caozada

Maktub, particípio passado do verbo Kitab. É a expressão característica do fatalismo muçulmano. Maktub significa: “estava escrito”; ou melhor, “tinha que acontecer”. Essa expressiva palavra dita nos momentos de dor ou angústia, não é um brado de revolta contra o destino, mas sim, a reafirmação do espírito plenamente resignado diante dos desígnios da vida.
Até mais.. Espero o tempo rolar! Mesmo tempo que eu esperei pra gente se enrolar. Tu deitada a me olhar, minha barba por fazer, lembra as mancadas que eu dei. De novo tenta adormecer.
Deitados, abraçados, pleno verão, muito calor. O jazz “baixim” no computador, se funde ao som do ventilador. E tu me sussurrou: te amo, te amo! Eu respondo: eu também. […]
São energias diferentes, mas a direção é a mesma: eu sou yin você é yang. Tu é alma, eu sou sangue. E nossa hora vai ser outra, não adianta bater cabeça. Minhas promessas não foram falsas, talvez precipitadas. Mas você olha nos meus olhos e vê que não é “caozada”. Todo carnaval tem seu fim em cinzas, você sabe..
Quando diz que me ama, vejo brilho no seu olhar.. Mas deixa o tempo falar, tô precisando voar. Tu sabe que eu vou voltar, aguarda o tempo que dá. Vida longa, mundo pequeno, a gente ainda vai se encontrar. [..]
Em outra encarnação, não vou fazer que seja nessa - propósito inflexível, segue o fluxo, sem pressa. [..] Até mais minha pequena, ainda tá escrito: maktub!
—  Oriente - Vida longa, mundo pequeno
Té mais..
Espero o tempo rolar
Mesmo tempo que eu esperei pra gente se enrolar
Tu deitada a me olhar, minha barba por fazer
Lembra as mancadas que eu dei
De novo tenta adormecer
Deitados, abraçados pleno verão, muito calor
Jazz baixin no computador, se funde ao som do ventilador
E tu me sussurrou: te amo, te amo..
Eu respondo eu também, mas na sequencia eu me levanto
Sento na rede, aperto um ret
Tu reclama que eu fumo demais
Mas no fim das contas gosta da energia que a planta me traz
Faz, meu humor que é vulnerável, parecer mais maleável
Porque eu mal-humorado sei que sou insuportável
Sei que sou carregado
Por energias sangue-sugas
Que fumam meus cigarros que queimam
Sozinho no cinzeiro e me fazem sair na madruga
Tacando fogo no puteiro, com cachaça ou piloto de fuga
Eu falo de várias mudanças, mas no final nada muda
Sou malandro, e minhas filosofias são contraditórias
Às vezes me entrego, te explicando alguma outra história
O vento que me carrega, é o vento que bate agora
Ventos fortes me abalaram, mas me reestruturei outrora
Nova aurora, vento novo, nado contra a corrente
Ou só atravesso o rio, deságuo em qualquer fluente
Vou a favor da corrente, se a direção for a mesma
São energias diferentes, mas a direção é a mesma
Eu sou yin você é yang.. tu é alma, eu sou sangue
E nossa hora vai ser outra, não adianta bater cabeça
Minhas promessas não foram falsas, talvez precipitadas
Mas você olha nos meus olhos e vê que não é caozada
Todo carnaval tem seu fim em cinzas, você sabe
Mas nas cinzas como a ave
Onde o nosso amor renasce
Isso não é uma desculpa, nem menos explicação
Isso é uma carta de amor, quem escreveu foi o coração
Quando diz que me ama, vejo brilho no seu olhar
Mas deixa o tempo falar.. tô precisando voar..
Tu sabe que eu vou voltar.. aguarda o tempo que dá..
Vida longa, mundo pequeno, a gente ainda vai se encontra
Em outra encarnação, não vou fazer que seja nessa
Propósito inflexível, segue o fluxo, sem pressa
Meu olhar pra outras mina, é superfície
Teu cheiro, teu sorriso.. é maior que disse me disse
A vida transborda o tempo todo tire seus aprendizados
Não destrua o futuro por problemas do passado
Odeio despedidas
Não consigo só assisti-la,
Sua presença é sentida, coração vibra, tu desfila
Você chora, o humor oscila, se mutila
Eu me afogo em Whisky, você no chá de camomila
Minha plenitude é um catavento no olho do furacão
E no começo do amor, tudo era confirmação
O tempo que passou? esquece, esse tempo já era
Espera que o corte é fundo, mas com o tempo regenera
Quem arruma problema, de problema se alimenta
No game homem e mulher na falta de um, tu inventa
Quem procura acha, e quem pede é atendido
Então saiba onde procurar, e selecione os seus pedidos
Na cama a gente se entende, só a gente sabe né
Na pista mãozinha dada, na cama homem e mulher
Tu se solta, olha meus olhos, e fica no meu comando
Tu incorpora uma cigana, e eu com naipe de malandro
Quando eu sentir saudades de todos os momentos nossos
Vou pensar em te ligar, mas vou te achar em outros corpos
Outros copos, outras áreas, outros planos, outros mundos
Coração de malandro, olhar safado vagabundo
Minha mente e minha loucura foi o que fez cê querer vir
E essa mesma loucura, que fez tu querer partir
Melhor mesmo tu ir agora, antes que eu seja rude
Até mais minha princesa, ainda tá escrito maktub.
E o magrin se emociona, porque me dói te libertar
Mas tu não ia conseguir me acompanhar
—  Vida longa, mundo pequeno, a gente ainda vai se encontrar
Até mais… Espero o tempo rolar, mesmo tempo que eu esperei pra gente se enrolar. Tu deitada a me olhar, minha barba por fazer. Lembra as mancadas que eu dei. De novo tenta adormecer deitados, abraçados pleno verão, muito calor, o jazz baixim no computador, se funde ao som do ventilador e tu me sussurrou: te amo, te amo. Eu respondo eu também, mas na sequencia eu me levanto, sento na rede, aperto um reet, tu reclama que eu fumo demais, mas no fim das contas gosta da energia que a planta me traz. Faz, meu humor que é vulnerável, parecer mais maleável. Porque eu mal-humorado sei que sou insuportável. Sei que sou carregado por energias sangue-sugas que fumam meus cigarros que queimam sozinho no cinzeiro e me fazem sair na madruga. Tacando fogo no puteiro, com cachaça ou piloto de fuga. Eu falo de várias mudanças, mais no final nada muda. Sou malandro, e minhas filosofias são contraditórias. Às vezes me entrego, te explicando alguma outra história. O vento que me carrega, é o vento que bate agora. Ventos fortes me abalaram, mas me reestruturei outrora, nova aurora, vento novo, nado contra a corrente. Ou só atravesso o rio, deságuo em qualquer fluente. Vou a favor da corrente, se a direção for a mesma. São energias diferentes, mas a direção é a mesma. Eu sou yin você é yang… tu é alma, eu sou sangue e nossa hora vai ser outra, não adianta bater cabeça. Minhas promessas não foram falsas, talvez precipitadas. Mas você olha nos meus olhos e vê que não é caozada. Todo carnaval tem seu fim em cinzas, você sabe mais nas cinzas como a ave. Onde o nosso amor renasce. Isso não é uma desculpa, nem menos explicação. Isso é uma carta de amor, quem escreveu foi o coração.
—  Vida longa, mundo pequeno. Oriente