com voce sempre

Pra sempre com você
Jorge e Mateus
Pra sempre com você

A gente se conheceu há pouco tempo
Mas a gente já está falando em casamento
Tô correndo um risco sério
De viver pra sempre com você
Entre um em um milhão nasce um Adão e Eva
Um Romeu e Julieta em meio a tantas guerras
Mas quando se vale a pena um amor supera
Não sou o anjo da guarda
Mas eu vou te proteger
Esse seu sorriso é o combustível
Pra eu viver 
Se você me pedir pra ficar
Pra sempre com você
Nem vou pensar mais vezes para responder
Você sabe que eu vou, vou, vou
Pego minhas coisas e vou, vou
Ficar pra sempre, sempre você
Se você me pedir pra ficar
Pra sempre com você
Nem vou te responder
Você sabe porque
Eu simplesmente vou, vou, vou
Eu largo tudo e vou
Ficar pra sempre, sempre com você

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Capitulo 3

Se alguém ai estiver lendo apenas curte que eu continuarei. Tento conciliar o tempo da facul com o hobby, mas haverá capitulo todo dia no final da noite por ai. Obrigadaa por ler.

Ali mesmo na porta do banheiro, eu a encarava eu a admirava, mas ela estava preocupada pois a sua bebida havia derramado toda no meu vestido.

- Me desculpe, me desculpe. – Ela dizia aflita

- Não tem problema, fica tranquila. – Eu nem me importava, se fosse outra pessoa estaria puta de raiva,  mas como era ela fiquei anestesiada de felicidade.

 Ela correu e pegou algumas folhas de papel toalha. – licença – ela disse sem graça. Ela estava passando lentamente o papel toalha aonde estava com bebida, meu vestido muito decotado molhou todo o meu seio escorrendo até o umbigo, ela passava o papel toalha sem nenhuma intenção até que viu que minha respiração estava tomando um ritmo diferente, eu estava adorando aquilo, me sentia arrepiada a cada toque. Quando ela parou e disse – Desculpe espero que me perdoe, você estava tão distraída olhando pro lado que nem me viu.

Ela parecia triste, seu olhar era deprimente. Mas o que sera que tivera acontecido para ficar assim? Me perguntei mas deixei acontecer não era hora.

- Tudo bem, daqui a pouco seca, pode ficar tranquila. Prazer meu nome é Clara- estendi a mão a ela. Perguntei logo, eu estava louca pra saber seu nome.

- Prazer o meu é Vanessa – que apertou a minha mão. Suas mãos eram suaves, quando tocou a minha senti um frio no estomago, e aquela onda de calor passava pelo meu corpo novamente. Mas ela não parecia bem e resolvi perguntar.

- Voce esta bem ? – ela abriu um sorrisinho meio de canto de boca e assentiu com a cabeça, mas sabia que não.

- Não parece bem, venha já que eu esbarrei em você e derrubei a sua bebida, lhe pagarei outra  –

- Não que isso não precisa – ela disse negativamente. – Que isso eu faço questão, por favor não me obrigue a ter que te puxar. – eu sorri. E ela sorriu com o meu sorriso que foi todo derretido, segurei a sua mão para que não nos separássemos até o bar, eu estava adorando andar de mãos dadas mesmo naquela multidão. Gostaria que o bar fosse mais longe do banheiro, mas logo chegamos. Soltei sua mão com um pesar.

- o que estava bebendo vanessa ? ela disse whisky e eu pedi dois para o garçom, iria acompanha-la. Ficamos em silencio por alguns segundos, eu estava tentando imaginar que assunto iria puxar com ela, eu não queria que aquela conversa acabasse e ela iria embora.

Ela estava de cabeça baixa olhando para o copo, me parecia distante, como se não estivesse ali, seu semblante era de quem estava magoada. Eu queria desvenda-la, queria descobri-la eu estava totalmente afim dela.

- Não está gostando do show? – perguntei

- Eu não estou no clima, acabei de terminar com meu namorado. – Então ela estava livre, me senti egoísta, pois ela estava sofrendo e eu fiquei feliz com o seu termino. Eu estava curiosa com o porquê, mas não me intrometi.

- Nossa que pena, você gostava muito dele ? – ela me olhou, e percebi que ela queria desabafar.

- Ah nosso relacionamento já não estava muito bom, mas ficamos juntos muito tempo e temos muitas historias juntos, eu acho que só estou preocupada com o rumo que vai andar a carruagem por agora. – Ali tinha muito barulho, e eu gostaria de ouvi-la eu senti que ela queria desabafar e eu não sei por que, mas ela se sentiu a vontade comigo, uma estranha que acabava de conhecer, acho que havia sintonia entre nós duas. Logo propus – Olha tem um restaurante duas quadras daqui, que você acha da gente sentar e conversar, eu também não estou no clima pra festa e estou morrendo de fome. O que acha? – eu estava com medo dela recusar e ir embora, e nunca mais eu a veria novamente.

- Ta pode ser sim Clara, estou querendo sair daqui mesmo, esse lugar esta muito cheio.

