrigada a cortar os fios desse lixo. – Zayn riu.

– Você não teria coragem.

– Não duvide de mim. – Falei pronta para virar e sair de lá. – Aliás, aonde você estava? Wali disse que chegaria primeiro que você.

– Não que seja da sua conta, mas eu estava em uma festa, mas ai aconteceu algumas coisas, perdi a paciência e eu estou aqui.

– Infelizmente você estragou meus esquemas. – Coloquei as mãos na cintura. – Eu ia me encontrar com o seu vizinho daqui algumas horinhas. – Sorri falsa, vendo sua face mudar.

– Ah, sério? Pode ir lá agora, mas te garanto que ele nunca será melhor que eu. – Sorriu convencido.

– Você se acha demais, né? Mas não é bosta nenhuma. – Sorri debochada. – Fiquei com vários caras, melhores que você.

– Ah é? Então me responde. – Chegou mais perto. – Então por que vivia correndo atrás de mim? – Desmanchei meu sorriso assim que ouvi aquilo, eu realmente não tinha resposta. – Parece que o jogo virou, amor. – O sorriso que estava no meu rosto, agora estava estampado no seu. – Agora vai lá com o seu namoradinho, mas não fique frustada se ele não fazer o mesmo que eu fiz com você, ou se qualquer um não fazer você sentir o mesmo que sentia quando estava comigo.

– Garanto que qualquer um seria melhor que você.

– ENTÃO SAI DAQUI CARALHO. – Gritou me assustando. – POR QUE VOCÊ INSISTE EM ME PROVOCAR? SOME DAQUI, EU NÃO AGUENTO MAIS VOCÊ.

– POR QUE VOCÊ É ASSIM ZAYN? - Gritei com a voz falha, eu estava quase chorando.

– PORQUE EU TE AMO PORRA. VOCÊ NÃO ENTENDE O QUANTO É DIFÍCIL PARA MIM VER VOCÊ FALAR PARA MINHA IRMÃ DOS MENINOS QUE VOCÊ PEGA? VOCÊ NÃO SABE O QUANTO ISSO É DIFÍCIL. – Continuou gritando.

– Sim, Zayn. Eu sei o quanto é difícil, pois o cara que eu mais amei, desistiu de nós e duas semanas depois fez questão de ficar com uma amiga, na minha festa, PORRA NA MINHA FESTA.

– Eu… Me… me desculpa. – Abaixou a cabeça. – Eu te amo, eu juro.

– Não Zayn, você não me ama. – Neguei com a cabeça, vendo seus olhos se arregalarem. – Eu te amei de verdade, eu fui apenas uma diversão para você.

– Mas você não entende? Nossa família não iria aceitar. – Me olhou.

– Mas eu estava disposta a lutar por nós. – Olhei em seus olhos. – E infelizmente foi deixada para trás.

– Eu te amo. – Repetiu.

– Com toda a sinceridade, vai se foder. – Respondi saindo de lá.

– Eu vou TE foder. – Zayn me puxou, deixando seu corpo colado no meu, beijando meu pescoço. – Gostosa do caralho. – Sussurrou mordeu de leve uma parte do meu pescoço.

Continua…

Totalmente fora dos meus planos e me apaixono tanto, por qualquer coisa pequenina que passe voando; desacreditada, com olhos grandes e sonhando. Me apaixono tanto, mesmo jurando, e de pés juntos, talvez não tão juntos quanto devia, o azar foi todo meu, descer a escada no mesmo momento em que você subia. Se eu fosse um tiquinho mais corajoso tinha dito bom dia, mas não, diminuí o passo para não acordar o coração, imagina só a bagunça que seria! Eu descendo a escada enquanto você subia.

anonymous asked:

Olá, você poderia fazer uma one, que a sn e professora e o filho deles estuda com ela, os colegas de classe, ficam chamado ela de gostosa, na frente dele, ele conta para o Harry (eles são separados, só que ainda se amam) o Harry é beem ciumento , o final vc decide. Obrigada pela atenção ❤

Pronto!

N/A: Oi você! tudo bem? Eu amei escrever esse imagine (desculpa não ter feito em forma de one shot.), e espero que você goste dele -se não ficou do jeito que queria me avisa. Eu refaço.- espero que te agrade. Não esquece de mandar ask dizendo o que achou, é super importante. Obrigada pelo pedido! 

Boa leitura!


     S/N deixou seu carro no estacionamento da escola e correu pelos longos corredores que a levariam até sua classe; naquele dia ela só teria que dar aula nos dois últimos horários, mas ela conseguiu se atrasar mesmo assim. Era nítido para todos que ela não tinha um bom relacionamento com o relógio.

     Ela entrou na sala de aula e os alunos logo a cumprimentaram; respondendo animadamente ela procurou com os olhos por seu filho Justin, que por coincidência era seu aluno naquele ano. Quando não o achou apenas foi em direção a sua mesa e organizou seus livros e cadernos sob ela rapidamente, pois já havia perdido quase metade de sua aula.

 “Estão faltando alguns, certo?” Perguntou olhando para seus alunos.

 “Falta o Joey.” Uma garota disse.

 “E o Justin.” Outra disse completando.

 “Ok, vou começar com a matéria e depois eles pegam com vocês.”

     S/N explicou o conteúdo e fez algumas anotações no quadro, não demorou muito para que Justin chegasse a aula, ele cumprimentou a mãe e foi para sua carteira. Algumas perguntas foram feitas e várias dúvidas foram tiradas sobre a matéria. Alguns minutos antes de S/N finalizar sua aula, o último aluno chegou.

 “Coloquei falta para você.” Ela disse olhando para o rapaz.

 “Desculpa.” Joey disse olhando para S/N. “Esqueci que era aula da professora gostosa.” Ele completou quando chegou perto de seu amigo.

 “Você perdeu a professora mais gostosa do planeta apagando o quadro.” O amigo respondeu rindo.

 “Dá pra vocês respeitarem a minha mãe?” Justin disse furioso; ele sempre teve ciúmes de sua mãe, e isso nunca foi segredo. S/N estava completamente envergonhada, lecionava à anos e nunca nada parecido havia acontecido antes. Seu filho já tinha dito algumas vezes que os garotos daquela sala eram totalmente desrespeitosos, mas, ela nunca levou a serio.

 “Os dois para diretoria.” Ela disse irritada. “Agora.”

 “Desculpa, professora.” Joey disse desesperado quando chegou à diretoria, sabia que no mínimo levaria uma advertência.

     S/N o olhou sem emoção e passou pela porta sendo seguida pelos dois garotos; falou com a senhora mal encarada e saiu dali ainda indignada.

    Quando já estava em seu carro pronta para dar partida, ela viu um garoto correndo todo atrapalhado com a mochila nas costas; ela logo reconheceu seu filho e sorriu só em olhar para ele.

 “Pode me levar até a casa do papai?” Ele perguntou ofegante.

 “Mas você não ia de ônibus?” Ela perguntou já saindo do estacionamento.

 “Eu quero ir com a minha mãe, posso?” Ele disse rindo.

 “Então a mamãe te leva, bebê.” S/N disse o provocando, sabia que ele odiava quando ela o chamava de bebê.

 “Mãe.” Ele disse a repreendendo, fazendo-a rir.

     S/N ligou o rádio e fez o caminho até a casa de seu agora, ex-marido. Antes de chegarem até lá, Justin se viu na necessidade de conversar com sua mãe sobre o ocorrido.

 “O que vai acontecer com aqueles otários?” Ele perguntou já voltando a ficar irritado.

 “Provavelmente vão levar uma suspensão.” Ela disse sem emoção alguma em sua voz.

 “Só isso?” Justin estava indignado. Ela era sua mãe, e em sua opinião tinha que ser tratada com o máximo de respeito. Ele já tinha ouvido vários comentários sobre o quão bonita sua mãe era, e isso já estava o deixando fora do sério. Ele sempre teve muito carinho por ela, e seu ciúme tinha a mesma proporção.

 “Amor, chegamos.” Ela disse serenamente quando parou o carro na frente da casa de Harry. “Quando você voltar para casa nós conversamos sobre isso. Ok?” Ela disse acariciando os cabelos do filho e logo deixando um beijo em seu rosto. Ele saiu do carro sem dizer uma palavra e entrou, ela sabia que aquilo não tinha acabado ali.

     Justin bateu a porta da casa de seu pai furioso, e subiu para seu quarto como um furacão; passou por Harry sem ao menos dizer ‘Oi’, entrou em seu quarto e fechou a porta. Harry estranhando a atitude do filho subiu e foi direto até seu quarto, quando encontrou Justin jogado na cama olhando para o teto ele se preocupou de verdade.

 “Hey cara, o que aconteceu?”

 “Nada.” Justin disse sem nem o olhar.

 “Justin, eu te conheço.” Harry disse e o garoto se sentou na cama dando espaço para o pai.

 “Foi uma coisa na escola.”

 “O que foi?” Harry perguntou curioso.

 “Quer mesmo saber?” Ele perguntou já ficando vermelho de raiva. “Desde que a mãe começou a me dar aula eu tenho que ficar ouvindo os otários da minha turma chamando ela de gostosa. E o pior de tudo é que hoje eles falaram isso na frente dela, e eu acabei de saber que o máximo que vai acontecer com aqueles inúteis é uma suspensão.” Ele disse tudo muito rápido.

     Harry ficou estático por alguns instantes para assimilar tudo que o filho disse, era muita informação. Fazia algum tempo que não se sentia assim, ele estava separado de S/N fazia apenas dois anos, e o relacionamento deles tinha acabado por culpa daquele mesmo sentimento, ciúmes. Ele sempre foi ciumento quando o assunto era S/N, e chegou uma hora em que suas crises de ciúmes eram tão exageras e frequentes que ela não aguentou e resolveu pedir o divórcio.

 “Como é que é?” Ele rosnou.

 “É pai, eles ficam chamando ela de gostosa e ficam dizendo que queriam ter aula dela todos os dias.”

 “Esses moleques não tem respeito não?” Harry já estava perdendo o seu controle. “Se arruma. Hoje você vai dormir na casa da sua vó.” Harry completou e saiu do quarto batendo a porta com força.

     Harry estava sentado no sofá pensando em tudo que o filho disse, ele sabia que o que estava prestes a fazer não tinha mais nada a ver com ele; mas ele precisava fazer. O barulho dos pés de Justin descendo as escadas fez Harry sair de seus pensamentos.

 “Vamos?” Justin perguntou.

 “Vamos.”

     Harry dirigiu até a casa de sua mãe deixando Justin lá sem ao menos entrar para cumprimenta-la, dirigia feito louco pelas estradas que levavam até a casa de S/N, no caminho ele pensava em tudo que eles passaram juntos; os momentos bons, os ruins, o nascimento de seu filho, as brigas, as risadas, tudo. Ele sempre soube que a amava, mesmo antes de pedi-la em namoro vários anos atrás. Ele sabia que o divórcio era um completo erro.

     Estacionou o carro na frente da casa onde viveu os anos mais felizes de sua vida ao lado de sua família, desceu do carro e não hesitou em tocar a campainha. A porta logo se abre revelando uma S/N surpresa pela visita inesperada do ex-marido.

 “Posso entrar?” Ele pergunta firme.

 “Claro, aconteceu alguma coisa com o Justin?” Ela pergunta preocupada. O coração de mãe sempre fala mais alto.

 “Não, ele está bem.” Ele disse acalmando a mulher a sua frente. “Eu deixei ele na casa da minha mãe, ele vai dormir lá hoje.”

 “Por que? Aconteceu alguma coisa com Anne?” Ela disse se sentindo preocupada de novo, Anne era como uma segunda mãe para ela.

 “Não, está tudo bem.” Ele disse e suspirou. “Quero conversar com você sobre uma coisa que Justin me contou hoje.”

 “Por favor Harry, já me estressei muito por causa desse assunto hoje.” Ela disse já sabendo o que iria enfrentar.

 “Então aqueles filhos da puta fazem comentários maliciosos sobre você e eu tenho que ficar calado?” Ele perguntou sarcástico.

 “Sim, a partir do momento que não somos mais casados você não tem nada que se meter nisso.” Ela respondeu calma.

 “Não somos mais casados porque você me largou.” Ele diz já exaltado.

 “Pelo amor, Harry. Você sabe muito bem que eu tive meus motivos.” Ela continuava calma.

 “Caralho S/N, o nosso filho chega furioso em casa, me conta tudo o que aqueles pirralho falam sobre você e eu tenho que ficar quieto?” As veias do pescoço de Harry saltavam tamanha era sua raiva.

 “Harry…” Ela tenta mas é interrompida.

 “Não. Agora você vai me ouvir.” Ele diz e a impressa contra parede. “Você nunca entendeu a porra do sentimento que eu sinto por você, parece que nunca percebeu todos aqueles caras te olhando como se fosse um pedaço de carne. Nunca entendeu que aqueles professores nojentos ficam olhando para você como só eu deveria olhar, e nem vem falar que eu não sou mais seu marido, porque você sabe que ainda é minha.” Ele disse em seu tom de voz normal, suas mão segurando o rosto dela a forçando a olhar para ele. “Você sabe que nós pertencemos um ao outro, e o fato de não estamos com ninguém desde o nosso divórcio só comprova as minhas palavras, você é minha, e você sabe.” Ele disse com toda sua confiança e convicção.

 “Harry, por favor…” Ela começa sem forças.

 “Me deixe te amar outra vez?” Ele implorou olhando para os lábios dela. “Por favor.”

     Ela não respondeu, apenas acabou com o espaço entre suas bocas. Ela sempre soube que pertencia a Harry, foi uma dor horrível ter que se separar do homem que ela amava, mas era necessário. Ela sentia que ele não confiava nela, e confiança na opinião dela é a base de qualquer relacionamento, mas agora ouvindo suas palavras e tendo Harry tão perto, ela conseguia entender como ele se sentia. Ela era completamente dele, e ela tinha certeza disso.

     Ele a levou até o quarto que antes ele passava todas as noites abraçado a ela, fechou a porta e caminhou com ela até a cama ainda a beijando. Deitou-a na cama com toda a sua delicadeza e tirou as roupas dela lentamente, ele só conseguia pensar no tamanho da saudade que sentia daquela boca, daquele corpo, daquela mulher. S/N ficou de joelhos na cama e ajudou Harry a tirar todas as peças que estavam em seu corpo, e logo o beijou outra vez, desta vez um beijo urgente, um beijo que transmitia toda a saudade e todo o amor que ainda sentiam um pelo outro.

     Harry tirou o sutiã dela e a deitou novamente, logo dando atenção aos seus seios fartos. S/N gemia enquanto fazia carinho nos cabelos de Harry, ela nunca conseguiria entender como seu corpo era tão vulnerável a ele, apenas os toques de Harry provocariam orgasmos se ela não se segurasse. Harry desceu seus beijos e passou por sua barriga parando em sua intimidade, deixando um beijo ali por cima da calcinha.

 “Eu quero muito sentir seu gosto outra vez, mas agora eu preciso estar dentro de você de novo.” Ele disse enquanto tirava sua box, fazendo seu membro saltar para fora. Ele estava duro, e necessitava ter sua mulher.

     Ele tirou a calcinha de S/N antes de voltar sua atenção ao seu pescoço, deixando chupões que com certeza deixariam grandes marcas ali. Beijou fortemente os lábios dela enquanto a penetrava devagarinho, os dois gemeram alto com a ação. Harry entrelaçou seus dedos com os delas, e começou a se movimentar e a encarava de olhos fechados sentindo o prazer que só ele poderia dar a ela, o prazer que ninguém mais vai dar. Ele voltou a beijar seu pescoço quando aumentou seus movimentos, e logo colou seus lábios nos dela quando viu que chegaria ao seu máximo, eles chegaram ao limite juntos e ele saiu lentamente dela; deixou beijos por todo seu rosto e colo, quando se afastou um pouco pode ver S/N com olhos fechados e um sorriso bobo nos lábios, como ele sentiu saudade daquele sorriso.

