com-o-pai

Respira fundo, olha o céu, prende o fôlego e vai voar com o Pai. Ele está te esperando para voar em lugares altos.
—  Vitor Branco

a-wonderful-nerd-world asked:

Vcs já acamparam?

Logan: Já acampei algumas vezes com o Clint, a Scarlett e o Aiden. Até que é divertido.

Sam: E eu já fui com meu pai, o tio Steve e a tia Sharon! Foi ótimo!

Hazel: Nunca acampei e estou bem assim. Passar a noite ao ar livre, com bichos vindo na sua cara nunca fez meu estilo.

Connor: Teve uma vez que eu fui com a minha mãe e a tia Darcy. Foi bem engraçado.

Megan: Meu irmão e eu acampamos uma vez, em uma viajem da escola.

Henry: Assim como a Hazel, nunca acampei. Mas eu queria.

Garrett: Eu amo acampar! Sempre vou com meus pais e sempre aprendo alguma coisa nova!

May: Muito obrigada, mas to fora. 

Existem mais orações a Deus pedindo as melhores bênçãos, maiores vitórias, mais sonhos conquistados, reforma na casa, escola melhor para os filhos e viagem para a família. Mas quando é que Deus virou um tipo de lâmpada mágica? Quando é que nossos anseios ficaram tão supérfluos? Quando é que o conceito de se estar bem foi reduzido a conforto? Paulo que o diga se alegrando nos açoites. Deus nos cuida a todo tempo, dá vida, cuida detalhadamente da biologia da Terra pra garantir nosso ar, temos alimentos, família, irmãos. E sabe as melhores bênçãos que temos e são tão pouco agradecidas? A bênção da existência desse Deus e a bênção de que Cristo morreu pelos nossos pecados, sendo nós ainda pecadores, é o que nos dá comunhão com o Pai. Sabemos que não fizemos nada para merecer essa salvação, foi graça pura de Deus, e sabendo disso é gerado gratidão espontânea no coração de seus eleitos. Hoje, eu só tenho a agradecer. A vista do mundo, eu não tenho nada, à vista de Deus, eu tenho o que necessito, e isso é tudo.
“Deem graças em todas as circunstâncias, pois esta é a vontade de Deus para vocês em Cristo Jesus.” (1 Tessalonicenses 5:18)
—  Nathania Muller.
Reações dos filhos dos paqueras vendo a mãe deles (Docete) sendo paquerada por outro homem

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E este tumblr ama você igualmente ♡〜٩( ╹▿╹ )۶〜♡

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Armin Jr.: Aí, cara, como você chega assim paquerando a minha mãe? Você sabia que eu posso hackear todas as suas redes sociais, até a sua alma se eu quiser? Não quer isso, não é mesmo? Então vaza daqui antes que eu me irrite de verdade,

Castiel Jr.: *nem fala nada, já chega empurrado e expulsando a criatura; e ainda finge que nada aconteceu* 

Kentin Jr.: Eu ainda tenho muito a aprender com o meu pai, mas eu sei defender a minha mãe!

Lysandre Jr.: Mas como esse senhor ousa se aproximar de tal forma da minha mãe? Ele não tá enxergando esse anel gigante no dedo dela? *lança um olhar tão forte para a criatura, coisa que ele aprendeu com seu lindo pai Lysandre, que acaba assustando e assombrando o homem por um mês* 

Nathaniel Jr.: E aí, cara, sabia que a moça com a qual você está falando é minha mãe e ela é casada? Você sabia que meu pai pode te colocar na cadeia em dois minutos? Ele tem dinheiro suficiente para isso, tem dinheiro para comprar a sua casa, você e toda a sua família também. *ignora a mãe tentando fazer ele calar a boca e fica contando vantagem para assustar o sujeito*


Admin V~

017. - Vida que segue.

Alguns meses haviam se passado, e o contato de Rodrigo com Juliana e as crianças era quase nulo, ele esteve presente durante todo o tratamento e recuperação de Pedro, que havia se curado de sua bronquiolite e estava muito bem. Fora a desculpa “doença do Pedro”, eles não estavam trocando nenhuma palavra se quer, Analua já tinha percebido e a sua primeira reação foi se afastar da mãe, mesmo que indiretamente, a menina não conversava quando chegava da escola, chorava para dormir na casa da avó junto com o pai, e como Juliana não deixava a menina ficava mais arisca.

Para tentar reverter a situação, Juliana tentou dar um tempo entre as leituras da nova novela que ia fazer no segundo semestre para dar maior atenção a filha, estava fazendo alguns programas de meninas com ela, iam ao shopping, tomavam sorvetes e assim a loira foi conseguindo reconquistar a filha, e Analua foi adquirindo mais maturidade e entendeu que para o momento, era melhor que os pais estivessem separados. Rodrigo de forma alguma deixaria de ser pai dela e Juliana igualmente não deixaria de ser a mãe, foi complicado, teve rejeição, mas a menina entendeu.

— Bom dia, Lua dorminhoca! – Juliana falava enquanto distribuía beijos no rosto da filha, a fim de acorda-la.

— Não quero acordar mamãe, é muito sono! – Respondeu fazendo manha.

— Você não quer ir pra casa da vovó hoje? Está bem, eu te deixo aí e vou sozinha. – Bastou Juliana falar a palavra mágica, que a menina rapidamente se levantou da sua cama em um pulo.

