contrapartidas

Por que eles olham com medo de avistar a verdade?

Eles balançam mesmo quando estão parados, parecendo partículas agitadas de um átomo que nunca permanece, mas se altera. O singular se altera e se transforma no todo, enquanto o todo se modifica para virar o singular.

A luz cegante da verdade só existe quando entende-se que o tudo é o nada espalhado para todos os lados e, quando se compreende que o nada é, nada mais e nada menos que não o tudo contido em um ponto singular.

Em contrapartida, vomito palavras como forma de revolta pela ignorância generalizada em todos os indivíduos que não sabem de nada.

John Neseper

Seja bem vindo @SHMLST!

Nome do Faceclaim:  Kim Jongin - EXO 

Nome do personagem:  Kim Jongin  

Data de nascimento : (não informada) 

Seu personagem é :  Demônio

Altura :  178cm 

Nacionalidade : (não informada) 

Twitter :  @SHMLST

Tumblr :  http://nxmelesslust.tumblr.com 

Personalidade :  Um anjo de aparência invejável, se é que aquele sentimento pudesse ser implantado no paraíso, gosto de pensar que dentre todos os presentes naquele antro de paz eu era o que poderia ser considerado o mais dedicado e conservador do meio. Sem buscar a atenção para mim, nunca tentei intervir nas decisões seja do lado de lá, ou do lado de cá. Um poder persuasivo indescritível e de uma racionalidade inabalável foi assim que fui expulso dos céus. Por não concordar com a incoerência dos argumentos de Deus e ao mesmo tempo não concordar com a falta de argumentos de Lúcifer em contrapartida. Se alguém tinha o direito de governar o Paraíso, esse alguém tinha de ao menos fazer jus ao seu poder de persuasão. Não me vejo nessa posição, mas hey, eu daria um conselheiro melhor do que qualquer anjo ali presente. Já vemos então que a humildade não faz parte das minhas qualidades, apesar de diversas e hoje posso incluir a vaidade e sinceridade ao meu hall extenso delas. Personalidade forte e difícil de ser abalada, e apesar de não ter sido o anjo destaque dos céus posso ser comparado aos próprios arcanjos no quesito força e fidelidade à meus princípios. Mesmo após a expulsão do Paraíso mantenho-me fiel à mim mesmo. Lúcifer não me comanda, eu mesmo me comando.

