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Prólogo (Choose Your Illusion)

~Mari: RELOOOOOOOOOOOOOU SEUS LINDOS ~meu primeiro relou oficial de fic de 2013 O-M-G ~não tentem entender.

Esse aqui é o prólogo da Choose Your Illusion, primeiro dos dois que a gente vai postar hoje. - sdds imensas de postar fics, omg - 

Então é o seguinte, não vou dar spoiller nenhum puq senão nem vai ter graça (ok, só unzinho: o prólogo não combina muito com a história, mas uma hora vai combinar)

~ke Mari?

Um dia vocês entenderão aeuihaeiaueha ~sou bad

Anyway, Enjoy, and leiam as notas finais :3

Os primeiros raios de sol batiam diretamente nos meus olhos pela fresta da janela. O quarto todo estava impregnado com o cheiro de café vindo da cozinha. Abri os olhos lentamente e me virei na cama, sentindo meu corpo ansiar um pouco de cafeína. “Não”, eu disse para mim mesma. “É melhor eu voltar a dormir.”

Puxei a coberta e fechei os olhos novamente, e no mesmo instante meu estômago começou a roncar alto, da mesma forma que uma criança berra quando quer algum brinquedo. Era como se ele pronunciasse: “eu quero aquele café, e você vai lá buscar pra mim”.

“Merda”, pensei.

Levantei da cama, ajeitei a blusa no corpo e baguncei os cabelos, coisa que eu fazia rotineiramente. Segui até a cozinha já imaginando o café da manhã.

Mas tudo o que tinha lá era uma bandeja com duas xícaras de café expresso, daqueles que se compra em qualquer lanchonete.

– Mas que porr… Cadê a comida?! – perguntei, abrindo a porta da geladeira.

– Bom dia pra você também – ele respondeu, em seguida estalou um beijo na minha bochecha.

Olhei para suas roupas e percebi que ele estava pronto para sair. Franzi o cenho e o encarei.

– Pra onde tu vai tão cedo?

Ele ficou imediatamente desconfortável, e passou o peso do corpo de um pé para o outro.

– Eu… É…

Deixei o café em cima da pia. Ele não parecia mais tão apetitoso. Olhei para o chão esperando a pior das notícias, mas por um momento tudo que pude ouvir foi o assobiar dos pássaros vindo do lado de fora.

– Vai… Fala.

– A banda vai pra Seattle daqui a pouco… Só tô aqui pra me despedir de você.

Eu sorri, aflita.

– Fala que isso é uma brincadeira, por favor.

Ele deu de ombros e se calou.

– Como pode – continuei – deixar pra me avisar tão em cima da hora? Nem por um segundo parou pra pensar que eu poderia me importar com isso? COMO PODE SER TÃO EGOÍSTA?

– EU NÃO FUI EGOÍSTA OK? Se tô aqui pra me despedir é porque me importo com você.

– SERIA MELHOR SE NÃO SE IMPORTASSE ENTÃO. – gritei, já com lágrimas no canto dos olhos.

Encostei no balcão e levei as mãos ao rosto. Como… Por que ele não me contara aquilo antes? Era deprimente se apegar tanto a alguém e de repente esse alguém resolve desaparecer da sua vida, como se fosse um acontecimento qualquer. Olhei para ele entre os dedos e vi que parecia aflito, sem saber o que fazer. 

– Vem comigo – ele disse – a gente se vira por lá.

– Ir com você? Vocês ao menos tem algum lugar para passar a noite ou dinheiro para comida? 

Ele balançou a cabeça negativamente.

– Mas vai dar tudo certo, eu sei que vai.

– Não vou sair daqui, muito menos por você. Se tem que ir, sai daqui AGORA e, por favor, não me procure mais. Lá em Seattle as dançarinas te satisfarão bem.

– Não fala assim Kath, tu sabe que tá sendo difícil pra mim e eu não tenho escolha… É a banda e…

– SAI DAQUI – eu disse, entre soluços.

– Ah quer saber? Pro inferno você também. – Ele disse, e saiu batendo a porta.

Peguei o maldito copo de café e taquei na parede. Bem lá no fundo eu sempre soube que aquilo acabaria acontecendo, e que não seria prudente viver a vida dele, nem que ele vivesse a minha.

“Foi só uma fase”, pensei com meus botões, enxugando o rosto com a barra da blusa. Eu seguiria em frente como se nada tivesse acontecido, e correria atrás do meu sonho, como era antes de tudo aquilo começar. A única diferença é que dessa vez não teria absolutamente nada para me impedir.

