clave sol

Quisiera perderme en tu amor, como me pierdo en la melodía de la música, con ilusión y pasión por no despertar del encanto de tus notas y tus besos en clave de sol.

Ela é linda enquanto toma café e os seus belos olhos grandes e castanhos percorrem de um lado a outro enquanto ler;

Ela é linda enquanto rir sozinha, engole a seco e sofre junto com o seu personagem favorito;

Ela é linda enquanto solta os cabelos, arruma o óculos e morde os lábios;

Ela é linda enquanto folheia as páginas, abraça o livro sobre o peito, fecha os olhos e respira fundo;

Ela é linda enquanto coça o pescoço, faz um coque e deixa a mostra  a tatuagem de clave de sol que tem sobre a nuca;

Ela é linda de todo jeito, em todos os sorrisos, em todos os olhares e em todos os meus versos;

E eu, eu sou só um observador da beleza que ela carrega, não só nos traços, mas também dentro de si.

Dance Of The Flowers

La inspiración en amarillos

He crecido en una pequeña ciudad del norte.
He corrido por planetas contando estrellas.
He sentido la esencia de las almas.
Una vez, cuando era pequeña,
Me llevaron a una gran ciudad
Y por primera vez sentí la magia de la multitud,
El contacto,
La cercanía de planetas que en un momento chocarán para formar una galaxia.
He creído más en hechizos que en personas,
Pero los hechizos me defraudaban más que las personas.
He viajado por la sangre y sobre las nubes, y te he visto sonriéndome
En la clave de sol de una partitura
Y te he sonreído.
No sé describir lo que me inspira a vivir:
Algunas mentes, la lluvia, el ruido de la cafetera en verano.
La música que desconozco, los lugares exóticos en los que cada milímetro de ti es libre, en los que no hay ni policía, ni prejuicios, ni miradas podridas.
Sólo Dios y yo.
Me inspiran las margaritas cuando brillan,
Las voces que cantan,
Y los ojos que hablan, que gritan, que lloran sin lágrimas y también los que mueren.
Me inspira la imaginación y mi manta naranja,
Las prendas de color amarillo, como la felicidad y el sol.
Las farolas a las 2 de la madrugada en Octubre,
Las evasiones físicas cuando me abandonan.
Las cicatrices que arrastraré toda la vida, las plumas que vuelan alrededor del cielo y las flores entre tus piernas.
Me inspira tanto, cada trocito, cada parte de la vida,
Hasta una ventana, un cuaderno y sus manos suaves que me condujeron a la locura de la que nunca sanaré.

Es que es la primera vez que no me importa como son sus labios, como besa con ellos o si serán míos; sino lo que dice, como mueve su lengua para recitar la mas bella de las poesías, sus pensamientos. No me importa los universos que creemos al tocarnos, la electricidad que se traspasa desde la punta de nuestros dedos hasta nuestros cabellos, sino el arte que rebosa entre cada lienzo y cada clave de sol. Me importa mas cada momento humano donde compartimos cada recuerdo, cada ola de vida y movimiento repentino que nos hizo cambiar de curso. El simple hecho de que hay conversaciones que pueden durar horas como silencios perfectos viendo el universo y toda la creación. No hay nada mas perfecto que enseñarme humana, completa, desnuda en alma y con mi libro de vida en frente de ti sabiendo que lo sabes leer, y sabes usar el pincel. Que es la primera vez que solo quiero estar a su lado, solo sentir su presencia, solo escuchar su risa y ver su alma.
—  Declaración de Contradicciones
Music Notes in Spanish

In English, to name the music notes on the scale (not including sharps and flats), we use A B C D E F G. Once we reach G, it all starts over again at A…B…etc.

However, in Spanish, they don’t use the lettering system to identify the keys and notes of a song. They use solfeo, which in English may be seen as Solfège, solfedge, sol-fa, or solfa.

If you ever had a music class in elementary school or middle school, you’ll remember singing “Do Re Mi Fa So La Ti Do” forwards and backwards. Let’s admit, this was something ENGRAVED into our minds.  This was designed to help the person mentally hear the notes of a piece of music for the first time and to better remember the notes.

Spanish uses this same scale. Instead of using So and Ti, they say Sol and Si.

Musical scales are started at C (Do), It’s tempting to want to start it with A since it’s the first letter of the alphabet. This proves to be one reason why using el solfeo is better in the long run because you won’t have to think about the alphabet but instead you’ll think of where that note is played on the instrument. Down below are the corresponding notes and keys for each one in Spanish:

  • C - Do
  • D - Re
  • E - Mi
  • F - Fa
  • G - Sol
  • A - La
  • B - Si

Next are the names for the alterations, las alteraciones musicales.

Those are the notes between Do y Re, Re y Mi, Fa y Sol, and Sol y La

The flat symbol (b), is called bemol

The sharp symbol (#), called sostenido

Hopefully this helped you to get a basic understanding of how music works in Spanish and English. Any other questions, send me an inbox and I’ll be more than happy to help you!

