carro parado

One Shot Zayn Malik

  • Pedido - Queria um com o Zayn, em que ele é muito preocupado com a segurança dela, por conta de assaltos e sequestros, em um dia, a S/n sai de casa, mas não não avisa ele, e está bem bateria no celular, ele chega em casa e não vê ela, eles brigam quando ela chega e ele sai de casa, mas quando ele chega ela está amarrada na cama, toda machucada com vários cortes em todo o corpo, e um homem com a arma na cabeça dela, ele chama os seguranças e depois fica cuidando dela, queria esse final bem fofo e detalhado


Zayn estava a ponto de socar qualquer pessoa que aparecesse em sua frente ou enfiar seu punho na parede por conta da raiva misturada ao medo que ele estava sentindo. Raiva por ter telefonado para a polícia e ter receber a informação que eles só operavam em casos de desaparecimento depois de 24h e medo por (seu nome) ter saído e não ter voltado ainda em meio aos perigos da cidade. Já era noite e isso deixava Zayn ainda mais temeroso.

O que o atordoava mais é perceber que nenhum dos cinco seguranças que ele contratou é realmente competente, ele disse para que pelo menos um deles fosse com (seu nome) toda vez que ela pisasse do lado de fora da casa, mas por conta de uma contra ordem eles o desobedeceram. Não é (seu nome) que paga o salário deles afinal de contas.  

Mas uma vez Zayn estava a discar os números do celular de (seu nome) para tentar contato e mais uma vez ele escutava a voz irritante da mulher o dizendo que o telefone está desligado ou sem área, mais um xingamento saiu dos lábios dele e a única diferença é que dessa vez o barulho da porta chamou sua atenção. Caminhando até sala pronto para gritar com qualquer um dos homens altos que chegasse sem notícias de (seu nome), ele pôde ver a própria fechando a porta como se nada estivesse acontecendo.

— MAS QUE PORRA VOCÊ FEZ COM O SEU CELULAR? — (seu nome) se sobressaltou pelo susto tomado ao que a voz de Malik explodiu na sala — VOCÊ FAZ IDEIA DO TEMPO QUE EU ESTOU TE ESPERANDO COM O CU NA MÃO SEM SABER O QUE ACONTECEU?— nessa altura Zayn nem menos media as palavras que deixavam sua boca.

— Ei, calma! — (seu nome) ainda estava um pouco assustada quando deixou sua bolsa no chão mesmo e se aproximou devagar — O que aconteceu, Zee? — ela perguntou confusa e Zayn apenas riu com sarcasmo.

— O QUE ACONTECEU? O QUE ACONTECEU? — ele movimentou a mão de forma nervosa e (seu nome) parou de andar até ele — ONDE VOCÊ ESTAVA QUE NÃO PODIA PEGAR A MERDA DO CELULAR E MANDAR UMA MENSAGEM? EU LIGUEI PARA A POLÍCIA! PA-RA POLÍCIA, MAS AQUELES MERDAS NÃO FORAM TE PROCURAR E COM RAZÃO, NÃO É?! QUANTAS TONTAS COMO VOCÊ SAEM SEM DIZER NADA PARA AS PESSOAS E NÃO SE IMPORTAM EM TELEFONAR?!

— Não fala assim comigo, Zayn! — (seu nome) o repreendeu, mas sem levantar o tom de voz — Eu fiquei estudando até tarde na biblioteca da faculdade e meu celular está sem bateria, por isso não liguei. — quando Zayn abriu a boca para responder, ela o interrompeu — Pare de gritar e vamos conversar civilizadamente.

Malik respirou fundo tentando se acalmar e passou a mão sobre o rosto sentindo sua cabeça latejar de dor, não fazia sentido ele continuar gritando só pioraria sua dor de cabeça, então ele aceitou a sugestão de (seu nome), mas isso não quer dizer que sua raiva se esvaiu.

— Você não tem o direito de dar ordem nos meus seguranças. Eu contratei eles por um motivo e você não pode apenas deixá-los à toa por aí quando eles deveriam estar te mantendo segura. — Zayn disse alguns tons mais baixos que anteriormente enquanto apertava as mãos em punho.

— Eu só não vejo necessidade quando a celebridade aqui é você, eu sou apenas uma pessoa normal, Zayn.

— MAS- — mais uma vez ele respirou fundo — Mas isso não te dar o direito de me contradizer. Eu só estou querendo te manter segura, me deixa preocupado você andando por aí sozinha a mercê de um assalto ou sequestro. Não são só pessoas famosas que correm esse risco.

— Eu ainda não vejo o porquê de ter uma pessoa como minha sombra durante todo o meu dia, isso me deixa desconfortável e me parece uma grande besteira. — (seu nome) disse sincera.

— QUE PORRA DE TEIMOSIA! — uma veia saltou do pescoço de Zayn ficando em destaque enquanto ele lançava a mesinha de centro da sala na parede — SE VOCÊ NÃO SE IMPORTA COM OS MEUS CUIDADOS, FODA-SE!

Contornando-o sofá para evitar (seu nome) que ocupava o caminho a sua frente, Zayn caminhou em direção a porta de entrada como uma bala de tão rápido. Ele estava irritado e cansado demais por conta da teimosia da namorada que até não queria mais permanecer ali, não era assim tão impossível de entender que ele não estava fazendo nada daquilo para esbanjar dinheiro ou por futileza, ele só estava prezando pelo bem estar da pessoa que ama quando os jornais estão noticiando um aumento muito grande na porcentagem de roubos e sequestro em todo o país.

— Aonde você vai? — (seu nome) perguntou mesmo que estivesse bastante assustada com a reação de Zayn e o seguiu quando ele deixou a casa — Zayn, por favor, não sai assim. — ela também saiu de casa a ponto de ver Zayn entrar no carro que estava parado próximo a entrada — Zayn, não sai assim, você está muito nervoso para dirigir. — a preocupação tomava conta de (seu nome), mas Zayn pareceu não se importar quando ligou o carro e a deixou sem ao menos respondê-la ou olhar para trás pelo retrovisor.

Com uma vontade de chorar crescendo dentro dela, (seu nome) caminhou para dentro de casa quando viu o carro de Zayn sumir depois de passar pelo portão. Ela entende a preocupação dele, está se sentindo do mesmo jeito agora, mas com a diferença de que ele sim está em perigo dirigindo no estado que saiu de casa.

[…]

Zayn voltou para casa uma ou duas horas depois de ter saído, ele não estava completamente calmo, mas estava disposto a conversar sem gritos. Deixando a chave do carro sobre a estante, ele caminhou suavemente pela casa sem fazer barulho - para não acordar (seu nome) caso ela estivesse dormindo - e adentrou o corredor ouvindo ruídos vindos do quarto, ele continuou a caminhar e parou estático na porta com o que escutou.

— Moço, por favor… — a voz de (seu nome) quase não saiu por conta de seu desespero e o choro que mesmo que tentasse ela não conseguia cessar.

— Cala a porra da boca e me fala aonde que fica o cofre! — a voz de um homem se fez presente.

— Eu já disse que temos um cofre… — (seu nome) disse a frase rápido com desespero e um barulho alto de tapa ecoou pelo quarto.

— Você me acha burro? Você com essa casa gigante quer que eu acredite que não tem um cofre aqui? — a voz do homem saiu mais raivosa do que antes — Eu não sou assassino, mas eu vou te matar se você não abrir o jogo!

— Moço- — a voz de (seu nome) parou meio da frase e o coração de Zayn quase pulou por sua boca. Guiado pelo medo, ele correu para dentro do quarto abrindo a porta abruptamente.

— SAI DE CIMA DELA! — sem pensar duas vezes ele correu para cima do homem de capuz preto que estava sobre (seu nome) apertando seu pescoço e o jogou no chão caindo sobre ele. O homem o jogou para o lado e correu em direção a sacada descendo rapidamente pela grade que ia até o chão envolvida por uma planta trepadeira e Zayn correu até lá vendo descer.

— SEGURANÇAS! SEGURANÇAS! TEM UM HOMEM NA CASA! NÃO DEIXEM ELE SAIR! — vendo que dois dos homens altos e vestidos formalmente com terno correram na direção que ele gritou, Zayn voltou até a cama vendo o estado de (seu nome) que estava amarrada.

— Oh Deus…

O rosto de Zayn contorceu enquanto ele tentava segurar o choro e rapidamente ele começou a desamarrar os pulsos de (seu nome) tentando não machucá-la ainda mais. Seu rosto estava cheio de sangue por conta de alguns cortes superficiais em suas bochechas, seus braços também tinham alguns cortes e seu lábio inferior estava cortado. Engolindo em seco, Zayn terminou de soltar a namorada e a abraçou fortemente deixando que as lágrimas tomassem conta de seu rosto, seu maior medo havia se concretizado.

— Vai ficar tudo bem, amor… — ele sussurrou em meio ao choro — Me desculpe por ter te deixado sozinha… Me desculpe. — a culpa o consumia mesmo ele não sendo o real culpado.

— Foi horrível, Zayn… — (seu nome) sussurrou em meio a soluços enquanto suas mãos apertavam a camisa de Zayn como se ele fosse sumir novamente — Eu fiquei com tanto medo. — os cortes em seu rosto ardiam ainda mais com no contato de suas lágrimas que desciam sem limite por suas bochechas.

— Como esse verme entrou aqui? Eu vou mandar todos esses incompetentes embora agora mesmo. — Zayn fez menção de se levantar, mas (seu nome) o puxou pela camisa.

— Não! Fica aqui comigo, por favor. — a voz estava repleta de desespero e Zayn apenas voltou a deixou seu peso cair sobre a cama novamente.

— Temos que limpar você… Eu vou te dar banho e chamar um médico. — ele acariciou o cabelo da mulher que tinha a cabeça encostada em seu peito, olhando para o lado ele pôde ver uma faca suja de sangue sobre o criado mudo e apertou o maxilar sentindo ódio pelo ser desumano que machucou sua mulher.

— Senhor, o homem já está imobilizado no jardim. — um dos seguranças disse da porta e (seu nome) se apertou ainda mais ao namorado. Resistindo a vontade de gritar com o homem pela incompetência dele e dos colegas de trabalho, Zayn o respondeu.

— Chame a polícia e o entregue antes que eu vá até lá e o mate com minhas próprias mãos. — sua voz era baixa, mas estava carregada de ódio e ele estava mesmo tentado a ir até o jardim e enfiar faca na garganta do desgraçado.

— Sim, senhor!

O segurança saiu e Zayn continuou no quarto acariciando o cabelo de (seu nome) por mais alguns minutos até que percebeu ela mais calma, então ele se levantou a ajudando logo em seguida e a levou até o banheiro onde com toda delicadeza existente no mundo a ajudou tomar banho e se vestir. O médico não demorou chegar após Malik o chamar, depois que todos os machucados estavam medicados, Zayn e (seu nome) foram até o quarto de hóspedes onde passaram a noite agarradinhos debaixo do Edredom. Arrisco dizer que eles nunca mais ficarão sem a presença um do outro.




Eu espero que tenham gostado, eu mudei um pouquinho e espero que a pessoa que pediu não se importe. ^.^

- Tay

Reaction: As vontades sexuais secretas de cada um

OBS: Oi bolinhos lindos do meu core! Com vocês estão? Queria dizer que eu to de volta! {{Pelo menos é o que eu acho shaushas}} Eu estou tentando fazer alguns posts extras e deixa-los programados, assim eu consigo estudar de boas e o Tumblr não fica paradão. Espero que gostem desse reaction um pouco mais +18 shuashauh Obrigada pelo apoio que me dão! Amo muito vocês!  (▰˘◡˘▰)

• Rap Monster • 

 Tudo que Namjoon mais queria era poder te enlouquecer em um lugar público. Dentro do elevador, de um carro parado no acostamento, em uma sessão vazia do supermercado, no banheiro de um avião… para ele tanto faz. O perigo, aquele sentimento de que talvez possa tudo dar errado, para ele era a real diversão. Só de pensar em você tentando com todas as forças controlar os gemidos por conta das pessoas que poderiam facilmente pegar vocês em uma situação tão quente já lhe excitava. 

Keep reading

Imagine - Niall Horan

- Cara, você tem que sair um pouco. – Louis bufou sentado no sofá ao lado do sofá onde eu estava deitado. – A quantos dias você está com essa roupa?

- Desde ontem. – Murmurei com a cara enterrada na almofada.

- Eu não consigo entender. Você estava com outra, e deixou isso bem claro para ela; ai, do nada, termina o namoro de uma semana; e já está a quase um mês nessa situação. Eu não posso vir aqui todo dia para te arrancar de casa.

- Ninguém pediu para você vir até aqui. – Me sentei. – É que a maneira que ela me olhou não sai da minha cabeça. Eu fui cruel com ela. Eu sabia o que ela sentia, e o pior é que eu sentia o mesmo. Ainda sinto. Eu fico repetindo as palavras que ela me disse e ai vem minhas respostas e eu me sinto um completo idiota.

- E você já disse isso para ela? – O encarei. – Obvio que não.

- O que você quer que eu faça? Envie milhões de rosas, faça serenata, um jantar romântico? – Embrenhei meus dedos nos fios de cabelos que caiam no meu rosto. – É tudo ridículo demais.

- Se ela realmente for importante para você, nada será ridículo. – Ele bateu uma palma. – Vou para casa.

- Até mais, cara! – Acenei para Louis que já estava na porta.

Fiquei no sofá por mais uma hora e meia, até que decidi tomar um banho; troquei de roupa e fui para um parque próximo a minha casa.

Do banquinho que eu escolhi para sentar, eu podia ver um casal rindo juntos. Eles conversavam e de tempos em tempos se beijavam. Eu, por um momento, vaguei; imaginando como seria meu relacionamento com (S/N). Andaríamos de mãos dadas e eu roubaria beijos enquanto ela tivesse distraída? Ou seríamos o tipo de casal como eu fui com Ashley, mal conversávamos, beijos? Que beijos. Eu era como um enfeite pendurado ao lado dela.

Por Deus! Como eu fui tolo de dispensar (S/N) daquela forma. Tão rude.

- Você costumava piscar da última vez que nos vimos. – Meu coração quase saiu pela boca quando eu reconheci aquela voz. Meus olhos retomaram o foco e eu dei algumas piscadas rápida. – Não precisa exagerar.

- Eu estava distraído… - Direcionei meu olhar a ela. Os mesmos olhos brilhantes, o mesmo sorriso.

- Eu notei que você estava bem longe…

- Às vezes acontece. – Dei de ombros. – Você mora aqui perto?

- Não. Vim visitar um amigo; ai vi você aqui sentado, vim saber se estava bem. Você está bem?

- Estou seguindo. – Sorri fraco.

- Eu vou indo. - (S/N) levantou-se do banco e eu segurei sua mão.

- Quer que eu te leve em casa? – Fiquei preocupado com o fato de não saber como ela iria para casa.

- Não precisa. - (S/N) passou a mão pelos seus cabelos. – Meu ônibus deve passar daqui a pouquinho.

- Ônibus? – Me levantei do banco. – Nem pensar! Vem, pegamos meu carro e eu te deixo em casa. – A segurei pela mão a levando em direção ao meu apartamento.

- Você não vai deixar nem eu negar mais uma vez? - (S/N) perguntou do nada me fazendo parar bruscamente. – Sabe, fazer aquele charme…

- Tudo bem. – Segurei o riso.

- Poxa, Niall não tem problema eu ir de ônibus, serio! – Ela falou e fez um bico.

- Você é uma figura! Vamos, não vamos ficar discutindo aqui na rua.

Depois de pegar meu carro e dirigir por algumas quadras, havia parado o carro em frente à casa de (S/N).

- Prontinho! – Disse assim que puxei o freio de mão.

- Obrigada! De verdade! – Ela sorriu.

- Não há o que agradecer. – Segurei sua mão brincando com seus dedos. – Me desculpe. Eu fui um babaca com você aquele dia. Eu realmente me arrependo das palavras duras que eu disse a você. Eu tenho me sentido muito mal desde aquele dia.

- Estávamos os dois um pouco bêbados e eu também não fui nem um pouco educada com você. Quem deve pedir desculpas sou eu. Então, me desculpe. – Ela sorriu fraco e beijou minha bochecha, saindo do carro em seguida.

Mais algumas semanas se passaram e (S/N) sequer apareceu novamente.

Eu estava decidido a me declarar, não havia mais opções.

Comprei balões, flores, e levei meu violão. Por sorte, ainda lembrava do caminho até a sua casa. E o fiz. Deixando o carro na frente da casa, atravessei o pequeno portão branco com as coisas na mão e bati na porta. Um cara alto e meio gordo abriu a porta.

- A (S/N) está? – Perguntei meio tímido.

- Está. E você quem é? – Ele perguntou cruzando o braço em frente o peito.

- Sou, Niall. – Ofereci minha mão como comprimento; que foi recusada. – Desculpe.

- Papai, quem está ai? - (S/N) apareceu atrás do senhor. – Niall?

- Oi. – O cara gordo bufou e entrou para dentro de casa.

- O que você faz aqui? – A ofereci o buque e puxei o violão, tocando algumas notas finalmente tocando os acordes certos e iniciando a música que achava apropriada para situação.

Os olhos de (S/N) brilharam e eu sorri.

- Eu já pedi desculpas uma vez. – Comecei assim que a música acabou. – Mas eu ainda me sinto muito magoado e toda vez que fecho os olhos e te vejo naquele dia, chateada e surpresa com a minha resposta. Mas eu quero que saiba que eu sempre fui apaixonado por você e o que eu fiz antes foi um erro absurdo. Espero que realmente me perdoe e que possa me dar a chance de tentarmos algo.

- Eu não sei o que dizer. - (S/N) pôs a mão sobre os lábios. – É claro que eu quero tentar algo! – Ela pulou meus braços.

- Obrigado! – Murmurei com o rosto em seus cabelos, a beijando em seguida.

*∘✧ Comemorações ✧∘*

- Smut de primeira vez / comemoração de 300 seguidores. 

O aniversário de Hoseok foi comemorado junto com os fãs e amigos no backstage do show. Eles tinham dado início a turnê em Seoul, no mesmo dia do aniversário de Hoseok que com certeza recebeu os parabéns de todo o mundo, todo o mundo mesmo e dos fãs no show. 

Hoseok adentrou o backstage atrás do Suga e cumprimentou todos que estavam ali com abraço, aperto de mão, sorriso e tudo oque tinha direito. Seus olhos se chocaram com os meus, vendo o mesmo caminhar até eu e me dar um abraço super apertado. 

- Feliz aniversário, meu amor! Você merece o mundo, obrigada por me escolher e saiba que eu te amo muito. - sussurrei enquanto nos abraçávamos no meio de todos como se só existisse nós ali dentro. 

- Eu não sabia que você estava aqui…Você assistiu o meu solo? 

- Eu assisti tudo, J-Hope! Do começo até o fim, estou muito orgulhosa de você sabia? 

- Eu estou tão feliz, você não tem noção. - ele resmungou me puxando para um novo abraço me fazendo rir enquanto escutava algumas piadinhas vinda dos meninos, principalmente de Jungkook. 

- Então, pombinhos…Eu indicaria que fossem para a casa fazer certas coisas lá, não aqui. - Taehyung fez questão de colocar o sarcasmo na voz me fazendo rir assentindo. 

- Cuide muito bem do meu filho, (S/n). - Jin disse encostado na parede nos encarando com um sorrisinho travesso. 

- Pode deixar, Appa. - assenti com a cabeça, vendo Jimin dançar em volta de Hoseok com Jungkook em sua companhia. 

- O Hyung vai ter uma noite de sorte…NOITE DE SORTE, NÃO É MESMO HYUNG? 

- Fiquem quietos! - Hoseok chamou Jimin com os dedos, o fazendo cair na risada e parar de girar. 

- (S/n), seu namorado quer me bater! Segura ele. 

- Não tenho nada a ver com isso, Jimin. - dei de ombros fazendo pouco caso com a situação, logo sendo puxada por Hoseok para fora. - TCHAU MENINOS! 

- TCHAU! 

Ouvi em uníssono as vozes dos seis que restaram ali e caminhei ao lado de J-Hope até o carro que nos levaríamos para a casa. No carro, Hoseok e eu trocamos muitos beijos, abraços e risadas. Era bom passar o aniversário dele com ele.

Percebi que o carro havia parado e saí do mesmo, caminhando de mão dadas com ele para dentro de casa. Assim que chegamos subimos direto para o quarto, talvez ele queria descansar mas eu não o deixaria descansar. Pensei por tanto tempo o quanto ele foi paciente comigo e merecia aquilo que lhe decidi dar de presente de aniversário. 

- Posso te falar uma coisa rapidinha mas preciso da sua atenção total, ok? - Ele assentiu e eu lhe empurrei, fazendo o mesmo cair sentado na cama. 

- Está me deixando nervoso, fala…

- Eu estive pensando o quanto você é e foi paciente comigo durante todo esse tempo juntos e decidi que hoje faria algo especial para ti. Decidi que…essa noite eu seria sua em todos os sentidos. Todos mesmo. 

- Como? Pode repetir? - Ele parecia não acreditar, oque me fez respirar fundo e esconder o rosto entre as mãos rindo de nervoso. 

