corr!

Minha sensibilidade sempre foi um problema. Não é nada bonito chorar quando alguém que você gosta não dá a miníma pra você, é, de longe, ridículo. Sentimentalismo barato não é uma qualidade do século, o que está em alta é não ter coração, é não se importar, é responder quando lembrar, é ser frio, calculista e não se apegar. Ninguém quer ter o coração partido, mas partem corações sem pena alguma. “Antes o outro do que o meu”, o egoísmo fala sempre mais alto que a sensatez. Ninguém tem medo de ser acusado por magoar alguém, porque isso virou comum, o medo que eles têm é ser apontado como o que sempre sofre, o que chora, o que corre atrás. Não é feio engolir o orgulho, não é feio demonstrar o que sente, não é feio amar alguém de verdade. Feio é zombar do sentimento alheio e achar que é autoproteção.
—  Jadson Lemos. 

*Musica de tension* “¡Chan, chan, chaaaan! ¡Vege tiene celos oh, oooh, oh, ooooh! Syndicate corre…” 😂😂😂😆😆 #wigetta #wigerttawins

Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referências. Ama-se pelo cheiro, pelo mistério,pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca. Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera. Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o amor tem de indefinível. Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó. Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é.
—  Martha Medeiros
Corre por ali, mas cuidado com o tempo...

Nos últimos meses parece que as fases da lua mudaram de um dia para o outro, que eu fiz aniversário duas vezes no mesmo ano e que as coisas deixaram de ser iguais num espaço curto de tempo. Nesses últimos meses tudo aconteceu e eu estou aqui tentando entender como se quer cheguei ao que eles chamam de hoje e que na verdade daqui a pouco se torna ontem.
Será que você pode perceber como tudo está mudando? Ontem eu era a menininha pequena que me permitia brincar de boneca e hoje estou sujeita a esse mundo medíocre em que até os contos de fadas não passaram de uma doce mentira.Olho ao meu redor e com numa noite fria e escura me vejo perdida entre meus desejos incessantes, meus sonhos avassaladores e o tic tac do relógio dizendo “o tempo está passando”, será que os segundos diminuíram e esqueceram de me avisar? Já sei! Foi a hora que deixou de ter a mesma quantidade de minutos? Ou será que sou eu que dei tempo de mais a certas futilidades e esqueci de contemplar o nascer do sol, a chegada do inverno e todas essas coisas que dizem não ter preço? Talvez seja isso.
Vou lhe contar um segredo, o tempo me assusta, já não tenho o mesmo tempo que eu tinha quando comecei a escrever esse texto, talvez agora esteja nascendo alguém, morrendo alguém e eu aqui ainda tentando entender o tic tac do relógio.
Acho que vou indo, preciso parar de tentar compreender aquilo que simplesmente é, preciso questionar menos, viver mais, brigar menos, amar mais, preciso tudo mais, mas somente aquilo que é bom porque hoje tô de dieta, mas não é de comida não é de raiva, é de rancor, porque eu quero tudo menos dor, é meu caro, sabe que eu quero? A PAZ, O AMOR.
E você? Vai pelo caminho da felicidade, mas vai hoje porque já é amanhã e ai meu caro o ontem não vai dar pra mudar, mas hoje ainda é tempo de RECOMEÇAR, RECUPERAR, tempo de SE AMAR.


~Gabih Borges

Broken Heart; Capítulo 1 – Reencontrando o passado.

Você corre tanto. Faz tanta coisa. Nunca está contente. Não estaria na hora de parar um pouco, de refletir e de visitar suas raízes mais profundas?

 

Juliana chegara à empresa de advocacia onde trabalhava como secretária um pouco atrasada. Sentou-se à sua mesa, colocando sua bolsa em uma gaveta e ligando o computador.

— Bom dia, Ju! – Michele, uma das únicas pessoas com quem tinha convívio social lhe cumprimentou.

— O que ele tem de bom?