Biografia : Eu não tenho um nome, nem mesmo nacionalidade, sequer tenho um Deus regente. Sou dono de mim mesmo, mas se Lúcifer pensa que eu não sei que ele tem os capangas dele na minha cola está imensamente enganado. Não sou ingênuo e menos ainda sou qualquer um da ralé que ele mandou atrás de mim. Fui expulso dos céus por não concordar com Deus e expulso do Inferno por não concordar com Lúcifer. O livre arbítrio é uma coisa que não se pode mais ter nem nos extremos e menos ainda aqui, na Terra. Sou um anjo caído, mais especificamente, um exilado. Faço minhas próprias leis e, o motivo pelo qual estou sendo caçado por Lúcifer é simples: eu seria o comandante de suas tropas se ele conseguisse me controlar. E advinha? Ele não consegue. Não sou qualquer um, não posso me comparar ao próprio Lúcifer mas em questão de força estamos em patamares muito próximos, assim como eu era comparado à arcanjos no céu, no inferno eu poderia ser comparado aos seus atuais fiéis escudeiros, com uma pequena diferença, não há nada naquele antro de dor e sofrimento que eu não consiga governar. Eu apenas opto por manter minha identidade muito bem guardada, e por isso, quando fui expulso do Inferno abdiquei de minhas asas. Elas não me teriam serventia para onde eu estava indo e eu poderia usar muito bem dos meus outros dons demoníacos. Como já mencionado, apesar de involuntariamente eu chamar muito a atenção por minha aparência, sou uma “criatura” conservadora. Meu espaço e minha intimidade são apenas meus. Viver eternamente é um tédio completo, então, eu tive de me meter em algumas encrencas pra poder passar o tempo. Eu não tomo partido nas decisões dos extremos mas isso não significa que eu não possa brincar com as emoções e sentimentos humanos. Eles são muito maleáveis e eu gosto de vê-los tentar resistir. Apenas tentar. A possessão por outro lado não é muito interessante, o corpo humano é fraco e ao meu ver não é vantajoso manter-me naquela forma, prefiro meu próprio corpo ao qual eu tenho completo controle; mas enquanto ser demoníaco e se tratando de mim, não há nenhuma restrição nos meus dons. Eu domino todos as grandes habilidades dos demônios comuns e ainda tive a oportunidade de até mesmo desenvolver por mim mesmo algumas outras habilidades. O tempo e espaço são coisas muito subjetivas já que eu já estava aqui antes mesmo do tempo ser considerado tempo, e por isso, narrar minha vida é algo muito complexo. Acompanhei a evolução (ou seria melhor dizendo sua degradação?) humana de perto, já que quando abdiquei de minhas asas pude manter minha forma o mais parecido com um ser humano comum possível, obviamente que tive de fazer as devidas alterações para cada época em que vivi e os lugares pelos quais passei. Considerando que eu sou o ser mais antigo que já pisou nesta terra podemos considerar que eu já vi de tudo. Conheço cada ponto, linha e curva desta Terra que os homens pensam dominar, e apenas pensam, já que eles não fazem ideia de que são apenas peões nos jogos entre o céu e o inferno. Apesar de ser uma criatura neutra isso não faz de mim um anjo bom e nem um demônio maléfico, faço o que bem entendo e nos momentos em que bem entendo, sendo assim, meu dedo pode ter certeza que esteve nas grandes catástrofes das quais já se ouviu falar - e as que não ouviram falar também - pragas, mortes por indução, meu poder persuasivo não diminuiu em nada quando fui expulso, ao contrário, somente tendia a aumentar. E considerando o tempo que eu tinha e tenho de sobra… Há muito o que fazer. Livros de história podem lhe contar melhor pelo que a humanidade passou nesse meio tempo em que eu tenho vagado por suas terras, mas ainda assim, alguns fatos históricos que tiveram relevância em quem eu sou e o que eu faço hoje posso mencionar. O tédio foi meu grande companheiro até surgir uma alma desesperada querendo…. Diversas coisas. Acredite. Já ouvi de tudo nessa minha longa vida. Uns queriam riquezas, outros quiseram mulheres, fama, cura de doenças. Enfim. Infinitas coisas pelas quais a barganha não era difícil já que eu apenas queria entretenimento. Companhia, por assim dizer. Pude aprender muito, inclusive as línguas mais variadas do ser humano; o prazer da carne, e posso até mesmo dizer que o que hoje chamam de pecados da carne meu dedo também estava ali. Talvez até mesmo mais do que meu dedo, e isso fica subentendido aqui entre nós. É curioso como o ser humano tem a tendência à degradação de sua espécie. Pude ver tantas guerras quanto qualquer um pode aguentar, e é sempre a mesma velha história: nenhum dos lados concorda e isso gera atrito. Existiram filósofos, físicos, matemáticos, mentes brilhantes que fizeram muito mais pela humanidade do que esses “grandes líderes” que estão mais para seres humanos boçais que não conseguem mover um único dedo sem ter o consentimento do famoso diabinho do lado esquerdo do ouvido. O livre arbítrio morreu com o tempo (se é que algum dia ele existiu) e há quem diga que o capitalismo está tentando recuperar isso, bullshit. Mas voltando à linha cronológica. Podemos dizer que o pecado da carne sou eu. Os grandes pecados carnais são todos derivações da minha mente pervertida e da minha capacidade de persuasão. E até mesmo do meu tédio. Eu queria explorar os confins da mente humana e que forma melhor de se fazer isso do que justamente estar entre eles? Não era o reino perfeito cheio de suas mais variadas picuinhas mas também não é um lugar totalmente ruim. Sou uma espécie de camaleão então me adaptar aos diversos ambientes não é uma tarefa difícil. Inclusive, minha habilidade que pode ter maior destaque em quem sou hoje, é com toda certeza a Metamorose. Conforme os anos se passaram, séculos, milênios a sociedade humana foi ganhando massa. População. Organização. E consequentemente foi ganhando também uma atenção maior da minha parte. A vida humana se comparada a minha é um piscar de olhos, então, quando eu não estava preso à um ser humano por seu pacto, eu estava simplesmente vagando e buscando, conhecendo e explorando tudo o que me gerava interesse. Eu sou uma criatura curiosa, então, não é nada mais comum do que isso. Com o passar dos anos também, a espécie humana deixou de ser única. Suas origens, no entanto, são desconhecidas, mas surgiram raças diferentes. Alguns até mesmo beirando a imortalidade… É isso soa muito interessante para alguém que precisa e gostaria de ter uma companhia por mais tempo certo? Não tive o prazer de cruzar com muitas criaturas de tal porte, e todas as que cruzaram meu caminho não tiveram um bom destino… Eu acabei tirando suas “vidas”, ops. Com exceção talvez de uma criatura que merece um pouco mais de destaque. Depois de vagar por tanto tempo sozinho, você se acostuma, e cá entre nós eu nunca fui muito sociável apesar de sempre muito aberto à conversas. Não é à toa que eu aprendi muitas línguas e costumes em tão pouco tempo; de boca em boca a gente consegue algumas coisas de maneira muito simples. Eu não posso precisar agora o local e o tempo em específico, mas eu já não mais me sentia tão confortável em vagar por aí na minha forma humana, e por isso muitas lendas foram criadas – aquela Pantera de Dante Alighieri não estava lá no Canto I à toa – sendo assim, eu preferia me manter na minha mais recente criatura. O Jaguar, ou a Pantera Negra, chame como quiser. É uma forma que se assemelha à minha própria natureza enquanto força e rapidez, fora que, meus instintos sempre foram muito bem aguçados, então, como um animal não domesticável eles estavam sempre à flor da pele. É engraçado o que o ser humano pode ser capaz de fazer quando bate o desespero, acredite quando digo que já vi de tudo nessa “vida”, eu realmente vi muita coisa das quais eu gostaria de sequer me lembrar, mas infelizmente não posso me dar à esse luxo; e quando um animal indefeso se vê encurralado, das duas, uma. Ou ele se rende, ou ele barganha. Acho que aquele dia em específico encontrei alguém disposto a barganhar. E isso me rende até hoje grandes dores cabeça. E muito divertimento também, diga-se de passagem. Era óbvio que aquele ser minúsculo não era mais um humano, e se ele não sabia disso, iria descobrir muito em breve o que havia se tornado. E, portanto, ele não tinha uma alma. Ao menos não mais. Sua respiração estava mais fraca do que o normal e o cheiro de ferrugem estava impregnado no ar. Meus pelos se eriçaram por completo, disso eu me lembro. Não sou adepto ao canibalismo, mas aquele cheiro de sangue me deixou um tanto desconcertado, meu lado animal estava mais alerta do que eu esperava. E era claro que aquela criança tinha menos de alguns minutos de vida. Eu podia vê-lo perfeitamente, mas duvido que ele conseguisse discernir algo além da minha presença; essa é a primeira coisa que os humanos podem sentir antes de efetivamente ver o que está à sua frente. Todos temos instintos, mas os seres humanos são estúpidos o bastante para ignorá-los quando vem aquele pequeno alerta à cabeça de “perseguição”, ou ainda, o mais comum “perigo”. Creio que se ele não estivesse à beira da morte naquele momento, aquela criança jamais teria sequer olhado para trás quando me aproximei, e menos ainda quando abandonei minha forma animalesca para que pudesse falar seu idioma. Estava frio, e estava escuro, mas eu podia ver muito além do que somente aquele ser humano patético à beira do purgatório. Não, sua alma não havia ido para as portas do Paraíso, considerando a pessoa em questão, sua alma na realidade passou muito longe da cabeça do Grande Poderoso. Ele estava sozinho, e agora sua alma havia sido perdida para algo mundano, e isso era tão patético quanto o que ele havia se tornado agora. Mas, eu estou sempre disposto à uma boa conversa e uma companhia interessante. Naquele momento me pareceu viável ao menos tentar lhe escutar. Como eu havia mencionado, hoje estamos no momento da barganha, e foi justamente isso o que ele fez comigo. Em troca de ter sua vida restaurada, ele seria meu. E era uma ótima ideia, considerando que eu estava realmente cansado de fazer pactos com almas passageiras. O fato dele não ter uma alma propriamente dita não quis dizer nada, eu não estava interessado naquilo. Ele já estava condenado, não precisava da minha ajuda para se afundar mais no abismo ao qual havia se jogado; ele teria de viver com as consequências de seus próprios atos e erros, e eu não tenho voz nisso. A verdade é que eu fiquei realmente tentado a lhe conceder uma ‘segunda chance’ e em troca ele seria minha marionete. Não sou uma criatura grudenta, então, o que ele quisesse fazer com sua própria vida, pouco me importava, desde que quando eu precisasse ele estaria lá para suprir minhas necessidades por assim dizer. Não sou exigente, mas era no mínimo interessante saber que eu teria esse tipo de privilégio, ainda mais, vindo de alguém supostamente eterno. Eu mesmo o mataria caso o pacto fosse quebrado, e o acordo não me limitava demais quanto à minha posição de anjo caído, então, estava tudo nos seus conformes. Eu só queria um pouco de distração. Sendo assim, acatei ao seu pedido, e sua vida foi restaurada. Porém, o acordo somente seria selado depois dele cumprir o que havia mandado terceiros fazer. Quer um serviço bem feito? Faça você mesmo. Isso é mais do que verdadeiro. Não foi difícil encontrar a dita cuja que havia feito toda aquela bagunça, e nas condições em que meu ‘subordinado’ estava ele não seria capaz de fazê-lo sem uma ajuda, porém de qualquer modo ele tinha que provar à mim que queria realmente viver. Eu não iria sujar minhas mãos, não as sujei em nenhuma guerra nos últimos milênios, não seria agora que eu iria fazê-lo e em troca de quê? Nada. Então, ele que se virasse para matar a criatura que o havia transformado se quisesse realmente viver. Bom, ao menos ele se provou digno da tal segunda chance. Vampiros são uma raça tão interessante quanto os homens propriamente ditos, a diferença é que eles vivem bem mais do que os humanos comuns. Mas a natureza humana sempre esteve no corpo daquele garoto, feliz ou infelizmente. Não se engane quando digo garoto, pois ele passa longe de ser uma criança, mas, considerando quem vos fala, as idades não tem nem comparação. Eu mesmo não gosto de me limitar à uma data de nascimento, ou até mesmo à um lugar de origem. Eu não tenho nenhuma ligação com qualquer uma dessas coisas mortais. Não tenho um começo, nem um fim, apenas um meio. E assim, foi que tudo começou aos seus trancos e barrancos. Como eu havia mencionado antes, eu não o tornei meu prisioneiro, mas ainda assim, nós temos o que se pode chamar de uma ‘ligação’, que funciona independente do lugar em que ele se encontra, ou até mesmo eu. E se ele não quiser quebrar o pacto vai ter de dar seu jeito de me encontrar. E isso é muito divertido, ainda mais quando ele decide fugir e vai para lugares com mares de distância. O divertimento está em vê-lo ter de se virar do avesso pra me encontrar, como um jogo de pique esconde em que o campo da brincadeira pode ser qualquer lugar no mundo todo. Ou fora dele. Quem sabe? Eu sou uma criatura muito divertida. Ou talvez meu senso de diversão é que esteja distorcido, mas isso não importa. Fazê-lo se deslocar mares até mim para apenas fazer algumas compras é extremamente satisfatório, diga-se de passagem. Mas nesse ritmo a vida voltou ao normal, a diferença é que eu comecei a me interessar muito mais pelas peculiaridades do ser humano, passava meu tempo estudando-os ou até mesmo estudando seus estudos. É cada coisa que você encontra nos livros de história, que sinceramente, como pode uma raça inteira ser tão mentirosa? Se você crê em tudo o que lê por ai, é hipócrita por acreditar que o ser humano é tão magnífico à esse ponto. Ao ponto de tamanhas façanhas. Claro que isso não inclui todos, mas as exclusões são raríssimas, e a humanidade se baseia única e exclusivamente na glória de alguns poucos que se saíram bem nessa história toda. Apesar desses pequenos encontros fossem para serviços de verdade ou para apenas me acompanhar quando eu queria divagar sobre algumas peculiaridades das minhas pesquisas, haviam gaps de tempo aos quais passávamos anos sem nos vermos e eu sequer lembrava de sua existência. Apesar de tê-lo acompanhado sempre, para não correr o risco dele acabar morrendo por aí, ou até mesmo encontrando qualquer outro demônio de baixo calão que quisesse se meter com um dos meus. Precaução, apenas. Pequenos animais, as vezes até mesmo alguns de porte maior, ou pessoas mesmo. Tudo para manter a ordem ao meu favor, mesmo que o caos imperasse lá fora. Não foi nada muito chamativo ou complicado. Nesse meio tempo eu mesmo acabei me virando à moda dos humanos, arrumei alguns empregos, estes que é claro não envolviam nenhum envolvimento mundano, acredite quando digo que a persuasão pode abrir portas às quais você jamais poderia imaginar. É claro que também isso não está ao alcance de qualquer um. E eu, como já mencionei tantas vezes, não tenho nada que me prenda à lugar algum. Sou um exilado, um andarilho. E me meti com a escória de todos os tipos enquanto ia de país à país descobrir mais e mais coisas. A evolução é uma coisa fantásticas. Coisas que nunca pude imaginar, em milênios, a humanidade desenvolveu e apesar da sua degradação interna, é indescritível como uma raça tão frágil e tão insignificante pôde se desenrolar nesse mundo imenso. Não deve ser à toa então que o Poderoso estava de olho nessa raça, e agora Lúcifer também estava tendo sua parcela de interesse nesses seres tão pequenos. Atualmente meus planos não envolvem muitas coisas, além de me manter no meu canto, sem a intervenção tanto lá de cima quanto lá de baixo, então minha pequena mudança para o oriente não foi tão dificultosa, mais especificamente Tóquio, e além do mais eu não tinha pressa nenhuma. Para alguém que viveu tanto quanto eu, sei lidar com meu próprio tempo e meu próprio espaço muito bem. Apesar da minha pele em um tom amorenado para esse país em questão, consegui um “emprego” facilmente em um ramo peculiar. Comecei como stripper em um clube que não merece ser mencionado, pois além de não ter me ajudado em nada, o salário não foi dos melhores. Eu ganhava o bastante para conseguir me sustentar na minha forma humana, mas era com a minha forma de jaguar que eu realmente me divertia quando podia ou tinha algum tipo de descanso. Eu sou um ser noturno, e as luzes das grandes cidades sempre foram a primeira coisa que me chamaram a atenção. Assim como eu sempre chamei a atenção onde quer que eu passava, foi em uma dessas andarilhadas que eu me meti na primeira encrenca por assim dizer com uma raça que nunca me gerou real interesse. Dizem que se envolver com coisas relacionadas ao submundo te leva à um caminho sem volta, e não é mentira, mas para alguém como eu aquilo não foi empecilho. Eu sou tão felino quanto minha forma metamórfica, e consegui usar daquilo muito bem. O que as dadas prostitutas por assim dizer das espeluncas pelas quais passei em busca de alguma coisa que me gerasse interesse, eu fazia melhor, cobrando mais caro. E foi ali que eu me encontrei, ao me envolver com zés ninguém à princípio, me rendeu uma boa grana e também me rendeu bons contatos além de uma fama que podia ser dita como ‘deliciosa’ para a maioria de meus clientes. Por ser considerado um estrangeiro e por fazer meu serviço muito bem, obrigado, tinha a cartela dos melhores clientes de toda a região, e era o prostituto mais bem pago também. Se aquilo gerava intrigas? Sempre gerou, mas eu não estava me importando, afinal, havia me metido com a pior gente de toda cidade, mafiosos, traficantes, políticos, e os zeros antes da vírgula tornavam tudo muito prazeroso. Eu tinha acesso fácil a informações, e de quebra ainda tinha a proteção ingênua dos humanos, afinal, se eu quisesse mesmo alguma encrenca poderia me virar sozinho. Hoje, eu vivo como sempre vivi, para mim mesmo, em uma casa grande afastada da capital, dois andares pois sou espaçoso, e gosto da sensação de liberdade que o lugar proporciona. Sem aquela zorra da cidade grande, mas ao mesmo tempo próximo de tudo. Eu não tenho interesse em dirigir, portanto, quando quero alguma coisa na capital basta nada mais do que um telefonema para a pessoa certa. Não dependo de ninguém, muito pelo contrário, são meus clientes que dependem de mim. Eu faço meu serviço muito bem feito, para que não haja reclamações ou desistências no percurso. E quem prova uma vez sempre volta. Meu nome é Kim Jongin, e estou sempre ao seu dispor.

