cambaleando

Conheci um cara, que só ficava comigo por prazer, ele só me via quando tinha vontade de se satisfazer, finalmente notei que servia ele; como um copo descartável serve para colocar agua. Peguei meu bom senso, minha auto estima no chão, o meu amor próprio meio cambaleando de decepção e fui embora. Porque não vale a pena ser descartável. Me disseram que sou ótima em recomeços. Então, recomecei. Sem ele. Conheci um outro, que chegou com um sorrisinho, me conquistou com jeitinho, me fez apaixonar, dizia que queria me namorar. Me viu uma vez, duas, três, quatro, na quinta.. Não teve quinta. Ele falou que estava cedo demais. Peguei meu ódio por ele, minha dor no coração, meus cacos caídos pelo chão, e resolvi mais uma vez.. Recomeçar. Teve um outro, que até ia me levar a sério, mas ele se achava o meu dono. Eu não podia isso. Ele não gostava daquilo. “Nossa, esse vestido está horrível em você, te deixa imensa de gorda. Não use quando sair comigo.” Fui embora. Eu não precisava de mais alguém colocando minha auto estima debaixo dos pés e a esmagando. Não posso me esquecer daquele namorado, que virou ex, porque o bonito precisava de um tempo. Terminei. Não sou relógio. Eu tive uma amiga, que colocava defeito em tudo que eu fazia. Tirava minhas expectativas, dizia pra eu desistir. Se eu queria ser fotógrafa, bailarina, atriz, violeira, ela queria também. Se eu falasse que ia dançar no cabaré, ela falava que era o sonho dela também. Se eu me interessava por alguém, ela logo falava: “Ele já gostou de mim.” Logo vi, que não valia a pena. Notei que a amizade vinha apenas da minha parte. Percebi que não valia a pena ter alguém sugando meus sonhos. Fui embora da vida dela e decidi não compartilhar nada mais. E sabe? Se quer apenas te usar, te enganou falando que ia namorar, quer mandar em você, te pediu um tempo e não te faz bem? Vai embora, você não é obrigada meu bem.
—  Anelise Cristine.

Esses dias uma travesti me parou na rua da consolação. Ela poderia ter parado outras tantas pessoas que estavam em volta, mas me escolheu. Ela veio cambaleando em minha direção, era fome ou pressa de viver. Ela me escolheu e eu só tinha que me desligar e parar também.

Conversamos. Ela me pediu dinheiro. Eu não tinha nada além do bilhete da passagem. Perguntei qual era o seu nome. R., melhor assim. Ela queria dinheiro para comer, me explicou depois, estava com fome. Então dei um pacote de bolacha que guardava na bolsa e um suco que levaria para a faculdade. Não era o meu último lanche. Talvez seja o dela. A gente nunca sabe quando é.

Ela me pediu para cheirar o cabelo dela. Era terra com cheiro de álcool, o olho faltava saltar e arder. Não era odor, era ardor. “Sabe esse cheiro? É de abandono. Queriam me violentar, mas eu não deixei”, ela dizia com a voz tremula. Era frio ou pressa de viver.

Eu sei que quando nos despedimos, R. me gritou de longe: você ainda vai lembrar de mim. Eu respondi que sim. Você sabe o momento exato em que uma história vai te marcar para sempre. Mesmo que você não entenda o por quê.

R., a lembrança foi tanta que precisei eternizar em um texto.

