de montar

Estar viendo otra vez Karmaland2 y casualidad q esté hablando de montar (Caballos) y se acuerde de Willy y no de Frank XD


V: Me gustaría ser caballo para estar en los establos de Vegetta ¿Sabes? Esa es la actitud que tienen que tener. Cuando pase por aquí Willy diga: Madre mia me encantaría ser un caballo *Risa nerviosa* para que me monten. 


No me acordaba de esta frase xD


Karmaland2: Establo para navidad! #58 (19:48)

do que você chamaria?

não sei fazer nada sem intensidade ou quero muito aquilo a ponto de correr atrás com toda minha vontade ou simplesmente não quero, não existe meio termo.
quando embarco em qualquer coisa nessa vida tenho que estar completamente preparada, equipada para o que vir pela frente; quer monstros, quer tempestades, apenas os enfrento. não sou de desistir a menos que seja a única alternativa.
além disso,sou do tipo de pessoa que se dá completamente mesmo que isso venha a me ferir, permito que aconteça; me jogo de cabeça e que se dane as pedras no fim do penhasco. me desmonto toda na espera que o outro ache meus pedaços e cuide deles até ser capaz de montar. 

[o que seria um milagre]

alguns chamariam isso de garra; força de vontade ou até de coragem.

eu chamo de loucura.

Eu sinto muito, e não é de desculpas que estou falando, eu sinto mesmo, como uma facada no peito, uma flechada na garganta. Eu sofro com cada passo em falso dado por você, mas padeço diante as suas desculpas, sei que você acha que tudo não passa de um mero drama mas não é, e o fato de te perdoar não cura a minha dor, mas eu desculpo sem relutar, desculpo porquê amo e no fundo acredito que você também me ama, e as suas desculpas é o jeito de você me dizer que não quer me perder. Ainda não consegui decidir se é maldade da sua parte ou masoquismo da minha parte, quando enfim estou me recuperando você tira o band-aid e me magoa novamente. Estou ficando cansado dessa brincadeira, eu sou um brinquedo velho e gasto que você já deveria está farta de montar e desmontar. Porquê não me esquece num canto de uma vez e arruma um brinquedo novo para que eu possa sentir muito sozinho, com o meu curativo até que me recupere?
—  Amoriei acompanhado de Vireipassaro.
Você já visualizou o mundo sem sua existência? Uma vez sonhei em um mundo sem que eu tivesse existido e para minha surpresa tudo estava no mesmo lugar, tudo fluía perfeitamente. As pessoas com que tive convivência viviam normalmente, eram felizes e construíam suas vidas. Sempre me senti fora do contexto e nunca me julguei de extrema importância, não vou salvar o mundo, descobrir a cura do câncer ou acabarei com as guerras. A vida sem mim continuaria a mesma, eu não seria um furação na vida das pessoas. Eu costumo fazer uma bagunça enorme por onde passo. Como peças de lego, fácil de montar mas difícil de desvendar, atribuo a isso a falta de interesse nas pessoas em me conhecer e facilmente me julgar. O mundo sem mim, seria o mesmo. E acredite em mim, o mundo sem você também. Não julgue-se melhor que todos, não existe essa necessidade de querer ser maior que todos passando por cima e ferindo sentimentos. Você é um pedaço de poeira cósmica assim como eu.
—  Are you really okay, Charlie?
Quebra- cabeça.

Por favor peço cautela ao ler-me, estou em pedaços e ultimamente não tenho tido uma aparência das melhores, muitas coisas ruins me aconteceram nesses últimos meses, venho tentando encontrar inspiração para desabafar o que minha alma já não suporta mais ocultar, porém está sendo em vão, nada está sendo suficiente para expressar essa perda que sofri, nenhuma palavra tem o tamanho da minha dor, já tentei fazer algum poema bonito, algo que rimasse, mas perdoe-me a bagunça desse texto, mas isso é um resumo de mim hoje, venho tentando me juntar como peça de quebra-cabeça difícil de montar, mas falta peças importante e que não encontro, e assim vou tentando levar, carregando essa dor que nunca vai passar, fazendo esses textos que ninguém vai gostar, tentando de alguma maneira me encontrar.

※Notinhas※

Essa aqui foi minha redação e quem escolheu o tema foi minha prof, então espero que gostem haushaushaus

Me digam o que acharam, blz?!

Ótima leitura♡


—————
  O dia exalava lindos e amistosos raios de sol, aquele simples e agradável sábado já havia começado  de uma boa forma para S/n que agora estava molhando suas raras orquídeas de forma delicada. Seus olhos azuis feito o céu limpo, olhavam com atenção cada detalhe de suas amáveis plantas enquanto ela checava se todas elas estavam devidamente saudáveis.

  - Hoje será uma noite maravilhosa. - Comentou ela enquanto acariciava de forma leve as pétalas de sua orquídea Tigre. - Já preparei tudo, mau posso esperar para que Zayn chegue! - Concluiu com um brilho intenso em seus olhos.

  S/n ficou mais uns longos minutos em sua estufa compartilhando com suas flores o quão empolgada ela estava com o jantar, afinal, quem não estaria? Não é todo dia que se completa vinte e cinco anos de casada, muitos casais chegam a se divorciar antes mesmo das bodas de algodão.

  Mas felizmente, ou não, este não era o caso de S/n e Zayn que com o fruto do casamento tiveram dois filhos e muitas histórias para serem contadas aos seus futuros netos e talvez bisnetos. Aquele sim foi um forte casamento que por muitas coisas havia passado e hoje seria o dia para celebrar isso, assim como S/n havia planejado…

  O dia se arrastou de forma corrida enquanto a mulher de cabelos claros preparava tudo com a ajuda de seus empregadas que seriam dispensados pela mesma depois das cinco da tarde, como ela fazia todos os anos. Seus filhos, Melissa e Lucas, já estavam devidamente acolhidos na casa dos avós que também já estavam acostumado com tal “ritual”.

