carnudo

Mas cá entre nós, não existe um ser tão belo quanto ele. Não existem diamantes em joalheria alguma, que possa ter o brilho que ele possuí no olhar. Não existem flores em jardim algum, que possua o perfume cativante que ele possuí em sua nuca. Não existem doces em confeitaria alguma, que sejam tão doce quanto o sabor que há naqueles lábios rosados e carnudos. Não existem cortes ou produtos de salão de beleza algum, que sejam capazes de deixar o cabelo tão perfeito quanto o seu cabelo todo encaracolado. Não existe barbeador algum, que possa aparar a barba tão bem quanto ele apara a sua. Ele é moreno, me faz se derreter toda por ele. E não há nenhum tipo de estrela, nenhuma espécie de borboleta, nenhum dia ensolarado de verão, nenhum pôr do sol á beira do mar, que possa ser mais belo do que ele. Simplesmente não há.
—  Enquanto você não chega.
Enquanto ela dormia eu a observava, eu velava seu sono, eu cuidava dela. Seu semblante tão calmo, tão sereno, tão entregue ao sono, parecia um anjo. Seus longos cabelos espalhados no meu travesseiro, seus lábios carnudos, uma de suas mãos delicadas apoiada embaixo do seu rosto, seu corpo encolhido como quem tem frio, mas não, esse é seu jeito de dormir, parecendo uma menina… a minha menina. Ela usa minhas meias, ela usa minhas camisas, eu não me importo, é tudo dela mesmo, assim como eu mesmo.
—  Enquanto ela dormia, Caio Araújo.

SURPRISE FOR YOU TUMBLR!

¤ Eu peço desculpas a leitora que pediu esse imagine pela demora ENORME! Sério amor, me sorry aê

¤ Ficou meio bobinho mas eu fiz com amor hahaha então se quiserem mandar ask dizendo o que acharam, EU NÃO ME IMPORTARIA \o/


¤ Boa leitura pra geral, é nois \o

——–


   A chuva caia em torno da enorme casa de verão, as flores do campo eram regadas da forma mais natural existente e os passarinhos estavam escondidos em seus devidos ninhos. O dia estava completamente fechado fazendo Harry suspirar a cada cinco segundos enquanto olhava para a janela.

  Ele havia programado aquele fim de semana a mais ou menos um mês, era a primeira vez desde que conheceu S/n, que sua agenda estava completamente vazia naquele mês e aquela chuva fez com que o sentimento de frustração dominasse seu peito.

  - Você acha que vai passar logo? - Perguntou para a namorada como se fosse uma criança querendo brincar no quintal.

  S/n sorriu de forma aconchegante para ele.

  - Bom, você quer que eu seja sincera ou otimista? - Perguntou fazendo graça o que não ajudou no desespero de Harry. - Relaxa Styles, nós podemos fazer alguma coisa aqui dentro. - Sugere abarçando a cintura do encaracoldo.

  Harry ainda não convencido solta um suspiro mais forte fazendo S/n rir de seu jeito mimado.

  - Hazz…não fica assim. - Ela forma um biquinho fofo em seus lábios para tentar de alguma forma tirar aquele ar desapontado de Harry.  - Que tal você me ajudar a fazer alguns cookies? - Pergunta empolgada com a ideia.

  Harry da um sorriso de lado, já que seus planos não deram certo é melhor ele aproveitar seu tempo com S/n.

  Os dois seguem para a cozinha. Ela é bem diferente da que eles tem na cidade, chega a ser simples mas ainda sim confortante.

  - Que sabor você quer fazer? - S/n pergunta ao abrir o armário e encarar os ingredientes.

  - Chocolate. - Responde um pouco mais animado e ela sorri com isso.

  Então vamos lá!

(…)

  Farinha, farinha, farinha e mais farinha. Aquele balcão estava um caos assim como a roupa de Harry que estava um pouco manchada do chocolate que eles haviam derretido. Apesar dessa bagunça toda, os tais cookies estavam a salvos já dentro do forno começando a soltar um aroma agradável.

  - Acho que vou precisar de um bom banho antes de comer. - S/n diz tentando tirar um pouco da sujeira que ficou em seu avental.

  Harry sorri e abraça a namorada a sujando um pouco mais.

  - Se você quiser posso ir te ajudar. - Ele diz sussurrando no ouvido dela mas não de uma forma sexual.

  S/n encara Harry e sorri desacreditada.

  - Você não perde tempo mesmo. - Diz rindo enquanto toca o maxilar marcado de Harry.

  - Não, eu não quis dizer isso. - O moreno diz um pouco desconcertado, ele não queria que S/n pensasse que ele era um tarado, apesar de já terem um boa intimidade ele não queria que ela achasse que só estão juntos por prazer.

  - Tudo bem amor. - Ela diz sorrindo e o coração de Harry se comprime por ser a primeira vez que ela o chama por tal “apelido”. - Você pode me “ajudar a tomar banho”. - Ela ri no final e se vira indo para o banheiro que fica no corredor ao lado da cozinha.

  Os dois, já dentro do banheiro, retiram toda e qualquer roupa. Os olhos de Harry apreciam o corpo de S/n mais uma vez como ele faz toda vez que a garota esta nua para ele. Ela não é como suas ex’s, passa bem longe, seu corpo não se encaixa ao padrão que segundo as pessoas, é o bonito. Não, ela é carnuda; suas coxas são grossas e seu cabelo não é tão liso, porém Harry, agora, sabe que esse sim é o seu tipo de corpo favorito, o de S/n especificamente.

  O barulho das gotas de água caindo desperta o rapaz de seus pensamentos e o sorriso convidativo de S/n o chama para entrar de baixo do chuveiro. Ela fica de costas pra ele e sente o peitoral de Harry encostar em seu corpo.

As gotículas de água molham os dois que lutam por espaço ali, os fortes braços cercam S/n ao que Styles se estica para pegar o sabonete que fica em um suporte na parede.Ela fecha os olhos e suspira sentindo o toque das mãos de Harry em seus braços.

Ela se sente tão bem perto dele, como nunca se sentira antes. Harry é a paz que S/n sempre buscou, a forma carinhosa com que ele cuida dela só concretiza os fatos…e ela acha graça nisso, ela acha graça pois em tão poucos meses ele fez coisas na vida dela que ninguém fez em seus vinte e dois anos. Isso é tão surreal que chega a duvidar que Harry realmente está ali com ela, mas os lábios carnudos em seu pescoço faz ela acordar e ver que aquilo é realmente verídico.

Harry a beija com tanto carinho enquanto suas mãos passam o sabonete por seu corpo, que por um momento chega a pensar que ela é uma boneca de porcelana prestes a se quebrar.

- Eu gosto da maciez da sua pele. - Comenta enquanto os longos dedos passam pela lateral daquele corpo que agora parece frágil.

- E eu gosto quando sua boca está a beijando. - Retruca de uma forma sapeca fazendo Harry sorrir largo. - Deixe-me passar em você agora. - Diz ela tomando o sabonete da mão dele que em momento algum protesta.

S/n se vira e fica de frente para o rapaz de olhos esverdeados. Seu corpo se estica um pouco para que ela possa depositar um beijo nos lábios que a leva para o paraíso e assim que volta a posição normal, encara o tronco todo tatuado. Um pequeno suspiro sai por sua boca e ela começa seu trabalho.

Primeiro passa de forma delicada a espuma no pescoço que ela tanto adora beijar.

- Tem uma marquinha aqui. - Ela diz com falsa inocência, como se não soubesse o que causara aquilo no pescoço de Harry.

- Culpa de uma morcega sem coração. - Ele responde puxando a cintura de S/n pra mais perto de si e ela morde o lábio de baixo sorrindo.

- E aqui também. - Diz quase como um sussurro descendo a mão para o meio do peito de Harry, que segue com o olhar. - E outro aqui. - Ela diz aproximando o rosto do tronco dele e beijando de forma experiente fazendo Harry suspirar.

Assim que ela chupa a pele branca uma marca avermelhada fica na área.

- Você deveria tomar mais cuidado com essas morcegas. - Os dois ri ao que ela termina a frase.

No ponto de vista de uma terceira pessoa, como eu, essa cena pode ser totalmente sem nexo ou cabimento, chegando a ser boba. Mas para Harry e S/n, tudo faz sentido, todas as piadas dela tem graça para ele e tudo que ele faz é encantador, é como se eles estivessem em uma órbita própria somente para os dois. Ele tem plena visão de todos os defeitos dela e ela também conhece todos os defeitos dele, que por sinal não são poucos. Mas a forma de como eles se tratam faz com que o mundo de ambos tenha mais cores e mais vida.

O rosto de Harry se aproxima do dela e suas testas se encostam. Os olhos não se desgrudam por nenhum decreto e ambos sorriem. Harry se sente tão bem perto dela que por momento pensa que seu peito irá explodir.

Por Deus, essa garota é incrível demais pra mim!

Harry pensa com toda sua insegurança.

Jesus, eu realmente o mereço?

S/n se questiona.

- Eu amo você. - Harry diz baixo mas com toda certeza do mundo.

A respiração de S/n falha e seus olhos piscam, sua perna fica um tanto bamba e ela tenta se apoiar na outra para não cair.

- C-como? - Ela pergunta surpresa se afastando um pouco para que possa encarar Harry de uma forma melhor.

Harry sorri vendo o nervosismo da namorada e a puxa pela cintura mais uma vez colando seus corpos.

- Eu, Harry Styles, amo você S/n S/S! - Ele diz devagar vendo S/n sorrir ainda meio perdida.

- Eu amo você Harry Styles! - Ela repete vendo as covinhas aparecerem.

E então eles se beijam devagar e de forma carinhosa tentando demonstrar o real amor que sentem um pelo o outro, mas antes que possam continuar algo a mais, S/n se lembra dos cookies que ficaram no forno, fazendo Harry rir de seu desespero.

Mas aquilo não acabou ali, com certeza não!

Dejarte ir.

Aún recuerdo la primera vez que nos tomamos de la mano, la mía era tan pequeña que encajaba perfectamente en la tuya, al igual que mis pequeños y delgados labios formaban el conjunto perfecto junto a lo gruesos y carnudos que son los tuyos. La primera vez que me dijiste te amo… querías decir te quiero pero los nervios te ganaron, en cambio yo… siempre retenía ése deseo de gritarlo a los cuarto vientos. Quería que fuera perfecto… y lo fue. En esa terraza, donde millones de cosas sucedieron, donde nuestro amor fue creciendo, donde mi cuerpo se conectó por primera vez con el tuyo, donde… mirando la luna, nos prometimos un amor eterno que… tristemente, llegó a su final. Fuiste mi pequeño infinito, fuiste la persona que mejor supo como convertir mi caos en tranquilidad, fuiste el hombre con la altura perfecta, voz cautivadora e inteligencia diferente. Quizá en un futuro nuestros caminos vuelvan a cruzarse, quizá nos topemos en la calle tomados de la mano de personas diferentes. Pero… cuando ése día llegue, podremos regresar a casa, mirarnos al espejo y decir “Logré enfrentar mis miedos, logré matar a mis demonios, logré superar mi trastorno, ahora puedo sonreír sin fingir, ahora… soy feliz”. Lo que queremos no siempre es lo que necesitamos, así que aunque te ame con el alma y… dejarte haga que me sienta muerta en vida, mi decisión sigue firme “Juntos se matan, separados se mueren”. No puedo dirigirme a ti sin antes pedirte perdón por mis estúpidos actos de estas últimas semanas, por tratar de buscarte en otro cuerpo, en otros labios, por pretender que eres de esos que pasan fugazmente por la vida sin dejar marcas. No lo eres y nunca lo serás. Gracias por nuestra historia, por enseñarme que un sólo ser puede hacerte sentir infinidad de cosas. Sigue con tu vida, sé feliz. Creo en ti y sé que puedes lograr grandes cosas, llegarás más alto que tu estatura jajaja. Hay amores que no se olvidan, que sin importar el orden en el que lleguen son los dueños de grandes partes de ti. Y tú… las tienes todas. Te amo Niño Tumblr, quizá el destino haga que nuestras existencias vuelvan a formar una sola, pero por ahora… Prometeme una cosa. Rescata a ése niño enterrado bajo los escombros, limpialo, ponle un traje y dile “estoy preparado para que dirijas mi vida Joan. El volante es tuyo”.

Por Siempre Tuya: La Niña De Los Libros. Pdt: Sólo las palabras sangran.

sua pele cheirosa
a barba macia
os lábios carnudos
os pelos que arrepiam
a voz que sussurra

o gosto do beijo que me faz querer grudar em você
o toque que arrepia
o cheiro que tira o chão

você é combustível
é álcool no fogo
explosão nuclear
tiro no escuro.

Imagine - Zayn Malik

- Oi, Zayn! – Suspirei segurando o celular mais firme. – Eu não vou poder encontrar você hoje, sinto muito.  

- Tudo bem, (S/A)! – Ele suspirou. – Você pelo menos pode me dizer o que vai fazer? Sabe, caso alguém me pergunte.  

- Vou passar o dia em um curso. – Bufei. – Foi marcado de última hora, será na universidade.  

- Ótimo! – Ouvi do outro lado da linha. – Posso passar para buscar você lá?  

- Está bem. Hm, tenho que ligar para a Cris vir me buscar; então, nos vemos mais tarde… – Eu olhava para as paredes durante a ligação.  

- Me ligue assim que a aula terminar! – Ele suspirou de novo. – Ou uma mensagem um pouco antes para você não ficar esperando…

- Tudo bem. Tchau, Zayn!

- Beijos, (S/A)! – E a ligação foi encerrada.

Eu havia conhecido Zayn em uma festa da faculdade. Sim! O cantor famoso estava em uma festa de fraternidade, mas era por causa da irmã, uma caloura.  

Eu estava com um copo na mão e ele atordoado, nem preciso dizer o desfecho da noite, não é mesmo? Mas também rolaram alguns beijos; alguns bons beijos naqueles lábios carnudos.  

Uma semana depois uma agência me ligou me convidando para uma reunião. Reunião a qual eu fui. E o encontrei lá. De novo.

Recebi uma proposta alta de dinheiro para alguns encontros com o rapaz solteiro que apenas saia com amigos homens, o que gerou muita especulação na mídia; ainda mais por estar solteiro a muito tempo. Eu neguei.  

Claro que eu neguei. Mas então ele pediu para que ficássemos sozinhos na sala. Ele conversou comigo, explicou o que estava acontecendo: uma carreira tumultuada, fans enlouquecidas, shows por vários lugares do mundo, encontros em família… nenhuma mulher estava querendo um relacionamento com esses “empecilhos” no meio. Ele precisava de alguém que tivesse a própria vida, e tivesse disposto a ter alguns encontros de vez enquanto.  

- Pense. O dinheiro é bom! E eu prometo que ninguém te atormentara na faculdade… – Ele me olhou com olhos pidões.  