     Ele se deitou ao lado dela e puxou sua cintura trazendo-a para mais perto, olhou para S/N que agora o encarava e sorriu, ele amava aquela mulher. Beijou seus lábios lentamente enquanto deslizava sua mão por seus contornos.

 “Não me deixa de novo não.” Ele implorou baixinho para ela.

 “Eu vou deixar você me amar de novo.” ela respondeu sorrindo.

     Eles pertenciam um ao outro, e isso nunca mudaria.

Imagine - Harry Styles

Oi gente! Esse imagine, tecnicamente, não é meu. A Fa do  maytrindex me deu a honra de continuar esse história diferente dela. Teremos continuação sim! E acho que amanhã…. Espero que gostem! Beijocas 


Neste exato momento meu celular está com 5% de bateria, e eu não estou com a mínima vontade de colocá-lo para carregar, e sei que se olhar pelo visor deve ter umas 5 ligações suas para dizer como está a nova viagem que está a fazer com esta nova estrangeira (graças não me disse e também não quis saber o nome), deve ser um nome de remédio, pelo que sei como funciona as coisas pelos lados daí.

Chegou uma carta esses dias em meu nome e estava cheia de especificações, como uma lista de desejos ou sei lá, de coisas que queria que fizesse antes de sua chegada à cidade, fiz o que era mais indicado e de minha vontade. Coloquei tudo que continha naquela carta em ordem para compra e afazeres, para acabar até o fim de semana, já que chegaria a partir da semana que sucedera a carta me avisando.

Apenas uma coisa me intrigou em uma das compras. Lírios?! Digo de novo, Lírios brancos?! E como observação estava dizendo para ela. Não, definitivamente eu não compraria as flores que confidenciei a ti ser as minhas prediletas desde que nasci. Simples, comprei rosas da Patagônia, a mesma que você deu a sua primeira amante e a todas as outras. Essa seria apenas mais uma.  

Durante sua ausência fiz tantas coisas que nem imagina.

Terminei aquela lista de desejos seus (loucos alguns, eu diria) e fui passear um pouco, coisa que nunca deixava de fazer. Tomei banho na sua banheira, que por sinal tem sais de banho com cheiro de ameixa que fiz questão de ficar para mim. Você nunca, nem se quer me deixou encostar as mãos no seu Bentley V8, mas por sinal eu dei uma voltinha pela cidade, e espero que os serviçais não deem com a língua nos dentes e me dedurem. E por essa você não esperava, sei que acha que não te conheço, mas não sou suas amantes, e sei o que há naquele quarto que ninguém nunca entrou.

A noite anterior à sua chegada foi tranquila; fui à minha cafeteria predileta e voltei rápido para casa, estava cansada e algo me incomodava, muito por sinal. Cheguei, troquei de roupa e apenas deitei na cama, vi o que precisava ser feito no dia seguinte na minha lista de coisas na caixa de e-mail, e peguei no sono logo em seguida, descansando.

Foi a melhor semana, com sua ausência. Sem dúvidas, necessito dessas suas viagens, reconheço, mas infelizmente segunda de manhã chegou e junto com ela veio você, suas enormes bagagens (deveria estar cheia de quinquilharias) e ela…

Acordei sem o despertador me chamar, mas percebi que ainda estava muito cedo. Senti de algum modo que hoje era o dia de sua chegada, e não iria demorar (umas das causas para você confiar tanto em mim, era este meu sexto sentido). Fui direto a porta do quarto e pedi alguém que preparasse o café para três pessoas, e fui tomar meu banho; infelizmente sem banheira ou sais de banho, ou eu estaria encrencada.

Entrei no banheiro e liguei o chuveiro nem vendo em qual temperatura estava, me despi e entrei no box. O contato da agua fria me fez arquear as costas instantaneamente, estava quieta e pensando, a luz que entrava pela janela fazia um contraste minucioso na minha pele, e pela mesma vi um carro estacionando na entrada.

Acabei o banho e sai ainda nua para o closet, afinal ninguém iria invadir meu quarto. Apenas coloquei um corselet marsala e roupão de seda e desci as escadas ao encontro de quem eu já estava esperando.

Olharam-me de cima a baixo, os dois. Ele já esperava, mas ela, com olhos esbugalhados. Não esperava uma mulher com aquelas vestes descendo as escadas de seu “amante”. Seu amante. Antes de todas, havia sido eu.

Cheguei até eles e dei um beijo cordial, e me apresentou a ela, dizendo se chamar Genevive (realmente não tinha nome de remédio) e estendendo a mão para um comprimento. Estava completamente assustada debaixo daquele vestido gigante, depois de me ver, já que era um pouco maior que ela, seus cabelos ruivos que davam para ver que eram pintados, e seus olhos cor de mel não enganavam ninguém, suplicavam por ajuda e eu sabia de quem ela exatamente queria.

Mostrei-lhes o caminho da varanda para o café da manhã e, enquanto andávamos, Genevive deslumbrava as paredes e decoração da casa, dei um jeito de apressar o passo e chegar ao ouvido de Harry para soprar:

- Dou uma semana. Duas, no máximo;

E ele apenas comprimiu os lábios, assentiu e correu logo em seguida segurando a cintura de Genevive, sendo cordial e cavalheiro.

Na varanda, me contaram como foram os encontros, as noites quentes dos dois durante a viagem e os lugares que viram, e Harry comentou que trouxera pequenas lembranças para mim, eu apenas concordei e terminamos o café, daquela manhã.

Descia as escadas, mais uma vez, irritada. Harry fazia questão de seus gemidos chegarem aos meus ouvidos. Em minha frente, fazia promessas e juras de amor a Genevive; só de ouvir esse nome me dá náusea. A noites eu não dormia confortavelmente, e não via hora de Harry embarcar em suas viagens para trazer mais uma. Me fazer gastar centenas de seu dinheiro para cobiça-las. Sorte a minha já ter me acostumado com isso. Sorte a minha não precisar do seu amor.

Na cozinha, a mesa já estava posta para três pessoas, mesmo cedo da manhã. Me servi de frutas, suco e ainda belisquei alguns pedaços de bolo.

Os empregados da casa andavam em silêncio, e as vezes, alguns me cumprimentavam; eu coordenava aquela casa a tanto tempo que praticamente fazia parte dela. Meu relacionamento com Harry jamais melhoraria, então, que ele ficasse com suas amantes e eu com meu serviço. Estava bom assim, então que assim continuasse.

Estava no meu último gole de café quando Harry chegou a cozinha; para me dar a melhor notícia de todas.

- Vou voltar hoje à noite para o sul da Europa. Tenho dever de deixar Genevive em casa. – Suspirei aliviada. Mais algumas semanas de descanso garantidas. – Assim que eu retornar, conversaremos sobre seus comportamentos nessa casa.

- Não entendo o motivo de tal conversa. – Dei de ombros e levei a xícara de café aos meus lábios. – Tenho feito suas vontades e ainda por cima, as dela. Meus comportamentos estão exemplares; sou uma boa menina. – Fiz bico e me retirei da mesa.

- Ah, (S/N)!  - Ele passou a mão pelos cabelos e se debruçou sobre a mesa. – Eu desisto.

Imagine com Liam Payne

“oi amor faz um com o liam em que ele é pai da melhor amiga dela e eles se apaixonam rola um hot pf - anônimo” 

Boa leitura. 

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

– Boa tarde meninas. – Sr. Payne disse entrando na cozinha e sentando-se na cadeira de frente com a minha.

– Oi pai. – Minha amiga diz beijando seu rosto.

– Oi Sr. Payne. – Digo baixo. Vejo ele sorrir de canto.

 – Por favor, S/n. Apenas Liam.

 – Tudo bem, Liam. – Respondi sem graça.

  – Pai, a S/n pode dormir aqui? Amanhã é sábado e temos dois trabalhos para fazer.

 – Claro amor, por mim tudo bem. – Cindy e eu nos olhamos animadas.

 – S/n eu vou terminar de me arrumar, já volto. – Cindy saiu da cozinha me deixando completamente sozinha com seu pai.

Eu estava tão envergonhada, mesmo depois de longos anos frequentando a casa deles, e quatro meses transando com o pai da minha melhor amiga, Cindy. Eu ainda sou completamente tímida quando estou com o Liam.

Liam se levantou de sua cadeira e rapidamente atravessou a mesa ficando atrás de mim, se abaixou e deixou suas mãos em minha cintura, chegou até meu ouvido e sussurrou:

– Hoje eu vou te foder na minha cama, babygirl. – Liam sussurra com a voz mais rouca que o normal. – Te vejo mais tarde, gostosa. – Deixou uma mordida no lóbulo da minha orelha, me fazendo arrepiar por completa.

– Vamos S/n? – Cindy chegou na cozinha logo depois que Liam se afastou, indo para pia, quase.

– Vocês vão com quem? Eu posso deixa-las na escola. – Liam disse pegando as chaves do carro.

– Obrigada pai, mas o amiguinho da S/n já está vindo. – Cindy me olhou sorrindo safada e Liam provavelmente viu essa cena. Porra Cindy.

– Está namorando S/n? – Senti Liam tentando conter o nervosismo.

– Não… – Cindy me interrompeu.

– Não ainda. – Cindy disse rindo.

Ouvimos uma buzina e Liam nos apressou.

– O seu namorado chegou, S/n. – Senti o tom de ironia.  - Vejo vocês mais tarde.

Antes de sair pela porta olhei para trás e vi Liam me encarando com feição séria e brava, fodeu.

(…)

“Liam? Está ocupado? “ - S/n

“Sim. ” – Liam

“Está bravo? ” - S/n

“Por que eu estaria? ” – Liam

“Você sabe… Cindy disse que eu estava quase namorado. Quero deixar bem claro que é mentira! Ele é apenas um menino chato que fica no meu pé, não temos nada Liam, acredite em mim. ” - S/n

“Ok. ” – Liam

“Só isso? Não vai responder mais nada. ” - S/n

“Não tenho nada para responder. ” – Liam

“Liam, eu te disse a verdade, se não quer acreditar o problema é seu. ” - S/n

Bufei jogando meu celular na mesa do refeitório com força, assustando Cindy e algumas amigas.

– O que foi?. – Fui grossa. – Cindy, para de falar para todos que eu estou namorando com o Ryan, não tenho nada com ele.

– Tudo bem amiga, mas, por que isso agora?

– Não é nada demais, relaxa. – Dei ombros.

– Amiga, acho que meu pai está namorando. – Cindy falou baixo, se aproximando de mim.

– O QUE? QUEM? – Gritei por impulso, atraindo alguns olhares.

– Cala boca. – Cindy revirou os olhos. – Eu ainda não sei. Mas lembra aquele dia, que eu disse que ia dormir na casa da minha avó materna? Mas aí, eu fui para a casa do Davi. – Arregalei os olhos. – Eu briguei com o ele e voltei para casa e ouvi gemidos do quarto do meu pai. Depois quando acordei ele não estava em casa.


Eu estava lá, com Liam, naquela noite. Cindy me disse que passaria a noite na casa do Davi, mas parece que voltou antes do planejado.

 Aquela noite foi a nossa primeira vez na casa de Liam, sempre nos encontramos em motéis e até mesmo na minha casa, - como eu moro apenas com o meu pai e ele sempre está viajando. – tudo sempre fica mais fácil. Aí recebi a mensagem de Liam, me convidando para dormir em sua casa, dizendo que a Cindy passaria a noite fora e aceitei. Agora se a Cindy descobrir que eu estava com o pai dela, eu estou ferrada.

– Você não desconfia de ninguém? – Cindy negou.

– Deve ser mais uma puta. – Deu ombros.

– Mas você disse que seu pai nunca levou alguma mulher para lá.

 Caralho, se ela descobrir, vai foder com tudo.

– Amiga, ontem o Davi me… – Seu celular apitou, notificando uma nova mensagem. – Meu pai disse que vem nos buscar. - Disse ainda digitando no celular. – Tudo bem para você? – Assenti.

(…)

– Boa tarde, senhoritas. – Liam disse com um tom brincalhão, sorrindo para nós.

– Oi papai. – Cindy deixou um beijo em sua bochecha, eu apenas resmunguei um oi seco e baixo.

– Está tudo bem S/n? – Liam perguntou me olhando pelo retrovisor enquanto eu me acomodava no banco traseiro. Apenas assenti com a cabeça. – Okay. – Me lançou um olhar bravo.


O que eu fiz agora?


O caminho da escola até em casa foi um silencio absoluto, Cindy puxava assuntos, mas todos eram breves. Liam de vez em quando me olhava pelo retrovisor, eu apenas desviava o olhar, eu ainda estava brava pelo acontecimento de hoje.

 Assim que entramos na casa, Cindy correu para seu quarto, me puxando junto.

– Amiga, eu preciso de uma ajudinha. – Cindy disse baixo, trancando a porta do quarto.

– O que aconteceu? – Deitei-me em sua cama.

– Preciso de uma roupa nova para o aniversário do Davi. – Sentou-se ao meu lado

– E por que tudo isso?

– Meu pai não sabe que estamos namorando, não quero que ele descubra agora. – Levantou-se indo em direção ao banheiro. – Aposto que ele não vai gostar de saber que eu estou namorando com o filho de um dos sócios dele.

– Por que não? É uma pessoa normal, com o mesmo estilo de vida. – Dei ombros.

– Meu pai é totalmente obsessivo amiga e chato também. – Ouvi o chuveiro sendo ligado.

– É, eu percebi. – Resmunguei.

– Falou alguma coisa? – Gritou do banheiro.

– Nada amiga. – Respondi no mesmo tom.

Meu celular apitou e vi o nome de Liam na tela. Hm.  

“Me desculpe. ” – Liam

 

“Pelo o que? “ – S/n

 

“Pela grosseria de hoje mais cedo, eu estava nervoso. “ – Liam

 

“Tudo bem. “ – S/n

 

“Mesmo? – Liam

 

“Eu acho que sim. “ - S/n

 

“Estou com saudades de você, do seu corpo, do seu cheiro, do seu gosto. “ – Liam


“Eu estou com saudades de você, daddy. “ – S/n

 

“Você quer que eu fique duro agora? Com minha filha em casa? Você gosta né, cadela.  “ – Liam

 

Sorri com a mensagem.

– E esse sorrisinho aí hein. – Cindy apareceu no quarto de toalha.

– Não é nada. – Bloqueei o celular e jogando na cama.

– Você ‘ pegando alguém? – Sorriu divertida.


 “Sim, seu pai” 


– Logico que não. É meu pai, ele disse que comprou um presente para mim.

– Ata, você não me engana. – Tacou uma peça de roupa em mim.

– Aí caralho. – Resmunguei.

Meu celular começou a apitar várias vezes seguidas, avisando novas mensagens, porra Liam.

– É seu pai né? – Riu alto

– Eu estou falando sério, palhaça.

– Se você diz. – Deu ombros entrando no seu closet.

Peguei meu celular novamente e tinha várias mensagens de Liam.

“Me atiçou e agora caiu fora, safada. “ – Liam

“Me responde, caralho. “ – Liam

“Se minha filha não estivesse em casa, você ganharia uns tapas nessa sua bunda. “ – Liam

“Está conversando com outra pessoa? Você está online. “ – Liam

“Você me paga, vadia. “ – Liam

“Se você tiver conversando com outro menino, eu arrebento a cara de quem for. – Liam

“Eu estou ficando nervoso. “ – Liam

 

“Eu estava conversando com a sua filha, relaxa, Payne. “ – S/n

Ele visualizou, dois minutos se passaram e ele ainda não respondeu.

“Liam, você está online. Me responde, agora. “ – S/n

Visualizada.

– Desgraçado.

– Falando sozinha? – Cindy disse voltando para o quarto, já arrumada. - Vem, vamos começar os trabalhos.


 (…)


Passamos o resto da tarde fazendo os benditos trabalhos de Física, já era 20:30 quando finalizamos o último.

Cindy se jogou em um puff rosa que tinha em seu quarto, suspirando alto.

– Meninas? – Ouvimos a voz de Liam acompanhada por três batidas na porta.

– Fala pai. – Cindy disse abrindo a porta.