  Assim que o dia passou a escurecer e o último empregado já havia ido embora, S/n se sentiu finalmente aliviada por estar completamente sozinha na enorme casa e subiu para seu quarto, ou melhor, o quarto do casal e resolveu que já estava mais do que na hora de se arrumar para seu marido.

  Se despiu lentamente após a banheira estar consideravelmente cheia e despejou na água morna sua essência favorita, jasmim. Se aconchegou ali e respirou de forma profunda ao que sentiu seus músculos relaxarem e com sua doce e aveludada voz, começou a cantarolar baixinho a música que havia dançado em sua festa de casamento juntamente de Zayn.

  Parou e sorriu largo ao se lembrar de como o marido estava bonito no dia, seu terno estava bem passado, seu cabelo penteado para trás e seus sapatos reluzentes.

  - Um lindo noivo. - Pensou em voz alta. - Tão lindo, tão doce e amável… - Listava de forma distraída enquanto passava sabonete por seus braços. - …tão atencioso. - Suas palavras saíam de forma lenta por seus lábios e algo a incomodou.

Algo que era ruim, tão amargo quanto fél e tão doloroso quanto uma ferida aberta, esse “algo” sempre vinha associado a imagem de Zayn, era inevitável.

  Mas S/n não queria que esses sentimentos a dominasse…pelo menos não agora.

  Sua cabeça se movimentou de um lado para o outro em uma tentativa de espalhar os maus pensamentos e ela se sentiu satisfeita por conseguir, mesmo que isso fosse apenas uma pequena ilusão que duraria pouco tempo até eles voltarem para a parte mais clara de sua mente.

  Seu banho seguiu de forma harmônica e S/n tentava sempre se desviar de suas más lembranças fazendo de tudo para ressaltar sempre as boas. Assim ela fez até que seu vestido vermelho de corte reto estivesse devidamente posto em seu corpo, com seus saltos beges, cabelos soltos e uma leve maquiagem para ressaltar seus lindos olhos.

  Ela estava pronta, ela se sentia pronta.

  Foi para a cozinha e viu por mais uma vez se estava tudo certo, provou seu risoto para ter a certeza que estava com um gosto esplêndido e assim se sentou à espera do marido que não demoraria a chegar.

  O fato é que quando estamos sozinhos, sem a presença de um outro alguém que possa por aventura nos atrapalhar, nos sentimos livres para deixar que nossa mente recorde ou planeje aquilo que desejar, sem restrições, sem êxito, apenas nos sentimos bem com nós mesmos para deixar com que nossos desejos mais profundos acordem e nadam até a superfície de nossa alma e nos dominem.

  Era assim que S/n se sentia agora ao olhar para o relógio e ver por mais uma vez que Zayn, que já deveria estar em casa a meia hora, ainda não havia chego, não havia ligado e nem mesmo mandado um mísero torpedo para lhe dizer que iria se atrasar.

  Mas S/n com toda certeza era paciente, sim, ela era e iria espera-lo com doce e divino sorriso nos lábios não importasse quantas horas passassem ela ainda estaria ali a espera de seu marido e essa não seria a primeira vez, mas talvez a última.

  Depois de uma longa hora, os ouvidos de S/n foram capazes de captar os barulhos emitidos da garagem.

  “É ele!”, pensou de imediato.

  Poucos segundos depois passos foram ouvidos e a figura de um homem aparentemente cansado surgiu na cozinha.

  - S/n, ainda está acordada? - Malik perguntou surpreso por ver sua mulher ainda acordada.

  - Estava esperando por você meu amor. - Disse ela de forma calma se levantando e caminhando em direção ao marido. - Queria jantar com meu homem nesta noite tão especial. - Esclareceu vendo os olhos de Zayn transparecem surpresa.

  - Oh S/n, me perdoe, eu acabei me esquecendo! - Ele disse de forma um tanto arrependida e S/n apenas negou com a cabeça.

  - Não se preocupe com isso meu amor, ainda temos a noite inteira pela frente. - Ela disse de forma compreensível enquanto se aproximava do alto homem que agora tinha sua gravata afrouxada pelas delicadas mãos de S/n, que ignorou o perfume feminino que ele exalava. - Vêm, vamos nos sentar, hum?! - Guiou o marido até uma das cadeiras e o acomodou ali vendo o mesmo sorrir com o carinho da mulher.

  Assim que S/n os serviram, engajarem em uma conversa sobre seus anos de casamento e claro dando certo destaque apenas aos bons momentos, diferente da mente da mulher que insistia em contradizer tudo que saia pela boca do homem, porém guardando suas palavras para si.

  Nenhum dos movimentos de Zayn passavam despercebidos pelos olhos de S/n, que de forma discreta observava como os fortes braços se mexiam e de como ele ajeitava o relógio em seu pulso a cada cinco minutos, costumes que não estavam sendo observados somente ali, mas sim durante anos de convivência.

  - Hora do vinho. - Anunciou após os dois já estarem sem fome e viu o marido se alegrar com o “anúncio”.

  - Sabe, eu estava pensando. ..que tal umas férias em família? - Zayn perguntou despreocupado sem ver os movimentos que S/n fazia ao pegar as taças, o vinho e algo que ela vinha guardando a meses e meses.

  - Seria muito bom. - Ela respondeu sem prestar muito bem atenção nas palavras do marido.

  - Sim, poderíamos ir para o Caribe ou… - Zayn continuou a montar rotas de viagens mas o cérebro de S/n já não estava preocupado em receber tais palavras, agora ela se focava em misturar o “pozinho” branco junto da bebida que seria destinada ao homem que estava a poucos metros dela.

  - Aqui esta. - Diz sorrindo e lhe entregando o vinho.

  Ele agradece brevemente e em seguida saboreia do líquido vermelho.

  - Você está muito bonita. - Zayn elogia ao reparar o quão elegante ela está.

  - Tenho que estar apresentável para uma noite memorável. - Ela sorri dócil.

  - Memorável? - Ele pergunta um tanto curioso. - O que torna essa noite tão importante assim? - Pergunta achando um pouco de graça vendo a mulher ainda em pé.

