contornar

Eu não estou aqui para falar sobre as estatísticas, sobre as formas de prevenção, ou sobre quantas pessoas ficariam desesperadas ao descobrirem seu corpo sem vida. Estou aqui para falar de uma coisa totalmente diferente, totalmente nossa.  Estou aqui para falar a todos que já tiverem no ápice da dor, seja ela qual for. A todos que já se jogaram na cama e deixaram as lágrimas rolarem no escuro do quarto por incontáveis horas. Que lançaram mão de um instrumento frio sobre uma pele que já foi quente. Que tomou qualquer coisa que achou na caixa e quis que aquilo bastasse. Que subiu ao vigésimo andar e quis ser leve para que o vento te lançasse abaixo. Estou aqui para dizer que ainda há tempo. Que esse frio que adentrou a sua alma pelas rachaduras da dor que os dias causaram, essa angustia que se alojou em sua mente, esse desespero entalado em sua garganta, têm jeito. Um jeito que só você pode dar. Se você se abraçar ao invés de se infligir uma última facada, se você se ouvir ao invés de escrever aquelas últimas palavras, se você pensar em si ao invés de tudo o que fizeram de ruim, ainda terá tempo. Tempo de reverter toda essa dor. Não sou eu, nem eles que precisam acreditar em ti. Não é um psicólogo, psiquiatra, psicanalista, um amigo preocupado ou um ente querido que precisam te dizer isso. É você. Eles estão aqui para te ajudar e estar ao teu lado, não para decidir se você vive ou morre, essa escolha é sua. Sei que pode soar injusto, o mundo que te leva ao inferno não ser o mesmo mundo que te tira de lá. No entanto, é a vida. E, mesmo que isso soe feio, ela também é mais que isso. Você é mais que isso. Tudo é mais do que é. E voltando ao assunto inicial dessa conversa, você pode mais do que pensa poder. Você pode superar, sobreviver, relevar, contornar, dialogar, negociar, e quantos mais adjetivos eu puder usar aqui. Você pode. Você pode ter uma vida. Você merece ter uma vida. E ela pode ser boa. E será. Basta você acreditar.
—  Detalhares .
Ser amigo é segurar a onda, é contornar abismos e escalar montanhas de desesperos. É querer andar até o pé doer pra ver um amigo sorrir e segurar em sua mão quando ele desabar. É abraçar e apertar tão forte até esquentar o coração. E depois de todo esse aperto, ainda ter um ombro fofo onde encostar, um conselho sincero para edificar e um sorriso no qual confiar. Amizade é um porto seguro pra não naufragar. É partilhar, se igualar e, principalmente, SOMAR! ❤-
—  Bárbara Pontello

alguém partiu o seu coração e você não soube lidar
porque é muito diferente quando você desenha alguém na mente e sonha, idealiza e simplesmente não realiza porque a realidade não te pergunta como você quer que seja. ela só é. e isso nunca bate com os sonhos de ninguém, meu bem
alguém partiu o seu coração de um jeito que ninguém te preparou pra enfrentar
porque é sempre sobre pessoas boas ou más. amores certos ou errados. brincar com fogo é perigoso, você sabe
mas ninguém te ensina sobre as pessoas bacanas e divertidas, cheias de boa vontade que simplesmente não vão dar certo contigo. ninguém te avisa sobre falta de maturidade ou bad timing, ninguém te explica como contornar as distâncias psíquicas, de idade, de vontade de vida. ninguém te prepara pros dias em que amar não basta
alguém partiu o seu coração porque prometeu tentar e tentou
e isso não bastou
porque querer não basta
tentar não basta
o amor não é suficiente pra manter alguém junto contigo
é sobre acasos e escolhas e um cenário mais favorável a florir
não adianta a semente e o carinho se a terra e o clima não corroborarem
alguém partiu seu coração porque não há manual de instrução sobre isso
e você é perfeccionista controlador, você não quer lidar com as intempéries e as coisas que não pode controlar
você quer uma soma de escolhas pra um resultado previsível, um teorema, uma equação, qualquer coisa que te dê segurança, algum tipo de meritocracia
mas a vida, o amor, o mundo têm disso: ou você pula e aceita a maré revolta ou deixa o coração secar num choro infinito

Não anseie pela falta de dificuldades. Esse é um objetivo ilusório, já que neste mundo você sempre encontrará problemas. Há toda uma eternidade sem obstáculos reservada para você no Paraíso. Deleite-se nesta herança à qual você tem direito, mas não busque um Paraíso na Terra. Ao acordar, pense em suas aflições e peça-Me que lhe dê condições de enfrentar as dificuldades que aparecerem. Sua melhor arma é Minha presença, a mão que nunca solta a sua. Discuta todas as coisas comigo. Veja o problema com leveza, como um desafio que você e Eu, juntos, podemos contornar. Lembre-se de que estou ao seu lado e que Eu venci o mundo.
—  Deus falando com você

Anônimo: Poderia fazer um hot meu cm o harry , tipo eu virgem e ele tira a minha virgindade no meu aniversário ( idade que vc quiser ) e bem detalhado , obg desde já.

