cinto

Quando coisas ruins acontecem, é de repente, sem aviso. Raramente conseguimos ver a catástrofe se aproximando. Não importa o quanto nos preparemos bem para ela. Damos o nosso melhor mas às vezes não é o suficiente. Atamos o cinto de segurança, colocamos o capacete, andamos por caminhos iluminados. Tentamos ficar seguros. Tentamos tanto nos proteger, mas não faz a menor diferença, porque quando coisas ruins acontecem, elas vêm do nada. Coisas ruins vêm de repente, sem avisos, mas nos esquecemos que, às vezes, é assim que as coisas boas acontecem também.
—  Grey’s Anatomy.
Começo a ficar ansiosa, mas ele finalmente chega, no habitual lugar que nos encontramos. Abro a porta do carro e entro, e lá está ele, com aquele ar de prepotente que tem. Fico me imaginando o que ele enxerga quando me vê. Queria que saísse algo bonito da boca dele, um simples elogio, um palavra de carinho mas o que eu ouço é só um simples “E aí?”. Sorrio comigo mesma e pra ele. Mas por dentro começo a ficar gelada, um frio que ultimamente estou sentindo nos encontros que casualmente temos. Queria que entendesse que às vezes me machuca, mas acho que ele não se importa muito com isso. Enquanto dirige, me perco em pensamentos e me pergunto se eu estou fazendo a coisa certa por ainda estar com ele. Será que no fundo, algo que ele tenta esconder dentro de si, sente algo por mim, mais que desejo físico? E enfim chegamos, e antes mesmo de tiramos o cinto, ele começar a me beijar, um beijo de tirar o fôlego. Eu já não penso mais em nada e, aquela sensação que sentia há minutos atrás, desaparece. E eu me perco nos beijos dele, no calor, no encaixe que os nossos corpos faz um no outro.
—  Porque tudo fica mais frio quando você está aqui, por Chrislayne L. Pinto.
2

AESTHETIC: LOS SIGNOS COMO DÉCADAS - ‘’Géminis’’ 90′s

  La moda en los años 90 no
 estuvo caracterizada por un estilo específico, sino que más bien se 
definió como un impulso de las personas por marcar su individualidad a 
través de la ropa. A esto se sumaría el aporte de algunas tendencias 
musicales.


Lo que sí está claro, es que en estos años se relajó la atmósfera ochentera, típicamente fastuosa y exuberante, para dar paso a la simplicidad y a la comodidad. Es así que el prét-a-porter adquiere relevancia para la mujer.

En líneas generales, se destacan como usuales los pantalones de tiro bajo, los escotes prominentes y el jean que no pierde la presencia que tenía en los ochenta, sino que por el contrario, llega para quedarse; los desteñidos y rotos eran “plaga”.

Por su parte, las remeras cortas hasta el ombligo, resultaron ideales para lucir piercings y tatuajes. En cuanto a los accesorios, el uso de carteras y cintos se mantuvo.

Hay que destacar que la moda de esos años absorbió las influencias de algunos géneros musicales. Se puede advertir que el estilo Grunge, cuyo principal exponente fue Kurt Cobain, del grupo “Nirvana”, se hacía sentir sobre todo en Norteamérica, con pantalones desgastados y camisas a cuadros. El Rap también aportó lo suyo con pantalones y remeras sueltas, además de las características gorras de visera.

Eram dois amigos inseparáveis. Desde a infância, faziam tudo juntos. Enquanto Edu subia no pé de jambolão, Andy ficava embaixo, esperando as frutinhas. Tocavam campainha e saiam correndo, Edu sempre na frente, Andy atrás. Eram vizinho, duas casas de diferença. Ficavam até tarde da noite conversando, sobre tudo. Só paravam quando a voz grossa, rouca do pai dele gritava “Andy, pra dentro, vem tomar banho”. Andy ia e no outro dia, se encontravam depois da aula, com a galera. Jogavam bate, brincavam de todas as brincadeiras de criança. Era uma rotina deliciosa. Confiavam cegamente, um no outro. Edu contava tudo pra Andy e vice versa. E assim, foi .Edu deu seu primeiro beijo, aos 15 anos. Um beijo cheio de dentes, nada de língua. No outro dia, nos encontros na calçada, na porta da sua casa Edu contou pra ele.

-Andy, ontem eu beijei a Fernanda. Nossa, que beijo horrível. Será que todos vão ser assim?

Andy parou. Alguma coisa dentro dele berrou. Ele gostava da Fernanda, mas naquele momento, com aquela informação, sentiu raiva. Teve medo. “será que estou com ciúmes dele? Deve ser ciúmes de amigo!”

-Edu, acho que não. É o primeiro, a gente deve ir melhorando com o tempo. Foi só um beijo?

-Foi sim, o pai dela chegou para busca-la, tivemos que parar. Mas amanha vou tentar combinar outra coisa com ela.

Andy sentiu outra pontadinha no coração. “porra, outro beijo? O que ele viu naquela magrela sem peito?”.

O pai dele grita, e Andy, pela primeira vez sente um alivio por encerrar uma conversa com Edu. Se tivesse ficado ali mais um pouco, teria demonstrado sua raiva com a situação.