  - Todas minhas noites ao seu lado são importantes. - Ela responde ainda sorrindo meiga. - Agora beba. - Pede vendo ele fazer.

  Não demora muito até que Zayn comece a se sentir estranho, sua cabeça lateja como se elefantes tivessem feito festa nela, seus movimentos se tornam lentos e sua visão fica um tanto turva.

  - Eu acho que não estou bem. - Ele diz fazendo uma careta. - É melhor eu ir me deitar. - Ao que ele tenta se levantar acaba por derrubar um copo causando um alto barulho.

  - Oh não querido, pode deixar que eu cuido de você. - Os lábios de S/n de repente já não tinham o mesmo sorriso doce, não, com certeza este não era seu sorriso mais cativante. - Venha, sente-se aqui. - Ela fala o sentando novamente mas é empurrada pelas fortes mãos.

  - Eu quero me deitar. - Ele diz irritado e o sorriso dela se alarga fazendo Zayn a encarar confuso. - Que diabos você aprontou S/n? - Ele tenta gritar mas sua força já não é o suficiente.

  S/n apenas gargalha da reação do marido e bate palmas.

  - O que raios está acontecendo? - Tenta por mais uma vez parecer agressivo mas o retardo nos movimentos não convence.

  - Sabe querido…- Ela começa caminhando na direção contrária do homem que agora não tem mais força para se levantar. -…. por vários anos eu me dediquei totalmente a você e aos nossos filhos, sempre fui uma boa esposa e sempre estive disposta a você. - Abriu a gaveta e dedilhou todas as afiadas facas que ali haviam. - Sempre que você chegava em casa cansado e estressado eu estava lá de braços abertos para você e toda sua fúria. - Seus dedos pegaram a maior e a mais afiada das facas ali.

  - S/n… - Ele sussurrou já quase incapaz de falar. - …o que você…

  -…vai fazer? - Ela o interrompe e ri mais uma vez. - Bom, depois de anos e anos o mínimo que eu esperava de você era reconhecimento, mas o máximo que recebi foram amantes e abusos. - Ela diz amargurada se virando para ele enquanto brincava com a faca em suas mãos.

  - Eu lhe pedi desculpas amor. - Ele choraminga vendo ela negar com a cabeça.

  - Desculpa por me violentar sexualmente por dezoito vezes? - Ela sorri sarcástica. - Sério Zayn? Você já foi um pouco melhor. - Seus pés começam a andar em direção ao homem que tem o corpo largado sobre a cadeira.

  Por mais uma vez o sentimento ruim que havia lhe consumido mais cedo volta a correr por suas veias enquanto ela vê os olhos desesperados lhe pedirem para parar, mas ela não se importava, pois ele também não havia se importado naquelas malditas dezoito vezes.

  S/n se aproximou e todo o desespero que existia consumiu Zayn, que tinha o corpo pesado mas ainda estava consciente. De volta a maneira delicada e ainda com a faca em mãos, ela se sentou em seu colo e ele tentou empurrar-la mas seus músculos não tinham força por mais que ele clamasse por ajuda, ele não iria ter.

  - Eu venho sonhando com isso a vários e vários dias. - Levemente ela passa a ponta da faca pelo rosto macio do marido, observando com cuidado seus traços. - Eu sonhava com seus olhos temerosos e sua boca branca assim como está agora. - Confessa. - Mas temos que fazer isso rápido querido. - Ela sussurra como se fosse um segredo.

  - S/n, olhe pra você, não quer fazer isso! - Ele diz com dificuldade tentando persuadir de alguma maneira a mulher diabólica que S/n se tornou de repente.

  - Shiu. - Ela pede silêncio pondo a faca em seus lábios. - Isso será como minha festa de quinze anos. - E então sorri largo pressionando a faca sobre os lábios de Zayn, que faz um pequeno corte. - Vamos acabar logo isso. - Disse de uma hora para outra de forma bruta e uma facada sem dó nem piedade preenche o peito de Malik.

  Seus olhos se arregalam e o ar falta em seus pulmões que um dia foram saudáveis e isso para S/n é como se realmente ela estivesse recebendo o melhor presente da vida dela.

   - V-você…me paga! - Ele consegue, com imensa dificuldade, proferir tais palavras e em seguida S/n lhe atinge mais uma vez com a faca.

  - Não hoje querido. - Sorri e lhe acerta mais vezes até que sua obra de arte esteja pronta.

  Os dezoito furos formam uma linda e sombria orquídea no peito do homem já falecido. S/n sente seus músculos relaxarem ao ver o marido finalmente morto e o sentimento de satisfação toma seu corpo.

  Ela tinha concluído com sucesso seu plano.

  Com dificuldade ela arrasta o corpo para fora da casa enquanto resmunga o quão pesado ele está, e debocha dizendo que não deveria ter lhe dado o jantar para facilitar as coisas. Suspira feliz ao que chega na estufa e se vê obrigada a arrasta-lo mais um pouco e assim que está completamente dentro pode ver que o buraco que ela havia aberto ali ainda está intacto a espera de seu novo morador.

  - Olá meninas. - Ela diz para as orquídeas. - Trouxe mais uma companhia para vocês. - Sorri arrastando o corpo morto.

    S/n rola Zayn para dentro da cova e o vê cair de forma desajeitada, logo tratando de arruma-lo. Ela começa a cantarolar novamente a música de seu casório enquanto fecha aquele buraco fundo com a terra junto do auxílio de uma pá que ela havia deixado ali. Após tudo estar devidamente coberto, ela arrasta para cima daquela terra um pesado vaso que contém algumas flores que estão para nascer e que agora já recebem um novo significado para S/n.

  - Descanse em paz querido. - Ela bate as mãos umas nas outras para tirar a terra e logo vira as costas dando boa noite para suas tão raras orquídeas voltando a cantar sua adorável música.