Jjong x Jaeho: Screwing up the basketball tm's stuff. (Fechado)

Após algumas horas fora de seu quarto, Jonghyun retornou ao cômodo com uma expressão tediosa visível em seu rosto. Havia saído na intenção de conhecer os arredores do colégio mas, até então, nada havia chamado realmente sua atenção para que pudesse se divertir naquele fim de tarde. Em contrapartida, sabia de algo que poderia fazer para se divertir, mas sua ideia de sobre quem chamar para tal não era a das melhores. 

Caminhando em passos calmos pelo quarto, o adolescente subiu as escadas da cama de seu colega de quarto Jaeho sem se importar com a reação do outro por conta da invasão de privacidade; por incrível que pareça, o temperamento difícil alheio não o incomodava. Claro que não era de seu feitio arrumar intrigas ao conhecer alguém, mas sabia que a irritabilidade de Jaeho poderia ser fruto de algum problema pelo qual passava, até porque não era normal agir daquela forma “naturalmente”. Por essa razão, não o julgava. — Seguinte, irritadinho… — Iniciou um diálogo entre eles, puxando o lençol que o outro usava para se cobrir na tentativa de chamar sua atenção. — Não precisamos ser melhores amigos, mas no mínimo devíamos fazer algo pra tentar melhorar a convivência. 

Não gostava de dar o braço a torcer, porém sentia que se não fizesse algo a respeito, ficariam num pé de guerra naquele quarto até o fim do ano letivo. Sabia que quanto mais Jaeho reclamasse de sua presença ou dos outros garotos, mais sentiria vontade e prazer em irritá-lo, então era melhor tentar evitar que aquela situação avançasse do que simplesmente “deixar acontecer” sem ter tentado. — Você pode me odiar depois, o que for… Mas se for pra fazer isso, ao menos me deixe dar um motivo decente pra você sentir toda essa raivinha. Ou você pode facilitar as coisas e parar de se fazer de difícil de lidar. Então levanta dessa cama e vamos avacalhar com alguém, anda! — Jonghyun ditou num tom firme e convicto de suas intenções, fitando o rapaz a sua frente com uma expressão séria antes de pular da cama e encostar-se contra a porta de braços cruzados, aguardando-o.

QUEM FOI QUE ME DEIXOU
NO LIMITE DO AMOR
ENTRE O LAR E A MORADA
EU ESTOU ENTRE O ADEUS
E A CONTRAPARTIDA

NO MEIO DO FIO
NA CORDA BAMBA É O AMOR
ENTRE RISOS NERVOSOS
TENHO OS OLHOS MEUS
SOBRE OS SONHOS TEUS

DEIXA O CORAÇÃO
TER A MANIA DE INSISTIR EM SER FELIZ
SE O AMOR É O CORTE E A CICATRIZ
PRA QUE TANTO MEDO
SE ESSE É O NOSSO JEITO DE CULPAR O DESEJO

—  Marisa Monte

O que é que vou fazer se ela tem um gosto peculiar por artes? Uma maneira um pouco estranha de gostar, diga-se de passagem. Um gosto delicado como Bach, apaixonante como Beethoven e vigoroso como Chopin, em contrapartida, seu jeito um tanto dislexo e complexo, que confesso que no inicio não entendi o nexo. Com uma posição agressiva e possessiva de querer arbitrar meus sentimentos, aceitando, de início, todas minhas particularidades sem questionar origem e inserção. 

