contornar

Ser amigo é segurar a onda, é contornar abismos e escalar montanhas de desesperos. É querer andar até o pé doer pra ver um amigo sorrir e segurar em sua mão quando ele desabar. É abraçar e apertar tão forte até esquentar o coração. E depois de todo esse aperto, ainda ter um ombro fofo onde encostar, um conselho sincero para edificar e um sorriso no qual confiar. Amizade é um porto seguro pra não naufragar. É partilhar, se igualar e, principalmente, SOMAR! ❤-
—  Bárbara Pontello
Não anseie pela falta de dificuldades. Esse é um objetivo ilusório, já que neste mundo você sempre encontrará problemas. Há toda uma eternidade sem obstáculos reservada para você no Paraíso. Deleite-se nesta herança à qual você tem direito, mas não busque um Paraíso na Terra. Ao acordar, pense em suas aflições e peça-Me que lhe dê condições de enfrentar as dificuldades que aparecerem. Sua melhor arma é Minha presença, a mão que nunca solta a sua. Discuta todas as coisas comigo. Veja o problema com leveza, como um desafio que você e Eu, juntos, podemos contornar. Lembre-se de que estou ao seu lado e que Eu venci o mundo.
—  Deus falando com você

Essa galera que sobrevive os quinze e voa até os dezessete caçando uma ideologia, uma estrela, uma utopia, qualquer vagalume ou pisca-pisca pra seguir. E conforme cada ideologia se prova falha, e cada estrela cai, e cada utopia fica mais e mais distante, e cada vagalume ou pisca-pisca se torna enfadonho por ser inconstante, a gente adentra os vinte e poucos desesperado, sem rumo, sem chão. Porque a gente só bota fé e esforço em coisas efêmeras. Falta cuidar de si, trabalhar em si, investir em si. E se possuir na efemeridade total de vida. Ou compreender o intrínseco. Contornar o imutável. Observar os tempos que não passam. E superar essa estagnação.
Mas ninguém explica esse tipo de decepção. A gente passa a juventude caçando estrelas cadentes sem saber que pode se transformar em combustível e queimar sozinho, céu a dentro, feito foguete atmosfera a fora.
A gente procura ninhos de passarinhos porque ninguém avisa que a gente pode voar.

É quase sempre errôneo e absolutamente frustrante esperar reciprocidade em seus afetos. O amor não foi feito para ser negado, mas vivido em demasiado silêncio, um cuidado quase ilegal. Um único olhar e tudo se paga, um rastro e o mundo se apruma. A generalização das ruas, o caos em sua forma concreta. É tudo in. Os dramas se desenrolam no abstrato, mal são citados. cada um tem seus demônios, a maioria são os próprios pesadelos. Você é a lágrima que cai tão distraidamente entre todas as outras. Você, causador do próprio mal. Você, que se permite a tristeza e a engole de formas letais, mas ceticamente observa seu antônimo. Paz demais te assusta porque você só sabe viver entre sombras. É tão mais fácil dizer não, é certo o caminho da recusa, o quarto solitário, o cheiro de ar estagnado que te incomoda as narinas e alivia a covardia. É tão mais fácil ser covarde, afirmar que não se pode. Eu não posso, quero mas não posso. Eu machuco, eu rasgo, tenho remendos capazes de contornar o mundo. Corajoso mesmo é quem morre de medo todos os dias e ainda assim abre as janelas para o vento entrar. Corajoso é quem ama tanto a si que sobrevive amando o outro. A coragem é uma utopia que reside em momentos raros, a ingiro em doses ralas que é pra não amar demais. Coragem em demasia pode até me fazer feliz. 

G. 