(Leiam com a idade que vocês vão fazer, ou fizeram!)

Eu havia acabado de completar meus xx anos e me lembro exatamente de quando Harry, meu melhor amigo, prometeu tirar minha virgindade no dia do meu aniversário, eu aceitei aquela promessa e enfim o dia chegou. 

Entrei no quarto junto com Harry sentindo meu coração bater mais forte. Cada passo que eu dava era um passo mais próximo de perder minha inocência com meu melhor amigo. 

— Tudo bem ? — ele perguntou olhando com delicadeza para mim 

— Sim — suspirei 

— Você tem certeza ? Não vou parar se eu começar — ele alertou

— Harry, não me faça esperar mais. 

Ele sorriu satisfeito com minha resposta e trancou a porta do quarto dele.
Um silêncio tomou conta do ambiente e eu sentia minhas pernas ficando bambas. 

— E agora ? — perguntei nervosa 

— Primeiro, se acalma — ele colocou uma mecha do meu cabelo atras da minha orelha e olhou nos meus olhos — Vai acontecer naturalmente, e eu vou fazer o possível para ser gostoso para você. Confia em mim. 

As enormes mãos dele foram parar na minha cintura segurando a mesma com precisão, nossos corpos se colaram e os lábios dele entraram em contato com os meus. 

Não nego que já havia beijado ele durante nossos anos de amizade, mas nenhum tipo de beijo que resultaria num sexo como o que estava por vir. 

Ele alisava minha pele com cuidado, explorando cada parte do meu corpo.
Seus lábios se afastaram dos meus e novamente seus olhos verdes voltaram a me encarar. 

Harry colocou as mãos na barra do vestido que eu usava e puxou para cima, me deixando seminua. 

— Uau — ele analisava meu corpo como um leão faminto olhando sua presa — Seu corpo é lindo, S/n. 

Corei quando percebi a forma que estava na frente dele e ele notou meu constrangimento. 

— Ei, não precisa ficar com vergonha, sou eu, Harry! — ele me acalmou

Ele desabotoou meu sutiã e meus seios ficaram a mostra. Logo seus lábios estavam em contato com meus mamilos já enrijecidos, me proporcionando um prazer que eu nunca havia sentido antes. Era tudo novo para mim.

— Ai, Harr… — me calei sentindo vergonha de gemer o nome dele 

— Pode gemer meu nome, baby, eu adoro — ele riu 

Harry foi beijando toda extensão da minha barriga chegando até o cós da minha calcinha de renda, onde ele deu um beijo por cima do tecido fino me fazendo contorcer. 

— Você é tão sensível — ele disse olhando minha intimidade — Você responde ao menor toque. 

Ele apertou minha bunda e abaixou minha calcinha, me deixando completamente nua na frente dele; nua e entregue a ele. 

— Deita, amor — ele pediu rouco 

Me deitei na cama e ele seguiu ajoelhado com o rosto entre minhas pernas.
Quando a língua dele entrou em contato com minha vagina, dei um gemido alto e contorci as pernas, as fechando. 

— Calma, neném — ele disse de um jeito fofo — Não vou te machucar, só quero beijar essa delicia que você tem. Posso ? 

Corei ao ouvir a forma que ele falou comigo mas assenti com a cabeça, dando permissão para que ele começasse o sexo oral em mim. 

— Abra as pernas, S/n — ele pediu delicado 

Abri minhas pernas e novamente a língua quente dele entrou em contato com a minha vagina. 

Eu sentia como se tivessem chamas ardentes dentro de mim. Ele passava a língua por toda extensão e dava alguns chupões fortes no meu clitóris. Minhas unhas estavam agarradas ao lençol branco da cama dele, fazendo alguns pequenos rasgos. 

Vez ou outra ele me encarava com aqueles olhos verdes incrivelmente lindos, o que me deixava ainda mais ofegante. 

— Harry… — eu sentia alguns tremores pelo meu corpo 

— Não vou deixar você gozar com meus lábios — ele disse parando de me chupar — Vem — me estendeu a mão 

Me levantei e Harry novamente voltou a me beijar, eu sentia meu próprio gosto devido aos lábios dele estarem molhados com meu prazer. Os braços fortes dele me colavam com força ao corpo dele, me fazendo sentir as batidas do coração dele. 

— Tire minhas roupas, S/n — ele pediu

Encarei a fisionomia dele e comecei a despir o corpo dele. 

Primeiro tirei a camiseta branca que ele usava, seguindo para a calça e enfim, tirei a bóxer preta que ele usava, exibindo aquele membro grande e grosso, cheio de veias ao redor. 

Comecei a contornar as tatuagens dele que eu tanto amava, com minhas unhas e via ele dar alguns sorrisos espontâneos. 