Já me entreguei muito mais por muito menos, não seria justo comigo ser coadjuvante de outro filme estrelado por meus sentimentos esquecidos, era minha obrigação ser aquilo que ela sempre sonhou.

Ela rapidamente, se abriu como flor, se apresentou como planta, me ameaçou como cactus e me enforcou como cipó. Apresenta-se como rosa, é bela, todos a desejam, todos podem a ver, mas só quem sente seus espinhos pode desfrutar de suas inconfundível fragrância importada, 212, Carolina Herrera ou algo caro que rotule seu ímpeto em conquista, tão pragmático quanto teu batom. Pobre de mim, que foi amarrado impiedosamente junto ao teu caule espinhoso sem opção, destinado a se amargurar ao leito de suas raízes sem poder, se quer, olhar para tuas pétalas com a ternura que eu havia comprometido a mim mesmo outrora.

Foi me ensinando das vertentes de seu cubo mágico ignorando meu daltonismo. Ainda dando meu jeito de enxergar tua cor, diferente dos outros que tentaram lhe moldurar, mas de que adianta descolorir meus sentimentos agora que você já me desvendou sem querer? Me joga num abismo onde a única saída é ceder ao que o tempo conseguir levar, permanece lá meu corpo degolado, com pensamentos longínquos em você, que, mesmo com todo sangue que ainda circula no corpo, agora ele sucumbe as cardiopatias causadas por arritmias constantes que tem quando vê sombras figurando teu contorno.

Fui desprendendo dos meus ideais Shakespeariano, desmamando dos meus velhos conceitos antiquados sobre romantismo e aceitando os pesares que minha dura vida madura ainda nem trouxe por completo, acreditando que ali jaz, de uma vez por todas, a linha que costuraria os bordados junto ao meus velhos panos de prato, a tênue junção dos meu rasgos, a seda que remendaria minha vida para sempre. Fadado a acreditar que minhas falhas eram na verdade as imperfeições que ela precisava para se emaranhar em algodão e tecer junto ao meu pescoço uma gravata borboleta preta, com linha de sobra para enlear em teu próprio rosto um véu branco.

Mas uma vez foi me dito sobre as coisas do destino, nossos esforços que sempre são recompensados de maneira informal pelas pessoas e formal pela vida. Pois existe coisa mais grandiosa que ter experiência? Eu não sou um grande artista, e minha mãe não sente muito por isso, ela diz que eu passaria fome se fosse. Satiricamente, arrisco uma rima ou outra pra tentar convencer a mim mesmo sobre a garantia do maior alimento da alma, o amor. 

Inevitavelmente tudo parece cair nas mãos calejadas de quem já cansou de plantar amor e colher pedra, assim sendo, para dar desfecho a essa trama, volto a ressaltar o gosto peculiar que ela tem por artes, não deixo de admirar sua maneira diferente de gostar, foi mesmo muito bom ter dado errado com você.

Qué pasa




Qué pasa



Se dispara el déficit provincial
Las provincias cerraron 2015 con un fuerte salto en el déficit financiero, que trepó a $ 41.847 millones, lo que implica un crecimiento del 719% en relación con 2014. En total, los ingresos del sector público provincial llegaron a $ 874.198 millones, mientras que los gastos treparon a $ 916.045 millones, según precisó un informe de la consultora Economía & Regiones. La provincia de Buenos Aires y la ciudad de Buenos Aires explicaron más de dos tercios del déficit, mientras que, como contrapartida, la región del NEA (Misiones, Chaco, Formosa y Corrientes) exhibió un resultado positivo de $ 1921 millones.
Descubrimiento de petróleo
La empresa Compañía General de Combustibles (CGC) anunció el descubrimiento de un nuevo yacimiento de petróleo en Santa Cruz, que tendría una acumulación de 50 millones de barriles de crudo. El hallazgo se produjo en la llamada Cuenca Austral, a 110 kilómetros de Río Gallegos y a una profundidad de 2300 metros. La empresa, cuya mayoría accionaria pertenece a Corporación América, de Eduardo Eurnekian, informó que el pozo en el que se produjo el descubrimiento forma parte del plan exploratorio impulsado tras la adquisición de áreas que pertenecían a Petrobras Argentina, en abril de 2015.
Más deuda bonaerense
LA PLATA.- La provincia de Buenos Aires realizó ayer la tercera licitación del programa de Letras del Tesoro 2016, adjudicando la suma de $ 2392 millones y rechazando ofertas por $ 200 millones. Según precisó el Ministerio de Economía, se ofrecieron instrumentos cupón cero (con descuento) a 56 días y a 91 días, e instrumentos con cupón variable (Badlar + spread) a 182 días y a 308 días. Las tasas obtenidas fueron: 29,35% en la Letra a 56 días, 28,13% en la Letra a 91 días y Badlar + 4,50% en las dos Letras a tasa variable. En la cartera que conduce Hernán Lacunza se destacó que se logró extender los plazos y una reducción de hasta casi 190 puntos básicos en las tasas de interés.
Diccionario de números

-1,22%

Es la caída que registró ayer la cotización del real brasileño, que de esta manera se volvió a acercar a las 4 unidades por dólar. En San Pablo, la cotización del dólar cerró en 3,9837 reales, con lo cual acumuló en los últimos tres días una caída del 2,3%. La baja del real estuvo en sintonía con la mala jornada que se vivió en la Bolsa de San Pablo, donde el índice Bovespa (principal indicador de ese mercado) retrocedió un 2,62%.














2016-02-12 01:57:30


2016-02-12 01:56:38
Jorge Mendes se quedó con el 20 % de Adrien en una renovación con el Sporting

Lisboa, 11 feb (EFE).- Gestifute, la empresa que lidera el representante portugués Jorge Mendes, se quedó con el 20 % de los derechos económicos del medio luso Adrien Silva en su penúltima renovación de contrato con el Sporting de Lisboa, en el 2012.
“El club atribuye a Gestifute inmediatamente, como remuneración de sus servicios, el 20 % de los derechos económicos del jugador, bajo la condición de que la renovación se firme hasta el 30 de septiembre del 2012”, señala el contrato divulgado por ‘Football Leaks’.
La semana pasada, la web portuguesa divulgó un contrato semejante con el meta portugués Rui Patrício, del que Gestifute llegó a controlar el 17,5 % del pase económicos del jugador como contrapartida por su renovación con el Sporting en el 2012.
Parecido al caso de Patrício, este acuerdo entre Gestifute y el Sporting obligaba al club a aceptar un propuesta por Adrien en una oferta igual o superior a los 15 millones de euros.
Adrien renovó el contrato con el Sporting el 6 de agosto del 2012, por cinco temporadas.
Esta misma semana, sin embargo, el capitán leonino, de 26 años, volvió a prolongarlo hasta el 2020, con opción a una temporada más. EFE

Tolerância

Tenho me sentido muito intolerante.

Até qual ponto a tolerância é justificável? Creio que com o passar dos anos tenho me esforçado para melhorar e evoluir como pessoa, que em contrapartida cheguei a uma ponto que não aceito mais certas situações e comportamentos que estiveram presentes na minha rotina em um passado não muito distante.

Tenho me sentido muito intolerante..

INFORMAÇÕES BÁSICAS

DIANNA MIYAMOTO tem DEZENOVE anos e é uma aluna de ASTRONOMIA do ensino superior na Academia Godness. É a reencarnação de AMATERASU, uma divindade da mitologia JAPONESA. Dizem que é muito parecida com ARDEN CHO e atualmente está INDISPONÍVEL para aplicações.

GOSTOS

Dias ensolarados, como também o nascer e o pôr do sol; observar corpos celestes com telescópio, assistir o céu noturno, cantarolar sozinha músicas aleatórias, desenhar em seu caderno.

DESGOSTOS

Breu total, tempestades, demonstrações de injustiça, café, temperos fortes na comida.