— Vou me arrumar, vou bem rápido! – Quando ia sair correndo para o banheiro voltou para dar um beijo na mãe e fazer uma pergunta. – Mamãe, nós vamos em qual vovó mesmo?

— Vamos na sua avó Cris!

— Ah sim, ta bom. Já venho! – Respondeu e saiu correndo para o banheiro.

A loira riu e deixou o quarto da filha, para ir até o quarto do filho mais novo, pois Rodrigo havia mandado uma mensagem, perguntando se podia ir buscar Pedro, para passear com ele e ela não se opôs. Ela arrumou o filho após dar-lhe um banho e ficou esperando Analua terminar o seu banho e Rodrigo chegar, ele seguia tendo as chaves da casa, a verdade era que ela não queria tirar isso dele, simplesmente não conseguia. Apesar de já estar seguindo a sua vida, era inegavel que ainda sentia falta dele.

— Ju? Oi! - Rodrigo falou de pé no meio da sala, tirando ela de seus pensamentos.

— Ah! Você já chegou! - Se levantou e foi cumprimenta-lo com um abraço rapido. - Bom, ele já esta pronto. - Disse e mostrou Pedro que brincava no seu cercado.

— Tudo bem! Cadê a Analua?

— No quarto, pode ir lá. Ela vai gostar de te ver. - Ele assentiu e foi em direção ao quarto da filha.

Assim que chegou ao quarto Rodrigo parou e encostou no batente da porta, vendo a sua menininha toda arrumada penteando os longos cabelos pretos. Ela estava cada dia mais linda, mais independente e ele morria de orgulho do seu bebê. Agora não mais tão bebê assim.

— Será que eu posso entrar pra matar as saudades de uma princesa? - Ele se fez presente e Analua virou para olha-lo com os olhinhos brilhando radiantes.

— Papai! - Pulou em seu colo. - Quantas saudades de você! Esqueceu de mim é? Veio me buscar? Ta bonito! - Bombardeou o pai de perguntas e indagações, o que era tipico dela.

— Muitas saudades, meu amor! Como você está linda. Acha mesmo que eu vou esquecer de você? Nunca! Eu te amo, oras. E eu vim buscar seu irmão.

— Ah! - Deu de ombros e voltou a abraçar o pai e enche-lo de beijos. - Eu vou na casa da vovó Cris agora! E depois não sei. - Disse ainda no colo do pai  que caminhava de volta para a sala. - Você não quer ir com a gente? - Juliana arregalou os olhos.

— Não Lua, é um programa de meninas lembra? E seu pai vai estar com o Pê, ele não pode ir filha! - A loira falou e trocou um olhar com Rodrigo, para que ele não dificultasse as coisas.

— Verdade Lua, o pai não pode ir. Eu e seu irmão vamos fazer um programa de meninos. - Deu um beijo no rosto da filha e a colocou no chão, para logo pegar Pedro do cercado. - Bom, eu já vou. Trago ele antes de anoitecer sim?

— Ta certo, só me liga antes pra saber se eu vou estar aqui sim?

— Pode deixar.  - Juliana entregou a mochila de Pedro a ele e deu um beijo no rosto do filho.

— Tchau filho, mamãe te ama. - O menino deu um sorriso pra ela e escondeu o rosto no vão do pescoço do pai. - Tchau Rodrigo.

— Tchau papai, saudades hein?! Amo você! - Deu um abraço no moreno e sorriu.

— Beijos minha princesa, da próxima vez o pai vai levar você pra passear. - Rodrigo disse e Analua assentiu sorridente.

Rodrigo deixou o apartamento levando o filho para um passeio de bicicleta, pelo bosque da barra. Era um passeio que ele costumava a fazer com Analua quando ela tinha a idade do irmão.

Já Juliana e Analua saíram em direção a casa de Maria Cristina, ficaram por lá até um pouco depois da hora do almoço. E a menina quis ir até a praia, aproveitando da roupa de banho que tinha na casa da avó.

— Tem certeza que quer ir a praia, amor?

— Sim! Por favor, mamãe. Por favor! - Juntou as mãozinhas e fez aquela cara que ela sabia que a mãe não ia resistir.

— Tudo bem! Nós vamos a praia. - Juliana se deu por vencida.

— Eba! - Comemorou abraçando a mãe. - Vó me ajuda a colocar o biquini?

— Ajudo minha linda, vamos lá! - Maria Cristina deu a mão a neta e a levou até o quarto.

Enquanto Juliana esperava a filha se arrumar, seu pai chegou até ela e lhe sorriu puxando-a para um abraço. Gilmar era um homem de poucas palavras, mas sabia a hora certa de se “meter” na vida da filha quando era necessário.

— Como é que você está?

— Estou bem pai, agora estou. - Suspirou. - Já tem três meses, eu sobrevivo. - Sorriu amarelo.

— Tenho certeza disso. Você sabe que pode contar comigo, né?

— Sei disso sim, senhor Gil. Obrigada!

— Não por isso, sou teu pai. Devo prestar para alguma coisa. - Ele sorriu. - Mas e aí o que me conta de novidade boa?

— A novela nova, mamãe não te contou? - Gilmar negou e ela sorriu mais abertamente. - Acho que vai ser muito bom pra mim.

— Vai ser filha. Novas experiencias viram. - O mais velho a abraçou.