- Eu quero ter a minha primeira vez com você…Hoje. 

- Você tem certeza disso? - Ele levantou da cama e seus braços envolveram a minha cintura. Sua respiração estava falhada e a felicidade estampada em seu rosto. Apenas confirmei com a cabeça e ele abriu um sorriso. - Você confia em mim, não é mesmo? 

- Confio. 

- Prometo que não vou te machucar e que vou fazer ser muito especial. 

Depois disso não deu nem tempo de responder, os lábios de Hoseok estavam grudados no meu em um beijo urgente. Suas mãos rápidas e ágeis estavam em minha cintura apertando a mesma com uma certa força fazendo com oque os meus dedos puxassem os fios de sua nuca no mesmo momento. 

Senti as minhas costas se impactar com o colchão macio da cama e as mãos de Hoseok passear pelo meu corpo, subindo consigo a blusa branca fina. No rosto do mesmo havia um sorriso, me fazendo sorrir junto. Quando já estava sem blusa as mãos dele se encontravam em meus seios me fazendo gemer baixo e morder os lábios. 

- Você gosta disso, Jagiya? 

Apenas assenti com os olhos fechados, mordendo novamente os lábios. Não poderia ficar parada, então, abri os olhos puxando J-Hope pela gola da blusa, iniciando um beijo. Puxei a barra de sua blusa para cima quebrando o beijo e tirando a blusa do mesmo. 

Observei o seu abdômen mordendo os lábios e virando, ficando por cima de J-Hope, percorri os meus dedos até o botão de sua calça, abrindo a mesma e a puxando para baixo. J-Hope terminou de puxar a mesma me fazendo acompanhar os seus movimentos e por fim, olhar para a sua enorme ereção no tecido fino, engoli em seco e sentei em seu colo. 

Pressionei o meu quadril contra o seu, vendo o mesmo de olhos fechados e os lábios entre-abertos gemendo baixo. Essa cena é uma das melhores que eu já pude presenciar. Continuei a pressionar o meu quadril, logo começando a rebolar por cima de seu membro, arfando. 

- Oh…está me fazendo perder a cabeça…

- É mesmo? 

Ele apenas concordou com a cabeça e suas mãos foram parar em minha cintura agarrando a mesma e apertando. Hoseok começou a me ajudar nos movimentos dos nossos quadris ficando de um jeito bom para ambos. 

- Você me fez perder a cabeça, espero que se arrependa… 

Um arrepio percorreu pelo meu corpo inteiro, sendo surpreendida por J-Hope novamente em cima de mim. Suas mãos tocaram em meus seios, abrindo o feche do sutiã que era frontal, agarrando os mesmo com um certa calma e os massageando. J-Hope massageava, juntava, afastava e brincava com os meus seios me fazendo gemer somente com aquilo. 

Suas mãos fizeram uma trilha até a minha calça e abrindo a mesma e a tirando. As mãos dele subiram novamente por meu corpo e dessa vez eu senti a boca de Hoseok em meu pescoço, deixando um chupão naquele lugar. Os lábios de J-Hope percorreram desde o meu pescoço até a minha barriga em uma trilha de beijos. 

A proximidade do rosto dele e da minha intimidade era miníma dando pra sentir o suspiro do mesmo sobre o tecido fino da calcinha. Hoseok afastou a mesma e me olhou com um olhar como se pedisse permissão, apenas assenti. Senti um dedo do Hoseok rodeando a minha entrada e abri os lábios, gemendo. 

- Eu nem fiz nada e já está assim? 

Mordi os lábios e fechei os olhos assim que senti o dedo do mesmo me penetrar, me fazendo arquear as costas. Depois de alguns minutos já se encontravam 2 dedos dentro da minha intimidade com movimentos rápidos, me fazendo contorcer na cama. 

- Mais…Hoseok.. - eu gemia pedindo por mais e cada vez mais. 

Senti os dedos do mesmo ser retirado de dentro de mim e gemi em sinal de frustração, abrindo os olhos e fazendo um biquinho. J-Hope sorriu e observei o mesmo retirar sua peça íntima pegando uma camisinha no criado-mudo e colocando a mesma, se aproximando do meu corpo e se arrumando no meio das minhas pernas me fazendo fechar os olhos e engolir em seco. 

- Eu prometo que não irei machuca-lá e se estiver doendo muito pode me pedir para parar que eu pararei no mesmo instante, também pode me arranhar se quiser. - Ele disse todo calmo me fazendo assentir e fechar os olhos. - Apenas relaxe, jagiya. 

Segui o conselho de J-Hope e relaxei o corpo, deixando o mesmo confortável sobre o colchão. Hoseok se arrumou entre as minhas pernas e encaixou o seu membro em minha entrada me fazendo fechar os olhos e suspirar. Aos poucos ele foi entrando e a dor aparecendo, parecia que nunca ia ter fim. Ele ficou parado por alguns minutos me encarando nos olhos e grudando os nosso lábios em um beijo calmo. 

- Será que posso começar? - Sussurrou contra os meus lábios e eu assenti, puxando o ar. 

Quando ele começou a se movimentar a dor percorria por todo o meu corpo me fazendo muitas vezes gemer de dor e morder os lábios, até que senti o gosto metálico passando a língua e comprimindo os lábios. Estava doendo muito mas não queria estragar aquele momento. Era especial para mim e para ele também. Percebendo os meus gemidos manhosos, ele me encarou parando e acariciando os meus cabelos que se encontravam grudados na testa por conta do suor. 

- Relaxa… - Ele murmurou me passando toda a calma do mundo através de sua voz. O meu corpo relaxou na mesma hora das palavras de J-Hope, era incrível o modo como ele tinha poder sobre mim. 

Os movimentos eram lentos porém precisos, se tornando em alguns instantes totalmente prazerosos. Oque era dor tinha virado prazer, cada vez eu queria mais. Com o meu consentimento Hoseok começou a ir mais rápido, me fazendo gemer seu nome e quase gritar para toda a vizinhança escutar oque estávamos fazendo ali. 

Minhas unhas passeavam por suas costas, arranhando-as enquanto gemidos roucos escapavam de minha boca. O suor escorria pela testa e as minhas pernas se envolviam na cintura do mesmo buscando por mais contato. Hoseok gemia alto com os olhos fechados e as mãos firmes segurando a minha cintura enquanto fazia o máximo para ter mais contato. 

A cama já estava batendo contra a parede e começará a fazer ruídos, preenchendo o quarto junto com nossos gemidos altos e grunhidos. As mãos dele passeavam por todo o meu corpo e seus lábios deixavam chupões em meu pescoço que provavelmente ficariam roxos enquanto eu arranhava as costas de J-Hope sem pudor nenhum. 

Minhas pernas já estavam começando a ficar bambas e os gemidos escapavam descontroladamente dos meus lábios se misturando com os beijos urgentes para abafar os gemidos de ambos. Quando J-Hope atingiu o meu ponto G, as minhas pernas fraquejaram e a sensação de orgasmo me invadiu por completa me desfazando ali mesmo. 

Hoseok continuou com os movimentos logo caindo ao meu lado completamente suado e ofegante. Ele me encarou por algum tempo antes de puxar o lençol e nos cobrir, havia uma mancha de sangue mas ambos não ligamos para isso. J-Hope puxou o meu corpo para mais perto e se livrou da camisinha, me abraçando e beijando a minha testa. 

- Eu te machuquei? A cama estava fazendo tanto barulho…Acho que todos os vizinhos sabem oque estávamos fazendo. - Ele resmungou fazendo uma careta me fazendo rir e selar os nossos lábios. 

- Não, você não me machucou. Acredito eu, que eles não saibam… - Dei de ombros sorrindo sem mostrar os dentes. 

- Nós vamos fazer isso mais vezes, não é mesmo? Eu espero que sim, Jagiya…Agora eu amo surpresas, espero receber mais como essas. 

- Você terá mais surpresas…Eu te garanto. 

Os meus dedos se aninharam em seu cabelo e as nossas pernas se aninharam. Fechei os meus olhos sentindo os lábios do mesmo serem grudados em minha testa e relaxei o corpo ali, terminando a noite dormindo agarrada com J-Hope depois da nossa primeira vez. 

/Sasa

fogo no quartel

Não acredito que você me deixou ir embora pra valer. Não é possível que um garoto como você tenha permitido que uma garota como eu encontre um outro cara qualquer. Quando você me olhava nos olhos meu corpo aquecia. Quando você me beijava nós incendiávamos. E era lindo de se ver. Todo mundo percebia, todo mundo sentia isso em nós. Éramos imbatíveis. Mandávamos ver. Mostrávamos pra que tínhamos ido. E a plateia aplaudia de pé. Você me imprensava contra a parede de uma casa que não era a nossa. Me jogava em cima do capô de um carro parado no meio fio e nós nem conhecíamos o dono dele. Eu segurava nos teus cabelos e você nos meus quadris. Eu podia sentir tudo. O céu e o inferno. O frio e o calor. Eu me sentia viva quando estava com você. Eu fazia você se sentir vivo quando estava comigo. A verdade é essa e todo mundo sabe. Mas você deixou o medo atrapalhar isso. Você permitiu que os traumas do passado e os receios futuros me afastassem de você. Você largou minha mão e me deixou de mão. Deixou pra trás nossa paixão que estava apenas começando. Você tinha medo do que podia dar errado e abandonou o barco enquanto estava dando certo. Isso não é precaução, é burrice. E seu orgulho e perseverança distorcida são tão grandes que você é incapaz de reconhecer seus erros e resgatar o que perdeu. Me liga, você tem meu número. Você sabe o que quer dizer, só não sabe onde arrumar coragem pra isso. Aparece na minha casa de surpresa, mesmo que eu esteja de pijama e toda descabelada eu vou abrir a porta. Vou abrir a porta e você vai me tomar como fazia todas as vezes. Vai me imprensar contra algum móvel e vai me fazer alcançar o delírio. Não negue que sente falta das nossas aventuras. Não minta pra si mesmo. Não tente se convencer de que é melhor assim, porque não é. E quem te vê na rua sabe que você não tem mais aquele brilho no olhar. E que me vê na rua sabe que eu já não sorrio mais como antes. E quem nos vê na rua sabe que ainda há algo entre nós que não morreu e que está querendo sair. Você sente saudade do meu beijo sempre que beija outro alguém. Eu sinto saudade da sua voz sempre que ouço outro alguém. Não há razão pra esse sofrimento quando não existe nada real que impeça o nosso amor de acontecer Se você me chamar, você sabe que eu vou. Mas eu estou cansada de esperar e uma hora vou atender ao chamado de outra pessoa. Vou saborear o corpo de outra pessoa. Vou ter outra pessoa no pensamento. E vai ser tarde demais quando você finalmente entender que o que realmente importa é manter por perto o que te faz bem. E quem te faz bem, meu bem, sou eu.

Imagine Liam Payne

Pedido: Ta, meu pedido cm o Liam é que ele sofre um acidente e perde a memoria recente, ele não lembra so dela, acha q ainda ta na banda junto cm os outros quatro, q namora cm outra, e isso machuca ela. No fim ele se lembra mas antes ela sofre um pouquinho, se der pra fazer emocionante sabe, dramático, obrigada e beijinhos.

Espero que tenha gostado, e por favor me diga o que achou. Isso me incentiva a continuar.❤


(…)

– Você está roendo as unhas?– perguntei dando risada, Liam estava praticamente mordendo os dedos pois as unhas já haviam sido ruidas. Estávamos no carro, as luzes dos postes passavam por nós como flash’s rápidos, eu podia sentir o vento entrar pelas brechas das janelas.

– Você está dando risada de mim?– retrucou rindo baixo.– Acho que estou agoniado já.

– Não precisa ficar assim. Meus avós irão gostar de você, eles podem parecer irritados ou chatos no começo, mas logo vocês vão se dar bem.– disse o assegurando, passei as mãos em sua nuca e ele me olhou rapidamente. – Eu juro!

– Acredito em você, amor.– respondeu parando no sinal, Liam virou a cabeça para mim fazendo um biquinho com os lábios, segurei sua bochecha e beijei sua boca em um estralar de lábios.

Percebi que o corpo de Liam estava muito próximo, então vi que o mesmo estava sem cinto de segurança.– Acho melhor você por o cinto, Liam.– pedi gentilmente e ele bufou.

– Você sabe que não me sinto à vontade com isso.– disse olhando os outros carros parados ao lado.

– Isso é pra sua própria segurança.

– Eu só me importo com a sua, ok?! Você estando bem; eu também vou estar.– sorriu sem mostrar os dentes.

– Você está me desobedecendo, é isso mesmo Liam Payne?– brinquei recebendo.

– Nunca desobreceria você, Sra. Payne.– respondeu em um tom brincalhão enquanto mudava a marcha pronto para sair novamente com o carro.

De repente vejo uma luz branca muito forte, se aproximando cada vez mais ao lado de meu marido, arregalei meus olhos e tudo que pude dizer no momento foi.– Liam!

(…)

Meus olhos doíam como se tivesse duas pedras encima deles, meu corpo pesavam e não conseguia sentir nada, nem ao menos a dor ali. Abri os olhos lentamente me acostumando com a claridade do quarto, as paredes eram brancas, um branco tão claro quanto a neve, haviam janelas relativamente grandes cobertas por cortinas azuis transparente, era um hospital. Olhei para baixo vendo meu corpo coberto com um verde-claro,  meus braços estavam cheios de furos, estava tomando soro. Aquilo era horrível! Odeio, odeio com todas as minhas forças aquilo.

A porta pouco distante se abriu e entrou um homem vestido em um jaleco branco, ele observava atentamente uma pasta em suas mãos e assim que me viu ele me olhou surpreso.– Oh, então você acordou.– disse o óbvio, se aproximando de mim, um sorriso gentil não deixava seu rosto.

– O que estou fazendo aqui?– indaguei tentando me sentar na maca, mas as dores em meu corpo impedi que fizesse tal ato.

– Você não se lembra também? – retrucou a pergunta e eu enruguei a testa.

– A única coisa que me recordo é uma luz quando estava no carro com Liam. – Liam! Onde estava ele, meu Deus. – Liam está bem?

– Ah, bom… Você não tem que se preocupa no momento.– disse o doutor, só então pude ver com mais clareza seu nome bordado em seu jaleco, Silver.– Sobre você… Bem… Você não teve machucados graves apenas precisa restaurar suas forças.

– Eu quero saber sobre Liam. Por favor me diz.– implorei fazendo o máximo de forças e finalmente conseguindo pegar sua mão.– Por favor, eu imploro.

– Me desculpe eu não…

– Silver, é esse o seu nome, não é?! Você deve ser casado ou deve amar uma pessoa por aí. Então, o que iria acontecer se você não pudesse ver essa tal pessoa ou saber sobre com ela está, você se sentiria um tolo.– fechei meus olhos suspirando, eu não sabia da onde havia tirado tantas forças para dizer tudo isso.

– Eu entendo…– apertou levemente minha mão, eu o olhei com esperança e ele entortou a boca procurando pelas palavras.– Liam bateu forte demias a cabeça no vidro do carro. Isso é uma bancada muito forte e acabou mexendo com o neurônios dele. É difícil para mim dizer isso, mas o cérebro de Liam acabou rompendo alguns vasos cerebrais importantes fazendo ele inchar e sangrar internamente. Me desculpe mas não sei lhe dizer se vai demorar ou não para a melhorar dele.– o doutor suspirou triste e eu senti os batimentos do meu coração mais forte.– Eu sinto muito por isso, (S/n).

– Meu Deus.– soltei sua mão e puxei o ar em meus pulmões, mas foi em vão, eu quis responde-lo mas o ar me faltou e forcei meus pulmões para puxar ar novamente. Uma, duas ou três vezes.

– Se acalme.– ele falou um pouco desesperado enquanto percorria o olhar pelos aparelhos.– Seus batimentos estão muito acelerados.– foi a última coisa que ouvi Silver dizer antes de apagar novamente.

(…)

Eu tive alta um dia depois de ver Liam pela primeira vez depois do ocorrido, descobri que o mesmo estava em coma induzido. Eu passava dias sentada em uma poltrona ao lado de sua cama ou voltava para casa e tentava dormir, o que era impossível no momento. Geralmente, Karen, mãe de Liam dizia o quanto eu era irresponsável ppr ter deixado o seu querido filho sem segurança em seu próprio carro, eu apenas concordava segurando toda a culpa para mim.

Levou quase duas semanas para o cérebro de Liam desinchar e volta ao seu tamanho normal, essa notícia foi ótima para mim mas não mudou nada, ele continuava ali, deitado sem nenhum músculos fora do lugar. Chegou o momento em que a doutora chamou Geoff, Karen e eu para dar a notícia de que finalmente iriam acordar meu marido.

Eu sinto uma vontade imensa de chorar e agradecer a Deus por estar ouvindo todas as minhas orações, vontade de gritar e dizer que quero logo vê-lo, vontade de sair correndo e encontrar seus olhos castanhos juntamente com seu sorrisos.

– E como ele está.– falei e só então percebo que estava um pouco desesperada. Karen concordou comigo e a doutora sorriu.

– Digamos que ele se assustou quando acordou no hospital. Ele mostrou que consegue tocar nas coisas e falar.– Karen estava chorando e Geoff a abraçava de lado, eu via seu rosto aliviado por finalmente ter seu filho estável como sempre.

– N-nos podemos vê-lo?– perguntei e a doutora balançou a cabeça em um sinal positivo.

– Por favor me sigam.– comunicou se levantando de sua cadeira e nós fizemos o mesmo, passando a caminhar rumo ao quarto de Liam.

Os corredor branco iluminado me permitiu ver com mais clareza a porta em que Liam estava. Era uma explosão de sentimentos em meu pequeno corpo em cada passo que dava para o encontrar. A doutora abriu a porta e a emoção era tanta que corri para dentro de uma forma inoportuna dando-lhe um abraço em seu peito, eu sentia a sua respiração em meus cabelos e ele continuava imóvel deitado em sua cama.

– O que você está fazendo?– perguntou sério, ergui meu rosto encontrando seus olhos confusos. Em sua testa havia um corte, já tratado, enquanto outro era coberto por um curativo.– Você pode me soltar!– disse tentando soar gentil, concordei sem graça.

O pai de Liam entrou no quarto e ele rapidamente sorriu. E eu que achava que esse primeiro sorriso seria para mim.

– Filho, graças aos céus.– exclamou o abraçando, sua mãe se aproximou e o abraçou em conjunto deixando um longo beijo em seus cabelos.

– Ainda bem que esta melhor. Eu preparei a torta que mais gosta e também fiz um suéter para que você fique quentinho. Oh, meu filho eu estou tão feliz.– Karen segurou as lágrimas enquanto dizia tudo com dificuldade por conta dos soluços do antigo choro.

– Pessoal, por favor.– a doutora pediu atenção.– Ele ainda tem dificuldade para processar tudo o que dizem.

– Ah, certo…. É… desculpe.– Karen riu gesticulando com as mãos.

– Do-Dotoura.– a chamei e finalmente Liam me olhou com mais clareza, o seu olhar sobre mim era curioso. Ele parecia tentar me entender.

– Ah, sim. Eu preciso explicar isso.– a doutora comentou.– Bom… Temos um probleminha aqui e vocês vão entender após algumas perguntas: Liam, você já terminou seus estudos?

Liam discordou dando de ombros.

– Qual é a sua carreira, Liam?

– Música. Eu faço parte da One Direction.– respondeus simples.

– E em que ano estamos vivendo?

– 2013, oras.– sua voz rouca soou novamente, pouco debochada.

Liam e eu nos conhecemos em 2013, nós faziamos faculdade na mesma universidade e ele havia acabado de fazer 20 anos. Tudo bem ele não se lembra em que ano estamos, (S/n)… Isso não é grandes coisas, apenas um efeito do acidente.

– Qual é o nome da sua mãe, querido?

– Karen Payne.– respondeu rapidamente, parecendo se lembrar disso perfeitamente. Ele me olhou torto quando deixei um suspiro involuntário escapar.

Me encolhi ainda mais no canto da sala e Karen, me olhou com um sorriso triste porém encorajador.

– Quando anos você tem, Liam?– a Doutora voltou a perguntar, não parecendo abalada com as respostas.

– Ainda vou fazer 20.– Geoff veio para o meu lado passando as mãos em minhas costas de uma forma paternal.

– Você está namorando?– Liam encarou seus pais, e os mesmo o incentivaram a continuar. Ele já estava cansado dos interrogatórios, mas meu marido precisava colaborar.

– Não… Na verdade estou saindo com uma garota, ela se chama Dayse.– respondeu bufando, sinto uma queimação em meu peito, como se as torres estivessem desmoronando em meu corpo.

– Liam, querido. Qual é o nome da sua esposa?– a doutora perguntou, dez vezes mais cautelosa e tentando soar tranquilizador.

– Hã? Como assim?– enrugou a testa encarando seus pais, logo um sorriso debochado saiu de seus lábios.– Eu não sou casado, vocês estão brincando.

– Você é casado.– Geoff comunicou sério e o filho arregalou os olhos, seu pai nunca mentiu para ele.

– Eu não sou casado.– retrucou alterando seu olhar para a mãe em busca de uma resposta. Já senti lágrimas descerem por minhas bochechas incontrolávelmente.