– Eu comprei comida japonesa, se quiserem descer e esperarem lá em baixo.

Não olhei para ele até agora, eu estava irritada ainda.

Levantei da cadeira e fui saindo do quarto. Enquanto Cindy estava quase descendo as escadas, Liam estava encostado no batente da porta, me encarando com um olhar malicioso. Passei pela porta o encarando, mas logo desviei o olhar.

Liam provavelmente notou que eu estava brava com ele e deixou um tapinha na minha bunda, me fazendo gemer baixo. Olhei para ele brava e ele começou a rir.

– Você é louco? – Sussurrei saindo de perto dele.

Cheguei na sala de estar e me sentei ao lado de Cindy. Logo Liam chegou e sentou no sofá ao lado.

De relance, via Liam olhando para o meu corpo, e sorrindo maliciosamente. Será que esse filho da puta não sabe que a filha dele pode ver isso?

Depois de alguns minutos a comida chegou e Cindy foi até a porta. Liam me olhou e sorriu e apertou o pênis dele por cima do short e em seguida deu dois tapinhas na sua perna esquerda, como se quisesse que eu sentasse ali, desgraçado.

Depois de algumas horas assistindo filme, Cindy se levantou indo até a cozinha, dizendo que estava com fome e que iria preparar algo para comer. Assim que ela desapareceu na cozinha, Liam levantou-se chegando perto de mim.

– Eu quero tanto comer essa sua boceta. – Sussurrou em meu ouvido e apertou minha cintura.

– Eu quero ver seu leitinho na minha boca, daddy. – Respondi a sua provocação.

– Não me provoca assim, caralho. – Passou sua mão perto da minha intimidade. – Não quero você com esse jeans, enquanto estiver na minha casa. – Disse bravo. – Ouviu? – Assenti e ele sorriu me selando. – CINDY EU VOU DEITAR, BOA NOITE.

– BOA NOITE PAI. – Gritou da cozinha.

– Boa noite, meu amor. – Sussurrou e subiu apressado, sem me deixar responder.


Cindy voltou com um balde de pipoca e começamos a maratona de How To Get Away With Murder.

(…)

Estava pronta para descer as escadas até que senti duas mãos me puxando.

– Quietinha, amor. Não vou te machucar. – Ouvi a voz rouca de Liam, que me fez arrepiar.

Liam puxou minha cintura, me fazendo sentir seu pênis, já duro, coberto apenas por uma cueca boxer. Começou a passar sua mão pelo meu corpo e até que parou na minha intimidade, coberta apenas pelo pano fino do short de pijama.

– Está sem calcinha, safada. – Enfiou um de seus dedos lá, passageando meu clitóris.

– Porra Liam, já começou? – Perguntei tentando segurar.

Liam riu e tirou seu dedo de lá. Tirou minhas roupas, me deixando completamente nua. Segurou meus braços e me puxou até a cama, me jogou na mesma com brutalidade, ficou em cima de mim e começou a esfregar sua ereção em minha intimidade, que já estava completamente molhada.

– Porra, não faz assim, amor. – Pedi, mesmo sabendo que seria ignorada.

– Não estou afim de provocações. – Disse se sentando na cama. – Chupa meu pau, amor. – Falou tirando sua cueca, liberando aquele pau enorme.

Sorri e fiquei de quatro na frente do pau, logo pegando ele na mão e o massageando devagar, fazendo Liam jogar a cabeça para trás.

– Não provoca porra. – Rosnou. – Enfia meu pau nessa boquinha, vai.

– Seu desejo é uma ordem. – Respondi enfiando seu membro na minha boca de uma vez.

Liam gemeu alto e afundou minha cabeça no seu pênis, lambi a cabecinha devagar, o provocando.

– Vai tomar no cu, desgraçada. – Disse bravo e segurou minha cabeça e começou a estocar seu membro minha boca.

Liam ia rapidamente, me fazendo engasgar as vezes, logo gozou me fazendo engolir tudo.

– Engoliu tudinho? – Assenti. – Abre a boca e coloca a língua para fora.

Fiz o que ele mandou e ganhei um sorriso malicioso.

– Boa menina. – Deu um tapinha fraco na minha cara. – Continua de quatro. – Disse autoritário

Continuei de quatro e Liam se agachou na cama, ficando com sua boca perto da minha intimidade. Passou os dedos pela mesma, me fazendo gemer alto.

– Quieta. – Recebi um tapa forte da bunda. – Sem gemer. – Outro tapa, segurei o gemido.

Liam penetrou dois dedos na minha vagina e começou a estocar rapidamente, enfiou o terceiro e o quarto, não consegui segurar e gemi baixo.

– Eu disse que não podia gemer, vadia. – Liam tirou seus dedos de mim e deu um tapa minha boceta molhada e inchada.

Enfiei minha cabeça na almofada tentando abafar o gemido.

– Filho da puta.

– Olha o palavreado. – Recebi outro tapa forte na bunda.

Não respondi nada pois Liam enfiou sua língua na minha vagina. O filho da puta sabia provocar.

Começou a chupar minha boceta rapidamente, me fazendo delirar. Em poucos segundos eu gozei.

Liam lambeu o meu gozo e enfiou três dedos na minha boceta, novamente.

– Seu gosto é maravilhoso, amor.

–  Pelo amor de Deus. – Gemi e ouvi o riso de Liam.

Liam estocava seus dedos rapidamente, indo fundo e com seu polegar massageava meu clitóris, eu estava quase gozando – novamente. – Quando Liam parou tudo e me colocou deitada de bruços.

– Agora você vai gozar no meu pau, amor. – Liam sussurrou e enfiou seu pau na minha vagina, deixei escapar um gemido alto.

Liam estocava rápido e forte, deixando uma mão apertando minha cintura e a outra puxando meu cabeço, tentava segurar os gemidos ao máximo. Esse filho da puta não brincava em serviço. Liam diminuiu a velocidade, mas aumentou a força, atingindo meu ponto G.

– Você gosta quando eu fodo você assim, né vagabunda? – Puxou mais meu cabelo, me fazendo jogar a cabeça para trás e encara-lo. – Responde. – Estocou forte.

– Si…sim senhor. – Respondi entre gemidos baixos.

Liam saiu de mim, se sentando ao meu lado.

– Senta no colo do seu dono, vadia. – Me puxou, me fazendo sentar em seu pau. – Ahhh que delicia, gostosa do caralho. – Deixou outro tapa na minha bunda.

Comecei a rebolar em seu pau, o fazendo gemer e apertar minha cintura. Liam segurou minha cintura me fazendo subir e descer rapidamente, em segundos eu gozei.

Liam me jogou na cama e levantou a cama.


–  Agachada. – Disse rápido, masturbando seu pênis.

Fiz o que ele mandou e abri a boca colocando a língua para fora, esperando ele gozar. Liam riu e enfiou eu pau na minha boca, novamente, estocando mais rápido que o normal, ele iria gozar. Gemeu e senti sua porra na minha boca, tirou seu membro da minha boca.

– Só abre se tiver engolido. – Sorri e abri a boca. – Minha vadia. – Sorriu.

Liam se jogou na cama, me puxando junto a ele.

– Eu preciso voltar para o quarto da Cindy. – Digo manhosa.

– Fica só um pouquinho, amor. – Pediu baixinho. – Eu preciso te confessar algo.

Virei meu rosto, o encarando.


 – Eu estou completamente apaixonado por você. – Sorri.

 – E eu por você, senhor Payne. – Liam sorriu, puxando meu rosto para um beijo.