— Deus te ouça, pai. - Saiu do abraço. - Deixa eu ir colocar o biquini, porque sua neta está euforica por uma praia.

— Então corre! - Ele disse e ela logo sumiu pelo corredor dos quartos.

Meia hora mais tarde as duas já estavam nas areias da praia da Barra, conversando, sorrindo, tirando fotos. A menina estava feliz demais, Analua amava água, era feito uma peixinha linda. Quando a presença de Juliana foi notada, a paz de Analua acabou, admiradores apareciam pedindo fotos um atrás do outro, a menina já estava detestando tudo aquilo.

— Mamãe, quero ir embora. - Disse enquanto Juliana lhe dava água de coco.

— Mas já meu amor? Você queria tanto vir a praia, só demos um mergulho poxa.

— Eu sei, mas quero ir agora.

— Está bem, vamos arrumar as nossas coisas para ir embora. - A menina apenas assentiu, dando de ombros.

A loira juntou suas coisas e as da filha e lhe deu a mão para sair da areia até onde tinha estacionado o seu carro, uns passos distantes dali e quando chegaram ela  foi destravar o carro para a filha entrar, mas foi abordada por um jornalista. Sorrindo simpática, virou-se para dar atenção a ele, Analua mudou a feição na hora.

— Juliana, o que você tem a falar sobre o novo relacionamento do Rodrigo? - o homem perguntou e ela engoliu em seco, que novo relacionamento era esse?

— A vida pessoal do Rodrigo não me diz mais respeito. E o senhor me dá licença, que eu preciso levar minha filha para casa. - Juliana respondeu da forma mais fria que conseguiu e  deu as costas para abrir a porta e colocar a filha em seu lugar no banco de trás.

— Meu pai não ta namorando ninguém! Ele me conta tudo e não me disse que estava namorando não, ta moço? Vai embora! - Analua também respondeu ao jornalista.

A loira colocou a filha em seu lugar e tomou o lugar do motorista saindo rapidamente com o carro dali. 

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Olá! Boa semana pra todo mundo! Quem gostar pode comentar viu? Qual foi dessa tal namorada do Rodrigo? Ihhhh beijos.

Anne.

Epílogo.

Três anos depois.

– É hoje! – O gritinho infantil preencheu o quarto de Juliana e Rodrigo. – Papai, mamãe acordem! É hoje! – Marina gritou eufórica. E segundos depois estava pulando em cima da cama dos pais, os fazendo despertar do sono.

– Marina! – Juliana repreendeu a garotinha em meio ao riso. – Que susto meu amor. – Sentou–se sonolenta na cama, e puxou a pequena para o seu colo.

– Vocês dormem demais. – A garotinha reclamou, e olhou para o pai, que ainda se espreguiçava com os olhos fechados. – Hoje é o dia do casamento, vocês tem que acordar! – Falou cutucando o pai com o pé. Rodrigo finalmente abriu os olhos, e sorriu para sua pequena serelepe.

– Bom dia Marina. – Murmurou rouco, e olhou para o relógio de cabeceira. – Filha, ainda são cinco da manhã! – Reclamou. – É muito cedo.

– Você disse ontem que quando o dia amanhecesse seria o casamento. – Fez bico. – O dia já amanheceu. – Proferiu aquele olhar que deixava Rodrigo completamente sem ações.

– Mas filha ainda é muito cedo. – Ju beijou a cabeça da menina. – E o nosso casamento só vai ser à tarde, ainda podemos dormir um pouco. – Falou e Marina lhe olhou fazendo bico.

– Eu não consigo dormir. – Falou. – To muito ansiosa.

– Nem se ficar aqui bem agarradinha na sua mamãe e no seu papai? – A mãe ergueu as sobrancelhas.

– Vocês me contam historinhas? – Abriu seu sorriso, e Rodrigo sorriu.

– Claro que sim, princesa.

– Eu só preciso ir dar uma olhada na Grazi. – Ju referiu–se a caçula da família.

– Ela tá dormindo mamãe. – Marina respondeu. – Eu olhei lá antes de vir. – Deu de ombros, e jogou–se sobre o pai.

– Tudo bem, mas vou lá. – Soltou beijo no ar antes de sair do quarto.

Finalmente o grande dia havia chegado. O casamento havia sido adiado diversas vezes, por diversos motivos, e a descoberta da gravidez de Graziela foi um desses motivos. Sempre tinham outras coisas como prioridade e o casamento fora deixado de lado, mas finalmente havia conseguido se organizarem, e o casamento sairia.

– Papai, você tá feliz? – A garotinha aconchegou–se nos braços do pai.

– Claro amor. – Respondeu e olhou–a. – Seu papai tem tudo. Impossível não viver em constante felicidade. – Disse.

– Mesmo quando faço coisa feia, você continua feliz? – Ela perguntou o fazendo rir.

– Às vezes eu fico bravo demais. Mas eu fico feliz em lhe dar umas broncas. – Falou e ela fez bico.

– Você queria que eu fosse bem quietinha, igual minha irmã? – Indagou.

– Não amor. Papai ama você do jeitinho que cê é. – Beijou a cabeça dela. – Mesmo sendo essa pimentinha.

– Eu também amo você, papai. – Afundou o rosto na curva do pescoço dele. – E eu to MUITO feliz por que meus papais vão casar. – Disse, e Rodrigo beijou o topo da sua cabeça.

