demarcar

Bianco e Nero.

Ho impiegato molto tempo a capire i confini tra il bianco ed il nero, beh a dire la verità a volte lo faccio ancora oggi. Stare lì con il cesello a demarcare l’uno dall’altro.

Parliamoci chiaro: è una perdita di tempo. Perché nella grandissima maggioranza delle volte nella vita hai a che fare con i grigi.  Che sia grigio chiaro, grigio scuro, gainsboro, grisaglia, antracite, etc etc ma pur sempre di grigio si tratta, per cui bianco e nero non sono affatto distinti, sono legati, anzi dipendono uno dall’altro.

Però c’è un caso che merita impegno, attenzione ed energia: quando il nero copre il bianco, lì c’è qualcosa che non funziona. Non ci sono alternative bisogna darsi da fare per cercare di tirar fuori il bianco affinché non soffochi.


Dragões Diário: «Muito nos separa do Benfica, mas aqui estamos do mesmo lado»

Dragões Diário: «Muito nos separa do Benfica, mas aqui estamos do mesmo lado»

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Emblema da cidade Invicta enalteceu a atitude do Benfica ao demarcar-se da atitude dos adeptos. Leonardo, o menino de sete anos que assistiu ao encontro entre as formações B de FC Porto e Benfica e que se tornou figura destacada da equipa depois de ter visto os adeptos das águias roubarem-lhe uma camisola que havia sido oferecida por um jogador portista. Esta quinta-feira, o Benfica fez questão…

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Viagem com o pet: como adaptar o cão ao novo ambiente?

Viagem com o pet: como adaptar o cão ao novo ambiente?

Por Ricardo Tamborini*

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O cão já está acostumado e ambientado à casa em que vive, mas ao chegar a um local desconhecido é comum que ele queira reconhecer o novo ambiente. Só após cheirar, andar por todo o local ou, até mesmo, urinar para demarcar território é que o animal ficará mais tranquilo e se sentirá mais seguro.

Em viagens, é bastante comum que cães apresentem alterações no comportamento.…

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Kussondulola: “O papel do reggae é fazer música para ajudar os outros”

Pela altura do lançamento do álbum “Guerrilheiro”, Goreti Teixeira teve oportunidade de falar com o vocalista da banda Kussondulola e que, numa breve conversa, falou da execução do álbum, dos motivos pelo qual a banda tenta usar o reggae para demarcar uma posição ativista e o sucesso conseguido entre os PALOP.

O post Kussondulola: “O papel do reggae é fazer música para ajudar os outros” aparece primeiro no Mundo de Músicas.



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[01/02/2016]
Harry Styles está completando 22 anos!
#qotd : MARQUEM O USER ? [@harrystyles]
#aotd : Sei que é impossível de ele ver mas gosto demarcar o user
-
Podem me mandar sugestões aí eu coloco os celebs💜
vídeo via :  zaynie clips
-
#Curtam
#Respondam
#Vourtb
#fthere #desflopfthere #gainpost
#HappyBirthdayHarryStyles
#HarryStyles [@harrystyles]

#RezaraNoite

Deus de todos os dias,
enches de bondade
as terças como os domingos,
os sábados como as segundas.

Como é possível que nós
te circunscrevamos no tempo?

Queremos reduzir a horas o influxo da tua presenca.
Queremos demarcar espaços para te encontrar,
na imensidão do teu universo.

Te louvo, esta noite,
porque, no teu Jesus, nos concedes a liberdade,
para pautar todas as leis e normas
pela largueza universal do teu amor, sem tempo.

[©Carlos Azevedo | Ao Deus de todas as manhãs | Paulinas]