– Sim, você é casado.– a doutora concordou.– Você se lembra do nome dela, não é?– perguntou se aproximando de mim e me abraçando de lado. A atenção de Liam caiu sobre mim, um choque percorreu todo o meu corpo, um choque de medo pelo o que ele pode dizer a seguir.

– Eu já disse que não sou casado!

Xx

❤?

/MaYa

Johnny, sem sobrenome. Abandonado pelos pais na calçada de um supermercado foi encontrado desnutrido, sem roupa e sem registro. Ninguém sabia de onde vinha o pequeno branquelo. Olharam de um lado a outro, mas aquela rua a partir das 20 horas se tornava um abandono. Nenhum carro passando ou parado, nenhuma pessoa por perto. Ninguém. Johnny estava sozinho. Tinha olhos claros, nenhum fio de cabelo na cabeça e a única peça mais próxima de uma vestimenta era um pedaço de pano rasgado, o qual não cobriam os seus pés. Levado a um orfanato foi criado e ensinado até os dezoito, pois ninguém queria adotá-lo. Olhavam de baixo para cima e perguntavam para as funcionárias “como se chama o garoto?” e elas respondiam “Johnny, sem sobrenome”. Coitado, passou a vida toda sendo excluído e pensando que não era gente como os outros. O pobre não sabia que quem não é gente são essas pessoas negligentes que têm coragem de deixar alguém como ele abandonado, sem comida e sem cuidado.
—  Um Gabriel diferente.

Pedido: Faz um que o zayn é criminoso e ela toda certinha?? Aí ela se apaixona por ele e dps de tanta resistência (da parte dele) Ele fala que também está apaixonado por ela! Se quiser pode rolar um hot - nathvasconcelos  

*Aqui nesse link http://hot-1d-imagine.tumblr.com/pedidos vocês podem ver quais e a ordem que em os imagines vão ser postados, se o seu não estiver na lista é porque infelizmente não chegou, vou estar sempre atualizando a lista*
***

Imagine do Zayn: Zayn é um criminoso e a (S/n) é certinha.

Eu estava apaixonada por um dos maiores criminosos do Reino Unido, tudo aconteceu quando minha amiga, Kate, me levou para um racha, lá eu usava uma roupa extremamente desconfortável que ela me obrigou a usar, que era uma vestido preto colado e um pouco curto e um salto alto vermelho, eu não sou do tipo que vestes roupas curtas, eu uso mais roupas confortáveis e folgadas, mas eu sabia que com essa roupa que Kate escolheu eu ia chamar atenção, e não deu outra, eu acabei atraindo a atenção de Malik, o maior criminoso do Reino Unido, todos conhecem o seu sobrenome, mas ninguém conhece seu nome verdadeiro, ele é conhecido pela sua possessividade, quando ele diz que uma coisa é sua ela é sua, ninguém ousa o contrariar, também conhecido por seu sangue frio e a falta de misericórdia, eu não fazia idéia de como era o Malik até ele vir até mim, me puxar pela cintura e dançar colado comigo. No começo me assustei, mas quando eu vi no olhar da mina amiga que eu devia aceitar, eu entendi tudo, aquele homem com cabelos negros, olhar sexy, um corpo bonito e os braços tatuados,era o próprio Malik, e foi nesse dia que eu me apaixonei, sim foi amor a primeira vista, eu sou uma completa idiota, ele é perigoso e eu sou mais na minha, não gosto de chamar atenção, sou reservada, tão reservada que tenho 19 anos e sou virgem .

Já o Malik não, ele é tudo o que eu não sou, ele é o meu oposto, mas dizem que os opostos se atraem .

Faz um mês, depois daquele racha que eu conheci ele, que eu não vejo o Malik, ele sumiu, no dia do racha nós dançamos e trocamos os números e passamos o resto da noite juntos apenas nos pegando, mas quando ele pediu para aprofundar as coisas eu disse “não”, ele ficou surpreso, com certeza nenhuma mulher disse não para ele, mas eu não ia me entregar para um homem que eu mal conheço .

Agora eu estou aqui andando pelas ruas de Londres tentando ir para casa, nenhum táxi passa pelas ruas eu estou sozinha, quando escuto passos atrás de mim, viro o rosto levemente e percebo que são dois homens com casacos escondendo a cabeça .

Apresso o passo e percebo que eles também, nesse momento eu já começo a rezar todas as orações que eu conheço . Começo a correr e os homens também, eles me alcançam e me jogam no chão de um beco qualquer, grito quando um deles sobe em cima de mim e rasga minha blusa e deixa meu sutiã amostra, ele sorri e eu sinto que a qualquer momento eu vou desmaiar, o outro puxa meu cabelo para trás e eu solto mais um grito de dor, o que estava em cima de mim abre a minha calça e eu consigo chutar suas bolas, ele cai para trás e o homem numero 2 dá um tapa na minha cara e eu sinto o sangue escorrer do lado do meu lábio, escuto novos passos e fecho os olhos, vou morrer, hoje eu vou morrer e nem me despedi das pessoas que amo . Escuto dois tiros e me tremo inteira, escuto passos na mina direção e abro os olhos, vejo Malik na minha frente com uma arma na mão . Engulo o choro que queria soltar, mas minhas mãos tremem mais do que tudo . Ele guarda a arma no cós da calça e me pega no colo e depois se abaixa para pegar a minha bolsa .

Ele me leva até o seu carro que está parado de qualquer jeito na rua e me coloca sentada no banco e ele dá a volta e entra no carro e se senta a logo dá a partida e sai cantando pneus .

- Ah … obrigada – Digo e ele apenas assente . – Como sabia que eu … estava lá? – Pergunto e ele dá de ombros .

- Depois do racha eu simplesmente sei todos os seus passos – Ele diz com a voz rouca e eu me arrepio.

- Como assim? – Pergunto sem entender .

- (S/n) você é minha a partir do momento em que eu te vi naquele racha, totalmente deslocada, você acha que eu ia deixar você ser estuprada por aqueles filhos da puta? Entenda, ninguém toca no que é meu – Malik fala normalmente e mais uma vez eu me arrepio .

Deus do céu .

- Eu sou sua? Não Malik, eu não posso ser sua, eu nem te conheço, não sei nada sobre você, eu não sou um objeto, não tenho dono, sou livre … olha eu te agradeço do fundo do coração por ter me salvo, isso é uma coisa que eu nunca vou poder retribuir,  sou eternamente grata a você, mas ser sua ? não somos namorados, não temos nada – Digo e vejo ele apertar o volante com força .

- Eu sei que está apaixonada por mim – Malik diz e vejo um sorriso malicioso aparecer no seu rosto .

Me engasgo.

- O que ?- Pergunto assustada .

- Uma das vantagens de ter uma amigo que namore a sua melhor amiga – Malik diz – Kate, não é mesmo? Bom ela disse para o Liam que você ficou apaixonada por mim desde o momento em que me viu no racha, sabe, eu não me apaixono mas eu sou possessivo e eu já te declarei como minha, no mundo do crime todos sabem que é (S/n), você é conhecida como a (S/n) do Malik, se acostume com isso – Malik diz e eu o encaro embasbacada .

- Você é louco e psicopata – Falo e ele ri.

- Obrigado, mas para deixar você feliz, eu tenho sentimentos por você também- Ele diz e me leva para minha casa .
***
Se passam 3 meses e durante esse tempo Malik e eu ficamos mais próximos, nós viramos ficantes e estávamos quase tendo algo sério, todos da gangue dele me respeitava e eu achava isso muito estranho.

Eu estava na casa dele junto com os meninos e a Kate, nós tínhamos virado amigos muito rápido, eles eram maravilhosos, eram perigosos mas eram maravilhosos . Eu estava esperando o Malik chegar, ele tinha me chamado para sair com ele, mas até agora ele não tinha aparecido, esse ia ser o nosso primeiro encontro segundo o que ele disse e eu confesso que estou muito animada e nervosa .

Já fazia 3 horas que ele não aparecia quando a porta da casa é aberta e entra ele junto com duas loiras siliconadas beijando o pescoço dele e ele sorrindo malicioso pra elas, os meninos me encaram e eu encaro a cena com cara de nojo e desapontamento .

- Então é isso que você estava fazendo quando eu te esperava para a gente sair ? – Pergunto com a voz séria, nunca fui boa em discussão eu sempre ficava com a voz embargada, mas agora eu estava com tanta raiva com tanto ciúmes que eu estava mais segura do que nunca .

Zayn me encara e larga as loiras .

- Pois bem, se divirta com as vadias que só querem saber do seu dinheiro, do seu status, porque a mulher que estava disposta a te amar sem ligar para nada disso está indo embora e você nunca mais vai olhar na cara dela – Digo e pego minha bolsa e saio andando de maneira firme . Zayn segura o meu braço me impedindo de sair .

- Quero todos fora dessa sala … AGORA – Malik grita e todos saem da casa, até as loiras nojentas. Ele me puxa até o sofá da sala .

- Você não vai para longe de mim, você irá ficar do meu lado porque é minha – Malik diz e eu rio.

- Eu estava começando a achar que seria sua, mas o que eu vi aqui e o que você pode ter feito por trás me deixa totalmente insegura com você, você acabou de me mostrar que não merece meu amor nem o meu respeito, desculpe Malik – Digo e caminho até a porta da casa dele .

- A partir de hoje, eu não sou mais a (S/n) do Malik – Termino e saio pela porta e vou embora .
***
Fazia hoje duas semanas que eu não via o Malik, LLiam e Kate viviam dizendo que ele estava indo de mal a pior quando eu sai de perto dele , estava se entregando ao álcool e ao cigarro e isso eu não podia permiti, meu coração idiota apaixonado não deixava .

Por isso eu estou aqui, na frente da casa dele pronta para por ele na linha .

Entro na casa e vejo vários vasos quebrados e as paredes sujas de terra causados pelos vasos .

Deus .

Caminho até o escritório dele e abro a porta e vejo ele abrir um nova garrafa de whisky.

- Malik, pare agora – Falo séria e ele me encara surpreso .

- O que … o que faz aqui ? – Ele pergunta e eu me aproximo e tomo a garrafa da mão dele .

Ele ainda não está bêbado, mas pretendia já que em cima da mesa dele tem uma caixa cheia de bebidas alcoólicas .

- (S/n) me perdoa, eu fui um filho da puta, eu fui um idiota, eu não mereço você, depois que eu te perdi eu senti, eu consegui entender tudo o que eu sinto por você, porra cacete eu te amo demais, eu não consigo viver sem você, olha meu estado – Ele abre os braços e eu vejo as roupas dele bagunçadas e amassadas

– Eu realmente não consigo ficar sem você (S/n), depois que você foi embora, eu não me envolvi com nenhuma mulher, eu só conseguia pensar em você, apenas em você o dia toda e a noite eu ainda sonhava com você . Por favor me perdoa, eu te amo, eu não te mereço mas eu sou egoísta demais para não te ter .

- Malik… – Digo com um fio de voz – Eu quero você – Digo e ele me encara surpreso e sorri de uma maneira linda para mim, ele anda até mim sussurrando “eu te amo” o tempo todo e toma meus lábios no seu .

- Venha, vou mostrar o meu quarto, o NOSSO quarto – Ele diz com um sorriso sensual no rosto.

Eu o acompanho e subimos as escadas, passamos pelo corredor e chegamos ao quarto do Malik que é espaçoso e bem confortável . E tem uma enorme cama no meio . Eu observa tudo . Sinto Malik atrás de mim e ele me abraça por trás .

- Sempre pensei que seria o primeiro a te ter – Ele diz sentido o meu cheiro .

- Você vai ser o primeiro – Digo em um fio de voz .

- Ah (S/n), você me deixa tão duro – Ele diz me virando de frente e logo se abaixando na minha frente retirando os meus sapatos . Dou um passo pro lado quando vejo estou sem sapatos . Malik me segura pela cintura e me faz se sentar na cama e mais uma vez se abaixa na minha frente.

- Quero que me chame pelo meu primeiro nome, que é Zayn – Ele diz passando as suas mãos pelas minha pernas chegando na barra do meu vestido e puxando para cima e logo o retira me deixando apenas de calcinha e sutiã de rendas pretas. Fico surpresa com o seu nome, é diferente e eu acho bonito .

Zayn abre as minhas pernas, me deito na cama e ele me faz colocar as pernas em cima de seu ombro me deixando mais fácil para ele  . Ele coloca de lado o pequeno tecido que esconde a minha intimidade. Prendo a respiração quando sento a respiração de Zayn bater naquele ponto e logo em seguida sento uma lambida naquela área e gemo na mesma hora . Zayn não espera mais e já começa a me chupar com força e a dar leves mordidas no local . Começo a gemer alto e me seguro nos lençóis da cama . Ele continua com a tortura deliciosa em mim, que me contorço em baixo dele . Zayn rasga a minha calcinha e joga os resto em um local qualquer . Nunca senti tamanho prazer em toda a minha vida e logo sinto um prazer absoluto tomar o meu corpo em espasmos . Chego ao clímax com um grito de puro prazer, deixando Zayn mais excitado do que já está .

Ele se levanta e noto que sua boca está um pouco brilhante de seu gozo e isso me deixa mais excitada . Ele fica por cima de mim e retira o meu sutiã, ele encara os seios brancos e os mamilos rosados . Zayn abocanha um seio e o chupa me fazendo gemer e jogar a cabeça para trás . Logo ele repete o mesmo procedimento com o outro seio, quase me levando ao orgasmo novamente .

- Ah (S/n), você tem a pele mais macia de todas, quero prová-la de todas as maneiras –Zayn diz e logo sai de cima de mim. Ele retira o sapato, a calça e sua blusa . Ficando apenas de boxer .  Sento na cama e passo a mão pela extensão dura de Zayn. Ele solta um gemido .

Abaixo sua boxer e ele sorri com isso, ele retira totalmente a boxer e a joga em algum canto e encaro o membro grande e totalmente duro de Zayn. Eu queria chupá-lo mas logo me vejo abaixo de Zayn.

- Você toma pílula ? – Ele pergunta e eu assento mordendo o lábio .

- Sim – respondo e uma expressão de puro desejo toma a face de Zayn.

- Agora eu vou te fazer minha – Ele diz e me faz abrir mais as pernas de e se encaixa lá, ele passa lentamente a cabeça de seu membro pela mina abertura sedenta e eu gemo baixo . Zayn está cara a cara comigo e ele observa todas as minhas expressões .

- Oh,Zayn… por favor – Suplico e ele sorri lascivamente e suga o meu lábio inferior .

- Claro, Babe – ele diz e me penetra devagar, sabendo que eu sou  virgem ainda.

Sinto ele me preenchendo e sinto uma dor quando ele passa pelo hímen . Dou um gemido de dor e faço uma leve careta e Zayn me beija com vontade me fazendo esquecer da dor . Ele começa e dá a primeira estocada . Gemo .

- Continuo ? – Ele pergunta com os dentes cerrados .

- Oh sim – Digo e Zayn dá mais uma estocada me fazendo gemer .

- Mais ?- Ele pergunta sorrindo .

- Por favor – Suplico jogando a cabeça pra trás .

Zayn sorri lascivamente e começa a se mexer dentro de mim, dando estocadas fortes e duras, ele beija o meu pescoço e eu passo as mãos pelos braços dele . Gemo alto a cada estocada que Zayn dá e ele geme toda vez que eu me aperto em sua volta .

- Ah, você é tão apertada, (S/n), oh – ele diz com os dentes cerrados e logo depois gemendo junto comigo . Passo a mãos pelas costas dele.

- Oh Zayn… –Gemo alto quando ele entra dentro de mim com mais força .
Zayn não para de dar estocadas . Começo a sentir aquela sensação ótima  e eu mordo os lábios.

- Venha, babe, goze junto comigo, goze –Zayn manda e eu não consigo me controlar e gozo ao redor de Zayn com um grito .

Ele também goza junto comigo se derramando dentro de mim, sinto sente os jatos quentes de Zayn me preencher e isso me deixa mais saciada . Zayn cai por cima de mim e passa as mãos carinhosamente por minhas costas .

- Saciada ? –Ele pergunta quando sai de cima de mim e se deita ao meu lado .
Dou um sorriso e assento .

- Eu não sabia que era tão … bom –Digo e coro quando pronuncio as palavras .

- Só poderá ter essas sensações comigo –Zayn diz totalmente possessivo e me puxa para seus braços e me mantém ali . – Agora você é definitivamente a (S/n) do Malik – Zayn diz e eu sorrio e o beijo .


Espero que tenham gostado, se sim, mande uma ask me dizendo ;)

Gangster

Atenção: Imagine Hot

Atenção: Jeon Jungkook

Originally posted by jeonify


Faltavam poucas coisas para a minha mala ficar pronta. Peguei meus óculos de sol e já coloquei na cabeça para não esquecer. Sábado era o casamento de minha irmã Natalie e nós estávamos indo hoje, quinta-feira, passar a despedida de solteira dela em Las Vegas. Vendo que aquilo era tudo que eu precisava levar, fechei a mala e saí de casa.


Minha irmã e nossas duas outras amigas, Lisa e Mina, já me esperavam no carro. É claro, sou sempre a atrasada. Coloquei a mala no porta-malas e nós finalmente caímos na estrada. Lisa pediu para que eu colocasse uma música bem agitada, e foi exatamente o que fiz. 


– Últimos dias como solteira, como se sente? – Perguntei a Natalie.


– Acho que vou sentir saudades – Ela disse rindo e todas nós rimos também.


Fomos cantando músicas o caminho todo, chegamos em Las Vegas por volta de umas seis horas da noite. Rapidamente nos hospedamos em um hotel e fomos nos trocar para a grande noite. O nosso quarto era incrível. A vista era maravilhosa, haviam quatro quartos, a sala era enorme e a cama do meu quarto era a mais macia do mundo. 


Infelizmente — Ou felizmente — não iríamos poder desfrutar daquele belo quarto, pois estaremos dançando muito loucas em alguma boate. Assim que saí do banho, coloquei uma Lingerie preta, de renda. Coloquei meu vestido vermelho que ficava um pouco acima do joelho, ele era um pouco decotado também.


Depois de fazer chapinha em meu cabelo, passei uma maquiagem bem pesada. Por último, coloquei meu salto preto. Nós todas estávamos vestidas para causar. Essa noite, Las Vegas era nossa. Antes de sair, para deixar tudo melhor, tomamos uma dose de Whisky cada uma, e então saímos.


A primeira parada seria em um cassino muito famoso, onde também tinha uma das melhores boates do lugar. Assim que entramos, uma música de hip-hop já estava tocando alto ali. Fomos para o lado do lugar onde estava a boate e não demoramos muito para formar uma rodinha de dança ali. Dancei como se o mundo fosse acabar e não cansei. 


Olhei de relance para o lado enquanto dançava, para o cassino logo ao lado, e percebi que havia um garoto me observando. Ele era alto, cabelos castanhos, tinha algumas correntes douradas em seu pescoço. O olhar dele sobre mim… Confesso que estava me deixando um pouco sem ar. Virei-me para Mina e perguntei que tipos de pessoas eram aquelas, ela olhou apenas de relance e já se virou para mim.


– Uma amiga minha disse que muitos Gangsters vem nesse cassino. Agora, não sei se é verdade. 


Apesar de ter achado ele muito bonito, depois do que Mina disse, parei de olhar para ele. Continuei dançando normalmente, aquele era apenas o começo dos dois dias que passaríamos em Las Vegas. 


Depois de algum tempo, já havia dançado tanto que meus pés já estavam doendo. Avisei para as garotas que iria pegar alguma bebida no bar e descansar um pouco as pernas. Elas gritaram um “Aham” e rumei para o bar. Assim que cheguei e me sentei, juro pude ouvir meu pés agradecendo. 


Pedi uma dose de tequila e fiquei ali, esperando. Fiquei olhando para as pessoas se divertindo na boate, quando percebi que no meu campo de visão havia surgido um dos caras que estavam com o tal moreno que me encarava antes. E o pior, ou eu estava muito louca, ou ele estava olhando diretamente para mim. 


Assim que ele chegou bem perto de mim, senti meu braço ser puxado com força, fazendo eu sair do banco que eu estava sentada. O homem começou a me carregar por uma porta lateral da boate, tentei gritar e espernear, mas com o volume da música, seria difícil alguém me ouvir.


– O QUE VOCÊ TÁ FAZENDO? ME SOLTA!!!


Ele não respondeu, apenas continuou me carregando. Aquela hora, eu já estava ficando desesperada. Então outro homem abriu a porta lateral, a qual saía na rua e um carro estava ali esperando. Ele me empurrou para dentro do carro e entrou logo em seguida, então o carro deu partida. Minha respiração estava acelerada e meu coração estava descontrolado dentro do peito. Não sabia para onde estavam me levando e nem o que iriam fazer comigo. Eu estava com muito medo.


(…)


O carro finalmente havia parado e a porta da esquerda foi aberta, outro homem estava ali e me arrastou para fora do carro. Olhei para frente e pude ver que estávamos entrando em uma outra boate, mas esta estava vazia. Três homens me levaram para dentro, mas não ficamos na parte de baixo. No lugar haviam duas escadas laterais, eles me levaram pela escada direita. No final das duas escadas havia uma grande entrada, que dava para um corredor. 