- Eu realmente preciso pensar. – Pus a mão em minha têmpora. – Posso te dar a resposta outro dia? Ter você me encarando desse jeito não me ajuda a pensar…

- Desculpe. - Ele sentou ao meu lado. – Nunca pensei que fosse passar por isso.

- Nem eu… – Suspirei.  

E o que eram para ser alguns encontros, se tornou um namoro perante a mídia. E nos finais de semana que ele não tinha compromisso, eu ia para casa dele, assistia filme na tela plana, me enchia de pizza  e dormia no quarto de hóspedes.  

Terminei de jogar minha coisas na mochila e ouvi a buzina do carro que Cris tinha ganhado dos pais. A universidade era próximo de onde nós morávamos, mas, segundo Cris, dirigir até a faculdade era chique.  

- E o seu quase gato? – Ela era a única que sabia de toda a verdade, e foi ela que me ajudou a tomar a decisão de aceitar ou não a proposta.  

- Ele vem me buscar mais tarde. – Procurei meu celular dentro da mochila.  

- Mais um super encontro?  

- Não sei. – Dei de ombros. – Disse que não poderia encontrar ele hoje por conta do curso e ele perguntou se poderia vir me buscar. Aí eu disse que podia.  

- Sabe, eu dei todo apoio, mas ainda acho estranho. – Ela terminou de estacionar o carro.

- Eu vivo essa loucura a mais de dois meses e ainda acho estranho. – Nos encaramos. – Eu fico pensando, como pode ter alguma mulher que se importe com a vida maluca dele se sempre que ele pode, vai dar toda atenção do mundo para ela. Ele é carinhoso, até comigo que não tem intimidade nenhuma. Ele se preocupa, mesmo sem ter nenhuma responsabilidade. E na última semana, eu tenho recebido mensagem de bom dia todos os dias. Que mulher vai ver problema em todo resto se para ele, ela vai ser única? – Cris me olhava embasbacada.  

- Ele gosta de você! – Ela sorriu. – Tipo, de verdade! Sem contrato, sem nada. Ele gosta mesmo de você!  

- O que? – Ri nervosa. – Claro que não… É melhor a gente ir, vamos acabar chegando atrasadas para o curso.

- Esse curso é de que mesmo? Como não se apaixonar pelo Malik? – Ela debochou assim que eu desci do carro.  

-  É um curso de escrita, Cris. Escrita! – Sai quase marchando de raiva para o prédio onde era sinalizando a entrada para os alunos.  

O curso seria das 10h até às 16h, e um pouquinho antes de encerrar enviei uma mensagem para Zayn dizendo a hora que estaria liberada e em seguida ele me respondeu dizendo onde ficaria me esperando.

Assim que o professor deu o curso como encerrado, assinamos a listagem para o recebimento do certificado, recolhi meus copinhos de café, me despedi de Cris e fui para a entrada onde Zayn estaria me esperando. E ele estava lá, escorado em seu Rover preto, me encarando.  

- Oi! – Ele disse depois de me dar um selinho. – Tem algum compromisso para hoje? – Neguei com a cabeça. – Quer ficar lá em casa hoje à noite? – Ele perguntou e entramos no carro.  

- Ah, não quero atrapalhar… – Fiquei tímida sobre o olhar que ele mantinha sobre mim.  

- Você não atrapalha! E pelo menos não vou ficar sozinho naquela casa imensa.  

- Acho que eu não tenho roupa lá… – Mordi a bochecha, nervosa.  

- Você deixou sua mochila de roupas lá, da última vez que foi. – Ele arqueou a sobrancelha.

- Bom, então tenho roupas. – Suspirei. – Vamos!

- Não quero que vá forçada… – Ele fez uma careta.  

- Ei, você não está me amarrando nem nada, você me faz companhia, eu faço companhia a você… Comemos pizza!  

- Assistimos filmes melosos…

- Viu só, já entramos em um consenso! – Ele riu, ligando o carro em seguida.  

A cada do Zayn também não era a mais afastada da universidade, e em poucos minutos estávamos chegando.  

- Você não faz ideia da minha última aquisição… – Zayn comentou animado assim que eu me sentei no sofá. Quase rolei os olhos por pensar ser um carro, mas aí lembrei de não ter visto nada na garagem.

- O que você aprontou?  

- Você vai gostar! – E de mãos dadas me arrastou para o segundo andar, para a sala de televisão. – Olha para o teto.  

Desviando meu olhar do seu, subi meu olhar até o teto sobre nós, encontrando um projetor.  

- E também assinei Netflix de novo. – Ele deu de ombros.  

- Já sei onde vou passar a noite! – Corri e me atirei no maior sofá cinza que tinha na sala.  

E passamos mesmo a noite ali. Nos entupimos de pipoca, pizza, chocolate e refrigerante. Eu usava meu pijama xadrez e Zayn um conjunto de moletom. A sala de televisão havia virado uma grande bagunça e eu estava adorando. Nunca tinha visto Zayn tão solto, rindo de tudo que eu falava e fazendo piadas sem graça também. Dormimos por ali, jogados cada um em um sofá, com cobertas e travesseiros.  

Pela manhã seguinte, ao acordar, desci correndo para cozinha, pois Donna, governanta da casa,  estava passando café e eu sentia o cheirinho de longe.  

- Minha querida! – Donna se assustou ao me ver. – Não sabia que tinha passado a noite aqui.  

- Foi de última hora. – Dei de ombros indo até o armário e pegando uma xícara para tomar café. – Zayn me buscou depois de um curso na  faculdade.  

- Ah sim. É como estão as coisas entre vocês dois? – Ela balançou as sobrancelhas me fazendo rir.  

- Da mesma maneira de antes.  

- Nenhum dos dois cedeu, então?  

- A senhora e a minha melhor amiga tem a mesma mania!

- Mas você gosta dele, não gosta? – Assenti com a cabeça. – Como homem e mulher ou como amigo. – Mordi o lábio. – Pela sua carinha você nem precisa me responder. – Ela riu.  

- Eu só não sei o que é certo e o que é errado nessa história toda. – Me sentei na bancada, ao lado da pia.

- Errado está vocês ficarem fazendo de conta que o certo está errado. – Fiz careta. – Vocês se gostam, isso é o certo, vocês ficarem juntos do jeito certo!

- É…

- Bom dia! – Zayn entra na cozinha com a cara toda amassada e eu me derreto toda.  

- Bom dia! – Eu e Donna o respondemos.  

Ele caminha até Donna deixando um beijo em sua bochecha e depois até mim, deixando um beijinho rápido em meus lábios. Donna sumiu nessa hora. Zayn abraçou minha cintura e ficou um tempo me encarando.  

- Então estamos fazendo do jeito errado o que devíamos fazer do jeito certo? – Ele arqueou a sobrancelha.

- Você estava ouvindo? – Senti meu rosto corar.

- Não foi por mal. – Foi ele quem ficou envergonhado. – Eu quero fazer do jeito certo e esquecer o jeito errado e você?  

- Sem mais jeitos errados? – Ri.  

- Sem mais. – Ele se aproximou e começamos um beijo calmo, comigo ainda sentada na bancada. – Nunca mais me faça dormir naquele sofá pequeno.  

- Me desculpe. – Passei a mão em seu rosto ainda com as marcas do travesseiro.  

quedrigas: Você pode fazer um com o Zayn? Em que ela descobre que está grávida e quando vai contar ele termina com ela antes,pq acha que não faz ela feliz. Então eles se encontram meses depois na rua e ela entra em trabalho de parto, ai ele ajuda ela e tudo mais, só que ele fica triste por pensar que ela já seguiu em frente, só que ele vê a criança nascer e percebe que o bebê tem a mesma marca de nascença dele, então ele vai tirar satisfações com ela, então eles conversam e esclarecem tudo e se acertam.

Positivo. Era isso que o exame que eu segurava em mãos dizia. Eu estava grávida de Zayn, meu noivo e não via a hora de contar a novidade a ele.

Fiquei sentada no sofá ansiosa pela chegada dele para contar que nosso amor rendeu frutos. 

— Oi amor — eu disse animada quando vi ele passar pela porta — Tenho uma coisa para te contar 

— Oi S/n — sorriu fraco 

Sempre que Zayn me chamava pelo nome e não por amor ou qualquer outro apelido meloso que ele havia me dado, algo estava errado. 

— Aconteceu alguma coisa ? — fui até ele que estava pegando água na geladeira 

— Aconteceu — respirou fundo — Eu pensei muito essa noite e percebi que eu não sou o cara certo para você. 

— O que ? — me desesperei ao ouvir aquela frase — Não ouse dizer isso, nunca mais. 

— É a verdade S/n. Sempre estou deixando você sozinha em casa por causa desse trabalho que tenho. Ainda tenho essas crises de ansiedade. Você não tem que passar por isso 

— Você não tem noção do que está falando — senti um peso sobre meus olhos — Eu sabia de tudo isso quando aceitei namorar com você e encaro isso numa boa. Para com essas ideias loucas

— Vou pegar minhas coisas e hoje mesmo vou embora

— O que ? — gritei — Zayn você não pode me deixar sozinha aqui, você não pode desistir da gente assim. Pelo amor de Deus, o que você está fazendo ? — coloquei as mãos sobre minha cabeça

— Eu sinto muito mas sei que você vai encontrar alguém melhor, alguém que te faça feliz da forma que eu não consegui fazer — ele dizia sério, sem expressar outra reação 

— Nunca pensei que você faria isso comigo um dia — as lágrimas já escorriam pelo meu rosto — Quer saber, quer ir, vá. Não vou te impedir. 

Ele passou por mim indo até nosso quarto. Me sentei na banqueta da cozinha e comecei a acariciar minha barriga que ainda nem aparecia. 

— É filho — disse baixo — Acho que seremos só nós dois… ou duas — sorri pensando na hipótese de ter uma menininha 

— Estou indo — ele apareceu na sala com uma mochila em mãos — Seja feliz, S/n! Eu te amo! 

— Não quero me despedir. Não vou ser feliz sem você — cuspi aquelas palavras 

— Eu sei que vai. Se cuida…  — ele saiu pela porta… para sempre…

(…) 

Nove meses se passaram desde que Sophie vem crescendo dentro de mim, nove meses também desde que Zayn endoidou e resolveu me deixar. 

Nunca mais vi aquela fisionomia magra dele e nem senti aquele perfume adocicado que ele exalava. Zayn saiu por completo da minha vida. 

Não estava sendo nada fácil, os enjoos estavam sendo frequentes, a bebê chutava muito e a qualquer momento eu poderia entrar em trabalho de parto.

Estava indo até uma loja de roupinhas infantis, aliás, era isso que eu mais amava fazer: comprar roupas para a minha menininha, quando avistei ele. 

Meu coração acelerou e minha mão ficou gelada, era como se eu estivesse vendo ele pela primeira vez. 

Zayn estava mais magro, tinha feito mais tatuagens mas ainda assim continuava lindo. Nosso encontro naquela rua foi inevitável. 

— S/n — ele arregalou os olhos e sua voz saiu rouca — Quanto tempo. 

— Pois é, Zayn — respondi seco 

— Você está… grávida — ele disse baixo tornando seu olhar triste — E linda, meus parabéns. Vejo que sua vida andou! 

— Obrigada. Tenho certeza que minha filha será muito amada. 

— E quando nasce ? 

No mesmo momento que ele perguntou aquilo, senti uma contração forte, algo que nunca havia sentido até então. 

— Ai meu Deus — gritei — Acho que agora 

— O que ? — ele perguntou assustado 

— Vai nascer agora — curvei meu corpo para diminuir as dores — Me ajuda 

— Eu não sei fazer um parto — ele levou as mãos à cabeça se desesperando 

— Não é para fazer meu parto, liga para uma ambulância. Rápido. 

Ele fez a ligação e em menos de dez minutos a ambulância estava ali. Fui colocada numa maca e encaminhada até o hospital mais próximo e Zayn foi ao meu lado. 

Depois de muito força, muita dor e muito suor, ouvi o chorinho que tanto esperei. Sophie chegou ao mundo. 

Seus poucos cabelos negros e seus pequenos lábios carnudos não negavam que ela tinha sangue dos Maliks correndo pelo corpo. 

Dei um sorriso de satisfação ao vê-la mesmo de longe e foi aí que imaginei como seria difícil ser mãe solteira.

Levaram ela até um outro quarto e Zayn foi atras todo emocionado com a pequena criaturinha. Mal sabia ele que era sua filha. 

Fizeram a cirurgia em mim e finalmente pude ir para o quarto de hospital, logo eu iria amamentar pela primeira vez. 

— S/n — Zayn entrou no quarto com cara fechada — Quem é o pai dela ? 

— Isso não interessa para você, Zayn. — arrepiei ao ouvir aquela pergunta 

— Ela é minha filha, não é ? — ele disse convicto daquilo 

— De onde tirou isso ? — franzi as sobrancelhas

— Ela tem a mesma marca que eu… 

— Zayn as únicas marcas que você tem são tatuagens e o meu bebê não nasceu tatuado — revirei os olhos 

— Você não está entendendo. O coração que eu tenho no abdômen foi feito para cobrir uma marca de nascença que eu tinha, e ela tem essa mesma marca… no mesmo lugar… 

Olhei para ele e suspirei, agora ele sabia de toda verdade. 

— Por que não me contou ? 

— Porque você me largou exatamente no dia que eu ia contar a você. 

— Quer dizer que ?…

— Sim, Zayn — o interrompi — No dia que eu ia contar sobre minha gravidez, você resolveu dar uma de louco e me largar. Você me largou grávida. 

Ele serrou os olhos e fechou os punhos, a ira que ele sentia dentro dele estava clara. 

— Como eu pude ser tão idiota assim ? O que foi que eu fiz — ele dizia para si mesmo, arrependido do que fez 

— Agora já foi — fiz pouco caso

— Eu não posso deixar você sozinha…  

— Deveria ter pensado nisso a nove meses atras, quando terminou comigo sem nenhum motivo claro 

— Não foi sem motivo, eu só achei que você estava infeliz comigo — ele justificava 

— E por que ? De onde tirou essa ideia ? Você sabe que eu sempre te amei e Zayn e sempre te aceitei independente do seu trabalho e das suas crises, mas num belo dia você acordou revoltado e resolveu me deixar… e grávida — disse tudo que estava engasgado a nove meses

— Não precisa repetir isso, já sei que errei… — ele dizia baixo — S/n, eu quero voltar para casa 

— O que ? — arregalei os olhos

— Eu quero voltar. Quero voltar para você, para nossa casa… Eu quero ser um pai maravilhoso para ela. 

— Sophie é o nome dela. 

— Eu quero ser um pai maravilhoso para Sophie — deu ênfase no nome dela — Hoje eu reconheço o quanto fui idiota e quero me redimir. Você tem total liberdade para não aceitar mas por favor, me deixa tentar.

— Eu ainda amo você, Zayn — suspirei — As portas estão abertas para você! 

