curara

Question:


Kuragehime is going to end really soon. What do I do with my life?

a) Shove my head inside an oven every time I hear the word “tequila”.

b) Sulk in my bedroom ‘till a stylist wannabe decides to turn me into a beautiful woman.

c) Spend months sulking over the fact that Shu will probably end up with that crazy slutty woman.

d) Pretend the story never ended at all and just go on living and loving jellyfish with a passion even though I’m disgusted by them. 

No le gustan los macarrones de empaque a Shiro-tan. Imagino que cree que su textura es bastante asquerosa, pegajosa y como de plastico….dahsdhajshdkhdka TIENE TANTAS MANIAS

Eres esa chica que muchas veces se encierra en su cuarto y se mira al espejo, tratando de ser bella y de cambiar, preguntándose qué está haciendo, porque sigue ahí? Porque se siente tan mal, tan triste, hay algo dentro que lastima, algo herido, algo que no curara si sigue buscando al asesino, a ese asesino de sus sentimientos…
—  Una chica sin etiqueta - ( kacybeatbeat )

Las lagrimas de una mujer jamas se las merecerá un hombre

Hace mucho no escribo pero en resumen , si! Lo que temía me volví a enamorar. Pude comprobar que el desquisiado Amor , duele…
Duelen las palabras, los hechos, la desconfianza, la incredulidad, duele idealizar, duele cambiarte, duele pensarte, duele amarte!
Mi camino a casa se volvio mas corto ya que en todo el transcurso solo te tuve en ella! Pensandote , pensandote y mas pensandote,
volví a caer lo se, cedí ante ti, a tus encantos, a tu amor, a tus cuidados , a tu cruel y hermoza sonrisa, te elegi a ti! Para que me curaras, …..para que curaras y no me vuelvan a romper nunca mas… Lo valoro pero ahora en consecuencia te amo! Y mierda amar duele y mucho ( aunque solo sea un no me despedí de ti ) nunca entenderé, como es que un sentimiento que dicen ser es el mas puro, puede causarte dolor…..

Me pedí volver. Hasta yo me necesitaba. 
Días sin escribir. Noches sin tocar la almohada.
Vuelvo a cero. Desnudo una mejor versión
lejos de aquellos miedos y esa fría depresión. 

Y lo digo yo que ahora duermo mejor.
Las ojeras están, no por la misma razón.
Consumiéndome en canciones y una sonrisa constante. 
A veces tan distante. A veces tan perdido, amor. 

En vos, en voz, en mí o en mi cuaderno.
O en todos esos temas que salieron desde adentro.
Y me encontré impaciente en Plaza Italia
mientras el tiempo pasaba y pasaba como si nada. 

Como si todo. Como si cada momento valiera oro. 
Como si nada importara. 
Como si el tiempo volara. Como si fuera el mejor. 
Como si cada abrazo me curara el corazón. 

Fue perder la razón tachando frase tras frase. 
Bases fueron capaces de sacarme del montón.
El mejor cualquiera. Ni mas ni menos, no. 
Y por eso vuelvo dispuesto a darlo todo hoy.

—  Matt.- El mejor cualquiera.
Mi alma muere

Creo que  no valoraste que era el único que te valoraba, desaprovechaste la oportunidad de volar siendo yo tu ancla y manteniendote segura, probablemente la indiferencia del momento te fortalezca como el orgullo de tus venas pero de cierto hay que los dias son malos y la soledad acosa, el amor duele casi como la muerte, mis palabras no dejan de ser de tu inspiracion  y mi lamento no curara nada, solo aceptar los 26 puñales que han atravesado mi corazon hasta destruir mi alma, que desangrada y agonizando se aferra a la nostalgia de la vida pasada la cual fue feliz, la cual vivió cuatro primaveras, la cual sin fuerzas luchó, la cual hoy se esta acabando. Mi sol y mis estrellas se estan apagando, pronto la galaxia de mis fantasias se consumira corrompiendose en amargura destada a raiz de mi moribunda y miserable alma.

2dc6 muerte lenta

26

instagram

"Enseña tus heridas, asi las curaras

Y cuando preguntes por qué estuve ausente tanto tiempo, tendré mil razones para no contarte nada, pero otras mil para decirtelo todo. Que quería olvidarte, que estuve prácticamente aislada de todo el mundo, con el corazón roto y la cabeza echa un lio, más bien me estaba volviendo loca. Que solo quería volver a lo de antes pero iba viendo que se hacía imposible poco a poco, que te echaba de menos, y solo quería hablar contigo para que me curaras las penas. Que las lágrimas que caían por mi cara eran culpa tuya y que nunca había odiado y querido a alguien tanto al mismo tiempo Que te quería, si, y te quiero. Es más, te seguiré queriendo toda mi vida porque algo así es difícil de olvidar, y se puede querer como amigos y también como conocidos.

Tendré mil ganas de contarte que perdía el tiempo pensando en ti, que cada domingo era un suplicio. Y sobre todo, me encantaría que supieras que tu tampoco fuiste el centro de mi problema. Que hay mil cosas más importantes y que duelen todavía más. Que estaba rota por dentro y nada me arreglaba. Que me rompía las manos contra las paredes cada tarde. Que cada noche era una tortura y que solo tenía ganas de cortarme, para no soportar otra noche más llorando, sin nadie que me secara las lágrimas. Ojalá supieras de una vez que estuve en una depresión constante y que no te preocupaste ni lo más mínimo por mi. Es más, mis padres pagaron lo que no debían y si no hice nada de lo que me arrepintiera fue por ellos. 

