contradic

No amor, em algum momento, você terá que ser ingênuo e acreditar. Terá que largar uma vida, refazer sua vida. Terá que abandonar a filosofia pessimista, a inteligência solteira do botequim e se declarar apaixonado. Terá que ser incoerente, contradizer fundamentos inegociáveis. Terá que rasgar a certidão negativa, a proteção bancária, os manifestos de aversão a casamento e filhos. Não dá para ser esperto sempre.
—  Fabrício Carpinejar.

meu jeito já não te engana mais. eu queria me contradizer, mas a saudade existe sim e eu sinto sua falta.
e todas aquelas coisas clichês acontecem aqui dentro de mim.
meu coração aperta sem me machucar. assim até parece que sentir saudades é bom. (só quando a gente pode correr até a nossa saudade).
saudades nunca foi do mal
mas quando ela vem, bem que ela poderia te trazer junto.

eu queria te dar um nó pra não soltar nunca mais

e.c

🛰Status: Um44k🛰

Eu vi que me mando mensagem, e diz não ter saudade, orgulho e vaidade.🌀

Mas relação só dura, quando ninguém do povo sabe.🍾

Implora pela volta e mesmo assim me solta.🎐

Eu vou ligar de madrugada, talvez não se importe se eu te manter acordada.📞

Te ofereço um trato e um cafuné.💓

4 da manhã eu meto o pé.💃

As vezes quero saber como anda você, se vai bem sem mim e tentar entender, que querer não é poder e que se eu pudesse, iria me contradizer.😣

Eu quero te falar, o que se passa aqui.🐾

Eu já tentei colocar os meus pés no chão.🔛

Me esforcei para achar uma solução, só que essa solução pode ser bem melhor para mim do que para você.⚠️

Se você perdoar nosso amor, e nossos sonhos podem se realizar.🎶

E o que eu errei prometo nunca mais errar.💔

Eu penso em ligar, eu penso em te esquecer.🚷

Muitas vezes me questiono por pensar em você.🎋

O jeito que amou foi que me fez sofrer.😪

O tempo vai passar cê vai se arrepender, e vai me procurar mas eu não vou ceder.💅

Porque eu sabia o que queria, era passar todos os dias da minha vida, na companhia de quem sabia todos os planos que eu tinha.👌

E tudo que sofri que não sofra igual, porque a desilusão não foi normal.💔

Querendo te dizer, que sem você aqui, minha vida desanda.⚡️

Você consegue me destruir e ao mesmo tempo me distrair.👣

Demais seria a gente se encontrar e eu dizer, que não dá mais pra ficar do jeito que está eu e você.🙇

Você pra mim foi tudo, e eu insisti em ter você de volta.🍃

E mesmo sem querer me prendo em você, porque sinto que faz falta.😣

Não quero insistir em algo que não dá mais.🐘

Pensando em nós dois pensando em ligar, só pra saber se anda bem e se ainda vou te encontrar.🌂

Mas ainda vou te encontrar, não importa a hora em qualquer lugar.🎍

E se a gente não voltar eu não vou aguentar te perder.🙎

Vai pode falar, gasta o meu tempo eu tô aqui pra escutar.🖖

E o que eu quis dizer cê não quis escutar.🖕

Só sei que o drink que me fez bem, me queimou também.🐚

Já me vem tanta lembrança, mas você não vem.🦄

Me procura na madruga que eu vou te achar, eu sei que do seu lado eu vou aonde for.🌬

Minha vida, tua vida, nessa ida você vem.☝️

Seus passos não precisa de ninguém.👋

Vai ser difícil de te ver partir, por isso que eu peço pra você ficar.😔

Quem tava lá quando você mais precisava?👽

Cê não sabe o quanto, eu te quero tanto.💥

Só que eu já aceitei o fim.👊

Esquece e entende não tem mais a gente, porque eu não sou mais seu refém.💀

Parte o coração mas não vai dar, lha eu não consigo suportar, as brigas passadas estresse por nada, e hoje eu me sinto tão bem.🚶

Não liga pro que vão falar, o passado eu já deixei pra lá.🍃

E mesmo se tudo acabar, deixo escrito aqui pra te lembrar.💤

Mas no fundo eu sei, que eu tentei.✋

Se o passado foi bom, então vamos continuar.👫

Pior pra mim, bem pior só.🙅

Já vi vou deixar pra lá, não da mais pra continuar.🌪

Tudo bem, melhor eu ir.🌜

Originally posted by clemensstm

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Sigam.⚡️

“Vorrei che tu venissi da me in una sera d’inverno e, stretti insieme dietro i vetri, guardando la solitudine delle strade buie e gelate, ricordassimo gli inverni delle favole, dove si visse insieme senza saperlo. […] Insieme, senza saperlo, di là forse guardammo entrambi verso la vita misteriosa, che ci aspettava. Ivi palpitarono in noi per la prima volta pazzi e teneri desideri. “Ti ricordi?” ci diremo l’un l’altro, stringendoci dolcemente, nella calda stanza, e tu mi sorriderai fiduciosa mentre fuori daran tetro suono le lamiere scosse dal vento.

 […] Vorrei con te passeggiare, un giorno di primavera, col cielo di color grigio e ancora qualche vecchia foglia dell’anno prima trascinata per le strade dal vento, nei quartieri della periferia; e che fosse domenica. In tali contrade sorgono spesso pensieri malinconici e grandi, e in date ore vaga la poesia congiungendo i cuori di quelli che si vogliono bene. Nascono inoltre speranze che non si sanno dire, favorite dagli orizzonti sterminati dietro le case, dai treni fuggenti, dalle nuvole del settentrione. Ci terremo semplicemente per mano e andremo con passo leggero, dicendo cose insensate, stupide e care. Fino a che si accenderanno i lampioni e dai casamenti squallidi usciranno le storie sinistre delle città, le avventure, i vagheggiati romanzi. E allora noi taceremo, sempre tenendoci per mano, poiché le anime si parleranno senza parola.

 […] Vorrei anche andare con te d’estate in una valle solitaria, continuamente ridendo per le cose più semplici, ad esplorare i segreti dei boschi, delle strade bianche, di certe case abbandonate. Fermarci sul ponte di legno a guardare l’acqua che passa, ascoltare nei pali del telegrafo quella lunga storia senza fine che viene da un capo del mondo e chissà dove andrà mai. E strappare i fiori dei prati e qui, distesi sull’erba, nel silenzio del sole, contemplare gli abissi del cielo e le bianche nuvolette che passano e le cime delle montagne. Tu diresti “Che bello!”. Niente altro diresti perché noi saremmo felici; avendo il nostro corpo perduto il peso degli anni, le anime divenute fresche, come se fossero nate allora.

 […] Vorrei pure – lasciami dire – vorrei con te sottobraccio attraversare le grandi vie della città in un tramonto di novembre, quando il cielo è di puro cristallo. Quando i fantasmi della vita corrono sopra le cupole e sfiorano la gente nera, in fondo alla fossa delle strade, già colme di inquietudini. Quando memorie di età beate e nuovi presagi passano sopra la terra, lasciando dietro di sé una specie di musica. Con la candida superbia dei bambini guarderemo le facce degli altri, migliaia e migliaia, che a fiumi ci trascorrono accanto. Noi manderemo senza saperlo luce di gioia e tutti saran costretti a guardarci, non per invidia e malanimo; bensì sorridendo un poco, con sentimento di bontà, per via della sera che guarisce le debolezze dell’uomo.