— Eu te amo — ele sorriu emocionado — E amo a família que conseguimos formar. 

Zayn selou nossos lábios como forma de comemoração. Depois de nove meses finalmente a casa em que morávamos estava completa de novo, e agora com uma herdeira.

Trinta Dias e Vinte e Nove Noites

- Park Jimin

- Romance

A/N: esse gif, AAAAAAAAAAAAAAAAAAAA :3 VOLTEI GENTE, ALÔOOO

Originally posted by jiyoongis

-Não, eu não vou. – Falei, cruzando meus braços depois de colocar os fones de ouvido de volta. Minha mãe os tirou rapidamente, girando a cadeira e me obrigando a encará-la.

-Sim, você vai. Eu sou sua mãe e você é obrigada a me obedecer. – Revirei os olhos, me levantando e indo até o espelho.

-Mãe, você sabe que eu te amo e te respeito com todo meu coração, mas sério. Me pedir para ir em uma festa que aquele ser humano desprezível vai estar é quase uma tortura. Não posso e não vou, por favor. – Respondi, tentando ser o mais educada possível.

-E você sabe muito bem que esse jantar é muito importante para mim, sua querida mãe. Tente ser compreensível apenas essa vez? Pela minha empresa? Nossa empresa? – Ela disse, segurando meus ombros e arrumando meus cabelos. Sorri de forma triste, mas o sorriso se desfez em segundos. Eu sabia que aquela noite seria um desastre.

-Tudo bem. Eu vou, mas apenas por você. – Falei, desistindo e sentindo um aperto no meu peito. Esse jantar seria muito importante porque o dono de outra empresa, muito reconhecida aliás, fecharia um contrato minha mãe.

Ela era dona, e logo eu seria também, de uma empresa de moda. Ambas nos vestíamos muito bem, mas os negócios estavam piorando a cada dia. Com todos as problemáticas nos assuntos internacionais, o trabalho era afetado quase que diretamente.

Vi minha mãe sorrir, sentando na ponta da cama. Naquele momento pude perceber seu olhar cansado e a postura relaxada. Ela não era a mesma há um ano, desde minha vó faleceu. As duas eram muito ligadas, mas então o acidente aconteceu e foi devastador para mamãe.

Ambas ainda sofríamos em casa, com meu pai. Ele era agressivo e seu trabalho, exaustivo. Isso resultava em um violência doméstica, cuja já estávamos acostumadas. A cor clara dos olhos de minha mãe refletiam os anos de dor que aguentou em toda a sua vida e essa cena já o suficiente para me deixar em prantos.

Respirei fundo, virando-me para o espelho. Meus cabelos eram idênticos aos de minha mãe, nosso rosto também era muito parecido. Não puxei minhas características de meu pai, apenas os lábios maiores e mais carnudos, diferente de mamãe, que tinha-os finos.

Aquela festa seria uma das maiores dores de cabeça. Nos encontraríamos com a família Park, cuja eu não gostava nem um pouco. Principalmente dele. Jimin. Park Jimin. Conhecíamos um ao outro pela escola, mas nunca nos demos bem. Desde pequenos, os olhares trocados por nós eram de raiva ou nojo.

Ele era esnobe, se achava o dono de tudo e o melhor de todos, ainda mais com as meninas no seu pé durante as vinte e quatro horas do dia. Havia alguns estudantes que não gostavam dele e eu era uma dessas pessoas. Apenas o jeito com que falava que me enjoava, com aquele ar de superioridade, como se pudesse conseguir qualquer coisa quando e de quem quisesse.

Já soube de várias histórias sujas sobre ele e de como usou pessoas para conseguir o que quer e aquilo só me prova mais ainda o quanto esse garoto não presta nem um pingo. Jimin era bonito, isso era inegável, mas como ele mesmo sabia disso, usava muito a sua beleza – tanto facial tanto quanto corporal – para conseguir qualquer menina que deseja.

Eu mesma já posso dizer que vi coisas que gostaria de poder esquecer acontecendo em uma lugar mais escondido da escola.

Suspirei, pensando nas horas longas que passaria na casa deles com Jimin ao meu lado, provavelmente me incomodando o jantar inteiro. Esse garoto, de algum jeito, descobriu minhas fraquezas e meus objetivos de vida, usando-os contra mim para conseguir o que quer.

Meu coração acelerou e apertou ao mesmo tempo, me deixando com falta de ar. Respirei fundo, mas ainda não conseguia respirar direito. Fui até a cama, deitando-me e olhando o teto roxo claro do meu quarto. Senti as mãos de minha mãe na minha perna, acariciando-a gentilmente.

-Obrigada, filha. Vou ficar te devendo uma. – Ela disse, beijando minha testa e se afastando. Antes que pudesse deixar meu quarto, respirei fundo mais uma vez.

-Você já está me devendo várias. – Minha mãe sorriu, saindo e fechando a porta. O silêncio agarrou-se nas paredes e nos móveis, me deixando imersa em meus próprios pensamentos.

O dia passou rápido, a noite quase corria para nos alcançar. Meu pai já havia voltado para casa, bravo e agressivo, como de costume. Minha mãe quase apanhou, mas conseguiu se proteger. Odiava ver aquela cena e não poder fazer nada, odiava ser tão fraca, odiava aquele homem.

Do banheiro, conseguia ouvir seus gritos de raiva e ordem para minha mãe. Tranquei a respiração por um tempo, segurando o delineador em minhas mãos. Tentei ignorar a briga, mas parecia impossível. Queria fazer alguma coisa, mas não conseguiria.

Quando finalmente consegui terminar a droga da maquiagem, suspirei e dei uma última olhada no espelho antes de sairmos. Meu pai já me chamava, então deveria me apressar. A jaqueta de couro limitava os movimentos do meu corpo por ser um pouco apertada, mas eu não ligava tanto. A calça jeans marcava até demais minhas curvas, o que me incomodava, porém não o suficiente para me fazer desistir dela.

Desliguei a luz do banheiro e saí correndo de casa, passando por meu pai – minhas pernas tremiam com medo de ele dizer alguma coisa sobre minha roupa – e indo direto para o carro. Assim que me sentei, olhei para minha mãe no banco da frente. Ambas estávamos com o mesmo olhar, sentindo a mesma coisa.

Meu pai entrou no carro, o ligando e saindo correndo. Ouvi o seu suspiro e senti seu olhar em mim pelo pequeno espelho. Tentei fingir que não sabia que estava sendo observada, mas parecia impossível disfarçar aquele desconforto.

-Sua calça é muito apertada. Não me lembro de tê-la comprado para você, como conseguiu? – Ele perguntou em um tom rígido.

-Uma amiga minha me deu no meu aniversário, sabe, há duas semanas. Aquele que você esqueceu. – Falei, não conseguindo controlar minha boca. Minha mãe engoliu em seco, sabendo qual seria a reação de meu pai.

-Terminamos essa conversa em casa. – Foi minha única resposta e eu sabia o que estava por vir. Meu pai nunca gostou que falássemos mais do que o que foi perguntado, o machismo corria por suas veias mais do que o próprio sangue.

Chegamos na casa dos Park, sendo recebidos pelo seu mordomo, Christen. Ele nos levou até a mesa de jantar, abrindo a porta para nós. Agradeci, sendo a última a entrar na casa. Por dentro, era tão linda que meus olhos ardiam um pouco.

Os móveis deviam custar mais do que a minha casa inteira. Tudo estava tão limpo e parecia tão calmo com uma música clássica. Depois de andar um pouco, encontramos a família já nos esperando na mesa, todos muito bem arrumados. Deixei meus olhos navegar pelos integrantes.

Eu sabia o que estava procurando.

Mas Jimin não estava ali, havia uma cadeira vazia o esperando ao lado de seu irmão. Ergui uma sobrancelha, mas não tive muito tempo para me questionar sobre aquilo, já que o pai dele começou a falar e falar.

Fomos recebidos e então sentamos. As conversar se concentravam no canto onde os adultos estavam, eu e o irmão de Jimin parecíamos dois túmulos. Estávamos todos comendo quando, do nada, a porta da frente bate, fazendo um som alto e uma pessoa correndo pela sala de jantar. Senhor Park suspirou, olhando para baixo e depois para nós.

-Queiram me perdoar, Jimin estava em sua aula de dança, mas aparentemente se atrasou para o jantar. – O homem sorriu de força forçada para minha mãe e então olhou para trás. – Jimin!

O garoto parou onde estava, voltando para a sala de jantar com sua aparência desleixada. Engoli o pedaço de carne que estava na minha boca, encarando-o. Seus olhos não estavam em seu pai, estavam em mim.

O cabelo grudava em seu suor, sua regata branca deixava bem à vista os músculos bem definidos de seus braços. Aquele desgraçado era lindo.

Antes de olhar para seu pai, piscou um de seus olhos para mim, sorrindo sem mostrar os dentes. Com certeza todos daquela mesa viram o que aconteceu e eu seria cobrada depois, sem dúvidas.

-Jimin, por que se atrasou tanto? – Perguntou a mãe dele, ajeitando-se na cadeira e o encarando com ingenuidade nos olhos.

-Fiquei mais tempo para treinar melhor, aliás, vejo que não fiz tanta falta. Começaram a comer sem mim de qualquer jeito. – Ele disse, dando uma última olhada para seus pais e saindo da sala de jantar. O silêncio que se seguiu era mais desconfortável do que os que aconteciam lá em casa ás vezes.

-Eu vou ao banheiro. – Falei, me levantando e saindo da mesa. Claro que não iria ao banheiro, seguiria Jimin. Fui pelo mesmo caminho que ele fez, sem olhar para meus pais porque sabia que me arrependeria. Ouvi a voz da mãe do menino e parei.

-O banheiro é para o outro lado, querida. – Suspirei, perdendo a paciência com toda essa coisa de precisar seguir ordens o tempo todo.

-Eu sei disso. – Respondi, continuando a andar. Podia ver a expressão raivosa de meu pai mesmo de costas.

Jimin havia entrado em seu quarto, então me apressei, abrindo a porta no tempo certo para vê-lo tirar a camisa e jogá-la do outro lado do cômodo. Um suspiro deixou seus lábios e seus músculos se contraíram, relaxando segundos depois com mais uma respiração funda.

-Sentiu minha falta? – Ouvi sua voz perguntando-me. Levei um pequeno susto, estava prestando atenção demais na cena toda.

Mais do que deveria.

-Não, mas o seu ataque agora pouco lá na sala de jantar chamou minha atenção. – Respondi, entrando e fechando a porta. Jimin olhou para trás, sorrindo para mim sem mostrar seus dentes. Aproximei-me dele de braços cruzados, ficando frente à frente com o garoto.

Aquele corpo…

-Engraçado você dizer isso e entrar, fechar a porta, mesmo sabendo que eu estou me trocando. Quer me ajudar? – Ele perguntou, abrindo sua calça. Comecei a rir, revirando os olhos.

-Até parece – Eu queria muito. Aquele sentimento já estava tomando cada parte de mim, mas a raiva que sentia contra ele ainda era maior. Agora meu corpo era emoções em confusão. – Vou sair e te deixar em pa-

-Eu não quero que saia. – Ele disse, segurando meu pulso e me puxando de volta para ele. Tentei me soltar, mas Jimin era mais forte.

-E se eu quiser sair?

-Eu tenho jeitos de te fazer ficar. – O rosto de Jimin já estava mais próximo do que o que jamais imaginei ser possível. Tanto que nossos narizes já tocam um no outro.

-Jimin, me solte – Ordenei, tentando me soltar. O menino sorriu, me empurrando na cama. Meu corpo quicou no colchão e antes que pudesse me dar conta, Jimin estava em cima de mim. Segurei seus ombros, o parando. – Se continuar, tenha em mente que eu posso te denunciar por estupro.

O garoto parou, saindo de cima de mim. Ele esticou-se, deixando a cama e entrando em sua suíte.

-E eu posso te denunciar por invasão de privacidade, acho que estamos quites. – Ele disse, piscando para mim e fechando a porta. Respirei fundo, deitada na cama de Jimin.

Eu estava, literalmente, deitada na cama dele. Jurei que nunca iria tocar um dedo no seu quarto há alguns anos.

Voltei para a sala, me sentando e agindo como se nada tivesse acontecido. As conversas continuavam e o irmão de Jimin havia saído da mesa. Sentei-me no meu lugar, ajeitando-me.

-O que aconteceu entre vocês dois? – Perguntou o pai de Jimin, me encarando com desconfiança. – Você claramente foi atrás dele, pode me dizer o motivo?

-Porque senti vontade. Algum problema com isso? – Respondi, sem nenhum pingo de paciência. Minha mãe arregalou os olhos para mim e meu pai apenas me encarava.

-Sim, caso o seu cabelo bagunçado signifique algo. – Imediatamente levei minha mão aos meus cabelos e os senti totalmente desorganizados. Respirei fundo, apenas abaixando os fios que estavam em pé.

-Não se preocupe, eu nunca quereria algo com alguém como seu filho. – O homem respirou fundo, ficando com mais raiva. Continuei comendo calmamente, mas alguma coisa no meu peito me incomodava.

Alguns minutos se passaram e Jimin voltou. Estava usando um paletó preto aberto sobre uma camisa branca lisa. Seu jeans preto ficava tão bem no seu corpo que eu nem tinha palavras para descrever.

Meu pai o observou com atenção, parecendo analisa-lo inteiro. O menino se sentou ao meu lado, pegando um prato e chamando o garçom para servi-lo. Encarei minha mãe, percebendo meu erro ao ter respondido daquele jeito para o pai de Jimin.

-Você está branca, o que fez de errado? – Perguntou Jimin, sussurrando e se aproximando de mim.

-Eu estou na sua casa. Isso já um erro enorme. – Respondi, continuando a comer e ouvir a conversa dos adultos. Minha mãe estava finalmente tocando no assunto do contrato e foi aí que Senhor Park se silenciou.

Ele não aceitou a proposta. Não queria ‘’incomodações’’ com empresas tão pequenas. Respirei fundo, sabia que era culpa minha. O jeito que havia respondido e agido até agora.

Meu pai simplesmente agradeceu e se levantou, saindo da casa. Minha mãe o seguiu e eu me levantei, mas antes que pudesse sair, Jimin segurou meu pulso, aproximando seu rosto do meu.

-Me encontre amanhã no armário do zelador, tenho uma proposta que pode favorecer nós dois. – Fiquei parada por um tempo, pensando no que havia acabado de ouvir.

-Ok.

(…)

O caminho de volta foi apenas um silêncio e a tensão no ar. Assim que a porta de casa foi fechada, meu pai respirou fundo e encarou nós duas. Senti seus dedos gelados segurarem meu pulso e me levar para o quarto, ao fundo, conseguia ver minha mãe chorando na sala.

Eu havia estragado o dia.