É muito fácil se fechar dessa ideia de amor para proteger o coração da possibilidade de se quebrar, para se livrar da possibilidade de deixar alguém ver a sua versão mais verdadeira de si, também é muito fácil amar só as partes boas de uma pessoa, ignorar as más e tentar separar os dois, no entanto, o amor não te permite que faça isso, a vulnerabilidade é difícil e todos às vezes fazemos o nosso melhor para esconder essa parte de nós mesmos, porque temos medo de deixar alguém ver as partes não tão bonitas de quem somos, no entanto, eu preciso que você saiba que mesmo em seus piores dias eu te amarei. Por que eu faria isso? Bem, é porque é isso que você merece, e o amor é isso, nem sempre vai ser bonito, vai ser confuso e às vezes irritante, mas naqueles dias eu prometo te amar mais do que eu fiz no dia anterior, eu vou te amar por tudo que você odeia em si mesmo, mesmo que sejam coisas que você vê como imperfeições ou hábitos que você tem. Eu vou te amar nos dias que você não se sentirá tão esperto ou quando estragar algo no trabalho, vou lembrá-lo de como você é inteligente e te motivar. Eu vou te amar nos dias que tiver com cabelos brancos, embora você raramente tenha, eu te amarei quando suas inseguranças forem apontadas. Vou te amar pelo homem que você é, e vou te admirar por tudo que você fez ou tentará fazer, vou amar cada momento que passarmos juntos e as memórias que criarmos. Vou te amar mesmo quando seus instintos naturais te puserem em dúvida, e que você comece a se afastar de mim. Na verdade, eu vou puxá-lo para mais perto. Irei te amar com todos os argumentos e prometo não te deixar ir para a cama se ainda estivermos com raiva. Eu vou te amar mesmo quando você tentar se esconder. Vou te amar em todas as vezes que você não teve certeza se estava dentro de toda essa coisa chamada de relacionamento sério. Eu vou te amar mesmo quando nossas conversas não sejam mais as mesmas. Eu te amarei quando você estiver se sentindo fraco e quando quiser chorar. Vou te amar quando você estiver cambaleando, por ter tomado muitos tiros da vida. Eu vou te amar e como agora, constantemente repetir isso. Eu vou te amar porque quando eu te vejo, eu vejo alguém que está sempre tentando ser melhor, para fazer o melhor. Eu vou te amar porque você me leva a ser uma pessoa melhor a cada dia. Mesmo nos seus piores dias, você ainda é o melhor para mim. Eu te amarei com esta viagem que nós chamamos de vida. Eu te amarei mesmo em tempos confusos, em tempos nublados, em tempos ensolarados e nos tempos felizes. Eu vou te amar mesmo quando você não souber o que quer fazer na vida, quando você atingir um ponto cruz e não souber para qual direção virar. Eu vou te amar pelo seu passado e eu vou te amar aqui no presente, esperando permanecer o mesmo no futuro. Te amarei apesar de qualquer razão que pense que não é digno de ser amado. Eu te amarei para sempre, contanto que sejamos recíprocos. Tudo o que faz de você o rapaz único que você é, será motivo suficiente para te amar, você pode não ser perfeito para todo mundo, mas não sou todo mundo, e você é perfeito para mim.
Eu vou te amar, só isso.
—  Even on Your Worst Day, I’ll Love You More, Audi Anderson.
diário de fluxo mental noturno p.2

tem um poeta amigo meu que calhou de me contar uma história no dia que a gente sentou pra beber uma naquele bar novo lá no centro, aquele que todo mundo vai. ele me disse que queria que eu conhecesse um professor de filosofia que anda fazendo umas palestras na cidade, me disse que o cara tem um papo legal, que somos ambos meio esquerdalhas, e apesar do Lenin avisar sobre a doença infantil, nem sempre é fácil ser o maior comunistão, as vezes a gente só quer beber uma e calar a boca. ele foi lá chamar o cara pra sentar na mesa e voltou de cabeça baixa - encheu o copo e reclamou da vida. “cadê o cara?”, perguntei.

“o cara não quer trocar ideia com você”, tomou um gole.

puta que pariu. que que eu fiz nessa porra. todo mundo nessa cidade {itálico}ainda{/itálico} me odeia?

“não cara, não é isso, é que você tem uma fama sabe. fama de que curte uma treta.” eu tomei um gole e refleti. se pá era verdade, se pá não era, eu queria trocar ideia com aquele mano mas do jeito que as coisas tavam era capaz d'eu virar o próprio Lenin e começar com aqueles meus papos políticos esquisitos que morrem na cama quando eu deito. tenho medo de briga, no fim das contas, sou meio cagão -

eu não ia escrever sobre isso, não no meu diário, até porque já faz um tempo. tem uns meses, foi nas férias, eu era um cara diferente - o tempo passou muito rápido e um buraco negro abriu no meu peito. cê viu interestellar? perto do buraco negro a gente vive anos em horas, e todo mundo parece que caiu de velho do meu lado. resolvi entiozar* pra dar aquela acompanhada.

acontece que outro poeta amigo meu me mostrou um vídeo do Parolini numa autocrítica irreal da poesia. aquelas coisas que a gente que escreve sussurra nos saraus e depois dos goles de vinho. que a gente nunca assume. aquele tipo de argumento que a gente tenta esquecer depois do almoço - a ideia de que fazemos uma arte morta. quando chega o interesse amoroso de qualquer parte e a pose de poeta salta “veja só, sou um prolixo de merda cultivando uns caras mortos que ninguém mais lê”, mas na verdade a gente tá desesperado por atenção, ou quando entra na saraiva querendo um livro do Afonso Romano e só acha na sessão da L&PM. na única estante com poesia tem três livros: o toda poesia do Leminski, o poeta morto da vez e agora a coletânea da Ana Cristina Cesar. ah, e tem o “eu me chamo antônio”, puta que pariu como a gente decaiu.

meu professor de população afirmou categoricamente que os poetas inventaram nações no passado. é, tipo Dante com a Itália e a popularização do Toscano. tipo Goethe na Alemanha. porra. naquela época era um vale tudo contra o absolutismo, o estado moderno parecia uma boa ideia, deu tudo errado e tudo no fim é culpa nossa. uns treteiros da porra.

