da minha garota

Ela tem um sorriso que me chamou atenção. Ela tem um olhar, que apesar de ficarem por trás dos óculos que ela usa por causa da miopia, ilumina qualquer ameaça de escuridão. Ela tem um encanto no jeito seu de ser. Olhando assim ninguém diz que, essa garota que tanto admiro, chora escondida todas as noites, e já não acredita mais no amor. Mas ela diz que eu não devo desistir, que vou encontrar quem eu tanto procuro, diz que eu mereço um amor para a vida toda , e que a garota que tiver meu coração será a mais feliz do mundo. Eu digo o mesmo à ela, mas ela já não acredita que possa viver esse tipo de felicidade. Diz que já amou demais, e recebeu de menos, diz que já não tem mais o que oferecer à alguém. Eu digo que a companhia dela é o que mais me alegra, digo que não sei o que seria de mim sem ela. Não digo que a amo, porque ela já não acredita mais que seja possível alguém ama-lá. Ela diz que o coração está fechado, diz que ele esfriou, e virou pedra. Diz que depois daquele cara, nunca mais amou alguém. Diz que o cara que se apaixonar por ela será o mais idiota de todos, que estará desperdiçando esse sentimento com quem já não tem o que oferecer. Diz que se um dia esse idiota aparecer, irá fazer de tudo para se afastar dele, porque não quer que ele passe pelo mesmo que ela, que ame demais e receba de menos. Digo nada, não posso me arriscar a perder a companhia dela. Ela diz que eu já encontrei a minha sortuda, diz que esses constantes suspiros só pode ser paixão, e das fortes. Diz que eu deveria ir atrás da minha amada, que essa garota, com certeza, gostaria de ter uma pessoa como eu ao seu lado, diz que eu deveria parar de esconder o jogo, e deveria abrir meu coração. E eu novamente digo nada. E ela diz que minha amada só pode ser míope, que ainda não enxergou o cara incrível que espera por ela. E eu digo que ela é míope sim, mas que esse não é o problema, mas sim que ainda não está pronta para permitir que eu a ame. Ela ainda não está pronta.
—  Contos de Will e Nina, por Christiellen Pinto.
Distância

   Foi amor.

 Foi algo realmente verdadeiro. Mas você sabe, distância nunca é fácil, querendo ou não, sempre vai atrapalhar. Ela era a única pessoa que em meio a tempestade, conseguia trazer as cores de volta, e agora, eu à perdi. Me pego pensando todo dia nela, e em cada palavra que foi dita por ela antes de ir. Me arrependo tanto por isso, me arrependo por não ter sido forte o suficiente, por não ter lutado com unhas e dentes pelo nosso amor. Meu coração agora está em pedaços e eu estou completamente perdido. Hoje em dia amores recíprocos é algo muito difícil de se achar, e eu perdi a garota da minha vida por medo de tentar. Eu estou sem animo, não estou vivendo… no máximo, só existindo.

-Meu coração grita teu nome, e meu corpo vaga por aí, na esperança de um dia te encontrar.

  • 1s Harry Styles

Pensei em inúmeras surpresas para deixa-la feliz. S/n sem dúvidas é uma pessoa especial, ela é aquele tipo de pessoa que quando ri coloca a mão na barriga, quando tropeça dá uma corridinha rindo de si mesmo, aquele tipo raro de pessoa que pede ‘licença’ para passar e 'desculpa’ se esbarrar na pessoa mesmo que de uma forma leve. Ela chora assistindo filmes (e até séries), lê seu livro favorito no elevador, faz amizades enquanto espera condução, elogia estranhos, ela é aquele tipo que diz que você é especial e te faz sentir assim. E eu gosto de gente assim, que não tem medo de mostrar que é feliz , gente que gosta da gente!

- Já pensou no que vai fazer para ela?

- Ainda não! alguma sugestão? -ele se levanta do sofá e caminha até a geladeira onde pega um imã, eu sabia o que era aquilo e estava fora de cogitação.

- Sua mãe é uma ótima produtora de eventos, devia conversar com ela.

- Nem tente pai, eu realmente não preciso dela! -digo um pouco irritado e me levanto.

Tem exatos quatro meses que minha mãe saiu de casa, Gemma considerou aquilo como separação já eu como fuga. Ela não sentou e conversou com nós, agiu como se fôssemos crianças, em uma sexta a noite fui até o quarto deles e encontrei meu pai chorando, apesar de saber que a relação dos dois estava ruim não pensei que ela iria embora no meio da noite com seu 'amigo’ Robin sem dar explicação alguma para nós.

- Vamos jantar com seu avó hoje, não se atrase. -meu pai diz antes de subir as escadas.

Queria ser como Gem e não sentir ódio da minha mãe, mas quando vejo meu pai como ele esta agora, com os olhos marejados e o olhar baixo não consigo. Será que ela pelo menos chorou durante uma noite? Porque nós choramos durante semanas e meu pai ainda tem esperanças que ela voltará.

[….]

- Você está distante -

S/n diz enquanto acaricia meu cabelo. Me viro um pouco no sofá e vejo seus olhos castanhos me olhando como se tentasse ler minha mente.

- Tava pensando na minha mãe -digo e fecho os olhos- já fazem quatro meses e meu pai ainda tem esperança que ela volte!

- E se ela voltar?

- Ela não vai voltar!

- Como pode ter certeza?

- Ela tem outro S/n.

- Meu pai teve outra mulher depois da separação, sabe o que aconteceu quando se passou um ano? ele começou a procurar as qualidades da minha mãe e até os defeitos nela e não encontrou, o arrependimento bateu e ele voltou. Minha mãe perdoou pois assim como ele havia  à traído um pouco antes de eu nascer ela havia feito o mesmo, quando os dois voltaram ela prometeu  à ele que o esperaria caso algo acontecesse pois ele a esperou!

- Isso é patético S/n -digo sem pensar e vejo a surpresa em seus olhos.

- Não Harry, não é! Isso é o amor, quem ama também erra e saber perdoar os erros de uma pessoa é a forma mais limpa de amar.

- Desculpa eu não quis ser grosseiro -peço segurando o roso dela em minhas mãos e ela dá um sorriso fraco.

Me sinto um idiota por ter magoado S/n e agora depois de alguns minutos em silêncio consigo refletir melhor sobre a história do seus pais. Eu já magoei ela uma vez e mesmo assim ela acreditou no nosso relacionamento, quando houve a separação eu fiz coisas que não me orgulho e me arrependo muito disso.

- Não quero brigar com você, Sweetheart-beijo seu pescoço e ela solta uma risada abafada

- Eu também não, babe, você sente empatia por todos menos por sua mãe!

- Eu a amo, se é isso que você quer ouvir -minha voz sai falha e eu sinto meu olhos arder.

- Não tenho dúvidas quanto a isso, babe! Você a ama e é por isso que está com raiva, porque queria ela por perto, mas o fato dela não morar no mesmo teto de vocês dois não a torna menos mãe!

Minha namorada limpa minhas lágrimas e me abraça de um jeito carinhoso enquanto me derramo na curva do seu pescoço. Depois de alguns minutos chorando finalmente consigo parar, agradeço S/n por estar comigo e ela diz inúmeras vezes que me ama.

[…]

Algumas semanas se passaram e eu finalmente liguei para minha mãe, no começo foi estranho nenhum dos dois sabia ao certo o que dizer mas depois disso a conversa fluiu e no fim ainda rolou um pedido de desculpa, disse que amava ela e que se ela estivesse feliz eu também estava. Mesmo sem ver sabia que minha mãe estava sorrindo pelo tom da sua voz!

Ela ficou radiante quando pedi ajuda para planejar a festa surpresa de S/n e até ofereceu sua casa nova como salão.

[…]

Depois que voltei a falar com minha mãe as semanas passaram voando e logo estávamos na semana da grande surpresa. Não contei para S/n que voltei a falar com minha mãe e ela continua assistindo para que eu ligue afirmando que se eu não fizer isso vou me arrepender, e eu de fato me arrependeria se não tivesse voltado a atrás e deixado meu orgulho para trás.

“Hey Sweetheart, o que acha de sair um pouco de  casa? quero que veja uma coisa! Zayn vai passar ai em alguns minutos, não se atrase xx H”

- Deixa eu arrumar essa camisa, vem cá -minha mãe diz e eu dou um sorriso envergonhado.

- Você está linda mãe!

- Obrigado, você também meu garotinho -ela diz de forma carinhosa e beija meu rosto.

- E se ela não quiser vir?

- Ela vai vir, relaxa ai cachinhos de ouro -Zayn diz com a boca cheia de cachorro quente.

- Se não conseguir tirar ela de casa nem precisa voltar -a namorada do Zayn diz e todos nós rimos, menos ele é claro.

- Se você estão tentando me pressionar estão conseguindo -ele diz e toma um gole do meu copo de refrigerante.

A decoração está realmente bonita, tem balões de gás por todo o teto e na mesa um bolo cheio de docinhos, no centro da sala algumas fotos dela com nossos amigos e no meio nossa primeira foto há três anos atrás.

Os convidamos não paravam de chegar quando escutei o barulho da caminhonete do Zayn, fechei as cortinas depressa e larguei meu copo de vodca, eu estava nervoso e ansioso para que ela visse todas aquelas pessoas reunidas para comemorar seus dezoito anos.

A porta da sala se abriu e então Zayn entrou.

- Vem garota, não tem nenhum monstro aqui não! -ele diz de forma engraçada.

- Se você tentar me matar eu taco spray de pimen..

SURPRESA, gritamos todos juntos formando um som unissomo!

Os olhos da minha garota brilharam de emoção assim que ela viu todos ali, sua melhor amiga Jenni correu para abraça-la e logo os outros também fizeram o mesmo. Caminhei até minha mãe e dei a mão para ela e então fomos até S/n, quando nos viu juntos a mesma não conteve as lágrimas e nos abraçou. Minha mãe agradeceu a ela por tudo e nos deixou sozinhos!

- E então gostou? -pergunto com o rosto bem próximo do dela.

- Você não existe, Harry Styles!

- Existo sim e sou todo seu -digo e mordo seu lábio inferior fazendo ela sorrir.

- Eu te amo tanto, meu menino -ela diz após pausar o beijo e sorri com os olhos.

Afasto nossos rostos e pego um pequeno papel do bolso, é uma pequena poesia que escrevi para ela, ontem a noite enquanto a observava dormir.

- Eu percebi que te amava quando me dei conta de que todos os meus planos pra vida incluíam você, quando te esquecia por minutos e te lembrava pelo resto do dia. Percebi que te amava quando vi que eu poderia caber em qualquer lugar, mas preferia caber dentro de você. Eu percebi que te amava quando eu imaginei meus filhos com o teu sorriso! Eu te amo meu amor, você merece o mundo e isso é apenas uma pequena fração dele.

- Harry, isso é tão lindo -diz sorrindo entre as lágrimas- a partir de hoje é minha poesia sem dúvidas é minha poesia preferida!

- Preferida para sempre? -pergunto de forma divertida.

- Sempre e para sempre! -ela cita a frase da nossa série favorita e eu a beijo com a maior certeza do mundo em meu peito, eu a amo!