E aí peixinho! Como vai? Ainda posso te chamar assim!? Vim aqui te perguntar! Te dizer, para que não esqueças de lembrar! De acordar todas as manhãs, em um horário consideravelmente normal e tomar um bom café da manhã. De fazer o que for, sem pular o almoço. Vim te lembrar, de rebolar em quanto cozinha. De cortar a barba e o cabelo de vez em quando. De desenhar na parede, uma estrela com um brilho diferente. De apreciar sua boca no espelho, e contornar o coração que ela faz. De segurar alguma coisa. De se segurar em alguma coisa. Vim te dizer, para que não esqueças de lembrar, que prometeu se cuidar. Sei que você nunca foi muito bom com promessas, mas essa em particular é muito importante. Então se cuida. É que o mundo não seria o mesmo sem você. O meu já não é. Não importa o que os outros digam, o que uma parte de mim diga. Eu te escrevo aqui, com o coração. Esse, que agora é impulsionado e freado pelas lagrimas. Eu não pude ver de perto o brilho dos seus olhos, o seu belo sorriso. Não pude sentir o toque de sua mão, o calor do seu abraço. Mas, nada disso se tornou mais fácil. Dizem que, tudo que eu amava em você, era fruto da minha imaginação. Mas, seja o que for, florescia. E agora minhas lagrimas vão regar, o amor que você desistiu de cuidar.
—  Detalhares, sobre meu último amor.
Olhos baixos e rasos, onde se encontram breves cachoeiras, ao longe se ouve os soluços das gotas ao cair, e dos suspiros ao se silenciar. Transformando-se em um lindo riacho que ao se contornar pelas trilhas desenha-se um corpo de mulher, a cada curva um silêncio, um segredo, um sofrimento.
—  Maiara Pietra Tomaz

non ne ho idea, sai?
passo ore intere a chiedermi cosa potremmo essere, cosa ci manca per completarci, cosa io ci trovi di così bello in te. le risposte, però, non so darmele. non so contornare questo sentimento, definirlo bene, dimostrartelo con i fatti. una volta un mio amico mi ha detto ‘tu tratti tutti in modo uguale, è ovvio che lui non si accorga di quel che senti per lui’. sì, è vero. forse non so amarti come vuoi tu, in modo forte. forse non sono come vuoi tu: bei occhi, carismatica, a tratti sdolcinata. ma una cosa la so per certo: quando cresceremo, anche se vivremo vite diverse, tu rimarrai, nonostante tutta la nostra storia, la parte più importante di essa. sei entrato come se nulla fosse, e più cercavo di allontanarti, più il mio cuore si fondeva con il tuo.
probabilmente vivrò altre relazioni, terrò altre mani, dirò altri ‘ti amo’; non sapendo però, anche inconsapevolmente, che tu, tra tutti, rimarrai colui che ho amato di più.
il mio primo amore, e anche il più forte.
voglio far crescere il mio cuore con te accanto.

O Cactos e a Rosa

A rosa não se apaixonou pelo cravo.
Ela se apaixonou pelo cactos. Compreendia seus espinhos.
A rosa, toda boba, acha-se forte e protegida com seus meros espinhos. O cactos, riu da sua pose de durona ao ver toda sua sensibilidade e delicadeza. Era uma pobre flor indefesa a rosa. Não tinha coragem de machucar uma formiga que fosse, o que tornava fácil demais contornar seus poucos espinhos para aproveitar do seu perfume. E a rosa, por sua vez, riu-se do cactos, que com todos aqueles seus espinhos, achava que podia esconder-se da dor.

O cactos não se achava capaz de se apaixonar. Conhecera muita maldade e traição em seu caminho árido, por isso exibia seus espinhos, imponente, para que ninguém pudesse se aproximar e se aproveitar dele. Mas a rosa, teimosa que só ela, aguentou firme cada farpada. Com seus espinhos a principio tentou em vão se defender. O cactos expunha sua fragilidade, e a rosa ficava corada de raiva. E foi não só por sua coragem, mas por sua delicadeza que enfim o cactos se rendeu. E ele, que por tanto tempo seu único temor era de ser ferido, agora só temia machucar a frágil rosa. Ela não merecia. Merecia alguém que a protegesse, então ele a protegeu de si mesmo. Mas ao ver a rosa chorar, pela primeira vez chorou também, e soube que não podia mais dela se afastar.
Seguiram então, com seu romance cheio de farpadas e muitas, mas muitas alegrias. Compreenderam enfim, que é possível contornar qualquer espinho, quando a necessidade de se estar junto, é maior do que a de estar protegido de tudo.

Desconheço autoria.