Sólo me gustaría que algún día preguntes que coño me ha pasado, para saber si en realidad me echaste de menos, o simplemente no te importo nada.

Dose Letal.

O vento estava frio, entrava pela janela e invadia o quarto de uma maneira sem volta. Lá fora podia-se ouvir o barulho da chuva caindo nas poças de água formadas em decorrência da mesma. Não dava para ver a lua, tampouco as estrelas no céu.

O corpo esguio da garota encolheu-se um pouco mais entre as cobertas, buscando algum tipo de calor a mais que o tecido do lençol pudesse lhe proporcionar.

É estranho que é em noites assim, frias, que paramos para pensar um pouco mais na vida.

A garota, por exemplo, estava pensando naquele momento. Sua cabeça dava milhões de voltas em tudo o que já lhe acontecera, como flashbacks, surgindo na mente sem pedir licença. As lembranças estacionaram nele.

Ele.

Ele que fora o seu remédio que curara alguns dos buracos mais profundos do seu coração.

Ele que fora o seu sorriso em meio a lagrimas descabidas de desespero.

Ele que fora o seu abrigo em momentos de solidão. Em noites frias e chuvosas como àquela.

Ele que fora a sua dose letal.

A sua dose letal de amor. A sua dose letal de dor.

O mesmo remédio que lhe curou, foi capaz de lhe intoxicar e de fazê-la adoecer novamente, abrindo buracos, cicatrizes, feridas e fazendo tudo sangrar de novo.

O mesmo sorriso curvou-se para baixo, marcando uma tristeza insuportável, deixando o rastro de um choro dolorido, imenso e infinitamente desesperado.

O mesmo abrigo destroçou-se, foi levado com uma tempestade de sentimentos sem razão, deixando-a em um buraco úmido, frio e escuro.

Ele.

A dose letal.

Ele. O motivo que a fez não querer mais sentir. Nada. Nunca mais.

A dose letal. Capaz de embebedar de dor cada tecido daquele corpo, capaz de envenenar de tristeza cada mínima célula.

Ele.

O ladrão. Que levou consigo sua luz, sua vontade e seu coração.

Ele.

O dono de sua dor. O dono de seu amor.

Ela sentou-se na cama. Tremeu um pouco devido ao frio. As mãos estavam gélidas, os dedos dos pés a ponto de ter uma câimbra. A garota suspirou lentamente.

Era verdade que ele fora o dono da montanha-russa de emoções mais alucinante de sua vida. Era verdade que ele a levara a extremos, entre o céu e o inferno, em poucos segundos. Era verdade que a sua instabilidade emocional atual se devia, em grande parte, a ele. Era verdade. Ela sabia perfeitamente disso.

Mas também era verdade que ela precisou passar por tudo. Ela precisou entrar naquele carrinho, dar um passeio naquela montanha-russa e saber como era estar em todos àqueles altos e baixos. Ela precisou ser levada aos extremos, para conhecer a sensação de estar no céu e no inferno.

E era verdade também que, mesmo que tudo isso tenha sido necessário, ele ficou quebrada. Estilhaçada. Confusa.

E hoje, apesar de toda a dor sentida quando tudo parecia sem solução, mesmo quando tudo estava escuro, ela entendia que fora uma etapa, um degrau para o seu amadurecimento.

Sem sentir dor, não podemos reconhecer o alívio.

Sem dar a cara para bater, não dá para saber qual lado será agredido.

Têm-se que correr o risco. Mesmo que no fim as coisas acabem mal. Mesmo que no fim, o coração esteja aos pedaços, como acontecera com ela. Deve-se arriscar.

O que seria da vida sem tentativas?

E era certo que havia uma parte dela a qual ela jamais iria recuperar. Ele levou consigo. Mas ela precisou seguir em frente, mesmo sem essa parte. Precisou dar um passo e depois outro, mesmo fraquejando, para ir além. Ela teve a necessidade de vestir a armadura para suportar os golpes, para não se machucar mais caso tropeçasse.

A garota sorriu. Um sorriso verdadeiro. Por que hoje, pensando e relembrando tudo, não doeu. Não machucou. Não houve nó na garganta.

Ela sorriu com os lábios, com os olhos e com o coração.

Hoje dava para enxergar e entender o que naqueles dias fora impossível: ele fora sua dose letal. Dose letal de amor. Dose letal de dor. Dose letal do que chamam crescimento.

Por causa dele, ela não gostava de sentir. Por causa dele, ela era feito pedra. Por causa dele, haviam imensos buracos no coração. Por causa dele, sua pele era mais espessa.

Por causa dele, houve um tempo em que ela fechou-se para o mundo. Mas… O que seria da mais bela borboleta se ela não se fechasse em seu casulo antes da transformação?

Hoje ela era uma guerreira.

Lutadora.

Vencedora.

A garota levantou-se da cama, colocando os pés descalços no chão gelado e olhando em seguida pela janela. A chuva estava dissipando-se. O sol nascia no horizonte. E por mais clichê que possa parecer, a única certeza que temos é a de que depois da chuva, o sol aparece. Depois da noite escura, a luz volta a aparecer.