 – Isso vai ser o nosso segredinho. – Sussurrou contra meus lábios.

~~~~~~~~~~~~

Peço desculpas pois é meu segundo hot :/

Os pedidos estão abertos! 

One shot com Louis - Love’s to blame - Parte 6

Parte 1 - Parte 2 - Parte 3 - Parte 4 - Parte 5

***

- Não me lembrava dessa mania de assaltar a cozinha do meio da noite, (S/N) - a voz de Louis adentrou a cozinha. Revirei os olhos no mesmo momento e respirei fundo, não deixaria a cozinha, estava com fome demais para fazer isso.

- Deve ser porque você não me conhece. - Dei mais uma garfada e não cogitei olha-lo. 

- Isso não é verdade - ele se inclinou do lado contrario do balcão ficando a minha frente. Infelizmente me forçou a olha-lo. Ele não estava com cara enxada ou olhos baixos, ao que tudo indica ele ainda não tinha pegado no sono embora já estivesse de pijama.

- O que você quer? - Falei cortando qualquer tipo de reação que ele poderia ter me vendo olha-lo daquela forma.

- Eu vim em paz - ele erguei os braços como tivesse se rendendo. - Eu quero que fique tudo bem entre nós já que vamos ter que conviver…- Eu ri sem humor, ele só poderia estar brincando comigo.

- Para Louis! Para com o teatro! Não tem ninguém aqui. Não se faça de bom moço porque você não é. - Louis ficou sério deixando-me terminar. - É apenas um final de semana, não precisamos ter contato. Faça como fez quando foi embora, finja que eu não existo, estou tentando fazer o mesmo com você. 

- Por que você fica tão na defensiva? Eu estou tentando ser amigável, na verdade eu ainda quero ser seu amigo. E quanto ao passado…- ele respirou fundo e evitou me encarar - Você não entende, nunca vai entender…

- Por que você não tenta? - larguei o garfo e cruzei os braços - Vamos lá Louis, diga de uma vez o que aconteceu na noite em que terminamos…Eu sei muito bem que você nunca gostou da Maia. - Engoli seco e Louis me encarou novamente, dessa vez mais surpreso.

- Você sabe?

- Obvio que sei. Por Deus! Nosso namoro foi curto mas foi o suficiente pra saber quem você é…Ou era. O que aconteceu Louis? Você afastou até o Alex de você, ele era seu melhor amigo - ele ficou calado - Não vai dizer nada, então? Tudo bem, então parece que não temos mais nada a falar. Boa noite. - me levantou da cadeira de frente ao balcão, sem intenção nenhuma de chantageá-lo embora tenha dado certo.

- Espere! É complicado, e eu não posso contar pra você. Mas entenda que terminar com você foi a coisa mais difícil que eu já fiz, eu sei que eu mereço todo o seu rancor…

- Sim, você merece. - Interrompi - Tudo bem, não precisa contar nada. Vamos deixar tudo como está, é melhor. - Finalmente saio daquela cozinha com o coração mais apertado do que quando eu entrei.

- (S/N)….

Flashback

- Louis? - Um velho senhor aparece em meio aquelas pessoas esnobe e mesquinhas. - Finalmente. Por que demorou tanto?

- Fui buscar a (S/N), vocês vão adorar conhece-la. - Louis parecia mais feliz que o normal, mais seu pai por outro lado estava extremamente incomodado.

- Eu sei que vou…Mas antes precisamos ter uma conversa.

- Pode ser outra hora? Deixei (S/N) esperando no quarto lá em cima. - Seu pai balançou a cabeça e Louis suspirou deixando-o falar.

- Escuta filho, a muito tempo estou querendo te falar isso. - Louis ficou sério. - Estamos falindo.

- O QUE?!? O que aconteceu? - O senhor suspirou

- Sofremos uma queda brusca nas vendas por conta da concorrência, e esse contrato com os Maia’s é a única coisa que pode nos salvar agora, mas me parece que a filha deles tem algum tipo de problema com sua…bem…com sua namorada

- Mas o que?

- Na verdade eles querem que você e Maia…Bom…- O senhor estava meio sem jeito porém sua reação era algo tão fictícia quanto a peruca que usava.

- Vocês não querem que eu namore Maia, né? - O jovem aprendiz estava perdido…

- É a única forma de salvar a empresa, não estou pedindo por mim e sim pela sua mãe… ela precisa disso filho. - Os olhos de Louis lacrimejavam só de ouvir o nome da mãe, que por sinal estava em uma situação delicado. - Vamos lá filho, namorar Maia é como ganhar na loteria, ela é uma garota linda. - O senhor apontou para a mais nova esnobe que estava presente, Louis evitou olhar ainda muito surpreso. - Pela mamãe…

FlashBack

- Você é um covarde Tomlinson, um covarde! - Disse em frente ao espelho que do banheiro ficava no final do corredor. 

- Sim, ele é…- Levei um susto quando a voz de Alex adentrou o banheiro, graças a porta que deixei aberta. - O que aconteceu?

- Nada, ué. - disse piscando varias vezes e evitando olhar nos olhos.

- Sei quando está mentindo. Desembucha…- Suspirei empurrando Alex para fora do banheiro.

- Vamos pro meu quarto. - Não demos nem dois passos quando escutamos barulhos vindo da escada e alguns segundos depois estavam no mesmo corredor, dois ex-namorado e dois ex-velhos-amigos. Aquele momento foi o mais estranho de toda nossa estadia naquela casa, todo mundo se olhando mas ninguém tinha a coragem de dizer nada.  Logo nós que tivemos uma história juntos.

- Vá dormir, amanhã conversamos. Eu preciso bater um papo com Louis… - Alex deu um beijo em minha testa e eu fiz careta.

- Mas…

- Sem “Mas”, pela primeira vez faça o que estou te pedindo, ok?

- Tudo bem…- Sussurrei convencida.

FlashBack

Alex tinha saído do trabalho mais cedo para sua sorte, estava aliviado. Só pensava em chegar em casa e esticar um pouco as pernas, tinha sido uma semana puxada na mercearia onde trabalhava já que ele era o único que fazia o serviço braçal descarregando toda as encomendas.

Ao chegar na porta de casa estranho o volume alto vindo do local, então pensou que sua irmã tinha saído mais cedo da escola ou talvez estivesse até mesmo matando aula, enquanto destrancava a porta pensava em como usaria a falta da irmã como chantagem. Assim que deu o primeiro passo para dentro da casa encontrou Louis sentado no sofá.

- Louis? - Ele disse em um tom alto já que a musica estava ainda mais alto que sua voz, porem Louis escutou muito bem o amigo. - Que merda ta fazendo aqui?

- Bem… - Tomlinson coçou a cabeça extremamente nervoso.

- Eu achei esses CD’s, se você….- (S/N) dizia descendo as escadas até se deparar com o irmão. - Alex? - Ela estava tão assustada quando os dois.

- Mas que merda ta acontecendo aqui? - O casal abaixou a cabeça totalmente sem graça. - Espera ai…Vocês dois…- Alex apontou - Não…Droga Louis, você ta pegando minha irmã?

Flashback

- Quanto tempo, irmão…- Louis disse assim que eu entrei

- Não me chame de irmão! - Foi a ultima coisa que consegui ouvi, até tudo ficar em pleno silêncio. Embora estivesse muito curiosa, decidi dormir. Alex me contaria depois, eu espero.

Narrador ON

- O que faz aqui? E não vai me dizer que foi por acaso, porque eu te conheço muito bem. - Alex cuspiu as cada palavra com um certo desprezo da pessoa em sua frente.

- Eu preciso falar com ela, Alex. - Já por outro lado, Louis parecia estar implorando.

- Você não vai! Você já bagunçou a vida dela uma, não vai fazer isso de novo, não enquanto eu estiver vivo. - O irmão protetor inflou o peito. 

- Eu não tenho medo de você, Alex. Você me ensinou tudo que você sabe, não esqueça disso. - Alex riu sarcasticamente 

- Não me provoca Tomlinson, O que eu te ensinei não foi nem a metade do que eu fiz. Fique longe da (S/N), é meu ultimo aviso. 

- O que tá acontecendo aqui? - John e sua mulher descem as escadas atordoados.

- Por que Louis tem que ficar longe da sua irmã, Alex? 

FlashBack

- (S/N) me contou sobre o término, eu sinto muito cara. - Alex adentrou o vestuário depois de um treino puxado, ele não era mais seu treinador porém o acompanhava em todo jogos.

- Tanto faz… - Louis deu de ombros.

- O que está acontecendo com você, irmão? - Alex colocou a mão nos ombros do amigo que fez questão de recuar.

- Não me chame de irmão. - Louis saiu dali deixando Alex confuso, era o fim da amizade.

FlashBack

#Continua

Cores de uma Amizade (Parte 1)

- Jung Hoseok/J-Hope

- Smut/Romance

A/N: Essa é aquela Fanfic que eu prometi há bastante tempo, com o J-Hope. Aquela da votação e tudo mais haha. Finalmente a comecei e espero que todos vocês gostem ❤

Originally posted by kths


A chuva batia agressivamente contra o vidro da janela, fazendo um som alto que enchia o silêncio. Eu estava apenas sentada na escuridão, por causa da falta de luz, com um café em mãos pensando em alguma coisa que pudesse matar esse tédio que me consumia inteira.

Os raios clareavam a casa de vez em quando, sendo seguidos por trovões fortes que fazia o chão tremer. Suspirei, brincando com o fogo que vinha de uma das três velas que estavam na mesa de centro.

Conforme meu celular, cujo a bateria já estava morrendo, passava da uma da manhã. Precisava dormir, mas havia um pequeno problema. Meu medo de escuro. O pavor de estar em um ambiente somente iluminado por velas fazia meu coração disparar e saber que não teria minha luz noturna como aconchego…

Sim, infantil, porém uma necessidade. Em maioria, eu era uma pessoa corajosa, menos quando se tratava de escuro. A falta de luz. A sensação quente da xícara com café em minhas mãos me acalmava, mas meu coração ainda se encontrava acelerado.

Um raio partiu o céu, chamando minha atenção. Levantei do sofá, indo para perto da janela. Poucas pessoas andavam pelas ruas naquela hora, lutando contra as rajadas fortes de vento. Dei de ombros, levando uma vela e a xícara até a cozinha. Iria lavá-la e tentar dormir.

No caminho para a cozinha, uma batida na porta me fez dar um pulo e derrubar tudo no chão. Uma completa bagunça sob meus pés. Suspirei, tentando acalmar meu coração. Com as pernas trêmulas, fui ver quem era pelo olho mágico.

Pela escuridão, não consegui ver bem quem era, mas parecia J-Hope. Um colega da turma de dança, já havíamos feito par nas coreografias mais vezes do que posso contar. Destranquei a porta e vi que estava certa. O garoto sorriu e tirou algumas gotas de chuva da sua blusa.

-O que você está fazendo aqui em uma hora dessas? – Perguntei, puxando-o para dentro. O menino suspirou, me encarando.

-Eu estava treinando uma coreografia em que estou trabalhando, mas não percebi o tempo passando. A chuva meio que me proíbe de ir para casa por causa das enchentes, então lembrei que você mora perto do estúdio e resolvi vir para cá. – Fiquei em silêncio por uns minutos, absorvendo tudo que havia ouvido.

-Tudo bem… E o que planeja fazer agora? – Ela contraiu os lábios em uma linha fina, respirando fundo.

-Passar a noite aqui, caso não se importe. – Suspirei, fechando os olhos. Assenti, encarando-o. Não podia negar um fato: Ele era bonito e muito. – Oh… Aquilo no chão foi por minha causa? – O garoto perguntou, apontando para os pedaços quebrados da xícara.

-Eu limpo aquilo ali amanhã, sem problemas. Pode dormir no quarto de hóspedes, fica logo embaixo da escada. É pequeno, mas o suficiente para uma noite. – Falei, apontando para a porta do cômodo.

-Está querendo me tratar como os tios do Harry Potter tratavam ele? Você é má, sabia? – J-Hope disse, batendo com um dedo no meu nariz. Fiz uma careta, me afastando enquanto ria um pouco.

-Pare de tanto drama, é por uma noite apenas. – J-Hope me deu uma ombrada enquanto andávamos até o pequeno quarto. Nossos olhares se encontraram por um momento e um sorriso involuntariamente surgiu em meu rosto e no dele também.

-É assim que trata seus convidados? – Assenti com indiferença, o que fez J-Hope parar de andar e me encarar, surpreso. – Me sinto ofendido, _______. Esperava mais.

-Não deveria esperar nada. – Respondi, sorrindo e puxando-o pelo pulso. Abri a porta e mostrei o quarto para o menino, que analisava cada canto.

-Razoável. Posso passar uma noite aqui.

-Mesmo se não fosse, você ainda iria passar uma noite aí. Ou no sofá, se quisesse, mas aí é mais confortável. – Falei, rindo um pouco. J-Hope suspirou, me encarando.

-Só tem mais uma coisa… Eu preciso tomar um banho. – Fechei meus olhos e bati com a mão na minha cara, deixando-a escorregar até cair ao lado do meu corpo.

-Você só pode estar brincando. Eu não tenho roupas para você usar, então o que pretende fazer?

-Tenho minha bolsa com roupas limpas lá na porta, só não tenho uma roupa de baixo. – Respirei fundo, mas não sabia o que fazer. Dei de ombros, mexendo nos cabelos.

-Acho que vai ter que dormir sem nada para segurar seu amigo, hoje. – Falei, batendo em seu ombro e indo buscar a bolsa na porta. J-Hope hesitou em falar quieto e optou por ficar quieto.

A bolsa preta estava um pouco pesada, obrigando-me a fazer uma força maior. Respirei fundo, sentindo meus braços tensionarem um pouco. Do nada, Hoseok apareceu e a pegou para mim. Olhei para cima, vendo a proximidade de nossos rostos.

Sorri sem mostrar os dentes, me afastando. J-Hope riu fraco, indo até o quarto de hóspedes. Passei na sala e peguei as velas restantes, dando uma para o menino.

-Você pode ir tomar banho, eu vou indo para o meu quarto. É no andar de cima, no fim do corredor, caso precise de mim. – Ele assentiu, então me virei e saí andando. A luz trêmula que saía da vela projetava sombras estranhas na parede, o que fazia minhas pernas fraquejarem.

Entrei no quarto e coloquei um pijama, indo até o banheiro para escovar os dentes. Meu reflexo no espelho ficou assustador com a luz vinda da vela e os trovões ao fundo. Assim que me deitei, meus olhos se negaram a fechar. Barulhos estranhos ficavam surgindo e os sustos continuavam acontecendo.

Agora eu estava em um escuro completo, meu celular sem bateria e as velas acabaram. Certo desespero me atingiu e me obriguei a levantar da cama para sair do quarto. Andei aos tropeços, descendo a escada e respirando com dificuldade. Não sabia se deveria ou não fazer o que pensava.

Bati três vezes na porta, esperando uma resposta. Hoseok a abriu, os cabelos desarrumados e a pele ainda um pouco úmida por causa do recente banho. O garoto parecia confuso, então respirei fundo, me preparando para falar.

-Posso dormir com você? – Perguntei, sem encará-lo nos olhos.

-Por quê? – Meu coração bateu mais forte assim que ouvi sua voz, o que fez meu rosto corar.

-Eu tenho medo do escuro… E sabe, está tudo um completo breu pela casa toda. – J-Hope ainda tinha bateria no seu celular, então não estávamos totalmente na escuridão. O menino sorriu, assentindo e abrindo os braços.

Nos deitamos na sua cama, virados um de frente para o outro. Tê-lo comigo era uma segurança que fazia o sono lentamente me embalar para o mundo dos sonhos. Abri um pouco meus olhos e vi que estava sendo observada. J-Hope me olhava com um sorriso suave em seus lábios.

-Quer que eu deixe a luz ligada? – Perguntou, segurando seu celular. Não respondi, já que não sabia como responder aquela pergunta. Hoseok começou a mexer no aparelho, demorando alguns minutos.

Então, ele ligou uma luz noturna no seu próprio celular que era bem parecia com a minha. Senti meu rosto corar e meu corpo se aquecer de um jeito aconchegante.

-Usei o 3G para baixar uma daquelas luzes que ajudam as crianças a dormir, espero que ajude um pouco. – Ele disse, batendo de leve no meu nariz novamente. Não queria admitir, mas eu literalmente ainda dormia com ‘’aquelas luzes de criança’’.

Fechei meus olhos mais uma vez, não demorando nem alguns minutos para cair em um sono profundo. Não sei se posso dizer o mesmo de Hoseok.

Na manhã seguinte, Hoseok e eu nos levantamos cedo e limpamos aquela bagunça a xícara. Arrumei-me para a aula de dança no meu quarto e J-Hope fez o mesmo, no banheiro.

-Posso escovar meus dentes? – Perguntei, afastando-o um pouco da pia. O menino sorriu e recuou. Comecei a higiene dos meus dentes enquanto sentia que estava sendo observada. Assim que acabei, desci as escadas e sentei no sofá para esperá-lo.

Iríamos juntos para a aula de dança hoje, seria o treino de uma coreografia em duplas, ou seja, eu e ele como um par. Mais uma vez. Respirei fundo, vendo que a tempestade ainda não tinha passado, pelo contrário, parecia ter piorado um pouco.

O vento estava mais forte e os raios continuavam presentes, sem contar as estradas que mais pareciam rios por causa das enchentes. Suspirei, pensando no tamanho da dificuldade que teríamos para atravessar aquilo tudo. Hoseok chegou e não se sentou, apenas ficou me encarando, esperando para irmos.

-Vamos logo, antes que isso piore. – O menino assentiu enquanto eu abria a porta. O vento nos atingiu com força, fazendo todo o meu trabalho para deixar o cabelo decente ir para puta que pariu.