espera

Sento no banco, olho para um lado, olho para o outro, suspiro. Olho as horas, tentando entendê-las, mas agora isso não me é possível: no estado de espírito em que me encontro, aqui neste banco, aqui nesta vida, não sou capaz de entender nada. Nem o que espero para os próximos instantes, nem o que significam esses ponteiros que, sem a menor sutileza, tentam, sobre o meu pulso, demarcar esses instantes.
Não costumava seguir nenhuma religião e, embora engane os outros às vezes, evito a autoenganação; portanto, ainda não consegui respostas satisfatórias nem para as questões mais básicas da existência — quem sou eu, para onde vou, de onde vim. Apesar disso, gosto de fingir para mim mesma que defino sem dificuldade o tempo. Faço de conta que o tempo não faz parte das grandes questões irrespondíveis. Aceito com certeza matemática o passar da vida. A teia invisível por onde passa o quem somos, o para onde vamos, o para onde viemos. Como se fosse simples.
Olho mais uma vez para os lados. Olho mais uma vez os ponteiros no meu pulso. Dizem tranquilamente que o tempo passa, para, voa. Mas quem passa, para ou voa somos nós. E de tranquilo isso não tem nada.
Tentamos definir o amor em poemas e músicas. Já para falar do tempo, não nos damos ao trabalho de pensar em rimas. Pretensiosamente, prendemos, ou achamos que prendemos, o tempo no relógio: tempo é a hora, ora essa. As badaladas dos sinos, a flor que nasce e morre, a pele jovem que envelhece. O tempo é mensurável. É uma linha reta. É para frente, sempre. É?
Então por que seguimos caminhos tortos e avançamos trombando em retrocessos? Por que há lembranças antigas tão vívidas que parecem se referir ao hoje? Então por que nos preocupamos com o futuro que não existe, sentimos ao nosso lado a dor do que já morreu, sofremos pelo que não está mais aqui ao nosso lado? Que linearidade é essa se definhamos com a saudade, com o que não aconteceu, com o que não veio, com o que veio e foi? Se o tempo existe, se o tempo avança para frente, por que sentimos, o tempo todo, a presença do ausente?
Por que, acima de tudo, por que duas horas são sempre cento e vinte minutos neste relógio inútil, mas dificilmente se passam com a mesma duração dentro de mim? Que raio de relógio é esse que me manda ir para uma reunião, mas que não diz nada sobre a minha percepção?
“Ora, o tempo passa rápido quando nos divertimos, lento quando esperamos” — alguém, desses alguéns mais pragmáticos, pode dizer. É?
Ou o relógio é esse materialista sem alma que só demarca consultas médicas, partidas e chegadas, enquanto o tempo, a entidade “tempo”, não vai para frente nem para trás, não leva nada embora de fato e sempre me desaponta sem jamais ter me devido nada? 

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“Brotar un recorrido” DEZPLAZAMIENTO. Acción en pasaje huérfanos, parte del III encuentro de#performance “Cuerpos vacíados” de insékula y galería el cubo. Enero, 2016. Santiago, Chile.

Registro: @ornellars

La acción, realizada en pasaje Huérfanos, a las afueras de la galería El Cubo, consistió en demarcar una linea en la calle, desde inicio a fin. El inicio del recorrido se marcó a partir de la construcción de una estructura circular efímera, realizada con cintas de colores, en cuyo centro residía una Kokedama (arte japonés de planta sobre musgo), un cofre cerrado, cascabeles y un molusco proveniente de Puchuncaví. Desde este centro se inició un recorrido a partir del hilo producido al des-hilvanar arpillera. El des-hilvanado se producía al son de un silbato dibujando de esta manera doblemente la trayectoria. El silbato conocido popularmente como “pajarito”, emitía su sonido en correlación con el cuerpo, el ambiente y el trabajo de tirar de la arpillera: de esta manera al encontrarme con otro cuerpo en acción tanto la arpillera como el sonido adquirían otro tono, un campo de afección. La arpillera, de esta manera, adquiría un carácter escultórico y experiencial al recoger la información del acontecimiento en la medida en que se formaban diferentes formas en su matriz: finalmente este mutante textil fue puesto al final del recorrido, junto con el resto del ropaje.

“Brotar un recorrido” DEZPLAZAMIENTO. Acción en pasaje huérfanos, parte del III encuentro de performance “Cuerpos vacíados” de insékula y galería el cubo. Enero, 2016. Santiago, Chile.

Registro: @ornellars

La acción, realizada en pasaje Huérfanos, a las afueras de la galería El Cubo, consistió en demarcar una linea en la calle, desde inicio a fin. El inicio del recorrido se marcó a partir de la construcción de una estructura circular efímera, realizada con cintas de colores, en cuyo centro residía una Kokedama (arte japonés de planta sobre musgo), un cofre cerrado, cascabeles y un molusco proveniente de Puchuncaví. Desde este centro se inició un recorrido a partir del hilo producido al des-hilvanar arpillera. El des-hilvanado se producía al son de un silbato dibujando de esta manera doblemente la trayectoria. El silbato conocido popularmente como “pajarito”, emitía su sonido en correlación con el cuerpo, el ambiente y el trabajo de tirar de la arpillera: de esta manera al encontrarme con otro cuerpo en acción tanto la arpillera como el sonido adquirían otro tono, un campo de afección. La arpillera, de esta manera, adquiría un carácter escultórico y experiencial al recoger la información del acontecimiento en la medida en que se formaban diferentes formas en su matriz: finalmente este mutante textil fue puesto al final del recorrido, junto con el resto del ropaje.