comida-mineira

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Viajando - SP


Voltei! Na verdade já faz algum (pouco) tempo, mas estava tentando resolver as coisas fora do prato primeiro. Estive em São Paulo nas férias, mas foi aquela coisa que tinha dito antes, de comer menos fora por uma série de razões que na verdade é uma só= custo x benefício.

Mas este é um post resumo do que rolou em termos de comida:

1) Sanduiche do Estadão

Quase sempre que volto pra SP, como um sanduiche de pernil no estadão ou em vários bares que tem (por Brasília não é tão comum). Dessa vez tinha companhia, então ela pediu um sanduiche de pernil e eu um beirute, ambos estavam bem gostoso, recheados, e a pimenta é de chorar mas gostosa. A questão, é que a conta deu 50 reais, não sei vocês, mas achei caro. Recentemente o JB criticou as falácias de SP, e este lanche apareceu nos comentários, eu sinceramente gosto muito, mas é aquela coisa, acho que a conta deveria estar entre os 30 e não 50 reais.

Estadão Lanches: Avenida Nove de Julho, 193 - Bela Vista - São Paulo

2) Aze Sushi do Itaim


Fui conhecer o Aze por recomendação do JB, então, eu achei gostosa a comida. Tem 3 tipos de executivo, um com uma prato principal, outro com 2 e outro com 3. Pedimos um com 3 achando que seria suficiente pra nós dois por 59 reais. Não é não, na verdade as porções são pequenas, então não sei o que compensa, o cardápio é grande então eu até voltaria, mas sem economia porque neste caso eu fiquei com fome.


Aze Sushi. R. Dr. Renato Paes de Barros, 769 - Itaim Bibi  São Paulo.

3) Frango com tudo da Santa Cecilia


Esse foi o meu preferido disparado, e na verdade vou à SP sempre e nunca tinha ido na Santa Cecília, que pra comer parece realmente ótima. O Frango com Tudo é como diz o nome uma casa especializada em preparações com frango; eu acho frango uma das coisas mais precisas de preparo, porque a gente come muito um frango esturricado por aí. E esse, que é o nome da casa, é delicioso, ele é recheado com várias coisas, e miudos, mas principalmente ervilhas, eu não gosto de ervilhas, mas adorei no prato. Vira uma espécie de massa cheia dos sabores do frango que vem inteiro pra mesa acompanhada de couve. Vou ficar em dívida com o preço, porque eu não paguei a conta, mas comeram 4 pessoas, sobrou comida, e foi algo em torno de cem reais com as bebidas. Andei procurando o preço na internet, mas as pessoas preferem falar da toalha da mesa… ai ai…

Frango com tudo. Rua Canuto Do Val, 115 - Vila Buarque - São Paulo - SP

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Festival de Gastronomia, Tiradentes

We spent last weekend at the wonderful colonial mining town of Tiradentes, up in the hills of Minas Gerais, grazing our way around their annual food festival. Here are some of the highlights:

Despite the festival having an overwhelming ‘corporate’ presence (a funding necessity in order to keep the festival proper free, according to the festival organiser), some local producers from the neighbouring town of São João del Rei managed to get a look in nonetheless. Local cachaça and other treats were on offer - the lovely Edna (pictured) was selling homemade puxa puxa pirulitas (R$1 sticky lollies made from sugar, lime and honey) and pé de moleque, a sugary peanut sweet that loosely translates as 'rascals’ feet’. 

Having swung by the local Senac food school for a lecture by Alberto Landgraf (more of him later), we found ourselves the surprised recipients of a last-minute invite to the house of local glamour puss and museum patron Angela Gutierrez, who opened up her back garden for champagne and paella, cooked by two enthusiastic local doctors (something of an annual tradition it seems). 

The classic seafood paella was sublime, accompanied by the shelling of prawns and messy fingers that are half the fun. But the real real treat was the 'paella mineira’ (paella from Minas Gerais) - who knew there was such a thing? Not surprising for a land-locked state, it had no seafood, being packed instead with whole roasted heads of garlic, smoked bacon and local mineiro sausage.

From garden party to serious gastro chic, we rolled on in the evening to the impressive Vila Paolucci pousada and a top dollar dinner cooked by the hot young cheffing talent Alberto Landgraf, from Epice restaurant in São Paulo and the two Castanho brothers from Remanso do Bosque restaurant in Belém.