— Ih caramba! Já sei, andou bebendo outra vez? Ju… De novo? Ontem foi quinta-feira… – a outra soltou um longo suspiro.

— E tem dia para beber? Ora, me poupe!

— Sabe o que eu acho? Que você devia arranjar um namorado e tirar umas férias.

— E sabe o que eu acho? – a outra negou – Que você devia parar de falar besteiras e ir fazer seu trabalho!

— Ai, que grossa! – arregalou seus lindos olhos azuis – Sabe, eu nem sei por que ainda falo e me preocupo com você! – o tom de sua voz era de chateação.

— Pois é, nem eu sei… – ela deu um suspiro cansado, desviando sua atenção para seu computador.

Porque Michele insistia tanto em falar com ela? Se ela fazia sempre, de tudo, para afastar quem se aproximava? Não gostava de relações afetivas. Pra que se apegar às pessoas? Elas sempre iam embora, de qualquer forma…

Juliana? – seu chefe lhe chamou, pelo telefone.

— Sim?

Venha até minha sala, por favor. – e desligou.

Ela deu de ombros, caminhando até a sala do chefe. Bateu duas vezes e entrou.

— Bom dia, Sr. Marcos!

— Bom dia, Juliana! Eu gostaria de lhe pedir um favor… – ela apenas assentiu para que ele prosseguisse. – Na segunda, um sobrinho meu chega do Mato Grosso, para trabalhar aqui, conosco. Ele ficará responsável pelo setor de recursos humanos. Você poderia se encarregar de lhe apresentar tudo por aqui?

— Claro! Sem problemas! – ela soltou um sorriso.

— Ótimo! Era só isso…

— Com licença. – ela saiu da sala do chefe, indo sentar-se à sua mesa, começando o seu trabalho.

Reuniões, atender telefonemas, agendar algumas coisas, fazer relatórios… Quando se deu conta, já era hora de ir embora. Ela estava tão cansada disso. Seria mais uma noite cheia de pesadelos, onde ela teria que beber e fumar para tentar adormecer entorpecida. Oh sim, ela estava exausta de tudo isso.

Deviam ser por volta das nove horas da noite. Sua bolsa estava à tira colo. O barulho do salto batendo no concreto da rua, lhe irritava. Aliás, tudo lhe irritava!

Precisava fazer algo diferente naquela noite. Não agüentava mais toda a sua rotina desgastante. Parou em frente a um bar, este parecia-lhe realmente convidativo. Fazia algum tempo que não freqüentava lugares badalados. Não pensou nem duas vezes, entrou no recinto, indo em direção ao balcão e pedindo uma dose de uísque, a qual entornou rapidamente, e logo em seguida pedindo mais outra.

Algumas pessoas encontravam-se dançando no local, ao som de qualquer musica agitada. Ela acendeu um cigarro, indo em direção à pista. Talvez perto de tanta gente junta, os fantasmas de seu passado se assustassem e deixassem-na em paz. Finalmente. Nem que fosse por alguns instantes.

Parecia liberta, como há tempos não se sentia. Nenhum tiro ecoando em sua mente. Nenhum grito abafado. Nenhuma porta se fechando com força. Nenhum choro desesperado. Nenhum nojo tomando conta dela. Nenhum desespero assaltando seu peito… Nada!

Bebeu mais. Dançou mais. A sensação era maravilhosa.

De repente, sentiu alguém lhe envolver a cintura com suas mãos quentes, embalando os quadris de um lado a outro, juntamente com ela. Os lábios daquele alguém se apossaram do pescoço dela, fazendo-a jogar sua cabeça levemente para trás.

Ela virou seu corpo, para olhar a tal pessoa. Talvez ele fosse o seu amante por aquela noite. Não disse nada, ele tampouco. Estava parcialmente escuro e os lábios dele só encontraram-se ao dela. E dali, sem fazer questão nenhuma de apresentações ou conversas, ambos seguiram para uma noite de prazer, álcool e, para Juliana, de esquecimento.

