com-com

anonymous asked:

sendak, have you learned from eating snow?

    At first, it appears he doesn’t even register what the other is saying, far too distracted with the something ( white and fluffy ) cupped between his mittens.

    Only after they clear their throat does he look up, looking quite guilty with the bits of frost clinging to the fur on his face as he immediately drops his hands and clasps them behind his back. And then nods, seeing his transparent lie to be very convincing.

Hoje eu só queria aliviar um pouco dessa culpa que me pesa os ombros. Não adianta, não importa o que a gente faça, sempre vai ter uma coisa incomodando, uma pedrinha dentro do sapato que machuca sem parar o dedinho da ponta. Eu não consigo, entende? Simplesmente eu não entendo o porquê disso tudo. Podia ter acontecido com tanta gente, de tantas formas, mas foi acontecer com você. Logo com você. Eu, sinceramente, não entendo. Já senti raiva, tristeza, mais raiva e uma indignação. Depois passei a sentir culpa. Sei que devia fazer alguma coisa, mas não consigo. Por favor, me perdoa, mas eu não consigo te ver assim. Sei que é egoísmo da minha parte, mas aceito que não sou uma pessoa evoluída pra conseguir aceitar bem as coisas. Ninguém entende a ligação que a gente sempre teve. Era tão bonito, tão puro, tão intenso, tão natural. É isso mesmo, natural. Sem forçar sorriso, sem forçar abraço, sem forçar beijo, sem forçar um amor só pra ficar interessante. Era simples, era beijo estalado, era abraço apertado, era olho no olho, era piada, era segredo, era bobagem, era conselho, era magia, era pureza. Nunca mais a minha vida foi a mesma. Na verdade, nunca mais eu fui a mesma. Nem você. Nós mudamos. E isso me dói. Me dói tanto, mas tanto que o meu coração encolhe, fica pequeno, bem pequeno e eu não sei o que fazer com ele. Eu entendia tudo quando você sorria aquele sorriso que eu nunca mais vi. Meu Deus, como sinto falta de antigamente. Como sinto falta daquele tempo onde as coisas eram mais fáceis. Onde eu achava que tudo era eterno. Inclusive as pessoas. Eu não quero ter pena de você. Não quero sentir tristeza por você. Não quero sentir uma revolta dentro do peito. Não quero mais procurar respostas. Não quero pensar em você e sentir uma lágrima quente descer pela bochecha. Não quero mais sentir saudade da sua voz. Mas eu sinto tudo isso. E isso me dói, me dói, me dói e eu poderia ficar falando me dói, me dói, me dói até o fim da vida. Você sabe que te amo? Sabe mesmo? Por favor, diz que sim. Eu sei que você de alguma forma sente todas as boas vibrações que mando todos os dias. Eu penso em você sempre. Te mando beijo, te mando abraço, te mando carinho, te mando o meu melhor. Mas eu não sei lidar com isso, me perdoa.
—  Clarissa Corrêa.
Nenhuma relação é fácil e simples. É interessante, todo mundo quer alguém. Mas ninguém percebe que muito mais difícil do que conseguir esse alguém é manter o relacionamento sadio e forte. As pessoas se preocupam com o começo e com o final. Mas o meio, que é aquilo que a gente vive no dia a dia, fica esquecido, jogado em alguma caixa de papelão pegando pó e juntando mofo. É por isso que as coisas terminam. Quer saber? O meio é o que mais importa. É o que merece atenção, cuidado. Até o fim.
—  Clarissa Corrêa.
De repente os dias passam, você cresce, acorda em um belo dia e sua mãe não precisa mais dizer pra você ao sair tomar cuidado na rua, olhar dos dois lados antes de atravessar ou ainda pra não comer doces antes do almoço. De repente você não precisa mais de companhia pra fazer compras em um super-mercado nem que seu pai vá a uma loja com você pra poder comprar a roupa que você queria…Você deixa de acreditar em papai noel e príncipes encantados e sua data de aniversário não é mais motivo pra tanta animação. Você começa a se virar sozinho. Sem a ajuda de alguém, e de repente descobre que tem jeito pra tudo. Aprendemos a lidar com tudo. Com joelhos ralados, com cortes no dedo, com o sapato que não serve mais e a roupa que tanto amava mas que não serve e precisa ir pra doação. Mas o que era tão simples antes, fica difícil depois. Custa muito abrir a boca pra dizer “senti sua falta”, coisa que dizíamos com tanta facilidade quando éramos menores. Dizer um “Eu Te Amo” era tão simples e de repente essas 3 palavrinhas nos mata, ou sufocada ou se dita demais e antes da hora. Aprendemos a lidar com tudo, menos com ausências, saudade e coração partido. E o que era a coisa mais fácil do mundo como desenhar um coração vermelho e entregá-lo para alguém…se torna a coisa mais assustadora que poderia existir.
—  Esses são pra não enlouquecer. (Flávia Oliveira)
Pessoal, como “13 reasons why”, ou no Brasil “Os 13 porquês” está em foco, quero deixar algo pra vocês: Se alguma vez na sua vida você já pensou em suicídio, se você pensa até hoje... saiba que você não está sozinho, e que você tem com quem conversar. Existe uma ONG que se chama CVV, e você pode ligar grátis para 141 de qualquer lugar, ou entrar no site deles, que é CVV.ORG.BR e lá você consegue conversar com pessoas, com voluntários, você consegue ter ajuda nesse momento em que muitas vezes, tenho certeza que você se encontra sozinho e perdido. E se você gostar do trabalho deles, você também pode se tornar um voluntário e ajudar pessoas que estão com esse tipo de pensamento a superarem esses dias difíceis e continuar suas vidas, tendo uma luz que as salvaram.