Reaction: Vendo seu primo dar em cima de você

• Jimin 

Vocês três tinham ido ao cinema e Jimin não parava de falar o quanto estava animado para ver o filme escolhido. Ele estava tão distraído escolhendo entre os milhares de doces para comer enquanto assitia o filme que todas os gracejos do seu primo para com você passaram totalmente despercebidos.

Porém, já dentro da sala do cinema, algumas cenas estavam meio quentes e Jimin percebeu quando seu primo levou uma das mãos até sua coxa, a acariciando. Na mesma hora a felicidade de Jimin acabou. Os doces comprados não foram comidos e o resto do “tão esperado” filme foi assistido com a cara emburrada e braços cruzados. 

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REAÇÃO DO BTS quando sentisse ciúmes de você.

Rap Monster (Kim Namjoon): Mascara de quem não se importa ativada, mas você o conhece bem o bastante para saber que por dentro ele quer esganar o homem abusado que faz o check-in de vocês no hotel. RapMon, que antes se encontrava alheio no celular se aproxima com a maior pose de superior e passa um dos braços por seu ombro de cara fechada, tentando intimidar o outro.

“É linda e é minha”

Suga (Min Yoongi): Fingiria indiferença quando na verdade estaria se corroendo por dentro. Desviaria o olhar quando você olhasse e ignoraria seus sorrisos para ele quando seus olhares se encontrassem. Quando você perguntasse o que está acontecendo ele ignoraria e quando você se cansasse de sua grosseria e saísse de perto para falar com outra pessoa ele ficaria com mais ciúmes ainda (mas ele esqueceria rapidamente quando chegassem em casa, daddy gosta de brincar).

“Alguém tira esse babaca de perto da minha garota antes que eu tire na porrada!”

Jungkook (Jeon Jungkook): Agiria como uma criança mimada se sentindo trocada e faria de tudo para ganhar sua atenção. Tentaria alguns aegyos e sempre tentaria te mostrar algo no celular. Quando você desse uma bronca no garoto e voltasse a atenção para o recém conhecido ele ficaria emburrado e sentiria-se traído.

“Ah, então é assim?”

Jin (Kim Seokjin): Sempre foi muito bom e carinhoso com você e sentiria que a luta estava ganha, mas quando seu amigo de infância te abraçasse ele sentiria o seu ciúmes despontar e seus olhos brilhariam num tom triste. Ficaria quieto o resto do dia perdido em seus pensamentos e esperando alguma ação sua.

“Ele nunca amara ou cozinhara para ela como eu!”

Jimin (Park Ji-min): Pensa numa criatura emburrada! Jimin iria querer provocar em retorno, imaginando que você está fazendo aquilo de propósito. Exibiria tudo o que pudesse e como conseguisse e ficaria completamente sem graça quando sem entender nada você o desse uma lição de moral e falasse o quanto se sentiu mal.

“O que aquele idiota está fazendo perto da minha jagiya?! AMOR OLHA PRA MIM, EU TENHO ABS DE TANQUINHO!”

V (Kim Taehyung): Tae daria aquela leve tremidinha de raiva assim que visse seu primo alto e forte te abraçar apertado e ficar o tempo todo ao seu lado naquele almoço em família onde ele se sentia um intruso. Largaria o sorriso fofo e daria respostar curtas a tudo o que você falasse.

Mas talvez com alguns sorrisos e carinhas fofas ele deixaria a raiva um pouco mais distante e devolveria o seu abraço, mesmo que continuasse em silêncio. (S/N) querida, eu sei que você sabe como quebrar o gelo!

“Quem essa muralha de músculos pensa que é? Depois que é abduzido não sabe o porquê!”

J-Hope (Jung Hoseok): A Esperança perderia todo o humor, nada de sorrisos e aegyos para você. Sentiria-se pouco menos do que o suficiente para te alegrar quando te visse tão feliz em uma rodinha de amigos (todos homens). Sairia de perto e ficaria sozinho em algum canto, mas não aguentaria te dar um gelo e assim que você se aproximasse e o abraçasse ele sorriria.

“Eu sou sua esperança, sorria para mim, só para mim…”

Jealous? - Zayn Malik


Pedido: Faz um do Zayn onde ele tem ciumes do Niall por eu e ele já termos sido namorados no passado… final hot



S/N P.O.V


Contornei meus lábios com o forte batom vermelho observando minha imagem sendo refletida no banheiro de minha suíte.


Passei minhas mãos pelo corpete do longo vestido preto, tentando tirar qualquer falha que estivesse ali, mesmo que fosse mínima.


“Você está deslumbrante, querida.” Escutei a voz de Zayn atrás de mim, me fazendo sorrir instantaneamente.


“Você também não está nada mal, Malik.” Disse me virando para ele.


Terno escuro, gravata azul marinho, sapatos sociais perfeitamente engraxados, cabelos em um topete perfeito.


Meu noivo estava um puta de um gostoso.


“Eu só não te beijo agora porque sei que vai me xingar caso eu estrague sua maquiagem.” Malik afirmou. “Vamos? O motorista já nos espera lá em baixo.” Concordei enquanto pegava minha bolsa, entrelaçando meu dedos com os seus, enquanto decíamos as escadas.


Cerca de 15 ou 20 minutos depois, chegamos até a grande premiação. A entrada estava lotada, com centenas de fãs e fotógrafos que lutavam por fotos de qualquer famoso que passasse por ali.


Logo que o motorista abriu a porta do passageiro do veículo em que estávamos, a gritaria começou. Milhares de flashes eram direcionados ao meu rosto e ao de Zayn enquanto apenas sorriamos e fazíamos pose em meio ao tapete vermelho.


Zayn segurava minha cintura firmemente, enquanto sorria para as câmeras e para os fãs que gritavam loucamente do outro lado de uma faixa que estava posta no local.


Assim que chegamos ao final do tapete vermelho, centenas de entrevistadores nos cercaram fazendo várias perguntas por segundo.


“S/n/c é verdade que você estrelará na nova campanha da Victoria’s Secret?” Escutei a pergunta de um dos entrevistadores e concordei com a cabeça enquanto respondia.


“Sim, é verdade. Eu não poderia estar mais honrada por estar em uma campanha tão grande quando está.”


“Zayn, como você se sente ao ver sua noiva nas passarelas?” Uma repórter perguntou.


“Eu não poderia estar mais orgulhoso da minha garota.” Disse breve enquanto sorria para mim, me fazendo retribuir o sorriso.


Até que uma pergunta um pouco inconveniente nos chamou atenção.


“Zayn, sua noiva é também ex namorada do seu ex companheiro de banda, Niall Horan. Como se sente quanto a isso? Vocês dois traíram Niall?”


Assim que a pergunta foi feita, percebi que Zayn fechou as mãos em punhos, ato que só fazia quando estava bastante nervoso.


“Não, nós não traímos Niall. Eu e ele ainda mantemos nossa amizade, assim como ele ainda mantém sua amizade com minha noiva. O que eles tiveram foi algo breve, como ele e s/n já afirmaram em várias entrevistas, e é comigo que ela está agora.” Zayn disse rude. “Agora, se não se importam, precisamos entrar.” Disse já me puxando até a entrada do local.


Zayn ficou calado todo o percurso até nossos lugares. Ele tinha uma expressão nada agradável, seu maxilar estava travado e suas mãos continuavam fechadas em punhos.


“Você não vai ficar chateado por causa daquilo, não é?” Sussurrei em seu ouvido enquanto dava um beijinho em seu pescoço.


Senti Malik se arrepiar com meu ato e sorri com isso. Ponto pra mim.


“Será que a mídia não aceita que esse assunto é passado? Puta que pariu, já faz anos que você é Niall se separaram mas eles continuam trazendo o assunto à tona.” Disse nervoso.


“Não é como se eu não soubesse como você se sente, Zayn. Você sabe muito bem que passo pela mesma situação quando a mídia resolve me comparar com Perrie ou com Gigi.” Falei bufando. “Tudo o que podemos fazer é relevar todas as coisas idiotas que eles dizem. Estamos juntos e felizes, e é isso que importa.”


Zayn me olhou alguns segundos com os lábios comprimidos antes de concordar com a cabeça.


“Me desculpe.” Sussurrou. “Acho que eu estava com ciumes.”


“O que? Malik admitindo estar com ciumes? Essa é inédita.” Comentei rindo.


“Engraçadinha.” Disse me dando um beijo rápido nos lábios. “É uma pena que eu não possa mostrar para todos que ninguém te faz gemer como eu.” Sussurrou enquanto mordia o lóbulo de minha orelha.


A premiação passou relativamente rápida. Foram várias apresentações e prêmios, inclusive de Zayn, que ganhou os dois prêmios que estava concorrendo.


Estávamos agora voltando para casa. Zayn não conseguia de forma alguma tirar suas mãos de minhas pernas descobertas pela fenda do vestindo ou parar de beijar meu pescoço a cada dois minutos.


“Você está gostosa pra caralho nesse vestido. É uma pena que terei que me livrar dele assim que chegarmos em casa.” Disse em meu ouvido enquanto acariciava minhas pernas.


“Você pode se comportar por mais cinco minutos? Não estamos sozinhos.” Falei rindo fraco, me referindo ao motorista.


Assim que saímos do veículo, Zayn rapidamente dispensou o motorista, logo me puxando às pressas para dentro de casa.


Assim que tranquei a porta, Zayn me prensou contra à mesma, enquanto me beijava intensamente. Eu retribuía o beijo na mesma intensidade enquanto afagava seus cabelos escuros, puxando-os e os torcendo entre os dedos.


Com um pouco de dificuldade, Zayn conseguiu retirar meu vestido, jogando-o no chão da sala e me deixando apenas com uma langerie preta.


“Você ficou putamente gostosa naquele vestido, mas conseguiu ficar ainda melhor sem ele.” Sorriu malicioso.


Antes que eu pudesse dar alguma resposta, Zayn me ergueu do chão, segurando em minha bunda, fazendo com que eu cruzasse minhas pernas em volta de sua cintura.


Enquanto Zayn nos levava até o segundo andar ainda me beijando, eu usava meus próprios pés para tirar meus saltos.


Zayn adentrou ao quarto cambaleando, e logo me jogou em nossa imensa cama de casal. Ele tirou seus sapatos e sua meia, logo depois tirando seu próprio terno e sua gravata, ficando apenas com sua blusa social e sua calça.


Nos beijávamos ferozmente quando conseguir tirar sua calça com um pouco de dificuldade, jogando-a para qualquer lugar do nosso quarto.


Zayn partiu o beijo para tirar meu sutiã, logo dando a devida atenção aos meu seios, chupando-os e os massageando levemente.


“Zayn…” Gemi fraco. “Vamos logo com isso, por favor.”


Assim que Zayn retirou sua cueca branca, me penetrou fortemente o que fez com que eu gemesse alto e apertasse os olhos em sinal de prazer.


Zayn gemia baixo enquanto meus gemidos eram mais fortes e menos contidos. Eu arranhava suas costas fortemente, com a certeza de que deixaria marcas para o dia seguinte.


Zayn tinha sua cabeça apoiada em meu pescoço, e hora ou outra dava leves beijos por aquela região.


Assim que chegamos ao nosso limite, desabamos em nossa cama enquanto tentávamos controlar a respiração.