BIOGRAFIA

Ao nascer, chovia. Gotas geladas abandonavam as nuvens negras da tempestade enquanto raios dançavam e os trovões ressoavam com força. O céu parecia chorar; parecia lamentar uma perda incomensurável, usando a terra como alvo para as emoções externadas por eles. Dianna não chorou num primeiro momento, trazendo preocupação aos médicos e também aos seus pais. Em contrapartida, ela primeiro abriu os pequenos olhos puxados numa face sem expressão; no mesmo instante, um alto rugido do trovão ressoou no céu, atravessando as paredes brancas do hospital, e a recém nascida começou a chorar. Talvez fosse uma mera coincidência ou Dianna realmente se assustara com o barulho que a tempestade lá fora retumbava; seja um ou outro, a reação de todos no quarto hospitalar foi a mesma: alívio e divertimento pela forma peculiar que a criança agiu. Depois de estar finalmente limpa, foi colocada nos braços de sua mãe que estava emotiva – sua primeira filha havia finalmente chegado ao mundo. Ora, tal como também estava seu progenitor; ainda que preferisse que fosse um garoto, não podia negar o sentimento paterno que estava sendo cultivado em seu âmago desde a notícia da gravidez. Não obstante, apesar de toda a alegria e emoção, aparentemente foi apenas momentânea.

Vamos dizer que os pais de Dianna não eram a alma gêmea um do outro. Talvez a filha fosse o único elo de paz que mantinha o matrimônio de ambos intacto, mas não parecia ser eterno e, conforme os anos passavam, estava ficando menos eficiente. A garota sempre preferiu ignorar as discussões; seus pais pareciam mais contentes em acreditar que ela estava alheia demais a situação. Todavia, ouvia e entendia com exatidão os motivos das brigas. Ora, Dianna amadureceu rápido demais por conta disso. Achava que não devia preocupar seus pais com seus problemas infantis, usando o intelecto para livrar-se das contrapartidas das limitações de seu corpo de criança. Eles até mesmo chegavam a esquecer-se dela – não no sentido ruim. Ambos procuravam se ocupar para não encontrarem um ao outro e, sendo a filha do casal capaz de cuidar de si, eles deixavam-na por conta própria. E Dianna se saía bem. Todavia, sua independência juvenil matou em seu sub-consciente o espírito de uma família; cuidar um do outro, proteger um ao outro.

Ao sete anos, a garota retornava da escola; estava em seu quarto trocando o uniforme por uma roupa simples para ficar em casa quando ouviu seus pais discutirem novamente. Nos últimos anos, era uma coisa tão frequente que sua mente ignorava, mas havia algo diferente naquela discussão… Ela estava mais tangível do que todas as outras. Havia palavrões, xingamentos, e grandes explosões de raiva. Dianna ficou no topo da escada, observando escondida os dois brigarem na sala, até que seu progenitor levantou a mão e desceu-a com força ao encontro da face da mãe da garota. Ele tremia com raiva demais para perceber o que fez num primeiro momento, mas houve um grande choque. Choque por parte da mulher e por parte da criança que assistia escondido. O homem, ao notar o que aconteceu, piscou e bufou, rumando seus passos para longe dela. Sua mãe ficou ali parada, atônica; a mão segurando a bochecha agredida que, mesmo de longe, poderia ser vista a vermelhidão. Dianna estava em igual modo; congelada em seu lugar, incapaz de ir correndo consolar sua mãe. Nunca precisou. Portanto só foi capaz de assistir ela ligar para alguém… As palavras soavam distantes aos ouvidos da criança, mas a ligação terminou com sua progenitora subindo as escadas. A mulher encontrou sua filha, soube instantaneamente que ela tinha assistido tudo; teve a chance de pegar a garota no colo e sair dali, mas… Não. Passou reto. Rumou para o quarto e fez suas malas em minutos, deixando a casa sem nem ao menos olhar para sua prole.

O inigualável sentimento do abandono transbordou os olhos de Dianna em lágrimas. No mesmo instante, um trovão ressoou no céu em alta voz, despertando a garota do tempo chuvoso que estava a cair do lado de fora. Pela primeira vez em sua vida, a japonesa passou a odiar a chuva.

Foram estranhos os dias que se seguiram com somente ela e Hiro Miyamoto, seu pai. Silenciosos demais. Insólito demais. Se não fosse pela semelhança de aparências, quem ali aparecesse diria que eram apenas duas pessoas desconhecidas vivendo sob o mesmo teto, pois só trocavam palavras como “bom dia” e “o que vamos jantar?”. Era fato que o homem nunca soube ser um pai; ser um pai solteiro parecia tornar tudo pior. Nenhum dos dois sabiam onde a mãe estava; ela sequer havia ligado para a própria filha nos dias que se seguiram, deixando o sufocante sentimento de abandono ainda pior. Culpava-a por tê-la deixado; culpava-o por ter feito a vida de sua mãe um inferno; culpava os dois por não terem sido bons pais. Todavia, Dianna era madura o bastante, mesmo com tão pouca idade, para entender que precisava seguir em frente.

Não rebelou-se. Pelo contrário, demonstrava ser a melhor aluna de toda a escola – ainda mais quando as escolas japonesas tinham o costume de ranquear seus alunos, sendo a Miyamoto sempre a primeira por vários anos consecutivos. Não era como se seu pai tivesse tempo para se orgulhar. Depois do dito “incidente”, ele acabou se tornando cada vez mais viciado em seu trabalho como CEO de uma empresa corporativa. Ainda que tentasse ser um pai, não era muito bem recebido por sua filha que não possuía mais esta imagem de Hiro. Para ela, era apenas um homem de negócios que vivia junto consigo, coincidentemente também era seu progenitor, mas apenas isso. O conceito não migrava do conceito genético. Dianna era uma jovem independente, afinal; perfeitamente capaz de cuidar de si.

Mais anos vieram e se foram, a Miyamoto se tornando cada vez mais uma bela jovem. Havia pessoas que diziam que ela parecia-se com a mãe, mas tal elogio não agradava-lhe os ouvidos; também não gostava de ouvir que parecia com seu pai, principalmente na forma de agir. Havia bastante discussão entre os dois principalmente, talvez pela ousadia dada a Dianna quando assumiu idade. Todavia, devido a cultura que foi criada, ainda possuía respeito pelo seu progenitor; algo mínimo, claro, mas bem executado. Todavia, preferia acreditar que a carta de aceitação da Goddess Academy havia chegado no momento correto, afinal, a jovem teria que se mudar do Japão para a Itália; sair de Osaka para Nápoles. Não houve ninguém para se opor. Os amigos estavam felizes pela colega estar indo para um tão renomado instituto de ensino, e seu pai sequer despediu-se da mesma. Não iria fazer diferença, apenas seguiu seu caminho para o que achava ser um futuro brilhante.

PSICOLÓGICO

INTROVERTIDA → Relacionar-se é, de fato, um problema para Dianna. Não ilha-se completamente das pessoas, muito menos é incapaz de criar novos relacionamentos ou não ser uma pessoa extrovertida quando quer ser. Todavia, apesar de ser uma garota inteligente, ainda há conhecimentos que lhe faltam aprimorar – manter amizades é um deles. A japonesa possui uma leve tendência em afastar as pessoas de si ou afastar a si mesma delas. Ilha-se com mais frequência após eventos sociais, e longas conversas com um grupo de amigos, numa tentativa de recarregar suas baterias; seja trancando-se em seu quarto, colocando fones para ouvir música, lendo um livro… Dianna não tem dificuldade em mergulhar no próprio mundo mesmo num ambiente repleto de pessoas. E, como citado, é capaz de ser bem extrovertida como almeja, apenas precisa de um leve impulso para demonstrar esse lado.

ENIGMÁTICA → Se você não pergunta, ela não diz. Ainda que venha perguntar, não é garantia que Dianna irá abrir-se devido ao orgulho que carrega como armadura. Honestidade pode ser uma das características que a acompanham nesse tópico, uma vez que não há receio em seu âmago em dizer a verdade quando necessário – algo derivado de sua dificuldade em possuir empatia pelos outros;dificuldade, pois em muitos anos de sua vida passou a ignorar seus sentimentos para seguir a lógica de um bom pensamento. De qualquer forma, decifrá-la não é tão fácil quanto aparenta. Seus olhos são descritos como duas janelas escuras nas quais ela poderia ver o lado de fora, mas você não poderia ver o lado de dentro.

