contra preconceito

Não é uma questão de machismo ou feminismo. É uma questão de social. Todos sabem que violência contra mulher é um problema social recorrente no brasil, tanto é que existem leis contra isso. Os temas de redação do ENEM servem para chamar atenção para problemas sociais. Seja impacto da implantação da lei seca, publicidade infantil ou violência contra a mulher.
—  More happines-s.
Os gays vão defender a opinião deles. Os heteros vão defender a opinião deles. O ateu vai dizer que Deus não existe. O cristão vai tentar provar a existência de Deus. Os gays vão agir com agressividade contra a opinião dos heteros. Os heteros vão agir com preconceito contra a opinião dos gays. O ateu vai rir da cara do cristão. O cristão vai lamentar pelo pensamento do ateu. E ninguém se respeita. O mal da humanidade é a falta de respeito ao próximo. Quando todos colocam o respeito a frente da sexualidade, religiões e etc, a vida de cada um se torna melhor e mais saudável. Cada um tem a sua vida, cada um tem sua maneira de viver, cada um tem sua opinião, cada um tem suas decisões e suas intimidades é só saber respeitar o espaço de cada um. Não precisa aceitar o gay, não precisa tentar provar que Deus existe. É só saber respeitar. Mais respeito e menos julgamento é disso que a sociedade precisa.
HOMOFOBIA

Você sabe o que significa homofobia? Homofobia é o preconceito contra aqueles que amam pessoas do mesmo sexo. É o preconceito contra pessoas que tem sentimentos, anseios, necessidades e esperança como qualquer outro humano. E o que há de errado nisso? Nada. Não devem existir regras para o amor, ele deve seguir apenas o respeito e a liberdade.

Homofobia

Homofobia. Você sabe o que significa homofobia? Homofobia é o preconceito contra aqueles que amam pessoas do mesmo sexo. É o preconceito contra pessoas que tem sentimentos, anseios, necessidades e esperança como qualquer outro humano. E o que há de errado nisso? Nada. Não devem existir regras para o amor, ele deve seguir apenas o respeito e a liberdade.

Imagine Niall Horan - feito por Ella.

Suspirei e encarei a porta à minha frente. Niall veio para casa de seus pais dois dias antes de mim, ele queria poder ver o seu sobrinho  Theo que havia partido com sua mãe ontem. Eu estava há mais de cinco minutos tentando arranjar coragem para tocar a campainha  e não conseguia.
Desde antes de me conhecer a mãe do Niall já me odiava, tudo graças à um preconceito barato contra latinas. No ponto de vista dela, éramos todas putas de seios fartos à busca de um marido rico para nos sustentar. Passávamos em faculdades sem ter estudado, pois elas nos queriam para manter uma boa imagem. Ah, se ela conhecesse o bom e velho vestibular.
Finalmente toquei a campainha, eu suava e torcia para que Maura não atendesse a porta enquanto esperava que atendessem.
-(S/N), querida, que bom te ver – fui recebida por Bobby. Ao contrário da esposa, se ele tivesse qualquer contragosto com a minha presença esse não era perceptível
Nos cumprimentamos com um aperto de mãos e ele me ajudou com a mala. Andei na frente, pois ele me pediu, esperava que não parecesse falta de educação da minha parte.
Avistei Maura descendo as escadas com uma carranca. Ela não podia pelo menos fingir que não estava desgostosa com a minha presença?
-Pensei que não viria mais. Não passou no seu hotel antes? Por isso está com as malas?
-Hotel?
-Sim, não temos mais quartos aqui.
Vi Bobby tentando falar alguma coisa mas foi calado pelo olhar mortal que a minha querida sogra lhe mandou.
-Não passei ainda. Pensei em vir dar um beijo – Não daria à ela a satisfação de dizer que não tinha lugar para ficar. Achei que ficaria aqui como da última vez.
Nesse momento Niall saiu da cozinha usando seu pijama ainda e comendo uma torrada.
-Amor, eu já estava ficando preocupado. Você demorou – Pois é, Niall. Meia hora na porta da sua casa com medo da sua mãe não deveria contar como atraso. – Tinha muito trânsito? Se passou uma hora desde a sua ligação do aeroporto.
- Eu não encontrava minha mala – Menti e ele me deu um beijo na testa e um selinho na boca. Me olhou desconfiado, mas acabou assentindo enquanto dava de ombros.
-Deixa que eu te ajudo com ela.
-Niall, eu vou dormir em um hotel.
-Por quê? Aconteceu alguma coisa? – Ele encarou os pais à procura de alguma dica, eu suponho.
-Não, eu só acho que vai ser melhor assim.
-Está bem, como você conseguiu um Hotel ? É St. Patrick´s Day e a gente só soube que viria para cá há uma semana!- engoli o seco, eu tinha esquecido desse pequeno detalhe. A cidade deveria estar lotada.
-Eu tenho meus métodos.
Mais tarde eu procurava por um hotel, todos estavam lotados. O único lugar que eu encontrei foi um apartamento que eu aluguei por um mês, mesmo que fosse ficar só duas semanas. Foi o melhor que consegui.
Cheguei no local às oito da noite, estava exausta,  fiquei o dia inteiro assinando os papéis para alugar a casa. Haja burocracia.
Suspirei lembrando que não tinha comida, decidi pedir pizza. Foda-se a dieta.
No dia seguinte acordei cedo com os gritos na rua por causa do feriado. O apartamento era no centro, afinal.
Mesmo caindo de sono eu decidi sair para aproveitar o dia. Lá fora a rua estava um caos completo, quase matei a saudade do Brasil.
Recebi uma ligação de Niall.
-Amor, eu quero te ver. Onde você está? –Europeus não são nada educados ao telefone. Iam direto ao assunto e não se despediam.
-Na quinta avenida. Perto daquele pub que você me trouxe para beber no dia em que eu conheci a sua mãe – péssima lembrança.
-Estou indo para aí, me dê quinze minutos – e desligou
Senti duas mãos na minha cintura e dei um pequeno berro de susto, me virando rapidamente.
Me deparei com um Niall todo vestido de verde. Ele realmente entrou no espírito.
-Querida, cadê sua roupa? – se fingiu assustado, eu não estava vestida à caráter.
-Eu te avisei que não me pintaria de verde, bobo – Demos um selinho demorado. Dar beijos na rua era considerado falta de educação, imagine os de língua.
-Hey – pegou minha cabeça com as duas mãos, olhando em meus olhos. – me diga a verdade, por que você foi para um hotel?
-Sua mãe meio que me expulsou – encarei o chão.
-Você conseguiu um lugar para ficar? Sabe, você poderia ter me avisado. Greg mora na cidade e você poderia ter ficado com ele, aposto que não veria problema.
-Eu não queria incomodar,  acabei tendo que alugar um apartamento por um mês. Mas pelo menos o lugar é bom e no centro.
-Bem e nesse seu apartamento tem lugar para mais um? – ele sorriu cafajeste e meu deu outro selinho – Sabe, talvez eu conheça alguém interessado.
-Ah, é? Quem seria?
-Um namorado de mãe carrasca que se importa muito com a namorada e não quer deixá-la sozinha.
-Nesse caso eu acho que tem sim - sorrimos um para o outro
Eu adoraria ver a cara da Maura ao saber que por  ter me expulsado da casa dela, ela perderia tempo com o filho que preferia ficar comigo. Ponto para mim.