(…)

Juliana acordou primeiro, sentindo o colchão macio embaixo de si, e sabendo que não estava em sua casa. Coçou os olhos, sentindo o corpo nu e a cabeça latejar. Olhou para o cara ao seu lado e assim que encontrou o rosto dele, o conhecimento se apossou dela. Fazendo-a arregalar seus olhos, não podia ser quem ela estava pensando que era.

— Bom dia. – a voz rouca soou. – Você já está indo?

— Hum… Sim. – ela murmurou de volta.

Deus! Ela precisava sair correndo dali. Catou sua blusa, vestindo-a e a calcinha logo após. Então ele virou-se, abrindo os olhos. Ela não queria, mas sorriu. E então pôde ver que o conhecimento o assaltou também.

— Juliana? – ela sorriu um pouco mais, apenas confirmando com a cabeça.

— Rodrigo. – afirmou.

Agora, olhando durante o dia, ela se perguntou como não o havia reconhecido? Afinal, ela reconheceria aqueles olhos em qualquer lugar.

— Caramba, eu estou constrangido. – ele sorriu, sem graça. – Poxa.

— Está tudo bem, Rodrigo. Relaxa!

— Quanto tempo. Não? – ele disse, coçando a cabeça.

— Sim. Muito tempo.

O silêncio apossou-se do ambiente e Juliana suspirou. Nem quando queria se libertar um pouco, a vida deixava. Ela tinha que se constranger.

— Eu vou indo.

— Não, espera. – ele falou, levantando-se, dando-se conta de que estava nu. – Fica.

E ela ficou. Ficou porque não conseguiria negar nada àqueles olhos. Ele vestiu-se, e ela terminou de colocar suas próprias roupas. Estavam num quarto de hotel, pelo que ela podia notar, e ele a chamou para cama.

— Estou hospedado aqui. – explicou. – Então… Como você está? – ele sorriu – Tem o que? Dez anos que não nos vemos?

— Estou sobrevivendo… E você? – ele apenas balançou a cabeça positivamente – Deve fazer cerca disso mesmo, que não nos vemos…

— Nossa! Você cresceu! – sorriu – Eu juro que não te reconheci ontem.

— Você também cresceu, mas seu rosto não mudou muito… Então, onde você estava morando?

— Em Cuiabá, com meus avôs… – deu de ombros – E o Davi? Como está? Ele vai me matar pelo que houve aqui. – ela abaixou a cabeça, suspirando lentamente.

— Não, ele não vai. O Davi morreu, Rodrigo. Faz cinco anos! – os olhos dela encheram-se de lágrimas. Ele arregalou os olhos.

— Não acredito! Eu sinto muito! – franziu o cenho, triste.

—Eu também sinto… – suspirou – E sua mãe? Voltou? – ele sabia que ela não aprofundaria o assunto. Por enquanto.

— Que nada! Ela me largou mesmo sozinho – sorriu tristemente – Uma vadia!

—- Não fala assim da tua mãe…

— Você sabe que ela nunca gostou de mim! – deu de ombros – Não tem porque gostar dela… E sua tia? Como está?

— Eu não sei. – fez uma careta estranha – Eu saí de lá tem alguns anos, depois que ela casou de novo… Nunca mais nos falamos.

— Entendi… Caramba. Nós somos dois desgraçados! – gargalhou, secamente.

— Sim, nós somos! Colocaram a gente nessa Terra apenas para sofrer…

— Algo assim… Mas então… Cuiabá não é legal?

— Bom… Sim, é! – deu de ombros – Mas cansei de lá. Sem contar, que minha avó e meu avô são dois velhos amargos. Acho que até mais que eu. E olha, que eu tenho motivos!

— É, as pessoas ficam amargas por motivos bobos. E sempre acham que são os maiores do mundo, quando tem gente pior que elas…

— Também acho! Eles têm um ao outro, uma casa legal, dinheiro, liberdade… E no entanto, vivem como se tivessem num enterro. – ele sorriu e ela o acompanhou.