-Você acha que eles vão cancelar as aulas se isso piorar? – J-Hope perguntou. O vento jogava os cabelos em nossos rostos e a chuva nos dava um banho.

-Provavelmente. Imagina ir para a aula todos os dias desse jeito. – Respondi, andando mais rápido. Hoseok aumentou a velocidade de seus passos com os meus e desse jeito, chegamos em quatro minutos ao estúdio.

Bati as gotas de chuva da minha roupa, vendo J-Hope fazer o mesmo. Entramos, cumprimentando a secretária que ficava na entrada, e fomos direto para a sala. Alguns alunos já estavam lá dentro, se aquecendo. Larguei minha bolsa no chão e fui até Hani, minha melhor amiga.

-Nem te conto. – Foi a primeira coisa que falei, sorrindo e sentando-me ao seu lado. A menina ergueu a sobrancelha, desfazendo seu espacate. Aquela garota tinha uma flexibilidade invejável até para os melhores dançarinos.

-Com que menino você transou? – Hani era dessas. Qualquer coisas que acontecesse: Sexo. Comecei a rir, dando um tapinha leve em seu ombro.

-Quem dera. J-Hope só dormiu lá em casa. Dormimos juntos, porque eu estava com medo de escuro e coisas assim.- Hani abriu um sorriso malicioso e cruzou os braços.

-Nada de sexo? – Suspirei, fechando os olhos.

-Será que vou ter que escrever na minha cara que não? Não, não fizemos nada além disso. – A menina só começou a rir, mexendo em seus cabelos.

-Menina, você tem que sair dessa fossa. Faz quanto tempo desde que você realmente se deitou com alguém? – Dei de ombros, me olhando no espelho. – Talvez uns quarenta anos? – A empurrei com força, fazendo Hani cair no chão. – Estou apenas sendo sincera.

-Tudo bem, tudo bem, eu sei que estou no fundo do poço quando o assunto é sexo. Vamos nos focar em outra coisa agora, que tal na coreografia de hoje? – No momento em que minha frase acaba, o professor entra enquanto bate uma palma para chamar a atenção de todos.

-Se juntem com seus pares, vamos começar. Acho que todos já se aqueceram, ninguém aqui é um novato. – O professor piscou para o novo aluno e riu um pouco, indo colocar suas coisas em um canto.

Levantei-me e fui para perto de J-Hope, que sorria na minha direção. O menino fechou a boca em uma linha fina, se esticando uma última vez antes de começarmos. Fiz o mesmo, já que usei meu tempo para conversar com Hani.

-Todos em seus lugares! Vou colocar a música em cinco segundos. – O homem disse, procurando o som na playlist de seu celular.

O som atingiu a todos como uma bomba. A batida era dançante e animada, me fazia sentir uma eletricidade correr por cada canto do meu corpo. Segurei uma das mãos de Hoseok e então começamos a dançar como havíamos ensaiado várias e várias vezes.

A coreografia era, de certa forma, sexy e cheia de passos em que teríamos que ficar muito perto um do outro. Além de também envolver as feições necessárias, o que me deixava um pouco desconfortável. A apresentação seria em alguns meses e seria um tanto quanto… Importante?

Não sei bem dizer. Bom, deixe-me explicar. Seriam as melhores escolas de dança de todo o país, juntas em uma apresentação de uma hora, sem pausas. A nossa turma dançaria ao todo seis músicas junto com outras instituições e duas sozinha, em um total de trinta a quarenta minutos de dança sem parar. Uma delas era essa, a sexy.

A pressão sobre nós estava mais forte do que nunca, precisávamos ser perfeitos. Continuamos com aquele ensaio por quase sete horas. No fim de tudo, eu simplesmente  me joguei no chão, tendo problemas para conseguir respirar.

-Quer sua água? – Hoseok perguntou, apontando para minha bolsa. Ambos estávamos simplesmente mortos. O suor já fazia parte de nós, um companheiro fiel. Assenti, fechando os olhos e abrindo a boca para tentar respirar melhor. – Aqui, sente-se para tomar ou pode se afogar.

O menino me ajudou a sentar,  no momento em que tomei um gole de água foi como experimentar o paraíso. Encostei-me na parede, suspirando e vendo todos no mesmo estado que eu. Hani havia se jogado no chão de barriga para baixo, detonada.

-Você acha que vamos conseguir nos apresentar bem? – Perguntou J-Hope. Assenti, bebendo mais um gole grande da minha água gelada.

-Estamos ensaiando há meses e ainda temos muito tempo, então acho que vamos nos dar bem sim. – Meus olhos foram caíram acidentalmente sobre o único casal da turma. Yuri e Huyu. Os dois eram perfeitos um para o outro e isso me dava inveja.

Inveja do que eles tinham. Era um amor tão verdadeiro que veio de forma tão fácil, tão natural… Sempre que os via juntos, a carência minha atingia de um jeito que não consigo nem explicar. Suspirei, olhando para meus pés e tentando lidar com aquele vazio no peito. Já estava cansativo ter que dormir agarrada em um travesseiro cheio de baba.

-Os dois são fofinhos, não é? – Disse Hoseok, notando que eu estava os observando. Assenti, respirando fundo. – Também tenho inveja do que eles tem.

-Como sabe que tenho inveja? – Perguntei, erguendo a sobrancelha.

-Está escrito na sua cara – Hoseok riu, apertando minha bochecha. Sorri, me afastando. O menino sorriu, voltando a me soltar. Vi o sorriso desaparecer da sua face lentamente. J-Hope suspirou, esticando os braços. – Por que é tão complicado?

-Como assim?

-Esses sentimentos todos. É tão confuso, tão sufocante… – Assenti, deitando minha cabeça em seu ombro. Eu e J-Hope nos conhecíamos há quase seis anos agora Já me sentia praticamente uma parte sua. Sabíamos todos os segredos um do outro, menos alguns que eu guardava para contar apenas para Hani.

-É, eu sei bem do que está falando.

-Sinto falta de tudo que vem nesse pacote do namoro. Inclusive a parte da diversão à dois, não vou mentir – Hoseok começou a rir, colocando as mãos em seu rosto.  – Ah… Só para você eu conto essas coisas, (S/A).

-Sabe, eu também sinto falta dessas coisas. Dessa diversão à dois. – Falei, encarando-o enquanto sorria sem mostrar os dentes. Os olhos de Hoseok me analisavam atentamente e então nossas expressões começaram a ficar mais sérias.

Bem provavelmente estávamos tendo a mesma ideia.

 //MinSuga

Descrevendo (fisicamente) os seus personagens

Eu, particularmente, acho descrever uma das coisas mais difíceis quando estou escrevendo. Grande parte das pessoas que me conhece sabe que minhas histórias são sempre pequenas, e eu vivo no constante medo de não estar descrevendo o suficiente (enquanto grande parte das pessoas que eu conheço temem estar descrevendo demais, o que eu acho meio irônico, sério).

Descrever personagens, por si só, é muito difícil. Primeiro porque, geralmente, quando eu crio um personagem, eu tenho uma imagem na mente, e transformar essa imagem em palavras é quase sempre difícil. Segundo porque meu leitor não tem imagem alguma quando começa a ler a história.

E é isso que nós precisamos ter em mente (não somente na descrição dos personagens, mas em quase qualquer descrição que escrevemos), que o leitor não possui a mesma mente e que ele não faz ideia do que se passa além do que estamos narrando. Nós precisamos, como escritores, sermos capazes de descrever o suficiente para que eles consigam “preencher os buracos”, mas não descrever demais a ponto de tornar a leitura chata ou cansativa.

A primeira coisa a se fazer é, portanto, fugir dos infodumps. Não sabe o que é isso? Bem, infodump é quando você escreve um parágrafo muito grande que possui apenas exposição. Sem ação, sem pensamento, só exposição. Você fala, em muitas palavras (talvez mais do que o necessário), sobre como o seu mundo é ou qual é a roupa que o seu personagem está vestindo. Parece chato, não é mesmo? E geralmente é. Como qualquer recurso na escrita, pode ser feito com qualidade, mas isso é muito raro de acontecer, então evite-o. Mesmo.

Em vez disso, misture a descrição com outras partes da narrativa.

Descrevendo com a terceira pessoa:

Observe:

Lysander a encarou. Emma era uma menina muito baixa para a sua idade, com longos cabelos loiros que, na ocasião, estavam presos num rabo de cavalo malfeito, olhos verdes muito brilhantes e alegres, um rosto fino de traços leves e uma pele muito branca e sardenta. Estava vestindo uma roupa trouxa: uma blusa larga azul, de manga, e calças jeans apertadas, sem bolsos, além de um tênis vermelho desgastado e velho. Lysander se perguntou o que ela estava fazendo ali, no mesmo vagão que ele, e por que não tinha o mínimo senso de moda.

Chato de ler, não é mesmo? E no final das contas, você não se lembra de metade do que leu. Sem olhar de novo, sabe qual e a cor dos olhos dela? E da blusa? Você se lembra de que a calça jeans não possui bolsos, ou do fato de que ela tem sardas? Se você precisa ler mais de uma vez para saber qual é a aparência da personagem, então a descrição não está cumprindo o seu papel. Veja um outro exemplo:

Uma garota baixinha bateu na porta do vagão em que ele estava, e Lysander a encarou. Ela sorria, alegre, e talvez um pouco tímida, mas entrou sem pedir permissão. Porque usava roupas trouxas, Lysander supôs que esse devia ser seu status de sangue. Ela se jogou num dos bancos, sem cerimônia, e seu cabelo loiro — antes preso num rabo de cavalo malfeito — se soltou. A menina suspirou e prendeu o cabelo mais uma vez, logo antes de seus olhos, muito verdes, lançarem um olhar em sua direção.

— Meu nome é Emma — disse, e estendeu sua mão para ele, num típico cumprimento trouxa que fez com que ele tivesse certeza de que era, no mínimo, mestiça.

Muito melhor, certo? Eu te dou um pouco de contexto enquanto você vai conhecendo a Emma (e o Lysander), e vou pintando a cena em sua mente aos poucos, em vez de colocar a garota logo de uma vez. Você dificilmente vai se sentir tentado a pular as descrições, porque sabe que é possível que perca uma parte do que está acontecendo, também. Além disso, a narração é consideravelmente menos cansativa.

Outra coisa que acho importante apontar é que, uma vez que as roupas são completamente desnecessárias para o entendimento desse trecho específico, eu as retirei (quase) completamente. Não faz diferença se você sabe que são largas e azuis e vermelhas, desde que tenha em mente que são trouxas e não um robe do mundo bruxo.

Os detalhes mais específicos — o fato de ela ser sardenta, por exemplo — eu deixo para colocar depois. A Emma é uma personagem importante, que vai aparecer muitas vezes durante a história, então não há necessidade de colocar todos os detalhes da aparência dela agora.

Descrevendo em primeira pessoa:

Descrever em primeira pessoa é muito, muito, muito mais difícil que descrever em terceira pessoa, porque na primeira você fica preso às impressões do seu personagem e aos detalhes que ele repararia. Sobre os exemplos acima, por exemplo, Lysander dificilmente repararia no fato de que Emma é uma garota sorridente. Em vez disso, provavelmente passaria a impressão de que é irritante e não sabe o seu lugar. Não veria as sardas, não veria a cor das roupas (mas, sim, repararia que são trouxas), e dificilmente olharia para a cor dos olhos dela.

Na verdade, evitaria de todas as maneiras ficar olhando para ela, e isso faria com que os leitores não tivessem uma visão mais específica dela até muito mais tarde na trama, quando ele essencialmente começa a reparar nela.

Para descrever outros personagens em primeira pessoa, primeiro você precisa saber como o personagem que está narrando age perto delas, que tipo de coisas ele repara e, basicamente, como a sua mente funciona. Só então as descrições que ele faz vão soar como alguma coisa que ele diria, e não uma tentativa do autor de fazer com que o leitor tenha uma ideia da aparência de alguém.

Enquanto um Lysander-narrador faria descrições sucintas e, de certa forma, frias, baseadas nas características da pessoa que poderiam trazer alguma vantagem para ele, Emma-narradora tenderia para uma descrição mais calorosa, reparando em detalhes aleatórios e tentando ser simpática até mesmo em pensamentos. Observe:

O vagão estava tranquilo. Em menos de dez minutos eu entrara, arrumara minhas coisas no compartimento de bagagem e tirara um livro da bolsa. Era sobre poções, avançado para o meu nível escolar, mas então eram todas as minhas leituras. Eu estava sozinho e não sabia a qual entidade agradecer por isso, mas xinguei mentalmente todas elas quando um barulho interrompeu minha leitura.

Levantei os olhos do livro apenas para me dar de cara com um pequeno furacão loiro, que se jogou de qualquer maneira no assento de frente para mim e me fez ter certeza de que a minha viagem não seria tranquila como eu planejara de início. Soltei um suspiro irritado, e a menina — nascida trouxa ou mestiça, no mínimo, devido às roupas que vestia — estendeu a mão.

— Meu nome é Emma. — Não respondi, não valia a pena, só voltei meus olhos para o livro e torci para que a garota entendesse que aquilo significava que eu não estava aberto para conversa.

Quando conhecemos alguém, raramente reparamos nos detalhes da aparência. Quando descrevemos o personagem conhecendo outro, precisamos seguir as mesmos regras. Usar termos gerais — cor dos cabelos, principalmente, altura e peso se não forem usuais, cor dos olhos, talvez — e focar em que detalhes da aparência são fora do comum. Uma tatuagem, uma cicatriz, o tipo de coisa que o seu olho automaticamente enxerga.

Mas e quando o meu personagem já conhece o outro? O que eu faço?

Ora, mas essa é uma excelente pergunta! Nós raramente reparamos em detalhes da aparência de pessoas com as quais já temos um relacionamento, a não ser em casos isolados especiais (quando vamos sair com elas, quando elas vão para um evento, quando fazem alguma coisa diferente com a aparência, quando olhamos alguma foto com atenção), dessa forma, normalmente, numa história, não se descreve em detalhes as pessoas já conhecidas.

Se você viveu a vida inteira com a sua mãe, não tem motivos para reparar que o cabelo dela é ruivo num dia aleatório, certo? A não ser que ela pinte o cabelo ou faça alguma outra coisa com ele. Dessa forma, se você está narrando seu personagem descendo das escadas com pressa para ir para a escola, ele dificilmente vai comentar o fato de que os olhos dela são castanhos cor de chocolate ou que seu rosto estava particularmente bonito naquele dia. Observe:

Emma passou pelo salão comunal correndo, os livros do dia contra o peito, o cabelo despenteado e um desespero genuíno por estar atrasada. Por isso, não cumprimentou nenhum dos seus colegas de casa — nem mesmo seu melhor amigo, Matt, que gritou seu nome de algum lugar lá dentro, e diante da falta de resposta, foi atrás dela.

— Emma! — A garota se virou. Matt não vestia o uniforme escolar nem parecia preocupado pelo fato de que já eram quase oito horas. — Emma, hoje é sábado, o que você está fazendo?

No caso acima, o único comentário sobre a aparência de Matt é o fato de que ele não usava o uniforme nem parecia preocupado. Não é importante mencionar que ele é loiro, mais alto que ela, possui um sorriso tão grande quanto o seu e um brilho misterioso no olhar. O fato de ele não usar o uniforme é a única coisa que foge do comum e, portanto, que precisa ser mencionada. Claro, se for extremamente necessário, é possível fazê-lo passar a mão pelo cabelo loiro ou dar um sorrisinho e colocar alguma descrição indireta, mas isso depende muito do que se quer passar. Se for a primeira vez que ele aparece na história, é interessante, se não for, é muito provável que os leitores já saibam disso.

Se você precisa descrever a aparência de um personagem que o seu protagonista já conhece de maneira mais detalhada, o ideal é colocá-lo em uma situação onde a aparência está em evidência. Um evento, uma pergunta — “como estou?”, “você me acha bonita?” —, um comentário, enfim, algo do tipo.

Okay, mas e se eu quiser descrever o meu protagonista?

Uma amiga minha me disse uma vez que você só pode cometer o erro de usar o espelho para descrever seu protagonista uma única vez durante sua trajetória literária. Eu não sei onde ela leu isso, mas eu sei que é verdade. A primeira coisa que eu vou dizer aqui é, portanto, não use o espelho para descrever seu protagonista. Pronto. Dito. Usar o espelho é uma técnica muito amadora e a maioria dos escritores mais experientes a evita. Usar o espelho é muito, muito, malvisto.

Além disso, usar o espelho invariavelmente acaba em infodump.

Em vez disso, você pode (como sempre) colocar as descrições indiretas — mexeu no cabelo castanho, passou a mão pela barriga protuberante, etc —, jogá-lo numa situação em que sua aparência fica em evidência — não conseguir alcançar uma prateleira (personagem baixo), bater a cabeça ou ter que se abaixar ao passar por uma porta (personagem alto), etc. E colocar esses detalhes em evidência é uma ótima maneira de detalhar essa característica mais a fundo, por exemplo — ou mesmo fazer com que alguém faça um comentário — “nossa, mas você é alto, hein?”, “amo a cor do cabelo dela, sempre quis ter cabelo ruivo”, etc.