Sinto muito por aqueles que fingem ser outra pessoa para tentar agradar o próximo. Sinto muito por aqueles que tem preconceito contra a própria espécie. Sinto muito por aqueles que só conseguem enxergar a beleza física. Sinto muito por aqueles que pensam que roupa define caráter. Sinto muito por aqueles que acham que o dinheiro compra o mundo. Sinto muito por aqueles que acham que mulher tem que ser espancada. Sinto muito por aqueles que não sabem que existe diversas formas de amor. Sinto muito por aqueles que acham que guerra traz paz. Sinto muito por aqueles que falam sem pensar. Sinto muito por aqueles que não sabem respeitar religião. Sinto muito por aqueles que acham que “fiu fiu” é elogio. Sinto muito por aqueles que acham que pássaros foram feitos para ficarem presos em gaiolas. Sinto muito por aqueles que bebem e saem por aí tirando vidas e vidas. Sinto muito por aqueles que acham que os animais não tem sentimento. Sinto muito por aqueles que deixam o ódio crescer dentro de si. Sinto muito por aqueles que acham que padrão de beleza é magreza. Sinto muito por aqueles que acham que se automutilar é apenas uma frescura. Sinto muito por aqueles que acham que político não é corrupto. Sinto muito por aqueles que acham que é na escola que se ensina educação. Sinto muito por aqueles quem acham que a mulher é obrigada a ter o bebê após ser estuprada. Sinto muito por aqueles que acham que abandonar animais não é crime. Sinto muito por aqueles que acham que carro antigo define sua condição financeira. Sinto muito por aqueles que deixam de viver para trocar um SMS. Sinto muito por aqueles que acham que tatuagem faz de você um marginal. Sinto muito por aqueles que são hipnotizados pela mídia. Sinto muito por aqueles que não percebem que matando a natureza, só os coloca a um passo a mais para a morte. Sinto muito por essa humanidade.
—  Flautiar.
O preconceito é uma força bruta difícil de derrubar. Na teoria todo mundo aceita tudo, na teoria não tem problema. Agora na hora de conviver com as diferenças, ai tudo cai por terra. (…) Se há uma arma poderosa, mas uma arma muito poderosa, contra o preconceito, é o amor.
—  Teresa

Hoje se comemora o Dia Nacional de Enfrentamento à Psicofobia, que se traduz no preconceito contra os portadores de transtornos mentais.

Porque dizer não ao preconceito e mudar mentalidades também depende de você, apoie a campanha da ABP e compartilhe-a em suas redes sociais - por uma sociedade com menos estigma e mais esclarecimento!