... Notas sobre depressão, ansiedade e autodestruição...

É como correr e não sair do lugar. É como se seu coração estivesse preso em uma gaiola muito pequena implorando para sair. É como se seus sonhos não passassem de meras fantasias, quanto mais você os persegue mais distantes eles ficam. É como se você fosse um erro ambulante. É como se errasse constantemente. É como chegar a um lugar enorme e perceber que está sozinha. É procurar e não achar saída. É deixar de se importar consigo mesma. É querer dormir e não conseguir. É pensar de mais a ponto de se torturar. É tentar comer e se nausear. É acordar chorando porquê está viva e repousar chorando pedindo pra morrer. É pensar em suicídio e sentir paz. É passar a lâmina na pele acreditando que finalmente está fazendo algo certo. É assistir o sangue contornar as curvas e cair no chão misturando-se a lágrimas. É sentir que está se afogando. É não ter alguém para te socorrer. É sentir-se inferior. É só encontrar defeitos em si. É pedir socorro e ser ignorada. É gritar por socorro e ser silenciada. É implorar por socorro e ouvir que seu apelo está sendo incômodo. É enxergar correntes em seu corpo te prendendo a todos os seus fracassos. É se importar de mais com tudo. É não se importar com nada. É não ter forças. É ser chamada de fraca. É ser chamada de covarde. É querer adormecer para sempre. Eu quero adormecer. Para sempre.

Help.

Oi gordinho. Antes de te desejar um feliz dia dos namorados, eu quero te lembrar de todos os motivos que nos trouxeram até aqui. 1 de setembro foi onde tudo, mais ou menos, começou. Antes disso a gente conversava, pouco, mas conversava. Se ligava pra não falar nada. Os assuntos não rendiam, mas a vontade de conversar eram maiores. Com o tempo, fomos ficando mais íntimos, os assuntos começaram a surgir, já tinham coisas para contar, e dormir? A gente nem sabia mais. Quase virávamos a noite conversando e no outro dia tinha aula. Conforme o tempo foi passando, insistiu tanto, até que conseguiu. Me pegou. Moldou. E me tornou tua. Me mostrou que as coisas podem sim dar certo, que por mais que ainda sejam sonhos, um dia eles se tornam realidade. Demora, mas acontece. Esquecemos o passado e começamos mudando o presente e o futuro? Não vejo a hora de acontecer. Mas, nem tudo são flores. E tu sabe muito bem, que com o meu jeito difícil e birrento, isso se encaixa perfeitamente. Meu ciúme é obsessivo. Minhas birras, meu jeito mandão. Tudo tu sabe contornar, e muito bem por sinal. Aos poucos tu foi me conhecendo e sabendo exatamente como lidar comigo. Assim, como eu fui me adaptando a ti. Todo final de semana acordo cedo pra abrir a porta pra ti, aprendi a jogar teus jogos, tento entender sobre futebol (mesmo sabendo que é grego pra mim). Esse não era pra ser um texto fofinho, mas sim para mostrar o quanto tu me faz bem, me faz feliz. A cada final de semana eu vejo que fiz a escolha certa, e nunca vou me arrepender disso. Nunca vou me arrepender de deixar o orgulho de lado, te pedir desculpas depois de ter te xingado de todas as maneiras diferentes. Aprendi a deixar a saudade de lado, por mais que doa. Aprendi a aproveitar cada minuto do final de semana. Aprendi a te amar, da forma que tu realmente merece. Eu sei que tem muito o que vir ainda, mas eu quero que tu saiba que tudo o que a gente viveu até hoje, eu faria tudo de novo. Claro que eu ia concertar algumas bobagens, mas isso não conta. To meio enferrujada para textos, ainda mais falando de nós, tudo o que a gente ta vivendo hoje, é tão intenso, que chega ser difícil traduzir para palavras. Só quero que tu saiba o quanto eu te amo, e que eu serei tua eterna namorada. Mesmo que tu não queira, eu quero. Hahaha. FELIZ DIA DOS NAMORADOS, pro gordo mais perfeito desse mundo. s2 “Mas eu amo você. Só queria terminar dizendo isso. Eu amo você. De verdade.”
—  Pode ser ou é, de algum jeito a gente se deu bem… Namorada dele aqui.
DESIGNER’S DIARY #2: A CRIAÇÃO DE UM LOGOTIPO: ROUGH E A FERRAMENTA CERTA [PARTE 3]

A primeira e segunda da parte dessa série já foram publicadas (veja no menu abaixo) e agora é hora da terceira parte, onde eu falarei sobre Rough, também conhecido como “rascunho” e a ferramenta certa para criar um logotipo.