Each of the six courses had at least one ingredient that I had never eaten before. I love that about Brazil - even the hardened Brazilians food critics at our table hadn’t heard of some items on the menu. We ate pigs ears, açai served with oxtail, Amazonian fruits such as bacuri and camaru, and a sauce made with urucum seeds – a natural red dye. The dinner was fantastic, though possibly not worth the R$340 per head price tag. 

I could bore you with endless photos but here are two of the best dishes - smoked pirarucu river fish with urucum sauce, crispy banana and a 'farofa’ crumb made from Brazil nuts, piled at a jaunty angle on the edge of the plate. 

This beautiful dessert teamed mounds of cacau, coffee and treacle in a foamy sauce made of tangy, orange bacuri fruit, with caramelised tapioca.

After that meal Belém has just gone straight to the list of my must-visit list for Brazil, just to eat the Castanho brothers’ food again!

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Um pouco mais

Conheci o Restaurante Cozinhas das Minas meio por acaso, eu passava pela porta e ficava curiosa por estar sempre cheio, especialmente nos almoços de sexta-feira. E tinha aquele cheirinho de churrasco que chama de longe…

Eles tem o melhor tutu que eu já comi, mas infelizmente tiraram essa opção do prato executivo, que é a única coisa que posso pedir ultimamente. Tem a opção de pedir frango, maminha ou bisteca, vem acompanhados de feijão tropeiro, salada verde, vinagrete, mandioca ou batata frita e arroz. O prato é muito bem servido e saboroso por menos de 20 reais.

Eles fazem muito bem as carnes, tem um ponto e tempero ideais. É interessante calcular se com mais pessoas, não vale a pena pedir os pratos a la carte, porque as porções são generosas e os preços são justos. E tem umas torradinhas de couvert na faixa.

Cozinhas das Minas, SCRLN 715 Bloco C loja 63, Asa Norte.

A praça é nossa

Semana passada estava com um grupo de mais de 10 pessoas, precisávamos comer rápido. Alguém sugeriu um self-service na Vila Planalto. Por mais que eu adore a Vila, não recomendo muito ir lá com pressa, muito menos na sexta-feira. Mas fingi que não sabia porque é sempre ótimo ir pra lá, ainda mais com carona. 

O lugar em questão é O Casarão, um restaurante de comida mineira, com um extenso buffet, que possui um diferencial: apesar de haver mesas dentro do restaurante, a maioria das pessoas prefere comer na praça em frente, embaixo das árvores.

A comida é bem interessante. Tem um bom chapeiro, que faz uma picanha com um ponto ótimo (estilo Calango’s), tinha pelo menos 8 opções de carnes (R$ 33 kg). Eu gostei muito do escondidinho, da costela de porco e da galinha. Mas nem tudo estava no melhor ponto, porque cheguei depois da 13:30, que não é a melhor das horas para self-service. Muita coisa já tinha acabado, principalmente os peixes.

Talvez para quem tem restrições alimentares o lugar seja complicado. Tinha uma colega que não come carne, mas enfim, restaurante mineiro não costuma ser a melhor opção para esse tipo de restrição.

De qualquer forma, fiquei com vontade de voltar com mais tempo, chegando mais cedo. Apesar de ter música ao vivo (como boa parte dos restaurantes da Vila na sexta), o som não é alto e o couvert é opcional (2 reais).

Casarão, Rua da Igreja, lote 3, Acampamento DFL, Vila Planalto.

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X Tudo

Alguem tinha me dito que o Armazem do Ferreira era um lugar legal de almoçar, mas  eu fui lá e estava fechado. Atravessando a rua, vi o Don Durica e resolvi arriscar.

Há uns 5 anos atrás, esse era considerado um dos melhores restaurantes da cidade, mas eu não conhecia, porque sempre soube que era caro. E é mesmo, no meio da semana, o almoço é 46 reais o buffet. Então, com uma bebida e o serviço, chega facilmente aos R$ 60.


Resolvi provar de tudo meio literalmente, porque não é todo dia de semana que posso me dar a esse luxo. Tinha algumas coisas bem gostosas, como a costelinha de porco e o pernil. As carnes assadas estavam um pouco secas demais para mim. Mas ficou aquela coisa, não vi nenhum prato daqueles mineiros de se matar de comer como galinha ao molho pardo, ou leitão a pururuca. Ao mesmo tempo que nada estava fatasticamente ótimo que justificasse pagar tanto.