Os caras me arrastaram por aquele corredor até a última porta, grande e com fechaduras douradas. Assim que a abriram, vi que haviam mais garotas ali, todas como eu: Assustadas. Elas estavam todas uma do lado da outra, e os caras me colocaram ao lado delas. Depois disso, mais quatro homens entraram pela mesma porta que entrei, um deles era o garoto que me observava na boate. 


Ele analisou um pouco todas as garotas, inclusive eu. Então deu um grande sorriso e abriu os braços.


– Sejam bem vindas, garotas! Eu me chamo Jeon Jungkook, e vocês estão aqui porque eu quero fazer uma proposta para vocês. 


Ele fechou os braços e começou a andar pelo quarto, ainda analisando cada uma de nós. 


– Como vocês devem ter visto, há uma boate no andar de baixo. Mas vocês devem ter percebido que, ela está vazia! Isso porque ela irá inaugurar hoje, um pouco mais tarde, e para isso, eu preciso de dançarinas. 


Jeon colocou os braços para trás e continuou falando.


– Cada noite, cinco caras no mínimo, dois mil dólares. Entenderam? 


Ah, não. Ele estava procurando por… Por garotas para serem prostitutas! Acabei me desesperando mais do que o normal e comecei a apertar a barra do meu vestido. 


– Dois mil dólares por noite? – Perguntou a garota ao meu lado.


Jungkook direcionou seu olhar a ela.


– Isso mesmo, babe. 


A garota pareceu se animar no mesmo instante, assim como todas as outras. Eu apenas queria ir embora dali. 


– Eu não aceito a sua proposta! – Disse em alto e bom som – Posso ir embora agora?


Jungkook se aproximou de mim, ainda com os braços para trás. Ele sorriu de canto e fez sinal para que um dos caras me levasse dali. Por instinto, dei uma cotovelada na cara do homem, me soltando do mesmo. 


– EU QUERO IR EMBORA! VOCÊ NÃO PODE ME PRENDER AQUI! – Gritei, fazendo todas as meninas olharem para mim.


Jeon se aproximou até ficar cara a cara comigo, sua mão segurou meu rosto, fazendo eu olhar diretamente para seus olhos castanhos.


– Ah eu posso sim, meu amor. Levem ela daqui, tranque-a em um dos quartos.

 
Dois homens me seguraram dessa vez, ficando um pouco difícil de me soltar. Eles me levaram para um quarto naquele mesmo corredor, me jogando ali dentro e me trancando. Dei murros na porta algumas vezes, mas eles não voltaram. Quando me virei para olhar o quarto, confesso que me impressionei.

 
Uma cama no centro, uma janela enorme atrás, cortinas transparentes. Luzes coloridas no teto, e um tapete de veludo preto por todo o quarto — Menos no banheiro. O fato de eu ter me impressionado não me deixou com menos medo. 

O que eu iria fazer? Como sairia daquele lugar? Sentei na cama e fiquei pensando em uma solução para sair dali. Mas aquela cama era tão macia que acabei me deitando, e é claro, adormecendo logo em seguida.
Senti uma mão acariciando meu rosto lentamente, abri os olhos e percebi que era Jungkook, sentado na cama, ao meu lado. 


– Bom dia, babe. A boate inaugurou a alguns minutos. E bom, já que você não aceitou minha proposta, o que acha de vir conhecer a minha sala? 


– E eu tenho escolha? – Perguntei, me levantando. 


Ele não respondeu, apenas ficou analisando cada centímetro do meu rosto, me deixando corada.


– Você é muito bonita – E se levantou – Não, você não tem escolha – Falou, estendendo sua mão para que eu segurasse. 


Assim que saímos do quarto, já pude ouvir a música no andar de baixo. O garoto me levou até um mesmo quarto daquele corredor, um clássico escritório. Ele fechou a porta e se sentou em sua mesa, pegou um copo e colocou alguma bebida e ficou ali, bebendo e olhando para mim. 


– Sabe, você se daria bem se aceitasse minha proposta. Qual é, olha pra você, qualquer homem perderia a cabeça. 


Analisei bem Jeon Jungkook. O formato de seu rosto, o jeito como agia… Não podia negar, ele era realmente muito, muito bonito. 


– Uma pena que eu não vou aceitar – Falei.


Ele tomou um último gole de sua bebida e colocou o copo em cima da mesa, suspirando.


– Oito mil por noite, pode ser só dois caras. Vai ser a dançarina mais bem paga de Las Vegas. 


Já estava me irritando com aquela conversa. Eu dando pra caras desconhecidos por dinheiro? Não, com certeza não. Me aproximei da mesa de Jungkook, espalmei minhas mãos na mesa dele, derrubando seu copo. 

– Você pode pegar seus oito mil dólares e enfiar onde quiser. Eu não vou ser sua dançarina, ou prostituta ou como você chamar. 


Ele sorriu e eu tive uma vontade imensa de dar na cara daquele garoto, mas apenas saí dali, batendo a porta com força. O pior de tudo, é que Jeon estava me deixando totalmente e completamente excitada. Se eu ficasse trancada em uma sala com ele só mais uma vez, não poderia me responsabilizar pelos meus atos. 


Mas ele não iria saber disso, é claro que não. Por que eu não ficaria trancada com ele em uma sala novamente. Eu iria sair daquele lugar. Rumei para a escada por onde entrei e estava pronta para descê-la quando um daqueles brutamontes dos guardas me puxou de volta, me levando para o meu quarto.
Eu dormi novamente, não por muito tempo, e mais uma vez, eu acordo e Jungkook está no meu quarto. Mas dessa vez, ele estava perto da porta.


– Deixo você ir embora. Mas antes, posso te mostrar um lugar? 


– Por quê? – Perguntei, confusa – Mais uma proposta?


– Não, sério. Só quero te mostrar um lugar antes de você ir embora. Por favor!


Ele estava fazendo uma carinha de cachorrinho perdido e que precisava de carinho. Não consegui recusar. Levantei, suspirando, e o segui novamente. Mas dessa vez, ele me levou para um elevador. Nós entramos no elevador e as portas se fecharam. Cruzei os braços e tentei o máximo que pude não olhar para o lado, sentia que Jeon estava olhando, e aquilo me deixava cada vez mais quente. 


As portas se abriram e a minha frente havia apenas um longo corredor, com uma porta no fim. Ele fez sinal para que eu saísse do elevador primeiro e eu fui, assim que cheguei na frente da porta, Jungkook a abriu.


Era um quarto e n o r m e. A vista daquele lugar era simplesmente impecável. Tinha uma grande sacada com cortinas brancas, uma leve brisa entrava pelo lugar. Praticamente todo o lugar que eu olhava havia ouro. Vasos, quadros, armários. 


Sem conseguir dizer nada, fui até a sacada e fiquei olhando a vista dali. Era tão, tão lindo. Simplesmente amava vistas das cidades. Todas aquelas luzes… Era maravilhoso.


– Você gostou? – O garoto perguntou, fazendo-me virar. 


– Sim. É… Muito lindo. 


– Então… O que você acha de dez mil? 


Eu sorri, mas estava morrendo de ódio daquele idiota. Me aproximei dele e, como ele estava sentado em uma das poltronas, coloquei minhas mãos nos dois braços da poltrona, ficando muito próxima dele.


– Você disse que não iria fazer propostas! Eu não vou aceitar, Jungkook, desiste!


Nossas respirações estavam misturadas, e a dele parecia ter se alterado. Ele me olhava tão profundamente nos olhos que poderia enxergar a minha alma. Percebi que minha respiração estava começando a ficar alterada também, então tentei sair dali antes que pudesse fazer alguma besteira.


Assim que me virei para sair, senti minha cintura ser puxada para trás com força, fazendo-me cair sentada… No colo dele. Eu conseguia sentir um volume, sabia que era da calça dele. Ele puxou meu cabelo pra trás lentamente, fazendo meu ouvido ficar perto de sua boca. 


– Tudo bem, eu já entendi que você não quer aceitar minha proposta. Mas, eu vi o jeito que me olha. E sabe, se quiser, eu posso te levar do céu ao inferno em cinco segundos. 


Enquanto ele dizia essas palavras, senti uma de suas mãos descendo lentamente pela minha coxa direita, a abrindo devagar. Então seus dedos foram descendo… Descendo, até encontrarem minha intimidade, que convenhamos, já estava bem molhada. 


– Eu… Eu não quero – Falei o mais claro que consegui.


Seus dedos rodopiaram lentamente ali em cima. Eu não consegui segurar, um pequeno suspiro escapou de minha boca.


– Seu corpo não diz o mesmo, princesa… 


– Não quer…


Antes que eu pudesse terminar a frase, a outra mão de Jeon foi até meu seio esquerdo e o apertou, ao mesmo tempo que massageava meu clitóris devagar. 


– O que estava dizendo, hum? – Ele disse com a voz rouca em meu ouvido. 


Simplesmente não conseguia mais segurar aquela vontade imensa que eu estava tendo dele. Não dava mais para negar.


– Eu quero – Disse entre suspiros. 


– O que você quer que eu faça, meu amor? – Ele sussurrou, mordendo o lóbulo da minha orelha em seguida.


Gemi manhosa quando seus dedos apertaram minha intimidade mais forte. 


– Eu quero que você me foda… Bem… Fundo.


Mal terminei de falar e senti os dedos de Jungkook colocarem minha calcinha de lado, penetrando minha entrada com um dedo. 


– Nossa, como você é apertada… – Ele disse, suspirando em seguida.


Mordia meus lábios com tanta força para não gemer, que não demorou muito para eu sentir o gosto de sangue. Jeon penetrou mais um dedo em minha entrada, dessa vez aumentando os movimentos e indo, como eu havia pedido, bem fundo. Abria as pernas cada vez mais, revirava os olhos nas órbitas. 


– Não segura os gemidos, amor. Geme pra mim, vai – Ele pediu manhoso.


E dessa vez eu gemi, e a cada estocada, eu gemia mais alto. Mais umas cinco daquelas e eu senti meu líquido escorregando pelos dedos dele. O garoto levou seus dedos até sua boca e os chupou. Assim que vi aquela cena, eu fiquei ainda mais molhada. 


Ele se levantou e segurou minha cintura, juntando nossos corpos. Ele me levou até uma mesa, derrubou todos as coisas que tinham em cima e pegou-me pelas coxas, me colocando em cima. Envolvi sua cintura com minhas pernas e nossas intimidades entraram em contado. Senti seu membro ficando cada vez mais duro.


Ele segurou meu rosto e foi fazendo uma trilha de beijos. Começou no ombro e foi subindo pelo pescoço até chegar na minha boca. Encostou seus lábios bem superficialmente nos meus, enquanto suas mãos subiam meu vestido lentamente. Estava tão desesperada que segurei seu rosto e juntei nossos lábios de uma vez, iniciando um beijo voraz e necessitado. 


– Sem pressa, ___________ – Ele disse, parando o beijo e rindo.


O olhei confusa.


– Como sabe meu nome? 


Ele me encarou nos olhos mais uma vez. 


– Você foi escolhida por mim para estar aqui, é óbvio que eu sei o seu nome. E posso ser sincero com você? 


Balancei a cabeça positivamente. 


– Eu gosto desse seu jeito. Você é marrenta, não aceita tudo que dizem pra você. Isso é bom, __________, sério. 


Não consegui ficar sem sorrir. 


– Além de ser – Ele me encarou de cima a baixo, mordendo os lábios – Muito linda. 


Senti minha intimidade pulsar de desejo. Segurei a cintura do garoto e a puxei pra mais perto de mim, iniciando um beijo suave dessa vez. Jungkook tirou meu vestido e depois de me analisar por uns cinco segundos, me pegou no colo e me levou para o sofá, onde me fez sentar, de pernas abertas. 


– O que você vai faz…


Não consegui terminar a frase pois o dedo indicador de Jeon foi de encontro com meus lábios, puxando o meu lábio inferior levemente pra baixo e soltando. Ele tirou seu terno e começou a desabotoar sua camiseta na minha frente, olhando diretamente para os meus olhos. 


Depois que terminou, vi que ele começou a subir suas mãos pelas minhas pernas até chegar na barra da minha calcinha, a qual ele rasgou rapidamente. E é claro, fez tudo isso olhando em meus olhos. O garoto beijou minha coxa interna lentamente, me deixando cada vez mais necessitada.


Então ele aproximou seu rosto de minha intimidade, deixando um pequeno beijo ali. Eu arfei e joguei minha cabeça para trás. Jungkook começou a me estimular com a língua sem pressa alguma, levei minha mão até seus cabelos e os puxei com certa força. 


– Acho que já está bem molhada – Ele disse, levantando e tirando seu cinto, sua calça e sua cueca em seguida.


Seu membro estava bem animado, o que me fez querer ele dentro de mim mais do que nunca. O garoto me levantou e se sentou, ele espalmou as mãos no sofá e olhou pra mim. Ele queria que eu sentasse nele, e eu o faria bem devagar. Levei minha mão até seu membro e o massageei um pouco, fazendo Jungkook suspirar e morder os lábios em seguida.


Assim que vi que ele estava entregue, procurei por uma camisinha naquele lugar e ele me apontou um armário ali perto, eu a coloquei nele e fui sentando lentamente em cima dele, enquanto seu membro entrava em minha entrada. Nossos gemidos começaram a se sincronizar agora, e quando ele estava completamente dentro de mim, eu comecei a rebolar pra frente e pra trás, depois pra baixo e pra cima. Rapidamente. 


Ele abriu meu sutiã e assim que meus peitos estavam a mostra, enquanto apertava um, Jungkook chupava o outro. Depois fazia isso de novo, alternando. Comecei a arranhar os ombros dele, não estava aguentando tudo aquilo e não ia demorar pra eu chegar no meu ápice. Dito e feito, depois de umas duas reboladas daquelas, eu cheguei no céu.


Mas ele não parou, me fez deitar no sofá e continuou me penetrando fundo. Os espasmos do primeiro orgasmo ainda me atingiam, mas eu também não queria parar. Depois de algum tempo ele chegou em seu ápice também, se soltando em cima de mim e gemendo baixinho em meu ouvido, o que me fez ficar completamente arrepiada. Ele tirou a camisinha e colocou em um lixo que havia ali perto. 


Ficamos ali deitados, respirando rapidamente e com os corações batendo no mesmo ritmo. Jungkook riu e se levantou um pouco, ficou me olhando. Ele estava todo suado e com o cabelo todo bagunçado. Mas que droga, eu já estava molhada de novo.


Jeon levou sua boca até minha orelha, mordeu de leve e levou seus dedos até minha intimidade novamente, estimulando meu clitóris devagar. Agarrei seu cabelo com o susto e um suspiro escapou de minha boca. 


– Eu quero você de novo… Só que dessa vez, na banheira.


– Jungkook, acho melhor n…


Ele apertou minha intimidade e eu gemi alto. Fechei os olhos, mordendo os lábios. Não podia negar, eu já o queria de novo. 


– O-ok. 


Ele pegou outra camisinha e me guiou até o banheiro. Jeon encheu a banheira e quando ela estava totalmente cheia, o garoto se sentou dentro dela. Eu me sentei em cima dele, a água estava morna, ótima. Peguei a camisinha e logo coloquei nele. Ainda não havia sentado em seu membro, queria torturá-lo um pouco.


Fiquei acariciando seu peitoral enquanto encarava cada traço em seu rosto. Senti as mãos do garoto descerem até minha a bunda e a apertarem forte, fazendo eu suspirar. Eu queria que ele implorasse pra mim, então iria fazer o que fosse preciso. 


Segurei seu membro e fingi que iria colocá-lo em minha entrada umas três vezes. Jungkook gemeu, jogando a cabeça para trás. 


– Implora pra mim, Jungkook…


– Por fa-favor, quero foder essa entrada apertadinha – Falou, apertando minha cintura. 


Dessa vez eu deixei que ele entrasse dentro de mim, por inteiro, enchendo cada centímetro meu. Dei um gemido longo na primeira rebolada, seguido por um gemido de Jungkook. Comecei a me movimentar rápido e mais rápido…


– J-Jungkook – Gemi, apertando seu ombro. 


Aumentei os movimentos e Jeon aumentou a pressão em minha cintura. 


– J-JUNGKOOK…


Sentia meu corpo entrando em colapso, minhas pernas tremiam, a água só deixava tudo melhor. Jeon gemia tão alto quanto eu, suas mãos apertavam minha cintura tão forte que eu sabia que ficariam marcas vermelhas.  Então eu rebolei mais fundo no membro de Jungkook e senti meu ponto de mais prazer ser atingido. Aquilo foi o meu inferno. 


Gemi tão alto que fez eco no banheiro todo. Ele segurou minha bunda e a apertou, eu rebolei mais fundo, e mais fundo, atingindo aquele ponto umas cinco vezes. Então na sexta vez, meu céu chegou. Caí em cima de Jeon, sem forças e sentindo o melhor orgasmo que havia tido na vida. Depois de alguns segundos tentando me recuperar, tirei a camisinha dele e a coloquei no lixo do banheiro. 


– Ainda bem que você não aceitou minha proposta. Você pode até ser uma pornstar, mais tem que ser a minha pornstar. 


Eu o encarei, confusa. 


– Minha? 


– É, se você quiser. 


Eu ri.


– O que acontece em Vegas, fica em Vegas, Jungkook. 


– Você é boa demais pra eu deixar ir embora desse jeito. Pelo menos uma amizade colorida? – Perguntou ele, beijando meu pescoço.


– T-tudo bem, Gangster – Falei, suspirando. 

Ele sorriu ao ouvir eu dizer “Gangster” e eu o beijei intensamente. Depois de tomar um banho, Jeon deixou eu ligar para as minhas amigas do celular dele. Eu avisei a elas que havia conhecido um cara e que fui conhecer o quarto dele, o que não deixava de ser verdade. Ainda era sexta-feira, dava tempo de voltar para o casamento, e claro, de mais um round com Jeon Jungkook. 

N/A: Jesus, esse ficou longo, hein? Digam-me o que acharam! <3

~ChimChim

Oi, gente linda!! Tudo bem? Espero que sim!! Antes de começarem a ler quero pedir desculpas à Flor que fez esse pedido pra mim… Sinto muito pela demora. Quero dizer também que eu não gostei muito do resultado do imagine em alguns quesitos, mas esse foi o melhor que fiz e que se você não gostou da forma como foi escrito e quiser pedir para refazê-lo, sinta-se a vontade! E eu estou postando pelo celular, então se tiver algum erro ou algo do gênero, peço desculpas pela forma que ficar o texto. Beijinhos e boa noite. Espero que gostem 😘❤️

Isa xx

x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x Me levantei do assento do cinema, sentindo meu celular vibrar. Harry, assim como eu, suspirou ao ver quem me ligava. Louis…

- Amor… Eu preciso ir - falei baixo, olhando a carinha triste do Harry.
- Por favor, fica - pediu, colando as nossas testas - Deixa só o filme terminar, inventa qualquer coisa pra ele.
- Você sabe que ele vai ligar mais de vinte vezes pra mim até que o filme acabe. Ele pensa que eu to em casa fazendo nada. Amanhã a gente se encontra de novo… - terminei dando um selinho nele.
- Então eu vou com você, digo que te encontrei no meio do caminho e você pediu carona - sugeriu.
- Okay - assenti com a cabeça.

Nos levantamos e fomos embora do cinema, então nos dirigimos em direção a casa de Louis. Harry estacionou o carro e ficamos parados por um tempo, apenas olhando pra frente.

- Acho que já está na hora de assumirmos isso. Não dá mais! Ele é muito ciumento com você mas vai precisar entender que agora você é minha namorada.
- Eu sei, mas não quero magoar ele. Espere mais um pouco, Harry… Até as coisas melhorarem.
- Mas e eu? Me magoa não poder agir como namorados quando ele está por perto!
- Harry, por favor… - tentei, mas fui interrompida por Harry novamente.
- (S/N), faz dois meses que temos namorado escondido de todos, e tudo por causa dele! Não entende o quanto isso é frustrante?
- Entendo, mas te peço só mais um pouco de tempo. Uma semana ou duas, vou amolecendo ele aos poucos e depois eu conto. Juro…

Saí do meu assento e fui para o colo de Harry.

- Por favor - sussurrei com a minha boca colocada na dele.
- Uma semana! - ele advertiu com uma voz mais grave que o normal e sexy.
- Okay - respondi com um sorriso e o beijei, mas logo fomos interrompidos pelo toque do meu celular.

Terminamos o beijo com um selinho rápido, saímos do carro e tocamos na campainha da casa de Louis.

- (S/N)!!! - Louis abriu a porta com uma animação enorme.
- Oi, Lou - falei entrando na casa.
- Harry, veio com a (S/N), cara? - perguntou.
- Sim, a encontrei enquanto saía de uma loja e dei carona.
- Ah, tá. Por quê não atendeu minhas ligações, (S/A)?
- Tá no silencioso, não percebi.
- Okay.
- Então, me chamou pra quê?
- É que eu tava sem ter o que fazer e como sabia que você também tava assim decidi te chamar pra ver um filme comigo. Vem aqui pra cozinha pegar a pipoca e o refrigerante.
- Tudo bem. Vem Harry - chamei e vi ele reclamar silenciosamente pelos motivos de Louis ter atrapalhado nossa tarde juntos e por eu simplesmente ter aceitado numa boa.