Quando Juliana retornou ao quarto, após trocar a frauda, e dá de mamar para a Graziela, encontrou o marido e a filha dormindo. O sorriso foi impossível de ser contido. Cenas como aquela a fazia ter ainda mais certeza de quão sortuda era. Felicidade era pouco pra descrever o sentimento por ter tudo aquilo.

Aconchegou–se ao lado deles, e mesmo que dormindo, Marina abandonou os braços do pai, e enroscou–se na mãe ao sentir sua presença. Ju beijou a cabeça da pequena pimentinha, e não demorou a cair no sono também.

(…)

– Você sabe que não pode voltar aqui, né papai? – Marina indagou quando o pai estava se despedindo delas para ir se arrumar na casa dos pais.

– Sei sim, pequena.

– Minha vovó disse que dá azar vê a noiva antes do casamento.

– Eu sei. – Sorriu. – Vem me dá um beijo. – Ajoelhou–se, e ela o abraçou, dando um beijo estralado em seu rosto.

Quando Marina se afastou do pai, Ju surgiu com Graziela no colo, e o moreno levantou–se para despedir–se da mulher e da filha mais nova.

– Papai! – Grazi esticou os braços para ele, e ele tomou–a no colo.

– Cuida da sua mamãe e dá sua irmã, tá Marina? – Olhou para a mais velha.

– Mais fácil a Grazi cuidar dela. – Ju riu. Graziela era mil vezes mais tranquila que Marina. Completamente opostas.

– Mamãe. – Marina fez bico, e estendeu seus braços. Ju pegou–a no colo.

– Eu tenho que ir agora, mas nos veremos mais tarde. – Ele beijou os lábios de Juliana, e Marina tampou seus olhos, Grazi riu, e eles riram em meio ao beijo.

– Faz isso agora, mas daqui a um tempo vai amar beijos. – A loira disse rindo.

– Não, não, não. Papai disse que eu não pode. – Ela respondeu, e Rodrigo sorriu orgulhoso. Sinal de que suas diversas conversas sobre o assunto haviam surtido efeito com Marina.

– Tá bom. – Ju continuou a rir. – Veremos.

– Ju! – Rodrigo a repreendeu. – Minha menina tá certíssima. – Beijou–a. – Deixem-me ir, senão é capaz da dona Ana me por pra correr quando chegar aqui. – Devolveu Grazi para os braços de Ju, que equilibrou as duas filhas nos braços.

– Até mais tarde amor.

– Eu amo vocês. – Falou antes de deixar a casa deles.

Enquanto a sogra, a madrasta, a mãe, e as madrinhas do casamento não chegavam para lhe ajudar na preparação para o casamento, Ju espojou–se no chão da sala com as duas filhas ao lado. Na TV passava um desenho qualquer e ambas as garotinhas estavam entretidas, e ela tinha os pensamentos longes. Haviam passado por tanto até chegarem naquele dia. Ju mal acreditava que seria oficialmente, perante uma lei, uma Simas. Seria finalmente a esposa de Rodrigo.

Você e eu

Fomos feitos para ter um matrimônio sagrado

Deus sabia exatamente o que estava fazendo

Quando Ele me levou até você.

(…)

– Pai, tá demorando tanto. – O moreno bufou, vendo todos os convidados já acomodados nos bancos diante o altar.

– Relaxa Rod, se a Ju quisesse fugir, já tinha feito isso antes. – Bruno falou rindo e recebeu um olhar sério de Rodrigo.

Bruno e Yanna seriam os padrinhos de Rodrigo, e Felipe e Mariana os de Juliana. Os dois irmãos do moreno já se encontravam ao lado dele no altar, e aguardavam ansiosos para a chegada da noiva.

– Cala a boca Bruno. – Rosnou.

– Rod, se acalma. O charme de noiva é atrasar. – Beto tranquilizou o filho. – Logo, logo ela vai aparecer.

Aquele dia estava especialmente lindo. A natureza pareceu querer presentea–los naquele dia tão especial. O casamento ocorreria num jardim de uma casa de festas, e o lindo dia só deixou tudo ainda mais perfeito do que já estava.

A ansiedade de Rodrigo deu lugar ao nervosismo quando viu a mãe e Maria Cristina dirigissem para o altar. Em seguida, Eva também apareceu, e sentou na primeira fileira ao lado da madrinha de Ju, e do seu marido.

– Ela chegou mãe? – Perguntou, e Ana assentiu com a cabeça. – Falta muito?

– Não meu menino. Alguns minutinhos, apenas. – Ela ajeitou rapidamente a gravata dele. – Elas estão lindas.

– Elas são lindas. – Seus olhos brilharam ao imaginar a mulher, as filhas e a cunhada cruzando o tapete de flores até o altar.

Alguns minutos a mais de nervosismo e Rodrigo ouviu a marcha nupcial começar a tocar. Aquilo o fez sentir–se ainda mais nervoso, e o suor começou a acumular–se ainda mais por todo seu corpo. Havia finalmente chegado o grande momento.

Os olhos do moreno lacrimejaram ao ver as três garotinhas de mãos dadas surgindo no tapete de flores. Elas realmente estavam encantadoras, e o moreno chegou a duvidar que fosse aguentar aguardar os segundos seguintes.

Cada segundo passado o nervosismo e a ansiedade só aumentavam. O toque suave fazia seu coração acelerar ainda mais, e seus olhos aguardavam ansiosos pela visão de Juliana vestida de noiva.