Lembre-se que, em primeira pessoa, quando um personagem “se descreve”, o leitor tem a impressão de que ele é narcisista e egocêntrico — principalmente se ele falar bem das próprias características. Em terceira pessoa, se for a terceira pessoa restrita, principalmente, isso também acontece.


É isso! Espero que seja útil para vocês! Ainda têm alguma dúvida, discordam de alguma coisa, têm algo a acrescentar? Fique à vontade para aparecer na ask e mandar um oi. 

(Giulia)

Sendo amiga das meninas do BlackPink e começarem a shippar vocês

Jennie 

- Mudando de assunto, você viu o que os Blinks estavam comentando no twitter, hoje de manhã?.

- Não.

- Ah, pensei que tinha visto, mas deixa pra lá.

- Não, agora que tu começou, termina Jennie.

- É que eles tinham criado um shipp para nós duas.

Jennie comentava aquilo bem nervosa, porque ninguém sabia que ela tinha uma certa atração por você.

- Sério? E qual era o nosso nome de couple?.

- Um bem estranho, nada a ver - comentou rindo baixinho.

- Uhum, mas o que você ia pedir para tomar mesmo?.

A integrante do grupo ficava muito triste com seu desinteresse, já que tinha esse crush por você.

Lisa

- Já viu quantas visualizações está o nosso video dançando?. 

- Não, quantas?.

- 3M, MEU DEUS, e você já leu os comentários?.

- Não, Senhorita Lalisa, me diga quais são? - você respondeu irônica.

- “Que lindas”, “Tenho que aprender essa coreografia”, “Super shippo”, “Couple do ano” - ela continuou lendo e rindo.

- Couple? - você comentou tirando os olhos do celular e olhando para ela - Até que não seria uma má ideia - fazendo cara de pensativa.

- Idiota - lisa disse rindo e batendo no seu braço - O manager me mata.

Rosé

Você era maquiadora do grupo, desde o debut, e uma das melhores amigas da Rosé, em um dos fansing, você teve que ajudar a recolher os presentes enquanto as meninas falavam com os fãs.

- Oi Rosè - disse uma das fãs.

- Oi, qual seu nome? - perguntou Rosè educadamente enquanto assinava o mini album.

- Aquela não é sua maquiadora? - a integrante concordou - Considero vocês o melhor couple do kpop.

- Como assim? - Rosè perguntou levantando a cabeça rápido e com vergonha - Como sabem que somos amigas?.

- É que em alguns vídeos de behind the scenes, aparece vocês conversando, e tem alguns fãs que shippam.

- Oh, não sabia disso - comentou baixando a cabeça ainda com vergonha - Não gosto da gente como couple, prefiro ela e a Lisa - a fã e rosé riram juntas.

Jisoo 

-  Você acha que somos shippaveis? - Jisoo perguntou descendo as escadas correndo e vindo em sua direção.

- Não, somos amigas. Por que? - falou enquanto colocava a comida para esquentar.

- É que eu vi uma foto de nós duas na rua e os comentários das blinks diziam que eramos shippaveis. Existe essa palavras? - ela falou rápido e logo depois fez uma carinha fofa de pensativa.

- Não sei se existe, e não deveria dar bola para esses comentários. - falou colocando a comida na boca.

- Mas eu gostei - ela comentou sorrindo e na mesma hora você se engasgou e olhou para ela séria - Brincadeira

Pedido: Faz um do Liam q eles tem muitos filhos, tipo uns 4 ou mais, e são todos pequenos, menos de 8 anos, e é uma bagunça, no fim o Liam ainda diz q quer mais e ela fica assustada mas ele a convence


—————————


S/N: Alice sai daí que você vai cair!!

Alice: Não vou não! - como sempre não me deu ouvidos


S/N: Custa você me escutar? Desce da sofá agora Alice!

Lucas: Maeeee, o Joe me mordeu!!! - disse descendo as escadas chorando e mostrando o braço com uma marca de mordida que meu outro filho havia feito

S/N: JOE, AQUI AGORA!!! - gritei chamado ele, que desceu em poucos segundos - Ficou maluco?? Olha quantos anos você tem! Deve dar exemplo!!

Joe: Ele quase quebrou o MEU video game!


Lucas: Não é só seu!! O papai deu para nós dois!! Ele é meu também!! Você NUNCA deixa eu jogar!!

Joe: Pra quê que eu vou deixar você jogar já que quando você perde fica bravo e começa a jogar tudo no chão! Você não sabe perde Lucas! Cresce garoto!


S/N: Chega de briga os dois!!! - disse brava - Deixa o seu irmão jogar Joe e Lucas, se você ficar bravo por perder eu vou confiscar esse video game e nenhum dos dois vai pegar de novo! - logo depois de eu dar a bronca nos meninos, escuto Alice chorar e quando viro para vê-la, ela está caída no chão - EU NÃO FALEI PRA VOCÊ SAIR DAÍ!!!

Alice: Aí meu pé!!! - praticamente gritou enquanto chorava. Fui até ela e a peguei no colo, colocando-a deitada no sofá

S/N: Por que você não me obedece filha? - perguntei mantendo a calma - Se você tivesse me ouvido isso não teria acontecido


Alice: Desculpa.. - ela disse

S/N: Vai começar a me obedecer? - ela assentiu e deu um sorrisinho - Que bom - beijei sua bochecha e logo ouvi um estrondo no andar de cima - Aí meu deus! - coloquei as mãos na cabeça e respirei fundo - SE VOCÊS TIVEREM QUEBRADO ALGUMA COISA, EU JURO QUE EU VOU DEIXAR OS DOIS DE CASTIGO POR MUITO TEMPO!!!! - levantei do sofá e subi os degraus devagar. A cada degrau que subia era uma coisa quebrada que eu imaginava. Cheguei no quarto dos dois, vi a janela quebrada e eles estavam juntando os cacos - Saiam os dois daqui! - falei tentando não me exaltar e eles obedeceram, saindo do quarto.
Eu juro que um dia um vou ficar louca.
Fui até o andar de baixo, peguei a vassoura e o aspirador de pó e limpei os cacos que estavam ali. Quando estava tudo pronto, desci novamente, encontrando os meu 3 filhos no sofá, quietinhos, assistindo televisão. Nem pareciam que aprontavam tanto.


Sou casado com o Liam há 8 anos. Na minha cabeça, dois filhos já estaria de bom tamanho, mas com o tempo percebi que poderia ter mais do que dois e agora estou eu com 4 filhos!
Joe é o mais velho, com 8 anos. Depois vêm Alice, com 6 anos e por fim Lucas e Sophie, que são gêmeos, com 4 anos. Sophie saiu com o Liam de manhã cedo.
O motivo? Nem eu sei. Apenas acordei e encontrei um bilhete do Liam dizendo que saiu com ela.
Liam é muito apegado a criança e quando ele chega em casa eles piram. Eu amo muito muito muito eles, mas minha paciência se esgota muito rápido e eu fico estressada muito fácil, então as discussões são mais fáceis de acontecer.


Alice: PORQUE VOCÊ MUDOU DE CANAL SEU CHATO!!!

Joe: Porque eu quis idiota!


S/N: Gente, por favor, fiquem 1 segundo sem brigar - disse indo até eles - Vocês não cansam?? Brigam 24 horas por dia! Que isso! Parem um pouco! Eu não vou sobreviver por muito tempo se você continuarem assim! Deem um tempo. Vocês são irmãos e não inimigos! Chega de brigar, chega de não me obedecerem, vocês já estão grandinhos, especialmente você Joe, que devia dar exemplo e não morder nem xingar eles! Podem fazer isso? Prometem pra mim que vão mudar? - todos assentiram - Ótimo. Estou confiando em vocês hein, não me decepcionem!


Joe: A gente vai se comportar

Lucas: É - ele sorriu

Alice: E vamos te obedecer! - ela piscou me fazendo rir


S/N: Acho bom! Querem me ajudar a fazer um bolo??


Alice: Eu quero!!


Lucas: EU TAMBÉM!!


Joe: Vamos lá! - os três me seguiram até a cozinha, onde começamos a preparar o bolo. Tudo estava indo bem. Nada de briga, discussão, xingamentos, eles realmente estavam se comportando

S/N: Prontinho! Agora só esperar o tempo do bolo assar! - falei me apoiando na bancada


Lucas: Será que vai ficar bom?


Alice: Acho que sim

Joe: A gente cozinha bem galera, claro que vai ficar bom! - eles riram e no mesmo momento a porta abre e Liam entra, junto com a Sophie em seu colo


Liam: Nossa, acho que entrei na casa errada! - ri do que ele disse - Que selênio é esse?

Alice: A gente está comportados agora!


Joe: Estamos há bastante tempo sem brigar!

Liam: Verdade amor?

S/N: Uhum! Verdadeiros anjinhos! - sorri passando a mal na cabeça do Lucas, que estava mais perto de mim


Liam: Olha, pra mãe de vocês dizer isso é porque vocês estão de parabéns hein! -


S/N: Foi passear com o papai filha?


Sophie: A gente foi na vovó mamãe!

Lucas: Porque não me levou junto pai???


Liam: A gente saiu cedinho filhão, não quis te acordar. O que estavam fazendo? - pegou o pote de farinha que estava na bancada


Lucas: Bolo

Liam: Humm.. - ele abriu o pote de farinha e colocou a mão dentro dele - Essa casa tá muito silenciosa não acham?

S/N: Liam… Por favor não..


Liam: GUERRA DE FARINHA!! - a paz nessa casa dura pouco.
Um jogava farinha do no outro e riam cada vez mais. Minha cozinha ficou inteira branca

Joe: Vish.. - ele olhou em volta e viu como aquele lugar estava

S/N: Os quatro pro banho agora! - disse e eles subiram correndo


Liam: Desculpa..

S/N: Você não tem limites não é?

Liam: Sou mais criança que eles! - riu vindo até mim e me beijando - Eu te ajudo a limpar

S/N: Ajudar? Você vai limpar sozinho!

Liam: Que isso dona S/N, que consideração com seu marido

S/N: Foi você que sujou meu amor, agora limpa! - disse rindo - Vou ajudar eles a tomar banho e você arruma tudo isso!


Liam: Como você é maldosa - ele disse e eu dei as costas, subindo as escadas e indo até o banheiro para ajudar as crianças a tomarem banho. Todos de banho tomado, foram para o quarto.
Alice e Sophie dormiam juntas, assim como Joe e Lucas. Era dividido em quarto das meninas e quarto dos meninos.
Havia dito pra eles que levaria o jantar até o quarto deles porque lá embaixo estava uma bagunça e eles concordaram

S/N: Sem bagunça, pelo amor de Deus - disse à eles e fui até o andar debaixo - Terminou?


Liam: Não tô nem na metade


S/N: Sobrou pizza de ontem?


Liam: Acho que sim- disse concentrado limpando os armários


S/N: Vou levar para eles comerem

Liam: Tudo bem- esquentei os pedaços da pizza e levei até eles. Quando cheguei no quarto dos meninos, a luz estava apagada, só a televisão acesa e os dois na cama.
Observei mais de perto e os dois estavam dormindo. Desliguei a tevê, beijei a bochecha de cada um e fechei a porta. Fui até o quarto das meninas e as duas haviam dormido também. Apenas o abajur estava aceso. Desliguei o mesmo, beijei o rostinho das duas e fechei a porta também.

S/N: Os quatro estão dormindo como pedra - falei enquanto descia a escada


Liam: Nem comeram?


S/N: Não.. Estavam dormindo pesado


Liam: Posso comer então?


S/N: Pode - ri fraco colocando os pratos com os pedaços na bancada

Liam: Aí não!! Já limpei essa bancada, vai sujar inútil!


S/N: Quando eu falo isso você diz que é frescura minha! Viu como não é? - disse pegando um pedaço da pizza e mordendo o mesmo


Liam: Eu não faço escândalo como você faz!

S/N: Escândalo?

Liam: Tô Brincando amor! - riu e veio até mim, me abraçando - S/A..


S/N: Oi


Liam: Eu tava pensando esses dias.. E esse a gente tivesse mais um?


S/N: Mais um o que?


Liam: Filho ué


S/N: O que??? Tá louco??

Liam: Porque??


S/N: Liam, eles me deixam maluca! Não tenho mais paciência!


Liam: É só uma fase amor.. Sinto tanta a falta de um bebezinho

S/N: Eles não vão ficar bebês pra sempre amor! Se tivermos mais um..

Liam: Eles podem se comportar..

S/N: Acho difícil

Liam: Daqui a pouco não vamos mais receber abraços, beijos, carinhos. Eles vão crescer, devemos aproveitar enquanto há tempo não?

S/N: Vou pensar no seu caso..

Liam: A gente pode fazer ele agora, o que acha? - disse beijando meu pescoço


S/N: Nananinanao! Vai arrumar essa bagunça aí seu malandro! - empurrei ele de leve


Liam: Você é muito do mal - falou pegando o pano


S/N: Olha, eu vou te ajudar pra ir mais rápido, mas quero algo em troca! - falei e ele riu


Liam: Você é muito safada!

S/N: Trabalha Liam, trabalha - rimos

Liam: Pode deixar que eu vou te recompensar muito bem - disse baixinho em meu ouvido e deu uma leva mordida

S/N: Assim espero!

—————————-

OI GENTE..
Me perdoem por ficar décadas sem aparecer mas vou me explicar. Meu celular quebrou e praticamente TODOS os imagines estavam nele e eu perdi todos, todos mesmo. Eu fiquei tão mais tão brava por ter perdido, mas enfim, vou ter que escreve-los todos de novo e creio que vai demorar um tempinho mas vou ir escrevendo e postando pra vocês (se minha criatividade não falhar)

Espero que curtam esse imagine e me digam o que acharam ok

BEIJAO


Ju

Eu escrevi pelo meu celular minúsculo então me perdoem por qualquer erro que eu não tenha visto haushaus

Me digam o que acharam!!!

—–


-Zayn? - A doce voz soou pelo quarto tirando minha atenção do violão.

Sorri ao ver a morena a minha frente, mas a olhei confuso ao ver que ela não fazia o mesmo.

- Nós precisamos conversar… - Ela disse com a voz levemente trêmula enquanto caminhava até mim com dois envelopes em mãos. Se sentou em minha frente e encarou suas mãos.

- Você está me deixando assustado. - Digo rindo ao ver ela em silêncio. Ela me encara brava, possivelmente por não ter graça alguma. - Desculpa, mas você realmente está me assustando, o que aconteceu?

Levemente seus lábios se contorcem em um sorriso e ela pega um dos envelopes.

- Olhe. - Diz ela me entregando. - Passei na faculdade. - Diz com um toque de alegria em sua voz.

Instantaneamente meu peito se enche de orgulho, saber que todas as noites de estudos e todos os esforços da minha garota valeram a pena faz com que eu fique imensamente feliz por ter participado disso.

- Eu sabia! - Grito jogando o violão para o lado e pulando em cima de Sn a enchendo de beijo por todos os lados. - Eu disse que você era capaz! - A encaro sorrindo e aproximo meus lábios aos dela dando um beijo suave. - Minha menina. - Sussurro e a beijo de novo.

Uma de suas mãos sobem em meu peito e me empurra levemente.

- Tem mais uma coisa. - Diz ela agora seriamente.

Nós dois nos sentamos novamente e sua feição de antes volta.

- Eu disse a você dias atrás que andava muito mal, e então resolvi fazer alguns exames… - Disse ela devagar e com total delicadeza. - …eu não lhe chamei pois sei que você está bastante ocupado com suas músicas e também achei que não fosse necessário. - Finjo um olhar duro a ela, como assim não seria necessário?

- Você sabe que sempre pode contar comigo, não sabe? - Pergunto levantando a sobrancelha.

- Sim, sim, eu sei, mas eu realmente achei que não era algo muito grave. - Se explica rapidamente. - Mas, o resultado chegou anteontem… - Sua voz fica trêmula novamente.

Por Deus, será que é algo tão grave assim?

Milhares e milhares de doenças passam por minha mente e sinto minha mão ficar gélida, eu não suportaria ficar sem S/n, nunca!

- Eu estou grávida. - Ela solta de uma vez e meu mundo para.

Grávida

Grávida

Grávida

Minha namorada está grávida, ela não está doente, ela está grávida. Por Deus, eu vou ser pai?

Sim, claro que eu vou ser pai!

Mas a faculdade de S/n?

Nós dois vamos ser pais!

- Zayn! - S/n grita comigo fazendo eu voltar para o mundo real.

Seus olhos me encaram apreensivos e eu a encaro assustado, eu realmente não sei o que falar.

- Eu preciso de um whisky! - Digo simplesmente e saio do quarto escutando S/n vir atrás de mim.

- Como assim um whisky? Eu acabei de lhe dizer que estou grávida, G R Á V I D A! Você tem noção? - Grita ela enquanto descemos as escadas.

Droga! Escadas não.

- Pare aí mesmo mocinha. - Digo me virando para ela que me olha como se eu fosse um alienígena.

Me aproximou sem falar nada e a pego no colo.

- Zayn, que porra que você está fazendo? - Grita novamente.

- Cuidado com essa boca. - digo dando um tapa em sua bunda. - Que educação vamos dar para nosso filho? - Pergunto descendo as malditas escadas com cuidado.

- Você perdeu o juízo, só pode. - Fala indignada.

Com total cuidado a coloco no chão e ela me encara brava, mas aos poucos um sorriso aparece, sim, eu conheço esse sorriso e estou com ele agora.

- Eu te amo! - Sem querer falamos juntos.

A vontade de agarra-la é inevitável e assim faço.

- Nós vamos nos casar, semana que vêm! - Digo assim que a idéia surge em minha mente.

- Não Zayn, nós não vamos nos casar semana que vêm. - Diz ela rindo e eu a encaro confuso. Ela não quer se casar comigo? - Vamos esperar ele ou ela nascer, não quero fazer nada as pressas! - Esclarece fazendo carinho em meu cabelo.

- Você está coberta de razão. -Concordo sem conseguir parar de sorrir.

No mesmo momento me lembro do whisky.

Ah caralho eu preciso beber, beber muito!

Louis!

- Eu vou ligar para o Louis! - S/n ri da minha afobação ao correr para pegar o telefone.