“A mídia bem que poderia ter assistindo tudo isso para verem que Niall Horan é passado.” Zayn falou me fazendo rir enquanto me deitava em seu peito.



Péssimo, Gabriela

xXxGaby

One Shot Liam Payne

Parte I | Parte II | Parte III (Bônus)

Um mês de espera foi mais do que o suficiente para que Isabelle se acostumasse com a ideia, depois da nossa pequena reunião para colocar tudo em pratos limpos e de pai eu ser nomeado tio, está mais que na hora de eu poder levá-la a minha casa para ter algum contato com seus irmãos. Cheryl não é muito a favor da ideia, mas eu não me importo realmente, se dependesse dela eu daria Izzy a Zayn sem ao menos tentar tê-la para mim.

E agora eu estou aqui, na casa do meu amigo que mentiu para mim durante anos, mesmo que ele diga que não sabia sobre estar tomando como dele a minha filha, eu não acredito realmente. A menina é a minha cara, tem até uma pinta em seu pescoço que é idêntica a minha que também fica no mesmo lugar. Se colocassem Izzy e Bear lado a lado todos diriam antes de qualquer coisa que Izzy é a minha filha, Bear se parece comigo um pouco - a maioria dos traços são herdados de Cheryl - mas a Izzy sim é minha cópia.

Como eu disse antes, estou na sala do meu amigo enquanto (seu nome) está de pé um pouco atrás do corpo de Izzy e Zayn está ajoelhado para ficar na mesma altura que a minha filha enquanto tenta convencê-la ir comigo.

Tudo tão errado.

— Princesa, não vai demorar para você voltar, são só duas noites longe de casa e logo você estará aqui outra vez. — Zayn mantém seu braço em torno da pequena cintura protetoramente enquanto ela faz um biquinho que eu diria ser fofo.

— Mas papai, eu não quero ir sozinha… Vem comigo? Você e a mamãe. — ela olhou para (seu nome) que também se abaixou para ficar da sua altura.

Com a cena eu não consegui não me sentir um intruso, uma presença indesejada e um destruidor de contos de fadas. Zayn sempre falou tão bem de sua família, ele sempre se empolgou ao falar de Isabelle que eu me sentia muito feliz por vê-lo brilhar ao falar da filha, mas isso foi antes de eu descobrir que na verdade ele não tem filha nenhuma, ele apenas esfregou na minha cara os momentos que eu não pude ter com a minha filha.

— A mamãe e o papai não podem ir com você, mas eu tenho certeza que vai ser legal, você vai conhecer novos amiguinhos- — fui obrigado a interromper (seu nome) para corrigi-la a tempo.

— Irmãos… Você vai conhecer seus irmãos, Izzy. — o olhar que me foi direcionado da parte de (seu nome) foi quase cortante.

— Izzy, o número do papai é o número um da discagem rápida. Você só precisa apertá-lo um pouco e conseguirá falar comigo, se quiser vir embora, eu vou te buscar no mesmo minuto. Eu prometo, princesa.

Eu estava pronto para intervir sobre Zayn ir buscá-la na minha casa antes de meu tempo acabar, mas Izzy concordou com a cabeça e passou os braços ao redor do pescoço dele. Foi uma longa despedida, até parecia que ela não voltaria mais para casa depois que fosse comigo, tenho que admitir que eu fiquei com uma certa inveja da ligação dos dois.

~o~

Uma hora desde que cheguei em casa e nada de Cheryl e Bear chegarem, eu não sabia que iam sair antes que eu chegasse, isso acabou com todos os meus planos. Izzy não falou nada por livre espontânea vontade desde de que saiu de sua casa, tudo que ela falou comigo precisou que eu fizesse uma pergunta antes. Respostas curtas e tímidas.

A porta da frente abriu de uma vez assustando Isabelle que assistia a um desenho sentada no sofá e eu olhei em direção a porta vendo o Bear entrar com uma cara de poucos amigos, Cheryl vinha logo atrás com mesma cara de desgosto segurando em seu colo Sammy que provavelmente dormia.

— Então você trouxe mesmo ela? — jogando a bolsa sobre o sofá, Cheryl parou de frente a Izzy a olhando com certa repulsa — O maior símbolo de traição da face da terra e está sentada bem no meu sofá.

— Cheryl, por favor, as crianças. — a adverti não querendo assustar os meus filhos, principalmente a Izzy que ainda não confiava muito no local.

— Você não pensou em crianças quando estava me traindo, tanto que não estava que fez uma. — ela se voltou a mim — Eu perdoei você porque descobri depois de anos, mas você trazer essa bastarda para a nossa casa é quase como uma afronta.

— Cheryl, por favor se controle. Não a chame assim!

— Eu quero meu pai Zayn. — ouvi a Izzy dizer baixinho e olhei para ela a vendo brincar com seus dedinhos.

— Oh que lindinha… — Cheryl usou todo o sarcasmo que eu não sabia que existia nela para dizer a frase — Além do trouxa aqui, a vagabunda da mãe arranjou outro para completar a renda.

— Bear, leve a Izzy para brincar no quintal só um pouquinho, por favor? — sem nem ao menos responder ele saiu da sala sem esperar a Izzy e depois que eu assentir quando a mesma me olhou, ela pulou do sofá e seguiu o irmão — Você perdeu o juízo? Como você pode fazer uma cena dessa na frente das crianças, Cheryl?

— Eu sinceramente não acreditei que você fosse trazê-la, Liam. É humilhante ter que conviver com o fantasma de uma traição que me fez virar piada no mundo inteiro. — ela disse mais calma como a pessoa civilizada que eu sei que ela é.

— Não se importe com o que as pessoas dizem, você nunca se importou. — olhei em seus olhos.

— Não me importava até saber que eu não posso confiar totalmente em você, sempre que alguém dizer algo, mesmo que você não tenha feito, eu vou acreditar.

Antes que eu pudesse falar alguma coisa para confortá-la, Izzy passou como um trem bala pela sala subindo as escadas o mais rápido que conseguiu provavelmente indo em direção ao quarto que apresentei como dela quando chegamos.

— Izzy? — sem respostas deixei Cheryl onde ela estava e subi atrás da garotinha indo para seu quarto quando a vi passar pela porta.

~o~

Narradora On

— Papai? Papai, eu quero ir para casa! — a voz chorosa da Izzy fez o coração de Zayn acelerar e ele pular da cama onde estava com (seu nome) assistindo uma comédia romântica.

— Filha, o que aconteceu? O que fizeram com você, princesa? — o desespero de Zayn colocou (seu nome) em alerta e ela pulou rapidamente na cama se sentando também.

— Papai, eu não quero ficar aqui, eu não gosto de ficar longe de você e da mamãe. Por favor, papai! — Liam estava escutando atrás da porta esperando a hora de intervir.

— Fala para o papai, amor. O que aconteceu para deixá-la tão triste? — Zayn perguntou fazendo um sinal para que (seu nome) esperasse quando ela tentou pegar o telefone.

— O Bear, papai… Ele não gosta de mim, me empurrou e falou que eu sou feia. — a garotinha fungou — A tia com o nome estranho não gosta de mim também, ela brigou com tio Liam e eu não quero mais ficar aqui.

— Meu amor fique calma, o papai vai te buscar agora mesmo. — Zayn pulou da cama a procura de uma cueca primeiramente — Você pode esperar o papai, princesa?

— Vou esperar você, papai. Eu te amo! — Izzy sorriu ao saber que logo estaria em casa.

Liam, notando que Zayn viria pegar Izzy e provavelmente tentar impedir que ela volte outro dia, entrou no quarto chamando a atenção da garotinha que ainda estava com o celular sobre a orelha ouvindo Zayn falar que a ama também.

— Posso falar com o Zayn? — Liam perguntou já perto o suficiente da cama onde a garota está sentada e esperou até que ela o entregou o telefone depois de pensar um pouco o que fazer.

— Zayn, é o Liam!

— Onde você estava quando o seu filho agrediu a minha filha? Eu não quero nem pensar o que eu vou fazer com você caso ela esteja machucada e-

— Ei, Zayn! Não precisa disso tudo, se trata de crianças e entre elas tem esse tipo de brincadeira. — Liam tentou acalmá-lo.

— Eu não vou permitir que você tire a minha filha da minha casa para deixar ela sofrer bullying do seu filho. — (seu nome) pedia Zayn para se acalmar, mas não é fácil e ela sabe. Quando se trata de Isabelle, Zayn se mostra um verdadeiro leão.

— Ela é a minha filha! Minha! — Liam também estava começando a perder a paciência — Você apenas a pegou como sua e acha que tem algum direito de proibir ela de ficar comigo. O Bear é uma criança, ele não sabe as consequências do que faz e eu conversarei com ele.

— Você fala da minha filha como se ela fosse um objeto, você claramente não olha para ela como um pai. — Zayn levantou da cama andando pelo quarto quando estava ficando ainda mais irritado com as tentativas de (seu nome) ao tentar acalmá-lo. Ele não quer se acalmar. — Ela é uma criança e eu não a peguei como você está dizendo, eu a conquistei, eu cuidei, mimei, beijei e a protegi quando tinha um pesadelo durante a noite. Eu estou no lugar que eu conquistei e você não está onde eu estou hoje porque não teve interesse, porque foi um idiota com uma mulher maravilhosa.

Liam sabia que tudo aquilo era verdade, ele não queria admitir mas ele sabe que Zayn não tem culpa, (seu nome) não tem culpa, Cheryl não tem culpa, ninguém tem culpa a não ser ele mesmo. Ele se arrepende amargamente do dia que traiu Cheryl, se arrepender ainda mais por ter abandonado uma mulher que ele fez questão de fazer perder o emprego. Talvez Isabelle seja melhor cuidada pelo seu melhor amigo, ele cuida dela como se fosse filha dele. E de fato ela é.

— Ela pode ficar aqui essa noite? Para tentar consertar as coisas. Eu prometo que nada de errado vai acontecer, eu realmente quero que meus filhos sejam no mínimo amigos. — Liam passou a mão em seu rosto deixando visível seu abatimento. Ele quer muito chorar.

— Você é meu melhor amigo, droga… — Zayn suspira — Eu confio em você, irmão. Cuida bem da minha garota.

— Eu vou cuidar. — Liam sorriu levemente — Vou devolver para ela.

Depois de se despedir de Zayn, Liam devolveu o celular para a Izzy que ouvia com atenção o que Zayn a dizia sobre dar uma chance ao lugar, ela sempre o quer orgulhoso dela então aceitou ficar e ser forte como uma menina super poderosa até o dia de voltar para casa.

Conversando com Isabelle depois que ela encerrou a ligação e aprendendo - com um pouco de dor - que só Zayn a chama de princesa, Liam decidiu que faria tudo dar certo. Naquele mesmo dia conversou com Bear e o explicou que tudo que sua mãe lhe disse estava errado, que Izzy não iria roubá-lo dele porque ela já tinha um pai bem legal - ele quase mordeu a língua para falar essa parte, não é fácil dizer isso - o garoto concordou animado em ser amigo da irmã e fazê-la feliz enquanto estivesse ali com eles.