— Sua mãe deve fazer falta para eles!

— Acho que sim. – deu de ombros – E seu pai? O acharam?

— Não! – ela mordeu os lábios – Mas eu queria achá-lo. E matá-lo, lentamente! – seus olhos se estreitaram e Rodrigo arregalou os olhos.

— Não, Ju. Matá-lo não vai te levar a lugar algum.

— Vai. Eu vou aliviar todo esse ódio que eu sinto dele… – ela soltou um sorriso fraco, levando o copo até a boca, sorvendo sua bebida.

— Te entendo. Eu também queria matá-la. – apertou os punhos fortemente.

— Se a gente pudesse… Seria tão melhor, não?

— Sim, seria!

— Mas você acha que sua mãe ta viva?

— Sei lá! – deu de ombros – Ela só foi embora. E eu nunca mais ouvi falar dela.

— Ela não ligava nem pros teus avós?

— Não sei Ju. Se ela ligava, eles não me falavam.

— Entendo… E você chegou à cidade quando?

— Tem dois dias. Estou hospedado aqui, enquanto não acho lugar para ficar!

— Sei. Eu posso ver se tem algum apartamento desocupado lá no prédio onde eu vivo. Claro, se vossa senhoria, não se importar com a humildade. Não é lá essas coisas…

— Ju, falando assim, até parece que não me conhece! Eu não me importo. Mas onde fica? – antes que ela respondesse, ele teve uma ideia. – Façamos então assim: Eu te levo, vejo onde é e amanhã eu vou lá falar com o sindico, para ver se tem algum apartamento desocupado. Que tal?

— Se você prefere… – sorriu – Podemos ir agora? Eu preciso de um banho.

— É, precisa mesmo. – falou soltando um sorriso safado.

— Ai, cala a boca! – deu uma tapa no ombro dele, lhe arrancando um sorriso.

 

“A carruagem do passado não nos leva longe.” (Máximo Gorki).

 

xx

 

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Preciso dizer que fiquei muito feliz com a aceitação de vocês *o* aqui está o primeiro capítulo. A Ju e o Rod se conhecem de longa data, ao longo da história saberemos como e porque.

Ela não é longa, esqueci de avisar. Tem apenas dez capítulos!

 

Bem, é isso!

 

Beijos e comentem se gostarem <3

Ohhh my god. Ohhh ,y god. Ohhhhhhhhhhhhh THERE IT IS THERE IT IS. THERE IT IS. OH MY GOD. EAYEAYEYAYEAHEYAHEY EYAEAAAAAAA YEAAAAAAAAAAAAAAA YEAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA YEAAAAAS. I FOOUND IT. I FOUND IT. I FOUND IT. I FOUND IT. YEAH. YEAAAAAAAAAAAAAAAH. I FOUNDI IT FINALLY!!!!! YEAH!!!!! OH MY GOD. OH MY GOD I FINALLY FOUND IT. OH MY GODO. HOH MY GOD. I CAN’T BELIEVE IT. TAKE A LOOK AT HTIS EVERBODY. A LIVE LEADER BULL SON IN MY HOMESTUCK UPDATE. I CAN’T BELIEVE THIS. I CAN’T BELIEVE THIS. I FINALLY GOT IT. OH MY GOD my heart is beating 100 miles per hour. i was listening to my favorite band once again. Sum 41. No Reason. Live in Ontario 2005. after 25968 pages I HAVE FINALLY GOT IT OH My god corre al gol, lo va a patear yyyy GOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOoOoOoOoOoOLLLLLLLLLLLLLLLLL!!!!!!!!!! GOL GOL GOL GOL GOL GOL GOL GOL!!!!!……QUE GOLAZOOOOO!!!! *churns butter very quickly*

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VIDEO: ROSIE, LA GATITA RESCATADA PIENSA QUE ELLA ES UN PERRO HUSKY | FOFURAS FELINAS

Rosie tenía 3 semanas de edad cuando fue descubierta sola y enferma. Por el aspecto de su frágil figura, sus rescatistas no pensaban que la pequeña gatita sobreviviría; es decir, hasta que se le presentó a un sustituto poco probable…

“Casi no lo logra pasar la primera noche… Así que decidimos dejarla abrazarse extensamente con Lilo (La Husky)… un milagro ocurrió, ella comenzó a amamantarla”, Lilo en modo de mamá”.