SAGAZ → As aparências enganam, e muito. Dianna já ouviu de muitas pessoas que elas tiveram uma primeira impressão errada da jovem; pensaram tratar-se de uma garota que poderia ser facilmente enganada baseado em seu porte físico. Todavia, mostrou-se completamente o contrário após minutos de conversa. A japonesa é uma garota bastante esperta e perspicaz, capaz de se livrar das mais inusitadas situações sem um arranhão sequer. Apesar de seu demasiado conhecimento acadêmico, não gaba-se; uma vez introvertida e enigmática, o silêncio torna-se seu amigo em muitos momentos, em outras palavras, há uma maior preferência em ficar nos bastidores observando o desenrolar da história. É uma assídua espectadora, analista ao mundo que ocorre ao seu redor; brincar com ela não é tão fácil quanto parece.

TRIVIALIDADES
  • Membro da Zeta Beta Zeta.
  • Participa do Clube de Dança, Clube de Arco e Flecha, Time de Vôlei e Equipe de Natação.
  • Colega de quarto de Tamsin DalRiata.
¿Es válido establecer un tope para los aumentos salariales en las paritarias?



Debate
¿Es válido establecer un tope para los aumentos salariales en las paritarias?
Le ley no regula el tema, pero dispone que los acuerdos deben ser homologados por la cartera laboral, que podría oponerse si se afecta el “interés general”


Ya desde el gobierno anterior, al momento de las paritarias había un secreto a voces. Era el intento de establecer un tope a las paritarias, pero sin decirlo, sobre todo después de la inflación de dos dígitos que comenzó a producirse a partir de 2007.
Este año, el ritmo de las negociaciones se adelanta y es intenso, en un marco donde no existen cifras oficiales con respecto a la inflación, donde se habla de fuertes subas en los servicios públicos y precios de los alimentos que llegan al descontrol.
Como contrapartida, el Gobierno apuesta a sincerar los números de los servicios públicos, disminuir el plantel que forma parte del Estado (que prácticamente se duplicó durante el kirchnerismo), ordenar la economía y atraer inversiones.
En este contexto, un máximo para las paritarias de hasta un 25% es la discusión que ya se da entre gremios y el Ministerio de Trabajo, aunque el jefe de Gabinete, Marcos Peña, dijo que no están planteando un techo a las paritarias. Pero, ¿qué dice la legislación argentina?
La ley 14.250, llamada “Disposiciones que se establecen para las convenciones colectivas de trabajo”, establece en su artículo 3 que “las convenciones colectivas deberán ser homologadas por el Ministerio de Trabajo y Previsión. Cumplido ese requisito, no sólo serán obligatorias para quienes las subscribieren, sino también para todos los trabajadores y empleadores de la actividad”.
“Desde la legislación argentina no se habla de la imposibilidad de establecer un piso o techo a las negociaciones colectivas”, dice Ricardo Foglia, director del Departamento de Derecho del Trabajo de la Universidad Austral. Y agrega: “Pero para que tengan efecto los acuerdos colectivos, deben ser avalados por el Ministerio de Trabajo. Si esto no sucede, no tienen validez y no se pueden aplicar”.
Es entonces un punto para escuchar cuando el ministro de Trabajo, Jorge Triaca, insistió esta semana en que el Gobierno quiere discutir paritarias en un “marco de entre 20 y 25 por ciento”.
¿Por qué podría el Ministerio no homologar los acuerdos? “La misma ley, en su artículo 6, dice que habrá homologación siempre y cuando no se afecte el interés general”, dice Foglia.
Qué se entiende por interés general no está especificado, pero podría ser, por ejemplo, que no se dispare la inflación.
Sin embargo, no hay impedimento alguno para que cada empresa aumente los salarios por encima de las paritarias, si así lo quisieran. “Pero no es lo que quiere el sindicato -afirma Marcelo Aquino, socio del estudio Aquino-Báez-. El sindicato insiste en firmar acuerdos para mostrarse fuerte ante sus representados y que vuelvan a elegir a sus autoridades.”
Según Aquino, “las paritarias sin piso ni techo es una frase ya establecida. En este momento, la estrategia de una paritaria semestral es muy buena porque permite negociar en el corto plazo”.
Las paritarias blue
El gobierno anterior fijó, aunque sin decirlo, un aumento de paritarias en los últimos años, “pero después otorgaban más puntos en concepto de capacitación. De esta manera se llegaba a lo que pedían los sindicatos, pero por otro lado se podía comunicar que la paritaria había sido menor, a modo de contener la inflación”, recuerda Aquino.
Fue lo que se llamó la paritaria blue, una herramienta no convencional y algo sinuosa.
A mediados de 2015, según consignó LA NACION, el anterior gobierno homologó aumentos del 27,8 por ciento como tope, con la idea de mostrar que la inflación había llegado hasta ahí. Pero por debajo de la mesa los aceiteros, por ejemplo, llegaron al 36%, a través de beneficios extras, y los bancarios, al 33%, a través de una suma no remunerativa por única vez por el Día del Bancario, que partió de los 7029 pesos, según la antigüedad. También hubo compensaciones por la quita de Ganancias.
Sobre los no remunerativos, es decir aquellos pagos que no aportan a la seguridad social, la Corte Suprema de Justicia de la Nación ya habló a través de varios fallos que dejan claro que los no remunerativos son, en realidad, remunerativos. Esto corre a menos que se trate de pagos excepcionales por única vez. De otra manera, los no remunerativos forman parte del sueldo, deberían contribuir con sus aportes y computarse en su totalidad para el pago de la indemnización.
Estos plus son, entonces, herramientas que se usaron para evitar el número que marcara la inflación real.



Paula Urien



















2016-02-07 01:24:23


2016-02-07 01:24:19
El Benfica vendió al Zenit a Witsel con Gaitán y Oliveira como contrapartida

Lisboa, 9 feb (EFE).- El Benfica vendió en 2012 al belga Axel Witsel por 40 millones de euros al Zenit de San Petesburgo en un acuerdo que incluyó opciones de compra para el club ruso del argentino Nico Gaitán y el portugués Nelson Oliveira.
Los detalles del fichaje del internacional belga fueron divulgados por el portal “Football Leaks”, web de autoría portuguesa que agita los cimientos del fútbol profesional desde el pasado septiembre.
“Las partes aceptan por la presente conceder al Zenit una opción de compra exclusiva en los pases de los jugadores del Benfica Nicolás Gaitán (…) por 20 millones de euros, y por Nelson Oliveira, por 30 millones”, desgrana uno de los puntos del contrato desvelado.
“Esta opción deberá ser ejercida hasta el 1 de febrero de 2013”, agrega esa misma cláusula, que no se hizo efectiva, pues ambos siguen en el Benfica, aunque Oliveira se encuentra cedido en el Nottingham Forest.
Witsel, de 27 años, se convirtió en la transferencia récord en la historia del Benfica y, de acuerdo con el documento hecho público, los 40 millones de euros desembolsados por el Zenit llegaron al Benfica en dos plazos de 20 millones, uno hasta el 7 de septiembre de 2012 y otro, hasta el 1 de enero de 2013.
Asimismo, el Benfica se garantizó derechos económicos en una eventual transferencia del medio belga, en caso de que la misma sea igual o supere los 50 millones de euros, según la misma fuente.
Los impulsores del portal “Football Leaks” dicen que su objetivo es favorecer la transparencia en el mundo del fútbol, frente a quienes les acusan de haber accedido a los papeles a través de ataques informáticos e incluso de intentar chantajear a los afectados. EFE