Liam também se acertou com Cheryl, ela não fez mais tempestade em copo d'água, mas também não ficou na casa, ela disse que ficaria na casa de sua mãe com Sammy até que o final de semana acabasse e sua casa estivesse “limpa” novamente. Isso foi cruel de se dizer, mas Liam apenas não queria mais brigar.




Eu quis focar um pouco mais no Liam, afinal, o one shot é dele e na última parte foi mais sobre o Zayn.

Espero que tenham gostado e entendido um pouco mais sobre o Liam :)

- Tay

Pedido: COM o Liam q ele é maior bandido de todos e sequestra ela q é órfã só q ela não quer dar o q ele quer, no caso sexo, ele bate nela e a tranca num quarto, a obriga a limpar a casa essas coisas até ela finalmente ceder, ela é virgem, ela fica c0m ele por anos, presa, fazendo tudo q ele quer, e ela se apaixona (stockholm syndrome) mas ele sai com outras tbm e isso machuca ela mas ele tbm se apaixona e os dois acabam juntos - Anônimo

Obrigada por ter feito o pedido.❤️

***

Imagine Liam Payne: Parte 1.

-Você tem certeza disso, cara?
Zayn me olhou sério enquanto traga seu cigarro. O olhei em confirmação, não é a primeira vez que fazemos esse tipo de coisa.

Zayn e eu -na verdade, somente eu-, estamos planejando pegar uma garota no orfanato. Não uma criança para cuidarmos, não temos capacidade o suficiente para isso e muito menos paciência, sem contar que ninguém iria querer ser filho de um dos maiores bandidos do país, ninguém sentiria orgulho disso, somente alguém com mente pequena o suficiente para pensar somente no dinheiro que eu posso oferecer e que obviamente por ser meu filho eu teria que fornecer. Mas isso está, completamente, fora de cogitação.

-Qual sua preferência? Digo…quer que eu lhe traga uma loira, baixinha, magra…?
Zayn questionou enquanto pegava suas chaves já se preparando para sair.

-Não se preocupe, na hora eu vejo.
Respondi rudemente. Este plano tem que dar certo, ou esse idiota não trabalha mais comigo.

Zayn deu em ombros e abriu a porta logo saindo e indo para seu carro, peguei tudo o que precisava e verifiquei se meu celular estava carregado. Tudo certo.

Zayn dirigiu até o orfanato, me deixando na entrada dos fundos que infelizmente -não para mim, claro- está completamente escancarada, a mercê de quem quiser entrar.

-Boa sorte.
Zayn resmungou despreocupado, acendendo outro cigarro e tragando o mesmo em meu rosto antes que eu abrisse a porta.

-Você irá precisar.
Soltei um riso sarcástico e sai do carro andando tranquilamente até as portas do grande orfanato.

Está tudo tão exposto e o ambiente está tão calmo que me impressiona o fato de essas pessoas serem tão despreocupadas com a própria segurança.

Observei o lugar e notei que a entrada dos fundos -por onde entrei- dava á uma espécie de quartinho cheio de brinquedos para crianças, patético o quanto isso é “seguro”. Caminhei até onde deduzi ser a sala principal, está vazia, não há uma viva alma nesse lugar. Comecei a olhar algumas fotos que estavam jogadas na mesinha de centro, cada foto havia um nome escrito abaixo e estavam presas a uma pequena ficha com informações dessa pessoa, provavelmente a ficha de cada uma das meninas desse orfanato. Vasculhei um pouco as fotos até encontrar algo, ou melhor, alguém me chamou muito a atenção. S/n é seu nome, parece que tem por volta de seus dezessete anos, pela foto ela tem uma aparência inocente e até mesmo mais jovem do que é, o tipo perfeito ao meu ver. Escutei passos tímidos mas não imperceptíveis vindo das escadas e rapidamente guardei a ficha em meu bolso, me escondedo dentro de um grande armário que pela minha sorte, estava vazio.

-Helena? Sra.Collins? Tem alguém aqui?
Uma doce voz foi-se ouvida, pude ver pela sua sombra que a garota parou perto do armário onde eu estava, com toda minha ousadia, abri apenas uma brecha para ver a garota de costas para mim, ela vestia uma camisola azul bebê, tinha babados e lacinhos, parecia ter vindo de um pornô Daddy kink, mas não deixava de transparecer sua verdadeira inocência.

-Bom…parece que não há ninguém por aqui…Acho que vou ter que comer esse chocolate sozinha!
Gritou, ela estava tentando chamar a atenção de alguém, mas ninguém respondeu ou sequer apareceu.

A garota andou até o meio da sala, e eu quase tive um ataque cardíaco quando a mesma se virou de abrupto, mas por sorte, ela estava olhando para a mesinha de centro e nem notou a porta do armário parcialmente aberta.

-Uh, parece que minha ficha não está aqui.
Ela resmungou e então eu olhei novamente para a ficha junto a foto em minha mão, é ela?

-Oh meu Deus…
Ela levantou sua cabeça colocando a mão na boca, olhei direito para seu rosto e sim, é ela.

-Eu vou ser adotada!
Soltou um risinho e sorriu radiante. Oh sweet, há muito o que ainda vai aprender.

-S/n!
Uma outra voz também feminina, mas desta vez parecia mais madura.

-Oh, olá Sra.Collins, eu juro que não tirei nada do lugar e…

-Cale-se garota!
A mulher a cortou. Como ela pode tratar alguém assim? Tudo bem que eu faço isso mas…sou eu, e ninguém mexe com a minha garota.

-Temos um rapaz aqui que provavelmente vai querer levar uma de vocês, por isso, se comporte e vá chamar as outras garotas.
Falou com firmeza. Zayn já começou sua parte.

-Sra.Collins! Como pode deixar que aquele garoto entre aqui? A senhora não nota? Ele não veio adotar uma criança, ele está querendo alguém para…a senhora sabe…
Outra voz desta vez desesperada desengatou a falar. Alguém para estragar meu plano.

-Não seja tola! Não importa o que ele quer fazer com a criança, ele veio adotar e se ele quiser ele vai levar!
Talvez essa mulher não seja tão ruim quanto soa.

-Mas nós não podemos deixar as crianças correrem esse risco! Nosso trabalho é protegê-las e dar a elas tudo o que seus pais não puderam dar, não podemos deixá-las nas mãos de qualquer um.

Ah, faça-me um favor! O portão estava praticamente dizendo “Quer levar uma criança de graça? Entre e pegue!” como ela ainda se preocupa.

-Não importa Helena! Meu trabalho aqui é somente cuidar para que estas pestes saiam daqui! Não importa com quem.
Ouvi um suspiro falho e pressenti que a conversa havia acabado.

Passado dois minutos, o cômodo já estava vazio novamente, sai de dentro do armário e procurei por um lugar onde poderia me esconder até conseguir pegar a garota.

Zayn e eu combinamos dele fingir que quer adotar uma criança, assim, todos estariam em um só cômodo e ficaria bem mais fácil para mim poder vasculhar a casa e ter tempo de decidir quem eu queria, logo após, teria que fazer algo para deixar apenas a escolhida em um cômodo, eu fingiria ser quem vai levá-la e, sequestrar ela.

Escutei vários passos pelo corredor, elas deviam estar indo se encontrar no pátio com Zayn e as duas funcionárias.

Subi as escadas que davam até os quartos e fui olhando os nomes em cada porta, ao que parece, cada quarto tem duas garotas e são seis portas no corredor, três de cada lado, dando no total de doze meninas. Procurei pelo quarto onde estava o nome “S/n” gravado na porta, junto a outro chamado “Alice”. Antes mesmo de entrar, escutei uma movimentação dentro do quarto, caminhei até a janela do corredor e olhei para o pátio fazendo uma conta rápida e vendo apenas onze das doze garotas que deveria estar ali, ou Alice ou S/n está naquele quarto, e o único jeito de descobrir é entrando.

Abri a porta lentamente, me encolhendo ao que o ranger pareceu mais alto do que deveria.

-Alice? Você viu meu casaco? Eu não estou o achando em lugar algum!
Ouvi a voz da garota, sua voz é tão melodiosa que apesar do jeito infantil, não me faz enjoar, apenas querer escutá-la á todo momento e talvez ter pensamentos sujos com a mesma.

Adentrei ao quarto silenciosamente, ao que parece, ela está no banheiro e não notou que sua amiguinha, na verdade, não está aqui.

-O que aconteceu com você? Não vai me resp..
A garota saiu da banheiro enquanto falava e engasgou com suas próprias palavras assim que me viu em seu quarto.

-Quem é você?
Me olhou curiosa e tentou falhamente passar confiança, eu poderia sentir o cheiro de seu medo, curiosidade e nervosismo, tudo misturado.

-Sou Payne, mas pode me chamar de…Daddy.
Sorri parecendo amigável, mas na verdade, era um sorriso nada discreto dando para perceber todas as minhas intenções para com ela, mas a mesma nunca iria notar, e assim foi.

-Olá Payne…Daddy, o que quer aqui?
Perguntou e eu passei as mãos no acolchoado de sua cama cor de rosa.

-Eu vim, adotar você, você me parece ser uma garota muito interessante, inteligente e obediente.
Falei e logo pude notar um brilho em seus olhos, um brilho de felicidade, é claro, seu maior sonho está prestes a se realizar, ou talvez, seu pesadelo, mas ela ainda não sabe.

-M-me adotar? Sério?
Me olhou com adoração.

-Por que eu estaria mentindo?
Pergunto sorrindo. Eu teria milhares de motivos para mentir, e um deles é verdadeiro, mas quem liga mesmo? Eu não.

-Meu Deus! Hoje é definitivamente o melhor dia da minha vida!
Ela começou a falar alto e eu desesperado tive que a acalmar, se não descobriram que estou aqui.

-Shhh, eu vou te levar agora, ok? não precisa levar nada, depois o Daddy compra tudo para você.
Falei pegando em sua mão.

-Espera…eu não posso me despedir de ninguém? e você não tem que assinar alguns documentos antes disso?
Parou me encarando desconfiada.

-Já assinei todos, e suas amigas estão lá no pátio tendo uma conversa muito séria, parece que alguém aprontou…precisamos ir logo, eu tenho que resolver muitas coisas ainda e você deveria estar ansiosa para conhecer sua nova casa.
Expliquei da forma mais calma que consegui.

-Eu não vou cair nessa…como posso saber se está falando a verdade? Você é um completo estranho que simplesmente apareceu aqui no meu quarto.
Cruzou os braços se afastando das minhas mãos. Bufei, essa garota vai me fazer perder a paciência.

-Vamos logo…eu tenho sua ficha e…
Quando ia pegá-la pelo braço a mesma se afastou bruscamente.

-Se não sair daqui eu vou gritar.
Ameaçou e eu me levantei.

-Eu não vou sair, não está me…
Fui cortado por um grito mas logo tapei sua boca.

-Parece que vou ter que te amarrar antes da hora, eu pensei em ir com calma mas já que prefere assim…
Peguei em uma corda de pular que estava jogada no chão e amarrei suas mãos, o que foi bem difícil já que tinha que tapar sua boca com uma mão e com a outra amarrar as cordas. Procurei por uma fita e colei em sua boca, assim ela não emitiria mais nenhum som.