Hey, tag! Uma rápida pesquisa. Uma amiga minha teve uma ideia para um plot diferente, em que personagens históricos, como Leonardo da Vinci, Isaac Newton, Maria Antonieta, entre outros, se tornariam pessoas do mundo atual, é como se fosse um OUAT, só que com história. Ela queria saber se teria alguém interessado antes de começar a montar o RP, mas é timida como uma bolinha, então vim aqui fazer esse favor para ela. Se você jogaria, ou se tem alguma ideia para incrementar esse plot, fala ae!

#eunaomereçoserestuprada

Sou homem.

Quando nasci, meu avô parabenizou meu pai por ter tido um filho homem. E agradeceu à minha mãe por ter dado ao meu pai um filho homem. Recebi o nome do meu avô.

Quando eu era criança, eu podia brincar de LEGO, porque “Lego é coisa de menino”, e isso fez com que minha criatividade e capacidade de resolver problemas fossem estimuladas.

Ganhei lava-jatos e postos de gasolina montáveis da HotWheels. Também ganhei uma caixa de ferramentas de plástico, para montar e desmontar carrinhos e caminhões. Isso também estimulava minha criatividade e desenvolvia meu raciocínio, o que é bom para toda criança.

Na minha época de escola, as meninas usavam saias e meus amigos levantavam suas saias. Dava uma confusão! E então elas foram proibidas de usar saias. Mas eu nunca vi nenhum menino sendo realmente punido por fazer isso, afinal de contas “Homem é assim mesmo! Puxou o pai esse danadinho” - era o que eu ouvia.

Em casa, com meus primos, eu gostava de brincar de casinha com uma priminha. Nós tínhamos por volta de 8 anos. Eu era o papai, ela era a mamãe e as bonecas eram nossas filhinhas. Na brincadeira, quando eu carregava a boneca no colo, minha mãe não deixava: “Larga a boneca, Juninho, é coisa de menina”. E o pai da minha priminha, quando via que estávamos brincando juntos, de casinha, não deixava. Dizia que menino tem que brincar com menino e menina com menina, porque “menino é muito estúpido e, principalmente, pra frente”. Eu não me achava estúpido e também não entendia o que ele queria dizer com “pra frente”, mas obedecia.

No natal, minha irmã ganhou uma Barbie e eu uma beyblade. Ela chorou um pouco porque o meu brinquedo era muito mais legal que o dela, mas mamãe todo ano repetia a gafe e comprava para ela uma boneca, um fogãozinho, uma geladeira cor-de-rosa, uma batedeira, um ferro de passar.

Quando fiz 15 anos e comecei a namorar, meu pai me comprou algumas camisinhas.
Na adolescência, ninguém me criticava quando eu ficava com várias meninas.
Atualmente continua assim.

Meu pai não briga comigo quando passo a noite fora. Não fica dizendo que tenho que ser um “rapaz de família”. Ele nunca me deu um tapa na cara desconfiado de que passei a noite em um motel.

Ninguém fica me dando sermão dizendo que eu tenho que ser reservado e me fazer de difícil.
Ninguém me julga mal quando quero ficar com uma mulher e tomo a iniciativa.

Ninguém fica regulando minhas roupas, dizendo que eu tenho que me cuidar.
Ninguém fica repetindo que eu tenho que me cuidar porque “mulher só pensa em sexo”.

Ninguém acha que minhas namoradas só estavam comigo para conseguir sexo.
Ninguém pensa que, ao transar, estou me submetendo à vontade da minha parceira.
Ninguém demoniza meus orgasmos.

Nunca fui julgado por carregar camisinha na mochila e na carteira.
Nunca tive que esconder minhas camisinhas dos meus pais.

Nunca me disseram para me casar virgem por ser homem.
Nunca ficaram repetindo para mim que “Homem tem que se valorizar” ou “se dar ao respeito”. Aparentemente, meu sexo já faz com que eu tenha respeito.

Quando saio na rua ninguém me chama de “delícia”.
Nenhuma desconhecida enche a boca e me chama de “gostoso” de forma agressiva.
Eu posso andar na rua tomando um sorvete tranquilamente, porque sei que não vou ouvir nada como “Larga esse sorvete e vem me chupar”. Eu posso até andar na rua comendo uma banana.

Nunca tive que atravessar a rua, mesmo que lá estivesse batendo um sol infernal, para desviar de um grupo de mulheres num bar, que provavelmente vão me cantar quando eu passar, me deixando envergonhado.

Nunca tive que fazer caminhada de moletom porque meu short deixa minhas pernas de fora e isso pode ser perigoso.
Nunca ouvi alguém me chamando de “Desavergonhado” porque saí sem camisa.
Ninguém tenta regular minhas roupas de malhar.
Ninguém tenta regular minhas roupas.

Eu nunca fui seguido por uma mulher em um carro enquanto voltava para casa a pé.

Eu posso pegar o metrô lotado todos os dias com a certeza que nenhuma mulher vai ficar se esfregando em mim, para filmar e lançar depois em algum site de putaria.

Nunca precisaram criar vagões exclusivamente para homens em nenhuma cidade que conheço.

Nunca ouvi falar que alguém do meu sexo foi estuprado por uma multidão.

Eu posso pegar ônibus sozinho de madrugada.
Quando não estou carregando nada de valor, não continuo com medo pelo risco ser estuprado a qualquer momento, em qualquer esquina. Esse risco não existe na cabeça das pessoas do meu sexo.

Quando saio à noite, posso usar a roupa que quiser.
Se eu sofrer algum tipo de violência, ninguém me culpa porque eu estava bêbado ou por causa das minhas roupas.
Se, algum dia, eu fosse estuprado, ninguém iria dizer que a culpa era minha, que eu estava em um lugar inadequado, que eu estava com a roupa indecente. Ninguém tentaria justificar o ato do estuprador com base no meu comportamento. Eu serei tratado como VÍTIMA e só.

Ninguém me acha vulgar quando faz frio e meu “farol” fica “aceso”.

Quando transo com uma mulher logo no primeiro encontro sou praticamente aplaudido de pé. Ninguém me chama de “vagabundo”, “fácil”, “puto” ou “vadio” por fazer sexo casual às vezes.