Naquela noite, Andy não consegue dormir. Um turbilhão de pensamentos passa pela sua cabeça. Ele nem acha Edu tão bonito. Mas Andy tem uma admiração profunda por ele, sua coragem, a maneira como ele sempre protegeu e cuidou dele. Andy é novo, nunca sentiu aquilo por ninguém, e estava confuso, com medo de estar confundindo. Tem um medo enorme de estragar a sua amizade mais sincera, duradoura e a mais bonita. Resolve não comentar. Era o primeiro segredo entre eles.

O tempo passa o tempo de conversa depois da aula, na calçada já não é tão frequente. Chegam às provas. Eles precisam estudar. Sentem uma falta absurda um do outro. Parece que Andy não consegue dormir do mesmo jeito, sem conversar com Edu. Edu trazia uma paz, que ele não conseguia em outro lugar, em outros abraços. Andy tinha nele, naquele grande amigo, um porto seguro que ele não tinha em nenhum outro lugar.

Eles vão pra faculdade. Edu  bate na porta do Anderson, o chama pra conversar na calçada. Estava com saudades dos papos, dele. Eles riam muito juntos. Conversam sobre horas, colocam o papo em dia. E num desses assuntos, Andy repara.

-Edu, vejo que está mais sorridente do que da ultima conversa. O que foi?

Ele ri e diz:

-É garoto, tu me conhece. Andy estou apaixonado. Conheci uma menina na faculdade. Linda, meiga, inteligente e engraçada. Estamos começando a sair agora. Não sei se vai dar certo, mas estou muito afim de tentar algo serio com ela.

O mundo de Andy desaba. Ele deixa cair uma lagrima.

-O que foi Andy?

-Problemas aqui em casa.

Andy desconversa, entra. Pela primeira vez, entra sem o grito do pai.

Noite em claro, choro no travesseiro, uma vontade louca de sumir. Ali, ele toma uma decisão. Ia se afastar, não estava fazendo bem. Andy gostava dele e não tinha coragem de contar. Tinha medo de Edu brigar com ele. Queria ter a imagem daquela amizade de 20 anos, como algo bom. Ele simplesmente ia sumir. Afastar. E colocaria a desculpa no tempo, na correria do dia a dia.

Então assim ele faz.

E tempo vai passando, e eles ficam dias sem se falar. Ele começa a namorar, Andy foca tudo nos estudos. Medicina não é um curso fácil.

Quando Andy começa a esquecer daquilo tudo. Um ano depois daquela conversa com ele, a ultima conversa dos dois, está sentada, estudando. Ouve a campainha tocar. Três toques, como só Eduardo fazia. Ele gela o coração. Arruma-se rapidamente e sai.

-Uma saudade enorme tomou conta de mim, podemos conversar?

-Logico Eduardo, mas coisa rápida que tenho prova amanha.

Conversam sobre algumas coisas. As coisas entre eles nunca mudam. Começam a brincar, riem. Ele percebe que precisa parar se não nunca vai esquecer aquele menino. Tenta saber como está o namoro dele.

-Edu, como está seu namoro?

-Então Andy, foi por isso que vim aqui. Eu terminei.

-Por quê? Você parecia gostar tanto dela?

-Porque ela não era você! Percebi, com o tempo, que eu procurei você nela o tempo todo. Ela não tinha seu sorriso confortante. Ela não tinha esse olhar que você tem que consegue olhar a minha alma e me entender como ninguém. Ela não tinha seu abraço, que com dois braços unem nossos corações e fazem deles um só, por alguns instantes. Ela não tinha seu senso de humor, sua criatividade absurda. Ela nunca me fez rir, Andy. Nem de cerveja ela gostava. Ela era uma pessoa espetacular. Mas tinha um defeito: Não era você. Mesmo você sendo um menino, quero ter você ao meu lado.

Andy  não consegue esconder o sorriso. Ele vai em direção de Edu e dá um abraço longo. O abraço mais demorado entre eles.

-Cara, desde os 15 anos, eu guardo esse segredo comigo. Eu sou apaixonado em você. Ninguém nunca cuidou de mim e me protegeu, como você. Ninguém fez meus deveres de matemática ou tocou violão pra mim, na calçada, como você. Ninguém fez tudo incrivelmente bem feito como você. Só que tenho muito medo de te perder, se tivermos alguma coisa e não der certo. Como fazemos?

-Tentamos. Desculpa Andy, mas não posso perder a pessoa mais incrível que eu conheci na minha vida. Corremos o risco, mas não é possível que esse amor, que tenho dentro de mim a 20 anos, tenha se enganado.

Então, ele se aproxima e tenta beija-lo. Andy afasta. Ele estranha, Andy ri e diz.

-Se vamos fazer isso, vamos fazer com calma e começar diferente. Quero que você traga flores e me busque amanhã. Coloque sua melhor roupa. E no final da noite, se você merecer. Beijamo-nos.

-Combinado, Amanha, as 20:00 te busco.

Edu chega, pegou o carro do pai, Andy lindo. Saem, comem.Edu tenta beija-lo a noite inteira. Nada. Quando está deixando Andy em casa. Ele tira o cinto e tenta o beijo de despedida. Andy nega e diz.

-Desce do carro, abre a porta pra mim.

Edu acha graça, adora ver ele se divertindo com aquilo. Ele abre a porta. Andy o abraça, pega em suas mãos e o leva para a calçada, no mesmo lugar que sempre sentaram.

-Pronto, aqui, no lugar que construímos todo esse sentimento. Beija-me aqui, na nossa calçada.