Fomos pra cozinha, pegamos a pipoca, o refrigerante e mais algumas besteiras e então nos dirigimos a sala de TV para ver o filme. Na hora de nos sentarmos no sofá tentei ficar do lado Harry, mas o Louis fez drama e trocamos de lugar.

- Quer saber, acho que vou sentar no chão - disse Harry.
- Okay - Louis respondeu, enquanto passava o braço por meus ombros e me apertando contra ele.

Louis não notou mas percebi Harry fuzilá-lo com o olhar. Me afastei um pouco de Louis e esperamos que Harry sentasse ao lado das minhas pernas, Louis tentou me puxar um pouco mais pro lado, mas ignorei e tentei ficar no mesmo lugar em que eu estava antes. Durante o filme Louis se distraiu um pouco mais com a estória e os efeitos especiais, o que permitiu Harry encostar a cabeça no meu joelho e, a mim, fazer um cafuné nele.

Logo depois, quando o filme estava chegando no seu momento decisivo, ouvimos um pequeno ronco e quando eu e Harry fomos conferir Louis estava dormindo! Demos uma risada baixa para não acordá-lo e eu me permiti sair do sofá e sentar no colo de Harry ainda no chão.

- Ainda bem que ele dormiu… Não sei se eu iria continuar aguentando ele com tanto ciúme em cima de você - Harry sussurrou no meu ouvido e eu me retraí com cócegas.
- Não faz assim … Eu tenho cosquinha! - sussurrei de volta e coloquei minha cabeça em seu peito, ouvindo seu coração.
- Eu sei. Eu gosto de ver você se arrepiando na minha fala, no meu toque. Comigo - sussurrou novamente no meu ouvido e ainda passando o dedo levemente por meu braço.
- Amor, a gente tá com o Louis aqui. Para - pedi, o olhando séria.
- Okay, eu paro.

Então ele colocou uma mecha do meu cabelo pra trás da orelha e colou nossas testas, me encarando. Ficamos nos encarando e aos poucos juntamos nossos lábios. Foi um beijo calmo e sereno, onde eu podia sentir mais ainda a necessidade de assumirmos o que tínhamos. O som da televisão ecoava por toda a sala, tiros e gritos do filme… Louis continuava roncando do nosso lado, o que não favorecia mais ainda um clima romântico, mas continuamos o beijo.

Logo ouvimos um dos coadjuvantes gritar enquanto uma explosão acontecia e então encerramos nosso beijo um selinho.

- Queria tanto que pudéssemos assumir o nosso namoro - ele sussurrou.
- Eu também - respondi.
- Que namoro? - Louis perguntou bocejando enquanto esfregava os olhos e então quando me viu no colo de Harry praticamente deu um pulo no sofá - Ah, meu Deus! Vocês ‘tão namorando!!
- É-é… Louis, a gente pode explicar. É que… - comecei a falar enquanto eu e Harry nos levantávamos rapidamente.
- Por quê escondeu isso de mim, (S/N)? Por acaso não confiam em mim é isso? Por quanto tempo isso dura? - Louis interrompeu minha fala.
- Não, Louis… Não é isso. É que…
- Meu Deus, vocês estão namorando. Eu… Eu… - ele falou com uma expressão de raiva mista com confusão, totalmente desesperado ao ver que os dois melhores amigos estavam namorando.
- Lou, não fica assim, por favor. Só entenda que algumas vezes você é tão ciumento comigo que eu não posso fazer nada com ninguém a não ser você e eu tinha medo da sua reação. Você … você entende?

Depois de um tempo em silêncio ele se sentou e falou:

- Mas eu sou seu melhor amigo, não acha que deveria confiar em mim de qualquer jeito?
- Eu … Sim, desculpa - me sentei e o abracei de lado.
- Tudo bem, só … Hm, eu fiquei magoado né? Sua falsa!!
- Lou… - soltei uma falsa reclamação.
- E começa a ser mais honesta comigo, okay, mocinha? - ele falou dando um sorriso de lado e levantando a mão pra acariciar minha bochecha.
- Licença - Harry se aproximou e tirou a mão dele dali.
- Ah não, (S/A). Não acredito que trocou um ciumento com bunda pra um ciumento sem bunda… - ele falou com um sorrisinho de lado.
- Não, Louis … Até que tem um pouquinho - virei a cabeça pro lado para fingir estar avaliando Harry.
- Deixa minha bunda em paz, meu Deus! - Harry falou colocando a mão nos bolsos traseiros da calça e indo pra cozinha de um jeito engraçado.
- Tem certeza que tá tudo bem? Não ficou muito magoado? - perguntei enquanto nos levantávamos do sofá.
- Fiquei um pouquinho, mas quase nada. Relaxa, eu supero - ele brincou enquanto me abraçava de lado e me conduzia até a cozinha.

One Shot: Zayn Malik

*Narrado pelo Zayn.

Acordei com o som do meu despertador avisando que, embora fosse meu aniversário, para o resto do mundo, era um dia normal. Abri os olhos de maneira preguiçosa, olhando (s/n) ainda dormindo ao meu lado.

-Acorda, amor. - Beijei sua bochecha, mas seus olhos permaneceram fechados, então comecei a assoprar em seu rosto, segurando a risada ao ver sua careta. - Bom dia. - Falei, sorrindo.

-Oi. - Ri.

-Oi.

-Que horas são?

-Sete e quinze. E hoje é terça feira. Dia doze de janeiro. - Abri ainda mais meu sorriso, esperando que ela me desse os parabéns.

-Sim, e…? - Arregalei os olhos. - Você é estranho. - Jogou o travesseiro em mim, levantando-se ao som de uma gargalhada sua.

Será que ela esqueceu? Talvez ela ainda não esteja acordada o suficiente, apenas. É isso! Tenho certeza de que, assim que se der conta, vai vir correndo me cumprimentar.

(…)

-Vamos, amor? - (S/n) perguntou, já pronta para o trabalho. Não acredito que ela esqueceu mesmo.

-Sim. - Bufei, magoado.

-Aconteceu alguma coisa?

-Não, nada. Vamos? - Ela assentiu.

O trajeto até o seu trabalho foi silencioso, ela apenas cantarolava as músicas que tocavam no rádio, e eu me mati quieto.

-Tem certeza que está tudo bem? - Questionou assim que estacionei em frente à empresa em que trabalhava.

-Eu só… - Pensei em contar, mas percebi que não valia a pena. Queria que ela lembrasse sozinha. - Esquece. - Forcei um sorriso. Bom trabalho. - Demos um selinho e ela saiu do carro.

Dirigi até o estúdio, já que hoje iríamos acabar de gravar uma das músicas do meu próximo álbum.

-Parabéns, mano! - Drake, um dos produtores musicais, falou, me abraçando. Não era bem o abraço dele que eu esperava, mas pelo menos alguém lembrou.

(…)

Ao longo do dia, recebi algumas ligações e mensagens me desejando os parabéns, mas nada de (s/n).  Porém, estava ouvindo indo buscá-la no trabalho quando meu celular vibrou com sua foto no ecrã. Estava pronto para aceitar seu pedido de desculpas, quando leio o que ela havia mandado:

Consegui sair mais cedo e Josh me deu uma carona. Pode comprar um pouco de queijo antes de vir pra casa? ♥ xx.

Sério? Ela lembrou que tenho que comprar queijo, mas não lembrou do meu aniversário?

Fui até o mercado bufando. Não acredito que ela conseguiu esquecer isso. Peguei o primeiro queijo que vi na frente, paguei e fui pra casa. Só queria comer e ir dormir, depois de um aniversário desses.

Estacionei o carro na vaga descoberta da garagem, reparando nos carros parados do outro lado da rua. Pelo menos alguém vai se divertir hoje.

Retirei a sacola com o queijo do carro e entrei em casa, limpando o tênis no tapete da entrada. Estranhei o fato de tudo estar escuro.

-(S/n), cheguei. - Anunciei, acendendo a luz.

-Surpresa! - Diversas vozes falaram, incluíndo (s/n).

-AI MEU DEUS, UMA FESTA SURPRESA! - Gritei infantilmente, animado com a ideia. Sempre quis ter uma, mas infelizmente levaram vinte e três anos para que acontecesse. Todos riram com a minha reação.

-Parabéns, amor! - Minha esposa falou, beijando-me e entragando-me um pacote, que provavelmente era o meu presente. - Não acredito que achou mesmo que eu tinha esquecido. - Riu. - Não esqueceria nunca do dia em que o amor da minha vida nasceu. - Falou em voz alta, e todos fizeram um “aaawn”, tirando sarro.

Isso com certeza valeu pelo meu dia inteiro!

Acabei de reparar que eu coloquei “Drake” e “Josh” na mesma história e nem foi proposital, hahahaha. Gostarammmm?

xx, giu.

Pedido: Faz um dos Harry em que eles são ficantes e ela acaba em engravidando e a mãe do Harry descobre antes dele que ela está grávida e manda ela ir embora alegando que a um golpe da barriga anos depois eles se encontra com um final feliz – Anônimo

*Aqui nesse link http://hot-1d-imagine.tumblr.com/pedidos vocês podem ver quais e a ordem que em os imagines vão ser postados, se o seu não estiver na lista é porque infelizmente não chegou, vou estar sempre atualizando a lista*
***

Imagine do Harry:

Eu estava ficando com Harry Styles, um dos integrantes do One Direction, e estamos indo bem até, a mídia vivia correndo atrás de nós dois, mas Harry pedia para eu ignorar então eu fazia o que ele pedia.

Certo dia eu comecei a me preocupar com o fato de que minha menstruação não tinha vindo e estava começando a ficar bastante preocupada com isso. Fui correndo comprar um teste de gravidez , na verdade eu comprei cinco testes só para garantir .

Voltei para casa e fiz os cinco teste e esperei o tempo necessário, fiquei andando de um lado para o outro orando para que eu não estivesse grávida do Harry.

Assim que o  tempo passou eu corri e peguei os testes e todos davam positivos, deixei eles caírem no chão e me olhei no espelho, meu deus, o que eu vou fazer?

Como eu vou contar para o Harry?

Tive uma ideia, vou conversar com Anne porque ela sempre foi amável comigo, talvez ela me apoie e me ajude a contar para o Harry.

***
No dia seguinte eu já estava pronta para ir para casa de Anne.

Dei três batidas na porta da casa de Anne e respirei fundo, não estava sendo fácil, eu estava muito nervosa, minha barriga se revirava loucamente dentro de mim .

A porta é aberta e vejo Anne, ela dá um sorriso pequeno para mim .

- (S/n) que surpresa você por aqui – Ela diz e eu sorrio.

- Posso falar com você? é algo importante –Peço e Anne assente e me deixa entrar na casa.

Ela pede para eu senta no sofá e ela se senta também .

- Pode dizer, querida – Ela diz e eu respiro fundo

- Bom… não vai ser fácil falar isso e nem sei como você pode reagir, mas… eu estou grávida do Harry – Falo nervosa .

Anne me encara por um tempo e depois se levanta e caminha até a porta da casa.

- Saia da minha casa – Ela manda com a voz dura e eu me encolho no sofá, não acredito que ela falou isso para mim.

- Mas… – Tento falar algo, mas ela me interrompe.

- Escuta aqui, sua interesseira, eu sei qual é a sua, engravidar de um cara rico para poder garantir a pensão, mas comigo isso não rola, não vai rolar com o meu filho, quero que você suma daqui e nunca mais apareça, esse seu golpe da barriga não vai dar certo não, Harry já está em outra, se você acha que o Harry vai largar tudo para ficar com você e essa coisa, você é muito idiota, ele tem aquela modelo para namorar e até ter uma família com ela e não com uma Zé ninguém igual você, agora SAI DA MINHA CASA – Ela fala e grita no final me deixando assustada e extremamente magoada .

Pego minha bolsa e encaro ela.

- Você está cometendo um grande erro – Digo e saio correndo da casa dela e entro no meu carro.

O que mais doeu não foi as palavras de Anna, mas sim saber que Harry estava com outra, eu tinha começado a ter um sentimento forte por ele, mas agora o que eu mais quero é cuidar do meu filho e deixar ele bem longe de Anne e Harry.

***
Três anos se passaram desde o dia em que Anne me pôs para fora de sua casa, e ela tinha razão em algumas partes, assim que eu sai da casa dela naquela manhã eu vi em um site de fofoca que Harry tinha ido passar a noite com a modelo em uma balada . Fiquei tão magoada, troquei meu numero, troquei de casa e fui morar longe da casa dele e da mãe dele, tudo o que eu queria era esquecer a humilhação que passei .

Agora eu estava com o meu pequeno Luke de apenas 3 anos, ele andava pelo parquinho de areia.

Luke era muito parecido com Harry, ele tinha os cabelos encaracolados do mesmo tom dos cabelos do Harry e tinha os mesmos olhos verdes do pai, ele puxou de mim a maneira calma e fofa de ser . Mas ele tinha o meu formato de nariz e o formato da minha boca, ele era a minha mistura com Harry. Luke é perfeito.

Durante esse tempo, eu fiquei sabendo que Harry estava mais famoso do que nunca, afinal a banda deu uma alavancada tremenda . Ele todo tempo aparecia com modelos de lá pra cá. Confesso que isso me atingia um pouco ainda.

Eu observava Luke andando parecendo uma bolinha de roupas de frios ambulante, porque em Londres estava fazendo frio e eu protegi ele bem com casacos fofos.

Eu amadureci bastante depois que Luke nasceu, meu corpo mudou completamente, posso dizer que tenho mais curvas e meus seios ficaram um pouco maiores, mas pelo menos eu faço academia para manter meu peso ideal, meus cabelos estão maiores e eu consegui me formar na minha faculdade de direito, ou seja nada faltava para meu filho, nunca precisei de dinheiro de ninguém .

Durante esses três anos eu só fiquei com um cara uma única vez, e ele era pai solteiro que eu tinha conhecido na creche onde Luke estudava . Ele era muito simpático, mas não servia para mim, infelizmente.

Vi Luke rir e sair correndo todo atrapalhado com suas perninhas curtas, sorri com a cena. Me levantei e estiquei minhas pernas e observei o local a minha volta, um vento frio passou pelo meu corpo fazendo meu cabelo longo voar e alguns fios irem para meu rosto .

- (S/n) ? – Escuto uma voz rouca e extremamente conhecida que nem em um milhão de anos eu ia esquecer .

Harry.

Encarei ele, e confesso que o desgraçado estava mais bonito do que nunca.

- Oi – Digo e ele sorri para mim .

- Quanto tempo eu não tenho noticias suas, você simplesmente sumiu da minha vida sem dizer nada, tentei ligar para você várias vezes mas só dava caixa postal e depois seu número nem existia mais, estava fugindo de mim? – Ele pergunta e eu dou uma risada forçada .

- Em parte sim – Respondo e Harry me encara confuso .

- Mamã, mamã – Escuto a voz de bebê do Luke e me viro para a criaturinha cacheada que vem meio cambaleante até mim, pego ele no colo e me viro para Harry.

Ele me encara mais confuso ainda.

- O que foi, meu amor ?- Pergunto para Luke e ele encara Harry.

- Quem é esse moço? – Luke pergunta me encarando .

- Só um amigo antigo da mamãe- Digo e Harry parece mais confuso ainda.

- Você já é mãe? – Harry pergunta e encara Luke e sua expressão fica séria .

- Sim, olha, eu preciso ir, tchau – Digo me afastando e sinto Harry segurar meu braço .

- Precisamos conversar seriamente, (S/n) – Harry diz e realmente ele parece bastante sério agora.

- Tudo bem, esse é meu endereço, passe lá mais tarde, vou deixar Luke na casa da minha mãe- Digo o endereço e Harry assente .

E eu vou embora com Luke.

***
Depois de deixar meu filho com minha mãe, vou para casa e vejo um carro chique parado na frente . Estaciono meu carro e saio do veiculo e pego as chaves da casa.

A porta do carro chique se abre e vejo Harry sair de lá. Ele caminha até mim e eu abro a porta da minha casa e deixo ele entrar primeiro e eu tranco a porta em seguida e me viro para encarar o homem que está parado me encarando sério.

- Me diz quem é o pai do Luke – Ele pergunta .

- Você – Digo simples e Harry respira fundo, parece meio aliviado, não entendo.

- Porque você não me contou? – Ele pergunta mais uma vez e eu dou um sorriso triste.

- Eu queria, mas aconteceu muita coisa depois disso, você não sabe de nada, Harry, e é melhor ficar sem saber – Digo retirando meu casaco pesado ficando apenas com uma regata colada no meu corpo. Vejo Harry me olhar dos pés a cabeça .

- Eu preciso saber, (S/n) – Ele pede e eu suspiro .

- Ok, se senta aí – Mando e ele faz o que eu peço.

Eu me sento ao lado dele e me preparo para mostrar quem é a mãe dele de verdade.

- Quando eu descobri que estava grávida eu fiquei com medo de contar para você, porque eu não sabia qual seria sua reação, então fui pedir apoio para sua mãe, mas ela me tratou tão mal, me chamou de interesseira e que o Luke não era seu filho, sendo que eu só tinha transando com você naquela época, disse que eu queria dar o golpe da barriga em você, só porque você é famoso, e disse que era para eu sumir da sua vida e da dela e nunca mais aparecer, eu não quis fazer isso, mas ela me falou que você nunca ia ligar para mim sendo que você tem modelos á seus pés, e eu sou o que? Apenas uma mulher que teve um filho seu, nós dois nunca tivemos algo sério, você mesmo me disse que estávamos apenas ficando, mas eu sentia algo á mais por você, eu não quis ficar grávida, para mim foi um choque, mas ser humilhada por sua mãe foi a gota de água, então eu sai da casa dela e vi que você tinha saído com uma modelo e passado a noite com ela, e bem ali você quebrou meu coração, então eu não quis colocar o meu filho no meio dessas brigas, eu quero Luke longe da sua mãe, ela chamou ele de “coisa”, então eu fui embora, não quis saber, cuidei de Luke com meu próprio dinheiro, não precisei de ninguém para me ajudar, agora eu sou uma advogada e Luke esta indo muito bem – Termino de contar e vejo Harry respirar fundo e me encarar, ele passa a mão pelo seus cabelos e se levanta do sofá e anda de um lado para outro .

- Luke é meu filho, eu sei disso, eu senti isso quando o vi – Harry disse e para de andar e fica me encarando – Eu não sei o que dizer, (S/n) eu fui um irresponsável, eu não queria que nada disso tivesse acontecido com você, minha mãe foi terrível e eu não sei como resolver isso tudo, mas eu teria ficado com você se me tivesse contato … – Harry diz e eu dou um sorriso cínico .

- No mesmo dia em que você saiu com aquela modelo vocês assumiram o namoro, Harry, você não teria ficado comigo e se tivesse seria por obrigação, e isso eu não quero – Digo e Harry nota que eu estou realmente magoada .

- Me desculpe, eu fui um babaca com você, eu fiz você acreditar em algo entre nós, mas … porra, eu era muito imaturo, e essa historia de namoro é mentira – Harry diz e se abaixa ficando na minha frente e pondo suas mãos nas minhas coxas para se apoiar . – Me perdoa se eu te magoei, mas eu fiquei louco atrás de você, sabia? Porque além de tudo você era minha amiga, e continua sendo importante para mim, agora mais ainda porque é mãe de um filho meu, eu estou apenas com raiva por tudo isso ter acontecido e eu não ter acompanhado as primeiras coisas que Luke fez – Ele diz e eu o encaro.

- Me desculpe por isso – Digo e Harry assente – Mas se ponha no meu lugar .

- Eu sei, durante esses anos eu fiquei mal por te ter longe de mim e fiquei mal quando vi que saiu a matéria que eu estava namorando aquela mulher, mas não é verdade, eu sai com os meninos e encontrei ela lá, então ela apenas aproveitou para ter momentos de fama e no dia seguinte, momentos depois de ver o que tinha acontecido eu desmenti todos os rumores, eu tentei te procurar por toda Londres, mas minha carreira aumentou e eu tive que sair para os Estados Unidos – Harry diz e eu o encaro e me levanto e ele fica de pé na minha frente .

- Quero que seja sincero – Falo e ele presta atenção – O que você sentia por mim na época que nós estávamos juntos? – Pergunto e encaro seus olhos verdes tão parecidos com os do Luke.

Harry se aproxima de mim, ficando com o seu corpo colado ao meu .

- Eu sou louco por você, desde de sempre, eu morro de ciúmes de você, naquela época eu estava confuso com meus sentimentos, como eu disse antes, eu era imaturo, mas agora eu sei exatamente o que eu sinto por você, eu sinto uma paixão, um amor ardente, quando eu vi você naquele parque sozinha parecia que finalmente eu tinha encontrado algo que eu precisava para viver e eu não ia deixar escapar de novo, e aqui estou eu me declarando para você, uma coisa que eu já devia ter feito a três anos atrás, (S/n) você pode ser achar inferior as modelos com quem eu fiquei, mas para mim você é muito melhor que todas elas, esqueça o que minha mãe disse, esqueça o que passamos, por favor, me dê uma chance, quero ser um pai bom para o Luke, quero ser um namorado bom para você, quero te jogar nesse sofá e retirar suas roupas e matar minhas saudades que eu tenho dos seus gemidos e do seu corpo, quero matar a saudade dos seus beijos em minha boca e em meu pescoço, eu preciso de você agora e nunca mais vou deixar que alguém te humilhe, porque eu te amo (S/n) e quero que fique do meu lado junto com o NOSSO filho, quero uma família, eu quero vocês do meu lado- Harry diz e me toma em seus braços e me beija com vontade, eu realmente senti saudades dele, pensei que tivesse superado, mas agora voltou tudo novamente- Agora eu quero saber se você aceita – Ele pergunta me encarando com seus lindos olhos verdes.