Mas um sentimento misto de fúria e arrependimento ainda pairava sobre mim, e por mais tímido e discreto que fosse eu conseguia perceber sua presença ali. Além disso, o lado irracional da minha mente tentava tomar-me a razão, suplicando para que eu fosse atrás dele e revertesse aquilo tudo. “Não”, eu disse em voz alta, “não dessa vez”.

Coloquei o disco dos Stones no volume máximo, começou a tocar Brown Sugar, que eu amava mais do que qualquer coisa. Olhei sorrateiramente pela janela, num momento de fraqueza, e fiquei decepcionada por não encontrá-lo mais ali. Balancei a cabeça desviando-o dos meus pensamentos e voltei para a cozinha.

– Droga.

Todo aquele café estava esparramado no chão, escorrendo pelos azulejos, e provavelmente mancharia tudo se eu não limpasse. Suspirei, cansada das minhas ações por impulso como aquela. Peguei um pano e me abaixei para limpar.

Drums beating cold English blood runs hot. Lady of the house wonderin’ where it’s gonna stop… – cantei, distraidamente.

Terminei de limpar rapidamente, e segue de volta ao meu quarto. Troquei de roupa e fui pentear o cabelo. Eu precisava sair. E o ocorrido de poucos momentos antes já parecia algo insignificante.

“Ah, brown sugar how come you taste so good?”

“Ah, brown sugar just like a black girl should”

Calcei os coturnos e segue até a porta. “Droga, a jaqueta. Onde ela está?” Comecei a procura-la em todos os cômodos, revirando tudo ao meu alcance e nada. Foi ai que resolvi buscar na minha memória quando eu a usara pela última vez, e o que fizera com ela posteriormente. As cenas dos dias passados foram se passando lentamente, como num flash back. Sorri quando lembrei de onde estava a jaqueta.

– Filho da puta, jogou-a debaixo da cama. – falei, voltando para o quarto.

Deitei no chão e me arrastei por debaixo da cama, apalpando o chão em busca da jaqueta. Minhas mãos sentiram algo e eu instintivamente agarrei, mas aquilo não era couro. Franzi o cenho pensando no que poderia ser aquilo e continuei atrás da jaqueta. Eu já estava próxima a parede quando senti o couro gelado e macio enrolado de qualquer jeito. 

Sai dali debaixo com a luz ofuscando meus olhos. Quando me acostumei a claridade novamente, pude ver direito o objeto que eu encontrara. Era uma corrente, com as duas pontas presas em um cadeado. Apertei o colar sobre o peito, percebendo a falta que aqueles caras me fariam. “Não vou ficar me lamentando agora”, disse a mim mesma. Coloquei o colar e a jaqueta, peguei minha carteira e segui até a porta. Mas antes que eu pudesse girar a maçaneta, ouvi alguém batendo, e me perguntei quem me visitaria a aquela hora.

– Abre. Eu sei que você tá ai. – eu ouvi a pessoa do outro lado da porta dizer.

Não reconheci a voz de imediato. Aquilo me parecia suspeito, peguei um taco de beisebol e coloquei sobre o ombro. “Não seja covarde, não agora”. Respirei fundo e abri a porta. 

Oh lord, o prólogo é tão pequeno que me dá depressão .-. Enfim… Lari e eu somos legais, lindas e extremamente sequices, isso vocês já sabem né? (era isso Mari? aff, tchau) NÃO, ESPERA. ~ok, já tá na hora de parar de inventar dialogos - never farei isso muahahahaha mas enfim again, nós estamos com dois projetos ao mesmo tempo, um deles é o dessa fic, a Choose Your Illusion, o outro é a You Could be Mine, que já já o prólogo vai tá ai também. Só que nós não decidimos quais vamos postar primeiro, dai como vocês são os leitores mais lindos do mundo >< (ok, sem bajulação) deixaremos pra vocês escolherem dai é só ir na inbox (gente, é tão fácil, só clicar na cartinha do lado do post que aparece a caixinha de ask, o dedo nem vai cair né ]: ) e falar qual fic vocês querem ler primeiro (só deixar um cyi ou ycbm já tá bom). Mas assim, precisamos mesmo que vocês nos ajudem, senão vai acabar que as duas fics vão ficar aqui atoa e a gente não vai postar nenhuma. Dai quando tivermos uma base do que vocês querem (lê-se algumas asks na inbox) começaremos a postar a fic escolhida ok? Mais pra frente a gente atualiza tudo sobre o ritmo de postagem e afins ~mas já vou adiantando que não vai ser fácil, esse ano nenhuma de nós duas teremos muito tempo livre ): BUT COMO VOCÊS SÃO LINDOS NÃO ABANDONAREMOS VOCÊS, HÁ, ME HUGEM [] ok, parei anyway, era isso. Kissos rangers e tomates <3