E naquela noite o pai dele não grita. Nada atrapalha. Porque quando é pra ser, até o universo conspira a favor.

Eu lembro o dia em que eu desisti do amor. Ou, talvez, seja melhor dizer “o dia em que o amor desistiu de mim”. Era fevereiro, quase carnaval. Eu tinha pegado aqueles exames que eu fiz e todos estavam ótimos, então eu estava feliz. Aquela ansiedade e estresse que tinham tomado conta de mim acabaram. Tinha conseguido resolver aqueles documentos atrasados da faculdade e as aulas iriam começar em breve. Por mais clichê que pareça, a vida sorriu novamente para mim. E eu também sorri. Fui ao mercado, comprei aquela nossa cerveja favorita, peguei um táxi e fui até o seu trabalho. Entrei com as cervejas escondidas na minha bolsa, sorri para o segurança do elevador e fui com esse sorriso bobo no rosto até chegar à sua sala. Aquela sala pequena, apertada, sem janelas em que você mal conseguia se mover. Aquela sala que eu te ajudei a decorar. E lá estava você, sentado, com o cabelo bagunçado, o rosto avermelhado, a gravata toda desarrumada. E lá estava ela. Lá estava ela, com aqueles cabelos loiros-alaranjados e os grandes seios para fora. Lá estava ela, no seu colo, com a saia de secretária no chão. E ali, nos meus olhos, estava uma história perdida. Ali, nos meus olhos, escorriam lágrimas que contavam toda a nossa história e olhando para vocês  dois e ouvindo seus gemidos ofegantes, eu vi nós dois e lembrei de cada momento. Revivi em segundos o nosso primeiro encontro, o primeiro beijo, a primeira noite. Revivi as brigas, as noites em que jantávamos com a sua mãe, revivi até aqueles dias cabulosos que nós enfrentamos quando você foi demitido do seu antigo emprego. E eu vi tudo indo fora, jogado ralo à baixo como se fosse nada, apenas uma sujeira qualquer, uma bola de papel rascunhado que tentou ser algo importante mas deu errado. E não só isso. Não deu errado só a nossa história. Meu mundo caiu. Nada das coisas boas que me aconteceram antes importavam. Eu só pensava em você com ela. No motivo daquilo estar acontecendo. Eu sei que estava chata nos últimos dias. Eu estava preocupada, nervosa, ansiosa. Isso não justifica os seus atos impulsivos. E eu só lembro de começar a tremer, de me faltar o ar, as palavras. E as garrafas de cerveja caíram da minha mão. E você ouviu. E a frestinha pequena da porta se escancarou e seus olhos ficaram tão enormes que pareciam que iam cair do seu rosto. E você tentou se vestir. Você empurrou aquela mulher para longe e tentou vir até mim. Lembra? Eu lembro. Eu lembro de toda a cena, de você dizendo coisas quase impossíveis de entender, da sua camisa branca manchada com o batom marsala dela. Eu lembro de você afivelando o cinto e gritando atrás de mim. E lembro de simplesmente me sentir fraca naquele momento. Fraca e desamparada, tanto que quando você tocou no meu braço, eu simplesmente me virei. E você disse as mesmas coisas que qualquer cara que é pego no flagra diz. E eu desmoronei. Danem-se aqueles que nos mandam ser fortes! Eu chorei. Eu gritei até os seus colegas saírem de suas salas. Mas não adiantou. Você me olhou com aqueles olhos lindos que eu sempre amei. Aqueles olhos lindos que eram os donos do meu coração. Você pediu perdão. Mas nada adiantou, porque naquele dia o amor desistiu de mim. E eu também desisti dele.
—  Enamorava

Pedido: Faz um imagine hot cm o Styles q eles estao a um tempo sem se ver pq os dois são cantores e quando se encontram matam toda saudade e desejo q sentiam, no outro dia ela é vista cm marcas no pescoço e sai em todo site de fofoca - Anônimo

Obrigada por ter feito o pedido.❤

***

Imagine Harry Styles:

Já fazem três meses que não a vejo, é tão difícil ficar três meses longe da pessoa que você ama. E o pior, S/n vive me provocando, nem que seja pela ligação do telefone onde ela solta alguns murmúrios baixos ou geme o meu nome, quando ela vai sair e me manda uma foto com a roupa que vai usar no dia -nunca esquecendo de colocar algo bem provocante e fazer poses-, quando estamos nos falando por facetime, webcam ou chamada de vídeo e ela me provoca me fazendo ficar com uma puta de uma ereção. Mas quando nos encontrarmos, eu não vou deixar barato.

(…)

Após mandar uma mensagem avisando que eu já estava a esperando na parte de desembarque, vi minha garota correndo na minha direção e pulando em mim me fazendo a segurar pela cintura e a levantar do chão.

-Harry…amor…que saudade!
S/n falava afobada enquanto distribuía beijos por todo o meu rosto e enfim chegando na minha boca. Quando ela parou e começou a me encarar como se pedisse permissão, eu me perdi em seus olhos e só acordei quando senti o leve gosto de menta na minha boca. Seus lábios se chocando contra os meus, me causando arrepios. Seu beijo me fazia esquecer de tudo, até mesmo as duas horas de avião, as quatro horas que fiquei sem dormir, a minha mala que eu havia esquecido no hotel e tive que voltar para a pegar, tudo, ela me mantém calmo.