Fiquei hipnotizada olhando aquele homem nu na minha frente. 

— Eu nunca vi um homem pelado na minha frente — eu disse encarando ele — E você é lindo! Eu posso tocar ? — perguntei olhando para o pau dele 

— Linda — ele acariciou meu rosto — Você pode fazer o que quiser comigo. 

Segurei o membro dele em minhas mãos e percebi o quanto ele estava quente e também estava latejando. 

Me lembrei de alguns vídeos pornográficos que eu assistia e me ajoelhei na frente de Harry, querendo chupar o pau dele assim como ele me chupou.

Quando olhei aquele membro na minha frente, fiquei receosa e travei. 

— Psiu — ele ergueu meu rosto para ele percebendo meu nervosismo com aquele ato — Você não precisa fazer nada que não queira. Só iremos fazer o que dá prazer! 

— Eu quero — eu disse convicta 

Respirei fundo, fechei meus olhos e coloquei a cabeça do membro do Harry na minha boca. Eu sentia um líquido estranho mas não era o gozo, era o pré-gozo dele que já escorria pelos meus lábios. 

Comecei com movimentos lentos de vem e vai e senti quando Harry tirou minha mão de seu membro, me fazendo usar somente a boca. 

Eu ouvia os gemidos baixos dele o que me fez acreditar que eu estava indo bem. 

Em nenhum momento ele tentou comandar os movimentos, ele deixou eu fazer tudo do meu jeito, no meu ritmo

— Baby, já pode parar — ele disse levantando meu corpo 

— Eu fiz algo de errado ? — perguntei apreensiva 

— Não, você foi ótima, nem parece que nunca chupou um pau mas eu não quero gozar na sua boca. Deita, agora vem a melhor parte. 

Me deitei na cama e vi Harry pegar um pacotinho do alumínio na gaveta do criado ao lado da cama. 

Ele colocou a camisinha no membro dele e foi por cima de mim. 

Ao invés de colocar o pau como eu estava imaginando, ele começou a acariciar meu clitóris, me masturbando e eu olhei sem entender. 

— Você precisa ficar molhadinha, amor, vai ser mais gostoso — ele explicou

Depois de alguns minutos sendo masturbada por Harry, ele parou e se posicionou entre minhas pernas. 

Ele começou a forçar a penetração e eu fechei os olhos imaginando a dor que viria a seguir. 

— S/n — ele me chamou baixo — Abra os olhos, olha pra mim… Não vai doer 

Abri meus olhos e encarei a fisionomia dele. Seus olhos esverdeados estavam mais escuros que o normal. 

Ele forçou a penetração mais uma vez e seu pau entrou em mim. 

Senti um ardume e uma sensação como se algo dentro de mim estivesse se rasgando. Ele ficou parado alguns minutos até eu me acostumar com o tamanho dele. 

— Posso ? — ele perguntou e passou o dedo abaixo do meu olho esquerdo limpando uma lágrima que escorreu 

— Sim — respondi rouca 

Harry fez o primeiro movimento de entra e sai e a dor já havia diminuído um pouco. Com muito cuidado ele continuava me penetrando e com as mãos acariciava meus seios. 

— Você é tão apertadinha, tão gostosa — a voz dele saiu falha 

— Você é um grosso Harry… Literalmente 

— Isso é a melhor coisa que um homem pode ouvir — riu

Ele continuava se movendo devagar se controlando ao máximo para não me machucar e nem me assustar. 

Minhas unhas passeavam pelas costas dele, e seus beijos eram intensos no meu pescoço. 

Eu puxava ele cada vez mais para perto, queria sentir cada vez mais Harry fundido em mim. 

Meus gemidos eram incontroláveis, e o cuidado que ele tinha comigo era maravilhoso. 

Ele deu um último gemido e mordeu de leve meu ombro. Harry havia gozado. 

Ele saiu de dentro de mim e eu ainda seguia ofegante com o que havia acabado de acontecer. 

Ficamos em silêncio por alguns minutos até nossas respirações se acalmarem. O suor escorria pela testa dele. 

Harry me olhou e acariciou meu rosto de forma afetuosa. 

— Foi bom para você ? 

— Foi incrível — respondi ainda vendo estrelas — E agora ? O que acontece ? 

— Bom — suspirou — Agora você deve consultar sua ginecologista

— Certo — respondi receosa pensando na hipótese de ir até uma ginecologista — Posso perguntar outra coisa ? 

— Claro — ele acariciava meus cabelos 

— Da próxima vez, vai doer também ? 

Harry me olhou assustado e respirou fundo. 

— Não vai. Da próxima vez será mais gostoso… Eu machuquei você ? — ele perguntou preocupado 

— Não. 

— Posso olhar ? 

Fiquei envergonhada ao ouvir aquela pergunta mas depois do que aconteceu naquela noite, não tinha mais motivos para eu sentir vergonha dele. 

— Pode — respondi 

Harry afastou minhas pernas e olhou para o meio delas. 