éramos nós que cantávamos baladas e criávamos musas. éramos nós os caras que sentavam no canto. até Platão escrevia poemas. a gente tinha fama de pensador quando pensador era o contrário de vagabundo. sinceramente não tem coisa lá muito mais subversiva hoje do que ser chamado de vagabundo, mas nem isso eu consigo ser. sou um nerd da porra, faço pesquisa pra fapesp e participo de grupinho de estudo. minha média é 8.1, podia ser melhor, mas sinceramente, eu não consegui. isso porque teoricamente vivemos numa época de vazio existencial, devíamos ter uma função social, sei lá ou algo do tipo. eu meio que só tenho amigos poetas. nós não estamos muito bem na fita.

daí eu fiz um curso de poesia e xamanismo. devia chamar ‘poesia e bibliografia’, porque conheci livro pra caralho. anotei as coisas no meu grimório - gostei da parada de reciprocidade, mas me perdi na vibe de que para ser xamã tem que colar só na natureza. o poeta é um ser natural cagado pelo Espírito da Razão e levado pela Grande enxurrada da descarga, a gente aponta as merdas porque no fundo no fundo a gente fede. saca? eu queria ser um xamã de poetas. me conectar com esses seres com reciprocidade alcoólica. eu queria ser o Constantine. mas não, eu criei um movimento junto com outros poetas. um movimento que na sua proposta deve ..nascer morto.

eu sei, eu sei, tô indo longe demais, misturando as coisas. mas fiquei realmente bolado com aquela coisa do professor de filosofia. e ainda por cima terminei um namoro de três anos - o buraco negro aumentou. tô sugando tudo. o antidadaísmo faz parte disso, a coisa tá perdendo o controle, não sei como alguém botou fé. não sei mesmo. ou sei.

é porque eu prometi novidade. poetas amam novidade, apesar do saudosismo, é só aparecer uma coisinha nova e a gente se assanha. só que a poesia de hoje tá cambaleando e respirando por aparelhos, não porque não existem pessoas ótimas escrevendo, mas porquê a gente não consegue vender livro. tá faltando empreendedorismo nessa porra, não? não.

mas qual foi a história contada pelo primeiro amigo poeta? era sobre um mano que não gostava de falar português e vivia arranhando num portunhol safado que era o máximo que ele conseguia arrumar. isso, tipo chamando as gurias de chicas e puxando o L, tentando ser Antônio Banderas e conseguindo no máximo um capanga B do Wagner Moura naquela série sobre o Escobar. meu mano conheceu esse cara na padaria que ele mais curte - porque lá o wifi é aberto pros clientes.

eu tô tipo esse cara. tentando falar outra língua. na real tentando inventar uma, saca? coisa de vanguardíssima. como se eu valesse alguma merda. o futuro é brilhante demais pra que um trouxa controle tudo, então eu soltei a fita pro mundo e a razão máxima do antidadaísmo se resumiu naquele puta argumento sobre o hang loose. as pessoas riem de nervoso quando eu explico. o papo é sério mas não se leva a sério de propósito -

tem que estimular esse buraco negro antes que a gente se engula, sei lá, e vire tiozão de vez.

ouve aê My Jelly Roll da Sweet Emma Barret. vem comigo na vibe, vou sair pela noite agora. é, na minha cama mesmo. eu ronco.

* en tio za mento: processo de se tornar tiozão

Deus,
Eu cansei. Estou desmoronada e infeliz. Eu estou esgotada. Não suporto mais. Se puder, por favor, pegar esses problemas e dores que estão pesando meus ombros, cambaleando minhas pernas e deixando minha fé em naufrágio, já seria um alívio. Se puder me ajudar nesta fase, eu nem saberia como agradecer. É que, está doendo demais. Está difícil de suportar e eu cansei. Deixo pro Senhor cuidar. Entrego tudo nas Tuas mãos.
—  Para o criador da minha existência. Anelise Cristine.

Se quiser, eu vou te amar

Me erra ou vê se me acerta, mas não fique nesse meio termo, nesse chove e não molha. É torturante não saber o que acontece e principalmente quando não se sabe ao certo o que fazer. Nossas histórias se cruzaram e por uma covardia o que era conto de fadas veio por água a baixo e o castelo construído por areia desmoronou.

Essa é uma faca de dois gumes e você escolheu se ferir, pior: escolheu ferir aqueles que mais ama ou amava… Vai saber! Já nem sei em qual tempo devo tentar conjugar esse ou os demais verbos.

Você sempre amou de mais e fez de menos, sempre falou coisas lindas e tomou poucas atitudes. As pessoas cansam das poesias, elas querem ver os versos criarem vida.