-Acho que precisamos ir comer logo, minha barriga já está roncando.
S/n falou assim que separou nossos lábios recebendo um resmungo de minha parte pela falta de contato.

-Ok. Vou pedir para o motorista deixar nossas malas no hotel e daí nós vamos comer em algum restaurante aqui perto.
Falei e ela assentiu. Entrelaçamos nossas mãos e caminhamos para a parte de fora do aeroporto onde meu motorista nos esperava.

(…)

S/n resolveu que queria comer em uma lanchonete simples, e então pedimos ambos um sanduíche.

-E então…como foi sua apresentação ontem? Quero dizer, eu vi pela TV mas ainda sim quero saber como foi para você.
Sorriu amigável logo dando um gole em sua bebida.

-Foi normal, eu amei me apresentar e não me senti tão nervoso quanto nas outras.
Respondi simples e entrelacei nossos dedos por cima da mesa.

S/n sorriu e deixou um beijinho na minha mão.

Nosso pratos chegaram e nós começamos a conversar sobre como foram nossas vidas nesses últimos três meses, até que me veio uma ótima idéia.

-Eh…meu Deus você estava tão gostoso naquela roupa!
S/n falou se referindo a roupa que eu usei na entrevista para a Quotidien. Sorri maliciosamente. Agora que eu iria me vingar, por todas as sua provocações.

-Sabe que eu senti sua falta…queria que estivesse lá para tirar minha roupa depois da entrevista.
Falei na maior cara de pau e a mesma corou.

-Estamos em uma lanchonete.
S/n sussurrou para mim e eu ri.

-Eu sei amor. Mas eu ainda nem mencionei nossa vida sexual, aliás, poderíamos dar uma rapidinha ali no banheiro, não acha?
Falei e vi o casal da mesa ao lado nos olhar estranho, lancei um sorriso amigável aos mesmos e logo eles voltaram a comer.

-O que deu em você?
S/n falou entre dentes e eu só tive vontade de rir.

-Nada, sabe como eu também fico gostoso?
Sussurrei e S/n negou com a cabeça. Me aproximei mais da mesma.

-Quando fazemos amor, lento e apaixonado e eu sei o quanto você gosta quando eu sussurro o quanto você é perfeita para mim.
Sorri quando vi o que minhas palavras lhe causaram, sua respiração estava ofegante e podia sentir suas pernas trêmulas enquanto seu olhar não se desviava do meu, nem por um segundo.

-Har-…
S/n engasgou com suas próprias palavras e eu sorri ainda mais.

-Não precisa falar nada, poupe sua voz para quando você for gritar o meu nome.
Falei e plantei um longo beijo em sua bochecha, logo deixando outro em seu pescoço e tive que me segurar para não atacar ela ali mesmo.

-A conta, por favor!
Chamei o garçom.

(…)

S/n e eu entramos em casa aos tropeços, a todo momento eu a beijava, no pescoço, mordia sua mandíbula, fazia uma trilha até seu decote. E ela não parava de soltar suspiros pesados. isso com certeza deixaria marcas.

-Vamos para o quarto logo?
Perguntou afobada e eu ri.

-Calma amor, pra que pressa?
Perguntei sorrindo safado e ela chiou.

-Eu sei que quer isso tanto quanto eu!
Sorriu provocadora e me empurrou para as escadas. Peguei-a no colo fazendo-a entrelaçar suas pernas em minha cintura, subimos as escadas não desgrudando nossos lábios por um segundo sequer, abri a porta e entrei no quarto a colocando na cama.

Meus lábios viajam de seu pescoço para sua mandíbula e minhas mãos frias estão queimando a pele da parte de trás de sua coxa. Me levanto por um momento para tirar minha camiseta e encontrar seus olhos cheios de luxúria me encarando, descendo por meu peitoral e a mesma morde seu lábio inferior. Me deito novamente por cima da mesma e pressionei meu dedo indicador em sua calcinha que estava amostra por seu vestido.

-Tão molhada e tão pronta para mim.
Sussurrei a provocando ainda mais enquanto massageava seu clitóris.

-Anda logo…Harry…
Resmungou enquanto se contorcia. Peguei na barra de seu vestido e o puxei para cima, S/n levantou seus braços para que o mesmo passasse por sua cabeça e antes que eu pudesse fazer qualquer coisa ela atacou meus lábios novamente. Joguei seu vestido para qualquer canto do quarto, quando senti sua mão indo direto para o zíper da minha calça, separei nossos lábios por um breve momento.

-Acho que não temos mais camisinhas.
Fiz uma careta desapontada. Eu havia me esquecido de comprar. Droga Harry!

Quando iria sair de cima da mesma ela me puxou.

-Vamos sem.

-Tem certeza?
Perguntei preocupado.

-Eu preciso te sentir.
Clamou e eu não pude mais me segurar. Desafivelei  o cinto e tirei minha calça junto de minha cueca jogando pelo quarto. Separei suas pernas e a penetrei devagar, a ouvindo gemer baixinho.

-Você é tão boa para mim.
Sussurrei em seu ouvido e a mesma fechou os olhos quando a estoquei pela primeira vez. É tão diferente senti-la desse jeito, sempre usamos camisinha e nunca tentamos algo do tipo. Mas é um diferente bom, tão, tão bom.