99% dos sites de pornografia são feitos para agradar a mim e aos homens em geral.
Ninguém fica chocado quando eu digo que assisto pornôs.
Ninguém nunca vai me julgar se eu disser que adoro sexo.
Ninguém nunca vai me julgar se me ver lendo literatura erótica.
Ninguém fica chocado se eu disser que me masturbo.

Nenhuma sogra vai dizer para a filha não se casar comigo porque não sou virgem.

Ninguém me critica por investir na minha vida profissional.
Quando ocupo o mesmo cargo que uma mulher em uma empresa, meu salário nunca é menor que o dela.
Se sou promovido, ninguém faz fofoca dizendo que dormi com minha chefe. As pessoas acreditam no meu mérito.
Se tenho que viajar a trabalho e deixar meus filhos apenas com a mãe por alguns dias, ninguém me chama de irresponsável.

Ninguém acha anormal se, aos 30 anos, eu ainda não tiver filhos.

Ninguém palpita sobre minha orientação sexual por causa do tamanho do meu cabelo.
Quando meus cabelos começarem a ficar grisalhos, vão achar sexy e ninguém vai me chamar de desleixado.

A sociedade não encara minha virgindade como um troféu.

90% das vagas do serviço militar são destinadas às pessoas do meu sexo. Mesmo quando se trata de cargos de alto escalão, em que o oficial só mexe com papelada e gerência.

Se eu sair com uma determinada roupa ninguém vai dizer “Esse aí tá pedindo”.

Se eu estiver em um baile funk e uma mulher fizer sexo oral em mim, não sou eu quem sou ofendido. Ninguém me chama de “vagabundo” e nem diz “depois fica postando frases de amor no Facebook”.
Se vazar um vídeo em que eu esteja transando com uma mulher em público, ninguém vai me xingar, criticar, apedrejar. Não serei o piranha, o vadio, o sem valor, o vagabundo, o cachorro. Estarei apenas sendo homem. Cumprindo meu papel de macho alpha perante a sociedade.
Se eu levar uma vida putona, mas depois me apaixonar por uma mulher só, as pessoas acham lindo. Ninguém me julga pelo meu passado.

Ninguém diz que é falta de higiene se eu não me depilar.

Ninguém me julgaria por ser pai solteiro. Pelo contrário, eu seria visto como um herói.

Nunca serei proibido de ocupar um cargo alto na Igreja Católica por ser homem.

Nunca apanhei por ser homem.
Nunca fui obrigado a cuidar das tarefas da casa por ser homem.
Nunca me obrigaram a aprender a cozinhar por ser homem.
Ninguém diz que meu lugar é na cozinha por ser homem.

Ninguém diz que não posso falar palavrão por ser homem.
Ninguém diz que não posso beber por ser homem.

Ninguém olha feio para o meu prato se eu colocar muita comida.

Ninguém justifica meu mau humor falando dos meus hormônios.

Nunca fizeram piadas que subjugam minha inteligência por ser homem.

Quando cometo alguma gafe no trânsito ninguém diz “Tinha que ser homem mesmo!”

Quando sou simpático com uma mulher, ela não deduz que “estou dando mole”.

Se eu fizer uma tatuagem, ninguém vai dizer que sou um “puto”.

Ninguém acha que meu corpo serve exclusivamente para dar prazer ao sexo oposto.
Ninguém acha que terei de ser submisso a uma futura esposa.

Nunca fui julgado por beber cerveja em uma roda onde eu era o único homem.

Nunca me encaixo como público-alvo nas propagandas de produtos de limpeza.
Sempre me encaixo como público-alvo nas propagandas de cerveja.

Nunca me perguntaram se minha namorada me deixa cortar o cabelo. Eu corto quando quero e as pessoas entendem isso.

Não há um trote na USP que promove minha humilhação e objetificação.

A sociedade não separa as pessoas do meu sexo em “para casar” e “para putaria”.

Quando eu digo “Não” ninguém acha que estou fazendo charme. Não é não.

Não preciso regrar minhas roupas para evitar que uma mulher peque ou caia em tentação.

As pessoas do meu sexo não foram estupradas a cada 40 minutos em SP no ano passado.
As pessoas do meu sexo não são estupradas a cada 12 segundos no Brasil.
As pessoas do meu sexo não são estupradas por uma multidão nas manifestações do Egito.

Não sou homem. Mas, se você é, é fundamental admitir que a sociedade INTEIRA precisa do Feminismo.
Não minimize uma dor que você não conhece.

Autora do texto: Camila Oliveira Dias

queen-baelin  asked:

A parte 1 sumida: eu tinha perguntado pq vc achava q a reforma do ensino médio eh ruim, eu tinha achado top pq dava pra estudar oq vc gosta mais e oq vai ser mais útil pra vc na facul e na profissão real. A minha escola começou esse ano com os currículos de eletivas, aí tem o de exatas/biológicas e o de humanas, aí quem escolhe humanas, por exemplo, tem mais aulas de literatura e com matéria avançada. No de exatas, em física, falaram sobre viagem no tempo...Eu amo essas aulas a mais.

Então. A história de montar currículo seria o ideal……. numa sociedade ideal. Na minha escola particular, ok, talvez real funcionasse. Mas quando a gente pensa em Brasil, a gente tem dois problemas: um é que nem toda escola é uma escola ideal. Dois: vestibular. Eu sei que quando eu estudava tinha professor pra cobrir tudo isso, sabe? eu tive aula de física até física moderna e teoria da relatividade e viagem do tempo e tal inclusive sem essa especificação e sempre sendo de humanas, eu tive aula especial de aprofundamento e debate em n atualidades, eu tinha estrutura pra isso. Mas não é toda escola que tem, e a gente sabe. Falta até professor pra dar as matérias básicas às vezes, cara. Não é uma organização simples. E aí entra o vestibular. Porque tá, você aplica um esquema desses, a galera se vira…. Pra encarar uma fuvest da vida e tomar no cu, porque eles sempre cobram tudo. “Tá, mas aí eventualmente os vestibulares se adaptariam feito de algumas particulares que pesam mais x do que y ou nem tem certas matérias”, um que isso demoraria por motivos de escala, dois que, ainda assim, isso inevitavelmente iria acabar prejudicando (mais) quem vem das escolas sem tanta estrutura pelo motivo 1. Me parece que a gente ia acabar com bastante gente sem ter algum conteúdo. É uma estrutura muito mais complexa de controle. 