— Está tudo bem — ele riu — Você só precisa… ah, se lavar — ele disse sem jeito 

— Tudo bem — sorri — Obrigada Harry, foi uma noite incrível. 

— Foi ótimo transar com você, S/n — ele beijou minha bochecha 

— Da próxima, quero aprender novas posições! — admiti 

— Vou lhe ensinar todas, minha linda. 

Harry entrelaçou nossos corpos e colocou minha cabeça deitada sobre o peito dele. 

Ele começou a acariciar meus cabelos com delicadeza até eu pegar no sono. Aquele havia sido o melhor aniversário da minha vida!

Essa galera que sobrevive os quinze e voa até os dezessete caçando uma ideologia, uma estrela, uma utopia, qualquer vagalume ou pisca-pisca pra seguir. E conforme cada ideologia se prova falha, e cada estrela cai, e cada utopia fica mais e mais distante, e cada vagalume ou pisca-pisca se torna enfadonho por ser inconstante, a gente adentra os vinte e poucos desesperado, sem rumo, sem chão. Porque a gente só bota fé e esforço em coisas efêmeras. Falta cuidar de si, trabalhar em si, investir em si. E se possuir na efemeridade total de vida. Ou compreender o intrínseco. Contornar o imutável. Observar os tempos que não passam. E superar essa estagnação.
Mas ninguém explica esse tipo de decepção. A gente passa a juventude caçando estrelas cadentes sem saber que pode se transformar em combustível e queimar sozinho, céu a dentro, feito foguete atmosfera a fora.
A gente procura ninhos de passarinhos porque ninguém avisa que a gente pode voar.

O Cactos e a Rosa

A rosa não se apaixonou pelo cravo.
Ela se apaixonou pelo cactos. Compreendia seus espinhos.
A rosa, toda boba, acha-se forte e protegida com seus meros espinhos. O cactos, riu da sua pose de durona ao ver toda sua sensibilidade e delicadeza. Era uma pobre flor indefesa a rosa. Não tinha coragem de machucar uma formiga que fosse, o que tornava fácil demais contornar seus poucos espinhos para aproveitar do seu perfume. E a rosa, por sua vez, riu-se do cactos, que com todos aqueles seus espinhos, achava que podia esconder-se da dor.

O cactos não se achava capaz de se apaixonar. Conhecera muita maldade e traição em seu caminho árido, por isso exibia seus espinhos, imponente, para que ninguém pudesse se aproximar e se aproveitar dele. Mas a rosa, teimosa que só ela, aguentou firme cada farpada. Com seus espinhos a principio tentou em vão se defender. O cactos expunha sua fragilidade, e a rosa ficava corada de raiva. E foi não só por sua coragem, mas por sua delicadeza que enfim o cactos se rendeu. E ele, que por tanto tempo seu único temor era de ser ferido, agora só temia machucar a frágil rosa. Ela não merecia. Merecia alguém que a protegesse, então ele a protegeu de si mesmo. Mas ao ver a rosa chorar, pela primeira vez chorou também, e soube que não podia mais dela se afastar.
Seguiram então, com seu romance cheio de farpadas e muitas, mas muitas alegrias. Compreenderam enfim, que é possível contornar qualquer espinho, quando a necessidade de se estar junto, é maior do que a de estar protegido de tudo.

Desconheço autoria.

É quase sempre errôneo e absolutamente frustrante esperar reciprocidade em seus afetos. O amor não foi feito para ser negado, mas vivido em demasiado silêncio, um cuidado quase ilegal. Um único olhar e tudo se paga, um rastro e o mundo se apruma. A generalização das ruas, o caos em sua forma concreta. É tudo in. Os dramas se desenrolam no abstrato, mal são citados. cada um tem seus demônios, a maioria são os próprios pesadelos. Você é a lágrima que cai tão distraidamente entre todas as outras. Você, causador do próprio mal. Você, que se permite a tristeza e a engole de formas letais, mas ceticamente observa seu antônimo. Paz demais te assusta porque você só sabe viver entre sombras. É tão mais fácil dizer não, é certo o caminho da recusa, o quarto solitário, o cheiro de ar estagnado que te incomoda as narinas e alivia a covardia. É tão mais fácil ser covarde, afirmar que não se pode. Eu não posso, quero mas não posso. Eu machuco, eu rasgo, tenho remendos capazes de contornar o mundo. Corajoso mesmo é quem morre de medo todos os dias e ainda assim abre as janelas para o vento entrar. Corajoso é quem ama tanto a si que sobrevive amando o outro. A coragem é uma utopia que reside em momentos raros, a ingiro em doses ralas que é pra não amar demais. Coragem em demasia pode até me fazer feliz. 

G. 