O Pianista Mórbido

Descanse seus dedos nas teclas

Descanse sua alma no som

Escolha seus dias de clave de sol

E deixe alguns para a clave de fá

Eu sei que você não tem nada a oferecer

Portanto não tem nada a perder


Quando seus dedos passeam pelo piano

Seus pensamentos se alinham com as notas

Sua melodia melancólicas é como um processador de sentimentos

Nada mais faz sentido pra você

A matéria que você toca

É tudo muito fora da realidade em que se alojou


Suas crises existenciais agora são permanentes

Você vive sua crise

Seu corpo vive

Sua mente entrou numa vastidão surreal

Você está preso

Não percebe que morre um pouco a cada dia?

Ninguém mais pode te salvar

O exílio em que vive é mais forte que sua vontade de sair dele

Você não ouve mais a minha voz

Nem nada ao seu redor


Hey, pianista mórbido

Espero que seu sorriso volte ao encontro do meu olhar

Eu adoraria se você pudesse tentar

¡Silencio!

Quiero hacerte el amor

en una clave de sol,

extraer de tu figura

un contrapunto de arpegios a granel.

Curvear tu talle

oprimir tus líneas

despertar juntos en una partitura.

Trasladarte de tonalidad con la caricia

de un violonchelo;

sin barras dobles,

penetrando en el centro

de tu eje astral,

ensortijando

la armadura de tu abdomen.

Estremecerte con la minúscula alteración

de un gemido SOStenido.

Agitarte hasta

rasgar las cuerdas del allegro de una guitarra,

vibrar entre trémulos y trinos

(temblorosos trinos tiritantes).

Lastimarte con un s–ta- ca–to

enloquecerte con un crescendo

colapsar en la cadencia de un beso…

¡Shhh!

Te cubriré con una melodía.

— 

Venus Mejía

Watch on huelesalluvia.tumblr.com

Andrés Suarez- Hace un año.

Hace un año
estábamos aquí sentados
riéndonos juntos
hablando
de ver en directo a Ferreiro
Jugando
a ver quién se ríe primero
mirándonos tan fijamente
follando con la cama en frente
y el suelo mojado
Y ahora
soy solo el despojo de hombre
que ibas a llevar a la iglesia
y el suelo está seco de pena
Y ahora
los niños te llaman cobarde
y dudas si seré un buen padre
cuando antes querías pareja(…)
 Y ahora
te he visto diciendo lo mismo
a un tipo más guapo en Gran Vía
cambiaste tu punto de Visa
y de acera al verme
Y ahora
que no hicimos aniversario
que son 320 días
para abandonar este barco
para arrebatarme la vida
es solo es un acorde de paso
la clave de sol en un lado…
Hagamos de nuestro amor… música. Respetemos los silencios y que cada beso dure más de cuatro tiempos en una clave que sólo el sol pueda entender.
eu sou

por p. s. brunno

Eu sou eu. Sou tudo e nada. Sou completo e desintegrado. Sou cheio e vazio. Sou desassossego e calmaria. Sou loucura e lucidez. Sou densidade e profundidade. Sou irritante e amável. Sou hostilidade e dramaturgia. Sou infelicidade costumeira. Sou rotina e tique-taque do relógio. Sou dificuldade e facilidade. Sou vergonha pecaminosa. Sou “coisificado”. Sou de plástico, vidro, couro, moletom, poliéster, carne, osso e glúten. Sou bruma da penumbra. Sou musgo do rochedo. Sou espelho-d’água. Sou buraco do tornado. Sou fastio dos dias. Sou sulcos na pele. Sou claves do sol. Sou sótão e porão. Sou diário fechado, lacrado, empoeirado e roído por traças. Sou metamorfose ambulante. Sou palavra ao vento. Sou som e eco. Sou entrelinhas tortas. Sou poesia árida. Sou página de rabiscos. Sou imaginação criativa. Sou meio fogo, meio frescor. Sou relicário guardado numa última gaveta, esquecido. Sou grito calado na noite-breu. Sou pedra no caminho. Sou pegadas na areia. Sou mescla. Sou xacras. Sou inconsciente insistente consequente. Sou vontade insaciável. Sou imperfeito nos defeitos. Sou fora do meu tempo presente. Sou início, meio, fim. Sou história esburacada e tortuosa. Sou essência. Sou psicológico. Sou excessivo de tão inseguro. Sou intermitência, porque às vezes estou e logo já sou.
Eu sou você. Sou livro que você não leu, mas que fica na sua cabeceira. Sou segredo nos seus olhos. Sou as piores notícias dos seus lindos lábios. Sou interrogação que faz você coçar a cabeça. Sou seu caos em movimento. Sou suas cartas rasgadas. Sou seu jardim secreto onde, nos confins, tem uma casa-da-árvore. Sou vento que move vossas curvas. Sou o que conheço da sua subjetividade aparente. Sou seu enrubescer. Sou danação das suas incertezas. Sou contradição que te enruga a testa. Sou seus sonhos devassados. Sou olho-que-tudo-vê e nada diz. Sou saudade temperada com a sua lembrança. Sou nossa troca de olhares. Sou artigo científico que você lê e não entende. Sou falta de coragem para dialogar com você. Sou incompreensão para você. Sou esfinge indecifrável cujos papiros contendo os felizes códigos da liberdade do labirinto foram queimados.
Eu sou o que eu não sei. Eu sou em mim e não em você.