E outra, na real, não ter história no ensino médio??? at all??? gente, isso emburrece, não importa o quanto as pessoas possam gostar ou não de uma coisa, até porque nem história avançada a gente costuma ver na escola, nem nas escolas boas. Estaria todo mundo berrando se estivessem tirando matemática do currículo obrigatório, então NÉ. E olha que a gente bem que podia ver algumas coisas da matemática como extras avançados (não ela toda lógico plmdds tem que ter aula dela tbm ainda que eu tenha odiado toda vida). Enfim, acho um plano mal pensado, como a maioria, e acho que também vai meio contra o que se tem estudado fazer em países de educação reconhecida como ótima e avançada, que é na verdade diminuir as barreiras entre as matérias e transformar a escola num espaço mais interdisciplinar com todo mundo vendo as coisas conectadas. Me parece um retrocesso.

E malz por demorar 3 meses pra responder :* 

Não espero muito dos nossos dias, não tenho ansiedades nem inseguranças. Apenas a sensação de que você veio para minha vida, exatamente para fazer cada peça do quebra cabeça que eu desisti de montar, valer a pena. Encontrar seu lugar, encontrar o meu lugar. Me fazer entender por que tudo demorou tanto, e vai valer a pena, por tudo que quebrou ou simplesmente não foi, dessa vez vai ser, sinto isso.
—  A culpa é mesmo das estrelas? 

ropesou0yomu  asked:

13. :3

13. Memory?


El nacimiento de mis dos hermanos por que pedí una hermana Menor, LA TENGO, pedí un hermano menor, LO TENGO y también unos cuantos recuerdos lindos que conservo de mi niñes, como por ejemplo una vez fui a un restaurant Chino donde entre la entrada y las mesas habia un pasillo con un puente muy grande, donde abajo habia un lago artificial lleno de peces Coi, otra memoria que me gusta recordar son mis viajes por Venezuela, mas especificamente a Puerto Cabello y tambien “CREO” que a Cavimas, en puerto cabello relativamente reciente (Como 6 o 5 años) pude pezcar con mis hermanos y en Cavimas cuando chiquita tube la oportunidad de montar un caballo


Recuerdos pequeños así de lindos en parte inspiran mis Historias, Comics, ETC por que esa felicidad que me da recordar esas cosas lindas que he pasado trato de implementarla en ellas, además de videojuegos y películas que marcaron mi vida son mi fuente de inspiración Constante

E foi assim que me tornei um porcaria nenhuma na vida. Sem religião, sem partido político, sem time do coração, sem saber tocar plenamente um único instrumento musical. Tudo me enche o saco. Natais em família, festas noturnas, discussões de trânsito, entrevistas de emprego, fazer supermercado, sexo tântrico, banho de espuma, a música ‘The End’ dos Doors, viajar de avião, montar prateleiras, sala de espera de oftalmologista, delivery de comida chinesa, qualquer graduação em comunicação ou marketing, tudo que demora mais de quinze minutos me enche o saco. Por isso eu nunca termino nada. Por isso eu não tenho coisa alguma. Por isso eu fiz nada. Nunca me dei o trabalho de me tornar alguém interessante e nem incrível. Eu sou médio, um ser muito do mais ou menos. Não sou um ingrediente essencial para a sociedade. É como se meu relógio-biológico tivesse um botão 'foda-se’. Sei que é um clichê, e que as pessoas usam essa expressão pra tudo, mas se alguma coisa faz algum sentido é isso de 'foda-se’.
—  Juliete Nunca Mais; Gabito Nunes.

anonymous asked:

Dame una razón para vivir.

• Todos los bellos colores de los cielos -oro, rosa, azul, naranja.
•Las nuevas películas, además actores y actrices favoritos.
•Nuevas canciones de sus artistas favoritos. •Nuevas temporadas de sus series favoritas. •Nuevos videojuegos, libros y los descubrimientos científicos.
•El crujido de las hojas de otoño bajo sus pies •La sensación de calidez cuando entras en una habitación caliente en el medio del invierno.
•Tus canciones favoritas, artistas, películas, libros, alimentos, olores.
•La oportunidad de ver todos los lugares hermosos.
•Poesía y la literatura.
•Hacer una diferencia, por pequeña que sea.
•La sensación de logro conseguir algo.
•La sensación de una brisa suave cuando conduce con las ventanillas bajas.
•cafeterías extrañas.
•Hacer sonreír a alguien iluminar y el día de la gente que puede estar alrededor.
•Las estrellas que iluminan la noche.
•Sus antepasados ​​que crean un arco iris después de una tormenta acostado en la cama por la noche, mientras que hay truenos.
•Inspirar y ayudar a tanta gente.
•Usted puede aprender cualquier cosa que desee, cualquier idioma, tema o instrumento.
•Viajar a todos los lugares bonitos.
•El olor del té, café y chocolate.
•Todos los recuerdos que se pueden preservar.
•Todo el arte que puedes crear.
•Todos los átomos y células de su cuerpo que trabajan muy duro para mantenerlo vivo.
•La pizza.
•Las tortas de cumpleaños.
•Los fuegos artificiales y todos los colores que estallan en el cielo de la noche.
•Tomar muchas fotografías hermosas.
•Escribir cartas y enviar regalos.
•Reciber cartas escritas a mano.
•Ser capaz de reír y sonreír.
•La capacidad de moverte, correr, caminar, montar bicicleta, nadar, saltar, cantar, entre muchas otras bendiciones.
•Eres adorable y hermoso(a).
•Eres importante y mereces vivir.