 […] Ma tu - adesso ci penso - sei troppo lontana, centinaia e centinaia di chilometri difficili a valicare. Tu sei dentro a una vita che ignoro, e gli altri uomini ti sono accanto, a cui probabilmente sorridi, come a me nei tempi passati. Ed è bastato poco tempo perché ti dimenticassi di me. Probabilmente non riesci più a ricordare il mio nome. Io sono ormai uscito da te, confuso tra le innumerevoli ombre. Eppure non so pensare che a te, e mi piace dirti queste cose.“ 

 - D. Buzzati, "Gli inviti superflui" 
- G. Klimt, dettaglio de "Il bacio”

The capitalist or bourgeois class is no longer capable of guiding the un­inhibited development of science and technology-again because these objectives now clash with the profit motive. Capitalism has proved in­capable of transcending fundamental weaknesses such as underutilization of productive capacity, the persistence of a permanent sector of unem­ployed, and periodic economic crises related to the concept of “market"­—which is concerned with people’s ability to pay rather than their need for commodities. Capitalism has created its own irrationalities such as a vicious white racism, the tremendous waste associated with advertising, and the irrationality of incredible poverty in the midst of wealth and wastage even inside the biggest capitalist economies, such as that of the United States of America. Above all, capitalism has intensified its own political contradic­tions in trying to subjugate nations and continents outside of Europe, so that workers and peasants in every part of the globe have become self­-conscious and are determined to take their destiny into their own hands.
—  Walter Rodney, How Europe Underdeveloped Africa
a razão de eu ter sumido (e porque vou demorar pra voltar)

Olá a todos! Adivinha o que, eu não estou morta ― e, de certa forma, eu sinto que eu preciso dar uma explicação rápida sobre o meu desaparecimento súbito. (Apenas uma nota rápida, este post é programado, então eu não estarei aqui uma vez que você ler isto.)

Vamos ser objetivos e dizer, antes de mais nada, a razão pela qual eu desapareci. Pela falta de melhores palavras, penso que é melhor ser brutalmente honesta e dizer que este blog começou a contradizer o seu propósito original ―  inspirar e motivar os meus estudos ― e se transformou em esta grande bola de estresse que só ajudou a piorar minha já prejudicada saúde mental. Eu continuamente dei conselhos e tentei o meu melhor para inspirar todos vocês, mas ao mesmo tempo eu estava perdendo a minha própria motivação; achei necessário perder tempo fazendo pilhas e pilhas de notas e, tanto quanto eu sabia que a teoria de cor, eu não sabia como aplicá-la tão bem como eu deveria. Honestamente? Eu acho que havia um ponto que eu estava estudando mais para os outros verem do que para eu realmente aprender. Eu nem preciso dizer o quanto isso é terrível.

Agora, eu não quero que este seja um post de vitimização qualquer, eu simplesmente quero colocar para fora todas as razões que me fizeram tirar um tempo pra mim e pra longe desse tumblr. Getstudyblrs tem, e sempre terá, um lugar especial no meu coração, e não, eu não estou desistindo de tudo. Na verdade, eu pretendo voltar dentro de alguns meses quando eu tiver tudo resolvido.

Então, por que a pausa?

Keep reading

A few random Parks and Rec head canons that I’ll stubbornly cling to forever no matter how wrong I may be:

1. April suffers from serious anxiety and is prone to depression as well

2. As lighthearted and joyful an optimist as he is, deep down our Andy still feels a lot of pain over his father’s death. And he carries some guilt over it as well because—well, I’ll save that for a very odd fanfic I hope to write some day :)  

3. Leslie Knope and Hermione Granger would either be instant best friends or initially loathe each other as only people who are all too similar in certain ways can do :) (And just as Leslie reminds me of Hermione, April reminds me of my beloved Luna Lovegood!)

4. Ben’s phobia of policemen stems largely from the fact that he was once…drum roll…falsely arrested. It’s a long story and one that I hope fanfic writers will give us one day! 

5. Later in life, they all try to make up for bullying Jerry in their own special ways :) 

6. April, who spent a lot of time alone through her teens, is a secret bookworm who loves everything from the amusingly creepy horror novels we might expect her to devour to (and she’d kill me for telling you this) historical romances :)  

7. April ended up working with directly with animals, Andy became a private investigator (though one who still plays music at kids’ parties on the weekends!), and together they solve a variety of thrilling and suitably bizarre mysteries throughout Indiana. I realize this is kind of totally and completely contradicated by S7 canon, but please don’t take this delusion away from me! :) 

8. April NEVER actually hated Ann; she just felt threatened by her for obvious reasons, and we know how our April gets when she’s anxious, insecure and threatened :) As we saw hints of through parts of S5 and S6, the two end up having a surprisingly strong friendship as they age, in part because they both know, care about and get both Andy and Leslie as almost no one else could :) 

9. Nothing against Lucy or Joe, but in my weird little mind Tom and Donna both ended the series happily single and genuinely loving their lives. (Not everyone’s ‘happy ending’ has to involve marriage and/or kids, Show! Jeez!)

10. Ann is secretly a lot less ‘normal’ than she seems but grew up feeling as if she had to be a people pleaser who fit in rather than risked standing out. 

What are some of YOURS?! 

Personalidade do seu personagem

Matéria originalmente feita e postada por The Character Chick, todos o créditos pertencem ao seu autor original. 

A personalidade é a coisa mais importante sobre o seu personagem.

Assim, sempre que eu vejo fichas de personagens, a maioria das pessoas só colocam um pequeno parágrafo para aquela seção. Se você está lutando e não sabe o que seu personagem deve dizer ou fazer, quais as decisões que ele deve fazer, eu garanto-vos que este é o problema.

Você sabe nome, idade, raça, sexualidade, altura, peso, cor dos olhos, cor do cabelo, os nomes de seus pais e irmãos ‘do seu personagem. Mas estas não são as coisas que realmente importam sobre eles.

Traços:

  •  Pegar traços que não necessariamente caminham juntos. Por exemplo, alguém que é controlado, agressivo e vão pode também ser generoso, sensível e de fala mansa. Caracteres precisam ter pelo menos uma falha que realmente impacta em como eles interagem com os outros. Traços positivos podem funcionar como falhas, também. É aconselhável que você escolha, pelo menos, dez traços.
  •  As pessoas são complexas, cheias de contradições e, por favor, me perdoe se isso faz alguém desconfortável, mas até mesmo os valentões podem ser “agradáveis” com as pessoas. Qualquer um pode ser uma pessoa “má”, mesmo alguém que é educado, gentil, útil ou tímido também pode ser narcisista, irritante, arrogante e mentiroso. As pessoas não são apenas “más” ou “boas”.

Crenças:

  •  Ideias ou pensamentos que seu personagem tem ou pensa sobre o mundo, a sociedade, os outros ou a si próprio, mesmo sem prova ou evidência, ou que pode ou não ser verdade. Crenças podem contradizer seus valores, motivações, autoimagem, etc. Por exemplo, a crença de que é uma pessoa incrível e responsável quando seus traços são preguiçosos, irresponsáveis e superficiais. Sua autoimagem e quaisquer crenças que eles têm sobre si mesmos podem ou não podem ser semelhantes/o mesmo. Eles podem ter uma autoimagem pobre, mas ainda acreditarem que são melhores que todos os outros.