-Boa garota, terá que me obedecer daqui em diante, se não quiser que isso ocorra mais vezes.
Falei sorrindo sádico e ela começou a se debater, mas se considerar minha força e seu pequeno tamanho, eu obviamente não tive que me preocupar muito com isso.

Carreguei-a no colo até a saída por onde entrei, e como combinado, lá estava o carro de meu amigo me esperando com a chave já na ignição.

Coloquei-a nos bancos traseiros e me ajeitei no banco do motorista, logo dando partida e começando minha longa viagem.

Quando parei no semáforo, peguei meu celular mandando uma mensagem para Zayn avisando que já estava tudo pronto, e ele poderia dar qualquer desculpa e ir embora de lá.

-Irei adorar essa nova aventura docinho, e aposto que você uma hora vai gostar.
Sorri desligando meu aparelho e voltando a dirigir.


[…]


Depois do que pareceram duas horas de viagem, chegamos finalmente na nada humilde casa que eu comprei, escolhi um dos lugares mais desertos da cidade e contratei onze dos melhores guarda-costas, nunca se sabe.

-Então babygirl…chegamos, gostaria que fosse de um jeito mais confortável mas…não me deu escolhas.
Tirei a chave da ignição e a guardei no meu bolso, peguei a garota que agora estava mais calma em meu colo e a levei até os grandes portões cheios de guardas e câmeras de segurança.

-Boa tarde Sr.Payne, precisa de ajuda?
Um dos guardas perguntou se aproximando de mim.

-Aqui não, apenas guarde meu carro na garagem e depois eu quero você lá dentro para conversarmos.
Ordenei sério e o mesmo assentiu se retirando.

Carreguei-a até que chegássemos em seu quarto, não tem nada de especial, é apenas uma cama arrumada, um pequeno banheiro e uma decoração neutra com poucos quadros de gatinhos e alguns vasos com flores falsas.

-Você vai ficar aqui por enquanto, espero que não tente escapar, meus seguranças não são muito delicados e não se preocuparam em ter que te arrastar de volta á mim.
Ameacei. Não irei deixá-los tocá-la, em hipótese alguma, mas ela não sabe disso.

Tranquei a porta e voltei para a sala principal onde o segurança chefe me esperava.

-Avisos: Não tocar nela em HIPÓTESE ALGUMA.

-Não contar nada a ela, qualquer coisa que ela pergunte não respondam, apenas se estiver me procurando, daí a guiem até mim.

-NUNCA deixem sua posição, não queremos que alguém entre aqui por um descuido de vocês.

-Fiquem de olho nas câmeras.

-E por último, me falem sobre tudo, tudo o que acontecer, se alguém andar por aqui perto, se ela tentar escapar…qualquer coisa!
Finalizei e ele assentiu.

-Ótimo, agora passe a informação para os outros.
Mandei e o mesmo foi embora.

Fui até a cozinha e peguei massa de macarrão e molho, já está na hora do almoço e eu mais que tudo preciso comer.

Depois de tudo pronto, deixei a mesa arrumada e voltei ao quarto da minha garota desobediente. Abro a porta e ela continua do jeito que eu havia deixado, amarrada na cama e com a boca tampada.

-Eu vou te desamarrar, mas eu já avisei o que irá acontecer se me desobedecer.
Falei sério.

Desamarrei o nó e soltei seus pulsos, tirei a fita de sua boca e olhei para a mesma que continha lágrimas nos olhos enquanto esfregava seus pulsos agora avermelhados.

-Vem, vamos comer.
Peguei pelo braço e a levei até a cozinha, sentei-a na cadeira a minha frente e logo fui para o meu lugar começando a nos servir.

-P-por…
Ouvi sua doce voz, ela gaguejou e respirou fundo provavelmente se acalmando antes de continuar.

-Por que está fazendo isso comigo?
Sua voz soou triste e baixa, provavelmente por estar segurando o choro.

-Eu gostei de você.
Sorri de um jeito perverso.

-Isso não é verdade…se gostasse de mim, não estaria fazendo isso, eu estaria livre e feliz.
Resmungou manhosamente, voltando a chorar baixinho.

-Você não entendeu, eu gostei de você. Você obviamente não me conhece, pois se conhecesse saberia que o que eu gosto…eu tenho.
Falei rude e ela fungou.

-Pra que tudo isso? O que você quer de mim?
Perguntou novamente.

-Vai saber quando for a hora, e eu espero que não me decepcione.
Sorri e pisquei-lhe o olho.

[…]

Já eram por volta das das onze da noite, meu dia foi tão estressante e tão cheio que a única coisa que eu consigo pensar é em algo que possa me acalmar, mas tudo só piorou quando liguei a TV e um filme pornô passava na TV, qual o meu problema em mudar de canal depois de assistir algo?

O filme estava tão interessante, o único real problema foi a atriz me lembrar muito a garota que estava provavelmente dormindo no quarto acima, o que me fez lembrar que eu não tive a chance de a castigar pelo ocorrido de mais cedo, e isso me parece realmente satisfatório.

Subi as escadas fazendo propositalmente muito barulho com os sapatos, talvez ela ouça e note que eu a quero acordada.

Abri a porta e olhei a garota encolhida na cama, estava bem quieta e calma, mas logo notei que não estava dormindo quando virou sua cabeça e me encarou.

-Acho que esqueci de lhe dar algo hoje.
Me aproximei da cama e ela se sentou na mesma. S/n não dizia uma palavra, talvez com medo do que eu poderia fazer então continuei a falar.

-Sabe o que fez hoje?
Perguntei e ela negou com a cabeça.

-Você me desobedeceu. E sabe o que merece por isso?
Perguntei vendo-a negar novamente.

-Oh amor, você merece ser punida. Por ser uma garota muito malvada.
Falei e a vi arregalar os olhos.

-No meu colo, agora!
Ordenei e ela nem se mexeu.

-Não escutou? Eu mandei se sentar no meu colo!
Ordenei novamente e nada dela fazer. Bufei irritado,.

-Não!
Gritou em resposta. Me impressionei com tal ato.

-Eu não perguntei eu estou mandando!
Falei novamente e ela mordeu minha mão que estava em seu braço.

-Vadia!
Desferi um tapa em seu rosto e observei as marcas de dentes em meu braço.

-Se não vai me obedecer…vai ter que ser pior.
Peguei-a pelo braço e a levei até o menor quarto da casa.

-Não queria ter que fazer isso…mas acho que deixei bem claro quando disse que era para me obedecer!
A joguei em um colchonete no chão.

-Fique aí, até que aprenda.
Tranquei a porta e voltei para a sala.

Nunca uma mulher vai me negar sexo ou me desobedecer. E ela vai ter que aprender isso, por bem ou por mal.

Agora, terei que me aliviar com uma puta qualquer.

l Dia seguinte l

Levantei da cama exausto, meu corpo doía um pouco e a mulher com ao qual eu havia dormido estava ao meu lado na cama. Depois de estar devidamente acordado e vestido, acordei-a e a chutei para fora. Não literalmente.

Caminhei em passos lentos até o quarto da minha garota, espero que esteja mais calma e tenha pensado no que fez. Destranquei a porta e logo ouvi resmungos, ela estava acordada.

-Conseguiu dormir?
Perguntei me sentando na ponta da cama e afagando seu cabelos. S/n se afastou bruscamente retirando minha mão de seus cabelos.

-Não toque em mim!
A olhei sério e desafiador.

-Uh, eu não posso tocar em você?…
Ri nasalado.

-Isso é uma pena, por quê você pode tocar na minha casa e bem…ela está precisando de uma limpeza me entende?
Sorri e a vi abrir a boca para dizer algo, mas eu a interrompi.

-E nem tente contestar, você está aqui e portanto faz o que eu mando, senão será muito pior.
Falei e ela se levantou da cama, mas não para gritar, me bater ou tentar fugir.

-Por onde eu começo?
Perguntou baixo e um sorriso vitorioso tomou conta de meu rosto.

-Pode começar lavando meus carros na verdade, estão precisando já faz um tempo.
Mandei e ela assentiu se retirando.

Logo ela cansa e se rende.

De cinco em cinco minutos eu a observava para ver se estava fazendo direito, mandei que lavasse todos os meus cinco carros, limpasse toda a cozinha e a sala principal e a sala de estar, ela ainda está limpando o meu quarto e logo depois será seu quarto mais os outros quatro cômodos. estou muito feliz de ter escolhido uma casa grande.

-Não limpou direito!
Paro-a. Ela me encara cansada.

-Onde?
Pergunta.

-Bem ali, entre a cama e o criado mudo.
Digo apontando para o lugar. Ela respira fundo e permanece parada.

-Não vai me obedecer?
Pergunto levantando uma sobrancelha desafiadoramente.

-Eu desisto…não aguento mais limpar essa casa e não comi nada desde que acordei, estou fraca e não há condições de eu continuar…eu desisto. Você venceu.
Falou jogando a vassoura no chão.

-Até que demorou um pouco, mas acho ótimo que tenha cedido. Agora você vai ser completamente minha babygirl. Só minha.
Me aproximei da mesma e passei o polegar em seu rosto, acariciando o local.

-Só…por favor, não me machuque.
Falou baixo e uma lágrima escorreu de seus olhos.

-Não se preocupe, vou pegar leve…é sua primeira vez?
Perguntei colocando uma mecha de cabelo atrás de sua orelha. Ela apenas assentiu. Eu a repreenderia mas ela está tão fraca e finalmente cedeu, então deixei como um agrado.

-Vamos comer, quero você mais acordada e disposta do que nunca.
Sorri malicioso e a levei até a cozinha.

Continua…

***

Espero que esteja gostando.😘


Eu não sabia se escrevia o hot nessa parte ou deixava para a segunda então…vocês preferem que eu escreva o hot na continuação ou que eu pule isso? Vocês decidem.