Lembrete: Esse post é a terceira parte dessa série, então se você não leu a primeira e a segunda parte ainda, clique nos links do menu abaixo para conferir os temas abordados anteriormente para depois continuar a ler esse aqui.

Essa série está dividida em 5 partes, confira o menu abaixo:

  1. Briefing e Contrato
  2. Pesquisas, Referências e Plágio
  3. Rough e A ferramenta certa
  4. Quantidade x Qualidade, Defenda sua ideia e Alterações
  5. Como entregar para o cliente

Keep reading

alguém partiu o seu coração e você não soube lidar
porque é muito diferente quando você desenha alguém na mente e sonha, idealiza e simplesmente não realiza porque a realidade não te pergunta como você quer que seja. ela só é. e isso nunca bate com os sonhos de ninguém, meu bem
alguém partiu o seu coração de um jeito que ninguém te preparou pra enfrentar
porque é sempre sobre pessoas boas ou más. amores certos ou errados. brincar com fogo é perigoso, você sabe
mas ninguém te ensina sobre as pessoas bacanas e divertidas, cheias de boa vontade que simplesmente não vão dar certo contigo. ninguém te avisa sobre falta de maturidade ou bad timing, ninguém te explica como contornar as distâncias psíquicas, de idade, de vontade de vida. ninguém te prepara pros dias em que amar não basta
alguém partiu o seu coração porque prometeu tentar e tentou
e isso não bastou
porque querer não basta
tentar não basta
o amor não é suficiente pra manter alguém junto contigo
é sobre acasos e escolhas e um cenário mais favorável a florir
não adianta a semente e o carinho se a terra e o clima não corroborarem
alguém partiu seu coração porque não há manual de instrução sobre isso
e você é perfeccionista controlador, você não quer lidar com as intempéries e as coisas que não pode controlar
você quer uma soma de escolhas pra um resultado previsível, um teorema, uma equação, qualquer coisa que te dê segurança, algum tipo de meritocracia
mas a vida, o amor, o mundo têm disso: ou você pula e aceita a maré revolta ou deixa o coração secar num choro infinito

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Oraie ie oooooooo

Saravá Mamãe OXUM

💛👑💛 A Natureza de Oxum 💛👑💛

A dualidade de ser filha das águas é enorme. Mesmo calma e serena a água também afoga. Debaixo de um fluxo tranquilo esconde-se terríveis armadilhas. Oxum reside no leito do rio e principalmente na queda da cachoeira. E essa queda não é algo calmo e sereno. É a própria natureza de Oxum, que se joga e se entrega sem saber onde o destino a levará. Queda d´água não faz carinho, pelo contrário é como levar uma surra estar debaixo de uma cachoeira. A água é violenta e intensa quando cai da pedreira e somente ao longo do curso volta a ser tranquila. Ser de Oxum é ser assim. Jogar-se com toda a força e mergulhar nas emoções. Amar com uma força que pode até machucar quem debaixo desse amor esta. É mergulhar sem destino certo, contornar os desafios pelo caminho e seguir o fluxo da correnteza. Ser filha de Oxum é apaixonar-se todo o dia e acreditar num amor eterno. Mesmo sabendo que nem o rio é eterno, pois o mesmo uma hora se torna mar. Ser filha de Oxum é ser intensa nas ações e emoções. Pois água parada não é rio, rio é correnteza, fluxo contínuo…água que corre sem parar. Engana-se quem vê somente serenidade e calmaria ao olhar um rio. Tenha cautela, tenha respeito. Pois o mergulho em Oxum nunca é raso e sua natureza é profunda. Adupé Osun