Você sabe que isso era quase um Romeu e Julieta, uma relação entre burguesia e proletariado, o alto escalão e aquele que rasteja por um pingo de atenção. Sabe que os olhares de admiração são por interesse enquanto você os ganha por piedade e tantos outros o julgam. Os mundos podem não se encaixar aos olhares alheios, mas os nossos lábios? Ahh esses sim sabem muito bem entrar em harmonia; nossas línguas retiravam todas as barreiras e nossa cor? Essa se misturava e fazia tudo entrar em ebulição.

Uma prova de amor e outra de desdenho, duas faces opostas em uma mesma moeda nas quais desentenderam no meio do caminho por medo da ousadia, fraqueza e principalmente insegurança de deixar os olhares de admiração virarem o tão temido olhar de julgamento.

Lamento, mas a fraqueza me possuiu e a deixei pulsar em cada milímetro da minha derme, o meu corpo implora por estabilidade.

O coração ainda pulsa, porém é com total insegurança e humilhação pessoal por ter deixado de escrever mais páginas dessa história que é tão linda mas na qual continuo caminhando- dessa vez sozinha.

Na verdade, cambaleando meio sem rumo, embriagada com as coisas mundanas, sem ar, procurando na superfície uma luz que retire todo o medo e a transforme na mais encorajada forma de amor e traga consigo toda lucidez a tona.



-EuGirassol

eles dizem que quando ficamos sem oxigênio o nosso corpo morre, mas você me tirou o ar e eu continuo aqui viva, ou pelo menos sobrevivendo. cambaleando com dificuldade entre as horas tentando fazer meu cérebro assimilar que não iremos acontecer, nós tentamos e nos destruímos de novo. agora eu sou só uma ruína do que eu costumava ser, me sinto em pedaços e perambulo tentando encontrar os meus cacos que você espalhou quando pisou no meu coração. li uma vez uma pergunta que indagava se estávamos prontos para dar mais amor do que receberíamos mas eu descobri que não, meu espírito livre e sonhador precisa de alguém que afague meus medos e inseguranças, precisa de alguém que queira estar comigo. você não é suficiente. e me dói, me dói porque eu queria que você fosse, eu queria que nós fossemos, qualquer coisa, alguma coisa. mas tudo que nós somos é pó de planos mal executados, hoje você disse que a culpa não é de ninguém, mas eu não acho que seja verdade, seus olhos esverdeados me enganaram e me fizeram acreditar que talvez você me amasse, me fizeram acreditar que nosso futuro seria construído a passos pequenos, mas tudo que seus olhos fizeram foram me enganar, você mentiu para os meus sentidos e tatuou seu toque na minha pele. agora o que eu faço pra te arrancar de mim? parece uma utopia viver em um mundo em que a sua presença não me machuque e me corte. você me cortou em pedaços, A. e cada um deles sangra e chora um pedido de ajuda.

Saia de casa e não volte tão cedo. Não volte até que as luzes da cidade estejam todas apagadas e você só consiga se guiar pelo brilho da lua acompanhado de suas cúmplices estrelas. Antes disso, não perca a chance de ter frequentado um barzinho de esquina. Sim, aquele mesmo que as pessoas costumam julgar os frequentadores. Onde dizem que o churrasquinho é de quinta e que ninguém que se senta à mesa vale alguma coisa. Não ligue pra isso e pelo menos uma vez em toda a sua vida, esteja lá só pra sentir o sabor de quem realmente bate no peito pra dizer que não vale nada. Depois de pedir as contas e antes de decidir pegar o rumo de casa, não se esqueça de sorrir e de andar cambaleando pelo porre que tomará, seja por qual motivo for. Se preciso, conte aos desconhecidos como foi seu dia, se você sofreu ou foi feliz.. Termine dizendo que essa é uma experiência única de quem já se aprisionou demais dentro de si. E é exatamente assim que a gente se sente quando cansa do que as pessoas falam lá fora. Sabe, não importa o que você faça, ninguém jamais estará satisfeito. Não importa o que você é desde que tenha algo pra acrescentar. Então, que pelo menos, possamos acrescentar histórias às nossas vidas. Sim! Porque só as histórias nos permitem viver diferentes personagens sem nos deixar perder a nossa essência. Às vezes a gente precisa se dar ao luxo de perder as estribeiras e o juízo, só pra se recompor no dia seguinte com um sorriso no rosto por saber que apesar do mundo ser difícil e apesar dos pesares, você vive! Está vivo! Sofre, chora, fere, ri, perde o fôlego… Perde tudo! A gente só não pode perder a vontade de viver e nem de passar por tudo isso. Seja lá como for, a vida só tem graça quando a gente se esquece um pouco do que vem adiante com sabedoria de causa e apesar de estarmos sempre vulneráveis aos erros, a gente amadurece!
—  Deixa viver
Valeska de Paula
Olha que menina sábia, conversou com Deus, decidiu que a vida vai ser mais bonita com Ele ao teu lado. E floresceu, por dentro e por fora. E chega de sofrer, chegou a hora. Se reergueu e sorriu. A menina que estava cambaleando pelos cantos de decepção, decepcionada com a frieza da humanidade, decidiu que seguir em frente é o melhor. Decidiu se refazer ao lado do criador, ao lado do Senhor. Escolheu que o melhor pro coração dela, é se aquietar e esperar o que Deus reservou a ela. Decidiu sorrir por espontaneidade e não forçado, porque tem Deus no coração dela, tem Deus no sorriso, e na aparência. Ela mudou. Sofrer porquê? Existe um Deus que cuida do teu ser. E foi o que ela pensou. Não mendigar amor, porque existe um Deus que a ama com todo o seu amor. Menina, sorria. Deus te deu uma nova vida.
—  Anelise Cristine, de volta aos braços do Pai.
Imagine - Harry Styles