Olhos baixos e rasos, onde se encontram breves cachoeiras, ao longe se ouve os soluços das gotas ao cair, e dos suspiros ao se silenciar. Transformando-se em um lindo riacho que ao se contornar pelas trilhas desenha-se um corpo de mulher, a cada curva um silêncio, um segredo, um sofrimento.
—  Maiara Pietra Tomaz
E aí peixinho! Como vai? Ainda posso te chamar assim!? Vim aqui te perguntar! Te dizer, para que não esqueças de lembrar! De acordar todas as manhãs, em um horário consideravelmente normal e tomar um bom café da manhã. De fazer o que for, sem pular o almoço. Vim te lembrar, de rebolar em quanto cozinha. De cortar a barba e o cabelo de vez em quando. De desenhar na parede, uma estrela com um brilho diferente. De apreciar sua boca no espelho, e contornar o coração que ela faz. De segurar alguma coisa. De se segurar em alguma coisa. Vim te dizer, para que não esqueças de lembrar, que prometeu se cuidar. Sei que você nunca foi muito bom com promessas, mas essa em particular é muito importante. Então se cuida. É que o mundo não seria o mesmo sem você. O meu já não é. Não importa o que os outros digam, o que uma parte de mim diga. Eu te escrevo aqui, com o coração. Esse, que agora é impulsionado e freado pelas lagrimas. Eu não pude ver de perto o brilho dos seus olhos, o seu belo sorriso. Não pude sentir o toque de sua mão, o calor do seu abraço. Mas, nada disso se tornou mais fácil. Dizem que, tudo que eu amava em você, era fruto da minha imaginação. Mas, seja o que for, florescia. E agora minhas lagrimas vão regar, o amor que você desistiu de cuidar.
—  Detalhares, sobre meu último amor.

Anônimo: Faz um imagine baseado em “She’s not me” da Zara,com o Harry….onde eles já foram casados e se encontram numa festa,e ele ta com a atual,ai no fim rola um hot na festa mesmo. Obrigada!

Olhei ao redor daquela festa regada de gente bonita e bem vestida, e não pude deixar de ver meu passado ali. 

Depois de longos seis meses, Harry, meu ex marido, estava ali nos braços de outra.

Uma garota loira de cabelos longos, estava de mãos dadas com Harry que sorria o tempo todo. 

— Ash — chamei minha amiga — Você sabe onde tem um local mais arejado por aqui ? Esse calor está me matando…

— Claro. A cozinha é um ótimo lugar. 

— Certo, eu já venho.  

Me dirigi até a cozinha e me deparei com inúmeras janelas enormes, melhor lugar para dispersar a fumaça. 

Acendi um cigarro e traguei a fumaça, o colocando entre os dedos. Desde meu divórcio com Harry, a nicotina tem sido uma grande amiga. 

— Não acredito que está fumando — ouvi uma voz familiar entrando na cozinha e trancando a porta da mesma. Era Harry — Você não era assim, S/n 

— Sem cinismo — olhei para ele revirando os olhos — Dá licença — tentei passar por ele que me impediu, segurando meu braço esquerdo 

— Desde quando fuma ? — ele perguntou me encarando como sempre fazia 

— Desde que me divorciei e estou tendo que dar meus pulos para pagar as contas e sobreviver sozinha 

— Desculpa convincente para fazer essa fumaça — deu um sorriso de canto tirando sarro

— Aí Harry — disse perdendo a paciência e jogando o cigarro pela janela — O que você está fazendo aqui ? 

— Eu é quem te pergunto. A festa está acontecendo lá fora, por que se trancou aqui ? 

— Eu não sou obrigada a ficar vendo aquela cena sua com aquela piranha qualquer — cuspi aquelas palavras vendo a expressão dele ficar mais seria 

— Ela se chama Kate.

— É… não se chama como eu — disse desapontada — Me diga, Harry, quantas brigas vocês já tiveram ? — ele ficou em silêncio me olhando — Vocês nunca tiveram uma briga, não é mesmo ? 

— É… — ele disse sem jeito passando a mão pelos cabelos 

— Ela é nova, bonita, vocês com certeza devem estar vivendo um conto de fadas… Mas você sabe que no fundo, ela não é como eu 

— Por que você está me dizendo essas coisas ? 

— Eu vejo a forma que ela te trata, ela tenta agir como eu mas ela nunca vai ser a mesma que eu era com você 

— Cada um tem seu jeito, S/n — ele tentou contornar a situação. O tempo todo ele ficava entrelaçando um dedo no outro, típico gesto de quando estava ficando aflito

— Como você está ? Está feliz ? Quando você conta suas piores piadas, ela se acaba de rir como eu fazia ? 

— Não… — ele disse baixo 

— Vocês ficam acordados por horas quando você perde o sono, só conversado e conversando ? Ela sabe o significado dessas sua pulseiras ? — segurei nas mãos dele — Eu ainda guardo aquela pulseira que me deu na nossa viagem para Malibu 

— Eu não sei onde você quer chegar com isso — ele tirou suas mãos das minhas

— Eu estarei te esperando, Hazz… Eu espero mais uma semana, um mês ou até um ano, eu vou te esperar… Porque eu te amo — disse baixo no ouvido dele sentindo o perfume dele inundar minhas narinas

Abaixei a cabeça depois do meu desabafo com ele e sobre tudo que eu ainda sentia. 