- Eu aceito – Digo e Harry sorri e me pega em seu colo e me beija .

Espero que tenham gostado, se sim, me contem na ask

Cores

- Park Jimin

- Romântico

Originally posted by bwipsul

O diferente sempre me atraiu.

 Sair da linha. Ser diferente da maioria. Esse era o meu sonho, mas meu medo me impedia. Viver a vida ao extremo era o meu objetivo e iria alcançá-lo assim que pudesse. Queria fugir de casa a noite e fazer alguma loucura, me vestir do meu próprio jeito, passar a noite em algum lugar público, pegar minhas coisas e sair andando para qualquer lugar, sem destino… 

Eram tão simples, mas ao mesmo tempo tão complicadas de serem feitas. 

 Estava deitado na minha cama, os fones de ouvido tocando uma música em uma altura ensurdecedora, mas eu não me importava, sempre fazia isso de qualquer maneira. A semana de provas havia acabado e agora teríamos alguns dias para descansar, pelo bem de tudo e de todos.

 Suspirei e me levantei, teria que sair de casa, não podia ficar mofando dentro do quarto durante o recesso da escola. Peguei minha jaqueta e fui até a cozinha para pegar alguma coisa para comer, mas minha mãe me parou antes que eu pudesse fazer algo.

-Onde vai, Jimin?

-Vou sair um pouco, por quê?

-Só tome cuidado – Ela sorriu. Mamãe sempre soube da minha vontade de ser diferente e sabia do meu medo. Vivi a vida toda com medo de julgamentos e das consequências, por isso nunca aproveitei devidamente. Sorri, mordendo uma banana e indo até a porta de saída, mas antes escutei a voz da minha mãe. – Carpe diem!

-Carpe… O quê? – Perguntei, olhando-a.

-Aproveite o dia, Jimin. – A mulher sorriu e voltou a fazer o que estava fazendo. Ela sempre gostou de usar palavras estrangeiras e isso me deixava confuso toda vez.

 O sol estava escondido por algumas nuvens, mas o céu ainda se mostrava em um belo tom de azul. Não sabia o que deveria fazer, não havia pensado nisso antes. Olhei para os lados e percebi que a casa vizinha – abandonada há cinco anos – estava finalmente recebendo pessoas novamente.

 Decidi fazer uma coisa que não era tão diferente assim: Visitar os vizinhos novos.

 Fui até lá, em passos lentos e pequenos, aproveitando cada segundo daquele momento, como sempre deveria ser. Assim que cheguei em frente a porta, bati duas vezes e esperei, meu coração batendo levemente mais rápido. Fui recebido por uma menina com os cabelos coloridos, os olhos eram como um universo e eu poderia me perder neles.

 Ela usava um shorts que mostrava bastante suas fartas coxas, uma camisa caída em um dos ombros com uma estampa bem diferente fazia algumas tatuagens em seu corpo serem visíveis. Uma bota de cano médio preto fosco deixava-a com um ar estiloso. Seus fios estavam presos em um coque desleixado e a menina me observava atentamente.

-Olá? – Ela disse, a voz era doce, completamente diferente do seu estilo.

-Ah, oi, meu nome é Jimin. Park Jimin, tenho 21. Sou seu vizinho e… É bom te conhecer. – Sorri timidamente para ela e a menina abaixou o olhar, sorrindo também.

-Você é fofo, Park Jimin – Corei no mesmo momento em que essas palavras saíram de sua boca. Ela riu e ajeitou sua postura, cruzando os braços. – Meu nome é _______. O prazer é meu em te conhecer, tenho 23. Quer entrar? – Meu coração disparou. Eu já havia conhecido outras meninas antes, mas ela era diferente. Algum detalhe naquela garota me atraía demais. .

-Não, não. Apenas passei para conhecer os novos vizinhos, mas acho que sua família não está em casa e-

-Eu moro sozinha – Ela sorriu, um pouco envergonhada. – Olha, eu tenho que terminar algumas coisas aqui, então, se quiser entrar para me ajudar, vou ficar agradecida, mas se tiver coisas mais importantes para fazer, entenderei completamente. – Minha mente entrou em confusão, não sabia o que fazer. Ficaria ou iria embora?

-Eu vou ficar para te ajudar, sei como mudanças são cansativas. – _______ sorriu espontaneamente, assentindo e indo um pouco para trás, dando-me espaço para entrar.

 Entrei dentro da casa e vi como tudo era como ela: Diferente e atrativo. Os móveis eram coloridos, mas ainda combinavam. A mobília era divertida e criativa, era como um quarto de uma criança adulta. Grande, mas não em excesso, no tamanho certo. As luminárias de várias cores davam um ar mais vívido para o local, tudo era muito confortável.

-Uau… Mas… Você disse que ainda tinha algumas coisas para arrumar. – Falei, gesticulando para os móveis no lugar. Ela sorriu mais uma vez, apontando para o mezanino no fundo da casa.

-Falta o meu quarto.

-Ah…

-Vem, vamos. Pegue aquelas caixas ali no canto da sala e suba as escadas. – Disse _____, pegando uma grande caixa de papelão e subindo das escadarias. Fiz o que ela pediu, olhando cada detalhe de sua moradia.

 O seu quarto era simples, uma cama de solteiro, um armário, um grande espelho e alguns outros enfeites. Nada muito exagerado. Continuei ajudando-a por alguns minutos, até que ______ terminou e me lançou um olhar cansado.

-Obrigada por isso Jimin, sabe, mal nos conhecemos, mas você ainda sim me ajudou. Obrigada, de verdade. -Não foi nada, eu não tinha muita coisa para fazer mesmo. – Ela riu rapidamente e logo voltou a ficar me observando. Do nada, a menina suspirou e bateu as duas mãos juntas.

-Bom, acho que já que terminamos, está livre para sair… Eu tenho que trabalhar mesmo.

-Vou sair agora mesmo, mas antes… No que você trabalha? - _____ suspirou e deu de ombros.

-Okay, não é bem um trabalho. Eu vivo da arte, pintura, sabe? Faço minhas pinturas e as vendo na rua por um bom preço. Essa não é a única coisa que me sustenta, claro, meu pai me ajuda um pouco com as rendas, mas é isso que faço por enquanto.

-Você pode me mostrar algumas? – Perguntei, olhando para os móveis agora arrumados.

-Posso, mas não prometo que vá gostar.

-Arte Moderna? – Ela riu e assentiu, mexendo nos cabelos coloridos.

-A minha arte moderna. Vem, o quarto fica lá embaixo - ______ saiu pela porta e desceu as escadas de uma forma diferente: Escorregando pelo corrimão. Queria fazer o mesmo, mas estava com medo de cair. Não percebi, mas fiquei observando-a por tempo demais, então a menina cruzou os braços e me olhou com a sobrancelha arqueada. – Por que não vem logo?

-Posso descer escorregando também? É que estou com medo de cair e coisas assim. – Minha voz foi falhando por eu estar com vergonha de falar algo desse tipo.

-Você não teve infância, Jimin? Claro que pode! – Ela fez um gesto para que eu descesse. Subi no corrimão e dei um impulso para frente, sentindo o vento bater no meu rosto. Tudo aquilo terminou mais rápido do que pensei, mas foi divertido. – Viu? Não foi tão ruim.

-Na verdade, foi ótimo!

-Não foi o que a sua expressão dizia – Ela riu e puxou meu braço, levando-me para dentro de um quarto. Assim que abriu a porta, vi a quantidade incrível de pinturas penduradas nas paredes e descansando no chão. Todas bonitas, mas de uma maneiras diferente. Uma beleza exótica, assim como ela. – Gostou? – Seus olhos brilhavam com expectativa. Sorri e assenti, rindo um pouco.

-Todas são lindas, muito mesmo. Parabéns por ter esse talento todo! – Ela sorriu e disse um obrigada baixo, mexendo no cabelo mais uma vez.

-Posso fazer uma para você qualquer dia desses, não vejo problemas nisso.

-Obrigado – Sorri e abaixei a cabeça, coçando a nuca. – Bom, acho que já vou indo, deixarei você trabalhar.

-Ah, obrigada. Mas se sinta livre para voltar aqui quando quiser! Foi ótimo ter te conhecido, se não fosse você eu ainda estaria arrumando os móveis e bom, não teria tido uma conversa boa como essa, sabe? – Assenti e dei um breve aceno com a mão, saindo da casa.

 Aquela menina era simplesmente incrível.

 Passei o resto do dia simplesmente andando pelas ruas, meus pensamentos só viviam nela e no seu sorriso tão sincero. Não consegui focar em mais nada, apenas em ________.  Sentei-me na grama do parque, o sol estava se pondo lentamente. Fiquei olhando as nuvens e o próprio pôr do sol enquanto pensava em como aquele dia tinha mudado de uma hora para a outra. 

 Já era noite, então resolvi voltar para a casa, já que estava um pouco frio. Tomei um banho, jantei e fui me deitar, fechando os olhos e não demorando nem quatro segundos para cair no sono. Mas não dormi até a manhã do dia seguinte, na verdade, quase não dormi. Alguma coisa batendo na minha janela me acordou.

-Jimin! – Era a voz de ______ sussurrando meu nome enquanto batia de leve na minha janela. Levantei rapidamente, indo até ela.

-O que está fazendo aqui? – Perguntei, abrindo a janela.

-Eu e alguns amigos meus vamos invadir uma escola abandonada, pensei em te convidar. O que me diz de ir? Vamos! Vai ser legal! – Ela disse, sorrindo e olhando-me atentamente. Hesitei um pouco antes de responder, mas decidi concordar. – Então rápido, se arrume, estarei esperando aqui fora! Cinco minutos!

 Saí correndo, pegando a mesma calça que usei mais cedo e um moletom branco com alguns detalhes em preto. Penteei meus cabelos escuros, escovando os dentes e jogando um pouco de água no rosto para acordar melhor. Peguei meu celular e pulei a janela, vendo-a agachada ao lado da minha janela, mandando mensagens para alguém.

-Pronto? – Ela perguntou. Assenti, a respiração levemente descompassada. – Então vamos, me siga. - _____ estava com uma mochila nas costas, parecia cheia de tinta spray e coisas desse tipo.

Levantei-me e saí correndo atrás dela. A menina entrou em um carro que havia parado do outro lado da rua, dentro dele estava uma outra garota e mais dois meninos.

-Entre logo menino! Não temos todo o tempo do mundo! – Disse a menina com os cabelos verdes. Todos dentro daquele carro pareciam ter os fios coloridos, o que era muito legal. Sentei-me ao lado de ______, tentando ao máximo não tocar tanto assim seu corpo.

-Então, Jimin, certo? – Perguntou o menino que dirigia, de cabelos amarelos vivo. Assenti, vendo que seu olhar estava sobre mim pelo retrovisor. – Meu nome é Tobby e esse aqui do meu lado é o Todd, somos irmãos gêmeos. – Tobby tinha o cabelo amarelo e Todd, vermelho.

-E meu nome é Lisa, um prazer te conhecer Jimin. – A menina ofereceu-me um sorriso sincero e muito bonito.

-É um prazer conhecer vocês também. – Falei, sorrindo e me sentindo animado.

Tobby começou a dirigir e Lisa começou a gritar de animação, jogando os braços para fora da janela, assim como Todd e _______. Fiz o mesmo, tentando me soltar. Eles cantaram músicas animadamente durante todo o percurso, perguntando-me isso e aquilo de vez em quanto.

Aquele pessoal realmente era muito gente boa, adorei ficar com eles.

-Chegamos! Peguem suas coisas e vamos no divertir um pouco. – Disse Tobby, saindo do carro e sendo seguido por todos nós. 

 A escola era pequena, mas os vidros já estavam meio quebrados, as paredes poderiam cair a qualquer minuto. ______ liderou o caminho e todos entramos pela coisa que um dia já havia sido a porta. Os meninos tiraram a tinta spray da mochila da menina e já começaram a fazer os seus desenhos.

 Surpreendi-me assim que vi que todos desenhavam bem. Todd desenhou um carneiro e Tobby, uma caveira bem grande e cheia de detalhes. Claro que não tinha ficado tão bom pois os dois fizeram na pressa, mas mesmo assim havia ficado melhor do que qualquer coisa que eu já fiz na vida toda. _______ desenhou uma maçã com enfeites ao redor, o que deixava um ar mais… Alternativo. E por último, Lisa havia desenhado uma simples flor pequena perto do chão.

-Não vai desenhar nada, Jimin? – Perguntou-me _______, sorrindo e me entrando uma tinta.

-Não sei desenhar.

-Vem aqui, eu te ensino. – Ela segurou meu braço e começou a desenhar usando as minhas mãos. A menina estava fazendo a cara de um cachorro de forma brincalhona, rindo, assim como os outros três jovens.

-Vocês só vieram desenhar? – Perguntei, confuso. Lisa assentiu, chegando perto de mim.

-Não somos vândalos, Jiminnie. Somos artistas! Invadimos lugares abandonados para darmos mais cores a eles, deixá-los mais vivos! Sem a cor e a arte, tudo seria muito sem graça. – Disse Lisa, fazendo listras longas e coloridas em outra parede. Afastei-me um pouco e vi o quão bonito aquilo realmente tinha ficado. Eles literalmente deram vida para o lugar.

 E continuaram.

 Eles continuaram pegando mais e mais tintas spray e pintando de todas as formas possíveis as paredes daquela escola abandonada. Tentei pintar também, mas nada ficava tão bom quanto a pintura deles. 

Assim que terminamos de pintar completamente cinco paredes inteiras daquele lugar com todo o tipo de desenho, nos jogamos no chão, respirando com dificuldade. ______ se sentou ao meu lado e sorriu para mim, brincando com meus cabelos.

-Vocês são meio doidos, né? – Perguntei, rindo de Lisa e Todd que dançavam alegremente enquanto comiam sanduíches trazidos de casa.

-E quem não é, Jimin? É bom de ser desse jeito, na verdade. Assim, cada um tem a sua peculiaridade que o torna especial… Qual é a sua? – Ela perguntou, olhando-me fundo nos olhos.

-Não sei… A sua é a arte?

-Com certeza – Ela sorriu, jogando-se para trás e deitando-se no concreto, a cabeça sobre a sua mochila. – Vamos te levar de volta em pouco tempo, tudo bem? Já são quase sete da manhã.

-O QUÊ? – Perguntei, surpreso, e a menina só riu, fechando os olhos e parecendo completamente relaxada.

(…)

 O resto dos meus dias foi desse jeito. Acordando de madrugada para ir em algum lugar abandonado e pintar as paredes com desenhos sem nexo. E durante o dia, nós fazíamos coisas diferentes sempre que possível. Como ir a uma sorveteria e cantar músicas enquanto comíamos e assistíamos uma apresentação de dança ótima de Tobby no meio de todos, andar de patins pela rua sem medo de carros e coisas assim…

 Eu me aproximava cada vez mais daquele pessoas e não me arrependia nada disso. Eles eram a diferença que eu estava precisando na minha vida.

-Nada disso Jiminnie! Precisamos que você se pareça com a gente! Está chato só você com esse cabelo normal! – Disse Lisa, me empurrando para dentro de um salão de beleza. ______ ria, andando logo atrás dela.

_____…

Nesses últimos meses, essa garota mexeu mais comigo do que qualquer outra coisa. Eu realmente não me importaria de viver o restante dos meus anos com ela, mas a coragem para dizer isso não existia.

-Vai, que cor você quer? – Perguntou Tobby, colocando-me sentado na cadeira. – Danny! Precisamos de suas mãos maravilhosas aqui!

-Estou aqui Tobby, o que você quer menino? – Disse um homem vindo na nossa direção, empurrando Tobby para o lado de uma forma brincalhona.

-Precisamos que você faça esse menino um pouco mais colorido. – Danny sorriu e depois olhou para mim, brincando com meus fios.

-Qual cor você prefere?

-Eu não faço a mínima ideia! Eles me trouxeram para cá sem o meu consentimento! - _____ riu da minha fala um pouco desesperada e sussurrou alguma coisa para Danny.

-Ah! Essa cor! A cor que a maioria dos iniciantes escolhe. Tão clichê, mas tão linda! Vamos lá, garoto! Espero que goste. – Dito isso, _____ colocou seu rosto na frente do meu e tampou meus olhos com uma venda, sorrindo e beijando de leve meu nariz.

-Espero que goste da minha escolha. – Ela disse, sussurrando no meu ouvido. Arrepios de todos os tipos percorreram meu corpo. O homem pintava o meu cabelo enquanto os outros quatro ali cantavam músicas animadamente.

Demorou muito, mas finalmente Danny terminara. _____ tirou lentamente a venda dos meus olhos e pude ver que meus fios, que antes eram pretos, estavam laranja!

-Agora sim você está lindo, Jiminnie! – Lisa disse, mexendo nos meus cabelos.

-Ele sempre foi, sua idiota – Retrucou ______, de forma brincalhona. – Só que agora está melhor. – Ela me abraçou por trás, enfiando o rosto no meu pescoço e rindo.

 Os meninos começaram a falar em como eu ia ter muito mais chances com meninas agora e coisas assim, o que pareceu incomodar _____ um pouco. Ou talvez fosse apenas coisa da minha cabeça.

(…)

 Eu e ______ estávamos no meu quarto, ela me esperava terminar de escolher a roupa para a festa. A menina brincava com o meu travesseiro, desenhando coisas dele com uma caneta que tinha tinta de tecido.

-Você tem um cheiro bom, Jiminnie. É doce, assim como a sua personalidade. – Ela disse, rindo e deitando-se de forma mais relaxada.

-Obrigado. – Respondi, rindo e voltando para as minhas roupas. Desde que _____ começou a vir aqui em casa, quase tudo tinha desenhos. Meu armário, meu espelho, meu travesseiro, a porta, até mesmo a parede!

 Terminei de colocar a roupa dentro do banheiro, penteei o cabelo e fiz o resto da higienização. ______ estava lendo um dos meus livros. Ao menos, era o que parecia.

-O que está fazendo?

-Desenhando nas páginas, pequenos detalhes, sabe? – Ela sorriu, olhando para mim. Eu gostava dela, não podia negar isso. Gostava de tudo naquela menina e admirava cada mínima característica nela. – Pronto?

-Prontíssimo. - _____ se levantou e pegou a minha mão, indo comigo até a parte de fora da minha casa, sem parar de correr nem um segundo. Entramos no carro junto com Lisa, Tobby e Todd, todos eles sorrindo e vestidos com roupas estilosas.

  O carro de Tobby era uma caminhonete com a parte de trás aberta, então acabei por ir ali junto com _______. Lisa colocou uma música alta e animada e assim, começamos o nosso caminho para a festa das cores.

 Seria uma festa onde todos tinham que ir o mais colorido possível e tudo lá seria bem vívido e bonito. Acho que seria uma boa experiência. 

 Durante o percurso, ______ ficou de pé, segurando-se na parte de cima do carro. Fiz o mesmo, sentindo o vento nos meus cabelos. Ambos começamos a cantar a música de forma alta e acenamos de vez em quanto para as pessoas que passavam por nós. As risadas eram uma coisa que não faltava nem por um minuto.

 Chegamos na festa e a música estava alta, eu a conhecia. Colors da Halsey. Havia conhecido essa cantora por ______, que me apresentou ela dizendo que era uma de suas preferidas. Lisa e Todd começaram a correr, Tobby logo atrás. _____ pegou minha mão e me olhou como se dissesse ‘’Está pronto?’’. 

 Assenti e sorri, correndo junto com ela.  Dançamos muito durante a noite, rindo e criando ótimas lembranças. Acabei me soltando bastante e todos ali me falaram que eu era um ‘’Pé de valsa’’, até mesmo ensinei para Lisa, Todd, Tobby e _____ alguns passos para fazermos uma mini coreografia divertida.

 As horas foram de passando e então, do nada, jatos de spray com várias cores diferentes foram lançados sobre nós.

 Todos ficamos completamente coloridos e isso só nos fez dançar mais e mais.  Eu me cansei depois de um tempo e tive que ir para um canto mais reservado da festa para respirar um pouco. Não percebi, mas ______ estava atrás de mim.

-Cansado? – Perguntou, se sentando ao meu lado em um sofá longo.-Morto – Ela riu, o que me fez sorrir. – Está gostando?

-Tudo está maravilhoso, exatamente do jeito que eu imaginei. – A menina me encarou, sorrindo. Seus lábios estavam verdes e aquilo era lindo, principalmente quando sorria.