Principales ajustes incluidos en el proyecto de Presupuestos portugués

Lisboa, 5 feb (EFE).- El proyecto presupuestario elaborado por el Gobierno socialista portugués incluye nuevos ajustes para adaptarse a las exigencias de Bruselas, que presentó objeciones al primer borrador y exigió garantías sobre sus metas de reducción del déficit.
El Ejecutivo portugués mantiene, aún así, la retirada de algunas medidas de austeridad implementadas en la anterior legislatura, pero a cambio ha tenido que hacer concesiones, sobre todo, en materia de impuestos indirectos.
Entre las medidas que mantiene están la de cancelar privatizaciones en el sector del transporte urbano, reponer las 35 horas semanales en el sector público, subir un 5 % el salario mínimo, suprimir progresivamente los recortes aplicados en el sueldo de los funcionarios, descongelar las pensiones o bajar el IVA en la restauración.
En contrapartida, para conseguir el visto bueno de la Comisión Europea (CE), los socialistas lusos aceptaron introducir nuevos ajustes con un valor estimado de unos 1.000 millones de euros, entre los que destacan:

- Reducción del número de funcionarios públicos (unos 10.000).
- Aumento de los impuestos sobre el tabaco, con un impacto de unos cinco céntimos en el precio del paquete de cigarrillos.
- Aumento de los impuestos que gravan los combustibles, con un impacto estimado en cerca de seis céntimos por litro tanto en el diesel como en la gasolina.
- Incremento del impuesto único de circulación, de media en torno a un 1,4 %.
- Se mantiene la tasa del IVA del 23 % en bebidas alcohólicas, refrigerantes y zumos.
- Subida de las comisiones que cobran los bancos a los comerciantes por el pago con tarjeta.
- Aumento de un gravamen sobre los créditos al consumo (que pasará del 0,07 % al 0,105 %)
- Incremento del Impuesto Municipal sobre Inmuebles en edificios con actividad comercial, industrial o de servicios.
- Revisión al alza de la contribución extraordinaria que paga la banca.
- La marcha atrás de la reducción de 1,5 puntos a la contribución a la Seguridad Social para trabajadores con salarios inferiores a 600 euros. EFE

¿Las paritarias pueden tener un tope?




¿Las paritarias pueden tener un tope?
Le ley no lo regula, pero dice que los acuerdos deben ser homologados por el Ministerio de Trabajo


Ya desde el gobierno anterior al momento de las paritarias había un secreto a voces. Era el intento de establecer un tope a las paritarias, pero sin decirlo, sobre todo después de la inflación de dos dígitos que comenzó a producirse a partir de 2007.
Este año, el ritmo de las negociaciones se adelanta y es intenso, en un marco donde no existen cifras oficiales con respecto a la inflación, donde se habla de fuertes subas en los servicios públicos, y precios de los alimentos que llegan al descontrol. Como contrapartida, el gobierno apuesta a sincerar los números de los servicios públicos, disminuir el plantel que forma parte del Estado (que prácticamente se duplicó durante el kirchnerismo), ordenar la economía y atraer inversiones.
En este contexto, un máximo para las paritarias de hasta un 25% es la discusión que se empieza a dar entre gremios y el ministerio de Trabajo, aunque el jefe de gabinete Marcos Peña dijo hoy que no están planteando un techo a las paritarias. Pero ¿qué dice la legislación argentina?
La ley 14.250, llamada “Disposiciones que se establecen para las convenciones colectivas de trabajo”, en su artículo 3, establece que “las convenciones colectivas deberán ser homologadas por el Ministerio de Trabajo y Previsión. Cumplido ese requisito, no sólo serán obligatorias para quienes las subscribieren, sino también para todos los trabajadores y empleadores de la actividad”.
“No habla de la imposibilidad de establecer un piso o techo a las negociaciones colectivas”, dice Ricardo Foglia, director del departamento de Derecho del Trabajo de la universidad Austral. Y agrega: “Pero para que tengan efecto los acuerdos colectivos, deben ser avalados por el ministerio de Trabajo. Si esto no sucede, no tienen validez”.
¿Por qué podrían no tener validez para el ministerio de Trabajo? “La misma ley, en su artículo 6, dice que habrá homologación siempre y cuando no se afecte el interés general”, dice Foglia.
Qué se entiende por interés general no está especificado, pero podría ser, por ejemplo, que no se dispare la inflación. Sin embargo, no hay impedimento alguno para que cada empresa aumente los salarios por encima de las paritarias, si así lo quisieran. “Pero no es lo que quiere el sindicato”, afirma Marcelo Aquino, socio del estudio Aquino-Baez. “El sindicato insiste en firmar acuerdos para mostrarse fuerte ante sus representados y que vuelvan a elegir a sus autoridades”.
Las paritarias blue
El gobierno anterior, fijó, aunque sin decirlo, un aumento de paritarias en los últimos años, “pero después otorgaban más puntos en concepto de capacitación. De esta manera se llegaba a lo que pedían los sindicatos pero por otro lado se podía comunicar que la paritaria había sido menor, a modo de contener la inflación”, recuerda Aquino. Fue, lo que se llamó, la paritaria blue, una herramienta no convencional (y algo sinuosa) que habrá que ver si también utiliza el gobierno actual.



Paula Urien

















2016-02-02 17:23:20


2016-02-02 17:23:17

Uma vez desperta a minha atenção, não me foi difícil descobrir que tinha inimigos. Na minha profissão, em primeiro lugar, e depois na minha vida social. A uns, tinha prestado serviços. A outros, deveria tê-los prestado. Tudo isso, em suma, estava na ordem das coisas, e descobri-o sem grande mágoa. Em contrapartida, foi-me mais difícil e doloroso admitir que tinha inimigos entre pessoas que mal ou absolutamente nada conhecia. Sempre tinha pensado, com a ingenuidade de que já lhe dei algumas provas, que os que não me conheciam não poderiam deixar de gostar de mim, se chegassem a privar comigo. Pois bem, nada disso! Encontrei inimizades sobretudo entre os que não me conheciam senão muito por alto, e sem que eu próprio os conhecesse. Suspeitavam, sem dúvida, de que eu vivia em plenitude e num livre abandono à felicidade: isso não se perdoa. O ar do êxito, ostentado de uma certa maneira, é capaz de pegar raiva a um asno. A minha vida, por outro lado, estava cheia a transbordar, e, por falta de tempo, eu recusava muitas oportunidades! Esquecia em seguida, pela mesma razão, as minhas recusas. Mas tais oportunidades tinham-me sido oferecidas por pessoas cuja vida não era plena, e que, por esta mesma razão, se lembravam das minhas recusas. 

Era assim que, para dar apenas um exemplo, as mulheres, no fim de contas, me ficavam caras. O tempo que lhes consagrava, não o podia dedicar aos homens, que nem sempre me perdoavam. Como sair disto? Não nos perdoam a nossa felicidade, nem os nossos êxitos, senão no caso de consentirmos generosamente em reparti-los. Mas, para se ser feliz é preciso não nos ocuparmos muito dos outros. As saídas ficam, pois, cortadas. Feliz e julgado ou absolvido, e miserável. Quanto a mim, a injustiça era maior: eu era condenado por causa de felicidades antigas. Tinha vivido durante muito tempo na ilusão de um acordo geral, quando de todos os lados choviam sobre mim, distraído e sorridente, os juízos, as flechas e os remoques. A partir do dia em que fiquei alerta, veio-me a lucidez, recebi todos os ferimentos ao mesmo tempo e perdi de uma só vez as minhas forças. O universo inteiro pôs-se então a rir à minha volta.

—  Albert Camus, ´A Queda` (1972)

”No mundo do eterno retorno, todos os gestos têm o peso de uma insustentável responsabilidade. Era o que fazia Nietzche dizer que a ideia do eterno retorno é o fardo mais pesado.

Se o eterno retorno é o fardo mais pesado, então, sobre tal pano de fundo, as nossas vidas podem recortar-se em toda a sua esplêndida leveza.

Mas, na verdade, será o peso atroz e a leveza bela? O peso mais pesado esmaga-nos, verga-nos, comprime-nos contra o solo. Mas, na poesia amorosa de todos os séculos, a mulher sempre desejou receber o fardo do corpo masculino. Portanto o fardo mais pesado é também, ao mesmo tempo, a imagem do momento mais intenso da realização de uma vida. Quanto mais pesado for o fardo, mais próxima da terra se encontra a nossa vida e mais real e verdadeira é.