espero que gostem dessa continuação… beijinhos

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“ Como você teve coragem de me deixar sozinho no mercado? xX Harry “

Sorri com a mensagem, mas não responderia agora. Deixaria ele esperando.

Não vai me responder? “

Chegou minutos depois da primeira.

Cheguei a desbloquear o celular quando ele tocou revelando um número desconhecido.

- Alô? – Disse com a voz claramente receosa.

- Ia me ignorar por quanto tempo? – A voz rouca e irritada me fez sorrir.

- Eu já ia responder, você que não me deu tempo. – Ri.

- Não gosto de demora. Puxei assunto por que queria saber se quer sair comigo.

- Você é bem direto, hien!? – Mordi o lábio esperando sua resposta.

- Não tenho motivos para enrolar. – Revirei os olhos.

- Para onde iriamos?

- Um restaurante no centro da cidade, assim podemos conversar. – Ele pauso a fala por segundos. – E você pode me pedir desculpas pelo acidente… ­

- Só por você ter soado um idiota agora, eu não vou mais sair com você. Agora tenho que desligar.

- Ah, não faz assim… – Ele deu uma risadinha. – Tudo bem, eu peço desculpas.

- Tenho mesmo que desligar. – Suspirei. – Tchau, Harry.

- Tchau, Barbeira. – Ele riu. – Não vai mesmo me dizer seu nome?

- (S/N). Meu nome é (S/N). – Resmunguei e me despedi novamente, encerrando a ligação em seguida.

Larguei o celular no sofá e fui tomar banho para me vestir com o pijama. Jantei um dos espaguetes congelados que eu havia comprado e passai o restante da noite assistindo televisão.

Era quase meia noite quando meu celular apitou de novo.

Vamos jantar amanhã? Posso te buscar as 20h? É só me passar seu endereço… Boa noite, (S/N)! Xx Harry “

Não contive o sorrisinho que apareceu no meu rosto. Enviei uma mensagem para ele com o endereço e perguntando se o lugar que iriamos necessitava vestimenta específica.

É uma lanchonete” ele respondeu, “jeans e moletom serve. Tudo bem que eu estava esperando algo mais sofisticado, mas ok. Iriamos a lanchonete.

No dia seguinte, o trabalho foi corrido como qualquer outro dia.

Quando cheguei em casa, tomei um banho, escolhi meu melhor jeans, uma blusinha cinza básica e coloquei minha jaqueta de couro preta; nos pés, tênis; cabelos soltos e no rosto pouquíssima maquiagem.

As oito horas em ponto, uma mensagem dele chegou avisando que ele me esperava lá embaixo, na porta do prédio.

- Oi! – O cumprimentei com um beijo no rosto assim que o encontrei.

- Oi! – Ele me prendeu em um abraço rápido. – Podemos ir?

- Claro!

Em silêncio caminhamos até a Rover estacionada. A lanchonete não era muito longe, e acredito que poderíamos ter ido a pé mesmo. Escolhemos uma mesa e em seguida uma garçonete veio nos atender.

- Eu vou querer o combo 5 e com cheddar na batata. – Harry arqueou a sobrancelha ao ver o que vinha no combo 5.

- Eu também vou de combo 5, mas sem o cheddar.

A garçonete saiu depois de dar uma boa olhada em Harry que a ignorou. Quando os pratos vieram, passamos a comer em silêncio, até que ele abriu a boca.

- Gastou muito no concerto do seu carro? – Ele perguntou.

- Não. Levei o levei em um amigo da família. – Dei de ombros. E não, eu não ia perguntar quanto ele havia gastado.

Terminamos o lanche e conversamos sobre coisas idiotas e depois fomos embora, cada um pagou o seu.

Quando Harry estacionou na frente do meu prédio, eu terei o sinto e me virei para encara-lo.

- Obrigada pelo jantar, foi ótimo! – Me inclinei para beijar seu rosto, mas o meu foi segurado pelas suas mãos e ele iniciou um beijo e tanto.

- Sou eu quem agradece. – Harry disse assim que me soltou.