Rodrigo não soube como agir no momento em que seu olhar encontrou, finalmente, o de sua futura esposa. Ela estava maravilhosamente maravilhosa, e sua maior vontade foi de fugir com ela dali, para não ter de compartilha–la com mais ninguém naquele momento.

Com os braços enlaçados nos de seu pai, Juliana dava passos com dificuldade. Suas pernas estavam tremulas, e o caminho parecia cada vez mais cumprido. Podia ver as lágrimas nos olhos do moreno, e com ela não era diferente. Era emoção demais pra ser expressa em palavras.

Alguns passos a sua frente, suas três princesas caminhavam juntas, de mãos dadas, e Ju estava muito orgulhosa e feliz com aquele momento.

Foram menos de 60 segundos, mas pareceu ser uma eternidade tanto para Ju, quanto para Rodrigo, porém ela finalmente chegou ao altar.

Gilmar deu um breve abraço no genro, e sussurrou apenas para que ele pudesse ouvir:

– Você é o cara mais sortudo que já conheci Rodrigo. Continue cuidado desse anjo que Deus lhe deu. – Bateu leve nas costas dele, beijou a testa da filha e logo se posicionou ao lado da esposa.

– Oi. – Ela sussurrou baixinho, e Rodrigo também levou seus lábios à testa dela.

Quando se imaginaram vivendo um momento daquele? Aquilo era simplesmente magnífico. Era mágico.

Diante o padre, eles permaneceram com seus dedos entrelaçados, enquanto ouviam as belas palavras ditas pelo homem.

Emoção era pouco para definir o que sentiam a cada palavra dita. Identificavam–se com tudo aquilo, e a certeza de que aquele amor era puro e verdadeiro só se concretizava ainda mais.

Enfim chegou a hora dos votos matrimoniais. Ambos haviam escrito o que diriam um ao outro, mas temiam não precisar do papel. Sabia de co cada palavra que queriam dizer um para o outro.

– Eu nunca estive tão nervoso. – Rodrigo começou. – Mesmo que já saiba que você é minha, e mesmo que já tenha lhe dito diversas coisas lindas, eu ainda assim to nervoso. Isso aqui tudo é especial demais, tem todo um clima. – Suspirou e Ju sorriu. – Algumas pessoas enxergam a felicidade no dinheiro, nos bens materiais, nas realizações profissionais, mas pra mim, Rodrigo Sang Simas, a felicidade tem o nome de Juliana Paiva, uma futura Simas. Se alguém me pedir pra definir o que é felicidade pra mim, irei falar sobre seu sorriso manhoso de todas as manhãs. Sobre como você me abraça todas as vezes que chego a casa após um dia exaustivo de cansaço. Falarei sobre tudo que há em você e tudo o que você me deu, isto é, nossas meninas, e talvez essa pessoa se canse de me ouvir, mas eu nunca cansarei de falar, pois mesmo com todas as suas imperfeições, você é simplesmente perfeita. Eu amo você, minha felicidade. E eu espero poder conviver contigo por toda eternidade, pois nem a morte será capaz de quebrar esse laço que criamos. Eu sinto que isso é algo além da vida, além da compreensão do homem. Isso sim é amor. Do mais puro de verdadeiro que possa existir.

– O que eu posso dizer depois disso? – Ju já chorava, e tudo o que planejava dizer parecia bobo demais diante das palavras de Rodrigo. – Meu Deus… Você me deixou sem palavras.

– Basta dizer que me ama. – Ele disse.

– Eu amo você!

Quando você diz que me ama

Saiba que eu te amo mais

E quando você diz que precisa de mim

Saiba que eu preciso de você mais

O padre sequer precisou dizer “o noivo pode beijar a noiva”, pois eles já estavam envolvidos num beijo carregado de paixão, carregado de amor, de felicidade, e de certeza. O casamento era algo simbólico para eles, pois o que tinham já era concreto.

Já se pertenciam na lei do amor, e agora também na lei dos homens.

E quem não estava emocionado com aquilo? Até o olhar que trocavam era capaz de fazer os corações amolecerem. Era fato, e não havia ninguém capaz de negar o quanto aqueles dois se amavam. E nem o mais inteligente dos homens seria capaz de compreender como aquele sentimento só crescia.

Parece que já descobrimos o que há além de uma implicância, não é?

No caso de Rodrigo e Juliana, além da implicância havia amor. Havia parceria. Companheirismo. Amizade. Além das briguinhas, eles descobriram uma atração, não somente corporal, uma atração da alma, dos corações.

Além da implicância havia um amor que duraria por toda eternidade, pois nem a morte seria capaz de fazer aquele laço se romper.

Seria clichê demais dizer que eles viveram felizes para sempre? Talvez. Mas é exatamente isso, eles viveram felizes para sempre.

Os problemas e dificuldade sempre existiriam, mas ainda assim: viveram felizes para sempre.

Fim.

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Não sei se está bom o suficiente, na verdade finais não são o meu forte, estou insegura, mas gostei do que está escrito aqui, e espero que vocês gostem também.

Queria agradecê-las por terem acompanhado essa história, por todos os comentários, e por tudo. Essa foi minha segunda fic postada e concluída, e ela tem um valor especial demais pra mim, graças a ela fiz amizades importantes.