Hay miles de cosas por las que vivir. Todo lo malo que tienes ahora pasará. Por favor no te suicides.

Tutorial: Como fazer/montar packs

Esse é um tutorial que eu sinceramente tava com muita vontade de fazer, mas só hoje me deu coragem, mas espero que gostem, de verdade, porque apesar de parecer simples é um esforço meu para tentar ensinar à vocês algumas dicas e truques.

Já vou dizendo que eu pesquisei por tutoriais parecidos no tumblr e na internet em geral, e não achei NADA, então não foi inspirado ou copiado de ninguém, o tutorial é de minha autoria e eu espero que não venha ninguém plagiar, porque se o fizer eu irei denunciar e divulgar. 

Clique em read more/continuar lendo para acompanhar o tutorial. 

Keep reading

Imagine com Liam Payne - “Who Is She?” -Colaboração

(Parte IV, Final)

A dor é uma coisa horrível de se sentir.

Tem a dor carnal, aquela que só dói quando você se machuca externamente e tem a dor sentimental, a que dói no coração quando se ama uma pessoa.

Nesse momento (seu nome) desejava com todas as forças ter uma dor carnal e não uma dor sentimental. Desejava ter cortado o dedo com a faca enquanto picava algumas verduras na cozinha e como todas às vezes que isso aconteceu ter Liam ali para se preocupar e correr para fazer um curativo a fazendo rir da cara preocupada dele e repetir várias vezes que não havia sido nada.

Mas dor que ela sente é uma dor talvez incurável, não há remédio que a faça parar de doer nem mesmo temporariamente. Não há nada que a cure a não ser Liam entrar pela porta dizendo que ele se lembra dela e a ama, que tudo aquilo havia acabado e eles podem se amar de novo como sempre deveria ser.

Mas enquanto isso não acontecer, seu coração continuará sangrando e doendo.

Seu único motivo para sorrir é Lewis, o garoto sempre tagarelava coisas banais de criança e assim distraia sua mãe um pouco. Mas nem sempre eram coisas de criança, sua cabecinha ainda tentava entender o porquê de seu pai não está mais ali, (seu nome) sempre respondia a mesma coisa “ele está ocupado com o trabalho”. Lewis abaixava a cabeça e soltava um “hum…” baixinho.

(Seu nome) sabia que seu filho também estava sofrendo com a ausência de Liam, e se sentia pior por mentir, mas o garoto é novo demais para entender o que se passa.

Faz exatamente duas semanas que o Liam saiu de casa, o divórcio demoraria dois meses para ficar pronto e isso de certa forma deixou (seu nome) menos triste, ela ainda nutre a esperança de que Liam se lembraria e eles voltariam a viver juntos, afinal, quem ama espera o tempo que for preciso para ter a pessoa amada e algo bem no intimo dela dizia que a solução dos seus problemas não demoraria anos para se resolver.

[…]

Um mês e meio depois

Hoje é um dia tão importante para Liam quanto para (seu nome), se ele estivesse em casa seria acordado com uma sessão de beijos e ‘felizes aniversários’.

Esse dia foi um dos que (seu nome) não pode deixar de chorar ao acordar, como de costume, ela já acorda tateando a cama a procura de Liam e a decepção de estarem separados sempre vem ao se lembrar que ele não está mais ali.

Hoje ela veria Liam pela primeira vez desde que ele saiu de casa, ao contrario de Lewis que o via sempre que possível.

Nesse mês que passou, Karen mãe de Liam, sempre buscava o neto para passar um tempo em sua casa e toda vez fazia questão de dizer a (seu nome) o quanto ela sentia muito pelo o que aconteceu. Mas a verdade é que ninguém sentia o bastante quanto ela mesma.

Estando arrumada juntamente com Lewis, (seu nome) deu partida em seu carro checando mais uma vez se o embrulho com o presente estava no banco ao lado.

(Seu nome) estava a caminho da casa da sogra onde haveria um aniversário apenas para pessoas intimas de Liam, ela estava nessa lista, mas tem certeza que só foi convidada por causa do filho.

Estacionou seu carro vermelho em frente a grande casa, saiu do mesmo abrindo a porta para o pequeno Lewis e o entregando o presente que era um álbum com fotografias de seu computador que ela fez questão de revela-las e montar o álbum com os momentos que julga os mais importantes de suas vidas em família.

Travou as portas do carro ligando o alarme e pegou na mão do filho caminhando até a porta, suspirou antes de bater na mesma.

Logo a porta foi aberta e Sophia sorriu olhando para os dois a sua frente.

- Lewis querido! - falou animada se abaixando um pouco para ficar na altura do menino que não a deu a mínima atenção - Oi (seu nome). - voltou à posição ereta e falou com menos empolgação que antes

- Oi! - falou seca e logo entrou com Lewis vendo alguns familiares e amigos de Liam na sala

Assim que os viu Liam foi rapidamente até o filho com a pergunta de sempre “Como você está, Campeão?” - a qual (seu nome) sentia uma imensa falta de escutar - levantando o filho e o girando no ar fazendo com que a mulher sorrisse minimamente com a cena e as gargalhadas do garotinho.

- Papai é para você. - o pequeno Lewis assim que posto no chão falou e entregou o presente nas mãos do pai

- Obrigado filhão. - sorriu fazendo cócegas no menino

- É… Feliz aniversario Lee… Liam! - (seu nome) falou baixo e logo se corrigiu ao chama-lo pelo apelido olhando e logo desviando o olhar de seu marido.

Por que era tão difícil?

- Obrigado. E obrigado por vir e trazer o Lewis… - sorriu

E antes de poder falar qualquer coisa, Sophia apareceu puxando Liam pelo braço “vem Lee, nós todos estamos esperando você para a conversa”, e o coração de (seu nome) se apertou por conta da a proximidade dos dois.

Mantendo-se um pouco afastada de todos, (seu nome) observava todos que estavam presentes naquela sala sentindo-se uma intrusa.