O que eu fiquei pensando, olhando ao redor, é que as pessoas que frequentam aquele lugar parecem ser de uma outra classe social, dessas que não ligam para o preço das coisas. Mas achei sinceramente que a relação custoXbeneficio não é muito bacana.

Don Durica - Quadra 201, bloco A, loja 14/45. Asa Norte

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Comidas Gerais

Houve um tempo em que comida mineira era sinônimo de restaurante em Brasília, e tudo era o Feitiço Mineiro, o Don Durica, etc. Depois vieram as carnes de sol, se proliferaram os restaurantes árabes, os japoneses, as galeterias… e a comida mineira foi ficando fora do hype.

Mas, antes de abrir o blog, eu ia pelo menos uma vez por mês no Cozinha das Minas, eles tem um prato executivo de comida mineira que beira a perfeição, você pode escolher frango, maminha ou bisteca, que vem acompanhado de arroz, tutu ou feijão topeiro, mandioca frita e vinagrete. Na época que eu ia, era menos de 20 reais, agora não sei quanto está custando.

Fui lá por esses dias e pedimos uma maminha para 3, aí alguem olha a foto e pensa: nossa que miséria. Mas qualquer carne de churrasco que você peça, eles vão repondo aos poucos, enquanto você vai comendo. Ela vem acompanhada de arroz, mandioca frita, couve, feijão tropeiro e vinagrete por 89 reais.

Eles tratam bem a carne, mas como estávamos cum uma pessoa intolerante na mesa, pedimos bem passada. Mas é isso, a carne deles é macia, bem temperada e eles tem essa política de não carvão.

Acho que vale a pena pedir o tutu em vez do feijão tropeiro, é mais gostoso e vem com uns torresminhos por cima.

Em tempos de churrascos em que esse é o valor unitário do rodízio, vale a pena juntar umas pessoas e ir lá.

Cozinha Das Minas - SCLRN 715 BL A, Loja 63- Asa Norte - Brasília/DF

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Esse sábado tivemos a festa da colheita: Festa junina tradicional organizada pelo pessoal que mora aqui na fazenda Catitó.
A comida mineira estava presente, assim como o quentão, a pipoca e o pé de muleque.
Teve japonesas, alemães e dinamarqueses dançando quadrilha com os brasileiros!
A festa foi muito gostosa!

Depois da euforia com o @victor1oficial no Itatiaia Rádio Bar, harmonização de cervejas artesanais mineiras com comida japonesa! 😋☺️
[com a minha @izabellafigueiredo para ficar tudo ainda mais incrível! ♡] (em Kazuki)

anonymous asked:

Ei pessoa! Vamos brincar do jogo das ask? Responda: 1- cantor preferido 2- Banda Preferida 7- Comida preferida 8- Bebida alcoólica preferida 11- Ator preferido 13- Uma cor 15- História Preferida 19 - Primeiro beijo foi como? Quantos anos? Quem? 30- Melhor amigo?

QUE ANONY LEGAL VC, AMO ISSO <3 OI

Dificilmente vou conseguir responder com uma única opção :c impossibru

1- Gerard Way, Freedie Mercury, C.A.P, L.Joe, Niel, Bang Yong-Guk, Zelo e Jung Kook.

2- My Chemical Romance, Queen, Escape the Fate, A Day to Remember e amo vários grupos de K-pop.

7- Não tenho uma comida preferida, isso é meio estranho kkkkkkkkkk eu como absolutamente tudo, menos carne vermelha :v hehe, uma comida bem feita é tudo <3 feita com amor, tipo de vó u.u comida mineira no geral é A MELHOR, então… *u*

8- Não bebo nada alcoólico.

11- Lee Jong-Suk, Lee Min-Ho, Heath Ledger e Mark Ruffalo. Admiro muito os atores dos Barbixas também.

13- Preto e roxo. BEM EMO qqq

15- História tipo de livro? Ou alguma de vida? Se for de livro, todos da saga I am number four. 

19- Foi com o filho do melhor amigo da minha mãe, hehe. A gente era criancinha e namoradinho e nem sabia o que era beijar direito KKKKKKKKKKKKKKK

30- Raul, Math, Murilo, Leo, Theus e Adolfo.