-Sabe… Ter te conhecido foi a melhor coisa que aconteceu para mim. Se não fosse você, eu não teria os amigos que tenho agora, meu cabelo continuaria o mesmo de sempre, eu estaria preso na mesma rotina de sempre e… Não teria me apaixonado. – Ela me olhou, pasma.

-O que você disse, Jiminnie? – Perguntou, se aproximando de mim.

-Eu estou apaixonado por você, ______. Desde o dia em que te conheci, sabia que seria diferente. Usando termos que você vai entender melhor, posso dizer que minha vida era um folha completamente branca e sem graça, então te conheci e ela se tornou uma das pinturas mais belas do mundo, sabe? Uma pintura cheia de sentimentos e aventuras… Basicamente, você conseguiu pintar o amor em mim com todas as cores que tem dentro de si mesma.

______ não respondeu, simplesmente me abraçou com força. Ficamos daquele jeito por um tempo, até que ela se afastou e ficou me encarando. Do nada, a menina sorriu e olhou para baixo, os braços ainda ao redor do meu pescoço.

-Que cor está minha boca? – Ela perguntou com um sorriso no rosto.

-Verde, por quê?

-Quer fazer um azul esverdeado? - _____ sorriu e eu não tinha entendido de primeira, então ela continuou, revirando os olhos. – Quer me beijar, seu lerdo? – Fiquei sem reação, pois não estava esperando por aquilo, então a menina sorriu e balançou a cabeça. 

 Nossos lábios se juntaram em um beijo calmo. Tudo parecia ter sumido, até mesmo a música. A sensação de sua boca na minha era algo que eu estava esperando há muito tempo. ______ ficava sorrindo em meio ao beijo, então paramos e ela começou a rir, beijando todo o meu rosto.

-Eu também te amo, Jiminnie – Ela me abraçou forte e depois se afastou, levantando-se e me puxando junto. – Que tal colocarmos um pouco mais de cor na pista de dança? - _____ começou a rir, me fazendo sorrir. Levantei e a segui, antes a puxando para mais um abraço.

-Se continuarmos juntos, acredito que podemos colorir o mundo.  

N/F: Estou em uma relação de amor forte por esse imagine, sinceramente ^^

//MinSuga

Era uma noite, quase 10 horas, quando o surdo escutou o mudo dizer que o cego viu o aleijado correr atrás de um carro parado, e ali perto a 200 km, em um dia frio de 45 graus em que o sol iluminava a pálida noite, uma velha de 15 anos deitada num banco de pedra feito de madeira, e dizia calada que preferia morrer do que perder a vida.
—  Desconhecido.

One Shot - Harry Styles (Parte II)

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- Hoje vocês irão dar uma entrevista que vai ser na verdade um jogo e os adversários serão os rapazes do One Direction, okay? - Logan disse olhando seu tablet enquanto nos dirigíamos para o local da gravação. Continuei a digitar uma mensagem pra minha mãe que ainda morava no Brasil, eu morria de vontade de voltar lá, mas nunca conseguia. Há três anos tento ir, mas sempre tenho algo da banda pra resolver.

- Vocês já sabem das regras? - Um rapaz da produção perguntou.

- Sim, assistimos o programa. Eu vou poder jogar a torta nele com força? - Daniel perguntou apontando para Louis que estava um pouco distante de nós conversando com a diretora do programa.

- Talvez, mas sem brigas. - Riu. - Eu sei da rivalidade entre as bandas, mas não vamos tornar isso mais evidente, sim? Esse não é o intuito da brincadeira.

- Fique tranquilo. - Daniel encarou o homem com um sorriso sapeca.

- Olá, (s/n). - Ouvi a voz rouca de Harry atrás de mim e pulei de susto virando-me pra trás.

- Oi. - Achei que ele não falaria comigo depois do que fiz depois do nosso encontro. Passaram-se três dias e nós não tivemos contato nenhum.

- Como vai?

- Bem. E você?

- Conformado com o fato de ser ignorado por você.

- D-desculpe, eu… Estava muito ocupa…

- Esquece. Está tranquilo! - Interrompeu-me com um sorriso aberto no rosto. - Não era nada demais, só uma mensagem. - Olhou para os lados. - Bom, vou ocupar minha posição, vai começar a gravação.

- A gravação… Isso mesmo! - Atrapalhei-me com as palavras e sai de perto dele. Por que seu perfume me afetava tanto?

- Voltamos com as duas maiores bandas da atualidade e o clima está muito agradável aqui, Scream está animadíssima e One Direction concentrados. - O apresentador começou.

- Vamos ganhar. - Louis interrompeu fazendo os amigos rirem.

- É isso que vamos ver. - James provocou.

- Uh! Estou ansiosa pela disputa e não vamos mais perder tempo. Começa agora o jogo que anima suas tardes, hoje com One Direction e Scream! Boa sorte à todos! - Uma mulher disse no centro do palco improvisado, seu short era minúsculo, ela aproveitava-se do verão pra se mostrar, isso era fato.

- A primeira pergunta é sobre super-heróis. Quem é o milionário, inteligente e que já namorou uma heroína em HQs? - Daniel apertou o botão primeiro.

- Homem de ferro! - Gritou. Os meninos da outra banda gargalharam.

- E… Errado! - O apresentador riu. - One Direction?

- Batman! - Liam respondeu e em seguida fez uma dancinha esquisita me fazendo rir.

- Boa! Um ponto para o One Direction! Liam, taca-lhe uma tortada na cara! - O apresentador zombou e assim Liam fez.

O jogo foi passando e todo estavam sujos do chantilly da torta. Eu ainda estava limpinha, assim como Harry também. Ele não se atrevia a falar, assim como eu, pois quem falava levava ou dava a tortada.

- Calma aí, estamos vendo dois integrantes limpos? É isso? - A mulher sorriu e pegou Harry pelo braço. Ele fez charme pra sair do lugar e a mulher fez questão de apertar seu braço. Não sei porquê fiz questão de continuar encarando aquilo.

- (s/n), vem você também. - O apresentador segurou-me pela cintura e me levou para junto de Harry no centro do palco. - É o seguinte, como vocês são os únicos limpos aqui serão o critério de desempate. Essa rodada com o Styles e a (s/s) vai valer 4 pontos! - Ouvi os gritos da pequena plateia e dos meus amigos.

- Vai (s/n)! - Judith gritou.

- Acaba com ele! - Norah acompanhou.

- Faz ele comer torta, (s/a)! - James disse. Sim, isso me surpreendeu.

- Que nada! Ela vai perder. - Louis zombou. - Harry, acerta essa e mostra como se faz.

- Me dê um H, me dê um A, me dê um R, me dê outro R e mais um Y! Vai Harry! - Niall gritou fazendo todos morrerem de rir. Eles eram engraçados.

- Prosseguindo… Vamos à pergunta decisiva. No tênis, como se chama o que temos aqui, um empate entre os dois adversários?

- Tem alternativas? - Perguntei.

- Não. - Olhei pra Harry que sorria vitorioso.

- Você sabe, não é safado? - Perguntei e as pessoas riram. - Vai Styles, acerta.

- Só para todos saberem, eu jogo tênis e conheço alguns termos e regras e bem… O empate entre os adversários se chama Deuce! Quando os dois fazem 40 pontos.

- Uou. Temos aqui uma explicação científica. - O homem disse rindo da minha cara de tacho. - Manda ver Styles. - Harry riu afastando meu cabelo pra trás e pegando uma torta. Ele pediu o microfone.

- Não posso fazer muito, pois não quero machucar a minha namorada, mas… - Deu um pequeno beijo no meu nariz e em seguida o chantilly cobriu meu rosto e até que era gostoso.

- Notícia bombástica, hein? (s/n) (s/s) e Harry Styles estão juntos? - O safado soube fazer direitinho, procurou um momento perfeito pra falar. Eu não sabia que era a hora de dizer, até agora só estavam especulando algo sobre nós por conta da saída ao restaurante.

- Sim, estamos. - Harry sorriu brevemente e após me ajudar a descer do palco e ir para o meu lugar ele voltou para o lado dos seus amigos.

- Então a banda não é tão rival assim.

- É tipo duas famílias vizinhas que têm suas ovelhas negras. - Louis disse cínico e eu não pude deixar de rir.

- Boa colocação, Louis. - Liam bateu nas costas dele. - Nós adoramos eles e o Harry e a (s/n) estão mostrando isso, se eu gostasse até que pegaria o Daniel.

- Deus me livre! - Nós rimos. Quem via até achava que tudo era verdade.

O programa acabou e eu estava me limpando pra tomar um banho, trocar de roupa e ir embora quando Harry entrou no camarim acompanhado de Louis e Niall.

- Algum problema? - Perguntando tentando parecer que não estava afetada com a presença deles.

- Não, só queríamos te chamar pra ir ao festival de verão que tem todo ano aqui, você já deve saber… - Louis disse.

- É, eu vou e seria legal aparecermos juntos. - Harry completou.

- Ah, ok. Pode ser. - Peguei minha roupa na mochila. - Só isso?

- S-sim. - Harry concordou.

- Agora já podem ir. - Abri a porta e eles saíram sem dizer mais nada. Estranhos!

A semana se passou voando e nós tivemos muita coisa pra fazer, demos entrevistas, gravamos as próximas músicas do novo álbum, fomos a umas festas de famosos, na verdade só eu e Judith, comparecemos em alguns shows do One Direction e nem preciso dizer que Daniel foi o caminho inteiro xingando.

- Está pronta? - Harry perguntou ao telefone.

- Sim, cadê você? - Olhei para a saída e nada dele.

- Estou chegando. - Minuto depois vi seu carro parado na frente da casa do Logan. Saí rapidamente e me sentei no banco de passageiro, nem dando tempo de Harry sair pra me abrir a porta. - Isso tudo é vontade de me ver?

- Até parece. Quanto mais cedo formos, mais cedo eu volto.

- Bem pensado. - Riu. Logo chegamos no festival que estava lotado, vi alguns famosos passarem e Harry atravessou-se na minha frente e eu apenas o segui. - Essa é a (s/n). - Apontou pra mim quando chegamos no lugar onde seus amigos, acredito eu, estavam.

- Olá. - Falaram juntos, mas voltaram a falar entre si. Harry iniciou uma conversa com alguém e eu fiquei apenas vendo o show do Bruno Mars. Estava muito animado, devo acrescentar.

- Está gostando? - Niall perguntou. Nem havia notado sua presença.

- Sim, estou. E você?

- Também, ele canta muito.

- É verdade.

- Mas você canta mais. - Desceu um pouco os óculos e piscou o olho. Eu ri.

- Nossa, que honra! Niall Horan admitindo que canto bem. - Coloquei a mão no peito arrancando uma gargalhada dele. - Vou escrever no meu diário, sem dúvidas.

- Quê isso?! Disponha… O Louis vive alfinetando vocês, mas é por causa do Daniel, ele não tem nada contra nenhum de vocês e até gosta de você, ele diz que você é sem graça, mas às vezes consegue fazer alguém rir.

- Mudou meu dia saber disso.

- Que bom! - Riu e ergueu-me uma bebida. - Quer?

- Obrigada.

- Então seu namorado te deixou sozinha? - Louis aproximou-se.

- É o que parece. - Encolhi os ombros.

- Vou ficar com vocês.

- O Daniel está vindo. - Falei.

- Tchau galera. - Acenou e nós rimos.

- Estou brincando.

- E você acaba de ganhar o troféu de humorista do ano. Nossa, quantos dons você tem (s/n)? Cantora, atriz, comediante…

- E sincera. Aliás, você é lindo.

- Boa! - Niall riu tanto que ficou vermelho.

- Ela te chamou de feio? Corajosa. - Harry uniu-se a nós.

- Vocês são uns merdas. Vamos andar por aí, Niall. - E assim os dois se foram.

- Está tudo bem?

- Sim. - Respondi me virando novamente para ver o show.

- Desculpa por te deixar sozinha.

- Não há problema.- Ri fraco. - São seus amigos. - Na verdade eu queria sim um pouco de atenção, mas odiava a ideia de dizer isso a ele.

- Eu sei, mas eu que te trouxe. Desculpa mesmo.

- Okay.

- Quem te deu bebida?

- Niall.

- Sempre bebendo. - Revirou os olhos.

- Você não bebe?

- Às vezes.

- Legal.

- Vem, vamos conversar. - Segurou na minha mão e me levou para uma área interna do camarote que tinha sofás, poltronas, comidas e bebidas. - Quer algo pra comer?

- Não, obrigada. Bem, vamos falar de quê? - Perguntei vendo-o pegar alguns sanduíches minúsculos.

- Não sei, da sua vida, da minha… - Encolheu os ombros.

- Certo.

- É britânica?

- Por quê?

- Você não tem características de um britânico.

- E quais seriam essas características?

- Coisas que só quem é britânico vai saber, baby. - Riu bebendo sua água. - E você também me disse que morou no Brasil.

- Eu nasci no Brasil e morei lá até os 12 anos quando meus pais se separaram e eu fiquei com meu pai, ele conseguiu minha guarda.

- Eu achei que a prioridade eram as mães.

- Sim, são. Mas ele subornou algumas pessoas pra conseguir isso e como minha mãe não era tão bem remunerada como ele, o senhor (s/s) ganhou a parada.

- E sua mãe mora onde atualmente?

- Brasil. Ela é de lá e meu pai daqui.

- Você fala duas línguas?

- Sim. - Ri com seu espanto.

- E seu pai mora onde por aqui?

- Ele mora em Bristol.

- Bonito lugar.

- É verdade. Fiquei com ele lá até meus 18 quando a banda começou a querer dar certo e o Logan achou melhor que eu fosse morar em Londres, onde alugou um apartamento pra mim.

- E os outros?

- São de Londres mesmo, moravam com os pais.

- Ah. E o seu pai?

- Ele ficou preocupado, mandou dois homens pra fazer minha segurança por um tempo, mas depois eu pedi pra que ele desfizesse isso, eu não precisava.

- Ele trabalha em quê?

- É dono de uma indústria que produz baterias para automóveis.

- Uou. - Riu. - Será que meu carro tem a bateria do seu pai?

- Bem provável. - Encolhi os ombros.

- E você vê sua mãe?

- Eu a via uma vez a cada ano, mas com as coisas da banda há três anos que eu não vou vê-la pessoalmente.

- Ah.

- Podemos voltar? Cansei de falar de mim e eu já sei de tudo sobre você.

- Ah é? E como?

- Quem não sabe algo sobre você, Styles? Sua banda é mais famosa que a minha e eu estaria mentindo se dissesse que não sei nada sobre você e sua vida. - Ele riu.

- (s/a), tem um fotógrafo atrás de você.

- Merda. E agora? - Fiquei nervosa.

- Me beija.

- O quê? - Harry sorriu, olhou para o lugar onde o fotógrafo estava e me puxou para um beijo. Seus lábios eram tão macios que dava até vontade de morder e foi isso que eu fiz ao partimos o beijo.

- Vamos pra casa. - Ele disse limpando meu batom da sua boca e se levantando. O caminho de volta foi sem conversas e apenas a música do Bastille preenchia o carro. - Até breve. - Parou o carro em frente à casa de Logan e sorriu de lado.

- Até… Olha, sobre o beijo… - Tentei explicar, mas ele apenas riu, segurou minha nuca e colou nossos lábios novamente. Não hesitei em corresponder.

- Você quer, eu também quero. Não há explicações. - Sorriu uma última vez e posicionou-se novamente para dirigir. Saí do carro, acenei e o vi desaparecer na rua.

- Que homem é esse? Que boca é aquela? - Sussurrei prendendo meu cabelo e entrando em casa.

“(s/n) (s/s) e Harry Styles estão realmente apaixonados. Trocaram beijos no festival de verão e em frente à casa da cantora. Como não amar?”

Li a notícia no dia seguinte e revirei os olhos. Foram só dois beijos.

- Beijoqueiros de plantão, (s/n) e Harry entraram na competição! - Norah zombou.

- Até rimou. - Daniel riu.

- O trato não era só fingir que estavam namorando? - James ficou sério.

- Pois é. - Concordei. - Mas é pra se tornar ainda mais real, acho eu.

- E você está adorando, não é? - Judith bateu em meu ombro. - Ele beija bem?

- Sim. - Todos riram, menos James. - Algum problema, James?

- Nenhum. O problema é seu se anda beijando a boca desse gay que põe a boca…

- James! - Logan gritou. - Por favor, não queremos brigas, sim?

- Vão à merda. - Saiu da sala. Ultimamente ele andava muito bravo, não era o James good vibes que estávamos acostumados.

- Bom, temos um show pra amanhã! Num estádio. - Arregalamos os olhos. - E todos os ingressos já esgotaram! - Abrimos a boca em ainda mais surpresa e em seguida nos abraçamos. - Parabéns, minhas crianças. - Sorriu. - E (s/a), estou orgulhoso de você.

- Ah, obrigada? - Ri fraco.

- Vocês tomaram uma atitude sábia.

- Ok. - Sorri sem graça e saí da sala. Meu celular vibrou.

“Irei ao seu show amanhã. Quero saber se você vai conseguir alcançar a nota máxima no seu solo ao vivo de Blind by u. Beijos.” - Ri com a mensagem de Harry e fiquei ainda mais nervosa. Ele iria.

Well remember when you’re rich

(Bem, lembre-se quando você for rica)

That you sold yourself for this

(Que você se vendeu por isso)

You’ll be famous cuz you’re dead

(Você será famosa porque morreu)

Michael Bublé cantava no meu aparelho de som do quarto. Encarei a parede e eu realmente estava com medo de que me acontecesse isso. Eu estou me vendendo namorando o Harry por fachada? Eu estou morrendo aos poucos? Meus pensamentos foram cessados com a porta sendo aberta.

- Vamos começar os procedimentos de beleza pra amanhã? - Norah perguntou. - Estou pensando em pintar meu cabelo de branco, está na moda. Um branco puxado para o cinza, não sei…

- Boa ideia.

- E se eu pintar de azul?

- Boa.

- Ouviu o que eu disse?

- Ouvi. Você quer pintar seu cabelo de amarelo.

- Ah (s/n), em que mundo você está? - Revirou os olhos e eu apenas ri. Minha vida realmente virou de cabeça pra baixo. Quero voltar para Bristol e fingir que nada disso aconteceu.

Continua… 

Jess

Pedido : “Vocês são casados, ele é chefe de uma gangue e nem um pouco carinhoso. Então você fica gravida e Zayn ignora o bebe, até ele ter dois anos e perguntar o que tinha feito.”