(…)

No armário do zelador, lá estava eu, sozinha e esperando Jimin no dia seguinte. O garoto demorava demais. O recreio já ia acabar e nada dele.

-Desculpe a demora – Ele disse, entrando e se espremendo no pequeno lugar comigo. – Então vou ser bem direto, depois só tiro suas dúvidas.

-Qual é o negócio? – Perguntei, tentando me afastar.

-Finja ser minha namorada pelo próximo mês e faço meu pai assinar o contrato com sua mãe. É simples e tenho certeza que vai funcionar. – Meu coração estava acelerando e tinha certeza de que meu rosto havia ficado vermelho.

-Por que quer que eu finja ser sua namorada por um mês? – Perguntei, hesitante com a resposta.

-Em um mês as aulas acabam e você nunca mais vai precisar ver a minha cara de novo. Sei que não gosta de mim, mas, por favor, eu não aguento mais essas meninas atrás de mim e meu pai já está me incomodando quanto à isso.

-Ok e o que dirá para seu pai em um mês, se eu aceitar essa maluquice toda?

-Que eu tentei namorar e não deu certo. É só para ele parar com isso de que eu preciso ser um ‘’menino mais sério’’ em relacionamentos. Por favor, _______. São só trinta dias e vinte e nove noites.

Fiquei parada e em silêncio, precisava pensar melhor. Jimin, o menino que eu simplesmente odiava há anos, do nada me pedindo para ser sua namorada por um mês para benefício próprio. Mas em troca, daria o que minha mãe quer e nosso negócio vai melhorar em questão de dias.

Eu precisava fazer isso por ela, principalmente depois do que tinha cometido no jantar dos Park.

-Eu aceito essa proposta, mas se seu pai não fechar o contrato com minha mãe, você vai se arrepender, Park Jimin. – Falei, abrindo a porta do armário do Zelador. Ele segurou meu pulso, me trazendo para um abraço.

-Obrigado. – Meu coração pulsava, tanto de vergonha, como de estranheza. Ele nunca pensaria em fazer isso comigo, muito menos eu pensava em aceitar uma coisa dessas.

Assim que ele me soltou, eu me afastei, saindo do armário de zelador e indo de volta para a sala. A partir daquele dia, eu era oficialmente a namorada falsa de Park Jimin durante um mês.

(…)

No dia que se seguiu, eu estava sentada na escadaria da escola, esperando Jimin. Marcamos de nos encontrar ali para começar toda a encenação. Seu ‘’Fã Clube’’, como eu gostava de chamar, esperava o menino ali perto de mim, todas animadas e com os hormônios à flor da pele.  

Jimin havia chegado com seu motorista particular, saindo do carro com seus óculos escuros. O vento balançava as árvores e seus cabelos, deixando-o ainda mais bonito. Meu coração acelerou mais uma vez, mas fiz questão de acalmá-lo.

-Vamos, amor? – Ele perguntou assim que chegou até mim. As meninas ficaram boquiabertas. Levantei-me e peguei sua mão, entrelaçando seus dedos nos meus. Jimin encarou o seu fã clube, levantando seus óculos. – Eu não contei para vocês? Infelizmente não estou mais ‘’Na pista’’, sabem como é.

E então saímos dali, deixando as meninas paralisadas. Eu estava sentindo que esse rolo todo iria me prejudicar alguma hora. Respirei fundo, continuando a andar com as mãos de Jimin nas minhas. As pessoas nos observavam, abismadas. Em um momento, nos odiávamos, no outro, nos ‘’amávamos’’.

O dia todo foi assim, estranho. Segurando a mão de Jimin, sendo abraçada por ele e até mesmo sendo obrigada a beijar ele porque alguns de nossos colegas de classe não acreditavam e queriam uma prova mais concreta.

… Os lábios de Jimin eram bem macios, pensando melhor…

Os dias foram se passando e lá se ia três semanas, nada do Senhor Park falar com minha mãe sobre o contrato. Já deveríamos estar salvas de uma possível quebra na empresa, mas ainda não estávamos. Peguei uma bicicleta, indo até a casa de Jimin. Eu não estava fazendo tudo aquilo por nada, era pela minha mãe.

Assim que cheguei, fui recebida pelo mordomo, mas simplesmente entrei na casa. Estava com raiva, meu oração pulsava por diversos motivos. Subi as escadas daquela casa enorme e fui direto para o quarto de Jimin, abrindo a porta e encontrando-o sentado na ponta da cama com seu celular nas mãos.

-Que porra é essa Jimin? Por que minha mãe ainda não está com um contrato assinado com seu pai?! – O menino olhou para cima, parecendo um pouco perdido. Lágrimas de raiva surgiram nos meus olhos, me fazendo ter que piscar para afastá-las.

-Eu estou convencendo ele, prometo. Até o final dessa semana, você vai ter o contrato em suas mãos, _______. – Jimin se levantou, ficando na minha frente enquanto segurava meus ombros. Eu olhava em seus olhos, mas não conseguia acreditar em nada que saía da sua boca, por algum motivo.

-Jimin, eu não consigo ver minha mãe daquele jeito por muito tempo. Eu preciso dessa droga de contrato hoje, por favor. – Falei com as lágrimas em meus olhos e meu coração acelerado. Ainda olhava em seus olhos e por mais que não quisesse admitir, não era mais ódio que eu sentia por ele.

Além da raiva, havia outra coisa. Durante todos esses dias, tive a chance de conhecer melhor Jimin, passei mais tempo com ele do que jamais pensei que fosse possível. Descobri novos lados dele que antes estavam simplesmente ocultos.

-Eu… Eu acho que não vou conseguir tão rápido assim esse contrato. Meu pai é difícil de convencer e talvez ele nem aceite, não sei! Estou tentando mui-

-Seu mentiroso desgraçado! – Esbravejei, socando seu peitoral várias e várias vezes. Do nada, Jimin segura meu pulso e me faz ficar quieta com sua mão livre.

-O que é isso? – Perguntou-me. Estava se referindo aos vários roxos que se escondiam por debaixo da minha manga. Tentei puxar meu braço de volta, mas Jimin não deixava. - _______, estou falando sério, o que são essas marcas?

Não respondi, apenas comecei a chorar. Tudo estava dando tão errado para mim. A escola, a família, meus amigos, esse maldito contrato. Jimin me colocou em um abraço apertado, deixando minha cabeça em seu ombro.

-Foi seu pai, não foi? Eu percebo como ele age perto de você, como vocês conversam. Seu medo é notável, pelo menos para mim – Ele mexeu nos meus cabelos e nos fez sentar na cama, ainda me abraçando. – Sei que não gosta de mim, pode até sentir ódio, mas eu me preocupo com você. Não quero que passe por isso sozinha.

Me afastei, encarando-o nos olhos. Toda a raiva tinha passado. O que restava era aquele sentimento estranho que só ficava cada vez mais forte gradativamente. Coloquei minhas mãos nos maxilares de Jimin e o trouxe para perto de mim, beijando-o nos lábios.

O beijo era lento e bem demorado… E recíproco. ­Continuamos nos beijando e quando menos notei, estava deitada com Jimin sobre mim. Suas mãos traçavam um caminho pelos roxos do meu braço até que seus dedos alcançaram os meus.

-Por que está fazendo isso? Não há ninguém nos observando… – Perguntei, parando o beijo. Jimin sorriu, beijando meu nariz.

-Porque eu quero. Tem algum problema com isso? – Ele respondeu, imitando minha voz no dia em que falei exatamente desse jeito com seu pai.

-Só se você for continuar falando como um idiota. – Respondi, sorrindo e o beijando de novo. Não segurei mais meus sentimentos, apenas deixei com que fluíssem e se misturassem com os dele.

(…)

Estávamos no último domingo que eu passaria sendo a falsa namorada de Jimin. Decidimos nos encontrar uma última vez antes do fim das aulas e dessa proposta.

Fomos em um bistrô rodeado de árvores, era lindo e o ar lá era tão confortável. Vi Jimin sentado na mesa, esperando-me. Sorri assim que nossos olhos se encontram. Ele se levantou quando cheguei na mesa, me cumprimentando com um beijo no rosto.

-Bom dia, senhorita. Como se sente sabendo que nunca mais vai me ver?

-Bom dia, meu jovem. Me sinto muito bem sabendo que nunca mais vou ter que ver essa coisa que você chama de rosto.

-Sinto o mesmo quanto à seu nariz, digo, seu rosto. – Bati em seu ombro, rindo e me sentando.

Ficamos ali comendo, conversando e relembrando do contrato. Eu estava nervosa, não sabia se ele havia conseguido ou não, mas aquele seria o último dia da nossa promessa.

-Então, _______ - Ele disse, pegando algo de seu bolso e me estendendo. – O contrato. Meu pai concordou e acha que vai ser um bom negócio.

A animação correu por todo meu corpo. Deixei o papel sobre a mesa e apressei-me para abraçar Jimin, que devolveu-o sem hesitar. Comecei a rir, afastando-me e voltando a sentar.

-Hm… ________ - Ele disse, parecendo nervoso. – Podemos ir lá fora?

-Claro. – Respondi, levantando. Andamos até alguns bancos que ficavam lá, o canto dos pássaros enchendo o ar. Respirei fundo, me sentindo livre dos meus problemas por alguns segundos.

-________, eu vou bem direto, esta será outra proposta. Me ouça bem – Disse Jimin, me encarando com atenção. Estranhei todo seu jeito de agir naquele momento, ele estava sendo mais sério do que nunca. Do nada, ele tirou um buquê com minhas flores preferidas de trás de suas costas e se ajoelhou perante à mim. – Você gostaria de passar mais do que trinta dias e vinte e nove noites sendo minha namorada?

//MinSuga

REACTION BTS - COM CIÚMES DE VOCÊ part.1

▶ ANÔNIMO ◀

“Oiii, tudo bem?? Poderia fazer um react como seria se os meninos tivessem ciúmes, por favor”

▶NOTAS◀

•Aviso desde já que este reaction será grande, como uma mini-fic, podendo conter 3 partes ou mais. Tudo isso para que não sejam compridos demais para a leitura dos demais.

•Este tipo de tema para reaction são os meus preferidos, pois me dão muita inspiração.

Peço desculpas ao(a) autor(a) do pedido. Costumo entregar os pedidos conforme vou acabando. Ultimamente - ainda bem - estão sendo vários. Espero que goste muito, amore. Faço tudo com muito carinho, amor e dedicação.♥

•Já perceberam que cada membro tem um símbolo? - não faço idéia do que tô falando -.-

•É só isso mesmo. Kisses, e espero que gostem *-*

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◇Kim SeokJin - Jin◇

Sua relação com o mais velho dos membros do bts era com toda certeza confiante. Não era muito comum ter ciúmes entre vocês dois, não da parte dele. Claro que às vezes tinham situações em que vocês precisavam ter uma conversa um pouco mais séria sobre uma ou outra staff que abusava de sua paciência, com conversas e piadas de duplo sentido, se oferecendo como se você, namorada, sequer existisse. Ele, como o bom namorado que era, sempre lhe dava razão, mesmo sabendo que às vezes você não estava tão certa assim. Mas isso nunca foi motivo para uma discussão entre vocês dois. Ele a amava demais isso.

- Jagi, você está pronta? - Jin surgiu em passos calmos no quarto, se encostando no batente da porta. Seu olhar pairava em uma de suas pernas desnudas no vestido decotado, que deixava - além de uma parte de seus seios - as costas à mostra.

Não que ele fosse o namorado chato que ficava controlando as roupas da namorada na hora de sair, mas, por Deus, que vestido era aquele? Maldita hora em que não deu atenção necessária quando lhe perguntara se aquele vestido era o que iria levar ou o outro, um simples modelo de tomara-que-caia.

- Amor, você vai…assim? - Ele perguntava, tomando cuidado no tom de suas palavras.

- Ah, sim. Não está tão ruim, está? - Você deu uma voltinha, para o sofrimento do rapaz, que viu suas costas expostas.

“Não, está péssimo. Por favor troque.”, sua consciência gritou de volta, mas SeokJin não deu muita bola para o que ela dizia. Se contentou em dizer apenas um “está perfeita, jagi”. Claro que você estava linda para ele, mas linda de um jeito que coisas sujas surgem em na mente, imagine na de outros caras? Com sua garota?

Mas era melhor, bem melhor, do que iniciar uma discussão. Então, teria de aquietar e aceitar quieto que naquela noite você seria o centro das atenções.

Você era abordada à todo momento elogios e cantadas por onde passava. Jin, sentia-se invisível ao seu lado; era como se ele não existisse. Estava agora em sua pele, tendo das mesmas sensações e aquele sentimento ruim: ciúmes.

Roendo-se por dentro cada vez que alguém lhe mandava cantadas e sumia antes que ele pudesse encontrar o responsável pelas gracinhas, SeokJin preferiu apenas ignorar para no final da festa de fazer uma única pergunta: “você me ama?”

Segurando em seu rosto pálido e tenso, seus lábios se juntaram para um beijo rápido. Você sorriu mínimo, encostando a cabeça em seu peito.

- Sabe agora como me sinto, oppa? - Pôde ouvir seu coração acelerar com o jeito carinhoso que o chamara. Sabia o quanto se derretia cada vez que o chamava assim.

- Amor, sabe que quando fala assim eu não resisto à ti. - Jin suspirou, acariciando as suas costas nuas. - E, sim, eu sei como sente-se agora. Mas…aish, jagi! Viu como falavam com você? Eu…eu…

- Está com ciúmes? - Sugeriu, segurando a vontade que tinha de sorrir.

- Sabe que sim.

- Ommo! Não faz assim senão te beijo. - Cutucou as bochechas, o fazendo sorrir, e logo depois se arrepender. Estava entrando no jogo.

Você o abraçou e ficou assim por alguns segundos. Ele te afastou, fazendo o seu melhor aegyo.

- Cadê meu beijo, jagiya?

•Kim NamJoon - Rap Monster•

Era a primeira vez que NamJoon a levava para sair oficialmente desde que começam a namorar. Ele se sentia o cara mais feliz do mundo cada vez que a via sorrir por algo que mostrava ou alguma palhaçada que fazia.

Ele só não contava que iria ter de passar por momentos de sufoco com seus ciúmes por causa de homens abusados que lhe lançavam cantadas e olhadas nada discretas pelas ruas. Por ser estrangeira, era óbvio que chamaria alguma atenção, ainda mais por namorar um asiático.

NamJoon, como o homem maduro que era, se conteve, pois sabia que não valeria a pena. Como um leão possessivo, ele rodeou seus quadris, na tentativa de mostrar que ele era o “alfa” ali. Aquilo pareceu adiantar um pouco até entrarem numa das lojas mais caras do centro de Seul.

A vendo tranquila a escolher vestidos enquanto cantava a música do fundo que tocava, NamJoon não viu problema em a deixar sozinha por um instante para escolher-lhe roupas. Ele amava fazer isso desde que eram amigos. Como tinha um bom gosto, você aceitava que ele opinasse e lhe ajudasse com as peças.

