coisas da bela

São 5:43 da manhã.
Eu acordo, perco o sono e a primeira pessoa que me vem na cabeça é alguém que espero que esteja dormindo, serenamente.
Levanto da cama com um gosto de ansiedade, seguro o celular e vejo uma notificação de mensagem ali escrito “saudade”. Era ele.
Abri correndo com aquele sorriso aberto, e me deparo com um link de publicação que me leva pra outra dimensão da vida.
A cada verso que lia, meu estômago embrulhava, meu sorriso alargava, minha cabeça ficava mais ansiosa. Queria vê-lo. De todos os jeitos, de todas as formas, queria poder segurar nas suas mãos e poder dizer o quão amável ele é.
Ele disse que morreria por mim. Ele disse, subjetivamente, que me ama muito ou que até ele mesmo. Meus olhos desmancharam, minhas borboletas do estômago gritaram pra que eu soltasse a bailarina.
Não sei. Não sei.
Intensidade, insanidade é o nome do que vivemos. E isso é uma das coisas mais belas que já presenciei.
Ah, se ele soubesse o quanto eu o amo. Se soubesse o quanto eu penso, o quanto sinto saudade, a cada segundo sem saber que está por perto… Ah, se soubesse que eu daria a minha vida por ele todos os dias…
—  Sobre “Saudade”
Quem foi que te fez isso? Que te fez querer sentir tanto hora, e outrora te fez sentir nada? Quem que te arrancou os maiores sorrisos e as mais profundas lagrimas, quem acessou os teus sentimentos mais intimos, e derrepente te se arrepender de ter aberto o coração, quem te chamou das coisas mais belas e então dali a pouco de chamava das piores? Me diga quem foi, por que agora eu sei, agora sim eu sei o que você passa, e sei que alguem já te fez sentir mares e oceanos, mas também agora faz você não querer sentir nem uma gota.
—  Alice Kobayashi.