casa grande

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CASA GRANDE — Oddity seekers will find a bonanza  when they come across a set of round relics squatting in the desert south of Casa Grande. At first glance, they look like abandoned UFOs. Closer inspection reveals they’re manmade, and they’re sort of spooky. They’re a series of domes. Some stand (or squat) alone; others are connected so they resemble a giant caterpillar. All are abandoned and have been severely vandalized, so there are no doors or windows left.

The domes are concrete covered with chemical foam. They were built to house an electronics circuit board factory but the project never got off the ground. Now it’s a merely gathering place for underage beer drinkers, graffiti artists and a wind that howls through the emptiness.

Signal Peak erupts from the plain near Casa Grande which lies between Phoenix and Tucson, Arizona. The ashen color peaks provide a contrast to the ochre color of the surrounding terrain while the entire area is framed with rectangles and circles of irrigated fields in varying shades of green. 

A mi Futura Hija

Ojala pudiera preguntarte qué nombre quieres usar el resto de tu vida. Si te gusta ponerte medias en las noches. Cuál palabra prefieres aprender primero.

Cuando ya puedas decirme todo eso, te voy a enseñar a que no construyas una casa grande para sentirte más pequeña. Que no seas una refugiada de guerra dentro de ti misma, con un miedo constante por no saber cuánto tamaño mereces ocupar. A que no pidas una taza de sopa fría, cuando tu novio se devora el lugar entero, incluyéndote a ti. A que nuestros cuerpos no son frutas, “figura manzana”, “figura pera”, “media naranja”. Eres entera, completa, intacta, ininterrumpida, de carne y huesos que sobresalen o se esconden como el sol que no tiene que decidir en qué lugar del cielo quedarse. A que no resientas que tus fronteras no son suaves como chicle de fresa, como las niñas de las películas de amor. Son pedazos de caramelos rotos, que rompen dientes al masticar y cuestan más deshacer. A que no tienes que ser chupón rosado, lazo rosado, Barbie rosada, cuaderno rosado, vestido rosado, Power Ranger rosado, aparatos rosados, cabello rosado, chequera rosada, tacones rosados, muebles rosados, ataúd rosado. Pero que si lo eres, yo misma te teñiré el pelo. Quiero que sepas que cuando un niño llamado Carlitos te empuje en tu salón de preescolar no quiere decir que le gustas. Que cuando Juan te diga nombres en clases de literatura no quiere decir que trata de esconder su atracción por ti. Que cuando tu primer novio Gabriel te grite en frente de tus amigos no quiere decir que es apasionado y se preocupa por ti. Que cuando Andrés te presione tan fuerte contra el volante del carro, que puedes sentir tus costillas saliendo de tu pecho, no quiere decir que te quiere. Que cuando un adulto llamado Tomás te empuje en la sala de tu casa, no quiere decir que te ama. Cuando tu corazón sea lo más pesado que llevas encima, no lo dejes convertirse en piedras dentro de tus bolsillos mientras caminas al agua. Cuando comparen tus ojos con el cielo, recuerda que eres una tormenta. Cuando traten de llenar tus vacíos con una boca de ron y promesas, asegúrale que no necesitas las promesas. Cuando te hagan un cumplido, no lo dudes, no te pongas roja. Cuando te encierren en el cuarto, rompe la ventana. Cuando te toquen y no sientas nada, bésate las palmas y afirma que no eres tú el fantasma. Cuando el profesor se equivoque, corrígelo. Cuando te llamen en la calle, no sonrías, por nadie. Cuando te enamores de un artista, no lo dejes convertirte en su musa: tus pecas no son un cuadro de Jackson Pollock. Cuando tus amigas te digan “los hombres son así”, tranca la puerta. Y cuando estés sola en tu cama pensando en la curvatura de la espalda de aquel que pudo haber contado los lunares entre tus piernas pero no lo hizo, llora. Pero no por él. Llora por todas las veces que oíste “No llores, eso es de niñas” a tus hermanos, primos, vecinos, amigos. Llora por todo lo que ellos no lloraron. Llora hasta que inundes tus sabanas. Haz un océano. Ahógalos. A pesar de todo, quiero que sepas que siempre vale la pena pasar noches despierta pensando en la memoria de un rostro hasta desgastarla. Que las semanas que pasaste con el olor de su piel como vestido no fueron un desperdicio. Que no te arrepientas de crear un idioma secreto con sus besos o de leer braille en su piel. Que dejar en órbita algunas lunas nombradas con partes de su cuerpo no es grave. Que no importa cuánto tiempo pasaste tratando de limpiar los espejos de tus adentros, empañados por su respiración; esconde el vodka, cierra las ventanas, porque te voy a enseñar que el romance más importante es el de tu sangre como ríos, constantemente buscando salidas en tu cuerpo, para tejer nueva piel sobre tus heridas y poder mantenerte toda, completa, adentro. Por Amalia Isabel Rago