Saindo de uma da cabines do provador com um dos vestidos que escolhera, você procurou por seu namorado, na esperança de que ele pudesse ajudar com o feixo inalcançável.

- NamJoon-oppa? - Mas não obteve resposta. Um rapaz que passava na hora lhe ofereceu ajuda, e você não recusou. - Muito obrigada.

Do outro lado da loja, Kim NamJoon imaginava as piores cenas do mundo entre você e aquele cara, que a olhava como se a qualquer momento fosse a beijar. Seu lado alfa falou mais alto e ele foi ao seu encontro.

- Vejo que fez novos amigos, jagiya. - Ele beijou sua bochecha, lançando um olhar de poucos amigos para o outro homem, que estava feito um pimentão.

- Foi um prazer a conhecer. - Não esperou resposta para deixar os três a sós: Você, NamJoon e seus ciúmes.

- Eu sei o que estava tentando fazer. - Você arqueou uma sobrancelha, cruzando os braços.

- Apenas estou garantindo a proteção do que é meu. - Os lábios carnudos de Kim NamJoon se juntaram nos seus para a beijar de uma forma irresistível. - Aliás, está perfeita nesse vestido. Sei de outros que a deixarão ainda mais bonita.

- Só depois de uma coisa.

- O que? - Um sorriso bobo lhe surgiu.

- Me beije novamente assim.

Kisses by Sweetie *-*

Depois da Natação com minha priminha.

MEu nome é Ana e isso aconteceu há uns 2 anos. Fazia natação com a minha prima, Júlia. Ambas temos 19 anos e sempre fomos muito confidentes, melhores amigas. No tempo, começamos a fazer natação juntas, e isso foi ótimo, pq conversavamos mais sobre tudo. Num belo dia, na recepção da academia, estávamos conversando sobre banalidades até que

“E aí Ana, você é virgem?” aquela pergunta me pegou de surpresa pois a única experiência era as minhas siriricas e com os meus dedinhos.

“Olha Ju, pra ser sincera, nunca transei de verdade kkkk e você?”

“Só com minhas amigas, por curiosidade” ela riu e eu também pois me pegou totalmente de surpresa. Nunca pensei que minha prima fosse tão safada. Confesso que fiquei com tesão, pois sempre assisti porno lésbico e fiquei excitada. A recepcionista nos liberou para a natação e fomos. Durante toda a natação ficamos nos olhando de um jeito diferente. Fiquei pensando no que ela me disse sobre as experiências. Quando terminou o nosso treino, fomos para o banheiro e ele estava lotado. Fiquei mexendo no celular e ela também, até esperar esvaziar. Quando a metade das meninas saíram, comecei a arrumar meus produtos de banho e ocupei um cubículo. Júlia ficou sentada. Depois de alguns minutos, ela entrou no meu chuveiro. 

“Ju, o que ta fazendo aqui?”

“Shhg, não tem ninguém no banheiro e a porta ta trancada Aninha. Sobre o que eu disse mais cedo… Você quer matar a curiosidade?” ela me olhava com uma cara de safada que me deixou com um pouco de tesão.

“ curiosidade do que ju?” me fiz de desentendida. Ela sorriu e beijou minha boca. Retribui o beijo, ela acariciava minha língua enquanto apertava meu peito. Dei uma gemidinha e peguei na bunda dela. 

“De experimentar uma bucetinha.” ela disse. Júlia tinha uma bunda durinha e arrebitada, seus seios eram médios redondos e o bico rosado. Seus olhos verdes, seus lábios carnudos e seu cabelo loiro a deixavam um anjinho com más intenções, e aquilo era minha perdição. 

“Só se for a sua.” eu disse.  Eu tinha cabelos morenos na altura do ombro. Meus peitos eram médios, mas minha bunda era gigante, coisa de família. Ela me puxou pra fora do cubículo e me deitou no banco que percorria toda a parede, então ela começou a me chupar. Chupou mejs seios como se estivesse faminta, enquanto mexia no meu grelinho. Peguei o cabelo dela e levei sua boca na minha. E não demorou para ela me sentar no banco e começar a chupar minha bucetinha molhada no chão. Ela enfiava a língua em mim enquanto seu nariz roçava meu grelinho. Estava ficando doida, empurrando ela pra mim. 

“Isso juju, me ensina a foder, aaaah que delícia! Hoje você é minha putinha!! Eu dizia enquanto ela me fodia com a língua. Gozei finalmente, me jogando no banco. Ela me beijou na boca, me levantando. Ela deitou no chão e disse: ” agora você vai aprender a chupar alguém. Pode começar pelo meu grelinho. “ essas palavras foram tão tesudas, me fazendo abocanhar seu grelinho. Eu chupava ele delicadamente, enquanto batia nele com minha língua. Enfiei um dedo nela, enquanto chupava forte. Ele gemeu alto. Depois comecei com movimentos lentos, a fodendo com meu dedo devagarzinho. 

"Nossa Aninha! Que delícia! Não para” ela ofegava. Acelerei com minha língua e o dedo, fazendo ela chingar, gozando forte. Levantamos e fomos tomar uma ducha. Ela era um pouco mais forte que eu, então eu subi em seu colo, presa em sua cintura. Ela ligou o chuveiro e então ela pegou minhas pernas, colocando as duas em seus ombros. Fiquei suspensa, contra a parede gelada do cubículo. Ela começou a roçar sua bucetinha contra o meu grelo. Aquilo era uma delícia, um misto de sensações.

“Caralho Júlia, que delícia!” eu gemia e puxava seu cabelo contra mim. Sua bucetinha roçava o meu grelo loucamente. Era uma posição de homem e mulher, que ela fez exclusivamente pra foder meu grelinho. Ela começou a acelerar, eu gemia alto, agora sem vergonha de xingar.

“Puta que pariu, caralho, AAAAAAAH porra!” eu dizia.

“Isso é pra VC Aninha, pra nunca mais esquecer de mim!” e isso foi minha perdição. Gozei apertando seus seios e gritando seu nome. Depois disso nós nos beijamos e fomos para o banheiro dos cadeirantes, para fazermos uma tesourinha enquanto a água caía sobre nós. Gozamos mais duas vezes e finalmente fomos pra casa. Ela disse que, claro, comigo foi muito bom e que em breve repetiriamos a dose… Com suas amiguinhas! E depois de 2 anos… Minha priminha nunca decepciona… Agora TEMHO que sair, pois estou indo pra fortaleza para passar o reveillon com ela… Até mais!

casaispftos: Ei, faz um pra mim com o Zayn? Q ele seja o garoto timido pelo qual a s/n smp foi apaixonada(ela é famosinha) e tem o baile de formatura… final por tua conta. Pode ter parte hot??? :)

O fim do ano letivo estava chegando e com ele vinha também o baile.
Enquanto todas as meninas estavam loucas atras de um vestido e de um parceiro para poder participar do grande concurso de rei e rainha do baile, eu estava esperando ser convidada por uma única pessoa mas sabia que seria impossível. 

— Animada para o baile ? — Abigail, minha best perguntava se sentando de frente para mim no refeitório 

— Nem tento com essas garotas.

Olhei para o lado e avistei um grupinhos de três garotas eufóricas com o celular em mãos analisando os vestidos que provavelmente usariam. 

— Vai ser divertido, S/n! — ela deu uma mordida no lanche — Já tem um par ? 

— Não, eu não vou acompanhada esse ano! 

— Como assim ? — ela praticamente berrou — Você é a líder de torcida e filha do diretor, como ouse aparecer sem par na festa ?  

— Eu só não quero ir com ninguém. 

— E a escolha da rainha ? Você não poderá participar se estiver sozinha. — me alertou 

— Isso é indiferente para mim — fiz pouco caso — Eu não quero a coroa. 

— Definitivamente você não é a s/n que eu conheço — rimos juntas 

É claro que eu queria ir acompanhada até o baile, mas quem eu queria que me acompanhasse era tímido demais para me fazer um convite desses. 

Zayn Malik: esse era o nome do garoto que eu amava em segredo desde meus primeiros anos escolares. Com aqueles cabelos negros e aqueles braços fechados de tatuagem, ninguém imaginava o quão tímido ele era.

— S/n ? — o capitão do time veio até mim enquanto eu seguia no caminho de casa — Bom, o baile de formatura irá acontecer em alguns dias e eu queria saber se você já tem par ? 

Justin, o capitão do time era o garoto mais cobiçado por todas as meninas do colégio e certamente quem aceitasse seu convite até o baile, teria a coroa garantida. 

— Eu vou sozinha esse ano, Justin! 

— Sozinha ? — arregalou os olhos — Você é líder de torcida, conhecida por todos na escola, todos irão comentar se você aparecer sozinha. 

— Eu não ligo para o que os outros comentam, eu só quero fazer diferente esse ano e ir sozinha. 

— Tudo bem — ele bufou — espero encontrar alguma garota com a mesma beleza que você tem. 

— Muito gentil de sua parte, Justin, mas existem garotas bem mais lindas que eu. 

Justin foi para a casa decepcionado com minha resposta, mas algo me dizia que eu iria encontrar alguma coisa nesse baile. 

(…) 

Finalmente chegou o dia do baile que as garotas estavam arrancando os cabelos de nervosismo. 

O fato de eu não ter par ainda atordoava todos na escola. Não sei que raios eles tinham a ver com a minha vida. 

Espalhei o batom pelos meus lábios e finalmente fiquei pronta, eu usava um vestido dourado extremamente pesado, mas era necessário manter a classe em eventos do colégio. 

Passei pela porta do ginásio sozinha, encontrando lá dentro milhares de casais da qual eu nem sabia que conversavam mas para concorrer a coroa do baile, eles se juntavam até com estranhos. 

— Todo mundo olhou para você quando você passou sozinha por aquela porta — Abigail chegou ao meu lado enquanto eu pegava uma taça de ponche. 

— Percebi — ri — mas não me importa, eu estou bem assim. 

— Você nem imagina quem me convidou — ela se empolgou — Justin! 

— Que ótimo! Tenho certeza que a coroa é de vocês. 

O baile começou e enquanto todos os casais dançavam juntos aquela música lenta, meus pensamentos estavam focados em achar uma única pessoa: Zayn.  
Meus olhos passeavam por todos canto daquele enorme ginásio e nada dele. Provavelmente ele não iria, afinal, era tímido demais para convidar alguém e deve achar feio aparecer sozinho assim. 

O resultado foi anunciado e como esperado Abigail e Justin foram coroados. 
Depois de toda aquela enrolação do tal baile, fui ate o lado de fora tomar um ar, todos lá dentro estavam de casal e eu sozinha mas por escolha minha. 

Me encostei em um pilar quando avistei ele. Arregalei meus olhos e imaginei seu uma alucinação pelo tanto de ponche que ingeri mas não, Zayn Malik estava parado ali próximo de mim trajado com um terno que o deixava extremamente lindo. 

— Achei que eu era o único sozinho aqui — sua voz rouca ecoou pelos meus ouvidos me fazendo arrepiar 

— Se enganou — sorri — Você quer ? — ofereci o ponche que segurava 

— Não, eu não bebo. — se aproximou — Mas diga, como você a líder de torcida veio sozinha a um baile como esse ? 

— Quem eu queria que me convidasse, não me convidou 

— Isso é definitivamente estranho — ele riu — Não se importa se ganha a coroa ou não ? 

— Não, eu acho isso um saco e também, para participar do concurso eu teria que ter um parceiro para dançar e eu não tenho. 

— Venha, dance comigo! — me estendeu a mão

A música era alta lá dentro e baixa lá fora mas foi o suficiente para dançar com Zayn, apenas dançar sem intenção de concurso ou qualquer outra baboseira. 
Suas mãos seguravam meu corpo e nossos passos de dança eram delicados, como se existissem apenas nos dois ali. 

Os olhos dele que agora estavam um castanho mais escuro devido à luz da noite, se encontraram com os meus e em questão de minutos seus lábios carnudos tocaram os meus. Naquele momento ele nem parecia aquele garoto tímido que todos comentavam. 

Seu beijo era calmo e ele exalava um hálito de menta misturado com cigarro, devido à grande quantia de nicotina que consumia. 

— Me acompanha até minha casa ? — ele perguntou baixo nos meus ouvidos 

Não pensei duas vezes e subi na moto que ele dirigia, seguindo para sua casa. Confesso que foi um tanto quanto difícil me ajeitar na moto com aquele vestido. 

Entramos em sua casa que ficava um pouco afastado do ginásio e seus beijos eram distribuídos com mais intensidade, e suas mãos apalpavam meu corpo conhecendo cada parte de mim. 

Fomos parar em seu quarto e suas mãos já estavam abrindo o zíper do vestido enquanto as minhas tiravam aquela gravata vermelha que ele usava. 

Ele me deitou na cama com delicadeza já seminua e seu peitoral tatuado também estava exposto, que visão maravilhosa. 

Seus beijos trilhavam um caminho pelo meu abdômen chegando até minha virilha, onde ele deu uma mordida me fez arfar. 

— Calma — ele sorriu malicioso entre minhas pernas — Eu nem comecei 

Sua língua entrou em contato com minha vagina extremamente molhada e foi impossível controlar os gemidos. Minhas mãos foram parar nos seus cabelos negros e eu sentia uma onda de prazer inundar meu corpo. 

Eu jamais imaginaria que na noite daquele baile iria transar com o garoto mais tímido do colégio mas era isso que estava acontecendo. 

Sua língua passava por toda extensão úmida da minha vagina, e quanto ele introduziu dois dedos, foi impossível controlar minha respiração. Ele sabia exatamente como usar a língua e os dedos. 

— Zayn — minha voz saia quase inaudível — Eu vou gozar 

— Vamos meu amor, goze bem aqui nos meus lábios! — ele disse da forma mais sedutora possível 

Ele sugou meu clitóris e ai foi minha perdição, serrei meus dentes e agarrei aqueles lençóis brancos fazendo um pequeno rasgo com minhas unhas. Logo ele subiu até mim com os lábios brilhando devido ao meu gozo. 

— Você não parece aquele garoto tímido do colégio — eu dizia ofegante 

— Posso ser tímido mas sei fazer uma mulher enlouquecer 

Ele tratou de tirar aquele bóxer vermelha mostrando um membro grande e grosso, peguei em minhas mãos e senti como ele estava quente. 

— Tudo isso é por você — ele riu da minha expressão de assustada — abre as pernas para mim 

Fiz como ele pediu e logo fui preenchida por aquela extensão que ele possuía, minhas unhas cravaram em suas costas e sua respiração em meu ouvido me levava à loucura. 

Ele sabia exatamente o que fazer, enquanto me penetrava, vez devagar, vez mais rápido, ele estimulava meus seios com a mão o que me levou a ter meu segundo orgasmo. 