Valores:

  •  O que seu personagem acha que é importante. Normalmente influenciada por crenças, sua autoimagem, a sua história, etc. Alguns valores podem contradizer suas crenças, desejos, características, ou até mesmo outros valores. Por exemplo, seu personagem pode valorizar o respeito, mas uma das suas características é ser desrespeitoso. É aconselhável que você liste pelo menos dois valores, e saber qual eles valorizam mais. Por exemplo, seu personagem crê nos valores da justiça e da família. A irmã dele lhes diz que ela apenas roubou $ 200 da carteira do seu professor. O que será que eles dizem sobre ela, ou eles a deixaram ficar com o dinheiro? A justiça, ou a família? De qualquer maneira, seu personagem provavelmente tem alguns sentimentos negativos, culpa, raiva, etc., mas de trair seu outro valor.

Motivos:

  • O que seu personagem quer. Ele pode ser abstrato ou algo tangível. Por exemplo, querer ser adorado ou querer esse trabalho para pagar a medicação do seu pai. Motivos podem contradizer suas crenças, traços, valores, comportamentos, ou até mesmo outros motivos. Por exemplo, seu personagem pode querer ser uma boa pessoa, mas seus traços são egoístas, manipuladores e narcisistas. Motivos podem ser a longo prazo ou a curto prazo. Todo mundo tem desejos, realizados ou não. Você pode escrever “eles não sabem o que eles querem”, mas você deve saber. É aconselhável que você liste pelo menos um desejo abstrato.

Sentimentos recorrentes:

  •  Sentimentos que eles têm durante a maior parte de sua vida. Se você colocá-los para baixo como uma característica, é provável que eles também sejam sentimentos recorrentes. Por exemplo, deprimido, solitário, feliz e etc.

Autoimagem:

  • O que os personagens pensam de si mesmos: sua autoestima. Alguns caracteres são orgulhosos de si mesmos, outros têm vergonha de si mesmos, etc. Eles podem pensar que eles não são bons o suficiente, ou pensam que é a pessoa mais inteligente do mundo. Sua autoimagem pode contradizer suas crenças, traços, valores, comportamentos, motivações, etc. Por exemplo, se sua autoimagem é pobre, eles podem ainda ser uma pessoa alegre ou otimista. Se eles têm uma autoimagem positiva, eles ainda podem ser uma pessoa deprimida ou negativa. Como eles se imaginam pode ou não ser verdade: talvez eles pensem que são uma pessoa horrível, quando eles são, de fato, muito atenciosos, prestativos, gentis, generosos, pacientes, etc. Eles ainda têm falhas, mas falhas não vão necessariamente torná-los uma pessoa terrível.

Comportamento:

  • Como traços, valores, crenças, autoimagem do personagem, etc., são exteriormente exibidas: como eles agem. Por exemplo, dois personagens podem ter a característica “com raiva”, mas todos eles provavelmente irão expressá-lo de forma diferente. Um personagem pode ficar quieto e quer ser deixado sozinho quando estão com raiva, o outro pode se tornar agressivo verbalmente. Se o seu personagem é um mentiroso, ou ele de repente fala com muito cuidado quando ele normalmente não faz? Alguém que é imprudente pode ter problemas com limites ou comer o último pedaço de pizza na geladeira quando sabia que não era dele. Comportamento é extremamente importante e é aconselhável que você pense muito sobre as ações de seu personagem e o que exatamente ele mostra sobre eles.

Comportamento:

  • Seu humor geral e disposição. Talvez eles sejam geralmente tranquilos, alegres, mal-humorados, ou irritados, etc.

 Postura:

  • Uma parte secundária da personalidade de seu personagem: não tão importante como todo o resto. É aconselhável que você preencha isso depois. A postura é como o personagem carrega-se. Por exemplo, talvez eles balancem os braços e mantem seus ombros param trás enquanto andam, o que parece ser a postura de uma pessoa confiante, por isso, quando eles se sentam, as pernas são provavelmente abertas. Outro personagem pode cair e tem os braços cruzados quando eles estão sentados, e quando eles estão andando, talvez ele arraste os pés e olhe para o chão.

Padrão discurso:

  •  Uma parte secundária da personalidade de seu personagem: não tão importante como todo o resto. É aconselhável você preencher isso depois. Padrões de fala podem ser palavras que seu personagem usa com frequência, se eles falam claramente, que tipo de gramática que eles usam, se eles têm um vocabulário amplo, um pequeno vocabulário, se são sofisticados, brutos, gaguejantes, repetindo-se, etc. Eu, pessoalmente não tenho um vocabulário muito amplo, você poderia dizer.

Hobbies:

  • Uma parte secundária da personalidade de seu personagem: não tão importante como todo o resto. É aconselhável você preencher isso depois. Hobbies podem incluir coisas como desenhar, escrever, tocar um instrumento, coleta de rochas, recolhendo copos de chá, etc.

Peculiaridades:

  • Uma parte secundária da personalidade de seu personagem, não tão importante como todo o resto. É aconselhável você preencher isso depois. Peculiaridades são comportamentos que são únicas para o seu personagem. Por exemplo, eu, pessoalmente, sempre coloquei minhas meias de dentro para fora e verifico o limite máximo para as aranhas algumas vezes por dia.

Gostos:

  • Uma parte secundária da personalidade de seu personagem, não tão importante como todo o resto. É aconselhável você preencher isso depois. Gostos e desgostos são geralmente ligados ao resto da sua personalidade, mas não necessariamente. Por exemplo, se seu personagem gosta de fazer a lição de casa de outras pessoas, talvez seja porque eles querem ser apreciado.

Não gosta:

  •  Uma parte secundária da personalidade de seu personagem, não tão importante como tudo o resto. É aconselhável você preencher isso depois. Gostos e desgostos também podem contradizer o resto de sua personalidade. Por exemplo, talvez uma das características do seu personagem seja desonesta, mas eles não gostam de mentirosos.

 História:

  • O passado do seu personagem tem eventos-chave que influenciam e moldam suas crenças, valores, comportamentos, desejos, autoimagem, etc. Eventos escritos devem implicar ou explicar porque eles são do jeito que são. Por exemplo, se seu personagem é desconfiado, talvez ele deva ter mentido muito para seus pais quando era uma criança. Talvez eles estivessem em um relacionamento há vinte anos e descobriu que seu parceiro estava traindo-o o tempo todo. Se sua motivação/querer é ter a atenção positiva, talvez seus pais simplesmente não lhes elogie e ele foque demais no negativo.

Em mental e deficiências físicas ou doenças:

  • Se seu personagem sofreu um trauma, ele precisa ter um efeito sobre o seu personagem. Talvez eles tornaram-se mais irritado ou impaciente ou crítica dos outros. Talvez suas crenças sobre as pessoas mudem-no para tornar-se: “até mesmo os valentões podem ser pessoas agradáveis”, “qualquer pessoa pode ser uma pessoa má“.
  • As pessoas não são a sua doença ou deficiência: ele não deve ser o seu traço definidor. Eu tenho ansiedade, mas eu ainda sou idealista, preguiçoso, atencioso, impaciente e, ocasionalmente, rancoroso; Eu ainda quero me tornar um autor; Eu ainda acredito que as pessoas são geralmente boas; Eu ainda valorizo fazendo o que me faz sentir confortável; Eu ainda tenho uma autoimagem positiva; Eu ainda sou uma pessoa. Você deve preencher a personalidade de seu personagem no meio do caminho, menos antes mesmo de tocar na possibilidade de seu personagem ter uma deficiência ou doença.