Gostaria de deixar um obrigada em especial para a Adri, que me ajudou BASTANTE em muitas coisas, e que me deu ideias magníficas. Muito obrigada amiga <3

Sentirei saudades da história, mas MUITAS outras viram! <3

Não ore a Deus por hábito, não busque só pelo o que Ele pode fazer.
Ore a Deus por necessidade da presença dEle, busque-o por não conseguir ficar longe dEle. 
Busque com sinceridade, pois Deus tem sempre as respostas certas as suas orações, é como aquele ditado popular, “ enquanto você está indo com a farinha, já estou voltando com o bolo pronto”, porque Deus te conhece melhor do que você mesmo e sabe do que precisa.
Ele conhece a intenção do seu coração, Ele sabe os motivos que te levam a buscar a Ele. Caso não haja sinceridade, Ele sabe disso.
Não fique profissional em pedir, em só lembrar de Deus nos momentos de lutas. Mas entre na presença dEle simplesmente porque é o melhor lugar para se estar, onde se encontra abrigo e refrigério.
Esteja com Deus todos os dias, faça de pequenos momentos do seu dia instantes de intensa comunhão com o Pai. Ele é o único que pode suprir todas as necessidades do seu coração.

- Samantha Reinheimer e Joy Martins.

anonymous asked:

O que um namoro a corte? :/

A côrte é uma amizade, uma amizade comprometida para um possível casamento. Com o conhecimento dos pais e líderes, Um passo muito importante na côrte é a oração entre ambos, as intenções de cada coração devem ser entregues a Deus para que ele faça segundo a vontade d’Ele. As situações não devem ser forjadas e nem os sentimentos expostos, para que não sejam formadas feridas, ou para acelerar o processo natural de Deus. É muito importante manter um relacionamento de amizade e principalmente a busca pelo crescimento espiritual. A côrte é a forma linda de Deus de preparar duas pessoas para fazerem uma aliança. Por isto, o mais importante é ser amigo, conversar, contar, e até brincar! Todas as pessoas que resolvem seguir por este caminho têm experiências maravilhosas e a fidelidade de Deus é incomparável quando buscamos adorá-lO sem intenções próprias! 

Eu escolhi isso []

Parte I
Capítulo 1

Eu mal podia esperar para a minha carta chegar.

Fazia dois meses que eu tinha feito onze anos e já estávamos em julho. Em um mês eu estaria, se tudo desse certo, em Hogwarts.

- Já acordou Naveen?

- Já, mãe! Estou descendo!

Corri escadaria abaixo. Meu quarto fica no segundo andar junto com o dos meus pais. Passei pelo corredor onde vi Bandah, nossa elfa doméstica cuidando da coleção de orquídeas da minha mãe.

Minha mãe, Pheneloppe Sparks, tem um boticário no Beco Diagonal. É a loja principal quando os bruxos precisam comprar flores, raízes, essências, pós e todo tipo de ingrediente para poções. Ela vem de família de sangue puro, apesar de insistir que isso não significa nada.

Já meu pai, Doyle Azarola, é trouxa. Ele conheceu minha mãe quando ela viajava por Lancashire assim que tinha se formado. Apaixonaram-se quase prontamente e se casaram. Meu pai trabalha como chefe de cozinha em seu próprio restaurante.

E eu, Naveen Sparks Azarola, sou filho único.

Temos uma vida relativamente confortável. Não somos ricos, mas vivemos bem. Com certeza mamãe tem galeões o suficiente para comprar todos os meus materiais e bancar meus estudos em Hogwarts, ainda mais agora que Você-sabe-quem morreu faz dez anos e o negócio prospera.

Pelos cálculos dela, eu devo estudar com Harry Potter, o menino que sobreviveu. Ele tem a minha idade.

- Temos uma surpresa para você! – meu pai está sentado na mesa lendo jornal e mamãe cozinha o café da manhã. Ele está segurando um envelope creme com um selo de cera vermelho. As letras do lado de fora são verdes.

- CHEGOU! MINHA CARTA CHEGOU!

Eu pulo e pego a correspondência da mão dele e começo a ler em voz alta:

“Prezado Sr. Azarola,
Temos o prazer de informar que V.Sa. tem uma vaga na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Estamos anexando uma lista dos livros e equipamentos necessários.
O ano letivo começa em 1º de setembro. Aguardamos sua coruja até 31 de julho, no mais tardar.

Atenciosamente,

Minerva McGonagall
Diretora Substituta”

- ELES ME ACEITARAM! EU VOU PARA HOGWARTS COMO VOCÊ, MÃE!

- Parabéns, Naveen. Essa semana vamos comprar seu material. Eu já enviei a coruja com a resposta para Dumbledore.

- Certo… A lista é longa… Vamos conseguir comprar tudo mesmo?

- Claro que sim, filho! Agora sobe e vai arrumar seu quarto que a sua avó já está vindo.

- A vovó Desdemona?

Desdemona é a minha avó paterna. Ela também é trouxa e não aceita de forma alguma a idéia de meu pai ter se casado com uma bruxa. Até gosta de mim, mas seria horrível pra ela se descobrisse que eu também sou “uma aberração”, como ela faz questão de chamar mamãe.

- Sim… E você já sabe: nada de comentar com ela sobre a carta, Hogwarts ou qualquer coisa do tipo, ok?

- Sem problemas, mamãe… – eu disse subindo para arrumar meu quarto.