Em contrapartida, a ausência total de fardo faz com que o ser humano se torne mais leve que o ar, fá-lo voar, afastar-se da terra, do ser terrestre, torna-o semi-real e os seus movimentos tão livres quanto insignificantes.

Que escolher então? O peso ou a leveza?”

-A insustentável leveza do ser, de Milan Kundera

El Sporting, obligado a aceptar una oferta de 18 millones por Rui Patrício

Lisboa, 5 feb (EFE).- El Sporting de Lisboa está obligado a aceptar una oferta igual o superior a los 18 millones de euros por el meta portugués Rui Patrício, bajo pena de tener que indemnizar a Gestifute, la empresa que lidera el representante portugués Jorge Mendes.
“Si el Sporting recibe una oferta de un tercer club extranjero por valor igual o superior a los 18 millones de euros (…) El club, a petición de Gestifute, está obligado, en el plazo de 8 días, o aceptar esa propuesta o a adquirir el porcentaje de los derechos económicos que tiene Gestifute (17,5 % proporcionales al valor de la oferta)”, señala el contrato divulgado por ‘Football Leaks’.
La web, elaborada por portugueses y que está agitando los cimientos del fútbol, desveló que Mendes logró hacerse con el 17,5 % de los derechos económicos del meta de la selección portuguesa como contrapartida a la renovación del jugador en el 2012.
“El club atribuye a Gestifute inmediatamente, como remuneración de sus servicios, el 17,5 % de los derechos del jugador, bajo la condición de que la renovación se firme hasta el 30 de septiembre del 2012”, comunicó el Sporting en el contrato desvelado.
'Football Leaks’ publicó hoy los documentos de renovación del internacional portugués en el que se desvela que Mendes también fue remunerado directamente por el Sporting en el proceso de prolongación de contrato, con 175.000 euros.
Rui Patrício prolongó su vínculo con el Sporting el 26 de agosto del 2012 por cinco temporadas más, hasta el 2018, con una cláusula de rescisión de 40 millones de euros.
El meta, hoy con 27 años, mantiene las condiciones de ese contrato rubricado. EFE

Os preços dos ingressos no Paulista

O São Paulo acaba de divulgar os preços dos ingressos do jogo contra o Água Santa, no sábado, estreia do time em casa pelo Campeonato Paulista. E já praticamente garantiu que o público e a renda dos jogos como mandante no Estadual serão pífios.

No ano passado, escrevi sobre a política de preços de ingressos no Paulistão e na Libertadores. Demonstrei como a miopia da diretoria estava tentando forçar goela abaixo da torcida o programa de sócio-torcedor sem dar contrapartida financeira, que era baixa mesmo quando o titular ia a todos os jogos. Neste ano, temos uma diretoria nova, e a miopia se repetiu.

Tomemos como exemplo o jogo contra o Água Santa: o ingresso de arquibancada está custando absurdos cinquenta reais. O sócio-torcedor do plano de trinta reais mensais (plano O Mais Querido) vai ter um desconto de apenas 30%, pagando 35 reais. Vale lembrar que esse mesmo plano de sócio-torcedor chegou a ter descontos que levaram o preço de seus ingressos a valores entre dois e dez reais nos últimos anos. Ao longo de 2014, apenas um jogo do São Paulo em casa custou mais de onze reais para mim (média de R$ 9,13 por jogo); em 2015, entretanto, apenas um custou menos do que esse valor (R$ 20,59 por jogo, um aumento de estratosféricos 125%).

Pode-se achar que o valor de dez reais é baixo, mas lembre-se de que também pago os trinta reais todos os meses, incluindo os meses sem jogos — em dezembro e janeiro, por exemplo, paguei um total de sessenta reais, mas não havia jogo para ir. Além disso, tomando a planilha de preços do ano passado, os ingressos do Campeonato Paulista tiveram um preço médio de R$ 16,67 para quem tem o plano O Mais Querido. Enquanto isso, a média de preço dos ingressos para os jogos do Brasileiro foi menor, de R$ 15,67. Em todos os casos, estou falando de ingressos para a arquibancada azul.

No caso do Paulista, os dois primeiros jogos, no Pacaembu (nesse caso, a arquibancada amarela/verde), foram mais caros, custando vinte reais. A partir do terceiro jogo em casa, já de volta ao Morumbi, baixaram para quinze reais. No Brasileiro, a queda foi maior. No primeiro jogo em casa, foram cobrados trinta reais dos portadores do plano O Mais Querido. Não vou nem entrar no mérito da chuva que tomamos, porque não vem ao caso. Já no jogo seguinte, o valor caiu para vinte reais e ficou assim por cinco jogos como mandante. Na partida contra o Coritiba, disputada de manhã, o valor caiu para onze reais, mas foi um caso especial. A partir do jogo seguinte, foi estabelecido o valor de quinze reais, que perdurou até o fim, exceção feita ao jogo contra o Atlético Mineiro, penúltimo em casa, em que o ingresso custou R$ 5,50.

Quão absurdo é o fato de eu ter de pagar sete vezes mais para assistir a um São Paulo × Água Santa do que para assistir a um São Paulo × Atlético Mineiro em que o Tricolor brigava por uma vaga na Libertadores? (Retuíte esta indignação!)

O resultado dessa política eu não tenho como saber, mas dá para chutar que, no sábado, teremos menos de quinze mil pessoas no Pacaembu (no ano passado, também em um sábado, tivemos público de 14.481 no mesmo estádio, contra o XV de Piracicaba. Quando finalmente voltarmos ao Morumbi, para um jogo de meio de semana do Paulista, tendemos a ter algo próximo dos 4.507 que viram a partida contra o São Bento, em março passado. Até ali, talvez a diretoria já tenha percebido que não dá certo, e o ingresso já vai estar mais barato. Tem sido esta a tendência.

Mas o problema não está só no preço. Até o fim do ano passado, eu podia levar meu filho de sete anos ao Morumbi sem pagar nada pelo ingresso dele. Havia uma certa burocracia na entrada, que não existia antes, mas, vá lá, eu não tinha grandes dores de cabeça. Agora, a gratuidade será exclusiva a um setor. No Morumbi, será na arquibancada amarela, o que me obrigará a escolher entre assistir ao jogo com meu filho ou com meus amigos. (Tudo bem que, a partir de outubro, ele precisará pagar ingresso, porque completará oito anos, mas o problema continuará para quem tem filhos mais novos.)

Isso sem falar na desastrada política de conceder um desconto menor do que o da meia-entrada. Entendo que há planos mais caros que concedem descontos maiores, mas dá para fazer alguma coisa. Não acho que trinta reais seja um valor baixo a se pagar por mês e tenho certeza de que esse é o plano com mais associados. Então seria interessante que esse plano tivesse 50% de desconto, ao menos em jogos pouco importantes.

Downwell por fin llega a Android

A ver, chavalada, el otro día hablamos alto y claro de una de las mejores indiegencias uno de los mejores jueguicos que parió 2015: Downwell. Si bien en el templo de lo ilustre nos quedamos con la versión gordopecera, la cual disfrutamos como chanchos Kirkis y servidora, de inicio también contó con su contrapartida en la Apple Store. Con esta situación y ante la avalancha de buenas críticas, era cuestión de tiempo que los dispositivos Android recibiesen la suya.

El caso es que, por fin, joder, los gitanos de lo móvil, aquellos que nos limpiamos el culo con papel de lija y no con uno suave y perfumado de agradable olor manzana, podemos descender a toda hostia por las cuevas del juegazo de Ojiro Fumoto. Si bien inicialmente su salida estaba prevista para noviembre del año pasado, los típicos problemas a la hora de trasladar el juego han acabado retrasando el alumbramiento hasta hoy. Sea como sea, ya no tenéis excusa para sufrirlo y amarlo porque está tiradísimo de precio en sus versiones para Steam, iOS y Android.

La entrada Downwell por fin llega a Android aparece primero en El Pixel Ilustrre. Amor por los videojuegos.

External image
http://ift.tt/1ZV2RpY