Ele acelerou os movimentos e também se derreteu sobre mim, jogando todo seu líquido branco sobre meu abdômen. Ele caiu sobre mim, soado e ofegante. 
Nossas respirações foram se acalmando, foi aí que encarei novamente aqueles olhos tão bonitos. 

— E agora ? — perguntei olhando aquele deus grego na minha frente — O que acontece ? 

— Bom — suspirou — Agora é o momento que eu pergunto se você aceita sair comigo e você se faz de difícil pensando um pouco

— Ok — eu ri 

— Aceita sair comigo, S/n ? 

— Ah… — olhei para cima como se estivesse pensando

— Não precisa pensar tanto — ele riu com a língua entre os dentes 

— Eu aceito, Zayn! 

Ele depositou um beijo na ponta do meu nariz e passou seus braços tatuados pela minha cintura. 

Naquela noite eu percebi que debaixo daquela personalidade tímida, existia um homem maravilhoso que me levava a loucura, tanto no sexo quanto no amor.

Até no Sexo?

- Kim Namjoon/Rap Monster 

- Smut de primeira vez (Depois de um século) 

Originally posted by mn-yg

-Esse filme é o pior que eu já vi em toda a minha vida. – Disse Namjoon, se ajeitando atrás de mim na cama. O cobertor que estava sobre nós já me dava calor, principalmente com Namjoon atrás de mim. Eu o sentia completamente grudado no meu corpo e aquilo já começava a despertar certos sentimentos no meu peito. 

  Eu nem prestei atenção no filme, havia outra pensamento insistente em minha cabeça que me proibia de ver aquele longa. A dúvida e o sentimento de ansiedade causados estavam me deixando cada vez mais inquieta. 

-Ele é horrível mesmo, deveríamos fazer outra coisa. – Disse, sorrindo sem mostrar os dentes. Nam já sabia o que aquilo significava, nós não éramos santos afinal.  

  Claro, eu era virgem, tecnicamente, mas Namjoon tinha perfeitamente em mente como minha imaginação se comportava 24/7. Até porque a dele era do mesmo jeito. Nós já havíamos feito uma coisa ou outra, mas nunca fomos tão longe para que pudesse me considerar uma ‘’não-virgem’’. 

-E então? O que acha que devemos fazer? – Namjoon perguntou, me virando para que ficássemos cara a cara. Sorri inocentemente, dando de ombros e desviando os olhos dos dele. O garoto começou a rir, segurando minha cintura e me colocando mais perto. – Prefere que eu fique por cima ou você? – A pergunta ecoava na minha cabeça enquanto seus lábios massageavam a pele sensível do meu pescoço. 

-Eu. – Respondi em um suspiro, sentando-me sobre seu colo. O beijo se iniciou de forma lenta, porém as línguas já estavam em ação. 

 As mãos de Namjoon estavam segurando minha cintura, obrigando-me a movimentar-me lentamente sobre seu colo. O sabor de sua boca lançava sensações calorosas por todo meu corpo, aquela sensação tão bem conhecida se instalando no lugar certo. 

 Agarrei seus cabelos e aprofundei ainda mais o beijo, deixando o mais lento. As luzes do quarto estavam apagadas, a única coisa que nos iluminava era a lua e a tela do computador – que havia apagado há alguns segundos –, então nós éramos apenas sombras se amando perante à luz do luar. Respirei fundo, agarrando-me à seu maxilar e aumentando o movimentos dos meus quadris. 

-Posso? – Ele perguntou, levantando um pouco minha camisa. Afastei-me dele e ergui meus braços, deixando com que me despisse por si próprio. 

Assim que fiquei com o sutiã à mostra, Namjoon não esperou nem segundos para agarrá-los com suas mãos e continuar a beijar meu pescoço. Os seus beijos foram descendo pela minha clavícula até alcançarem o lugar que ambos queríamos. Namjoon abriu meu sutiã com toda a facilidade do mundo, deixando as alças deslizarem por meus braços.

 Seus lábios carnudos beijaram com delicadeza e lentidão meus seios, lambendo-os com vontade e bem devagar.  Agora estávamos sentados, eu em seu colo ainda e Namjoon sentindo cada centímetro da parte superior do meu corpo com sua boca. Minha cabeça pendia para trás e minhas mãos em seus cabelos. Tirei sua camisa sem pedir ou avisar, o que fez um sorriso surgir em seus lábios enquanto me beijava de novo.  A risada que escapou de seus lábios era grave e baixa, arrepiando-me inteira. 

-Dessa vez, pretende ir até o fim? – Ele me perguntou, lembrando-me das várias vezes em que recuei nas tentativas de perder, de fato, a virgindade.  

 Assenti, me sentindo mais confiante do que nunca. Namjoon e eu estávamos mais próximos do que nunca e estava na hora certa de darmos esse passo no relacionamento. Nam sorriu, me trazendo para mais perto com sua mão no meio das minhas costas. 

-Confia em mim? – Ouvi sua voz perguntando-me, seus olhos encontrando os meus intensamente. Podia sentir que estava preocupado por ser minha primeira vez real, mas eu queria e muito. Assenti, tocando sua testa com a minha. 

-Totalmente. – Um suspiro saiu por meus lábios segundos antes dos de Namjoon os encontrarem. Sua língua, já tão habituada com a minha, estava calma, levando tudo com calma e ternura. Sabia que para Namjoon, aquilo seria uma das coisas mais importantes da nossa vida juntos, assim como era para mim. 

 Suas mãos percorriam minhas costas lentamente, sentindo cada espaço da minha pele. Suspirei, enfiando o rosto na curva do seu pescoço. Senti seus dedos traçarem caminho até meu estômago, indo para a minha cintura e permanecendo ali. Os lábios de Nam mordiscavam meu maxilar de leve.  

 Fechei meus olhos, deixando meus dedos brincarem por suas costas. Sem me avisar, Namjoon virou-me de me fez deitar na cama com a barriga para cima, descendo do colchão uns segundos depois. Abri meus olhos, vendo-o se despir por completo com um sorriso no rosto. Fiz uma careta, chamando sua atenção. 

-Você estragou uma das minhas diversões. – Falei, cruzando os braços sobre o peito. Namjoon começou a rir, virando o rosto para o chão. 

-Prometo que vou te recompensar. – Voltei a sorrir, não conseguindo me manter séria. O garoto, agora completamente nu, andava até mim com passos lentos, me dando tempo para apreciar a vista. 

 Assim que chegou na cama, Namjoon subiu sobre mim, não tocando em nenhuma parte do meu corpo ainda. O garoto sorriu, nervoso. Voltamos a nos beijar e pude sentir suas mãos subindo por minhas coxas que estavam cobertas pela calça, mas apenas essa sensação já arrepiou meu corpo todo. 

 Suspirei, dando a abertura para que pudesse tirar minha calça e foi o que fez. O ar frio correu por minha espinha, deixando-me mais arrepiada do que já estava. A única peça entre nós restante era a calcinha, maldita calcinha. Mas antes de prosseguirmos, Namjoon se deu o direito de brincar comigo primeiro.  

 O garoto continuou o serviço de uns minutos atrás nos meus seios, só que dessa vez mais intensamente, sem hesitar muito em nada. Suas mãos percorriam minha cintura e quadril durante esse tempo, apertando vez ou outra. 

 Em pequenos beijos, Namjoon desceu até chegar na barra da minha roupa íntima, olhando de volta para mim com um sorriso no rosto. Apenas o encarei, sorrindo um pouco. Tudo estava bem, não seria exatamente a primeira vez que fazíamos isso.

 O garoto não tinha pressa nenhuma, deixa-se aproveitar cada momento daquilo. O toque quente de seus dedos nas minhas coxas pareciam provocando uma sensação que se assemelhava ao fogo queimando-me. 

 Fechei os olhos, sentindo o impacto da saudade que eu estava daquilo. Suspirei, mordendo meus próprios lábios e abrindo mais as pernas, dando um espaço melhor para Namjoon. O garoto brincou um pouco com as partes internas da minha coxa, como sempre. Deixava pequenos beijos aqui e ali, passando superficialmente o nariz por cima da minha intimidade, provocando-me. 

 Sem aviso prévio, marca registrada de Namjoon, o garoto puxou o tecido da minha calcinha para o lado e colocou seus lábios na minha intimidade, deixando pequenos beijos ali de início. Ainda segurando a roupa íntima ao lado de sua cabeça, os beijos se intensificaram e se tornaram movimentos de língua. Circulares e para os lados. 

 E a velocidade só aumentava a cada segundo. Minhas costas formavam quase um perfeito arco toda vez que ele tocava em alguma área mais sensível. Suspirei, mordendo meus lábios. Fechei os olhos mais forte, sentindo algo crescendo no meu estômago.

 -Namjoon… – Gemi o mais baixo que consegui, segurando seus cabelos e tentando me conter o máximo possível. Assim que atingi o ápice, meu corpo todo relaxou e eu caí na cama, percebendo o quanto minhas costas estavam arqueadas. 

 Namjoon voltou para me encarar, beijando meus lábios por um tempo. Sorri acidentalmente e ele também, beijando meu pescoço e maxilar de forma brincalhona para descontrair.

 -Agora vamos para aquela parte que você tanto esper-

-Espera, e quanto a você? – Perguntei, me referindo ao que ele acabara de fazer comigo. Namjoon merecia um presentinho também. Um sorriso surgiu no seu rosto e seus lábios tocaram minha bochecha. 

-Não seria a primeira vez que você faria isso, e, além do mais, temos a noite toda juntos, não temos? – Disse Nam, beijando-me mais uma vez. Demorou uns minutos, mas ele finalmente parou e me encarou, respirando fundo. – Só preciso da camisinha e estaremos prontos.

  O menino a pegou na gaveta e colocou mais rápido do que imaginei que fosse, talvez tivesse experiência com aquilo, quem sabe. As coisas aconteciam muito rápido diante dos meus olhos, o que me fazia mais nervosa do que nunca. Respirei fundo, tentando apenas encara Namjoon nos olhos e não pensar mais nada. 

-Eu vou colocar bem devagar, ok? Não se preocupe, vai dar tudo certo. Se quiser, pode apertar meus ombros, arranhar minhas costas, qualquer coisa, só não fique tensa, entendeu? – Apenas assenti, não querendo falar muito. Respirei fundo mais uma vez antes de senti-lo em mim. Aquilo fez meu coração pular uma batida e voltar batendo mais rápido. 

Acidentalmente tranquei a respiração e tensionei o corpo, fazendo Namjoon parar e mexer um pouco no meu cabelo, seu rosto na curva do meu pescoço, a respiração pesada. Relaxei e só aí o garoto continuou. 

 Doeu. Mais do que imaginei do que fosse doer, na verdade. Meus gemidos saiam choramingados e a respiração estava pesada. Namjoon não se encontrava muito diferente de mim, excerto pelos gemidos.

 Continuamos variando o ritmo até que finalmente ele conseguiu atingir o ápice, mas eu não – apesar de ter me aproximado bastante. A dor foi maior do que qualquer coisa para que conseguisse sentir um prazer real. Namjoon se retirou de mim e caiu ao meu lado na cama.

 -Podemos fazer isso mais vezes? – Perguntei, sorrindo um pouco. Ele assentiu, rindo um pouco e mexendo no meu cabelo. Seus olhos passaram por todo meu corpo, como se estivesse impressionado e feliz com tudo isso, porém parou nos meus quadris. Mais especificamente para algo embaixo deles. Uma expressão preocupada pairou em seu rosto.

 -Parece que você sangrou um pouco, amor – Ele disse, me trazendo para perto do seu corpo. Aquilo fez meu rosto corar e meu coração acelerar. – Mas não se preocupe, tudo bem? É normal, acontece com algumas meninas. Depende de garota para garota, entende? Eu lavo isso e você vai descansar lá na sala enquanto isso, beleza?  

Sorri, apesar de ainda me sentir um pouco envergonhada. Namjoon era simplesmente o namorado perfeito para mim. O garoto beijou minha testa, pegando-me no colo e sentando na beirada do colchão. 

 Antes que pudéssemos nos levantar, a cama fez um som alto e um tranco jogou a cama para o chão. Apenas nos encaramos, Namjoon fechou os olhos e trancou a respiração. Comecei a rir, abraçando seu pescoço e beijando seu maxilar. 

-Deus da Destruição até no sexo? – Perguntei, continuando a rir e vendo o rosto de Namjoon relaxar com um sorriso se formando em seus lábios. 

-Você ainda não viu nada. 

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A/F: PRIMEIRO SMUT EM UM MUITO TEMPO, TO ATÉ EMOCIONADA.

Aliás, deem muito amor para a Mochi ^^ Ela vai ser a mais ativa aqui no blog por enquanto, então cuidem bem dela assim como ela vai cuidar de vocês <3

//MinSuga

Rompeolas

Me gusta salir a caminar por la costa, yo vivo en la ciudad de Arica ubicada en el extremo norte de Chile. Un día cuando regresaba de mi caminata de verano, observe a tres jóvenes que conversaban en los rompeolas.

Es emocionante caminar sobre los rompeolas, así que baje y comencé a caminar hasta casi llegar cerca del agua. Las olas eran suaves y la marea estaba baja por lo que podía quedarme allí, no tendría problemas por las olas. Tan preocupado de las olas estaba, que no me di cuenta de los tres muchachos, hasta que escuche una voz que decía:

¿Flaco, tienes fósforos?

Y recordé que por esa casualidad en mis pantalones de baño tenia una caja. Les entregue los fósforos y ellos me invitaron a conversar, yo tenia un poco de miedo pues no acostumbro a conversar con extraños. Me acerque y me di cuenta que eran soldados, dos de ellos estaban con uniforme.

Todo fue transcurriendo, lentamente me preguntaron que lo que hacia, a lo que respondí que trabajaba con un arquitecto y que tenia 25 años. La tarde fue transcurriendo a medida que conversábamos, los tres eran maravillosamente hermosos, muy altos. Yo nunca había estado en una situación parecida, porque yo tenia mi novia y siempre había tenido sexo con mujeres.

De repente uno de ellos camino unos pasos y frente a mis ojos comenzó a orinar, no podía imaginar esto. No se pero, no pude aguantar y lo observe detenidamente era muy grande y carnudo, aunque estaba flácido.

El se dio cuenta que lo miraba y me pregunto que opinaba yo “¿sobre que?” exclame. En ese mismo instante me quede sin palabras y le dije que debía irme. Ellos me preguntaron ¿por que?. Por lo que accedí a quedarme, no se la razón pero me quede allí…

“Benja” se llamaba uno de ellos, fue quien me dijo; ¿por que te vas a ir? Si la cosa se va a poner buena, yo no sabia por que…

Uno de ellos me pidió que bajara entre los rompeolas, cuando llegue “Carlos” el que había orinado recién se estaba masturbando, nunca había visto esto antes. Su flácida verga, era grande y dura ahora que estaba erecta, parecía un mástil…

“Carlos” me tomo de la mano para que pudiera bajar, y me dijo “que pena que no haya ninguna Lolita cerca, porque seguro que se lo come todo” Yo solo reí…

Luego de algunos minutos, “Carlos”, mientras “Sergio”, otro de los muchachos, fumaba unos cuantos metros mas allá, me tomo mi mano y la puso sobre su verga….