Estocava lento, mas aumentando o ritmo aos poucos, S/n gemia cada vez mais alto e eu me sentia nos céus quando sentia sua intimidade quente e molhada em volta de meu membro.

Estamos tão necessitados que bastou mais algumas estocadas para que a mesma viesse, deixando meu membro mais lubrificado o fazendo entrar e sair com ainda mais facilidade.

-Eu te amo.
Sussurrei antes de vir também, dentro dela.

Cai cansado, suado e ofegante ao seu lado. A envolvi em meus braços e dormimos de conchinha.

l Dia Seguinte l

Acordei feliz, sabia que a mulher que eu amo estava mais perto e sorri ao lembrar da noite passada. Fui ao banheiro tomar um banho, quando terminei liguei meu notebook.

S/n provavelmente foi a uma pequena reunião que ela tinha marcada para hoje, mas logo volta.

Abri em minhas redes sociais e vi uma notícia sobre minha namorada.

“Futura Sra.Styles, foi vista hoje andando pelas ruas de Londres com marcas de chupões pelo pescoço e mandíbula, a mulher também estava com uma aparência feliz e animada, parece que teve uma noite boa com seu namorado.”

Ri ao ler a notícia, “feliz e animada” parece que acordamos em sincronia, pena que S/n não é muito boa com maquiagens e muito menos em disfarçar. Agora todos sabem quem é que a deixa “feliz”.

***

Espero que tenha gostado.😘

Se possível, vá na ask e diga o que achou, é importante para mim e isso me motiva a continuar.❤😊

One Shot Harry Styles

  • Pedido -  Então, gostaria de um imagine em que o Harry é super carinhoso c/ a S/N, e ela às vezes é meio rude c/ ele, dai em uma social, os amigos deles falam que o Harry é afeminado, e a S/N defende ele, falando que isso não é um defeito (porque na real não é, não é mesmo?). Obrigada


A mão grande de Harry estava em meu cabelo o acariciando devagar me causando um leve incômodo mas eu não pedi para que ele parasse, sei que ele gosta desse tipo de contato e adora qualquer tipo de demonstração de afeto, diferente de mim.

Eu não fui criada em um lar muito amoroso, meus pais se divorciaram quando eu era uma criança e demorou para que eu soubesse o que estava acontecendo. O afeto na minha casa só começou quando eu pai foi morar em outro lugar, ele chegava para ver eu e meu irmão e nos abraçava. Um abraço na chegada e outro na despedida, enquanto com minha mãe o carinho era completamente escasso. Passei um longo tempo me martirizando por achar que ela não gostava de mim, comecei até a criar um desejo de descobrir ser adotada até que amadureci e pude enxergar as coisas mais amplamente.

Minha mãe foi criada em um lar com nove irmãos e em uma época onde as coisas não eram muito boas, ela não teve carinho, apenas cuidou dos mais novos até começar a trabalhar para ajudar em casa depois de alcançar certa idade. Como eu poderia esperar carinho de uma pessoa que não sabe sobre o assunto?

As coisas começaram quando eu estava no final do ensino fundamental, uma amiga me abraçou e eu logo tratei de me desvencilhar achando tudo muito esquisito. Ela estranhou a minha repulsa com a proximidade e eu apenas não conseguia explicar. No ensino médio as coisas não foram diferentes, um amigo que sempre se mostrou interessado em ser algo a mais, sempre me abraçava e expressava carinho de formas diferente. Eu não conseguia me sentir mais desconfortável.

Foi então que eu conheci Harry Styles, o ser mais purpurinado e cheio de vida que eu conheci em toda a minha existência, se me perguntassem a definição para a pessoa que ele é, eu diria facilmente amor. Não que eu saiba muito sobre isso, mas ele se parece com todo o clichê de filmes românticos e as melosidades que falam por aí.

Eu tenho certeza que se ele fosse um príncipe encantado, estaria constantemente tentando roubar o papel de princesa.

Ele tem um estilo diferente do que eu estava acostumada, ele é hetero mas pintas as unhas e gosta de usar ternos femininos e com isso eu aprendi que o que você usa não define a sua sexualidade. Eu definitivamente aprendi muitas coisas com Harry, mas me senti confortável com demonstração de carinho não é uma delas. Não me levem a mal, eu gosto de beijos e sexo é maravilhoso, mas carinho excessivo me sufoca e até agora eu não entendo por que me apaixonei pelo amor de pessoa que é Harry Styles.

— Bebê, você vai comigo, não é?! — Harry perguntou baixo - não precisávamos falar alto por conta da nossa proximidade - enquanto enrolava seus dedos no meu cabelo.

— Eu já disse para não me chamar assim, mas estou quase tendo a certeza que você não tem uma parte do seu cérebro. — revirei os olhos como faço regularmente nem me importando mais com o tanto de vezes que Harry disse que eles vão rolar para dentro da minha cabeça.

— Eu gosto de te chamar assim e sempre esqueço que você não gosta. — ele se explicou e continuou a falar quando percebeu que eu não abriria a boca — Eu vou encontrar alguns amigos e quero que você vá, acho que vocês só os viu uma vez.

— Foi o suficiente. Só porque eles são os seus amigos, não quer dizer que eu queira ou que eles devem ser os meus amigos também. — me sentei no sofá tirando minha cabeça do colo dele e com isso as mechas do meu cabelo que estavam enroladas em seus dedos, foram puxadas — Mas que droga!

