cara eu amava ele ):

Se eu o amei? Claro que o amei, eu fui a pessoa mais apaixonada que já existiu. E ai me perguntam: se foi amor, por que acabou? Deve ter sido por causa do exagero, tudo era tão intenso, acabou sendo tão perfeito que chegamos a acreditar na eternidade, nesse clichê de ” para sempre”, sim a gente acreditava, dávamos nossa vida para isso. Eu o amava, amava mais do que a mim mesma, eu precisava de um sorriso dele pra poder sorrir também, e cara como eu amava o sorriso dele, sempre dizia isso a ele, sempre. E como dizem que o primeiro amor a gente nunca esquece, nunca vou esquece-lo, nunca, pois ele foi o único que teve coragem de enfrentar minhas tempestades, meus surtos, meus problemas, ele me fazia feliz, enquanto eu só o trazia infelicidades. Tenho muito a que pedir desculpas, ou como ele prefere dizer fui a vilã da história, é eu fui, alguém sempre tem que ser né? Dessa vez fui eu, mas o que ninguém sabe sobre os vilões é o que os fez se tornarem assim, sempre a algo extremamente triste por trás disso, e comigo não foi diferente, eu acabei não suportando a pressão, de ser perfeita, de o fazer feliz, acabei não suportando meus pensamentos, os dramas, a possessividade, a distancia, eu não me suportava.
—  Livs.
Estava aqui, pensando sobre como a vida muda tão rápido e constante. Há um ano atrás eu ainda estava com ele, e nós ainda eramos um casal. Mas em 365 dias tanta coisa mudou. Brigas, mentiras, entre outros motivos que acabaram com tudo o que tínhamos. Eu amava ele, cara como eu amava aquele garoto. Parece até loucura uma pessoa do meu tamanho abrigar um sentimento tão grande assim. Acho que nunca vivi onze meses tão tristes e vazios como esses que vivi depois que tudo se acabou. Aliás, não vivi, sobrevivi. As vezes se torna difícil ignorar a falta que ele me faz, e é quando choro. Lembro das vezes que ele me buscava na escola de bicicleta, eu morria de medo mas deixava que ele me levasse. Ele se esforçava pra passar aquela uma hora diária comigo, e era tão bom. Tanta coisa a gente passou que é quase impossível de esquecer. Mas o tempo passou, ele mudou, e as coisas foram perdendo o sentido. Afinal, quem era ele mesmo? Acabou. E acabou de uma forma tão desastrosa que da até dó de falar. Como um amor tão bonito vira desastre desse jeito?
Sofri. Meu Deus, como sofri. Vi ele em todos os cantos e pessoas da cidade, o senti em cada abraço, o lembrei em cada canção. Desejava todos os dias saber como ele estava, ou até mesmo que ele viesse até mim. Foi dolorido. Eu traçava todos os dias o mesmo caminho da bicicleta esperando encontrá-lo. Perto de cada esquina eu rezava, pedia, quase implorava pra que ele estivesse la, mas nunca estava. Foram os meses mais frios de se viver. Tantas noites perdidas, tantas lágrimas, e a vida chegou a perder o sentido. Confesso, eu quis morrer. Nunca desejei tanto morrer, ou quem sabe ir embora daqui, mas não adiantava, nada adiantaria, eu continuaria vendo ele em cada rosto estanho, sentindo ele em cada abraço, e lembrando dele em cada canção. Eu não sabia mais o que era sorrir. Ele me tirou a paz, e é essa paz que eu venho tentando recuperar desde quando ele se foi. Mas afinal, o que será de mim se isso nunca passar? E se eu nunca deixar de amá-lo?
—  Quase 365 dias sem ele.

No começo da nossa historia o futuro parecia magnifico, então as coisas começaram a afundar e ficarem tão cruéis, ainda não entendo por quer estou surpresa ate os anjos têm seus planos perversos e você acaba levando isso para novos extremos, ele sempre será meu herói mesmo que tenha perdido a cabeça. E nós estávamos brigando novamente. Eu e niall somos namorados há quatro anos. Apesar de tanto tempo juntos nos éramos os melhores casais da roda de amigos, e há uns anos atrás nosso amor começou a fica apenas em frente ao publico niall se mostrava um homem diferente daquele que tinha me apaixonado e ainda estava ao seu lado pois achava que ele voltaria a ser o meu homem mas tudo na vida tem um limite. Niall estava furioso por causa de um primo dele que ficou me cantando na festa de aniversário surpresa de greg e eu nem liguei, mas niall sim. e ele não ficou muito feliz com isso, estava se segurando para não meter a mão minha cara

-niall, venha querido, você está muito cansado. - peguei a mão dele para que ele se levantasse do sofá.

- me solta, (s/n), eu vou ficar aqui.

- mas niall, você amanha estar dolo…

- me deixe - gritou, recuei alguns passos, assustada. decidi não discutir, niall estava muito nervoso.

assenti e comecei a subir as escadas, indo ao banheiro e tomando um banho quente.após sair de lá, vesti um pijama e desci à sala novamente, vendo niall deitado, me olhando.