“Se quer se matar, vá em frente. Mas… morra amanhã. E se as coisas forem tão ruins amanhã quanto foram hoje, morra depois de amanhã. E se mesmo assim for tão ruim quanto depois de amanhã, então você pode morrer depois de depois de amanhã! Se viver seus dias assim, tenho certeza que um dia bom vai chegar. E então, desse dia em diante, tenho certeza que finalmente você finalmente vai ficar feliz por não ter morrido. Por favor…”

4

Sora and Riku Mobile Wallpapers (750x1334) feel free to use!

Pra começar, eu nunca fui uma pessoa perfeita, ninguém é, mas eu sempre tentei fazer as coisas da melhor maneira possível. Corri riscos, passei por cima dos meus próprios medos e segui adiante. Sempre fui aquela pessoa cujo a maioria está em volta por algum tipo de interesse. Sempre fui de ouvir​ calada e engolir​ o choro. Ouvi dos de fora que nem me conheciam palavras nas quais fui intitulada de estranha e todos os adjetivos pejorativos que se possa imaginar. Passei por muita coisa, engoli muito choro e muitas vezes no escuro do meu quarto implorei para que Deus me desse forças para continuar. Eu nunca fui do tipo de pessoa que se aproxima dos outros por interesse, todos que tive e tenho na minha vida, eu conquistei na verdade pura do meu ser, sem máscaras. Reconheço que nunca fui uma pessoa fácil de se lidar, afinal, todos nós temos nossas mágoas, inseguranças e frustrações. Nunca fui fácil, mas não sou do tipo impossível. Tenho minhas qualidades, embora poucas, acredito eu, mas nunca fingi ser quem eu não sou. Nunca forjei sentimentos por ninguém, sempre fui cristalina em relação a amar pessoas, não deixando esquecer que tenho meus defeitos apesar de tudo. Sabe aquela pessoa que ouve barbáries e ainda assim perdoa o desgraçado? Pois é, essa sou eu! Tantas vezes passaram por cima de mim sem dó e nem piedade… e eu perdoei. Quer dizer, perdoar é esquecer, e tem coisas que mesmo tentando, a gente não esquece. A gente desculpa, mas não esquece. Não esquece porque geralmente são palavras de quem a gente mais ama no mundo. Mesmo assim, tentei esquecer muita coisa e me refiz. Refiz os laços. Pra você que chegou até aqui: cara, eu tenho um coração, sabe? Eu tenho um coração que mesmo remendado por todos os lados, ainda é grande. Ainda cabe gente e sobra espaço para novas histórias. Ninguém é perfeito, meu amigo. Confesso que por muitas vezes perdi a cabeça e fiz loucuras, fui a vilã da situação, mas se você soubesse como eu chorei depois de pensar nos meus atos… Tem dias que a gente não está legal, parece que nada dá certo e que o mundo todo está contra a nossa felicidade. Tem dias que a gente quer é bater as portas e sumir, sair sem rumo pra nunca mais voltar, depois de um tempo passa. Nesse intervalo entre fúria e pensamento calmo, companheiro, como a gente faz merda! Respiro, me acalmo e reconheço as minhas más atitudes. E é disso que eu me orgulho, pois eu assumo as presepadas que eu faço e tento fazer as coisas de um jeito diferente. Só que às vezes é difícil, como é difícil tentar consertar as coisas quando ninguém mais parece se importar. Quando a gente passa por cima das próprias limitações, se humilha e as pessoas agem com desdém com os nossos sentimentos. Como é difícil! Como dói ser tratado como segunda opção, como é torturante não se ter certeza de mais nada. Como está sendo desafiador viver neste mundo, meu Deus! E é por isto que eu peço perdão para àqueles que um dia já agi de maneira incoerente, pois só eu sei quão doloroso é ter o coração esmagado por palavras e atitudes impensadas.
—  Isabela Queiroz.