Se possível, vá na ask e diga o que achou, é importante para mim e isso me motiva a continuar.😊❤

Eu sou chata, ciumenta, birrenta, dramática, possessiva, um pouco egoísta, bastante orgulhosa e literalmente um pé no saco. Eu sou cabeça dura, mão de vaca e não gosto de compartilhar o que é meu. Não sei lidar bem com regras e chegar no horário certo. Mas também, detesto que me façam esperar. Sou um poço vazio com sentimentos perdidos e mostro escancaradamente os meus defeitos, para não sofrer tanto quando os perceberem e forem embora. Mostro o meu lado ruim primeiro, assim, só ficam os que vêem algo de bom em mim, se é que eu tenho algo bom? Bem lá no fundo eu acho que tenho algo bom sim, e que criei toda essa armadura por causa das minhas decepções.Nunca fui uma garota delicada, nunca liguei para etiqueta ou roupas de marca. Não passo muito tempo me olhando no espelho, e se eu tivesse um saco, com toda certeza o coçaria sem medo. Sou marrenta, as vezes fria, a do contra, e não aceitarei o que você me falar sem perguntar o por quê. Gosto de bater de frente, de fazer drama, e de chorar assistindo filmes com cachorrinhos, pois eles sempre morrem no final. Eu não sou muito delicada, como disse. Não sei expressar meus sentimentos, não sei dizer com palavras o que realmente quero dizer. Minha mente é um nó, um enorme e complicado nó. Doce demais não é para mim, prefiro o agridoce, ou até mesmo o salgado. Se bem que muitos acham nojento misturar açúcar com sal. Eu amo. Não me venha com frases prontas, nem tente mudar o meu pensamento em relação a algo. Mesmo que eu me machuque lá na frente, eu tenho que sentir na pele. Não tive um daqueles amores arrebatadores de tirar o folego, de me fazer perder a cabeça. Muito menos entendo quando colocam a culpa de seus erros em um sentimento. Já não espero mais por um príncipe encantado, porque príncipes não existem. Meu desejo é de sair pelo mundo, conhecer pessoas diferentes, rir até a garganta ficar seca. Dar sentido a palavra louca que tanto ouço quando se referem a mim, e como eu disse, nunca fui uma garota delicada,  e eu acho que meu jeito é uma das coisas que eu ainda gosto em mim, não estou dizendo que não tenho auto estima sabe? Mais eu adoro meu jeito ácido  e áspero de ser, mesmo que ele me deixe sozinha na maioria das vezes, no final todos nos vamos ficar sós, e eu  tento me acostumar com isso, como eu disse minha mente é um nó, é como se eu tivesse duas personalidades e elas fossem totalmente diferentes, tá certo que eu tenho boderline e isso ajuda a foder tudo, mais ser delicada nunca será um adereço meu, não gosto de pessoas engessadas que tentam manter a pose sempre, gosto de pessoas verdadeiras que  levam tudo na boa  e com um sorriso largo no rosto, acho que é por isso que eu gosto de você, bem eu senti que  as vezes você vive um caos na sua vida e eu acho que é isso que me fez eu me apaixonar por você. Eu não sei muitas coisas sobre você, mais tenho certeza que eu não quero te perder, todos se afastam da minha vida com o tempo, e bem você é uma pessoa que eu não queria que fosse,  eu não sei se você vai realmente gostar de mim porque eu não sou do tipo que os caras gostam, que os caras querem por perto Sou uma ciumenta sem causa, sou daquelas que pula sem medo, mas as vezes pular de uma altura alta demais machuca. Não faço o modelo certo, não gosto de músicas sertanejas, não gosto de mensagens melosas, nem de caras grudentos. Eu sou um tipo sem tipo, onde a tampa da minha panela não existe, muito menos gosto de laranjas para achar a outra metade dela. Mas sabe? Quando se trata de você eu até começo a gostar dessas coisas, sempre gostei de escrever coisas aleatorias ou sobre pessoas da minha vida, mais quando tento escrever é sobre você que eu quero falar, discutir e pensar, sei que isso é preciptado. Nunca gostei de amar pela metade. Gosto de coisas completas, inteiras, que transbordem. De vida, de liberdade, de sinceridade, de emoção, de afeto e carinho. Não quero me forçar a algo que só vai me diminuir. Quero algo que me faça alcançar o que eu nem imaginava sentir ou ter. Nunca gostei de poucos. Sempre deixei isso claro, bem e tratando de você acho  que essa frase que eu li me lembra muito sobre ti “Nós dois nunca fomos apenas amigos. Desde o primeiro momento que o vi, eu o amei.” mesmo sabendo que alguns amores nunca serão nossos, sinto que sempre lembrarei de você com um grande carinho, estava evitando escrever pois  estava com uma crise de inspiração, só sabia pensar em oque você tinha achado de mim ou nas nossas conversas, ou se eu seria seu tipo? ou se você queria me beijar ou me via somente como uma amiga conselheira, não quero ser paranoíca mais acho que cheguei naquela fase da vida, que não me sinto suficiente para ninguém mas vou parar de falar de mim e falar de você, sim  de você. (…) Bem, como eu disse ali em cima eu não gosto de muitos eu tenho um gosto bem seleto mas você apareceu num momento em minha vida que eu precisava de uma companhia e você se tornou uma das pessoas   com quem eu mais converso, e por mas que isso seja algo bobo para algumas pessoas eu dou muito valor em como você me deixa feliz, e eu acredito que uma simples conversa pode mudar toda sua rota, e por isso dou valor em cada conversa seja com quem for, aprendemos com as outras pessoas coisas maravilhosas quando nos comunicamos e eu aprendi com você algo muito importante e valído pra mim,  que eu ainda posso sentir aquelas  famosas “borboletas” sempre que te vejo chegando ou sempre  que  conversamos, que sempre que eu acordo penso em te mandar um bom dia e sempre que vou dormir,  durmo sorrindo por ter falado contigo, não é exagero mas com uma simples conversa podemos mudar  tudo, eu já não sabia mas como era gostar e ter afeto de alguém pois não  sou de demonstrar emoções tinha até esquecido como faz isso.Sou emocionalmente danificada. E não é pouco. Eu não funciono como os outros. Eu não sinto como os outros. (…) Acho que poderia continuar escrevendo a noite toda, mas pra finalizar isso quero deixar claro que pela primeira vez eu quero que dê certo.
—  Juntando o Caos
Preference #3

Anônimo disse:

Verdade ou desafio com todos os meninos e com umas meninas

Ooi amor, como você está? Eu fiz um preference que particularmente gostei hehe, espero mesmo que tenha ficado do teu agrado e obrigada pelo pedido. Me conta o que achou na ask.

Zayn:

Estávamos sentados no chão de madeira da minha casa, observo a garrafa e vejo que ela vira para Liam que abre um sorriso malicioso e eu reviro os olhos:

- Zayn! Desafio você a beijar a S/N. Mas só beijar, não precisa fazer um filme pornô aqui pra gente. - Mostro do dedo do meio e olha para ela que estava ao meu lado. 

- Anda logo, todos sabemos que você quer fazer isso. - Harry diz e eu aproximo meu rosto do dela.

Nossos lábios se tocam em um selinho rápido, minha língua pede passagem para seus lábios que se abrem e eu posso explorar cada parte de sua boca. Minha mão vai para sua cintura e a outra se encaixa em sua nuca, ela estava com as duas mãos em meu rosto.

- Vamos parando. - Liam diz e eu continuo a beijando. 

Louis:

Já estávamos bêbados e a garrafa continuava girando, quando seu ao menos perceber ouso meu nome na boca de S/N:

- Louis meu namorado lindo, pule na piscina. - Olho indignado.

- Mas amor, são 4 da manhã e está frio. 

- É pra me vingar por ter me deixado sozinha na semana passada.

- Vacilão. - Harry grita e eu mostro o dedo do meio. 

- Ok, eu errei naquele dia e por isso vou pular.

Fui em direção a piscina, deixei minha cerveja longe o suficiente para não molhar e pulei, o frio me fazia tremer dentro da água, e sem ao meno esperar todos eles entram também.

Harry:

Outra vez a mesma garrafa em cima da mesa de bar girava, parando a frente de Zayn que olha para uma das garotas em uma mesa pouco distante. 

- Hazza. Vá até aquela garota, a de vestido colado ao corpo e roube um beijo, como você gosta de fazer com todas. - Diz e eu reviro os olhos.

- Isso é falta de respeito.

- Harry, até eu queria te beijar, vai lá logo. - Niall diz e eu rio. 

Me levanto indo até a mesa das garotas, por minha sorte ela estava levantando e indo até o bar, vou até ela a puxo pelo braço colando nossos corpos e beijo seus lábios de forma quente e profunda, sinto ela corresponder e coloco minhas mão em sua cintura. 

- Pode me beijar mais vezes. - Ela diz e me entrega um papel com teu número de celular escrito.

Liam:

Como um bom jogo de verdade e desafio sempre tem bebidas, Niall havia desafiado a mim e S/N a vermos quem consegue beber mais rápido todo o litro de cerveja daquela garrafa. 

- Um, dois, três e já! - Niall diz.

S/N leva a garrafa a boca bebendo em seguida uma grande quantidade, eu queria ganhar dela, mas era realmente impossível, ela era ótima disso.

- Terminei! - Ela diz e eu ainda não havia acabado. - Liam parece que você perdeu. Mas pode me compensar por isso. 

Ela pega minha mão entrando no quarto de Niall no apartamento onde jogávamos. 

- Eu, você e uns beijos. - Digo e ela me joga na cama.

Niall:

A garrafa virada mais uma vez. 

- Verdade ou desafio? - Harry me pergunta e eu coço a cabeça.

- Verdade. - Digo com certo medo. 

- Verdade que você e S/N já tiveram uma noite hot? Se sim, conte para a gente como foi. - Diz e eu a fito que assenti me permitindo contar. 

Toda a cena de seus corpos suados e nus em cima de sua cama virando de um lado para outro como animais e os beijos molhados, chupões em partes do corpo, tudo aquilo me fez sorrir. 

-  Sim, eu já tive. 

- Mas, ninguém aqui precisa saber como foi. - S/N diz me cortando e eu rio

Eu vou escrever para a garota mais incrível e amada por mim. Ela é incrível, ela acredita no meu melhor mesmo quando eu sou uma merda, ela é a melhor garota. Hoje eu vi aquele sorriso no meu computador e que sorriso lindo. Confesso, cada vez que ela me olha, é uma parte do meu corpo que se apaixona por ela, partes que eu sabia que existiam. Ela é pura, sabe se portar, lindas vestes, e os olhos de um anjo, parecia que eu via o céu à cada vez em que à via, era magnífico. Eu sempre quis dizer à ela que todo meu amor é dela, mas eu já era por inteiro daquela menina, e que menina. Mas claro, ela não era só uma menina, ela era a mulher da minha vida!
Não. Eu não posso deixar que ela me deixe assim. Não acabou, não pode ser que tenha acabado. Eu sei que eu disse que a queria longe, mas eu não estou me sentindo melhor sem ela, muito pelo contrário, as coisas só estão piorando. Eu não suporto o casamento forçado dos meus pais, eu não suporto a vida que todos tentam me impor. Mas com você eu não precisava fingir nada. Eu podia ser eu mesmo. Eu precisava te ver, eu precisava te tocar. Eu fui até sua casa, a saudade que eu estava sentindo de ti era sufocante, me causava uma dor que eu nunca pensei que fosse sentir, bati na sua porta desesperadamente até ouvir você gritando um já vai, estava tão nervoso, eu não sabia o que fazer e quando a porta abriu e te vi. Porra. Você estava tão linda, eu não consegui conter o riso, mas você estava surpresa e quando me viu quase fechou a porta na minha cara, eu pus o meu pé para evitar que fechasse a porta, eu não podia deixar que fizesse isso – Ai. Praguejei baixinho. Olhei você mais uma vez, mas dessa vez eu te analisei, usava uma camisa minha que tinha pegado pra você, lembro que me disse que eu não ia precisar dela, você não sabia na época, mas tu tinha pego a minha camisa favorita, quando a vestiu, eu fiquei fascinado. – Precisamos conversar. Eu disse depois de muito tempo. – Não tenho mais nada para falar com você. Já dissemos o bastante, não acha?
- Não, não acho. Você vai me ouvir, querendo ou não. – Dei de ombros, estava decidido. – Eu n… – Melinda, por Deus, fica só por um segundo quieta e me deixe te dizer o que eu vim o trajeto todo pensando em dizer. Só um segundo. Ela me fuzilou com os olhos, odiava ser mandada, mas não contestou. – Você sabe o quanto eu sou o maior idiota do mundo, certo? – Ela assentiu e deu um sorriso presunçoso. – Mas desde quando nos conhecemos eu passei a ser o seu idiota, o cara que sempre te arrancava sorrisos, mesmo que não admitisse o que sentíamos um pelo o outro. Era você, Mel. Você foi a primeira garota com quem eu quis conversar sobre tudo e nada, a primeira a quem eu apresentei meus pais e foi a primeira a me dizer que gostou da minha mãe. Você foi a primeira garota da minha vida e eu duvido que vá existir outra igual
–Nath..
– Sh, não me interrompa ok? Eu sei que aquela menina envolta do meu pescoço te magoou. Eu sei. Eu não devia ter deixado que acontecesse. Mas eu queria que me odiasse, não entende? Eu queria seu ódio, porque não queria te estragar. – Envolvi seu rosto com as minhas mãos e acariciei as bochechas, eu vi quando fechou os olhos. – Você é a primeira garota por quem eu me apaixonei, princesa. Você acreditando nisso ou não. E quando ela abriu os olhos, eu vi que ela acreditava em mim, relutante como sempre, mas acreditava. – Eu também me apaixonei por você. Ela disse baixinho, eu a beijei lentamente. Como eu estava com saudades dos lábios dela. Como eu estava com saudades dela.  – Namora comigo? Sussurrei em seu ouvido e depois mordisquei sua orelha. – Sim. E esse foi um dos melhores dias da minha vida. Quando eu ouvi o seu sim, princesa. Quando eu tive esperança em nós.
—  Nath e Mel.