Imagine Harry Styles

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(Parte VII / Final)


O sol estava fraco, não aquecendo muito, o que colaborava para que a neve do jardim não derretesse rapidamente. (Seu nome) estava na sacada tomando um chá quente que Maura havia preparado, enquanto observava Harry correr atrás das crianças pela neve acumulada no jardim, sorrindo a cada gargalhada que ecoava pelo local.

Sua vida estava tão maravilhosa que parecia uma história de felizes para sempre escrita para as crianças, mais diretamente para o gênero feminino, que costumam sonhar mais com a vida perfeita e o príncipe encantado.

Seu velho pai saiu do hospital, mas ainda precisava de cuidados porque sua saúde não estava lá essas coisas, ele se recusou a ficar na grande casa de Harry e a garota teve que ir para sua antiga casa. Mas só o fez depois de uma longa conversa com Harry onde ela deixou claro que voltarei e que o amava como nunca havia amado ninguém. O coração do homem quase explodiu de felicidade e ele a confiou sair de sua casa porque sabia que ela voltaria, o amor deles não os deixaria separados.

Todos os dias Harry ia até a casa do velho visitar (seu nome), ele não conseguia não fazer isso, era como se ele precisasse vê-la, tocá-la para que sobrevivesse um dia. Ele havia se tornado dependente da garota doce que lhe trouxe de volta a vida, que lhe mostrou o amor em todos os seus tons. O coração de gelo estava superaquecido e a face congelada em uma carranca exibia um sorriso imenso e iluminado para qualquer pessoa que adentrasse seu caminho. O rude deu lugar a simpatia e desejo de verem todos felizes assim como ele estava.

(Seu nome) ensinou Harry a não olhar apenas para o próprio umbigo, antes ele era tão fechado em sua própria dor que não valorizava as pessoas que ficaram sempre ao seu lado, ele não enxergava que elas o amavam por ter bloqueado qualquer coisa que envolvia esse sentimento. Agora que seu peito transborda amor, ele enxergou o quão leais eram as pessoas que o rodearam durante anos.

Maura era como uma mãe e cuidava dele como cuidava de Niall, e os garotos eram como seus irmãos, se importavam com seu estado e faziam o que lhes eram permitido para vê-lo bem.

Harry reuniu todos na noite de natal e perguntou o que eles queriam para suas vidas, inconscientemente e empolgados, os garotos contaram seus planos um após o outro sob o olhar e ouvidos até tentos de Harry Styles. Uma semana depois tudo o que queriam estava providenciado, nem tudo, mas tudo o que Harry pôde fazer.

Louis queria viajar o mundo e conhecer pessoas novas, Harry lhe deu uma boa quantia em dinheiro para que realizasse seu desejo e pediu para que ele voltasse para lhes contar suas aventuras e claro que Louis voltaria, aquele lugar era sua casa. Niall tinha do desejo que ser um grande músico, então seu quase irmão, lhe deu um violão e carta branca para lhe pedir o que quisesse que ele faria para ajudá-lo com seu sonho. Liam havia dito que queria estudar fora do país e Harry lhe deu também uma quantia em dinheiro para ir atrás de seu objetivo.

Eles eram todos como irmãos e Harry queria que eles seguissem suas vidas depois de tê-lo aturado durante anos com aquele humor do cão.