— Desculpa, não precisa xingar. — Harry se colocou de pé e me puxou pela mão — Vamos, eu sempre assisto os seus filmes horríveis de mortos-vivos, então você também pode fazer o sacrifício de ir comigo encontrar os meus amigos.

Sabendo que eu não poderia negar porque caso o fizesse Harry ficaria de bico o resto da semana, apenas o segui sabendo que um grande sorriso está a ponto de rasgar o seu rosto. Se tem uma coisa que ele gosta mais do que dar carinho, é fazer isso em público.

Já estávamos prontos indo em direção para o carro e quando estávamos de frente para o mesmo Harry abriu a porta para mim mesmo sabendo que eu odeio esse tipo de coisa. Vendo que eu não iria entrar, ele voltou a fechar a porta.

— Obrigada por lembrar que eu tenho mãos. — falei com sarcasmo enquanto abria a porta eu mesma e a fechava novamente.

— Eu só queria ser cavalheiro, mas sempre que tento você não gosta. — ele disse já dentro do carro — Eu às vezes tenho medo de fazer algo e você me dar um soco, tenho que admitir que namorar você é bem difícil e emocionante.

— Você só tem que saber que eu não estou presa em um filme de romance como você. Eu já te disse que reagir assim é mais forte do que eu. — dou de ombros e ele esboça um sorriso.

— Eu não estou reclamando, amor… — ele se aproxima o máximo que o banco do carro o permite e coloca uma mecha do meu cabelo atrás da minha orelha. O típico de filmes clichês — Eu te amo do jeito que você é, sem exceção.

Eu não pude deixar de sorrir porque antes de encontrá-lo eu achei que ninguém seria capaz de despertar o interesse amoroso em mim e sendo assim eu teria que me limitar a morrer solteira e completamente sozinha.

Fechei meus olhos quando o rosto de Harry se aproximou do meu e seus lábios macios tocaram os meus da forma mais delicada possível, iniciando um beijo gostoso e viciante como sempre eram os beijos dele. Chupando meu lábio inferior, ele se afastou.

— Eu também te amo. Você não escuta isso frequentemente, mas creio que esse é um dos momentos certo para dizer. — ele riu colocando o cinto e se ajeitou em seu banco dando partida no carro.

[…]

Estar com os amigos de Harry era no mínimo entediante, eu nem tentava mais mostrar interesse na presença deles e se Harry ficasse chateado com isso, eu daria um jeito de reverter a situação. Acontece que os três garotos, Brian, Carl e John, não paravam de falar deles, sobre festas loucas as quais iam sem o Harry e coisas do tipo que não acrescentam nada na sua vida. Tomando minha cerveja, eu me distrair olhando em volta enquanto Harry acariciava minha coxa com o polegar, estou pensando seriamente em levar Harry para o banheiro para fugir do tédio que os amigos deles me proporciona.

Ainda estudando a possibilidade de ter sexo com Harry no banheiro, viro meu rosto para prestar atenção quando escuto risadas, os dedos de Harry apertaram de leve minha coxa e minha atenção foi completamente direcionada a seu rosto me fazendo notar que suas bochechas estão um pouco avermelhadas.

— Claro, não confunda a roupa da sua namorada com as suas, seria hilário se você chegasse na festa vestindo uma saia. — Carl e os outros riram como se ele fosse o melhor comediante do mundo.

— Suas unhas pintadas até que dá para relevar, sabemos que você é uma garota lésbica por dentro. — mais risadas e Harry agora estava completamente constrangido. Acredito que isso sempre acontece, mas agora que eu estou aqui presenciando o deixa ainda mais sem jeito.

— Me pergunto se você é daqueles que usam calcinha, eu ainda não entendi porque você namora uma garota. — foi a vez do John deixar que merdas saíssem de sua boca.

Rapidamente me levantei empurrando a cadeira para trás com a parte de trás das minhas pernas e sem pretender acabando por assustar o Harry no processo, ainda mais quando bati minhas mãos espalmadas sobre a mesa. Eu já sentia meu rosto vermelho de raiva e indignação por aqueles babacas que se acham pessoas decentes para falar qualquer coisa sobre o meu namorado.

— Qual é a porra do problema de vocês, babacas?! — Harry se colocou de pé segurando meu braço e eu me curvei na direção deles com as mãos apoiadas sobre a mesma — Quem vocês acham que são para dizer o que uma pessoa pode ou não vestir? Se ele usa calcinha ou o caralho que for, isso não diz respeito a vocês e sim a ele, ele pode fazer e usar qualquer coisa que o faça sentir bem, isso não interfere em nada na sexualidade dele. — respiro fundo ouvindo Harry chamar pelo meu nome e fico de pé corretamente — Se sintam honrados por ter uma pessoa como o Harry andando com pessoas de baixo nível como vocês.

Me virei agarrando a mão do Harry e o puxei para fora do estabelecimento antes que ele resolvesse pedir desculpas pelo o que eu disse, ele odeia destratar ou ser rude com as pessoas mesmo que elas sejam um lixo para ele. Eu meio que admiro isso nele, mas odeio também.

Ao que chegamos no carro, antes de entrar eu me sentei sobre o capô e Harry se colocou entre as minhas pernas olhando em meus olhos. Antes que ele pudesse começar com o sermão, eu fui mais rápida.