Quando estava terminando de fazer a cama, ouço um carro passar pelos cascalhos de entrada. Em seguida uma porta bate e escuto a campainha tocar no andar de baixo. Ela chegou.

- Vovó!

- Naveen querido! Como você cresceu! E como você está bonito! Tem estudado?

- Sim, vó… Papai tem me ensinado tudo aqui em casa. – aqui em Londres é comum as crianças receberem educação básica em casa e, como possivelmente iria a Hogwarts, meu pai não quis me mandar para um colégio regular.

- Muito bem… Pheneloppe, ele tem demonstrado algum tipo de… alguma forma de… bem, você sabe…

- Não, Desdemona. Parece que seu neto não herdou a minha parte da família.

- Assim é bem melhor! – eu sentia meu rosto esquentar com a raiva que estava começando a sentir de minha avó. – Podemos almoçar agora?

- Claro! Eu fiz guisado de coelho.

Nos sentamos na mesa onde papai tinha posto os pratos, copos, talheres. Minha avó sentou-se na ponta, no lugar de mamãe. Ela, por sua vez, colocou a panela de guisado na mesa e se sentou na cadeira ao meu lado, sorrindo. Eu sorri em retribuição e apoio.

- Esse guisado está cheirando estranho. Você colocou canela aqui?

- Não, Desdemona, eu coloquei anis.

- Deve ser do anis esse cheiro ruim mesmo. Mas então, me diga, filho, como está o restaurante?

- Indo de bom a melhor, mamãe. Temos tido lucro acima do esperado e…

- A Pheneloppe está te ajudando?

- Ela não consegue, mamãe. Ela tem o boticário e precisa cuidar da casa, então…

- Mas essa lojinha de superstições dá algum lucro? Porque a mim ela parece ser bem pouco rentável.

- Sim, Desdemona. Na verdade eu cuido de metade das finanças da casa. O restaurante ainda está se erguendo e temos…

- Não era só o cheiro da comida… O sabor também está estranho.

- Vovó, eu acho o guisado da mamãe muito bom.

- Ele chega a ser intragável! E você nem entende de comida, Naveen. Pergunte ao seu pai sobre o meu…

- Vovó, para. O guisado da minha mãe é um dos melhores que eu já comi!

- Por que você nunca experimentou a minha…

- VOVÓ, CHEGA!

- Não grite comigo, seu moleque. Eu ainda sou a sua avó. Tinha que ser filho de uma aberração mesmo!

Aquilo foi o suficiente. Eu estava irado e sentia a raiva aquecer minhas orelhas. Eu olhava fixamente para minha avó e o prato de comida à sua frente.

Até a comida explodir e ir parar quente em sua cara. Ela se levantou em um pulo e começou a pular, gritando que estava queimando tudo. Meu pai se levantou e apanhou um pano que serviria para secar tudo. Mamãe ficou sem reação e só me pediu para subir e eu, querendo evitar a confusão que viria, obedeci.

Ao chegar a meu quarto, bati a porta e deitei na cama, chorando, até pegar no sono. Dormi sem sonhos aquela noite.

Fiora estava recebendo a maior bronca de sua vida, por ter passado a noite fora com o carro do pai. Não havia conseguido convencê-lo de que salvar a vida de Trent fora mais importante que aquilo. Ele simplesmente gritava consigo, agora. - É por isso que eu te trouxe para cá, sua vagabundazinha imprestável! Você não serve para nada, só para dar trabalho! - E deu um tapa forte, no rosto da menina, que chorava. Era raro ver seu pai naquele estado. Sentia-se como uma verdadeira inútil, por tê-lo deixado daquele jeito.

-Não, ela está bem… Os médicos estabilizaram ela depois de… Tudo. - Ele disse, no celular, andando de um lado para o outro no quarto. - O bebê está bem. É uma menina. Claro, acho que já podem vir. São família, obviamente vão deixar que a vejam. - Ele estava surpreso do quão calmamente a conversa com o pai de Barbara fluía.  Obviamente os dois estavam preocupados e aliviados com a recuperação dela.

anonymous asked:

Uma palavra..

“O sacrifício dos ímpios é abominável ao Senhor, mas a oração dos retos é o seu contentamento.” - Pv 15:8

Deus se agrada e muito da oração dos Seus filhos porque é na oração que ouvimos Sua voz e declaramos nossa dependência. Embora, você não O ouça ou você não consiga falar, ore assim mesmo. Pois, quando nos esforçamos para estarmos na Presença do Senhor, Ele vê a intenção e recompensa nosso esforço. Se estiver difícil: ore e se confesse com o Pai; diga a Ele tudo o que te aflige para que Ele possa estar tomando o controle da sua situação. Jesus fica muito feliz quando falamos com Ele ainda que seja uma decisão pequena e sem importância pra nós pra Ele nunca é, porquanto se importa contigo. Por isso, saiba que é através da sua oração que você escuta a voz de Cristo e a presença DEle se manifesta. É preciso clamar para que Ele possa agir e independentemente da situação ou do momento, Ele nunca confundirá a sua voz e nem o seu nome! Confie sempre e alegre o coração de Deus. Fica na Paz!

anonymous asked:

As vezes tenho a maior vontade de orar, mas chega a noite perco a vontade e me faltam palavras.

