carlo-mo

Imagine if occasionally, when they get the opportunity to leave work early, Cecil or Carlos will greet the other at their place of work by wrapping their arms around the other, yelling something like “Surprise!” Then, one day, Carlos goes to the radio station, sees the familiar shape in the doorway and jumps on him, shouting,“ Surpr-” and then screams because he has accidentally jumped on Kevin.

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and we’ll shine til our colors light up the sky
and we’ll dance to the sound of our battle cry

WTNV July challenge Day 2

Any headcanon:

Since Carlos has gone, when they speak together on the phone in the evening, Carlos tells Cecil to leave his phone on the pillow he used to lie on so Cecil can pretend he is still there and so he can talk him to sleep.

“Riposo” di Carlo Mo - Foto di Alberto Laurenzi

Al VIII Premio Suzzara (1955) vinse una forma di formaggio grana, una mortadella e una cucina da riscaldamento. Lo scultore ha trattato la materia svuotandola e allegerendola. La superficie risulta irregolare e nodosa. Il dramma e’ suggerito dal tema, un cavallo chiaramente affaticato ancora legato al pesante traino, ma anche dal modo di lavorare la materia che, con il prevalere dei pieni sui vuoti e l'irregolarita’ della superficie, suggerisce un senso di distruzione. L'opera e’ inseribile nell'ambito culturale dell'esistenzialismo e della corrente estetica del realismo di matrice espressionista.

L'artista nasce a Piovene Rocchette nel 1923.
Studia a Genova e nel 1942 si trasferisce a Pavia dove prosegue gli studi universitari. Nel dopoguerra parte per il centro dell'Africa. Torna in Italia nel 1953 ed inizia ad esporre.
Nel 1954 partecipa alla X Triennale di Milano.
Tra il 1964 ed il 1968 ricuote un enorme successo nazionale ed internazionale curando le scenografie di concerti ed opere teatrali alla Certosa di Pavia.
Tra il 1964 ed il 1967 partecipa a numerose collettive ed allestisce personali in Italia e all'estero.
Nel 1968 collabora attivamente al progetto “"Intervento in un centro antico”“: uno dei primi esempi, a livello europeo, di isola pedonale.
Tra il 1980 e il 1981 realizza alcune grandi sculture poi collocate a Pavia, Milano e Cesano Boscone.
Nel 1985 ha rappresentato la scultura italaiana a Tokyo.
Ha tenuto la cattedra di scultura presso la Nuova Accademia di Belle Arti di Milano.

Tapete Vermelho - Parte I

Bom dia, Carlos. - Disse a moça alta de cabelos longos e loiros
Bom dia, Anne, como vai? - Perguntou com um tom frio de quem não quer saber a resposta
Os dois seguiram pelo corredor de piso quadriculado e grandes portas de madeira. As máquinas de escrever tilintavam aqui e ali na calmaria caótica de uma repartição pública e não se podia ver os rostos dos funcionários, todos escondidos atrás de pilhas e mais pilhas de papéis que nunca seriam lidos e acabariam, como sempre, no velho arquivo empoeirado. Anne detestava aquele lugar.
- O que a senhorita deseja? - Perguntou o homem calvo e míope de suéter escocês enquanto se largava na poltrona barulhenta que já servira ao menos três gerações de trabalhadores deprimidos e cinzentos.
- Sobreviver. - Respondeu ela com o tom desafiador das conversas fiadas.
- Sabe o que eu quero, senhorita Anne? - Perguntou retirando os óculos e  olhando fixamente para ela - Não perder o meu tempo nos seus joguinhos, com os quais aliás, só a senhorita se diverte.
Ela sorriu e o entregou um pequeno bilhete cheio de números.
- O que você quer com esses arquivos? - Perguntou ele logo após olhar o papel.
- O que mais seria, Carlos? Quero ler.
- Você não pode tirá-los daqui. - Censurou, o homem.
- Eu posso tirar cópias e é o que eu vou fazer. - Sentenciou sentando-se - Espero aqui enquanto os pega, se não for incômodo.
Carlos andava para lá e para cá em busca dos tais arquivos, ela já o vira passar pelo menos cinco vezes, pisando forte e coçando as têmporas, já devia tê-los encontrado e isso a preocupava. Ela queria esses arquivos mais que já conseguira querer algo antes na sua vida, seu passado estava ali, então aquilo, de uma forma ou de outra, acabaria por ditar o seu futuro.
- Anne, você está me ouvindo? - Perguntava ele com uma infinidade de pastas nos braços, enquanto ela divagava sobre os tais papeis.
- Oh, me desculpe, eu não estava não. São esses os arquivos? - Perguntou ela tomando as pastas de sua mão - Já os devolvo!
Ainda deu tempo de gritar um “obrigada” enquanto saia correndo pelas encruzilhadas do prédio antigo.
Sem conseguir decidir o que era mais difícil, Anne seguia fotocopiando todas as folhas tentando não se perder no meio delas e dispendendo grande quantidade de energia contendo sua curiosidade de ler o que estava escrito, pois sempre preferia pensar no conforto do seu lar com um boa caneca de café e era para lá que ela estava voltando no melhor estilo “mãos no volante e sorriso nervoso”.
Carro na garagem, pastas no braço, dedo no botão do quarto andar e lá foi ela, com as chaves do apartamento na mão e os pés batendo ritmadamente no chão. Sem mais que um “boa tarde” ao vizinho que estava ali porque ela não era muito aberta a diálogos sobre o tempo ou o quanto os elevadores demoram.
Já dentro de casa, e com a porta devidamente trancada (inclusive os trincos) ela pôs cuidadosamente, a bolsa e os arquivos sobre a mesa redonda de madeira avermelhada que habitava sua sala enquanto preparava o café, afinal de contas, a noite ia ser longa e sono algum poderia detê-la.
Seu café era sempre muito forte, muito doce e muito quente, “para aquecer o coração e a cabeça”, dizia ela. Mas nem todos os graus Celsius do mundo poderiam aquecer as lembranças gélidas que lhe traziam tantas fotos de assassinatos a sangue frio.
- Eis me aqui, diante de ti - Vociferou para a pasta intitulada “Tapete Vermelho”.

Tahan na carlo. Ano bang iniiyak mo? Wala syang pake. At wag ka ng mangeelam ng may buhay ng may buhay lalo na yung ayaw alalahanin o pakelaman