- Uhum. – Eu resmunguei e avancei sobre seus lábios novamente. – Você quer subir? – Eu disse ofegante.

- Posso? – Eu sentia a ironia em sua voz, assim como o duplo sentido.

- Anda logo. – Abri a porta do carro com força, em poucos instantes Harry estava ao meu lado e praticamente me arrastou até o pequeno elevador do prédio.

Ainda no elevador, Harry atacou meus lábios com força. Eu respirava pesado e em um ritmo constante.

Abrir a porta do apartamento foi uma tortura com Harry mordendo meu pescoço e se esfregando no meu corpo. Eu já estava encharcada só com isso, o que me esperaria para mais tarde?

- Para! Vai para longe. – Empurrei Harry que me olhava assustado e com os lábios mais rosados que o normal. – Eu não vou conseguir abrir a porta com você assim.

Vi o sorrisinho brotar em seu rosto e em poucos passos, eu já sentia sua respiração na minha nuca de novo.

Entramos no meu apartamento cambaleando, meio perdidos, mas com os lábios colados. As mãos de Harry passeavam pelo meu corpo enquanto eu nos empurrava para meu quarto. Minha jaqueta ficou pelo corredor assim como meus tênis e algumas peças de roupa de Harry.

Caímos juntos na cama sem separar nossos lábios.

Tudo aconteceu meio rápido. As mãos de Harry me entorpeciam de maneira avassaladora, assim como seus beijos. Meu corpo correspondia ao dele como o dobro de intensidade e ele parecia gostar tanto quanto eu.

- Geme para mim, hm?! – Harry sussurrou para mim em meio aos seus movimentos bruscos.

- Harry, eu preciso de mais. – Meus lábios sussurram segundos antes do meu melhor orgasmo.

Confesso que fiquei fora do ar por alguns minutos e despertei apenas ao sentir Harry deitar sobre meu peito respirando pesado.

- Uau. – Ele murmurou e eu passei a acariciar seus cabelos macios. - (S/N), o que foi isso? – Ele riu.

- Não sei. – Eu soprei e acariciando seus cabelos, dormi.

O cheirinho de café passado a pouco tempo foi o que me despertou. Caminhei até a cozinha vestindo um moletom enorme, mas me deparei com ela vazia; nenhum bilhete, ou mensagem no celular.

- Bem legal, hein?! – Murmurei me servindo de café e sentando na mesa.

Eu já estava quase terminando o liquido da xícara quando a porta do meu apartamento foi aberta por Harry segurando uma sacola da padaria que havia do lado do meu prédio.

- Bom dia. – Ele caminhou até mim e deixou um beijinho em meus lábios. – Fui até ali embaixo comprar pão, mas uma senhora do seu prédio me abordou e começou a dizer como eu era um moço interessante e que você tinha bom gosto.

- Dona Emília! – Ri. – Ela mora aqui do lado. Deve ter visto a gente chegando.

- Me desculpe por ter sido um babaca no dia do acidente… eu nem perguntei como você estava depois daquele susto… – Ele fez uma carinha fofa enquanto sentava-se do meu lado.

- Tudo bem. – Beijei seu biquinho.

- Nem acreditei quando te vi no mercado aquele dia. – Ele riu e me beijou de novo. E de novo. E de novo e quando fui ver, já estava em seu colo na minha cama.

Pedido: Faz um com o Zayn em que a (S/n) fica bêbada e o provoca e rola um hot – Anônimo

*Aqui nesse link http://hot-1d-imagine.tumblr.com/pedidos vocês podem ver quais e a ordem que em os imagines vão ser postados, se o seu não estiver na lista é porque infelizmente não chegou, vou estar sempre atualizando a lista*

***

Imagine HOT Zayn

Eu tinha acabado de brigar com o Zayn, o meu namorado, o motivo foi que uma das milhares de primas dele estava se oferecendo descaradamente para ele na minha frente e o Zayn não fez nada para impedir, e depois da nossa briga ele vem dizer na minha cara que isso era coisa da minha cabeça. Por isso estou aqui, na minha casa totalmente puta da cara.

Escuto o meu celular tocar e vejo que é a minha melhor amiga Kate.

- Oi, amiga, marquei de sair hoje com um amigo quer vir junto? – Ela pergunta.

- Para onde? – Pergunto.

- Para uma balada maravilhosa que inaugurou ontem – Kate diz e eu respiro fundo.

- Eu nem estou na animação, você nem sabe que o Zayn fez… – Conto tudo para ela e Kate fica indignada.

- Mais um motivo para você vir comigo, vamos lá, mostra pra ele que você não depende de homem nenhum – Kate diz e eu dou um sorriso maligno.

- Tem razão, eu vou, ligo quando estiver pronta – Falo e desligo.

***

Depois de me arrumar, Kate chega e juntas saímos do prédio

— Agora vamos ficar bêbedas - Kate diz destravando o carro e eu dou um sorriso.