Sussurro a palavara pai várias e várias vezes enquanto o telefone chama.

Porraaaaa!

- Zayn? - A voz fina de Louis diz do outro lado.

- Eu vou ser pai bro!

Imagine Louis Tomlinson
  • Anônimo:Faz um do Louis que ela tem um filho ciumento e ele n gosta do Louis e ele tenta conquistar ele 
  • Espero que eu tenha atendido o pedido e por favor não se esqueça de dizer o que acharam porque está me desmotivando a escrever!!!
  • Bom é isso, boa leitura !!


-Seria uma ótima idéia Louis – falava com o meu namorado no telefone enquanto via meu filho de cinco anos brincar no quintal

- Tabom, pode vim eu te espero – desliguei o telefone e fui falar com James.

- James vem aqui com a mamãe – eu o chamo e ele vem correndo – Que tal a gente ir ao parque com o Louis hoje? – eu digo e ele faz uma cara emburrada.

- Não mamãe, não vou ir – ele cruza os braços e volta a brincar.

Como vou convencer esse menino a ir no parque? Louis já está vindo pra cá nos buscar. Deixo-o brincando e vou me arrumar depois que termino escuto a campainha e quando estou descendo as escadas vejo Louis e James na porta.

- Oi campeão trouxe essa bola pra você – Louis estica o braço pra dar a bola pra ele, mas ele nem liga e sai andando.

- James não foi assim que eu te ensinei – olhei pra ele e ele novamente não ligou – Desculpa Louis – abraço ele e lhe dou um selinho.

- Tudo bem, só dar um tempo pra ele até ele se acostumar, bom vamos?

- Tem um problema ele não quer ir – aponto para James que está sentado no balanço

- Olha eu vou falar com ele tabom – Louis fala

- Tem certeza? Ele é uma criança difícil

- Deixa comigo (S/N) – ele beija minha testa e vai ate lá fora conversar com o James.

Louis POV’S

Cheguei perto de James e respirei fundo antes de falar com ele, abaixei na sua altura a sua frente e ele me encarou emburrado.

- James, porque você não quer ir comigo e com a sua mãe no parque? – ele não me responde – Me fala o que houve.

- Você quer tomar o lugar do meu pai – ele diz com aquela voz de criança dele

- Olha James, seu pai foi um cara legal ele era meu melhor amigo, eu não quero tomar o lugar dele de jeito nenhum, e eu sei que tem um espaço nesse seu coração pra ele e que você nunca vai esquecê-lo, mas sua mãe merece ser feliz depois de tudo que ela passou – ele muda a cara emburrada e começa a chorar – Não chore, olha que tal irmos ao parque e se divertir?

- Só se você prometer não tomar o lugar do meu papai e fizer minha mamãe me deixar tomar sorvete antes da janta – ele para uma criança fala que nem um adulto.

- Prometo, e sobre o sorvete é segredo nosso eu te ajudo. Tabom parceiro? – ele assenti – agora bate aqui – ele bate e ele me dá um abraço.

(S/N) POV’S

Fico olhando aquilo tudo da janela e vejo que eles se abraçaram, aquele ato me deixou emocionada e feliz de ver que os dois se acertaram, James sentia muita falta do pai e eu também ele era um bom homem. Ele morreu em um acidente de carro, e Louis era seu melhor amigo e James tinha dois anos quando tudo isso aconteceu, eu fiquei devastada, mas tinha que ser forte por ele, e ele não aceitava que ninguém tomasse o lugar do pai. Vejo eles entrando em casa.

- To vendo que são amigo agora – Louis sorri – Bom agora vai lá se arrumar James- Sim ele se arrumava sozinho, ele era uma criança bem independente, ele não gostava que eu o ajudasse a se arrumar então eu só o ajudava a dar banho e comida. – Você conseguiu Louis, mas como?

- Ele só está sentindo falta do pai, mas agora está tudo resolvido – ele me abraça – Ah tem outra coisa, porque você não deixa ele tomar sorvete antes do jantar?

- Porque se não ele larga a comida, mas por quê? – olhei desconfiada.

- Nada, mas bem que você poderia deixar né

- Louis..- olho mais desconfiada ainda – Você quer mimar ele mesmo né.

- (S/N) para de ser chata e deixa, ele é só uma criança e você está sendo dura demais com ele.

- Tabom, eu deixo – vejo James descendo as escadas – E  vocês parem de fazer acordos sem eu saber – Vejo James piscar pro Louis e ele retribuir.

- Bom, vamos né – E assim fomos pro parque, os dois não se desgrudavam mais até fiquei de lado um pouquinho, mas o que me importava mais é a felicidade de James e de Louis .

PLÁGIO É CRIME!!

ONE SHOT - HARRY STYLES

PS. O primeiro de 2017! Desculpa a ausência, acabei passando uns dias fora, mas nunca é tarde para desejar um FELIZ ANO NOVO. Que o ano de vocês seja incrível. Obrigada por nos acompanhar e por fazer o nosso 2016 maravilhoso. Amo cada uma de vocês.  Espero que gostem meninas desse one shot (Achei meio “coisado”). Beijão!


————————————————————————————————–


- Vamos Harry! – Chamei-o.

- Estou indo – Falou descendo a escada com o pequeno Logan no colo. Harry trajava um short preto e um moletom da mesma cor. Logan estava com uma camiseta preta com alguns detalhes na frente e um short.

O dia estava nublado, mas havíamos prometido para Logan que iriamos levá-lo ao parque. Fechamos a casa e nos direcionamos ao carro. Harry prendeu Logan no assento e colocou a cesta de piquenique sobre o banco. Deu a volta no carro e sentou-se no banco do motorista dando partida.

- Quer ir para o parque, Filho? – Harry perguntou olhando para ele pelo retrovisor interno. Virei-me e encarei Logan.

- Sim! – Falou balançando as pequenas pernas fazendo-me rir.

 

Ao chegar no parque Harry procurou algum lugar para estacionar. Desci do carro, coloquei Logan no colo e Harry pegou a cesta.

- Papai, quero ir no escorregador! – O pequeno falou apontando o indicador para um grande escorregador vermelho.

- Nós vamos, filho! Primeiro iremos encontrar algum lugar para tomarmos o lanchinho. – Harry disse pegando em sua pequena mão e depositando um beijo na mesma.

Paramos debaixo de uma grande árvore perto dos brinquedos. Não havia muitas pessoas no parque, talvez por causa do céu nublado que causava uma certa preguiça. Coloquei Logan no chão e Harry estendeu a grande toalha sobre a grama. Começamos a arrumar as coisas. Ao arrumar tudo sentamos sobre a toalha e começamos a comer.

- A Lux iria adorar estar aqui – Harry falou após dar uma grande mordida no sanduiche.

- Concordo. Tínhamos que ter chamado ela. – Falei tomando o suco.

- Verdade. – Falou mordendo o sanduiche mais uma vez.

- Quero ir no escorregador – Logan falou levantando-se.

Olhei para Harry e o mesmo fez uma careta.

*HARRY ON*

 

Peguei na pequena mão de Logan e fomos em direção ao escorregador. Ao chegar mais perto do brinquedo meu filho soltou a mão da minha e foi correndo até o mesmo. Suas pequenas pernas esticavam para tentar alcançar o degrau da escada que levava até o grande túnel do escorrega. Ao chegar no topo Logan entrou e segurou na borda.

- Solta, Filho! – Falei

- Não! – Disse batendo os pés no brinquedo.

- Espera – Falei pegando o celular que estava no meu bolso do short. Desbloqueei a tela e coloquei no gravador de vídeo. Dei play e comecei a grava-lo.


Corri até o outro lado do escorregador e comecei a gargalhar ao ver seu rosto de desapontado. Logan saiu andando e eu o segui até chegar onde (S/n) estava sentada mexendo no celular.

- O que foi? – Perguntou olhando para mim e depois para o rosto de Logan. O pequeno sentou em seu colo e cruzou os bracinhos. – O que aconteceu, Harry? – Ela perguntou me olhando.

- Ele não queria escorregar no brinquedo, mas acabou se soltando! – Falei rindo e sentando ao seu lado. Peguei uma maça e dei uma mordida na mesma.

- Como você é besta! – Falou revirando os olhos. Ela começou a conversar baixinho com Logan e o mesmo dava risadas baixas.

- Acho que vai chover! - Falei assim que senti uma gota de água cair em minha testa. Os pingos foram ficando mais fortes. Pegamos as coisas que estavam no chão e saímos correndo até o carro.

- Onde você deixou o carro, Harry? – (S/n) indagou enquanto eu tentava lembrar o local onde deixei o carro. A chuva começou a engrossar. – Ele vai ficar gripado! – (S/n) falou apontando para nosso filho. Logan ficava gripado com muita facilidade.

Pedi para que eles ficassem em uma cobertura até que eu achasse o carro. Ao achar o carro peguei o guarda-chuva e busquei-os no local onde estavam. Ao chegar em casa tomei um banho quente. Ao chegar na sala sentei ao lado de Logan e comecei a assistir o desenho infantil que ele estava assistindo.

- Espero que ele não fique doente – (S/n) entregou a mamadeira com leite para Longan e depois sentou-se ao meu lado. Coloquei a coberta sobre nossos corpos.

- Também espero! – Falei passando o braço por cima de seu ombro. (S/n) aconchegou-se em meu peito e começou a assistir o desenho que passava na televisão.

- Olha esse vídeo – Falei lembrando do vídeo que gravei mais cedo de Logan no escorregador. Peguei o celular e coloquei no vídeo. (S/n) Pegou o celular de minha mão e recostou-se em meu peito.

- Meu Deus – Falou gargalhando ao ver Logan gritar “No” no vídeo. – Ele não queria descer! – Entregou-me o celular ainda gargalhando.

- Não! Por isso estava rindo – Ri

- Ele disse que não gostava mais de você porque riu dele! – Ela falou olhando para mim.

- Ele me ama – Falei olhando para o pequeno ao meu lado que dormia serenamente.

- Ama sim!

- Podíamos fazer algo, o que acha? – Mordi seu lábio inferior e ela riu.

- Acho uma boa ideia – Mordeu meu lábio fazendo-me fechar os olhos. Sua boca foi até meu ouvido e sua língua passou pelo lóbulo da mesma. – Talvez mais tarde! – Falou levantando-se do sofá.

- Sacanagem! – Falei jogando a cabeça para trás indignado.


CAT  🐾

Pedido: Você poderia fazer um do Louis em que eles brigaram aí ela fica doente então ele cuida dela, mas depois que ela fica boa ele continua bravo mais no final tudo da certo? *e com muito sofrimento! - Anna-luisa11

*Aqui nesse link http://hot-1d-imagine.tumblr.com/pedidos vocês podem ver quais e a ordem que em os imagines vão ser postados, se o seu não estiver na lista é porque infelizmente não chegou, vou estar sempre atualizando a lista*

Não consegui fazer com muito sofrimento, sorry, mas espero que vocês gostem

***

Imagine do Louis:

- ELE ESTAVA DANDO EM CIMA DE VOCÊ SIM – Louis grita assim que colocamos os pés dentro de casa, me viro para ele furiosa.

- NÃO ESTAVA NÃO, LOUIS – Digo gritando também.

- EU VI (S/N) AQUELE FILHO DA PUTA ESTAVA TE COMENDO COM OS OLHOS – Ele diz e fecha a porta com força e a tranca. Jogo minha bolsa no sofá e o encaro com os meus braços cruzados.

- Se você quiser continuar com a sua crise de ciúmes tudo bem, mas você pensa que eu não vi o jeito que aquela mulher estava se esfregando em você? PENSA QUE EU NÃO VI QUE VOCÊ ESTAVA GOSTANDO? – Pergunto gritando e sinto as lágrimas inundarem os meus olhos, toda vez que eu entro em uma discussão eu choro de raiva, isso é frustrante.

- Isso não tem nada haver – Louis desconversa.

- Ah, então quando um homem respira perto de mim você acha que eu estou te traindo mas quando uma mulher se esfrega toda em você isso é apenas nada, como você é ridículo, Louis – Falo retirando meu casaco e jogando com raiva nele. – NÃO QUERO MAIS SABER, você me deixou sozinha naquela festa e quando vi você dançando com aquela mulher eu só quis te dar o troco, então apareceu aquele homem super simpático que não me trocaria por nenhuma vadia daquela festa COMO VOCÊ FEZ, então eu aproveitei mesmo – Falo perto do rosto de Louis e vejo a expressão dele fechar.

- (S/n) eu não te troquei por aquela mulher – Ele diz fechando os olhos e respirando fundo.

- Claro que não, só me largou lá como se eu fosse um nada, hoje você não vai dormir na mesma cama que a minha – Digo e subo as escadas e entro no meu quarto. Sempre que eu tenho uma briga com Louis eu me sinto ruim, as vezes passo mal as vezes fico doente, brigar com ele me deixa triste ao ponto de eu ficar bem mal mesmo.

***
Já era umas 3 horas da manhã quando eu acordo, estou batendo o queixo de tanto frio, pego na minha testa e vejo que estou ardendo em febre.

Droga, essa é a consequência de brigar com o Louis.

Me levanto devagar, sinto dor pelo corpo todo, calço uma chinela e saio do quarto, vejo uma porta do quarto de hospedes aberta e passo pela frente e vejo Louis dormindo.

Desço as escadas devagar e caminho até a cozinha e procuro a caixa de remédios em cima da geladeira, tento pegar mas sou baixa para alcançar. Dou um pulo sofrido e consigo agarrar a caixa mas me sinto tonta e acabo desabando no chão levando a caixa junto comigo e fazendo o maior barulho já que com a caixa veio também dois copos de vidros, um quebrou do meu lado e o outro próximo ao meu braço onde alguns cacos perfuraram a minha pele.

Soluço com a dor que sinto e escuto passos virem correndo descendo a escada. Segundos depois Louis aparece na cozinha e vê o meu estado. Caída no chão com o braço sangrando e com a maior cara de quem está passando mal.

- (S/n) meu deus – Ele caminha rapidamente na minha direção e me pega no colo com cuidado e me coloca sentada em cima da mesa da cozinha – Você está ardendo em febre – Louis diz passando a mão pelo meu rosto.

- É – Respondo fechando os olhos com o sono me levando.

- Ei, não feche os olhos, olhe para mim – Ele manda e eu faço isso com muito esforço – Você estava bem hoje, o que aconteceu? – Louis pergunta colocando meus cabelos para trás.

- Quando a gente briga e não nos resolvemos eu fico doente e passo mal – Respondo olhando para meu braço que agora está ardendo demais. Louis me encara surpreso.

- Ah… vou cuidar de seu braço – Ele diz e começa a limpar e tirar uns cacos de vidros que estão presos na minha pele, depois de tirar todos ele desinfeta e limpa os ferimentos com um pano, e os prende em um curativo. – Pronto, agora um remédio para febre – Louis procura no chão e o encontra e pega um copo de água para mim e me entrega o comprimido, faço o que ele manda e respiro fundo. – Vou levar você para o quarto – Louis diz e me pega no colo e sobe as escadas comigo e depois entra no nosso quarto e me coloca deitada ali.

- Louis, fica comigo – Peço me abraçando ao travesseiro e ele me encara e dá um sorriso.

- Claro, amor- Ele diz e se deita ao meu lado e eu me aconchego em seus braços e sinto ele fazendo carinho nos meus cabelos e acabo dormindo.

***
Pela manhã, acordo e me sinto bem melhor, parece que nem fiquei doente de madrugada. Me levanto e tomo um banho e me visto e desço as escadas indo até a cozinha e vejo Louis preparando o café da manhã.

- Bom dia – Ele diz sorrindo e eu respondo.

- Estamos bem? – Pergunto e ele me encara e desliga o fogão e vem até mim.

- Eu senti ciúmes de você ontem sim, porque você é minha namorada e eu não suporto a ideia de outro homem querer você, eu sinto muito se dei a impressão de que larguei você lá, não queria que a nossa noite tivesse acabado daquele jeito, me senti culpado por ter feito você ficar doente, mas toda vez que eu lembro de você com aquele cara eu fico com muita raiva – Louis diz ficando vermelho- Mas eu tenho culpa por ter deixado aquela mulher se aproximar de mim, então me desculpe por aquilo, você sabe que eu te amo e não te trocaria por nenhuma mulher do mundo, percebi isso quando vi que você poderia muito em me largar a qualquer momento pelas minhas mancadas, me perdoa – Ele diz segurando meu rosto e eu dou um sorriso.

- Eu perdoo você, Louis, mas da próxima vez que acontecer isso pode ficar sabendo que não vai ter mais desculpas – Digo e Louis deposita um selinho em meus lábios.

- Isso não vai mais acontecer – Ele diz – Vem comer, não quero que você fique doente nunca mais – Ele diz segurando minha mão.

Espero que tenham gostado, se sim, mandem uma ask me contando

One Shot - Louis Tomlinson
  • Pedido

ESSE ONE SHOT ESTA ENORME, ME DESCULPEM POR ISSO, MAS EU NÃO PUDE EVITAR… Fui escrevendo, escrevendo, e, quando vi, já tinha escrito muito. Mas enfim, me dediquei bastante nele, espero que vocês gostem ♥.

-Isso é tão errado, Katherine… - Ouvi Louis dizer enquanto entrava em casa.

Achei que ele estivesse no telefone, então apenas continuei a tirar meu tênis silenciosamente. A última semana havia sido bastante corrida na empresa em que trabalhava, e hoje eu finalmente havia conseguido sair mais cedo, e gostaria de fazer uma surpresa ao meu marido.

Subi as escadas na ponta dos pés, e fiquei aguardando ele se despedir da pessoa com quem falava para que pudesse entrar no quarto, já que a porta do mesmo estava fechada.

-Quando é que vai largar ela pra ir viver comigo? - Uma voz menina perguntou, e eu arregalei os olhos, surpresa. Preferi não fazer barulho, apenas para garantir que não estava entendendo tudo errado.