No podía pensar que estuviera pasando esto…. No se como, Carlos se movió y mi boca quedo frente a su verga, con su mano suavemente la introdujo y comencé a engullirla….

Comencé a sentir un calor por todo mi cuerpo, y de repente me di cuenta que no podía parar de chupar, el solo me decía sigue, sigue mas aprisa…

De repente apareció “Benja” y exclamo ¡¡¡que bien lo están pasando aquí!!!. Y sin darme cuenta comenzó a bajar mi traje de baño y no se como pero, su lengua se introducía en mi ano… Lo deje porque era la sensación de placer mas excitante que jamas había sentido, luego de algunos minutos ya no era su lengua, era su pene con un preservativo tratando de entrar. Hasta que entro…

Yo lo empuje y le señale que no siguiera porque me dolía demasiado, pero, entre “Carlos y Benja” me agarraron y “Benja” me penetro… Una vez dentro, el se movía como si el mundo se fuera a acabar…

Luego yo deje que siguiera, y de repente Carlos puso su verga en mi boca, yo ya no sabia cual era mas grande, luego “Benja” acabo y un chorro de leche estallo dentro de mi. Cuando lo saco el preservativo estaba lleno de leche.

Y pude observar que “Sergio” nos miraba, y dijo: ¿ahora supongo que me toca a mi? Y bajo mientras “Benja” se colocaba su uniforme, y me daba un beso. “Sergio” estaba bebiendo tequila, nos empezamos a besar, como amantes, como aquellos que tiempo no se han visto. Yo no aguante y delante de los otros dos comencé a bajarle los pantalones y chupar su larga y rígida verga. Entre los dos montamos un “show” para el resto.

De repente observe que “Benja” le paso un preservativo a “Sergio”, mientras “Benja” me lleva su verga a mi boca…. Sergio comenzó a meterlo y sacarlo dentro de mi, su acto duro casi 20 minutos antes de acabar…

¡¡¡aaaaah, aaaaah, aaaaaah, ah…que vie-ne, que vieneee, aaah!!!- entonces, de repente, la verga de “Benja” empezó a expulsar un liquido que trague lascivamente y deseoso de mas y justo cuando “Sergio” termino “Carlos” se unió conmigo en el mayor estallido de placer, semen, sexo, amor y de todo. “Sergio” me había llenado por dentro y yo no quería que aquel chorro terminara.

Cuando termino lo bese y lo curioso de todo es que, aun no me explico como sin haber tenido sexo con muchachos antes, haya resultado todo un experto. Lo malo de todo esto, era que yo quería seguir en contacto con ellos pero ellos tenían que viajar a Santiago la próxima semana.

Ha sido el mejor verano del milenio… Hasta ahora.

El viaje es parte de otra historia…

Michael.

Esse texto fala de caos, desordem e assolações e ao mesmo tempo fala de amor. Fala de você. Narrarei o caos existente em meu peito desde que sua vida misturou-se um pouco com a minha: Meus dias são cheios de uma coisa chamada saudade, mesmo que nunca tenha te visto ou tocado sua pele macia. Tocado/sentido seu cheiro; seus cabelos. Sinto falta de algo que nunca vi ou senti, dos teus lábios carnudos a deslizar pelos meus, do seu corpo que de alguma forma é minha morada. Nada é do mesmo jeito, até a maneira que seguro a escova tem um pouco de você. Mudei o lugar das toalhas e os copos saíram do armário para o balcão da cozinha, quem chega sequer nota a diferença, mas eu noto, faço isso, pois acredito que seria assim que você faria, bagunçaria minha casa assim como fez esse reboliço no coração. Não quero a mesma monotonia de antes, não quero a mesma rotina fadigada de mim, quero você. Um chá de você. Um café de você. Um mix repleto de você. Quero minha escova ao lado da sua, nossas pernas encaixadas. E esta devastação que veio junto com sua chegada é apenas um porém, um entretanto pois a minha vontade de te ter consegue ser maior que tudo isso, maior que os quilômetros que nos separam, maior que o preconceito que nos rodeia, bem maior que esse amontoado de gente com mentes pequenas; vidas pequenas; sentimentos pequenos; almas vazias. Coitados! Mal sabem como é bom amar, e jamais saberão o quão perfeito é amar você.
—  J.L

sameoldtrust: que ela é uma angel da VS ai foi o primeiro desfile dela e tals ai depois da after party eles vão pra casa e tem uma noite de sexo e no fim Zayn elogia p desfile

— Preparada ? — um dos caras da produção me perguntava 

— Sim — suspirei e cerrei os punhos

— Sua hora! Arrasa gata! — ele me incentivou 

Era meu primeiro desfile como Angel da VS. Passei a semana toda ansiosa e apreensiva com o evento, e agora sinto que meu coração vai sair pela boca. 

Sempre elogiei aquelas garotas pela TV e hoje eu estou aqui usando essas lingeries caríssimas e usando um arco de penas extremamente pesado. 

Coloquei os pés naquela passarela, respirei fundo e fui, exibindo aquele corpinho que Deus me deu. 

A energia daquele lugar era incrível, eu queria gritar o quanto eu estava feliz por aquilo. 

— Ai meu Deus, ai meu Deus — eu voltei para os bastidores nervosa e orgulhosa do meu primeiro desfile — Eu consegui 

— É isso aí — uma das modelos fez um toque de mãos comigo 

— Agora vamos nos livrar dessas penas porque tem uma festinha aguardando vocês — um cara dizia tirando aquelas penas de mim 

Finalmente me livrei daquelas penas pesadas e daquelas mini peças brancas que usava, vestindo enfim um vestido preto de franjas para curtir a after party. 

Cheguei até o evento e passei por vários cliques logo no início. 

A festa era regada de famosos e bebidas caras. Meu olhar logo se cruzou com meu sonho de consumo: Zayn Malik, ex integrante do One Direction e minha paixão platônica desde sempre. 

— Vejo que se encantou por ele — uma das modelos disse com uma taça em mãos 

— Ele é lindo — eu dizia como uma adolescente hipnotizada com a beleza dele 

— Ele tá olhando pra você. Boa sorte! 

Zayn logo chegou próximo a mim exalando um cheiro maravilhoso. De perto ele era ainda mais lindo. Fiquei nervosa sem saber direito o que fazer. 

— É uma Angel nova, certo ? — a voz rouca dele ecoou pelos meus ouvidos 

— Sim, sou — sorri — Era meu sonho. 

— Você é linda, sem duvidas. Como demoraram tanto para achar você ? 

— Muito gentil da sua parte, Zayn! 

— Como é seu nome ? — ele deu um gole na taça que segurava 

— S/n — respondi 

— Nome lindo assim como você! O que achou do seu primeiro desfile ? 

— Fiquei nervosa mas no final deu tudo certo. A energia daquele lugar é incrível — eu dizia animada com o evento 

— Eu imagino! — ele riu — Se importa de me acompanhar até meu apartamento ? 

Eu não acreditava na proposta que tinha acabado de ouvir. Não pensei duas vezes e aceitei seu convite, seguindo até um carro preto com ele. 

— Damas na frente — ele disse parado na porta de seu apartamento dando passagem para eu entrar 

O apartamento dele era extremamente luxuoso e confortável. 

— Enfim, a sós — ele disse chegando próximo de mim — Vem — me puxou pela mão me levando até seu quarto. 

Zayn não perdeu tempo e logo atacou meus lábios. Os lábios carnudos dele tinha um enorme contato com os meus, num beijo quente e excitante. 

— Você é tão cheirosa — ele dizia distribuindo beijos pelo meu pescoço — Anda, tira esse vestido 

Logo o vestido que eu usava estava jogado no chão do quarto dele, me deixando apenas de calcinha. 

Ele se sentou na cama e me colocou em pé no meio das pernas dele, começando a chupar e sugar meus seios como um bebê faminto. 

— Porra, Zayn — eu jogava a cabeça para trás sentindo o contato dele com meus seios 

As mãos tatuadas do moreno tiraram minha calcinha com delicadeza, logo ele deslizou um dedo para dentro de mim. 

— Tá pingando, baby — a voz dele saiu falha 

— Zayn — eu gemia sentindo o dedo dele dentro de mim

— Vai, linda, rebola no meu dedo 

Zayn seguia sentado na beira da cama enquanto eu estava em pé rebolando no dedo dele. 

Os olhos âmbar do moreno me encaravam os meus freneticamente e eu não aguentei por muito tempo, gozando em seu dedo. 

— Tão gostosa — ele disse lambendo o dedo melado com meu prazer 

Meu corpo estava mole devido ao orgasmo que acabara de ter. Zayn estava desabotoando a camisa social azul que usava, seu peitoral tatuado ficou exposto e naquele momento percebi que eu precisava gozar mais. 

— Posso ? — perguntei segurando o cós da calça dele 

— Claro — sorriu malicioso 

Tirei sua calça junto com sua bóxer branca, exibindo um pau grande e grosso, me deixando mais excitada se é que isso fosse possível. 

— Ele está latejando — ele disse com a mão no membro dele — Quer acalmar ele com sua boquinha ? 

Dei um sorriso sapeca e me ajoelhei na frente dele enfiando todo aquele membro enorme na boca. 

O pré-gozo já escorria e deixava tudo mais excitante. Zayn fez um rabo de cavalo em meus cabelos e começou a comandar os movimentos, dando gemidos baixos. 

Eu chupava aquele pau com gosto e passava a língua na cabecinha que fazia ele fechar os olhos e jogar a cabeça para trás. 

— Ai caralho — ele soltava alguns palavrões inaudíveis que me levava a loucura — Não posso mais aguentar, preciso sentir você. 

Zayn se deitou na cama e eu fiquei por cima, encaixando o pau dele na minha entrada. 

— Você está tão quente — eu dizia sentindo a cabeça do pau dele entrando em mim — Porra, Zayn… — gemi e fechei os olhos sentindo o pau dele todo dentro de mim 

— Que delicia sentir sua boceta apertada envolvendo meu pau 

As enormes mãos dele estavam na minha cintura me ajudando a subir e descer sobre seu pau. 

Eu havia transado poucas vezes e o pau de Zayn era enorme, o que fez com que a zona de contato entre nós fosse enorme. 

Eu apoiava minhas mãos sobre o peitoral dele e dava alguns arranhões de leve. Eu quicava e rebolava sentindo uma onda de prazer invadir meu corpo. 

— Eu vou gozar… — minha voz saiu falha 

— Vai, goza comigo dentro de você! 

Zayn começou a se mexer abaixo de mim fazendo os nossos corpos se chocarem com mais intensidade, e seus dedos passaram a massagear meu clitóris me masturbando. Dei um gemido alto e me derreti com o pau dele em mim. 

— Porra, S/n, como você é gostosa… 

Os olhos dele se escureceram e eu senti o líquido quente dele inundar minha intimidade. 

— Eu espero que você tome remédio regularmente — ele riu se referindo a ter gozado dentro

Sai de cima dele e me deitei ao seu lado, sentindo os braços tatuados dele envolverem minha cintura. 

Os cabelos negros dele estavam bagunçado e o suor na sua testa era visível. 

— Você é maravilhosa gozando — ele sussurrou no meu ouvido 

— Você também — mordi o lóbulo da orelha dele 

— E a propósito, você estava linda desfilando. Foi incrível, parabéns! 

— Obrigada, baby -dei um sorriso de satisfação 

Adormeci naquela posição, ouvindo a respiração baixa dele nos meus ouvidos.

IMAGINE HARRY STYLES

“Hey, aleluia vc voltou, queria um cm o Harry q ela faz um strip-tease pra ele e depois rola sexo bem intenso e apaixonada, eu queria td do ponto de vista dele, pode ser?”
•Recomendo que leia esse imagine ouvindo Partition - Beyoncé.
•Espero que goste, anony❤️
~*~

Desço do avião e suspiro aliviado. Eu amo meu trabalho, mas é horrível ficar meses longe da família e amigos, principalmente da minha (s/n).

Vejo minha menina me esperando com um lindo sorriso no rosto, e quando me avista, vem correndo em minha direção e cruza suas pernas em minha cintura.

-Senti tanto a sua falta meu amor!- S/N diz com seus olhos cheios d'Água.

-Eu também senti, querida.- digo deixando vários selinhos em sua boca.

Vamos andando de mãos dadas até seu carro e, enquanto não chegávamos em casa, vou reparando em S/A. Ela esta usando um grande sobre tudo vermelho escuro, que vai até a metade dos tornozelos, um salto preto e um batom vermelho radiante. Ela é tão linda, cara!

Não trocamos uma só palavra quando chegamos em casa, S/N só subiu pro nosso quarto me chamando com uma de suas mãos.

Assim que entro no quarto, percebo minha menina inquieta.

-O que foi, meu amor?- pergunto e S/N só me empurra em direção à uma cadeira em nosso quarto.

Vejo minha garota tirando seu sobre tudo de uma forma lenta e sexy, me fazendo querer toca-lá mais a cada momento.

Observo surpreendido cada detalhe de sua lingerie totalmente sexy e sinto meu membro ficar cada vez mais apertado dentro da calça jeans.

(S/N) caminha em minha direção lentamente se equilibrando em cima de seus saltos e senta em meu colo, rebolando logo em seguida, fazendo um gemido fraco sair de minha boca.

Ela da uma risada fraca e levanta do meu colo, caminhando de costas pra mim e mordendo os lábios.

Reparo em cada detalhe Dela, cada curva, seus longos cabelos castanhos e seus olhos pequenos e também castanhos, que me olhavam com atenção e desejo.

(S/N) retira seu sutiã e o deixa cair no chão, se virando em minha direção em seguida, enquanto eu acaricio meu membro Ainda por cima da calça.

Minha menina caminha em minha direção e leva suas pequenas mãos em direção à minha camisa, desabotoando-a devagar.

Ela tira minha calça com calma, me fazendo morrer de ansiedade, mas finalmente, me deixando completamente nu.

(S/N) pega uma gravata no armário e amarra minhas mãos à cadeira, me impedindo de toca-lá.

-Você tá me zoando né?-digo olhando em seus olhos.-

-Shh..- ela diz colocando seu dedo sensualmente em seus lábios carnudos fazendo sinal de silêncio.-

S/N rebola sensualmente ao som de Partition tocando ao fundo, o quarto esta numa luz azulada, deixando o ambiente totalmente sensual.

Vi minha garota rebolando em minha frente, passando a mão em todo o seu corpo, observo seus seios saltando levemente a cada movimento seu.

S/N finalmente para suas mãos em sua cintura e puxa sua calcinha para baixo, me fazendo ter uma visão perfeita de sua boceta encharcada.