- vamos dormir amor, foi uma noite longa. - ele revirou os olhos e se levantou. ele caminhou até mim e me segurou com força pelos ombros.

- você é tão burra assim para não perceber que eu não quero ficar perto de você esta noite? - perguntou irritado. - você é uma vadia, você tem cara de vadia, botou aquele batom vermelho de prostituta de proposito ne ?

- Niall… - gemi. ele revirou os olhos e me empurrou até o sofá.

- como você consegue me tratar daquela forma? - ele me olha nos olhos, se aproximando de mim, eu não conseguia dizer nada, estava tão assustada. - você deu mole para ele na minha frente, na frente de toda minha família, o que eles vão pensar de mim? que eu sou um corno, (s/n), é isso que eu sou para você?

- na-não,niall! - respondi baixo. ele fechou os olhos e apertou-os, negando com a cabeça.

- cale. eu estou cansado de ser idiota, (s/n), a quanto tempo você faz isso? - ele pegou meu braço novamente e eu gemi, fechando os olhos.

- por favor… eu te amo. - sussurrei.

- você é uma vadia. - esbravejou. - e vadias merecem ser punidas. - ele disse, bravo.

- niall por deus… por favor, não. para com isso! - pedi desesperada ao vê-lo começar a tirar o cinto. - você nunca fez isso… por favor, niall, por favor.

- para tudo tem uma primeira vez. - ele disse indócil.

observei niall pegar meus pulsos e arrumar-se para me bater a primeira vez enquanto sentia meus olhos arderem. “pare”, eu pedia, “por favor!”. e então, ele me bateu a primeira vez. eu gritei, niall me olhou, raivoso.

- se você gritar, eu bato mais! - avisou.

e depois bateu novamente, sufoquei um grito. estávamos ofegantes e eu, emudecida pelo cara que eu mais amava. ele bateu mais e mais vezes. ele me puxou pelos cabelos me empurrou contra a mesa de café vidros foram espalhados pela casa, eu estava ferida meu sangue se misturava com os cacos de vidro. Não era o homem que eu tinha me entregado pela primeira vez, ele apenas parou e me observou chorar virou as costas e subiu me deixando em meio aquele caos no meio da escada pude ouvi-lo falar.

-arrume essa bagunça-

Eu gostaria de desconstruir essa ideia de que o amor aguenta tudo. Essa é a maior ilusão que existe na vida ! não sei de onde tirei forças mas levantei peguei a chaves do seu carro e fui embora sem olhar para trás.

espero que tenham gostado e me falem o que acharam por favor, adoro vocês ♥

LAÍA

Ele não tá nem aí. E esse é o problema. Ele não está nem aí para o que sinto. Se o espero e desejo ouvi-lo em uma ligação qualquer dizendo que sentiu nem que seja um pouquinho a minha falta. Mas ele não tá nem aí, se penso e trepenso em nós. Se choro a noite de saudade ou se chorei por ele. Ele não tá nem ai, mas está aqui, dentro de mim. Na verdade nunca saiu e me pergunto se um dia sairá. Tenho tanta saudade dos nossos momentos juntos, da forma como ele cuidava de mim e me fazia feliz. E de repente, puf, tudo acabou. Como isso pode acontecer? O que aconteceu com aquele cara que eu tanto amava? Eu o entreguei o meu coração e agora ele está quebrado em mil pedaços que eu não consigo acreditar que um dia irá se reconstruir. Fico aqui me perguntando onde está você agora? E o meu melhor palpite é: nem aí. E enquanto isso eu estou aqui, escrevendo algo para alguém que nunca irá ler.
—  Tempestuosidade e retirastes. 
Às vezes, sei lá, é meio complicado sabe? É meio difícil, é meio intenso, ou até mesmo errado, ou insuportável de suportar. E por ser assim, não acreditamos que o fim será bom, ou que algo mais a frente tenha alguma serventia. Eu comecei esse texto, para tentar expressar com palavras como eu me sinto por dentro, mas, eu não consigo achar palavras para isso. Tudo que eu sei é que eu perdi o meu chão, as paredes sumirão e sinto que estou despencando a cada dia mais e mais. Vazia. É assim que eu venho me sentindo ultimamente. Minhas músicas prediletas, perderam a graça. Minha comida favorita, não suporto mais nem sentir o cheiro. O cara que eu amava, mandei ele morrer. Meus dias viraram uma rotina, e eu odeio rotinas. Eu gostava de rir, de brincar, de achar um lugar bonito e ler. Nossa, eu amava ler. Achava sentido nos romances clichês, mas hoje, me encontro assistindo aos filmes de ação. Pois, só assim tenho um pouco de movimento em minha vida. Minhas mudanças de humor me fizeram esquecer dos amigos, detestar amarelo e não sair mais de casa aos domingos. Quem gosta de ficar em casa em pleno Domingo? Isso não é certo, nada está certo. Eu me perdi e me perdi feio. E provavelmente, não conseguirei me achar outra vez.
—  A Teoria do Caos.