One Shot Zayn Malik

- Você não vai me acompanhar?
- Você realmente acha que tenho tempo para isso? Eu sou chefe de uma gangue (s/n), tenho mais o que fazer.
Zayn havia me deixado no hospital para ganhar nosso filho, mas nem quis ver o parto. Ela ignorou a existência do nosso filho durante toda a minha gravidez.
- Já decidiu o nome dele moça? - Um enfermeira havia entrado no quarto.
- Henry.
- O homem que trouxe você aqui é seu marido? Por que ele não ficou?
- Era sim, ele não podia ficar. - Eu disse tentando disfarçar a tristeza, enquanto pensava o que poderia ser mais importante do que seu filho e sua esposa. Ah, é, eu casei com um gângster.
[…]
- Mamãe? - Henry estava sentado na bancada enquanto eu preparava o almoço.
- Sim querido.
- O papai não gosta de mim? - Meu coração se apertou ao ouvir meu filho de apenas dois anos dizer aquilo.
- É só o jeito dele filho.
- É que os pais das outras crianças são diferentes. O papai não brinca comigo, ele nem fala direito comigo na verdade… - Eu queria dizer que ele estava errado, mas era a verdade, Zayn era cruel com Henry, mesmo ele não tendo culpa por ter nascido. Eu dei um beijo em sua bochecha e ele desceu da bancada e saiu da cozinha.
Após terminar de cozinhar fui até a sala e vi Henry sentado ao lado do pai no sofá o encarando.
- Papai, você trabalho de quê ?
- Você é novo demais para entender. - Zayn como sempre cortava o menino.
- Eu fiz alguma coisa? - Henry soltou de repente, deixando Zayn confuso.
- Eu não entendi Henry.
- É que você não parece gostar de mim, então eu queria saber o que eu fiz.
- Nada Henry, nada. - Então Zayn se levantou e se colocou a mesa para o almoço.
- Henry, vá pegar sua mochila, você tem que ir para a escola.
- Okay mamãe. - Então o garotinho subiu correndo .
- Você não precisa ser tão duro com Henry, ele é apenas uma criança, e já acha que você não gosta dele. - Zayn me encarou sério com as sobrancelhas arqueadas, e aquilo já respondeu tudo.
No caminho para a escola de Henry, parei em um mercado para comprar lanche para ele, que ficou no carro esperando.
Vinte minutos depois voltei e encontrei o carro vazio, comecei a entrar em desespero, me fazendo chorar, e gritar chamando pelo meu filho. O que só resultou em curiosos querendo saber o que aconteceu, mas nada de Henry. Então liguei para o Zayn.
- O Henry sumiu Zayn!
- O que? Se acalma (s/n). Me diz onde você está.
- Naquele mercado que fica a uma quadra da escola dele. Acha o meu filho Zayn, por favor.
 Ele desligou o telefone, provavelmente estava vindo me buscar, então entrei no carro.
 Alguns minutos depois - os quais eu gastei chorando - Zayn chegou e me levou ate o carro dele.
- Eu já coloquei meus homens atrás dele. Ele está nas mãos de uma gangue qualquer, eu sempre soube que isso aconteceria, por isso eu não queria um filho (s/n)! Agora eu estou com medo, não posso deixar que machuquem meu filho. - E pela primeira vez eu vi Zayn chorar, ele me puxou para para o seu colo e ficamos ali abraçados.
- É por isso que não desisti de você, meu amor. O Zayn doce não tinha ido embora, ele só estava escondido, agora eu espero que ele não me deixe mais.
- Eu juro (s/n). Vamos achar o Henry, e o Zayn doce vai ficar para sempre.
 Zayn me deixou em casa e foi atrás do nosso filho também. Cada segundo parecia uma eternidade, e medo me dominava. E foi assim por horas, já se passava da uma hora da manhã, sem notícias de Zayn e nem do nosso filho, até Zayn me ligar.
- Eles pediram uma troca (s/n).
- Quanto ?
- Eles não querem dinheiro.
- NÃO ZAYN ! - Nunca tinha ouvido nada tão assustador na minha vida. Eu não conseguia pensar em viver sem o Zayn.
- Eles querem o fim da minha gangue. E você sempre soube que acabaria assim, esse é o preço que você deve pagar por ter casado com um gângster.
- É alto demais, eu não aguento.
- Para de chorar, se não vou começar a chorar também, e não quero que me vejam assim. Eu estou mandando um dos meus homens te buscar, você vai pegar uma maleta no meu escritório, lá tem tudo o que vai precisar. Você e Henry vão para o aeroporto, vão embarcar e nunca mais voltarão, só assim estarão seguros.
- Mas e você Zayn? Não posso te deixar.
- Faça tudo exatamente como eu disse. O Henry está indo no carro que vai te buscar, amo vocês, me desculpe por não ter demonstrado enquanto eu podia.
E desligou.
Primeiro senti raiva, de Zayn por ter escolhido essa vida miserável, por ter me deixado sem escolhas como sempre, e do destino por tirar Zayn de mim logo agora que ele reconheceu que amava eu e Henry. Depois senti dor, uma dor indescritível, que parecia me rasgar de dentro para fora, a dor de saber que perderia o homem que eu amo.
Com a maleta na mão entrei no carro parado em frente a minha casa. E senti um alivio ao ver Henry sorrindo pra mim.
- Meu amor. Você ta bem? - Eu disse o abraçando e soltando algumas lagrimas de alivio.
- Sim, mas cadê o papai? - A pergunta que eu mais temia apareceu, mas como dizer isso ao meu filho?
- Ele tem que resolver algumas coisas antes de vir conosco, filho.
Ao chegarmos ao aeroporto o motorista falou para seguirmos ele até o portão de embarque.
Foi quando eu reconheci um homem de óculos escuros e jaqueta de couro como meu marido. Então todo o mundo se iluminou quando ele sorriu para mim.
- Obrigada Zayn. - eu disse e em seguida o beijei.
- Eu quebrei minha promessa, eu tive que deixar o Zayn doce de lado um pouquinho para poder ficar com vocês.
- Contanto que ele permaneça tudo bem.
- Só existe ele agora.
Ele pegou Henry no colo e segurou minha mão, seguimos em direção ao avião, em direção a nossa nova vida bem longe dali.

Em Seus Olhos - Cap 39

- Oi mãe.

- Oie mina filha.. Hmm.. aconteceu alguma coisa?

- Porque?

- Sua cara, me diz que algo aconteceu – eu larguei mina bolsa no sofá e me sentei no chão de frente para minha mãe.

- A decoradora deu em cima de mim hoje – minha mãe sorriu.

- Linda desse jeito, eu estranharia se ela não tivesse. – Você vai jantar filha? – Eu achei estranho, minha mãe não perguntou o que tinha acontecido.

- O que foi? -  ela perguntou se levantando do sofá.

- Bom, você não quer saber o que aconteceu?

- Eu sei que nada aconteceu Clara.

- Sabe?

- Claro minha filha, você ama a Vanessa, e eu não duvidaria de você e do amor que você sente por ela nem por um segundo – ela voltou e beijou minha testa – Vou fazer alo para você jantar, tome um banho enquanto isso.

Eu e minha mãe nos sentamos a mesa para comer, ficamos conversando sobre o apartamento e o que faltava para que ficasse pronto. O meu celular vibrou sobre a mesa eu sorri, porque era ela, minha mãe apertou minha mão e retirou os pratos.

- Oi amor.. por aqui esta tudo bem, minha mãe te mandou lembranças.. eu mando.. e com você? ..e ele? Tem ido atrás de você eu te ligado? ..Hmm.. bom, eu também acho isso estranho, ele saiu daqui disposto a ter você de volta.. deixe o maximo de pessoas avisadas quando você sair por favor.. ok.. bom hoje fui ao prédio, falta pouco mesmo.. eu queria que você estivesse aqui.. sim, eu vou.. já que hoje você resolveu dormir mais cedo, vou escovar os dentes e eu te ligo assim que eu me deitar.. ate, eu também.

Não achei necessário contar sobre Nora, não tinha motivo.

Eu dormi mal aquela noite, nenhuma noite tinha sido a mesma sem Vanessa aqui, mas essa noite foi diferente, eu acordei mal, cansada e angustiada, minha mãe me trouxe o café na cama e ficamos conversando, eu não ia para o escritório hoje, iria passear com minha mãe por Miami.

Minha mãe quis comprar algumas coisas para colocar no meu apartamento, coisas para mim e para a Vanessa.

Na hora do almoço eu já não estava mais agüentando o sentimento estranho, eu pedi que minha mãe aguardasse em uma loja, fui para o lado de fora. Eu liguei duas vezes para o celular de Vanessa e nada, depois liguei para Thais que também só chamou, voltei para a loja.

Andamos mais um pouco ate que paramos em uma joalheria, minha mãe foi escolher algo para ela, depois de andar um pouco pela loja eu escolho um anel para dar a Vanessa, um anel de diamantes, eu sei que ela não me deu uma resposta par ao pedido, mas um dia.. mas para frente, quem sabe? Eu sabia que seria ela, e só ela, caso ela não aceitasse eu lhe daria o anel mesmo assim, porque ela é a única que deveria usá-lo. Quando vi o anel, eu sabia que tinha que ser esse, ele era todo de ouro rosa, com diamantes em volta circulando metade do circulo passante em cima ele era redondo com uma pedra de diamantes cobrindo quase todo o circulo, e em volta mais diamantes menores sobre o outro rosa.

Eu guardei a caixinha de couro e veludo preto comigo, e tentei ligar para Vanessa novamente, nada.

-  O que foi Clara?

- Eu não consigo falar com a Vanessa e nem com a irmã dela, e eu estou sentindo uma coisa ruim mãe, não sei o que é, mas não me deixou dormir bem, e eu acho que só vou conseguir me acalmar quando conseguir falar com ela.

- Não fique assim, vamos ao hotel, eu acho que chega de compras por hoje, assim que chegarmos lá você tenta de novo.

Assim que subi, eu disquei novamente e a mesma coisa aconteceu, só chamou, eu comecei a digitar uma mensagem de texto.

Para: Garota da chuva

Amor, me liga, estou preocupada.. Te amo.

Mandei a mensagem e esperei, esperei e esperei, nada, liguei de novo varias vezes e nada, minha mãe ficou ao meu lado, tentando me acalmar, mas não deu muito certo.

Lá pelas quatro da tarde meu celular vibrou, vi que era Thais.

- Thais, onde está a Vanessa. – e o silencio prevaleceu do outro lado da linha - ..Thais? ..O que? .. quando e como ele entrou? ..E onde foi isso? ..a policia? .. não, eu estou indo para ai, eu vou precisar que você me mande o endereço por mensagem, e assim que eu chegar.. não, eu estou indo.. absoluta, eu vou pegar o próximo vôo para o Brasil e aviso você, me mantenha informada por favor.

- Filha, que conversar foi essa? – eu peguei uma mochila coloquei as primeiras roupas que vi pela frente, peguei meu passaporte e documentos e enfiei na mochila.

-  O canalha do ex dela, ele surgiu na frente do prédio, o porteiro disse que ele obrigou ela a entrar no carro, o porteiro ligou para Thais, ela disse que passou a manha e a tarde tentando falar com o Austin, e só conseguiu agora pouco antes de me ligar, ela disse que viu minha chamadas, mas ele não podia atender quando não tivesse noticias dela.

- Mas o que ela contou para você filha? Ela conversou com Vanessa?

- Ele disse que.. que, ele disse que ela vai ficar com ele ate que ela desista de ir embora, e volte com ele.

- Isso é seqüestro.

- Sim, eu sei, e eles estão com medo de chama a policia, estão com medo que ele tente algo contra ela.

- Calma, fica calma Clara, eu vou com você, espera que eu vou.

- Não mãe, eu vou sozinha, eu só estou com medo por ela, mas não precisa ir comigo, eu só preciso ir para o aeroporto agora, precisa de passagem.

- Calma, eu pedir para a Amanda fazer isso, arrume suas coisas, eu levo você para o aeroporto.

Minha mãe me levou as pressa, por sorte e graças ao poder de persuasão de Amanda, eu consegui um vôo que sairia as seis de Miami, pedi que minha mãe avisasse meu irmão e Luis, depois de minutos de atraso deu tchau a minha mãe.

Eu torcei e rezei para que assim que eu ligasse meu celular novamente eu tivesse boas noticias. Tomei umas duas doses de conhaque, e parei por ai, consegui dormir umas quatro horas, foi o pior vôo da minha vida, demorado e angustiante quando acordei eram quase seis horas da manha no meu relógio, mas em São Paulo seriam uma oito da manha, eu liguei meu celular assim que pousamos, avisei a minha mãe e em seguida fui para o ponto de taxi no aeroporto. Passei o endereço que a Thais me enviou por mensagem, eu tinha me esquecido de trocar dinheiro mas o taxista não se importou em receber em dólar, dei algumas notas para ele e sai d carro. Liguei para Thais assim que cheguei, eu sabia que ela estaria acordada, o porteiro abriu para mim assim que desliguei o telefone.

- Oi Thais.

- Oi Clara, prazer em conhecer, infelizmente assim, mas prazer – Thais era da minha altura, o mesmo tom de pele de Vanessa, mas ela tinha olhos azuis também, alguns traços dela eram parecidos com os de Vanessa, como o formato dos olhos e a boca.

- Noticias?

- Não, nenhuma, mas eu falei com o pai e a mãe dele, eles foram para lá, e essa é nossa esperança, eu estava esperando você chegar para irmos.

Eu deixei minha mochila no sofá da sala, e fui com Thais para a garagem, ela ia passar na casa da outra irmã delas e Mayra.

- Como vai? – a irmã dela me cumprimentou assim que entrou no carro, ela era mais branca que as duas, e mais baixa também, seus cabelos eram loiros, mas pareciam ser pintados, e eu percebi que Thais era a mais parecida com Vanessa do que Mayra, eu respondi a ela, mas ela não falava inglês, então muitas vezes Thais teve que traduzir a conversa para mim.

Nós chegamos a casa que eles estavam, e todas as luzes estavam acesas, havia alguns carros parados na frente, uma mulher estava ao lado de fora e ela parecia estar chorando, quando ela nos viu ela chorou ainda mais. Thais foi ate ela, elas conversaram em português, percebi que ela perguntou quem eu era, e Thais me chamou.

- Essa é a mãe dele – ela era baixa, de uma certa forma com ar jovem, cabelos lisos e castanhos, seus olhos estavam vermelhos e ela carregava consigo um terço, ela começou a falar em português comigo, Thais colocou a mão no meu ombro e quando ela parou de falar, ela começou a traduzir.

- Ela disse que esta feliz que a Vanessa tenha encontrado alguém, alguém que tenha vindo de tão longe para ajuda - lá, ela disse que sabe que nós estávamos com raiva do filho dela, mas que ele não é má pessoa, ela disse que gosta muito de Vanessa, sempre a tratou como filha, ela disse que esta tão preocupada com ela quanto com o filho, o pai dele esta lá dentro tentando acalmá-lo, porque ele se recusa a deixar Vanessa sair do quarto.

- E a policia? – eu perguntei a Thais, a mulher parece ter entendido a pergunta, e ela começou a falar com Thais, desesperada e ela respondeu a ela.

- Ela pediu para ter paciência, pediu para não chamar a policia que o pai dele ia conseguir dar um jeito nisso.

- Mas ele não pode ficar impune.

- Sim, foi o que eu disse a ela, mas ela disse que no caso seria melhor tratamento psicológico e não cadeia.

- Ele esta armado? – vi o medo no rosto de Thais, um medo que refletiu em mim. Mayra estava impaciente, e ela começou a discutir com a mãe do canalha, Thais teve que interferir e pedir para a irmã voltar para o carro.

- Ela esta muito nervosa, ela sempre foi assim, e quando ela ouviu que a mãe dele não queria que chamassem a policia ela ficou mais brava ainda, disse que se algo acontecesse com a nossa irmã, ela mesma iria fazer justiça com as próprias mãos.

- Porque ela esta aqui fora, e não lá dentro com eles? – Thais se virou para perguntar isso a ela, esperei que ela respondesse.

- Foi ele quem pediu, ele disse que ela o deixa ainda mais nervoso, ai o pai dele exigiu que ela ficasse aqui fora – Nós sentamos na calçada, tínhamos que esperar para ver se o pai dele ia conseguir fazer alguma coisa.

Uma hora depois a porta da frente foi aberta, eu me levantei e fui para a frente da casa, Thais me segurou, mas ficou ao meu lado, Mayra saiu do carro e ficou ao nosso lado.

O homem tinha cabelos brancos por toda a cabeça, parecia cansado e nervoso, a mãe do canalha foi ate homem, ele falou com ela, então se virou para nós, ele me deu uma olhada e logo em seguida Thais, começou a falar com ele, pelas feições de Thais as noticias não eram boas, eu queria saber o que eles estavam conversando, então Mayra começou a falar, aquela discussão não ia ter fim, a mãe dele pegou um celular e começou a falar com alguém, e eu fiquei ali olhando a cena, eu respirei fundo, e comecei a andar em direção a casa. Ouvi Thais me chamar, não olhei para trás, e pouco antes de chegar a porta uma mão me segurou, e então o pai de Austin veio junto e ficou na minha frente, ele começou a falar com Thais, que começou a me explicar.

- Ele disse que não vai mudar de idéia, ele disse a ele que eles passaram por muita coisa, eles já brigaram e se resolveram inúmeras vezes, agora seria igual, ele não quer saber de policia, ele disse que se chamarem a policia ele a mata e depois ele mesmo. O pai dele disse que já implorou a ele.. que eles quase brigaram lá dentro, mas ele se recusa, e … – foi quando ouvimos um grito, e era de Vanessa, eu passei por ele, ouvi todos atrás de mim, o pai dele berrava o nome dele, eu não sabia de onde vinha o grito, o pai dele passou por mim e entrou no corredor, e depois abriu uma porta, ele ficou parado na porta e mostrou a mão nós pedindo que esperássemos, a mãe dele passou por mim e foi para a porta, ela chorava muito e começou a berrar com o filho, eu precisava saber o que tinha acontecido, o que ele tinha feito com Vanessa, ele estava machucada? Meu Deus, eu não ia agüentar muito tempo, Mayra sussurrou algo no ouvido de Thais, que depois sussurrou no meu.

- Mayra chamou a policia, mas pediu que eles viessem com as sirenes desligadas, ela explicou a situação, ela vai ficar lá embaixo esperando por eles -  eu concordei com a cabeça. – A mãe dele esta implorando para que ele solte Vanessa, o pai está nervoso pedindo o mesmo.

- Você não me respondeu, ele está armado?

- Parece que ele esta com uma faca. – eu não podia mais agüentar aquilo, porque ela tinha berrado? Ele tinha a ferido? O pai dele entrou no quarto, e começou a berrar muito, ouvimos um barulho forte, alguém tinha caído, a mãe dele começou a gritar e foi no mesmo instante que a Mayra surgiu com quatro policiais atrás dela, Thais berrou algo, e os policiais avançaram, mais barulho e gritos, eu não tinha mais ouvido Vanessa, desde o grito.

Mayra foi atrás dos policiais e eu fui junto, eu não vi mais nada eu só consegui ver Vanessa, no canto do quarto, sua cabeça estava apoiada nos joelhos e ela os abraçava com força, Thais estava com ela.

- Vanessa? – ao ouvir minha voz ela levantou a cabeça no mesmo instante, ela estava sangrando, um corte nos lábios e um na sobrancelha, percebi que suas roupas tinham sido rasgadas, ela me abraçou forte e começou a chorar soluçando no meu ombro, Mayra veio logo em seguida, ambos falando com ela em português, imagino que perguntando se ela estava bem, um dos policiais veio ate nós, quando olhei para trás, o ex dela estava algemado, ele não falou nada, mas o ódio em seus olhos eram plausíveis, era para mim que ele estava olhando. Agora, seus pais estavam chorando ao ver a cena, eu senti pena deles, mas eu queria que a justiça fosse feita.

Alguns paramédicos surgiram em seguida e nós tivemos que nos afastar dela, eu não queria, mas ela disse que seria necessário, então eu soltei sua mão e fiquei perto,  o maximo que pude.

Capítulo 129

Quando voltamos a sala, Elizabeth estava sentadinha no sofá com Jack ao seu lado, meu cão, tinha deitado ao lado vago dela, no sofá, e sua cabeça estava no colo da menina, fiquei encantada com aquela cena, principalmente porque Jack era um cão bastante retraído e aquele gesto ele fazia apenas comigo, nunca o tinha visto fazer com qualquer outra pessoa que fosse, nem mesmo com Clara pu minha mãe, era apenas algo nosso e ele agora tinha reproduzido com Eliza, que massageava as orelhas dele de forma preguiçosa o fazendo fechar os olhos de puro contentamento.

Max, estava já jogado ao chão, soado e despenteado, um animal a mais no meio de Thor, Maria e Amy. Assim que ele nos viu entrando de volta a sala veio correndo e se jogou em meu colo, o segurei e lhe beijei a bochecha.

“Você esta fedido” Brinquei e ele riu.

Minha mãe tinha feito um lanche e foi por a mesa enquanto Clara e eu ficamos na sala com as crianças, não demorou muito e ela voltou para nos chamar até a cozinha, Eliza, mesmo extremamente tímida e bastante desconfortável com a situação, foi educada e comeu, agradecendo em seguida a minha mãe pelo seu bolo, Max era Max, como sempre a hora de comer para ele era uma brincadeira, ainda mais por agora que incentivávamos ele a comer sozinho, tudo virava motivo para risadas e no final ele acabava fazendo uma grande lambança.

“Mãe, eu quero lhe pedir um favor” Falei quando vi que já começava a escurecer.

“O que foi?” Minha mãe perguntou curiosa.

“Você pode ficar com as crianças por algumas horas? Porque queria ir com Clara até o apartamento arrumar as coisas da menina e se a gente levar eles, Max não vai dar sossego”

“Claro, eu vou amar ficar com eles” Minha mãe disse genuinamente feliz, afinal ela amava brincar de vó.


Max relutou bastante em nos deixar sair e permanecer na casa sem a gente, porém a presença dos cachorros o fez acabar por ceder e ele aceitou ficar, Eliza, nada disse, tudo para ela sempre estava bom, não havia grandes debates da parte dela.

Assim que entrei no carro e dei partida no veiculo, me lembrei de agradecer a Clara pela ajuda que ela tinha me dado com minha mãe.

“Você foi incrível, eu não sabia como agir ou como falar, obrigada por ter me ajudado mesmo quando você não concorda comigo” Falei.

“Somos um casal, não é? Eu posso não concordar, mas ainda assim é minha função te apoiar”

O carro estava parado no semáforo vermelho, aproveitei disso e dei um rápido beijo nos lábios de Clara, era incrível a sensação de não ter nenhuma criança por perto e pode beijar minha mulher livremente.

Meu beijo tinha a intenção de ser rápido, afinal era apenas os segundo do semáforo fechado, contudo Clara tinha outro planos e quando insinuei acabar o beijo e nos separar, ela logo me puxou para ela e retomou o beijo, porém diferente do meu, que mais era um beijo corriqueiro, o dela era ardente, com fogo, seus lábios devoraram os meus enquanto sua língua se entrelaçava a minha, as mãos de Clara vieram certeiramente até minha coxa e sem pudor ela apertou minha perna, cravando suas unhas nela enquanto me beijava a boca. Sua mão direita me apertava a perna durante o tempo que sua mão esquerda me segurava pelo pescoço.

O clima tinha ficado quente em poucos segundos, ambas eramos pura brasa, um barulho agudo de buzina nos fez separarmos o beijo e eu assumi novamente a direção do veiculo, com tudo, eu agora estava totalmente desnorteada, minha cabeça tinha ficado a mil de puro desejo, meu corpo clamava por mais.

“Vanessa” Clara disse com a voz derretida, sexy “Acelera e vamos logo pra casa” Ela me pediu, eu entendi seu recado e obedientemente fiz o que ela me mandou, os seguranças seguiam a gente e, em poucos minutos,c estacionei meu carro na garagem do edifício