Suas mãos foram para a minha cintura sem que eu esperasse, e deu um aperto forte. 

— Ela não é igual a você em nada — ele disse baixo no meu ouvido — Muito menos no sexo… 

— Filho da puta — sorri sacana e ataquei os lábios dele. Seis meses sem sentir os lábios daquele homem para mim era uma eternidade. 

Abri os botões da camisa dele e tive a visão daquele abdômen tatuado depois de tanto tempo. 

— Eu quero que me foda — disse entre os beijos que eram distribuídos no meu pescoço — Quero que me foda aqui como você fazia 

— Gostosa — disse e deu um aperto forte no meu bumbum 

Senti ele me encostar em um balcão que tinha ali e passar a mão pelo meu vestido a procura do zíper. 

O vestido que eu usava caiu do meu corpo, deslizando delicadamente pela minha pele. 

Harry abaixou a minha frente e abaixou minha calcinha branca de renda. Sua boca quente entrou em contato com minha vagina úmida me fazendo dar um grito.

— Fica quieta, amor. — ele disse baixo e continuou o trabalho com sua língua.

Harry dava fortes chupões no meu clitóris e segurava minhas coxas com força. Vem ou outra ele me penetrava com a língua e me fazia chegar ao paraíso literalmente. 

— Porra, Harry — minha voz saiu falha, enquanto eu agarrava os cabelos dele — Tira logo sua roupa 

Ele se levantou e se despiu da camisa e da calça social que usava. Tirei sua bóxer branca tendo a visão de seu pênis grande e grosso, cheio de veias ao redor e sua glande toda molhada. 

Harry começou a esfregar a cabeça de seu membro na minha vagina me torturando lentamente. 

— Harry… Não faz isso — implorei sentindo meu corpo todo se acender 

Sem aviso prévio, seu pau entrou inteiro rasgando minha vagina.
Se eu não estivesse tão molhada e tão sedenta por sexo como eu estava, certamente ele havia me machucado. 

— Estou te machucando ? — ele perguntou movendo seu quadril contra meu corpo, fazendo seu pau entrar por completo em mim 

— Não — disse entre os gemidos.

Harry levou sua mão até minha boca, impedindo que os gemidos saíssem. 

— Que delicia, S/n… Caralho — ele jogava a cabeça para trás enquanto me penetrava 

— Harry, eu vou… — antes de terminar minha frase senti meu corpo ficar mole, minha intimidade ficar sensível e eu só queria cair ao chão de tanto prazer. 

Harry continuou segurando meu corpo e continuou me penetrando rápido e forte. 

Logo senti seu líquido quente escorrer pelas minhas coxas, me causando leves arrepios. 

— Porra — ele urrou fechando os olhos — Estou tão cansado… — admitiu com a voz trêmula 

— Você acabou comigo. — minha respiração seguia ofegante enquanto eu procurava forças para me levantar daquele balcão. 

Harry pegou meu vestido do chão e o colocou no meu corpo de uma forma delicada. Sua roupa que também estava jogada ao chão, foi colocada em seu corpo por ele mesmo. 

Gostas de suor estava presente na testa dele, enquanto eu sentia a base escorrer do meu rosto devido ao calor que aquele homem me causava. 

— Harry… 

— Xi — ele me interrompeu colocando o indicador sobre meus lábios — Não fala nada… Ela nunca será como você, eu te amo!

Mais dicas de vestibular

[não sei se tu tens interesse em mais dicas de vestibular pro blog, mas achei que não custava compartilhar as minhas]

Eu fiz vestibular três vezes (PUC-RS, UFRGS e UFRGS de novo) e passei nas três. Além das dicas que já foram dadas no blog, algumas coisas que me ajudaram:

1. Ajuda muito treinar com provas anteriores da universidade escolhida, porque isso te dá uma ideia de como são as questões que aquela universidade costuma usar. Desse jeito, não vai acontecer de abrir a prova e tomar um susto.

2. Saiba como a universidade escolhida calcula a média geral para colocação. Por que isso importa? Porque se ela calcula média harmônica entre as provas (como é o caso da UFRGS), é melhor se sair razoavelmente bem em todas as provas do que ir muito bem em algumas e podre em outras.

3. Cada um tem um método preferido para a ordem de realização da prova. Eu gosto de começar pela matéria que eu sei melhor porque isso me dá um boost de confiança, além de eu conseguir calcular melhor quanto tempo me sobrou pras provas cascudas.