Chegando lá, nos duas entramos na área VIP, já que o namoradinho da Kate é amigo do dono e descobri que ele é um dos amigos de Zayn, fiquei meio desconfiada, mas tudo bem, eu e ela subimos umas escadas de neon e ficamos em um espaço que não tem muitas pessoas e lá de cima dá para ver todo mundo dançando, bebendo e se pegando. Tem dois brutamontes na porta de saída e de entrada local, pelo menos o lugar parece seguro.

Começamos a beber alguns drinks.

— (S/n), VAMOS DANÇAR? – Kate grita por causa da música.

— CLARO – Respondo gritando também.

Descemos as escadas e vamos para a pista de dança, começa a tocar uma música com uma batida sensual e eu começo a rebola de acordo com a batida levando alguns homens a me olhar assim como alguns olham pra Kate também. Ficamos um tempo dançando e bebendo muito, eu já estava ficando muito bêbada, até que eu sinto uma mão segurar meu quadril. Me viro e vejo um homem de cabelos extremamente loiros e olhos verdes incrivelmente lindos. Dou um sorriso para ele e retiro delicadamente a mão dele da minha cintura.

- Desculpa, tenho namorado – Digo e o homem sorri.

- É uma pena, ia adorar passar o resto da noite com você – Ele diz.

- Se eu fosse solteira, quem sabe – Digo sorrindo e dando um gole no meu drink.

- Bom, meu nome é Jackson – Ele diz se aproximando para um cumprimento, mas antes que eu possa sequer falar meu nome me vejo sendo puxada para longe da pista por um homem completamente fora de si. Fico assustada de inicio até perceber que é Zayn Malik me puxando.

— Zayn? – Pergunto meio grogue.

Ele não responde apenas me guia para fora do local. Nós saímos pelas portas dos fundos e finalmente Zayn me solta.

— O que faz aqui? – Pergunto respirando fundo para ver se para a minha tontura.

— Como assim o que eu faço aqui? Meu amigo me ligou dizendo que você estava tomando todas e estava sendo comida pelos olhares de outros homens, (S/n) você sabe que eu não me importo em deixar você se divertir mas saber que tem outros homens te cobiçando e pensando coisas imorais com você, isso me deixa louco – Zayn diz controlando o tom de voz.

- Agora pelo menos você sabe como eu me senti quando aquela nojenta da sua prima ficava dando em cima de você na minha frente, ela, com certeza, também pensava em coisas imorais com você – Digo com raiva.

- Me desculpe, eu não queria que você ficasse com raiva – Zayn diz e eu apenas cruzo os braços.

- Se me dá licença, irei voltar para a festa – Digo e saio cambaleando.

- Não, você não vai, olha seu estado, está totalmente bêbada, nós vamos para casa – Ele diz e me puxa delicadamente.

Zayn me guia em direção ao R8 que está parado naquele lugar e abre a porta para mim.

— Entre – Zayn diz e eu, derrotada, entro.

Ele dá a volta no carro e entra no lugar do motorista.

Pego o meu celular e mando uma mensagem para Kate avisando que já fui embora.

Zayn dirige calado até o apartamento dele.

Ele para o carro na garagem e logo desce e abre a porta para mim.

— Venha – Zayn ergue a mão e para me ajudar a sair do carro.

Chegando no apartamento dele, Zayn me reboca até o quarto dele.

- Você tem que tomar um banho gelado para tirar o efeito da bebida, vamos – Zayn diz.

- Não quero tomar um banho frio agora, estou cansada – Falo fazendo birra e correndo em direção a cama dele. Mas antes que eu consiga dar alguns passos, Zayn me puxa pela cintura colando meu corpo em suas costas, sinto seu peitoral. Começo a respirar com mais dificuldade. Até que ele me puxa e me coloca dentro do box e liga o chuveiro na água gelada. Assim que a água gelada toca em minha pele, parece que estão enfiando agulhas em mim, dou um grito.

- Fique calada – Zayn manda.

- Já basta me fazer tomar esse banho ainda quer que eu fiquei calada? Ah me poupe, né Zayn, eu ainda estou puta com você, agora ainda mais – Digo e cruzo os braços e viro de costas pra ele.

- Ainda está com raiva de mim? Pois eu sei muito bem como para-la – Zayn diz e entra dentro do box junto comigo, ele retira toda a minha roupa, que infelizmente molhou toda, e retira minhas peças intimas, eu encaro ele e o vejo se ajoelhar na minha frente.

- Zayn… – Falo e ele dá um sorriso malicioso.

- Irei parar a sua ira – Ele diz e no segundo seguinte sinto a língua dele tocar o meu clitóris, solto um gemido alto e minha mão vai parar nos cabelo macios dele.