— Isso acontece com frequência não é?! — eu precisava saber, não quero que o Harry fique com esse tipo de pessoas.

— Geralmente eu sou a piada deles, mas eu não me importo. É só brincadeira.

— Certas brincadeiras podem ser evitadas, esse tipo de brincadeira muitas vezes machucam e são feitas com maldade. — coloco minhas mãos sobre o rosto dele com toda delicadeza que ele sempre tem ao me acariciar — Por favor, não volte a vê-los. Eles não merecem a sua amizade.

— Mas ele são meus amigos e eu não posso apenas fingir que não os conheço. — ele dar de ombros.

— Apenas os evite o máximo que puder, ficarei triste em saber que você continua aceitando esse tipo de coisa vinda deles. — fiz um bico com meus lábios e eles logo foram selados por Harry.

— Tudo bem, não quero minha pequena ogra triste. — eu ri baixo aceitando esse apelido horrível que ele me deu.

— Obrigada, minha princesa. Eu te amo! — sorri olhando em seus olhos.

— Duas vezes no mesmo dia? Temos um novo recorde. — eu bati de leve em seu ombro e ele riu — Eu te amo!

Os lábios de Harry tomaram os meus enquanto suas mãos me puxavam mais contra ele, meus dedos estavam embrenhados em seus longos fios de cabelo os puxando de leve enquanto retribuo o beijo da melhor forma que eu conseguia. Harry mordeu meu lábio voltando a me beijar fervorosamente.

Tudo bem que não tenho um nível avançado em demonstração de afeto, mas quando eu amo uma pessoa é para valer e eu amo muito o Harry, ele é a única pessoa que consegue arrancar um ‘eu te amo’ com mais facilidade da minha boca e eu sou completamente feliz por amá-lo.



Espero que tenham gostado… ❤

Algumas partes do 1s são baseadas em experiência própria, então tem muito de mim nele. 😊

- Tay

Minha experiência como Sub

Aconteceu há algum tempo, mas só agora resolvi contar pra vocês.
Eu conheci o Dom pesquisando sobre o assunto com meu perfil fake do Facebook. Vi ele em um grupo, mandei meu telefone por mensagem. No dia seguinte ele falou comigo. Achei que era fake por causa da foto de perfil. Eu conhecia o rosto. Ele me mandou mensagem de voz, fotos e eu mandei pedido de amizade com o meu perfil real para o real dele no Facebook e ele aceitou. Conversamos por umas duas semanas. Foi difícil pra mim me acostumar com a submissão na escrita, muitas vezes tinha vontade de o mandar à merda.
Até que ele me pressionou para ir à casa dele.
Bem… eu não queria muito ir por estar menstruada, mas ele exigiu… desci do elevador e ele estava me esperando na porta. Me mandou sentar no sofá. Ficou me olhando por um tempo que parecia interminável.
Me mandou ir no banheiro tirar o batom vermelho que eu estava usando.
Voltei pra sala. Eu tremia de nervoso.
Me fez sentar. Segurou no meu rosto e ficou na minha frente. Já percebi que ele estava de pau duro. Disse que eu merecia ser castigada por demorar tanto tempo pra ir lá, ser a cadela dele. Me fez ficar de joelhos na frente dele. Me deu um tapa no rosto. Isso me deu um tesão louco.
Me mandou passar a mão sobre a calça dele. Perguntou se eu queria. Eu disse que sim.
Ele se afastou, me fez pedir pelo pau dele. Eu pedi. Tava doida pra cair de boca…
Ele abriu as calças, não me deixou tocar nele. Agarrou meus cabelos e me fez engolir até engasgar.
Abriu meu vestido e o fez descer pelos meus braços. Me mandou tirar o sutiã e agarrou meus peitos com força, depois puxou pelos bicos.
Eu doida de tesão e ele me mandou ficar ali, do jeito que eu estava, de joelhos.
Foi no quarto e voltou com uma coleira. Disse que eu ia ser a cadela dele e se eu não queria, era pra ir embora. Eu disse que sim.
Assim que ele colocou a coleira em mim e enrolou a corda nas mãos e enfiou o pau na minha boca, eu tive certeza de que era isso que eu queria fazer.
Ele tirou o cinto, me virou, me fez levantar o vestido e bateu na minha bunda. Medo e tesão misturados. Me virou de novo, me vendou com o cinto e fodeu minha boca até gozar no meu rosto.
Aí me mandou ir me limpar. Voltei pra sala. Ele mandou eu me vestir e o esperar sentadinha na sala enquanto tomava banho.
Conversamos como se nada tivesse acontecido por um tempo e eu fui embora. Antes de sair ele disse que era só o começo.
Infelizmente não houve uma segunda sessão. Contei a experiência que tive para uma Domme conhecida minha. Mesmo sem citar o nome dele, ela ligou os pontos e falou alguma coisa pra ele. Ele não quis mais me ver.