Imersa em seus pensamentos ela pensava o quão a noite seria divertida e quantas risadas ela daria juntamente a Liam como acontecia em todas as datas comemorativas. Ela continuou inundada por seus pensamentos até sentir uma mão seu ombro, virou um pouco a cabeça até ver ser loiro ao seu lado.

- Oi Niall… - sorriu forçado como estava fazendo nos últimos dias

- Eu sei que é difícil para você… Peço desculpas por não ser um bom padrinho se casamento e não ter ido te visitar.

- Não tem nada… - continuou olhando as pessoas

- Eu estava viajando e não pude voltar, mas me falaram o que havia acontecido… Eu não quis ligar porque não achei que fosse assunto para telefone. - ele passou a mão pelas costas dela - Eu sinto muito!

- Eu tenho ouvido essa frase quase o tempo todo… - riu forçado - Parece até que alguém morreu.

- Eu sei que dói… Me desculpe!

- Não precisa se desculpar… Obrigada por se importar. - sorriu olhando para ele

Quando (seu nome) voltou a olhar para a sala, notou a ausência de duas pessoas que seria impossível passar despercebida por ela.

Com certo medo direcionou seu olhar para a porta aberta da cozinha e preferiu não ter o feito. Sophia e Liam estavam aos beijos encostados na bancada da cozinha.

Seus olhos rapidamente se encheram de lágrimas e ela tentava segurar o choro e vendo que não conseguiria, saiu em disparada pela porta da frente se encostando em seu carro e deixando todas as lágrimas saírem de seus olhos.

Logo sentiu braços ao seu redor e se permitiu chorar mais alto tentando fazer a dor se esvair junto com as lágrimas.

Liam estava confuso tentando saber o porquê de Sophia ter o beijado tão repentinamente, assim que parou o beijo sua mãe entrou pela porta da cozinha os mandando ir até a sala e Liam o fez saindo sem ao menos esperar por Sophia.

Ao olhar Lewis brincando com suas irmãs na sala, notou que ali não tinha a presença da mãe do menino ficando confuso ao pensar se ela teria ido embora e o deixado para dormir ali.

Todos foram interrompidos por Karen saindo da cozinha com um bolo em mãos cantando parabéns logo sendo acompanhada de todos os outros.

Na cabeça de Liam começou a se passar cenas como se fosse um filme, quem saia da cozinha não era a sua mãe e sim (seu nome).

Do mesmo jeito que era (seu nome) que lhe entregava um presente o beijava em seguida.

Como era também ela que entrava no quarto com um bolo nas mãos cantando parabéns enquanto  Lewis com cara de sono pulava em sua cama.

Momentos de suas ferias em familia na Disney.

Ele fazendo curativos no dedo da mulher desastrada com facas.

Ele jogando bola com Lewis em um piquenique enquanto (seu nome) os olhavam sentada com um largo sorriso em seu rosto.

E finalmente as cenas do casamento. Quando ele jurou amar a mãe do seu filho até o ultimo dia de sua vida.

Liam olhou para todos os cantos daquela sala e se sentiu vazio, sua cabeça doia um pouco, mas mesmo assim ele correu até a porta deixando todos sem entender o que estava acontecendo.

Ele estava disposto a pegar seu carro e ir até onde sua mulher estava, dize-la que a ama mais que tudo e consertar as coisas que aconteceu nos últimos meses.

Assim que botou seu pé para o lado de fora, viu (seu nome) abraçada a Niall enquanto o mesmo acariciava seus cabelos.

Pelo movimento dos ombros da mulher ele sabia perfeitamente que ela estava chorando, o que o doeu no fundo de sua alma.

Ele caminhou até eles e Niall foi a soltando de vagar dando espaço para Liam abraça-la, e assim ele o fez sem perder tempo.

- Desculpe meu amor… - Liam tinha seus olhos inundados por lágrimas - Desculpe por tudo que aconteceu. - (seu nome) olhou nos olhos do marido sem entender. Ele havia se lembrado? - Eu te amo… Te amo tanto que chega a doer. Eu não sei como pude me esquecer de você… Me desculpe!

Agora os dois choravam, eles estavam tão fechados naquele momento que nem perceberam a plateia que se formava na porta da casa.

- Eu ainda tinha esperanças que você se lembraria… - sorriu - Mas quando eu te vi a beijando, foi como o que restasse em mim tivesse sido extinguido do meu ser. - o abraçou apertado - Mas eu te amo… Te amo demais, muito… E você se lembrou. - sorriu

- Me desculpe amor… Por favor… Me perdoa!

- Não há nada para ser perdoado, Lee… Eu te amo!

Então os dois se beijaram sendo aplaudidos por quase todos que estavam vendo a cena, tendo exceção apenas por Sophia.

Lewis correu e abraçou as pernas dos pais que sorriram entre o beijo.

Agora nada mais poderia os abalar… Nem mesmo uma amnésia repentina.

[…]

Um mês depois

- Liam James Payne, o senhor aceita mais uma vez casar-se com (Seu nome completo), prometendo ser fiel, amá-la e respeitá-la na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza por todos os dias da sua vida?

- Aceito! - respondeu sorrindo para a mulher a sua frente e acariciando a sua mão

- E você (seu nome completo)? Aceita mais uma vez Liam James Payne com seu legitimo esposo, prometendo ser fiel, amá-lo e respeitá-lo na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza por todos os dias da sua vida?

- Nós aceitamos! - sorriu acariciando sua barriga

- Isso é o que eu estou pensando? - perguntou Liam com os olhos arregalados e sorrindo largo

- Uhum… - assentiu sorrindo

- Eu amo tanto você!

E então ele a beijou…

Com um beijo carregado de amor Liam selou sua renovação de votos com a mulher que ama e que nunca mais vai esquecer.

E isso é uma promessa, uma promessa que ele fez e pretende cumprir.

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Sobre a colaboração:

Imagine escrito e enviado à nós por (sigam):   onedidreamsforever

Todas as quintas temos colaboração como essa. Mande pra nós seu imagine!