  Geralmente tudo sobre seu personagem deve se conectar, mas hey, mesmo gêmeos que cresceram na mesma casa exata têm personalidades diferentes; eles valorizam coisas diferentes, têm diferentes crenças. Talvez um deles assistisse a um filme que teve um enorme impacto sobre o tema e possibilidade de seu personagem ter uma deficiência ou doença.

Nem tudo precisa ser explicado. Alguém pode ser exigente desde que era pouco por nenhuma razão em tudo. Alguém pode ser uma pessoa negativa, mesmo que cresceu em um lar feliz.

Eu acredito que este é um layout de pensamento para fora para fazer personagens, antagonistas e protagonistas bem delineados, se eles estão sendo criados para um roleplay ou para um livro. Este layout também é útil para estudar Personagens, se você estiver olhando para interpretar com precisão como eles ou escrevê-los em fanfiction ou o que quer.

- Chick

Tradução feita por Myrla, todos os créditos são para The character chick

As vezes quero saber como anda você, se vai bem sem mim e tentar entender que querer não é poder e que se eu pudesse iria me contradizer. Eu já tentei colocar os meus pés no chão, me esforcei para achar uma solução… Só que essa solução pode ser bem melhor para mim do que para você. Eu quero te falar o que se passa aqui, eu quero retornar e se você deixar eu juro que dessa vez vou pensar só em nós e o que eu errei prometo nunca mais errar. Se você perdoar nosso amor e nossos sonhos podem se realizar, só te peço uma chance de voltar atrás para consertar o que errei, para te mostrar que hoje sei; só você sabe amar. Sobre nós o que eu desejo só você pode me dar, deixa aqui entre nós, o que passou já não importa e hoje estamos a sós.
—  Um44k.

One Shot Zayn Malik

  • Pedido - Queria um com o Zayn, em que ele é muito preocupado com a segurança dela, por conta de assaltos e sequestros, em um dia, a S/n sai de casa, mas não não avisa ele, e está bem bateria no celular, ele chega em casa e não vê ela, eles brigam quando ela chega e ele sai de casa, mas quando ele chega ela está amarrada na cama, toda machucada com vários cortes em todo o corpo, e um homem com a arma na cabeça dela, ele chama os seguranças e depois fica cuidando dela, queria esse final bem fofo e detalhado


Zayn estava a ponto de socar qualquer pessoa que aparecesse em sua frente ou enfiar seu punho na parede por conta da raiva misturada ao medo que ele estava sentindo. Raiva por ter telefonado para a polícia e ter receber a informação que eles só operavam em casos de desaparecimento depois de 24h e medo por (seu nome) ter saído e não ter voltado ainda em meio aos perigos da cidade. Já era noite e isso deixava Zayn ainda mais temeroso.

O que o atordoava mais é perceber que nenhum dos cinco seguranças que ele contratou é realmente competente, ele disse para que pelo menos um deles fosse com (seu nome) toda vez que ela pisasse do lado de fora da casa, mas por conta de uma contra ordem eles o desobedeceram. Não é (seu nome) que paga o salário deles afinal de contas.  

Mas uma vez Zayn estava a discar os números do celular de (seu nome) para tentar contato e mais uma vez ele escutava a voz irritante da mulher o dizendo que o telefone está desligado ou sem área, mais um xingamento saiu dos lábios dele e a única diferença é que dessa vez o barulho da porta chamou sua atenção. Caminhando até sala pronto para gritar com qualquer um dos homens altos que chegasse sem notícias de (seu nome), ele pôde ver a própria fechando a porta como se nada estivesse acontecendo.

— MAS QUE PORRA VOCÊ FEZ COM O SEU CELULAR? — (seu nome) se sobressaltou pelo susto tomado ao que a voz de Malik explodiu na sala — VOCÊ FAZ IDEIA DO TEMPO QUE EU ESTOU TE ESPERANDO COM O CU NA MÃO SEM SABER O QUE ACONTECEU?— nessa altura Zayn nem menos media as palavras que deixavam sua boca.

— Ei, calma! — (seu nome) ainda estava um pouco assustada quando deixou sua bolsa no chão mesmo e se aproximou devagar — O que aconteceu, Zee? — ela perguntou confusa e Zayn apenas riu com sarcasmo.

— O QUE ACONTECEU? O QUE ACONTECEU? — ele movimentou a mão de forma nervosa e (seu nome) parou de andar até ele — ONDE VOCÊ ESTAVA QUE NÃO PODIA PEGAR A MERDA DO CELULAR E MANDAR UMA MENSAGEM? EU LIGUEI PARA A POLÍCIA! PA-RA POLÍCIA, MAS AQUELES MERDAS NÃO FORAM TE PROCURAR E COM RAZÃO, NÃO É?! QUANTAS TONTAS COMO VOCÊ SAEM SEM DIZER NADA PARA AS PESSOAS E NÃO SE IMPORTAM EM TELEFONAR?!

— Não fala assim comigo, Zayn! — (seu nome) o repreendeu, mas sem levantar o tom de voz — Eu fiquei estudando até tarde na biblioteca da faculdade e meu celular está sem bateria, por isso não liguei. — quando Zayn abriu a boca para responder, ela o interrompeu — Pare de gritar e vamos conversar civilizadamente.

Malik respirou fundo tentando se acalmar e passou a mão sobre o rosto sentindo sua cabeça latejar de dor, não fazia sentido ele continuar gritando só pioraria sua dor de cabeça, então ele aceitou a sugestão de (seu nome), mas isso não quer dizer que sua raiva se esvaiu.

— Você não tem o direito de dar ordem nos meus seguranças. Eu contratei eles por um motivo e você não pode apenas deixá-los à toa por aí quando eles deveriam estar te mantendo segura. — Zayn disse alguns tons mais baixos que anteriormente enquanto apertava as mãos em punho.

— Eu só não vejo necessidade quando a celebridade aqui é você, eu sou apenas uma pessoa normal, Zayn.

— MAS- — mais uma vez ele respirou fundo — Mas isso não te dar o direito de me contradizer. Eu só estou querendo te manter segura, me deixa preocupado você andando por aí sozinha a mercê de um assalto ou sequestro. Não são só pessoas famosas que correm esse risco.

— Eu ainda não vejo o porquê de ter uma pessoa como minha sombra durante todo o meu dia, isso me deixa desconfortável e me parece uma grande besteira. — (seu nome) disse sincera.

— QUE PORRA DE TEIMOSIA! — uma veia saltou do pescoço de Zayn ficando em destaque enquanto ele lançava a mesinha de centro da sala na parede — SE VOCÊ NÃO SE IMPORTA COM OS MEUS CUIDADOS, FODA-SE!

Contornando-o sofá para evitar (seu nome) que ocupava o caminho a sua frente, Zayn caminhou em direção a porta de entrada como uma bala de tão rápido. Ele estava irritado e cansado demais por conta da teimosia da namorada que até não queria mais permanecer ali, não era assim tão impossível de entender que ele não estava fazendo nada daquilo para esbanjar dinheiro ou por futileza, ele só estava prezando pelo bem estar da pessoa que ama quando os jornais estão noticiando um aumento muito grande na porcentagem de roubos e sequestro em todo o país.