Pedido: amor faz um imagine com o liam que a sn ta com gripe e dor de garganta ai o liam cuida o dia todo dela e de noite fica cantando baixinho pra ela dormir

A música que o Liam canta é If I Could Fly

 

           Depois de mais um dia cansativo no trabalho e gravando meu novo CD eu apenas queria chegar em casa e dormir a noite inteira. Assim que abri a porta do meu apartamento estranhei o fato de que a minha namorada não estava na sala com um pote de doce ou cantando musicas antigas e pulando por toda a casa. Talvez ele tivesse saído ou poderia esta aprontando alguma comigo.

           Deixei meu casaco no sofá e fui para o banheiro que ficava no final do corredor, não estava muito a fim de ter que ir subir todas essas escadas para pegar minhas roupas. Após alguns minutos no banho sai apenas com uma toalha enrolada na cintura, subi as escadas, mas antes procurei s/n em todos os cômodos do andar de baixo, mas nem um sinal dela, confesso que já estou um pouco preocupado. Assim que entrei no quarto a vi deitada na cama com o nariz e os olhos vermelhos, ela apenas sorriu sem graça para mim, meu coração parecia que estava sendo partido ao meio, coloquei uma calça de moletom e deitei-me ao lado dela.

- Boa tarde meu anjo. – Beijei o topo da sua cabeça.

           Ela não disse nada apenas colocou a sua cabeça no meu peito e eu senti suas lágrimas escorrendo.

- Está doendo muito Liam. – Ela colocou a mão na cabeça e na garganta.

           Passei minha mão na sua cabeça e verifiquei a sua temperatura com um termômetro e estava muito alta. – Vai ficar tudo bem eu estou aqui com você. – A abracei delicadamente e beijei seu rosto.

           Coloquei na bandeja dois copos de cafés quentes e um remédio para dor de cabeça, já que ela não queria de maneira alguma ir ao medico, ela preferia ficar ao meu lado. Assim que entrei no quarto ela continuava deitada no mesmo lugar, isso já estava me dando uma agonia terrível, estava sentindo falta da minha garota brincalhona e sorridente de sempre. Sentei ao seu lado e dei a xícara na sua mão juntamente com o remédio, assim que ela tomou voltou a se deitar. Coloquei a bandeja no criado mudo e aproximei nossos corpos, ela tremia de frio.

- Canta para mim. – Ela disse com a voz tremula.

           Eu sabia o quanto ela amava me ouvir cantando só para ela. Sorri e aproximei minha boca do seu ouvido. – If I could fly, I’d be coming right back home to you. – Senti seus pequenos braços me apertando contra o seu corpo quente. - I think I might give up everything, just ask me to.

           Continuei cantando perto do seu ouvido enquanto o seus olhos iram se fechando, passei meu dedo na mecha de cabelo que caia sobre o seu rosto e seus lábios estavam entre apertos a sua respiração estava calma e lenta, beijei seu rosto e continuei cantando. - For your eyes only, I’ll show you my heart. - Minha voz estava calma assim como a sua respiração. Mesmo sabendo que ela já havia dormindo, continuei cantando, pois eu sabia que quando eu cantava para ela, s/n se sentia mais feliz e calma e eu amo essa sensação de poder trazer felicidade e calma para a mulher que eu amo.

           Sorri quando eu terminei de cantara a musica. Cobri o seu corpo e beijei seu rosto. - For your eyes only,

BOY IN LUV

Oiii Miiu… Eu queria pedir um mini imagine do Jungkook, Boy In Luv Nina Dobrev.  @allblacktan


*Obrigada pelo pedido. Vou esclarecer de novo como são os pedidos. Você escolhem um membro do BTS e uma música. Porém, quando escolherem a música, tem que colocar o nome da música e o cantor. Por exemplo, um mini imagine do Namjoon com a música Bad At Love da Halsey. Entenderam? *


♔ JUNGKOOK ♔


Jeon Jungkook, esse é meu nome. (S/N), esse é o nome da garota da qual eu mais amo e mais odeio nesse mundo. (S/N) é uma estrangeira bonita e inteligente da minha escola. É a garota que acelera meu coração no mesmo tempo que me faz querer arrancá-lo fora. O pior de tudo é que ela sabe o que faz comigo. Ela sabe o efeito de seu olhar sobre mim. E ela continua sem remorso ou coisa parecida. E mesmo assim eu ainda gosto dela.

_Oppa, você vai com a gente, não vai?

_Claro. Jungkook? Quer ir com a gente? Você quase nunca saí, mesmo – meu amigo passa um dos braços no meu pescoço.

_É oppa, vamos – (S/N) entrelaça seu braço no meu, fazendo meu coração acelerar – Vai ser mais legal se você for junto – ela diz divertida enquanto eu tento desviar meu olhar dela.

_Eu vou – assim que concordo em sair com eles, ela se distancia de mim, me fazendo pensar que foi uma péssima ideia.

Nós vamos juntos até uma lanchonete. Umas 6 pessoas se juntaram a nós nesse “passeio”. Comemos, brincamos e conversamos. E em todo o tempo eu olhava pra (S/N) e para aquele maldito sorriso dela. Quando ela via que eu estava olhando ela mordia o lábio, ou passava a mão no cabelo. O significado disso? Provocação. Depois da lanchonete fomos a o cinema ver um filme de terror, e ela sentou na minha frente do lado de um moleque qualquer. E para piorar a situação, ela ficou metade do filme abraçada com ele. Como se isso não bastasse, ela ainda o beijou, na minha frente. O meu sangue ferveu na hora. Eu não aguentava mais nenhum segundo naquela merda daquele lugar. Peguei minhas coisas e saí rápido.

_Hey, aonde você vai? Jungkook! – ignoro meu amigo e continuo andando pra saída.

Assim que saí da sala de cinema, esbarrei com um cara, mas continuei andando.

_Oh animal. Não me viu, não? – diz o cara de antes – Oh desgraçado – ele puxa minha blusa me fazendo virar pra ele – Não sabe pedir desculpas?

Eu não queria ouvir mais nada de ninguém. Simplesmente, soquei a cara dele e começamos a brigar. Alguns adultos que estavam por lá nos separaram. Quando eu percebi, o pessoal com quem eu havia saído estava olhando pra mim, cochichando uns com os outros. Quando eu vi a (S/N), meu coração voltou a acelerar, mas nessa hora eu já tinha me acalmado. Então eu olhei pra sua boca e vi o batom borrado. E assim que olhei para o cara ao lado dela, toda a raiva voltou. Eu queria socar a cara dele, mas tudo o que eu fiz foi me soltar, pegar minhas coisas e sair.

_Por que fez aquilo? – meu amigo vem atrás de mim – Fala comigo cara.

_Por nada

_Como assim por nada? Você saiu correndo da sala e quando a gente vai atrás de você e o encontra brigando com um cara no saguão, e você ainda fala que não foi nada?

_ME DEIXA EM PAZ CARA – paro e viro pra ele – EU FIZ AQUILO PORQUE EU QUIS, TEM ALGUM PROBLEMA?

_Você não é assim Kook – (S/N) aparece de trás do meu amigo.

_Eu vou deixar vocês conversarem – meu amigo volta para o cinema.

_O que você quer aqui, (S/N)? – desvio o olhar.

_Saber o que tá acontecendo com você, assim como todo mundo.

_Não, não. Você não se importa de verdade.

_Por que diz isso?

_PORQUE É VERDADE! – a encaro – Se você se importasse, pararia de me provocar. Pararia de ser tão fria comigo, mesmo sabendo que eu gosto de você – ela abaixa o olhar – O pior é que mesmo assim eu ainda gosto de você.

_Jungkook, eu…

_Eu não consigo entender. Por que (S/N)? Não é suficiente não corresponder meus sentimentos? Não é suficiente me fazer esperar uma mensagem sua todos os dias? Me dar esperanças e depois me tratar como se eu fosse poeira, como seu eu fosse um incomodo? Quem é você? Você é melhor que eu?

_Desculpa – ela diz baixinho.

_Não peça desculpas – me aproximo mais dela - Pare de me fazer querer te beijar. Pare de me fazer querer ter você – sussurro – Pare de me deixar não te esquecer.

_Eu não queria isso, Kook – ela segura minha mão - Não queria te magoar.

_Não quero sua pena – solto minha mão da sua – Quero você – levanto seu rosto e me aproximo mais - Eu juro, aqui, e agora. Eu vou ser seu homem (S/N), apenas espere.


Nossa, eu demorei bastante. Não sabia como começar. Ai comecei uma que ficou boa, mas não combinou com a letra, ai tive que refazer. *suspiro* Foi tenso. Bom, como eu disse antes, é importante o feedback de vocês, então digam se ficou bom ou o que pode melhorar. Podem dizer, ok? Aliás, tem umas referencias a letra de Boy In Luv, vamos ver quem acerta?

Pedido por: Anonimo

Notas: Eu peço MIL desculpas pela demora para postar! Esse imagine vai ser dividido em duas partes. Gostei tanto desse pedido que estou pensando em transformar em uma fanfic! O que vocês acham? Espero que gostem  ❤


— Já chegamos? — perguntei animada, já devia estar sorrindo há uma hora sem parar. Mas toda a minha alegria estava começando a irritar a minha mãe, que fazia questão de me lembrar que não estávamos nos mudando para Nova York por diversão.

Não era apenas estar em Nova York que me deixava animada, eu iria conhecer os Vingadores, simplesmente os maiores e mais poderosos heróis da Terra! O motivo: aprender a controlar os meus poderes. Até onde sei, consigo mover coisas com um tipo de “magia”, além de conseguir entrar na mente das pessoas, além de causar um tipo de hipnose.