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— Você não vai contar para a oka-san sobre isso, não é? — Os grandes olhos da gueixa estavam tomados por uma expressão pidona, a saída menos agressiva para a situação que poderia virar um problema. Os contrastes garantidos pela maquiagem ainda podiam ser vistos em seu rosto, contudo, a discordância causada pela falta dos trajes tradicionais era perceptível demais para ser passada em branco. Os tecidos estavam dobrados ao lado de uma mochila, livrando os ombros de Mei daquele peso — ao invés destes, apenas um short jeans e uma blusa simples cobriam o seu corpo. Tomado o cuidado para escolher um lugar mais vazio, esforço foi por água abaixo assim que foi descoberta por outrem, logo, precisava contornar a situação o mais rápido possível. — Sabe, tem uma coisa que eu não posso fazer com essas roupas… Vou te mostrar. E, cheia de mistério, aproximou-se da pessoa, correndo para o lado contrário logo em seguida.

Impulso bem sucedido foi o suficiente para tirá-la do chão e fazê-la rodar no ar, além de ter sido na medida para possibilitar um pouso gracioso. Mei ria como uma criancinha: fazer mortais e acrobacias era uma de suas atividades favoritas, não poderia conter a felicidade! — Viu? Eu disse que ia valer a pena!

A EMPREGADA SAFADA

Delícia de morena, aos 20 anos, magra de seios pequenos, coxas bem torneadas, uma bunda firme e quente e uma boca gostosa de beijar. Essa era a Kelly, a quem contratei para cuidar da casa, indicada por uma amiga. Sempre houve muito respeito entre nós, apesar de Kelly ser provocante, usar roupas de arrasar e dormir na minha casa durante a semana, pois estudava perto de onde eu morava, o que tornava sua vida mais fácil.

Eu morava sozinho e minha ex-namorada passava os finais de semana comigo e não posso deixar de falar que Kelly era motivo de ciúmes, por certo, uma situação difícil de contornar.

Bom, voltando a Kelly, era um domingo à noite quando ela chegou em casa, conforme o combinado. Iria iniciar os trabalhos na segunda-feira. Após os cumprimentamos ela pediu para usar o chuveiro. Aproveitei para mostrar o seu quarto e fui para a sala assistir a TV.

Um dia de calor e Kelly terminou o banho, veio até a sala para falar comigo, porém vestia um pijama apertado e curto, short e blusinha branca florida. Um tentação que eu tentei evitar não olhando muito, nem diretamente para ela.

Perguntei a morena se queria comer ou beber algo. Disse a ela que ficasse à vontade, pois iria passar a semana na minha casa e ela deveria se familiarizar com tudo. Se quisesse, poderia assistir algo na TV ali na sala ou se preferisse, poderia assistir no seu quarto. Ela preferiu o quarto.

Já era tarde quando fui dormir e antes fui ao banheiro, como de costume. Eu raramente usava o banheiro da minha suíte, afim de evitar que sujasse todos banheiros da casa, assim ficava tudo um pouco mais organizado. Mas, o melhor de tudo foi a surpresa que tive, uma vez que Kelly havia deixado no chão, ao lado do vaso sanitário, as roupas com as quais havia chegado.

Primeiro me veio à cabeça: “Que menina porquinha!”, mas em seguida imaginei sacanagem. Peguei as roupas para colocar no cesto de roupas sujas, mas ao ver a calcinha minúscula de Kelly, uma tanguinha preta, não aguentei e acabei cheirando. O cheiro de sua boceta suada, suor e xixi, aquela mistura me excitaram. Não era desagradável, mas demonstrava uma boceta bem cuidada e saudável. Acabei me masturbando e gozando gostoso.

No dia seguinte fui trabalhar normalmente, e a noite procurei me conter, mantendo o respeito e posição em relação a Kelly. Porém, isso durou somente um mês, mais ou menos, pois, certo dia tive que passar em casa na hora do almoço, o que eu nunca fazia, naquele dia esqueci um documento importante para uma reunião e como morava perto do serviço, coisa de 20 minutos de casa, deixei para pegar à tarde.