4. Reserva uns minutinhos no final pra passar o gabarito a limpo. Pior coisa é errar porque rasurou o gabarito.

4.1. Isso eu aprendi sendo fiscal do vestibular da UFRGS e não sei o quanto se aplica a outras universidades, mas: eles tem folhas de resposta em branco sobrando, então caso tua folha de respostas seja rasurada, manchada, destruída, etc. dá pra choramingar por uma folha nova. Obviamente é preferível não rasurar a folha original, mas saiba que a possibilidade de uma folha nova existe (apesar de eles não falarem isso pros candidatos).

5. Estuda tanto quanto possível, principalmente os conteúdos que é sabido que sempre caem em determinada matéria e os conteúdos que tu sabes que não domina muito bem. Dicas de memorização são super boas, mas na medida do possível tenta entender o raciocínio por trás de uma coisa, isso pode te salvar a questão em caso de esquecimento da fórmula ou dica mnemônica.

5.1. As vezes a gente não consegue estudar tanto quanto gostaria; no meu segundo vestibular pra UFRGS eu só consegui estudar na semana anterior e fazia uns dez anos que eu tinha visto alguns daqueles conteúdos. O que fazer? Simples: eu não perdi meu tempo estudando coisas que eu não lembrava nadica de nada ou que nunca aprendi direito, optando por concentrar meu tempo e forças em revisar o que eu poderia relembrar com um pouco de estudo. Chegando na hora da prova, chutei as coisas que não sabia e nem perdi meu tempo com elas.

6. Essa dica me deram no cursinho e vale muito: vestibulares como os da UFRGS distribuem as respostas corretas entre as diferentes letras, pra não acontecer de todas as respostas certas concentrarem em uma letra só e algum mané que chutar tudo naquela letra passar. Como usar isso a teu favor? Resolve todas as questões que souber fazer bem, e dá uma olhada em como ficaria a folha de respostas. Não marcou nenhuma (ou marcou poucas) de determinada letra? Então o que precisar chutar é bom chutar naquela, porque aí as chances de acertar sem querer são maiores.

7. Pelamor de Deus, não gasta tempo demais em uma única questão. Isso vai te tirar um tempo precioso pra resolver outras questões com calma.

8. Treina redação em casa, especialmente se tua letra for muito ruim ou se não estiver acostumado a escrever.

9. Se ficar muito nervoso durante a prova, faz uma pausa. Vai no banheiro, lava o rosto, etc. Melhor perder 5 minutos com isso do que ficar tão nervoso que não consegue se concentrar.

10. Muita gente não passa no vestibular por puro nervosismo. Pensa um pouco sobre o que te acalma e tenta contornar essa ansiedade tanto quanto puder. Dorme bem (ou tanto quanto possível) na noite anterior e chega cedo no local da prova, nem que seja pra ficar escutando música.

E lembre-se que não passar no vestibular não é o fim do mundo. Sim, isso continua valendo se esse já é teu segundo, terceiro, quarto, etc. vestibular. É só uma prova, ela não define teu valor como pessoa, tua inteligência ou teu futuro sucesso na profissão.

Boa sorte a todos os que forem fazer! Se precisarem de dicas, o inbox tá sempre aberto =)

Há pessoas que se tornam árvores que quando são cortadas pelo machado das decepções nunca mais florescem e frutificam. Outras como rio, precisam contornar muitos obstáculos para chegar ao mar mas levam vida e refrigério por onde passam. Outras são como a madeira ao fogo; se consomem na fornalha das aflições mas iluminam e aquecem os que estão em volta.
—  M, Purificai-vos.
... Notas sobre depressão, ansiedade e autodestruição...

É como correr e não sair do lugar. É como se seu coração estivesse preso em uma gaiola muito pequena implorando para sair. É como se seus sonhos não passassem de meras fantasias, quanto mais você os persegue mais distantes eles ficam. É como se você fosse um erro ambulante. É como se errasse constantemente. É como chegar a um lugar enorme e perceber que está sozinha. É procurar e não achar saída. É deixar de se importar consigo mesma. É querer dormir e não conseguir. É pensar de mais a ponto de se torturar. É tentar comer e se nausear. É acordar chorando porquê está viva e repousar chorando pedindo pra morrer. É pensar em suicídio e sentir paz. É passar a lâmina na pele acreditando que finalmente está fazendo algo certo. É assistir o sangue contornar as curvas e cair no chão misturando-se a lágrimas. É sentir que está se afogando. É não ter alguém para te socorrer. É sentir-se inferior. É só encontrar defeitos em si. É pedir socorro e ser ignorada. É gritar por socorro e ser silenciada. É implorar por socorro e ouvir que seu apelo está sendo incômodo. É enxergar correntes em seu corpo te prendendo a todos os seus fracassos. É se importar de mais com tudo. É não se importar com nada. É não ter forças. É ser chamada de fraca. É ser chamada de covarde. É querer adormecer para sempre. Eu quero adormecer. Para sempre.

Help.

Liam: Você tem certeza que quer fazer isso?

S/N: Eu nunca tenho certeza das coisas Liam! - Ri fraco.

Liam: Amor, e se nós voltássemos outro dia?

S/N: Você está me deixando com medo!