Minha mãe conhece Tony Stark, então foi fácil descobrir alguém que pudesse me treinar. Segundo o próprio, ele me apresentaria hoje a um amigo, Stephen Strange. Não sei quem ele é, mas pelo nome estranho, deve ser alguém importante.

— E… chegamos — minha mãe chamou. Paramos o carro em frente a um grande prédio, com várias pessoas indo e vindo de maneira apressada. — Olha ele ali — ela sorriu, apontando para um homem andando rumo ao prédio, acompanhado de um outro homem, e um garoto que parecia tão maravilhado quanto eu.

Descemos do carro, indo em direção aos dois.

— Tony, quanto tempo! — minha mãe abraçou o homem, que só agora havia percebido sua presença. Eu estava mais afastada, com os olhos colados no garoto à minha frente. E apenas uma palavra vinha em minha mente: Uau!

Seus cabelos estavam cuidadosamente penteados para trás, parecia fazer o estilo mais “certinho”, era muito bonito, e seu olhar assustado o deixava ainda mais fofo.

Usava uma camisa azul com um tipo de piada sobre prótons e elétrons. Era um nerd, sem dúvidas. Aquilo, em partes, me deixou mais relaxada, pelo visto eu não era a unica “estranha” por aqui. As vezes nossos olhares se encontravam, mas ele logo desviava. E, de qualquer jeito, estava mais interessante observá-lo do que ouvir a conversa sobre os velhos tempos dos adultos. Uma parte de mim dizia para ler a mente do garoto, mas outra preferiu apenas admirá-lo. Seus pensamentos não eram da minha conta.

— Ei, garota — ao ver uma mão estalando os dedos próximo ao meu rosto, percebi que estava pensando há tempo demais. — Você fala, baixinha? Qual é o seu nome?

— Olá, Sr. Stark — levei um tempo para me situar. — Meu nome é S/N.

— Corta esse papo de Sr. Stark, você vai fazer parte dos Vingadores, pode começar a me chamar de Tony.

— Como é? — indaguei, confusa.

— Sua mãe não te falou? Droga, foi mal! — ele olhou para minha mãe, receoso, e ela lhe lançou um olhar de “era uma surpresa!”. — Vamos entrar, este sol está me matando e a minha sala é mais confortável. — disparou a falar, mudando de assunto. — E a propósito, este é Peter Parker.

Olhei rapidamente para o garoto, que me lançou um sorriso tímido.

— Stephen está nos esperando, você vai gostar de conhecê-lo, ele também lida com essa coisa toda de magia — ele disse, como se aquilo fosse algo comum. — Temos treinamentos de luta com o Capitão e a Viúva, vai aprender a manusear armas com o Gavião Arqueiro, e um pouco de… seja lá o que o Thor faz.

— Tudo bem — falei, sem saber ao certo o que responder.

Pegamos o elevador, e dele podia-se ver toda a empresa enquanto subíamos. Era incrível.

— Já sabe em que colégio vai estudar? Peter estuda em um ótimo. Quem sabe eles fazem amizade, não é mesmo pirralho? — Tony abraçou Peter de lado, deixando-o um pouco desconfortável, mas ainda assim, lisonjeado. Aparentemente, estar ao lado do Homem de Ferro era uma honra para ele.

Mas eu queria saber mesmo quando iria conhecer a Viúva Negra. Sou uma grande fã.

O elevador finalmente havia chegado a seu destino e era hora de sairmos. Andamos por um grande corredor, com várias pessoas nos cumprimentando, até chegarmos em uma grande sala. As janelas iam do teto ao chão e a vista para a cidade era linda.

Uma luz tomou todo o local, me cegando por segundos e quando voltei a enxergar, percebi que alguém havia aparecido por meio de um portal. Um homem alto, usando uma roupa colorida e capa, veio até mim lentamente, com um sorriso simpático no rosto, e estendeu a mão em um cumprimento.

— Stephen Strange, muito prazer em conhecê-la, você deve ser a minha aluna — ele disse.

— Meu nome é S/N, é um prazer conhecê-lo — apertei sua mão, ainda impressionada, e Stephen novamente sorriu.

Ouvi alguém bufar logo atrás de mim, e vi que era Tony Stark.

— Desculpe, garota, mas eu preciso conversar com a sua mãe e o personagem de histórias em quadrinhos aqui — Tony disse, apontando para Stephen, que fechou a cara. — Vai dar uma volta com o Peter por aí, conhecer Nova York, tomar um sorvete, qualquer coisa que crianças fazem.

Achei a ordem estranha, nós viemos até aqui e agora ele nos manda sair. Contudo, não protestei.

Com uma expressão ofendida, e um pouco irritada, Peter seguiu em direção à porta, e eu fui atrás dele. Após andar em silêncio por quase quinze minutos, resolvi puxar assunto:

— Então, você é parente do Sr. Stark? — passei a andar ao seu lado, tentando acompanhá-lo pois estava indo rápido demais. Não sabia o que fazer com minhas mãos, escondi-as atrás do meu corpo, brincando com os dedos, já me arrependendo de ter falado com o garoto, quando ele finalmente respondeu.

— Eu? — ele indagou, virando-se para mim sem parar de andar. — Não, eu ganhei uma bolsa e…

— Então você não tem super-poderes? Não faz parte dos Vingadores? — interrompi, em um tom de desafio. Não havia lido os pensamentos do Peter, mas é claro que dei uma olhadinha nos do Tony Stark. Quando ele nos apresentou, uma imagem do Homem Aranha logo lhe veio em mente.

— Eu não…

— Você é o Homem Aranha, não é? — sorri, ainda imaginando o por que de ele não ter contado que fazia parte da equipe.

— C-Como você sabe? — ele gaguejou, agora espantado. Suas bochechas estavam vermelhas, ele parecia envergonhado.

— Li a mente do Stark, faz parte dos meus poderes. Bem, eu ainda não tenho total controle, mas os treinos com o Dr. Stange vão me ajudar — enquanto eu falava, percebi que havíamos parado de andar e agora estávamos no meio de um grande parque movimentado. Ainda conseguia ver a Torre dos Vingadores, mas andamos bastante desde lá. — Não se preocupe, não vou contar o seu segredo pra ninguém.

Ele assentiu, mais aliviado.

— Obrigado. Eu não sei o que seria de mim se a minha tia descobrisse. — sorriu. — Ela ia pirar, e quando ela pira eu piro também.

Tinha visto os vídeos do herói da vizinhança no Youtube, e desde a primeira vez queria saber quem era o dono de tanta fama. E uma parte dentro de mim ainda não acreditava que estava na frente dele.

— O que você acha de me mostrar o que sabe fazer? — sugeri, e sua expressão tranquila deu lugar a espanto novamente. Ao perceber seus pensamentos, tratei de corrigir a frase. — Quero dizer, mostrar os poderes. Você mostra os seus e eu te mostro os meus.

— Ah, isso… Claro, claro — suas bochechas estavam tão vermelhas quanto um tomate, e aquilo me fez querer rir.

Corremos em direção a um parque ali perto, parecíamos duas crianças, mas não ligamos. Percebi que Peter estava mais à vontade agora que eu sabia sobre o Homem Aranha, deve ser muito dificil mentir para todos que ama, e esconder algo tão grande como esse segredo.

— Olha só — ele disse, olhando em volta para se certificar que ninguém estava nos observando. Nisso, em um piscar de olhos, ele deu um salto mortal, pulando para frente novamente, e girando no ar.

— Isso foi incrível! — sorri, aplaudindo sua performance e dando pulinhos em comemoração, ridículos por sinal. As pessoas que passavam me olhavam como se eu fosse louca.

— Muito obrigado, nobre dama — ele agradeceu, estendendo a mão para que eu a segurasse, indicando o lugar ao seu lado como se fosse um palco. — Sua vez…

— É um pouco mais complicado do que parece — avisei, ficando ao seu lado. Discretamente, estendi a mão livre em direção a uma criança em um carrinho de sorvetes. Ela estava na ponta dos pés, tentando alcançar o sorvete que o sorveteiro lhe oferecia. Movimentei os dedos, e minha magia envolveu o sorvete, saindo da mão do vendedor e flutuando para a mão da criança.

Peter ergueu as sobrancelhas, impressionado.

— Isso é incrível — disse, e percebemos que ainda estávamos de mãos dadas, nos separando rápido. Acho que agora eu também estava com as bochechas coradas. — O que mais pode fazer?

— Posso encantar as pessoas, fazê-las ver os próprios medos — disse. — Mas não quero usar esse poder.

Ele sorriu, assentindo.

— Acho que deveríamos voltar pra a Torre.

— Ou você pode me mostrar como Nova York é longe dos Vingadores — sugeri, torcendo para que ele aceitasse. Após fingir estar em dúvida, ele assentiu, me puxando pela mão em direção ao nosso primeiro ponto turístico.


Meses depois…


Adentrei a escola desviando dos alunos que andavam, inclusive, com disposição demais para uma Segunda-Feira de manhã. Aparentemente, todos acordaram com o objetivo de esbarrar no meu ombro, pois não importava o quanto eu me esquivasse ou me encolhesse, alguém iria se bater comigo.

Meu nível de mau humor pelas manhãs poderia ser considerado “alto demais para alguém do meu tamanho” e eu havia me esquecido o quanto odiava o ensino médio. Era sempre a mesma coisa: os garotos maiores praticando Bullying com os mais fracos, os professores sempre arranjando um jeito de envergonhar os alunos na frente de todos, e aquele falatório das garotas ao meu lado sobre o carro novo do Flash Thompson estava começando a me irritar a ponto de derrubar o colégio.

Já estava pensando em uma maneira de fazer o bebedouro explodir e parecer um acidente, quando fui puxada para trás e parei em um canto mais afastado, dando de cara com Ned, que abriu um sorriso simpático ao me ver. Logo, Peter também apareceu, revelando ser a pessoa que me puxou para longe daquela multidão.

— Imaginei que estivesse planejando uma maneira de derrubar o colégio — Peter disse, com um sorriso no rosto.

— Wow, você está tentando ser engraçado? — resmunguei. — Tente novamente, aranhazinho.

— O que ela tem? — Ned perguntou para Peter.

— Só mau humor, deve ser fome, quando comer algo ela melhora — respondeu, rindo.

— Agora entendo por quê a Michelle não suporta vocês dois juntos — escondi o rosto com as mãos.

— A Michele nos ama. Eu sei que você também — Peter se sentou ao meu lado, me abraçando forte. — Não ama?

Revirei os olhos e Ned riu, alternando os olhares entre Peter e eu.

— Vocês já podem se casar.

— Casar? De jeito nenhum! — dissemos juntos, e Ned riu ainda mais. Nisso, Peter começou a rir também.

Sorri, observando como Peter ficava fofo quando tinha uma crise de riso. Tenho me surpreendido comigo mesma, passando horas pensando nele, sorrindo só de vê-lo perto de mim. Eu não estava apaixonada. Ou estava?

— Cara… Eu preciso de uma namorada — Ned comentou, observando Liz Allen passar por nós, nos cumprimentando.

O alarme tocou, indicando que as aulas já iriam começar. Me levantei com preguiça. Era difícil me despedir dos meus amigos, e ainda mais difícil me despedir do Peter. Nos separamos, indo cada um para uma sala, e eu só esperava que o dia acabasse logo para poder vê-lo novamente.