— Aonde você vai? — (seu nome) perguntou mesmo que estivesse bastante assustada com a reação de Zayn e o seguiu quando ele deixou a casa — Zayn, por favor, não sai assim. — ela também saiu de casa a ponto de ver Zayn entrar no carro que estava parado próximo a entrada — Zayn, não sai assim, você está muito nervoso para dirigir. — a preocupação tomava conta de (seu nome), mas Zayn pareceu não se importar quando ligou o carro e a deixou sem ao menos respondê-la ou olhar para trás pelo retrovisor.

Com uma vontade de chorar crescendo dentro dela, (seu nome) caminhou para dentro de casa quando viu o carro de Zayn sumir depois de passar pelo portão. Ela entende a preocupação dele, está se sentindo do mesmo jeito agora, mas com a diferença de que ele sim está em perigo dirigindo no estado que saiu de casa.

[…]

Zayn voltou para casa uma ou duas horas depois de ter saído, ele não estava completamente calmo, mas estava disposto a conversar sem gritos. Deixando a chave do carro sobre a estante, ele caminhou suavemente pela casa sem fazer barulho - para não acordar (seu nome) caso ela estivesse dormindo - e adentrou o corredor ouvindo ruídos vindos do quarto, ele continuou a caminhar e parou estático na porta com o que escutou.

— Moço, por favor… — a voz de (seu nome) quase não saiu por conta de seu desespero e o choro que mesmo que tentasse ela não conseguia cessar.

— Cala a porra da boca e me fala aonde que fica o cofre! — a voz de um homem se fez presente.

— Eu já disse que temos um cofre… — (seu nome) disse a frase rápido com desespero e um barulho alto de tapa ecoou pelo quarto.

— Você me acha burro? Você com essa casa gigante quer que eu acredite que não tem um cofre aqui? — a voz do homem saiu mais raivosa do que antes — Eu não sou assassino, mas eu vou te matar se você não abrir o jogo!

— Moço- — a voz de (seu nome) parou meio da frase e o coração de Zayn quase pulou por sua boca. Guiado pelo medo, ele correu para dentro do quarto abrindo a porta abruptamente.

— SAI DE CIMA DELA! — sem pensar duas vezes ele correu para cima do homem de capuz preto que estava sobre (seu nome) apertando seu pescoço e o jogou no chão caindo sobre ele. O homem o jogou para o lado e correu em direção a sacada descendo rapidamente pela grade que ia até o chão envolvida por uma planta trepadeira e Zayn correu até lá vendo descer.

— SEGURANÇAS! SEGURANÇAS! TEM UM HOMEM NA CASA! NÃO DEIXEM ELE SAIR! — vendo que dois dos homens altos e vestidos formalmente com terno correram na direção que ele gritou, Zayn voltou até a cama vendo o estado de (seu nome) que estava amarrada.

— Oh Deus…

O rosto de Zayn contorceu enquanto ele tentava segurar o choro e rapidamente ele começou a desamarrar os pulsos de (seu nome) tentando não machucá-la ainda mais. Seu rosto estava cheio de sangue por conta de alguns cortes superficiais em suas bochechas, seus braços também tinham alguns cortes e seu lábio inferior estava cortado. Engolindo em seco, Zayn terminou de soltar a namorada e a abraçou fortemente deixando que as lágrimas tomassem conta de seu rosto, seu maior medo havia se concretizado.

— Vai ficar tudo bem, amor… — ele sussurrou em meio ao choro — Me desculpe por ter te deixado sozinha… Me desculpe. — a culpa o consumia mesmo ele não sendo o real culpado.

— Foi horrível, Zayn… — (seu nome) sussurrou em meio a soluços enquanto suas mãos apertavam a camisa de Zayn como se ele fosse sumir novamente — Eu fiquei com tanto medo. — os cortes em seu rosto ardiam ainda mais com no contato de suas lágrimas que desciam sem limite por suas bochechas.

— Como esse verme entrou aqui? Eu vou mandar todos esses incompetentes embora agora mesmo. — Zayn fez menção de se levantar, mas (seu nome) o puxou pela camisa.

— Não! Fica aqui comigo, por favor. — a voz estava repleta de desespero e Zayn apenas voltou a deixou seu peso cair sobre a cama novamente.

— Temos que limpar você… Eu vou te dar banho e chamar um médico. — ele acariciou o cabelo da mulher que tinha a cabeça encostada em seu peito, olhando para o lado ele pôde ver uma faca suja de sangue sobre o criado mudo e apertou o maxilar sentindo ódio pelo ser desumano que machucou sua mulher.

— Senhor, o homem já está imobilizado no jardim. — um dos seguranças disse da porta e (seu nome) se apertou ainda mais ao namorado. Resistindo a vontade de gritar com o homem pela incompetência dele e dos colegas de trabalho, Zayn o respondeu.

— Chame a polícia e o entregue antes que eu vá até lá e o mate com minhas próprias mãos. — sua voz era baixa, mas estava carregada de ódio e ele estava mesmo tentado a ir até o jardim e enfiar faca na garganta do desgraçado.

— Sim, senhor!

O segurança saiu e Zayn continuou no quarto acariciando o cabelo de (seu nome) por mais alguns minutos até que percebeu ela mais calma, então ele se levantou a ajudando logo em seguida e a levou até o banheiro onde com toda delicadeza existente no mundo a ajudou tomar banho e se vestir. O médico não demorou chegar após Malik o chamar, depois que todos os machucados estavam medicados, Zayn e (seu nome) foram até o quarto de hóspedes onde passaram a noite agarradinhos debaixo do Edredom. Arrisco dizer que eles nunca mais ficarão sem a presença um do outro.




Eu espero que tenham gostado, eu mudei um pouquinho e espero que a pessoa que pediu não se importe. ^.^

- Tay

※Notinhas※

Essa aqui foi minha redação e quem escolheu o tema foi minha prof, então espero que gostem haushaushaus

Me digam o que acharam, blz?!

Ótima leitura♡


—————
  O dia exalava lindos e amistosos raios de sol, aquele simples e agradável sábado já havia começado  de uma boa forma para S/n que agora estava molhando suas raras orquídeas de forma delicada. Seus olhos azuis feito o céu limpo, olhavam com atenção cada detalhe de suas amáveis plantas enquanto ela checava se todas elas estavam devidamente saudáveis.

  - Hoje será uma noite maravilhosa. - Comentou ela enquanto acariciava de forma leve as pétalas de sua orquídea Tigre. - Já preparei tudo, mau posso esperar para que Zayn chegue! - Concluiu com um brilho intenso em seus olhos.

  S/n ficou mais uns longos minutos em sua estufa compartilhando com suas flores o quão empolgada ela estava com o jantar, afinal, quem não estaria? Não é todo dia que se completa vinte e cinco anos de casada, muitos casais chegam a se divorciar antes mesmo das bodas de algodão.