Ela caminha em minha direção e ajoelha em minha frente, e sem avisos prévios, coloca metade do meu membro em sua boca, me fazendo gemer rouco.

S/N sabia o que estava fazendo. Ela colocava todo meu membro na boca e acariciava as bolas com suas mãos.

Sinto minha respiração ficar descompassada e minhas pernas tremerem e acabo gozando em sua boca. Ela engole tudo olhando em meus olhos, o que faz meu membro doer de excitação.

-Fuck me, daddy.- (S/N) geme baixinho em meu ouvido enquanto acaricia sua boceta inchada.

S/N desamarra a gravata e eu a arremesso na cama. Minha menina abre as pernas e começa a se esfregar pra mim, soltando baixos gemidos me fazendo ir a loucura.

Coloco minha cabeça no meio de suas pernas e começo a lamber sua intimidade. Sinto suas mãos se cravando em meu cabelo e escuto seus altos gemidos, me deixando orgulhoso.

Sinto (S/N) tremer e ela acaba gozando em minha boca.

Vou subindo devagar deixando uma trilha de beijos pelo seu corpo, e parando com minha boca em seus seios.

Chupo cada um deles com força, dando leves mordidas.

Ouço S/N gemer meu nome alto e sem avisar, empurro com força dentro Dela. S/N grita de prazer me fazendo revirar os olhos.

Me movimentava rápido e fundo, indo até seu ponto de prazer. S/N arranhava minhas costas com suas longas unhas e gritava por mais.

Observo suas feições e vejo o quanto que ela é linda e o quanto que eu a amo. Sua boca carnuda estava levemente aberta, seus olhos miúdos estavam fortemente fechados, sua face tinha um avermelhado fraco, a deixando Ainda mais linda.

-E-eu te amo…te amo muito S/A.- digo penetrando com força e sentindo que meu orgasmo chegava.

-Oh, eu também te a-amo..muito.- e com essa ultima palavra nós dois viemos juntos, gemendo em conjunto.

Deitados e suados, nos admirávamos e ríamos do quanto estávamos cansados.

-Bem vindo de volta.- minha garota diz sorrindo lindamente pra mim.

-É sempre um prazer estar de volta.- digo subindo em cima de S/N, pronto para um segundo round.

~*~
Me digam o que acharam people’s.
-Ana

REACTION: LEVANDO UM TIRO POR ELE part.1

▶ NOTAS ◀

• Aviso desde já que esta reaction será dividida por partes, por estar demasiada grande, podendo conter 3 partes ou mais.

• O tema é meio sad e de conteúdo explícito. Caso não goste, recomendo que não leia.

• Espero muito que gostem, pois fiz com a maior dedicação possível.

• Essa é sim uma reaction, porém está gigante, eu sei. Mas é por um bom motivo: o aniversário não comemorado do Namjoon. Não postamos nada e eu me senti meio “mal” por isso.

• Ah…! Não se preocupem, as outras reactions não seram esse texto sem fim, okay? Haha.

Boa leitura.

《QUAISQUER ERROS, POR FAVOR, AVISEM.》

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•Kim Namjoon•

A vida de K-Idol tinha seus prós e contras. Dentre os prós, uma legião imensa de fãs, pessoas que o amavam e faziam de tudo por alguém que dava seu máximo para agradar pessoas de todos os tipos. Dentre os contras…bem, o assédio constante e a invasão de privacidade vinham no pacote com o cansaço e a falta de tempo para lazer.

Mas Kim Namjoon, além de ser um homem atarefado, era organizado o suficiente para separar tempo com sua namorada, o amor de sua vida. Mesmo com as recentes ameaças - que claramente não as levou à sério - nada estragaria a satisfação que era a companhia agradável e divertida de sua babygirl.

De mãos dadas, sorrisos largos entre um assunto e outro, ambos caminhavam por um parque bastante calmo e aconchegante. Namjoon contava sobre as novas canções que criará durante a viagem pensando em você.

— Devo acreditar que tudo isso seja exclusivamente para mim? — Apontava para si própria, segurando a risada.

— Deve. — Seus lábios se grudaram em sua bochecha, por onde distribuiu inúmeros beijos. Naquela tarde fresca, tudo estava bom para ele. Se melhorasse, estragava.

— Ommo! Que menino carente. — Brincava, enquanto rodeava os braços em seu pescoço, ficando na ponta dos pés para beijar os lábios carnudos e rosados de Namjoon, que pareceu gostar da iniciativa.

— Não diria carência, mas sim saudades. Muitas.

Sorriam um para o outro, enquanto o garoto memorizada cada traço de seu belo rosto. Era como uma miragem no deserto de sol escaldante. Namjoon correu o polegar por sua bochecha, chegando aos lábios. Aqueles lábios.

— Algo em você hoje está me deixando louco. — Sussurrou, quase que em transe.

— Talvez seja o perfume. — Falava simples, deixando uma risadinha escapar.

— Talvez. — Repetiu, selando seus lábios e entrelaçando novamente suas mãos nas dele.

A paisagem naquele parque era mesmo reconfortante. Um cachorro passeava com sua dona, algumas crianças brincavam entre si, alegres como nunca, enquanto um outro casal parecia discutir. Dentre todas aquelas simples pessoas que conseguiu captar, uma em especial lhe roubou atenção: a garota, já não tão nova assim, parecia drogada enquanto corria pelo parque, olhando para os lados. Escondia algo nos bolsos do casaco o qual mantinha seu capuz sobre os cabelos, que inutilmente, eram cobertos por completo.

Seus olhos se puseram nos seus, logo desviados para o rapaz ao seu lado, que também notou a movimentação estranha da garota. Ela caminhou em curvas, mostrando o quanto estava fora de si, em sua direção. Do bolso que tanto escondia, puxou o revólver prateado sem preocupação se a veriam ou não, afinal, tinha suas vítimas.

— Por que insistiu? Diga-me por que não quis me ouvir? Eu tentei avisar, mas… — Ela batia com o cano da arma em sua própria cabeça, o que fazia, à cada baque, seu coração pulsar mais forte no peito. — As vozes…elas…não! E-elas disseram que eu tinha que fazer isso!

Namjoon agarrava com extrema força sua mão, o que de algum modo a fazia se sentir segura.

Enquanto a menina se mantinha em conflito interno com ela mesma, vocês se levantaram lentamente, enquanto, Namjoon pegava com destreza o celular no bolso traseiro da calça, tremendo levemente na tentativa de ligar para a emergência. Respirou fundo e contou alguns segundos.

— Chega, chega! Eu vou acabar com essa dor, eu vou. Deixa-me em paz, malditos! — Rosnou, voltando a arma nas suas direções. — E você, garota, o que faz com ele? Não lhe ensinaram a não mexer no que não é seu?

Você estava estática, amedrontada demais para que qualquer palavra fosse assimilada em sua mente, por tanto, não respondeu. Aquilo pareceu não agradar a garota, que sorriu largo, tremendo incansavelmente enquanto espasmos percorriam seu corpo.

— Eu quero ele, não se preocupe.

— Não…não! — Usou as forças restantes para juntat aquelas três letras em um som audível.

— Jagi, não faça isso!

— Não estou disposta para jogos, seus idiotas.

Um eco alto o suficiente fez com que os poucos pássaros escondido dentre as copas das árvores voassem para longe, amedrontados.

Podia ouvir o zumbido incomodando seus ouvidos quando sua cabeça foi de encontro à grama fofa e úmida. Desnorteado, apenas pôde ver a visão embarçada de um par all stars sujos de vermelho e surrados se erguerem do chão para iniciar uma corrida.

Seus olhos se fecharam, deixando a luz do dia ser invadida pela escuridão. E quando tomara coragem de abri-los, viu algo que até hoje o atormenta as noites.

(S/n) ao seu lado estava com as vestes manchadas daquela cor intensa. Suas narinas arderam com o forte cheiro de sangue. Moveu os dedos e sentiu novamente a grama fofa entre eles, porém com algo viscoso os incomodando.

Então fechou os olhos.

— Namjoon-oppa, veja o que criei! — Ela lhe entregava o notebook, onde, após a vista se acostumar com a forte luz, pôde ver alguma frase nova que havia criado para seu recente livro.

— Está perfeito, jagiya. Tudo que faz é perfeito, assim como você.

— Não sei se mereço tantos elogios.

— Você merece tudo, (s/n).

Namjoon sentiu algo latejar em sua cabeça. Doía e o deixava zonzo. Quando retomou os sentidos, usou das forças restantes abrir os olhos. Um tumulto de gente estava à sua volta. Ela não estava mais lá. Tentou se levantar e alegar que estava em perfeito estado, mas algo o incapacitava.

— Por favor, permaneça parado para que não piore as possíveis lesões. — Uma voz masculina, serena e ao mesmo tempo cansada, era sussurrada com toda calma do mundo.

— Preciso que me solte agora! Minha namorada, e-ela… — Sua fala foi cessada por pequenos flashs.

O eco.

A dor.

O sangue.

A grama fofa em seus dedos.

All stars velhos e ensanguentados.

As mãos pálidas e o rosto gélido e cálido de sua amada.

A lembrança era como uma brasa quente em seu peito. Doía mais que tudo na vida.

— Ela…foi beleada à…queima-roupa? — Tentou buscar algo em sua mente que lhe desse a esperança de que foi apenas um sonho. Talvez uma cochilada, certo? Estava cansado e poderia ter apenas tido um delírio.

— Está confuso e agitado. Relaxe, por favor, senhor. — Deu uma pausa enquanto o garoto respirava fundo, tentando ceder às ordens do homem.

— Mas…ela estava comigo agora…o livro… — Suas palavras em desconexas. — Ela me mostrou o livro e…por favor, eu preciso vê-la.

Alguns flashs de câmeras e murmúrios criavam uma pequena atmosfera. Suas mãos suavam incessantemente e sua boca estava extremamente seca. Sentia um calor incomum por toda parte de seu corpo.

— Eu preciso vê-la. — Repetiu, dessa vez mais firme.

O homem que há poucos o continha se afastou um bocado, olhando-o nos olhos.

— Saiba que fiz o possível. O socorro não chegou à tempo, não tive os equipamentos necessários e… — A pausa que dera era dramática. — Seja forte.

— Estou bem…? — Soava mais como uma pergunta do que afirmativa. Uma estranha pergunta.

O rapaz assentiu, tentando o tranquilizar. Mas nada, nada tiraria a imagem de sua jagiya naquela grama fofa e macia da qual estava deitado algum tempo antes.

As forças que usou para se levantar foram em vão. Não tinha como ter forças assim. Não com o corpo de sua namorada banhado em sangue. Não com aquele ponto negro em seu peito, de onde escorria mais daquela coloração viva avermelhada.

Seus olhos estavam abertos e sua cabeça tombada para o lado melancolicamente. Dos lábios os quais se perdia, mais sangue.

— Meu amor… — Seu peito queimava. Aquele calor infernal lhe subiu dos pés à cabeça.

As pernas fraquejaram e tudo que lhe sobrou foi o apoio dos joelhos no sangue ainda fresco. Num ato impensável, segurou as mãos gélidas de (s/n), as beijando. Sussurrou todas as juras de amor que lhe viam à mente, todas as que um dia quis dizer e foi um tolo de nunca ter tido a coragem suficiente para tanto.

Tocou o rosto jovem e pálido. Seus dedos formigaram. Era terrível. Os flashs de câmeras de todos os tipos de aparelho continuavam, incansáveis. Queria berrar para que o deixassem em paz, mas a dor o calava.

E então, sem mais escolhas, chorou.

Chorou. Chorou. E chorou.

A queima em seu peito que causava a falta de sua jagiya era inexplicável, chegava a ser exasperante.

Seu amor, a mulher de sua vida, estava morta.

Viver já não possuía significados mais. Parte de si havia partido junto com ela.

Seu amor, a mulher de sua vida.

~Sweetie♡

Linha tênue

Uma tsunami estava se aproximando. Eu, mesmo sem ser íntimo do mar, sabia que o pior podia estar a vir. Me agarrei ao meu bote e vesti o meu colete salva-vidas, achei estar pronto para enfrentar tudo. Não estava. Não sozinho.
As ondas quebravam batendo em meu barco. Me senti frágil, vulnerável. Me senti como nunca desejaria que alguém se sentisse. O caos se instaurava ao meu redor e eu ali, tentando ter uma mínima certeza de como deveria agir.
Alguém, que antes estava em outro lugar do barco, chegou e me deu uma luz sobre o que eu deveria fazer para enfrentar toda essa situação. Onde estavam os tripulantes que me deixaram sozinho esse tempo todo? Segui a risca os conselhos que havia me dado. Não havia espaço para falhas, minha vida estava em jogo.
Agora, um pouco mais calmo e seguro, pude reparar na pessoa que havia me ajudado. Era uma moça. Olhando mais atento aos detalhes, pude perceber que a beleza dela não estava apenas no interior. Sua pele negra e seus lábios carnudos desde o princípio me encantaram. Era poesia em formato de mulher.
Resolvi puxar assunto. Parecia que estávamos conversando há dias pelo tanto de coisas que pudemos compartilhar. Trocamos experiências incríveis e, para fechar a noite, demos o beijo que inspirou esse texto. Foi lindo. Foi mágico. Deixei meu colete de lado e assumi que o amor é a única coisa que pode salvar vidas, e que me perdoem os que não acreditam em amor a primeira vista.
O comandante então apitou sinalizando que todos já podiam sair. Havíamos chegado no porto.
Como eu iria me esquecer daquele beijo? Uma explosão de sentimentos tomou conta de mim naquele minuto. Não podia acabar ali. Cheguei mais perto da guria e, sussurando ao pé de seu ouvido, pedi para que ela continuasse ali. Ela negou, o que minha cabeça de garoto de vinte e seis anos interpretou como timidez. Insisti. Não era timidez, ela apenas não queria. Porra!! Depois de um beijo daquele como ela tem coragem de falar que não quer mais nada?
E então eu vi a cena que ainda irá me fazer chorar por dias. Ela saiu do barco. Assim. Simples assim. Ela pulou para fora do barco que eu imaginei ter criado alguma história para a gente e foi andando em alguma direção que eu tinha certeza que não era a que achei termos criado durante nossa conversa. Me pus em posição fetal e chorei.
Uma nova onda se aproximava. Sem reação, continuei como estava e a esperei quebrar. Inundou o cais, puta merda. Ela estava indo seguir a sua vida e eu ali, preso no cenário de um quase amor. Chorei mais. Chorei até perceber que o mar é feito das lágrimas dos náufragos apaixonados.
Eu esperei. Esperei mas ela não voltou para secar o cais. Ninguém secou. Dizem que o tempo faz evaporar, mas, quanto tempo?
Enquanto perdia tempo esperando o tempo passar, pude refletir que talvez o amor seja realmente isso. A linha tênue entre porto seguro e cais inundado.