Saimos de lá e fomos ao restaurante ali perto, era um lugar confortável e simples, pelo caminho seguimos caladas, eu aproveitei e mandei um SMS pra Pauzão dizendo que já havia ido embora e que não se preocupasse. Logo quando chegamos ao restaurante nos sentamos e fizemos o pedido, ela pediu um prato vegetariano e eu havia pedido fritas. Tentei puxar papo com ela.

- Voce vai sempre lá naquela boate ?

-Sim sempre que posso, eu não sou muito de sair, pois acordo cedo no outro dia, mas as vezes abro exceções. – Ela já estava com a carinha melhor.

- Há quanto tempo vcs namoravam? – perguntei curiosa eu queria desvenda-la.

- Cinco meses, mas temos um abrigo que cuidamos juntos. Ele é meu sócio lá, por isso estou preocupada não quero ficar com um clima ruim. E ele não pode deixar a clinica, os animais dependem da gente.

-Há sim entendo, mas não pense assim. Tudo se resolve com dialogo, tenho certeza que vocês vão voltar. – eu disse, mas não era aquilo que queria dizer, queria dizer pra mandar ele se foder e embarcar em uma aventura comigo, que estava totalmente atraída por ela. Já tinha até esquecido que era casada e que Greg devia esta em casa totalmente chapado.

- Nem pensar Clara, ele é um neurótico, possessivo e muito  muito ciumento. Eu odeio esses ciúmes exagerados, e não gosto de ser pressionada pra mim já deu a muito tempo. Não quero me envolver tão cedo com ninguém. – Aquelas palavras me animaram eu sabia que ela não voltaria com ele e que sobre se envolver eu a mudaria de ideia. Sabia como convencer alguém e jogaria todo o meu charme nela. – ah me desculpe eu estou desabafando tudo em você, nem perguntei e você, tem namorado é casada ? – Eu já não chamava aquilo de casamento, mas tive que dizer que era.

- Sou casada, tenho um filho pequeno de 1 ano e  6 meses, mas estou como você não estou aguentando mais o meu relacionamento estou a ponto de largar tudo. – Eu disse com ar de despreocupação aquilo não me importava mais.

- Nossa eu imagino, é uma barra isso. Mas como chama seu filho ?

 - Max, ele é um pestinha. Você tem que conhece-lo.  

Ficamos ali conversando por horas, tudo naquela mulher era convidativo, o seu namorado devia ter muito ciúmes porque ela era o tipo de mulher que qualquer um olharia e cobiçaria, ela estava totalmente solta, nós estávamos conversando de tudo sobre filmes, musicas, animais, viagens. E perdemos totalmente a noção de horário, até que um dos garçons nos avisou que fecharia o restaurante. Quando olhamos no relógio já era aproximadamente 4 da manhã. – Nossa Clara, já esta tarde eu tenho que ir. Amanha eu irei à clinica cedo, nossa foi muito bom conversar com você, eu estava triste e agora já estou bem melhor. Muito obrigada – nós nos dávamos muito bem parecia que nos conhecíamos há anos, e que eramos amigas de infância.

- Eu também gostei muito de conversar com você Vanessa, vamos nos encontrar novamente, me passe seu telefone e eu te ligo, eu quero muito conhecer sua clinica. –

-  Será um prazer eu vou ficar muito feliz se você for lá, leve o Max ele vai adorar os bichinhos. – Era tudo o que queria encontra-la de novo, trocamos telefone e quando foi pra despedirmos eu já senti um aperto em meu coração, não queria deixa-la ir, gostaria de ficar a noite inteira conversando com ela. Ela me atraia não só fisicamente, mas toda ela me fazia ficar derretida. Eu gostaria que ela se sentisse assim comigo, mas ela era hetero e eu não teria a menor chance.

- Eu vou sim, eu te ligo e a gente marca essa semana ainda – Lhe dei um sorriso meigo que foi retribuido de volta. – Então, tchau e desculpe pela bebida no seu vestido.-

- Ah que isso, esquece. – Eu fui de encontro a ela e lhe dei um beijo no rosto bem demorado, não sei por que fiz aquilo, eu também era tímida, era meu corpo tomando suas próprias decisões, ele ansiava por aquilo um toque a mais,  ela se corou, eu a tinha deixado sem graça, meu coração tinha acelerado com o toque dos meus lábios no seu rosto, aquela pele era tão macia, e ela era tão linda. Ela se virou com um sorriso no rosto e entrou em um táxi. Eu fiquei ali por alguns segundos pensando no que tinha acabado de acontecer, eu já estava tão envolvida, e não gostaria que aquilo acabasse, ela mexia comigo como ninguém nunca havia feito. Eu sentia uma atração absurda por ela, e a queria em meus braços.

Peguei um taxi e fui para casa, em todo o caminho não deixava de pensar nela, e em como faria para conquista-la. Mas eu não queria criar expectativas, pois ela aparentemente era hetero, e eu levaria um fora. Mas havia um sentido em mim que mandava continuar e tentar, no fundo eu tinha certeza que iria conseguir conquista-la.

Subitamente me entrego ao prazer de permanentemente te ter ao meu lado. Eu me entrego ao prazer de acordar todos os dias com a tua presença, com o calor do teu corpo. Eu me entrego ao prazer de senti teu cheiro em meu corpo. Permanentemente eu me entrego ao prazer de viver um feliz pra sempre com voce.
—  Agridociei de mãos dadas com Helping-me.