  Mas felizmente, ou não, este não era o caso de S/n e Zayn que com o fruto do casamento tiveram dois filhos e muitas histórias para serem contadas aos seus futuros netos e talvez bisnetos. Aquele sim foi um forte casamento que por muitas coisas havia passado e hoje seria o dia para celebrar isso, assim como S/n havia planejado…

  O dia se arrastou de forma corrida enquanto a mulher de cabelos claros preparava tudo com a ajuda de seus empregadas que seriam dispensados pela mesma depois das cinco da tarde, como ela fazia todos os anos. Seus filhos, Melissa e Lucas, já estavam devidamente acolhidos na casa dos avós que também já estavam acostumado com tal “ritual”.

  Assim que o dia passou a escurecer e o último empregado já havia ido embora, S/n se sentiu finalmente aliviada por estar completamente sozinha na enorme casa e subiu para seu quarto, ou melhor, o quarto do casal e resolveu que já estava mais do que na hora de se arrumar para seu marido.

  Se despiu lentamente após a banheira estar consideravelmente cheia e despejou na água morna sua essência favorita, jasmim. Se aconchegou ali e respirou de forma profunda ao que sentiu seus músculos relaxarem e com sua doce e aveludada voz, começou a cantarolar baixinho a música que havia dançado em sua festa de casamento juntamente de Zayn.

  Parou e sorriu largo ao se lembrar de como o marido estava bonito no dia, seu terno estava bem passado, seu cabelo penteado para trás e seus sapatos reluzentes.

  - Um lindo noivo. - Pensou em voz alta. - Tão lindo, tão doce e amável… - Listava de forma distraída enquanto passava sabonete por seus braços. - …tão atencioso. - Suas palavras saíam de forma lenta por seus lábios e algo a incomodou.

Algo que era ruim, tão amargo quanto fél e tão doloroso quanto uma ferida aberta, esse “algo” sempre vinha associado a imagem de Zayn, era inevitável.

  Mas S/n não queria que esses sentimentos a dominasse…pelo menos não agora.

  Sua cabeça se movimentou de um lado para o outro em uma tentativa de espalhar os maus pensamentos e ela se sentiu satisfeita por conseguir, mesmo que isso fosse apenas uma pequena ilusão que duraria pouco tempo até eles voltarem para a parte mais clara de sua mente.

  Seu banho seguiu de forma harmônica e S/n tentava sempre se desviar de suas más lembranças fazendo de tudo para ressaltar sempre as boas. Assim ela fez até que seu vestido vermelho de corte reto estivesse devidamente posto em seu corpo, com seus saltos beges, cabelos soltos e uma leve maquiagem para ressaltar seus lindos olhos.

  Ela estava pronta, ela se sentia pronta.

  Foi para a cozinha e viu por mais uma vez se estava tudo certo, provou seu risoto para ter a certeza que estava com um gosto esplêndido e assim se sentou à espera do marido que não demoraria a chegar.

  O fato é que quando estamos sozinhos, sem a presença de um outro alguém que possa por aventura nos atrapalhar, nos sentimos livres para deixar que nossa mente recorde ou planeje aquilo que desejar, sem restrições, sem êxito, apenas nos sentimos bem com nós mesmos para deixar com que nossos desejos mais profundos acordem e nadam até a superfície de nossa alma e nos dominem.

  Era assim que S/n se sentia agora ao olhar para o relógio e ver por mais uma vez que Zayn, que já deveria estar em casa a meia hora, ainda não havia chego, não havia ligado e nem mesmo mandado um mísero torpedo para lhe dizer que iria se atrasar.

  Mas S/n com toda certeza era paciente, sim, ela era e iria espera-lo com doce e divino sorriso nos lábios não importasse quantas horas passassem ela ainda estaria ali a espera de seu marido e essa não seria a primeira vez, mas talvez a última.

  Depois de uma longa hora, os ouvidos de S/n foram capazes de captar os barulhos emitidos da garagem.

  “É ele!”, pensou de imediato.

  Poucos segundos depois passos foram ouvidos e a figura de um homem aparentemente cansado surgiu na cozinha.

  - S/n, ainda está acordada? - Malik perguntou surpreso por ver sua mulher ainda acordada.

  - Estava esperando por você meu amor. - Disse ela de forma calma se levantando e caminhando em direção ao marido. - Queria jantar com meu homem nesta noite tão especial. - Esclareceu vendo os olhos de Zayn transparecem surpresa.

  - Oh S/n, me perdoe, eu acabei me esquecendo! - Ele disse de forma um tanto arrependida e S/n apenas negou com a cabeça.

  - Não se preocupe com isso meu amor, ainda temos a noite inteira pela frente. - Ela disse de forma compreensível enquanto se aproximava do alto homem que agora tinha sua gravata afrouxada pelas delicadas mãos de S/n, que ignorou o perfume feminino que ele exalava. - Vêm, vamos nos sentar, hum?! - Guiou o marido até uma das cadeiras e o acomodou ali vendo o mesmo sorrir com o carinho da mulher.

  Assim que S/n os serviram, engajarem em uma conversa sobre seus anos de casamento e claro dando certo destaque apenas aos bons momentos, diferente da mente da mulher que insistia em contradizer tudo que saia pela boca do homem, porém guardando suas palavras para si.

  Nenhum dos movimentos de Zayn passavam despercebidos pelos olhos de S/n, que de forma discreta observava como os fortes braços se mexiam e de como ele ajeitava o relógio em seu pulso a cada cinco minutos, costumes que não estavam sendo observados somente ali, mas sim durante anos de convivência.

  - Hora do vinho. - Anunciou após os dois já estarem sem fome e viu o marido se alegrar com o “anúncio”.

  - Sabe, eu estava pensando. ..que tal umas férias em família? - Zayn perguntou despreocupado sem ver os movimentos que S/n fazia ao pegar as taças, o vinho e algo que ela vinha guardando a meses e meses.

  - Seria muito bom. - Ela respondeu sem prestar muito bem atenção nas palavras do marido.

  - Sim, poderíamos ir para o Caribe ou… - Zayn continuou a montar rotas de viagens mas o cérebro de S/n já não estava preocupado em receber tais palavras, agora ela se focava em misturar o “pozinho” branco junto da bebida que seria destinada ao homem que estava a poucos metros dela.

  - Aqui esta. - Diz sorrindo e lhe entregando o vinho.

  Ele agradece brevemente e em seguida saboreia do líquido vermelho.

  - Você está muito bonita. - Zayn elogia ao reparar o quão elegante ela está.

  - Tenho que estar apresentável para uma noite memorável. - Ela sorri dócil.

  - Memorável? - Ele pergunta um tanto curioso. - O que torna essa noite tão importante assim? - Pergunta achando um pouco de graça vendo a mulher ainda em pé.

  - Todas minhas noites ao seu lado são importantes. - Ela responde ainda sorrindo meiga. - Agora beba. - Pede vendo ele fazer.

  Não demora muito até que Zayn comece a se sentir estranho, sua cabeça lateja como se elefantes tivessem feito festa nela, seus movimentos se tornam lentos e sua visão fica um tanto turva.

  - Eu acho que não estou bem. - Ele diz fazendo uma careta. - É melhor eu ir me deitar. - Ao que ele tenta se levantar acaba por derrubar um copo causando um alto barulho.

  - Oh não querido, pode deixar que eu cuido de você. - Os lábios de S/n de repente já não tinham o mesmo sorriso doce, não, com certeza este não era seu sorriso mais cativante. - Venha, sente-se aqui. - Ela fala o sentando novamente mas é empurrada pelas fortes mãos.