Lilo, que nunca había tenido cachorros de su cuenta, instintivamente sabía exactamente lo que necesitaba Rosie (un extenso abrazo), y en dos días, Rosie había abierto los ojos. Una semana más tarde, la gatita con un comienzo muy duro se convirtió en parte de la manada: Rosie ahora corre al lado de perros esquimales!

Viaja al parque, camina con una correa, Rosie la gata hace todo junto a su amada familia Husky (quien tal vez piense que ella es un perro de tamaño de bolsillo?

Instagram: https://instagram.com/lilothehusky/

Fofuras Felinas | Ana María Mejía Vélez | gerencia@fofurasfelinas.com

www.fofurasfelinas.com | Fofuras Felinas, más que una tienda: información, actualidad, consejos… gracias a nuestra experiencia y pasión, buscamos orientar a los dueños de felinos con información útil, en un formato claro y conciso con el fin de fomentar la cultura gatuna en el país. Medellín – Colombia

Me acerco a ti, respiro tu aire y siento que el mundo se detiene, que nada importa, ni el cielo que que cambia, ni los ruidos de dentro, ni las miradas que están sobre nosotros, ni el tiempo que corre. Importa que te tengo ahí, que me robo tu corazón para entregarte mi alma con el roce de nuestros labios.
—  Lily Potter, mi Luna.

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You can tell a lot about a person from their music. Hit shuffle on you iPod, Phone, MP3, or whatever, and put the first 10 songs! One rule, no skipping!!! Tag 10 people and pass it on!

The Airborne Toxic Event - It doesn’t mean a thing

Roxette - dressed for success 

Maroon 5 - hands all over

Paul McCartney - getting better 

The Beatles - twist and shout

Blind Melon - no rain

Coldplay - God put a smile upon your face 

U2 - cedarwood road 

Prince - kiss

The Corrs - make you mine 

I tag: otrascosasseries ghtlovesthg titania522 panemforfuturereference purple-cube hashtagpeeta sponsormusings mitchesbcray booksrockmyface ombradellaluna

Please tag me so I can see your responses :)

anonymous asked:

+ excluir o contato dele e ele nao veio atras, mano meu melhor amigo, que me ajudou e tal, a gente se separou assim do nada, vc pode ate pensar " po besteira" mas sabe aquela amizade foda? que te ajudou nos teus piores momentos? era a dele, mas ai de repente tudo acabou, sei la, voce acha que eu devo ir atras? ou acha que é tarde demais? sinceramente, acho que se ele sentisse mesmo a minha falta, ja teria falado comigo.

Poxa porque excluiu o contato?  Poxa eu não acho besteira, pois tenho 3 amigos que eu posso sempre pedir ajuda. Eles são fodas eles são como meus irmãos a distância. Será que ele é orgulhoso? Porque pessoas orgulhosas nunca corre atrás, eu sou orgulhoso pra caralho, então sabe neh? Eu espero correr atrás se não correr eu fico parado aueaue. MAS agora eu estou correndo atrás e conversando e perguntando se está tudo bem e tals … . Tente conversa com ele e tals e ver se mudou um pouco mais essa sua amizade tua e dele… Se ele não demonstrar que se importa contigo, deixa ele de lado e segue a vida, vai doer? Sim, mas será melhor pra você.

Tenho tentado me estressar menos, sorrir mais. Carregar menos o mundo nas costas, dormir em paz.
—  Clarissa Corrêa