Maura continuou na casa com a mesma função, ela alegou que gostava de servir os melhores chás e biscoitos para as pessoas que ama, mesmo que estivesse faltando dois para completar a grande família que ela os considerava. Ela apenas queria ficar ali para ver o que mais o futuro reservava para o menininho doce que se tornou amargo e logo depois doce novamente. Toda vez que ela o olhava, era como se visse o mesmo menininho de cachos de anos atrás sorridente correndo pela sala cantando alguma música infantil.

Além de Harry, Maura também estava com o coração aquecido por uma pessoa. As vezes que ela foi até a casa do pai de (seu nome) e entrou para conversar com o velho homem a fim de dar privacidade ao casal que se beijava encostados no carro, ela se encantou com ele e com a forma que falava da filha. Ele era admirável e não demorou para os dois estarem se amando quando haviam passado anos sozinhos em função de seus filhos. O velho cedeu a ideia de se mudar para a grande casa um tempo depois, alegando que além de ficar perto da filha, ele também ficaria perto da mulher que fisgou seu coração anos depois de ter perdido a esposa.

Com o passar do tempo (seu nome) e Harry se casaram, eles estavam tão felizes juntos que mal podiam esperar para oficializar que pertenciam um ao outro. Uma grande festa foi dada em comemoração, Louis voltou com uma namorada, Niall tinha as suas músicas de sucesso e Liam também voltou para contar suas histórias de faculdade com felicidade transmitida em seu olhar.

Todos estavam felizes, (seu nome) e Harry deslizavam pelo salão dançando suavemente encantando todos presente com o amor que exalava de seus gestos, sorrisos, corpos. Eles são a personificação do amor.

Não demorou muito para que crianças estivessem a caminho e anos depois estivessem enchendo a casa de alegria com suas gargalhadas enquanto corriam por todos os cômodos ignorando as advertências da mãe que falava que iriam cair e se machucar se continuassem daquele jeito. Ninguém disse que um casal de gêmeos seria fácil e mesmo que não fosse, eles eram a alegria daquela casa.

Harry parou de repente de correr e olhou em direção a esposa na sacada, sorrindo para ela e então começando a correr para dentro de casa. (Seu nome) não entendeu de imediato até que Harry estivesse invadindo a sacada com suas galochas cheias de neve a pegando no colo fazendo o caminho de volta para o lado de fora. Ele a levou até as crianças colocando-a no chão para que pudessem atirar bolas de neve em sua direção, logo o jardim era cenário de uma grande guerra de bolas de neve, meninas contra meninos.

O amor exalava por todo lugar, eram a típica família feliz digna de um felizes para sempre.



Espero que tenham gostado…

Esse é a última parte, não sei se ficou como vocês esperavam, mas eu não via a hora de acabar 😂

Me digam o que vocês acharam, por favor, e se ficou legal um imagine com tantas partes para que eu saiba se vale a pena fazer mais vezes 😉❤ :/

- Tay

Devo já estar te incomodando? Sim, mas to nem aí porque vou ficar aqui até você me expulsar já que não quero ficar em casa sozinha, lá é triste e solitário, eu não nasci pra morar sozinha, eu pelo jeito nasci pra me deixarem sozinha, porque literalmente isso começou quando nasci, obrigada mãe por começar minha vida de abandonos. Mas sério, eu tenho medo de ficar na minha casa, é tão grande só pra mim, eu com certeza vou acabar sendo assassinada lá, independente se for por algo sobrenatural ou não. Foi bom te conhecer, até a próxima vida.

Para um cão, você não precisa de carrões, de grandes casas ou roupas de marca. Símbolos de status não significavam nada para ele. Um pedaço de madeira já está ótimo. Um cachorro não se importa se você é rico ou pobre, inteligente ou idiota, esperto ou burro. Um cão não julga os outros por sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro. Dê seu coração a ele, e ele lhe dará o dele. É realmente muito simples, mas, mesmo assim, nós humanos, tão mais sábios e sofisticados, sempre tivemos problemas para descobrir o que realmente importa ou não. De quantas pessoas você pode falar isso? Quantas pessoas fazem você se sentir raro, puro e especial? Quantas pessoas fazem você se sentir extraordinário?

Se Potessi ti Comprerei una Casa Grande Enorme capace di contenere la tua anima e la riempirei con tutti i tuoi sogni grandi e piccoli.

Che tu sia per me il coltello, David Grossman