  - Eu quero me deitar. - Ele diz irritado e o sorriso dela se alarga fazendo Zayn a encarar confuso. - Que diabos você aprontou S/n? - Ele tenta gritar mas sua força já não é o suficiente.

  S/n apenas gargalha da reação do marido e bate palmas.

  - O que raios está acontecendo? - Tenta por mais uma vez parecer agressivo mas o retardo nos movimentos não convence.

  - Sabe querido…- Ela começa caminhando na direção contrária do homem que agora não tem mais força para se levantar. -…. por vários anos eu me dediquei totalmente a você e aos nossos filhos, sempre fui uma boa esposa e sempre estive disposta a você. - Abriu a gaveta e dedilhou todas as afiadas facas que ali haviam. - Sempre que você chegava em casa cansado e estressado eu estava lá de braços abertos para você e toda sua fúria. - Seus dedos pegaram a maior e a mais afiada das facas ali.

  - S/n… - Ele sussurrou já quase incapaz de falar. - …o que você…

  -…vai fazer? - Ela o interrompe e ri mais uma vez. - Bom, depois de anos e anos o mínimo que eu esperava de você era reconhecimento, mas o máximo que recebi foram amantes e abusos. - Ela diz amargurada se virando para ele enquanto brincava com a faca em suas mãos.

  - Eu lhe pedi desculpas amor. - Ele choraminga vendo ela negar com a cabeça.

  - Desculpa por me violentar sexualmente por dezoito vezes? - Ela sorri sarcástica. - Sério Zayn? Você já foi um pouco melhor. - Seus pés começam a andar em direção ao homem que tem o corpo largado sobre a cadeira.

  Por mais uma vez o sentimento ruim que havia lhe consumido mais cedo volta a correr por suas veias enquanto ela vê os olhos desesperados lhe pedirem para parar, mas ela não se importava, pois ele também não havia se importado naquelas malditas dezoito vezes.

  S/n se aproximou e todo o desespero que existia consumiu Zayn, que tinha o corpo pesado mas ainda estava consciente. De volta a maneira delicada e ainda com a faca em mãos, ela se sentou em seu colo e ele tentou empurrar-la mas seus músculos não tinham força por mais que ele clamasse por ajuda, ele não iria ter.

  - Eu venho sonhando com isso a vários e vários dias. - Levemente ela passa a ponta da faca pelo rosto macio do marido, observando com cuidado seus traços. - Eu sonhava com seus olhos temerosos e sua boca branca assim como está agora. - Confessa. - Mas temos que fazer isso rápido querido. - Ela sussurra como se fosse um segredo.

  - S/n, olhe pra você, não quer fazer isso! - Ele diz com dificuldade tentando persuadir de alguma maneira a mulher diabólica que S/n se tornou de repente.

  - Shiu. - Ela pede silêncio pondo a faca em seus lábios. - Isso será como minha festa de quinze anos. - E então sorri largo pressionando a faca sobre os lábios de Zayn, que faz um pequeno corte. - Vamos acabar logo isso. - Disse de uma hora para outra de forma bruta e uma facada sem dó nem piedade preenche o peito de Malik.

  Seus olhos se arregalam e o ar falta em seus pulmões que um dia foram saudáveis e isso para S/n é como se realmente ela estivesse recebendo o melhor presente da vida dela.

   - V-você…me paga! - Ele consegue, com imensa dificuldade, proferir tais palavras e em seguida S/n lhe atinge mais uma vez com a faca.

  - Não hoje querido. - Sorri e lhe acerta mais vezes até que sua obra de arte esteja pronta.

  Os dezoito furos formam uma linda e sombria orquídea no peito do homem já falecido. S/n sente seus músculos relaxarem ao ver o marido finalmente morto e o sentimento de satisfação toma seu corpo.

  Ela tinha concluído com sucesso seu plano.

  Com dificuldade ela arrasta o corpo para fora da casa enquanto resmunga o quão pesado ele está, e debocha dizendo que não deveria ter lhe dado o jantar para facilitar as coisas. Suspira feliz ao que chega na estufa e se vê obrigada a arrasta-lo mais um pouco e assim que está completamente dentro pode ver que o buraco que ela havia aberto ali ainda está intacto a espera de seu novo morador.

  - Olá meninas. - Ela diz para as orquídeas. - Trouxe mais uma companhia para vocês. - Sorri arrastando o corpo morto.

    S/n rola Zayn para dentro da cova e o vê cair de forma desajeitada, logo tratando de arruma-lo. Ela começa a cantarolar novamente a música de seu casório enquanto fecha aquele buraco fundo com a terra junto do auxílio de uma pá que ela havia deixado ali. Após tudo estar devidamente coberto, ela arrasta para cima daquela terra um pesado vaso que contém algumas flores que estão para nascer e que agora já recebem um novo significado para S/n.

  - Descanse em paz querido. - Ela bate as mãos umas nas outras para tirar a terra e logo vira as costas dando boa noite para suas tão raras orquídeas voltando a cantar sua adorável música.

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Bangtan Reaction: Com ciúmes de você por estar mais próxima de outro membro.

Desculpem pelos erros. Boa leitura!

** Sem gif’s, sorry :( **



•♦Kim SeokJin♦•

Ele não seria um namorado muito ciumento, mas conforme os dias passavam e a proximidade sua e de Tae aumentava, Jin acabou se sentindo um pouco inseguro perante a situação.

O Tae parece estar sendo uma ótima companhia… – Ele diz se aproximando do sofá onde você estava sentada.

Sim! Ele está me ensinando a jogar Overwatch!

Mas por que precisa aprender a jogar esse jogo? Eu posso te ensinar coisas muito mais legais!



•♦Min YoonGi♦•

Jungkook? Sério, S/N? Vai sair com o Jungkook?

Você não quer ir junto! Eu tentei te convencer a ir, mas você resolveu bancar o ciumento…

Não estou com ciúmes… – Te abraça por trás depositando um beijo em seu pescoço – Só estou cuidando do que é meu.



•♦Jung HoSeok♦•

Você havia convidado Jin para ir a sua casa para te ensinar algumas receitas, sabendo disso, Hoseok não conseguiu conter a crise de ciúmes.

Você não precisa cozinhar! Existem os congelados e fast-food.

Mas eu quero aprender, Hobi - Você diz repreendendo o garoto – E, o Jin veio aqui especialmente para me ajudar, seria injusto desistir agora.

Jin não se importaria em voltar outro dia, certo? – Vocês olham para Jin, que assente sorrindo – Viu, S/N? Agora me dê atenção, por favor.



•♦Kim NamJoon♦•

Acredito que ele não se demonstraria muito ciumento, e por mais que estivesse afim de pular no pescoço de J-Hope por ter te convidado para ensaiar uma nova coreografia junto a ele, Joonie simplesmente te deixaria ir sem contradizer em nada.

Tudo bem, jagi – Sorri – Mas, vai recompensar o tempo comigo depois, né?



•♦Park JiMin♦•

Eu vou matar o Jungkook! Quem ele pensa que é para convidar a minha garota para jogar?! Ele não tem amigos, não?

Calma, hyung – Tae responderia tentando acalma-lo.



•♦Kim TaeHyung♦•

Faria a maior birra no momento em que Namjoon te convida para conhecer seu novo estúdio, já que você era a única que ainda não conhecia.