Liam: Mas eu te falei! Dói, e você é toda escandalosa e …

S/N: Pera ai! Escandalosa?! Desde de quando?

Liam: Não, é que …

S/N: Você vai ver a “escandalosa” então! - disse e entrei dentro do estabelecimento.

Xxx: Boa tarde!


S/N: Boa tarde! Eu marquei horário para fazer a tatuagem! - dei um sorrisinho enquanto a moça olhava a agenda.


Xxx: S/N?

S/N: Isso!


Xxx: Pode entrar na segunda porta à esquerda!

S/N: Obrigada! - sorri e me dirigi até a sala.

Liam: Dá tempo de desistir - Liam disse enquanto sentava na cadeira.

S/N: Eu não! Vou mostrar pra você que sou capaz! - falei brava e ele riu.

Liam: Eu sei que você é capaz meu amor mas..

S/N: Nada de mas! Você está me menosprezando!!

Liam: É claro que não!!

Xxx: Boa tarde!! - um homem grande e todo tatuado chega no recinto. Sinto meu corpo tremer e respiro fundo - Liam!! E ai Irmão! - o rapaz cumprimentou meu namorado com um abraço e me olhou.

Liam: E ai Josh! Essa aqui é minha namorada!

S/N: Oi! - acenei.

Josh: Muito prazer! - o cumprimentei e o mesmo sentou no banquinho a minha frente - Já tatuou alguma vez?

S/N: Não! - disse nervosa e ele riu.

Josh: Bom, seu namorado já deve ter te avisado né?

S/N: Já sim! - ri fraco e olhei pro lado, vendo Liam de braços cruzados, encostado na parede.

Liam: Eu ainda estou inseguro com esta ideia!

S/N: Eu não! - disse decidida.

Josh: Barra pesada ela hein! - ri fraco pelo seu comentário.

Liam: E não é?! Foi difícil fazer ela tirar essa ideia da cabeça e não deu certo!

Josh: Bom, vamos lá então! Já sabe o que tatuar?

S/N: Já!

Liam: Uau! Essa eu não sabia!

Josh: E o que vai ser? - fui até o ouvido de Josh e contei a ele o que seria - Beleza!

Liam: E eu não posso saber? - neguei com cabeça.

S/N: Só no final babe! - pisquei e ele riu.

Josh: Vamos começar então! - Josh começou a realizar o que seria tatuado em meu ante-braço esquerdo - Preparada?

S/N: Não - eles riram.

Josh: Não vai demorar muito - Josh disse e eu respirei fundo.

Liam: Eu tô aqui tá bom? - assenti e lhe dei mãos. Liam ficou ao meu lado em todo o processo. A dor era intensa, mas consegui suportar e não fiz escândalo como Liam disse que faria.

S/N: Tá acabando? - disse com dor, me encolhendo na cadeira.

Josh: Quase.. Só falta contornar aqui e.. prontinho! - Josh passou o papel pela tatuagem, fez os toque final.

S/N: Nossa! Foi algo intenso! - rimos - Quem é a escandalosa aqui Payne? - Liam sorriu e me beijou.

Liam: Você é a pessoa mais corajosa que eu conheço! - ri e lhe dei um tapa fraco em seu ombro.

S/N: Bobão!

Josh: Quer mostrar pra ele?

S/N: Amor, feche os olhos!

Liam: Pra que esse mistério todo S/A?

S/N: Fecha os olhos teimoso!!

Liam: Tá bom! - Liam fechou os olhos. Analisei minha tatuagem e sorri.

S/N: Eu adorei! - falei para Josh, que sorriu - Pode abrir amor! - Liam abriu os olhos animado. Seus olhos foram direto para meu ante-braço. Ele via e revia a tatuagem, sem entender nada.

Liam: É.. O que tá escrito aí?

S/N: Thomas..

Liam: Tá, isso eu sei S/N! Mas por que tatuou isso?? - pergunta em um tom um pouco bravo.

S/N: É o nome do homem da minha vida! - disse sorridente e Liam continuava sem entender nada.

Liam: Você só pode estar brincando comigo!

S/N: Na verdade, é o nome do segundo homem da minha vida!

Liam: S/N, que merda tá acontecendo?

S/N: Lembra quando me perguntou, se eu tivesse um filho, que nome daria a ele? - Liam assentiu - E eu disse?

Liam: Thomas.. - Liam deu um sorrisinho.

S/N: Aqui está! - apontei para meu ante-braço e seu sorriso aumento- Parabéns papai!!

Liam: Eu não acredito!!! - Liam praticamente gritou no lugar e veio a meu encontro, me abraçando e dizendo o quanto me amava- Você é a mulher da minha vida!! - Ele olhou bem nos meus olhos e pude ver os dele marejarem - Eu te amo tanto!


S/N: Eu também te amo!! - lhe dei um beijo demorado, aproveitando aquele momento que iria guardar pra vida toda.

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Ju

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