Oração pode ser feita em qualquer horário, lugar e posição do corpo. Porque a nossa alma sempre estará de joelhos. A falta de vontade é consequência da falta da initmidade com Deus. Temos vontade para tudo, menos para as coisas de Deus. Sobre faltar palavras, não importa. A Bíblia nos diz que o Espírito Santo que habita em nós intercede com gemidos inexpremíveis, a falta de palavras na oração não é errado. O errado é sempre que formos orar não conseguirmos conversar com o nosso próprio Pai. Para isso a intimidade, a comunhão com Deus, é querer seguir Deus de perto, não perder o foco. E manter uma rotina com Ele. Deus continue te abençoando.

Esse texto foi originalmente publicado por uma amiga minha, por isso o meu intuito de mantê-la preservada.

Como muitos sabem, minha guia espiritual é uma Preta Velha, e esse assunto é mais do que conhecido e ponderado entre os espíritas; sejam kardecistas, sejam umbandistas.

Penso o seguinte: convivemos com pessoas de dispersas atitudes, de nívels e caminhos evolutivos diferentes. Você pode notar isso por simples detalhes que estão se perdendo com o tempo: a falta de integridade, respeito e consideração para com o próximo, a noção de decência e bom caráter, a compaixão, a ingenuidade — que demonstra, por si, a pureza de um coração —, a capacidade do perdão, o respeito para com o nosso planeta, o respeito e reconhecimento para com o Pai. São detalhes que, numa balança, dizem muito a respeito de um ser humano e seu grau evolutivo.

Nem tudo é consequência de traços adquiridos nessa existência. Muitos fatores, como a fé, é algo que está ou não cravado em nosso cerne. Vai além da carne, vai além dos trejeitos impostos em cada encarnação. Não é algo que possa ser comprado ou plantado. Ou você é um servo do Pai, ou você não é. Ter consciência de suas atitudes e escolher o caminho que tomar somente cabe a você mesmo tal atitude!

Me preocupo demais com o futuro do nosso planeta, do ser humano. Muitas pessoas são, por si, boas, mas não foram apresentadas aos bons princípios, conduta, valores, ao nosso Deus. Além de considerarem comum e correto tomar caminhos tortos, mesmo que nestes acabem esbarrando e derrubando um inocente.

Portanto, reflitam. Respeito as crenças distintas, assim como respeito o direito de um ateu se colocar nessa posição. Mas ter uma posição diferente não te dá o direito de sair por aí cometendo atrocidades e mexendo com a vida alheia. Decência vai além de religião. Se sua personalidade é tortuosa, isso é algo que apenas você pode remediar!

Que Deus sempre olhe por nós! Que o Menino Jesus nos abrace na mais pura luz da compreensão, resignação, amor, paz, compaixão… nos guiando para trilhas floridas. Que o anjo Samuel, protetor e guia da nossa nação, sempre tenha forças para nos amparar e ter fé em nós! E que os espíritos de luz e suas falanges abençoadas estejam sempre por perto, blindando, com nossos guias, nossos pensamentos e ouvidos, nossos corações e sentimentos; nos protegendo, hoje e sempre!

Esse texto é digno de uma reflexão profunda, pois toda causa tem sua consequência!

Por que lugares anda o meu corpo?
Porque escrevo eu estes devaneios:
Acumulações de palavras sem sentido
- Vindas do meu ser mais profundo, porém -.
Não sei não sentir a poesia.
Não sei não te sentir,
Distante.
Oiço as gaivotas
Que confusas andam:
Antigamente só as avistava quando havia peixe no mar;
Sinais que com o meu pai aprendi.
Acordam-me como quem auxílio exige
Porque são elas que sofrem com todo o mal que nós
- Seres famintos e insatisfeitos -,
Fazemos.
Entrei no mar como peixe que sou
- Sinto-me proveniente de lá -,
E deparei-me com a hipocrisia presente no discurso de outro ser que não eu
- Partilhamos o mesmo sangue -.
Disse ela, em tom de apreensão, que queria sair dali porque peixinhos nos rodeavam;
Ela mesma os come.
O que nos tornámos?
Tememos aquilo que comemos?!
Porquê?
Porquê consumir algo, que em vida receamos?
São eles que têm medo de nós.
São eles que se sujeitam involuntariamente a anzóis em suas línguas, para nos alimentarem.
São eles que se vêm presos em redes maiores que seus cardumes.
São eles!
O maior exemplo de como frágil se pode ser,
Quando os maiores no poder estão.
Não andamos longe daqueles que nos exploram.
Vivemos em constante ciclo.
Consumimo-nos uns aos outros,
E andamos todos confusos.
Perdemo-nos nas confusões dos nossos próprios seres,
E não fazemos senão papaguear.
Trata-se de discursar,
Mas nada de discutir.
Para onde vão os nossos pensamentos?
Para onde vão as gaivotas,
Que pela cidade já se passeiam?
Para onde irá este desabafo?
Para onde?

escandinava asked:

A paz e a graça.. Me da uma palavra?

Isaías: 41. 13. Porque eu, o Senhor teu Deus, te seguro pela tua mão direita, e te digo: Não temas; eu te ajudarei.

Deus te ajuda minha princesa, mas você precisa pedir ajuda a Ele. Sempre quando você abre a boca e começa a orar, Deus se levanta de seu trono e inclina os ouvidos para ouvir tua voz e sua oração. Bjos!!!

Ore, ore… Fale com o Pai, Ele ama ouvir tua voz.