cimos

moikka suomi tumblrit!

minä olen Bori, 24-vuotias unkarilainen tyttö ja olen oppinut suomen kieltä ja kulttuuria yliopistossa nyt 4 vuotta. Olen saanut CIMO:sta stipendin opiskelemään ensi syyslukukaudessa Turkuun (yay!) ja tarvitsen kämppä.

Minä haluan pyytää apua teistä: pls antaa reblog tälle tumblr postille (reblogata? :D), koska ehka joku tuntee jonkun, kuka etsii vuokraajaa Turun alueella. Se olisi uskomattomasti suuri apu minulle :) ja kertokaa teille kavereille/vanhemmille/naapureille/kotieläimille, että hauska, Suomea rakastava tyttö etsii asuntoa/huonetta Turusta ;)

tähän voitte kirjoittaa minulle: enfaaka@gmail.com

Kiitos kaikille ja minä rakastan teidän Suomi paskaa!! pusu ja haluja

@suolepakko @suomi-finland-perkele @useless-finlandfacts @uselessfinnish

@finnishpanda @hulluhullumaailma @rikkaruohoja @vainsuomijutut @katanuut @vittuaamen @totuushq  @sauna-ja-karjalaa @finnish-childhood @finnish-metal-bands @finnish-landscapes @catfinnish @lusiferi @lusiferin-kantele @for-your-dream

Por teus olhos negros…

que me trazem o desespero em náuseas e romances pulsantes, meus suspiros hão de cravar-se em insônias claras, pra que nas sépias linhas da folha errante, eu me escravize às nuvens da tua boca rubra, da tua pele pálida, da tua sede, das tuas curvas, das tuas desatinas loucuras, dos teus venustos traumas…

Por tantas luas que açoitaram-me as noites,
derramei-me em aquários; ermo, eu,
apanhando flores nos oásis traidores da tua boca,
e me esmigalhando em poeira e poemas,
morrendo até que o cimo de minhas gamas trema,
ao pé da sombra dum obelisco mirro
nos desertos em que meus pés tão crespos
deixaram rastros com os pesadumes meus!

Faço colheitas de universos, enterro uma pirâmide no caos…
Até que o inferno me sopre os fôlegos, perdurarei!

Posto a chuva num olhar devastador, me curvo
ao suicídio da forca! no lastro dos teus beijos umbrais
que embevecem-me. Não te caminhes os pés por invernas dunas,
tampouco em geleiras emperradas na despedida do cais;
a tua vivência é rasamente moribunda! E me afogaria os dias, ver-te,
sem vertente, nas águas profundas de meus espinhos abissais.

Por hora e vida, mesmo o sangue me sepulta às cinzas da areia;
ser soterrado no tédio dói menos que a tortura da tua ausência…

Galoparei minhas auroras rés pelas praias que o céu me curva,
como uma partitura ou réquiem, entoada ao pé do teu ouvido.
E serão de crisântemos e petúnias os meus horizontes,
e pincelarei, em todo cirro, com esmero e versos casmurros,
o tormento que é amar-te sem que me ames ao mesmo tempo.

—  Annd Yawk