Pedido: Ola meu amor. Vc pode fzr um do Zayn em que eles brigam muito por ciúmes da parte dele (ela é modelo). E em uma viajem dela eles tem a pior briga por telefone (pq alguem posta uma foto dela sensual na praia) e acabam terminando. Mas antes da chamada desligar ela o chama e diz o primeiro “eu te amo”. E ele vai ate o pais que ela está e eles voltam com um hot. MIL DESCULPAS SE FICOU GRANDE OU EXIGENTE ♡

           Joguei meu celular na cama com força depois de mandar mais de mil mensagens para o meu namorado (ou ex) explicando que esse é o meu trabalho e ele tinha que aceitar isso de uma vez por todas. Passei minhas mãos nos meus cabelos e os puxei para trás. Depois de fazer uma sessão de fotos para a Vogue um paparazzo me fotografou na praia fazendo algumas poses digamos que sensuais, pois o ensaio pedia isso e eu não poderia recusar já que havia assinado um contrato com eles, não que eu não gostasse, eu amo meu trabalho e dou minha alma por ele, mas meu namorado Zayn não entendia isso de forma alguma.

           Assim que tirei minhas roupas de praia coloquei um pijama e sentei na cama e fiquei olhando para o teto esperando uma única mensagem do Zayn, pelo menos me xingando. Assim que meu celular começou a tocar, respirei fundo e pedi a todos os deuses que me desse forças para não surtar com ele no telefone. Passei o dedo na tela.

- Você não disse que ia para o Brasil para virar uma garota de programa. – Zayn gritou do outro lado da linha. – Que porra de fotos é essas? Você está mesmo fazendo um ensaio para Vogue?…

           Não conseguia falar nada apenas escutava ele gritando loucamente do outro lado da linha e eu espero que ele esteja dentro de casa.

- Zayn esse é o meu trabalho… – Antes que eu pudesse terminar de falar ele me interrompeu.

- Que tipo de trabalho é esse?

- Para com isso. – Gritei. – Okay? Isso é a minha vida eu amo o que faço e nem você e mais ninguém vai mudar isso. – Passei as mãos no meu rosto e limpei as poucas lagrimas que eu tentei a todo custo invitar que caísse, odiava parecer fraca na frente das pessoas, mesmo que fosse por telefone.

           Houve um grande silencio. Zayn suspirou. – Desculpa. Eu sei que exagero sempre, mas e porque eu te amo.

           Meu coração pareceu parar por um segundo quando ouvi essas palavras saírem da sua boca eu sempre pensei que iria ser eu falar eu te amo primeiro, mas eu estava totalmente enganada enquanto a isso. Sorri. – Eu te amo.

 

           Posso dizer que essa foi a melhor briga que já tive com o Zayn em todo o nosso pequeno relacionamento nunca imaginei que uma briga fosse acabar com um te amo como os filmes. Quando terminei de tirar toda a minha maquiagem olhei para o relógio e vi que já passava das quatro horas da manhã, como eu queria que ele estivesse ao meu lado nesse momento. Antes que eu pudesse me levantar da cama Zayn abriu a porta do meu quarto e caminhou em minha direção com um sorriso lindo do rosto.

- Como…

- Fica quieta, vamos apenas aproveitar essa noite. – Zayn tirou sua jaqueta e jogou no chão e beijou meus lábios.

           Passei minhas mãos por baixo do fino pano da sua camiseta e arrastei minhas unhas por suas costas nuas, Zayn mordeu os lábios e continuou beijando-me até me jogar na cama. Ele tirou o cinto da sua calça e a camiseta que ela vestia relevando seu peitoral definido e cheio de tatuagens que eu tanto amava. Ele se aproximou do meu corpo e puxou minha blusa a única peça de roupa que eu vestia, relevando meus seios ele começou a massagear eles, me fazendo fechar os olhos e apenas aproveitar aquele momento maravilhoso.

           Segurando seus cabelos negros, empurrei sua cabeça para minha barriga, ele tinha entendido o que eu estava querendo dizer. Ele me olhou com um olhar malicioso e sorriu, ele puxou minha calçinha e beijou o local.

- Vai logo! – Disse com os olhos fechados.

- Você vai me pagar por ser tão mau ultimamente.

           Zayn riu e voltou a ficar entre as minhas pernas, distribuindo beijos por toda a minha intimidade, me fazendo ficar cada vez mais louca por ele. Finalmente, ele me tocou com a sua língua, passeando por toda a minha extensão, indo e voltando, letamente. Zayn estimulava meu clitóris com o dedão, enquanto sua língua fazia o resto.

           Eu mantinha minhas mãos em seus cabelos, os puxando e o incentivando-o a continuar. Quando ele percebeu que o meu orgasmo estava se aproximou, ele parou e voltou a me beijar até chegar em meu pescoço, onde deu uma leve mordida. Ele puxou sua calça para baixo juntamente com a Box que ele usava, mostrando seu membro ereto e pulsante.

           Zayn abriu minhas pernas com um pouco de brutalidade e me penetrou. Ele começou se movimentando rapidamente, e eu mordia seu ombro enquanto arranhava suas costas e prazer. Zayn continuava com os seus movimentos rápidos enquanto gemia.

- Zayn… – Gemi em seu ouvido e ele mordeu meu pescoço levemente.

           Meu corpo começou a tremer de prazer, minhas pernas estavam bambas eu estava sentindo o orgasmo se aproximar, nossos corpos estavam colados por conta do suor. Zayn deu mais algumas estocadas fortes e brutas e chegamos ao orgasmo juntos.

           Ele se deitou ao meu lado, sua respiração estava acelerada. – Nada melhor do que sexo depois de uma briga. – Disse deitando em seu peito nu.

- Ou depois de um te amo. – Ele beijou o alto da minha cabeça.