S/N? – Tae interrompe a conversa de vocês assim que Nam termina o convite.

Sim, Tae? – Você o responde.

Você não vai cometer essa traição contra a minha humilde e alucinada pessoa, não é?



•♦Jeon JungKook♦•

Desde quando você gosta de rap? – Diria deitado na cama enquanto te observa terminar de se arrumar para ir ao suposto festival de rap com Yoongi.

Desde que o Suga me mostrou… Eu acabei me interessando pelas letras complexas e tals – Responde terminando de por os brincos.

Ata… Mas, precisa se arrumar tanto assim?

Você fica fofo com ciumes…

Então você não vai ir? 

Eu não disse isso – Você o responde e o beija em despedida para ir ao evento.


~Luvy

— A resposta é que não importa o que você acha, porque sua mente vai se contradizer cem vezes a cada dia. […] Sua mente vai acreditar em mentiras agradáveis e ao mesmo tempo vai reconhecer as verdades dolorosas que tornam essas mentiras necessárias. E sua mente vai puni-lo por acreditar nas duas coisas.
—  Sete Minutos Depois da Meia-Noite, de Patrick Ness.

anonymous asked:

10 years later and i still see 'prO fAnS' (who never even read the books) calling snape an abuser. yeah he must have been an abuser because he kept giving poor harry low grades and taught him how to shield his mind lol. people, please 1) get familiar with this definition 2) get a life 3) let it go

Let’s call it a bully if it makes you feel better.

Now, I actually I liked him when he was in the movies, even tho I didn’t approve he hit his students with books (was this a movie thing only?). ANYWAY I’ve read some anti snape things on tumblr so I wanted to know why was this and so they started to quote some books parts and I was like ‘why did harry named his child after him?’. 

The problem is not that people like snape, I still find him as a good character the way he’s written but I don’t like his persona and the thing that bothers me is people gloryfying him like some kind of hero and stuff and that we should pity him cuz the girl he liked sent him to the friendzone and some 16 years old boys was a dick towards him, so you’ll hold a grudge and bully his son and his friends.

He was an adult, a teacher, yet he bullied students and people justify him with ‘he was bullied when he was a teenager’. 

1. He used any excuse to take points from Gryffindor: if one of them didn’t know the answer he would take points, and if not one but hermione knew the right answer and she’d answer (and the question was directed to the entire class) he’d make some rude comment and take points anyway.

2. humiliates harry, a first year, in front of the entire class because he reminds him of james.

3. When hermione showed the large teeth she got from draco, snape looked at her and said “I see not difference” making her cry and run away. 

4.  He threatened to poison Neville’s pet and constantly humiliated him and traumatized to the point where Nev’s boggart was Snape

Also isn’t the fandom a bit hypocrite that the most hated character on HP is umbridge (more than voldemort or bellatrix) and people say this is because she’s a villain that you can find in real life; a teacher who’s a bitch and you’re basically defenseless but you don’t find snape as something similar to real life? You never had a teacher who showed preference towards certain group of students to the point he/she would overlook their mistakes but give you detention or smth similar if you make the same mistake that group did? Who made you feel like shit because you didn’t know something or gave the wrong answer? Who insulted you, whether it was your personality or physical appearance, pushing you to the verge of tears? Cause I had one, so I can assure you is not nice and it’s bullying. So probably this is even more of a personal thing, me being against a bully teacher, but I’m sure I wouldn’t say he’s a hero or  that he deserved lily or anything like that even if I never experienced being bullied by a teacher.

Also YOU get a life, cause this is my blog and I can post as much hate as I want, but I won’t go the snape supportives blogs to contradic them. It’s their opinion, their blog and I might not agree with them but I won’t go to their asks just to fight them.

Italy

- It’s sunday. Suddenly, a loud scream can be heard from like twelve different houses. Cars honk their clacsons madly. Five ambulances pass. Right, soccer.

- It’s summer. The temperature nears the one of the surface of the sun. You think that puddle used to be a person.

- English class. Nobody knows how to pronounce a word. Somebody utters “shish”. Everybody starts laughing.

- Your grandparents probably lived under a dictatorship. That’s always weird to remember.

- There are more tourists around than Italians. You’re one of the few natives left, also probably the only one on the bus. You haven’t heard a word in Italian in days.

- Your friend from Siena is freaking out. His contrade’s enemy won. You’re scared for your life.

- You have to read Primo Levi for school. Again. It’s the nineth time they give you one of his books to read in three years.

- There is no left anymore. Nor right. You’re coming of age and there is no one you would vote not even after bribery.

- Everybody hates Italy. Everybody is also unbearably smug because they’re Italian.

- You grew up with Asterix. He’s supposed to be a Gaul. You never, ever sided with the Romans, but always felt sorry for them.

- You’re watching Gomorra. It’s in neapolitan. It’s a good thing it’s subbed.

- You’re drinking Tassoni. You feel like a living stereotype, but it’s just too good.

- There is Don Camillo or Montalbano in TV. You have to watch it.

- What does the fox say is plagiarism. It also gives you childhood flashbacks.
STATUS: Não sou obrigada

A única coisa a que sou obrigada é a ser feliz.

As minhas desistências são corajosas, são pensadas, repensadas, exigem tempo e muitas lágrimas.

Não sou obrigada a engolir a seco quando me elevam a voz sem razão.

Não sou obrigada a fingir que gosto de quem não me faz bem, de quem não acrescenta, não soma, nem não nada.

Não sou obrigada a concordar com aquilo que não condiz com o meu modo de pensar, só para agradar aos outros.

Tenho sonhos próprios, sentimentos únicos, vontades minhas, ou seja, ninguém me conhece melhor do que eu.

Não sou obrigada a insistir num relacionamento fracassado, por medo de desistir, de recomeçar, de me dar novas chances de ser feliz.

Não sou obrigada a viver de acordo com o que os outros esperam que eu seja, a me vestir de acordo com o que as vitrines vendem, a ouvir o que as rádios me empurram.

Não sou obrigada a chorar escondida quando a tristeza toma conta de mim, só porque os outros podem me achar uma pessoa fraca.

A minha força vem exatamente da dor, o meu fortalecimento se reergue exatamente durante as minhas tempestades emocionais, para que o vazio se preencha pela vontade de recomeçar.

Tenho o direito de contradizer, de me defender, de gritar a minha dor, para que me reequilibre e siga em frente, sempre, livre do que passou.

Desde que eu não fira o direito do outro, desde que eu não passe por cima de ninguém, poderei me desviar de tudo e de todos os que emperram o meu caminho, ignorando o que não me cabe, ficando junto de quem me ajuda a ser melhor e me traz verdades, de quem me traz luz, de quem me aceita tal como sou, com inteireza e sorriso sincero.

Vorrei con te passeggiare, un giorno di primavera, col cielo di color grigio e ancora qualche vecchia foglia dell'anno prima trascinata per le strade dal vento, nei quartieri della periferia; e che fosse domenica. In tali contrade sorgono spesso pensieri malinconici e grandi; e in date ore vaga la poesia, congiungendo i cuori di quelli che si vogliono bene. Nascono inoltre speranze che non si sanno dire, favorite dagli orizzonti sterminati dietro le case, dai treni fuggenti, dalle nuvole del settentrione.
Ci terremo semplicemente per mano e andremo con passo leggero, dicendo cose insensate, stupide e care.
—  Dino Buzzati