Era para ser um bate e volta rápido, não fosse pelo fato de encontrar Kelly escutando som alto, vestida somente com uma calcinha enfiada na bunda e uma camiseta branca sem sutiã. Pois é, assim que ela limpava a casa e fazia suas tarefas.

Foi uma surpresa para ela e para mim. Kelly pediu mil desculpas, mas eu fiquei excitado, pau duro por baixo da calça social. Respondi que estava tudo bem e que ela ficasse tranquila. Aliás, olhei bem para aquela morena e a elogiei dizendo que era muito gostosa. Ela sorriu e respondeu: “- Como você sabe? Nunca experimentou…” me aproximei dela, “-Não seja por isso.” Abracei Kelly e beijei sua boca. Ela correspondeu com um beijo quente e molhado.

Coloquei a mão entre suas pernas, senti o tecido da calcinha, a delicadeza daquela boceta de ninfa e, por baixo da camiseta toquei seus mamilos. Bicos rijos e seios firmes. Kelly levou a mão ao meu pau, por cima da calça. Primeiro ela quis parar, ficou sem jeito, disse que não podia porque eu era patrão, ela empregada, mas eu a via como mulher. O tesão falou mais alto.

Abri o zíper da calça e Kelly acabou de abaixá-la junto com minha cueca e ao ver meu pau, agarrou firme com as mãos, levou a boca e começou a me chupar melhor que muita mulher experiente. Ela engolia cada pedaço dos 19 cm da minha rola quente e grossa. Fiquei admirado de ver ela engolir tudo.

“- Isso minha puta, me chupa, chupa teu macho. Engole meu pau sua piranha.” Eu dizia sem pensar e Kelly retribuía com uma língua quente e molhada.

Como estávamos na cozinha, peguei a morena no colo e a coloquei sobre a mesa derrubando tudo. Puxei sua calcinha e comecei a chupar sua boceta molhada. Pelo cheiro e o gosto de suor, xixi e seu tesão dava pra ver que a safada não enxugava bem a boceta depois de mijar, mas mesmo assim estava deliciosa.

Passei a língua na boceta de Kelly, de baixo para cima e enfiei na gruta molhada, toquei toda sua boceta até alcançar seu clitóris. Entre movimentos em círculo e mordiscadas fazia a morena gemer e dizer: “- Ai, isso me chupa, gostoso, caralho que gostoso…”

Senti Kelly gozando na minha boca me lambuzando com seu mel. Um gozo intenso pela quantidade de mel daquela boceta gostosa. Puxei Kelly para a ponta da mesa e posicionei meu pau na entrada de sua xoxota molhada. Empurrei devagar para sentir aquela mulher gostosa e percebi que era apertada. Ela gemeu e fui até o fundo. Penetrei com força e rápido. A cada movimento Kelly gemia. “Ai… isso… gostosa… isso… vai… me fode… vai me fode gostoso…” e eu respondia: “Isso… vai geme… toma pau sua puta… vou foder tua boceta… piranha gostosa…”

Kelly se mexia gostoso no meu pau enquanto eu a fodia com força. Depois de um tempo avisei que ia foder o seu cu. “Levanta piranha, quero foder teu cu agora… vai logo sua puta… vou arrombar teu cu…”

Antes ela recusou, mas eu a peguei no colo e a fiz debruçar sobre a pia, empinando a bunda deliciosa para mim. Cuspi no cu de Kelly e melei meu pau no meu de sua boceta e o mesmo fiz com seu cu apertado. Foi difícil, levei um certo tempo, ela reclamou, mas empurrei meu pau até sentir o saco tocar seu corpo. Fodi com força, rápido e com tesão o cu daquela morena que gemia como louca. “Caralho… dói… que pau grande… porra você está me abrindo…”

“Rebola puta, rebola no meu pau porra…” eu respondia a ela, fodendo o cu com vontade até sentir que ia gozar. “Isso… goza… goza no meu cu meu pauzudo…” E assim, acabei obedecendo e enchendo o cu de Kelly de porra quente. Porra que escorreu entre suas pernas.

Nesse momento, eu lembrei da reunião, beijei minha puta demoradamente e avisei que a noite tinha mais. Aliás, foram muitas outras vezes e a reunião, sim tive problemas, mas valeu a pena.