-Eu não sei, Kath… - Suspirou. - Espero que logo, sinceramente. Ela está um saco nos últimos dias. Mas você sabe como é complicado esse negócio de divórcio, sepração de bens e tudo o mais. Só vamos curtir um pouco antes, ok? - Um silêncio se instalou dentro do local, o que me fez acreditar que eles estavam se beijando.

Podia sentir as lágrimas caindo de meus olhos, e provavelmente deveria guardá-las para depois, caso quisesse preservar minha dignidade; Porém, meu orgulho havia sido totalmente esmagado no momento em que eu entendi o que estava acontecendo: o homem que eu mais amava e havia jurado que eu seria a única para sempre, estava me traíndo.

-Posso saber que merda está acontecendo aqui? - Perguntei alto enquanto entrava violentamente no quarto. Os dois, que estavam sentados pelados de frente um para o outro, interromperam o beijo imediatamente, deixando uma expressão de espanto ao me olharem.

-Olha, eu acho que eu vou embora. - Disse a mulher, cobrindo seu corpo nú com um lençol e se levantando da cama.

-Sim, você vai. Mas não com suas roupas, e muito menos com o meu lençol. - Segurei suas roupas, inclusive as peças íntimas, que se encontravam no chão, jogando-as na rua pela janela. Aproveitei o fato dela ter ficado parada, sem reação, e puxei o lençol de seu corpo. - Sai da minha casa, agora. - Dei espaço para que ela passasse. Ela ficou parada por alguns instantes, até que veio calmamente na minha direção, com um sorriso vitorioso.

-Quer saber? Tudo bem, você jogou minhas roupas na rua. Vou ter que ir pelada até elas. Mas não tem problema, por que eu sou gostosa! Não tenho medo de que me vejam. Ao contrário de você, sua lombriga. - Piscou o olho.

-Posso ser uma “lombriga”, mas pelo menos eu não sou uma piranha. - Falei, tentando manter a calma. - Agora saia, antes que eu chame a polícia. - E assim ela fez, revirando os olhos enquanto rebolava seu corpo plastificado.

Olhei pela janela, para garantir que ela havia saído, encontrando-a juntando sua roupas na rua. Respirei a maior quantidade de ar que pude, tomando coragem suficiente para olhar para Louis, que havia se mantido calado o tempo todo, mas agora já se encontrava vestido, encarando suas mãos.

-Sério, Louis? Você me troucou por uma vadia dessas?

-O nome dela é Katherine. - Finalmente me olhou, se levantando. - Ao invés de ficar julgando, por que você não pensa pelo outro lado? Em uma semana, ela me deu mais coisas do que você vem me dado durante o nosso casamento todo.

-Só tem uma coisa que eu tenho certeza que ela dá. Eu sei que estive ausente, e eu peço desculpas, mas eu tive os meus motivos.

-Sinto muito, mas eu não quero mais isso. Não sei desde que parte você ouviu, mas vou viver com ela.

-Como é que é?

-Você ouviu. Eu vou fazer minhas malas e ir agora mesmo. - E assim ele fez.

Estava sentada na sala, enquanto ele juntava seus pertences no quarto que até então era nosso. Não chorava mais. Simplesmente fiquei ali, parada, sem falar, sem me mexer, encarando o nada. Ouvi os passos de Louis descendo as escadas, mas permaneci parada. Senti-o me olhar brevemente, mas não virei. Ele ia falar algo, mas ao invés disso, apenas se foi, levanto sua mala e um pedaço do meu coração.

1 semana depois

Não conseguiua acreditar que Louis havia ido embora por uma mulher que mal conhecia. Apesar de sofrer, não chorava mais por ele, e tinha esperança de que ele voltasse.

A campainha tocou, e eu fui atendê-la.

-Louis? O que está fazendo aqui?

-Vim buscar algumas coisas que deixei… Posso? - Dei espaço para que ele entrasse, fechando a porta logo em seguida. Fui com ele ao quarto, pois agora a casa era só minha, e eu não queria deixá-lo sozinho no meu quarto.

-Como estão as coisas? Sabe que pode voltar quando quiser, não é? - Perguntei timidamente, sentando na cama. Apesar de tudo, nós éramos melhores amigos antes de entrarmos em um relacionamento, e nos abrimos um para o outro sempre.

-Quer mesmo saber? - Assenti. - Melhor do que nunca. Ela está sempre do comigo, fazendo carinho… E você sabe o que mais. Coisa que você nunca fez. Portanto, para de se comportar como se você fosse uma pobre vítima mal amada, por que a maior parte da culpa foi sua. E para que fique bem claro, (s/n): eu não volto nunca mais para você. - Disse ríspido, acabando de pegar seus pertences. Encarou-me decidido, me deixando sentada na cama, sem responder nada por instantes.

Ele já estava na metade da escada, quando eu me levantei e fui atrás dele.

-Ok, Louis. - Ele parou na frente da porta me ouvindo, sem virar para mm. Faz o que você quiser da sua vida. Mas saiba que pra mim acabou, definitivamente. Quando você perceber a besteira que fez, só lamento; Vai ser tarde demais.

Ficou mais alguns instantes parado, mas saiu logo em seguda, fechando a porta sem me encarar.

(…)

O tempo passou, e eu segui em frente. Não estou namorando ninguém, mas já superei o Louis.

Estava tirando uma folga na casa da praia da minha mãe, já que minha família estava lá. Meus pais aproveitaram para passear na beira do mar, enquanto eu fiquei sentada na areia, observando a bela paisagem. Não só o da praia, mas também um homem lindo jogava futebol com alguns amigos. Percebi que ele me olhava de vez em quando e sorri.

Meu celular começou a tocar, fazendo com que eu parasse de apreciar o deus grego à minha frente. Peguei-o rapidamente, bufando. Quem estava me ligando justo agora? Me assustei quando li o nome: Louis. Encarei-o por alguns instantes. Sua foto continuava ali, pois não vi necessidade de tirá-la; Nem lembrei disso. Pensei um pouco, mas recusei a chamada, colocando-o ao meu lado novamente, voltando a olhar o homem bonito. Ele sorriu para mim, e eu retribuí, quando a música começou a tocar novamente.

-Só pode estar brincando comigo. - Reclamei, negando a chamada mais uma vez.

-Tem algo te incomodando? - Ouvi uma voz ao meu lado. Quando olhei, era o moço bonito. Fiz que não com a cabeça. - Zayn. - Estendeu a mão.

-(S/n). - Respondi, apertando sua mão. Ele sentou-se ao meu lado.

-Costuma vir sempre a essa praia?

-Meus pais tem casa aqui, então venho de vez em quando. E você.

-Primeira vez. Mas vou voltar sempre, agora que sei que tem uma sereia aqui. - Sorriu com charme, e eu dei uma leve risada.

-Obrigada.

-Vai ter um luau aqui hoje, está… - Meu celular começou a tocar, e eu me rendi.

-Desculpa, mas eu tenho mesmo que atender. - Assentiu.

Pegurei o aparelho, me levantando e ficando a alguns metros de distância.

-O que você quer, meu? - Disse grossa.

-Meu. - Riu. Sou todo seu sim, (s/n). E, respondendo sua pergunta, eu quero você.

-Você está bêbado? - Gargalhou.

-Estou soltinho como um sagui.

-Dá isso aqui. - Outra pessoa falou do outro lado da linha.

-Oi, (s/n), é o Harry.

-Ham… Oi, Harry. Aconteu alguma coisa?

-(S/n), o Louis está louco… Pelo amor de Deus, vem pra cá antes que eu enlouqueça junto.

-Eu estou na praia, Harry, não posso ir agora.

-Eu te imploro. - Suspirei, encarando o belo homem que aguardava por mim.

-Estou aí em duas horas.

(…)

Quando eu cheguei lá, Louis não estava mais bêbado. Estava apenas chorando, com uma olheira enorme e um rosto marcado pela magreza.
Ele me explicou que percebeu que amava a mim na segunda semana, mas não havia tido coragem de ir até mim. Desde então, ele estava apenas bebendo, tentando me esquecer, mas nada funcionou. Disse a ele que não era assim: ele não podia me ter de volta quando bem entendia. Ele concordou, dizendo que iria provar que me amava.

Todos os dias, passei a receber flores - alguns dias em casa, outros no trabalho. Às vezes, elas vinham acompanhadas de bilhetes de Louis. Ele me mandava mensagens pedindo para que eu voltasse para ele, as quais eu sempre ignorava, e de vez em quando ia me visitar.

Por mais que eu evitasse e quisesse dizer que não o amava mais, estaria mentindo. Ficar longe não estava fazendo mal somente a ele, mas também a mim. Foi aí que um dia, quando ele me mandou uma mensagem, eu simplesmente respondi: “sim.”

xx, giu.

One Shot Harry Styles

  • Pedido por @maritoml -  É um do Harry que ele e a SN são casados e ele é professor só que tem uma Aluna que da em cima dele e tal manda ate nuds e quando a SN descobre fica triste e desconsolada e pensa em se separam só nao o faz por causa dos filhos deles
  • Espero que goste ❤


Depois de ter colocado as crianças para dormir e ter lido quase cinco capítulos do livro que escolhi para essa semana, ouvi o barulho da porta da frente tendo a certeza que Harry já está em casa. Ele é professor e trabalha a noite dando aulas em uma faculdade e a tarde para o ensino médio.

Me levanto da cama calçando minhas pantufas e saio do quarto descendo as escadas que da acesso a sala, Harry estava deixando as chaves sobre a mesa e sua jaqueta sobre o sofá.

— Você vai jantar, amor? — pergunto rindo em seguida com o pequeno susto que ele tomou.

— Que susto, (seu nome). — ele se vira para mim se aproximando e deixando um selinho em meus lábios — Eu vou tomar banho primeiro.

Harry começa a caminhar em direção ao nosso quarto e eu pego sua jaqueta subindo logo atrás dele. Guardo sua jaqueta assim que chego no quarto e me sento na cama enquanto ele está no banheiro.

— Como foi seu dia e o das crianças hoje, babe? — ele pergunta do banheiro e eu posso ouvir o barulho do chuveiro.

— O meu foi normal, a Darcy não chorou para ficar na escolinha e o Drew está eufórico com o Halloween. — falei enquanto encarava a porta do banheiro.

— Eu conversei com a Darcy sobre a escolinha… Acho que funcionou. — ele diz e eu assinto mesmo que ele não possa ver.

— Ela não parou de dizer hoje o quanto quer voltar amanhã. — sorrio lembrando a felicidade da minha pequena e minha atenção é roubada pelo celular de Harry sobre a cama — Seu celular está tocando, acho que é uma mensagem.

— Olha para mim, amor? — eu pego seu celular abrindo a mensagem.

— É a sua mãe… Ela disse que está com saudade.

— Depois eu telefono para ela, também estou com saudades.  

Quando eu fui fechar o aplicativo de mensagem, eu apenas voltei as conversas e um número me chamou a atenção, ele não tinha nome como os outros e marcava que havia mandado imagens. Eu sei que não é legal invadir a privacidade dos outros, mas esse outro é o meu marido e ele nunca me escondeu nada.

Assim que abri a mensagem meus olhos se arregalaram e ficou um pouco difícil respirar, haviam duas fotos de uma garota pelada, uma nu frontal e outra nu de costas tirada pelo espelho. Eu não poderia me sentir mais enojada ao ler “Para o meu professor preferido, com muito carinho".  

Eu não posso acreditar que ele está fazendo isso comigo, nós temos uma família e ele fica olhando garotas peladas no celular e sabe se lá o que ele faz quando está com esse tipo de alunas, ele dá aulas pré-vestibular aos sábados e a dúvida agora ronda a minha cabeça.  

Será aulas pré-vestibulares ou só uma desculpa para se livrar da inútil aqui e ficar com garotas mais novas?

Nunca na minha vida eu me sentir como estou me sentindo agora, estou me sentindo ultrapassada, como um modelo antigo que você troca por um mais novo e eficiente.  

— (Seu nome)?

Não sei desde quando ele está me chamando, mas eu prefiro apenas ignorar enquanto me deito na beirada da cama virada de costas para onde o Harry vai se deitar quando for dormir. Uma lágrima rola por meu rosto e eu apenas a  limpo com as costas da mão mordendo meu lábio para não desabar.  

Alguns minutos depois Harry sai do banheiro e se senta ao meu lado na cama.

— Dormiu… — sussurra e beija meus cabelos — Boa noite, amor… — ele se deita ao meu lado me abraçando.

°•°•°•°•°•°•°•°

Uma semana se passou e eu não fiquei um dia sequer em paz de meus pensamentos, toda vez que Harry chegava em casa depois do trabalho ou quando eu o vejo com o celular na mão, minha cabeça se enche de pensamentos ruins e tudo que eu penso em fazer é gritar e correr para o mais longe possível.

Hoje também completa uma semana que eu não durmo mais no nosso quarto, eu inventei que a Darcy teve pesadelos e que não quer dormir sozinha, ele pediu que eu a levasse para dormir com nós dois, mas eu disse que não seria uma boa ideia para ela não se acostumar. Nós dois não temos nos falado muito também, ele fica em casa durante as manhãs, as crianças vão para escola e eu faço de tudo para não ficar junto com ele muito tempo.

Entro em casa depois de deixar as crianças em suas respectivas escolas e vejo que Harry me espera sentado no sofá, o que é uma droga porque ele nunca acorda tão cedo.

— Bom dia… — falo baixo sem o olhar direito caminhando em direção a cozinha.

— Vem aqui, (seu nome)… Precisamos conversar. — eu parei instantaneamente fechando meus olhos respirando fundo e caminho até ele me sentando no outro sofá, bem longe dele — Por que você está se afastando de mim?

— E-eu não estou… Estou normal. — me xingo mentalmente por gaguejar. Ao mesmo tempo que quero falar tudo que está entalado na minha garganta há uma semana, não quero falar nada.

— Ontem quando eu cheguei, fui até o quarto da Darcy onde você tem dormido e ela estava acordada ao seu lado. — ok, o que isso tem haver? — Eu perguntei o tipo de sonho que ela tem tido e ela disse que sonha com os pôneis do desenho… Isso não me parece um pesadelo.

Meus olhos se enchem de lágrimas e eu cerro meus dentes só de pensar a humilhação de dizer em voz alta que o meu marido gosta de ficar olhando meninas novas peladas. Minha respiração está descompassada e eu tento manter a calma quando na real eu quero explodir.

— O que está acontecendo, amor? — ele se aproxima se ajoelhando a minha frente e apoia sua mão em meu joelho. Eu apenas me levanto me afastando dele — (Seu apelido), fala para mim.

— Eu sei que você não gosta mais do que vê… Caralho, Harry, eu tive filhos e isso é um dos motivos de eu não ter o meu corpo de antes. — eu não consegui conter minhas lágrimas e Harry me olhou confuso — Você poderia ao menos respeitar que eu sou a mãe de seus filhos ao invés de ficar olhando fotos de adolescentes nuas no celular.

— O quê? Não! (Seu nome), não é o que você está pensando. — ele falou de uma vez — Você poderia ter dito que viu aquilo, eu teria te explicado.

— O que você queria que eu dissesse, Harry? Isso é uma humilhação, eu nunca fui tão humilhada na minha vida. Elas são suas alunas, são mais novas.

— Amor, não é nada disso. Tem uma garota que fica mandando essas fotos para mim, eu já disse para ela parar, mas não adianta.  

— Se ela manda é porque você dá liberdade para esse tipo de coisa, ela não iria mandar nada se não tivesse o seu número. — fungo passando a mão em meu rosto limpando as lágrimas.

— Você sabe que eu sou bastante sério com o que eu faço, eu nunca daria esse tipo de liberdade para alunas nem se eu fosse solteiro. Eu amo você, (seu nome), amo nossos filhos e não destruiria nossa família por nenhuma garota mais nova, jamais.

— Por que as fotos ainda estavam no seu celular e por que essa garota tem o seu número? — meu choro já estava um pouco contido.

— Nós temos um grupo de ajuda, onde eu tiro dúvidas dos alunos e ela é um deles. Você viu as fotos então pôde ver também que a mensagem não tinha sido aberta, eu não olhei porque já sabia do que se tratava e só estava esperando a gente ir na casa da mamãe para pedir a Gemma que me ensine bloquear números. Eu prefiro livros à tecnologia, você sabe.

Eu fiquei em silêncio por alguns minutos pensando o quanto eu sou uma idiota por pensar isso do meu marido e melhor amigo. Eu conheço o Harry desde quando eu tinha quinze anos, temos cinco anos de namoro e doze de casamento, eu sei exatamente quando ele está mentindo e ele não está agora. 

— Me desculpe… — eu caminhei até ele me jogando em seus braços — Eu sou uma idiota de pensar tudo isso.

— Está tudo bem, amor… Foi só um mal entendido. — ele me abraça apertado e beija meu rosto.

— Mal entendido que quase me fez pedir o divórcio… Só não o fiz por causa das crianças.  — falo um pouco envergonhada.

— Não fala isso nem brincando, por favor. — ele me aperta ainda mais em seus braços — Eu amo você, nossa família e ninguém mais.

— Eu não vou mais esconder quando alguma coisa estiver me chateando e você vai mudar de número de celular.

— Vai ser melhor assim.

Suas mãos seguraram meu rosto e nós nos beijamos como nunca na última semana que passamos na mesma casa, mas separados.



Espero que tenham gostado ❤

Me digam o que acharam, eu tentarei postar todos os dias para não demorar abrir os pedidos novamente.

- Tay