Ele começa a me chupar com força e a dar leves mordidas no local. Eu solto gemidos altos e tento me segurar na parede e no box, Zayn levanta uma das minhas pernas e coloca em cima do ombro dele para facilitar o aceso a minha intimidade. Ele suga e lambe meu clitóris e em seguida enfia dois dedos em mim, solto um grito quando ele começa os movimentos de vai e vem dentro de mim.

- Zayn… eu – Tento dizer mas acabo gozando gloriosamente na boca dele.

Ele se levanta e eu noto que sua boca está um pouco brilhante por conta de seu gozo e isso me deixa mais excitada.

- Eu preciso ter você agora – Zayn diz e desliga o chuveiro e me pega no colo, ele sai do banheiro e me joga na cama dele. Zayn retira toda sua roupa molhada e fica apenas de boxer.

Me sento na cama e passo a mão pelo membro duro dele. Zayn solta um gemido.

Abaixo a sua boxer e ele sorri com isso, ele retira totalmente a boxer e a joga em algum canto e eu encaro o membro grande e totalmente duro dele.

— Agora eu vou lhe mostrar quem eu realmente desejo – Ele diz e me faz abrir as pernas e se encaixa lá, ele passa lentamente a cabeça de seu membro pela minha abertura totalmente molhada e eu gemo baixinho. Zayn está cara a cara comigo e observa todas as minhas expressões.

- Eu desejo e amo você, sempre irei te amar, nenhuma mulher no mundo irá me fazer mudar, eu só quero você – Zayn diz e me penetra devagar, e eu sinto ele me preenchendo por completo, solto um gemido baixo e mordo o lábio.

Zayn sorri lascivamente e começa a se mexer dentro de mim, dando estocadas fortes e duras, ele beija o meu pescoço e eu passo as mãos pelos braços dele. Gemo alto a cada estocada que Zayn dá e ele geme toda vez que eu me aperto em volta dele.

— Ah, você é tão apertada, (S/n), oh Deus – Ele diz com os dentes cerrados e logo depois gemendo junto comigo.

— Oh Zayn… – Solto um gemido alto quando ele entra dentro de mim com mais força.

Zayn não para de dar estocadas. Sinto aquela sensação ótima começar a vir e mordo os lábios.

— Venha, Baby, goze junto comigo, goze – Zayn diz e eu não consigo me controlar e gozo ao redor de Zayn.

Zayn também goza junto com comigo se derramando dentro de mim, sinto os jatos quentes de Zayn me preencher e isso me deixa mais saciada. Ele cai por cima de mim e eu passa as mãos carinhosamente por suas costas.

— Ainda com raiva? – Zayn pergunta e se deita ao meu lado.

Dou um sorriso.

- Não, não mais, eu te amo – Falo o beijando com carinho e Zayn me recebe e me abraça.

- Depois desse nosso sexo maravilhoso, eu acho que gostaria de deixar você mais vezes com raiva – Zayn diz e eu dou um tapa no ombro dele.

Espero que tenham gostado, se sim, deixem uma ask me contando

*Os favoritos são importantes, então se gostou deixa seu fav lindo aí ;D

Imagine com Liam Payne

“Anônimo disse: A s/n é viciada em sexo, o Liam já n aguenta mais isso pq tá ficando dms. Eles brigam e terminam ai ele descobre que ela tá morta de bêbada em uma festa dando em cima de todos, ai ele vai lá da o maior barraco e tira ela d la. Leva ela p casa e cuida dela, nisso a s/N fica de consciência pesada e pede desculpas dele

•••

– Vamos lá Liam. – Minha namorada se esfregava em meu membro, em uma tentativa de me excitar. – Vamos foder.

– Não faz nem uma hora que fizemos amor. – Falei tentando tirar ela do meu colo. – Eu estou cansado.

– Nós fizemos amor e eu quero foder. – Beijou meu pescoço. – Eu estou tão molhadinha por você, sente só. – Pegou minha mão e levou até sua intimidade descoberta.

– PORRA S/N SERÁ QUE VOCÊ PODE PARAR DE AGIR COMO UMA LOUCA VICIADA EM SEXO POR APENAS UM MINUTO? – Gritei e vi ela se assustar. – CARALHO EU NÃO QUERO UMA NAMORADA QUE SÓ ME PROCURA PARA FAZER SEXO, NOSSO NAMORO SÓ ESTÁ SENDO SEXO, NENHUM OUTRO SENTIMENTO ENVOLVIDO E ISSO TA ME ENCHENDO O SACO.

– SE ESTÁ TÃO INCOMODADO COM ISSO, ENTÃO POR QUE NÃO TERMINA? – Falou no mesmo tom, se levantando rapidamente do meu colo.

– ÓTIMA IDEIA, TALVEZ SE EU ARRUMASSE OUTRA EU SERIA MAIS FELIZ, UMA QUE REALMENTE ME AMASSE E ME TRATASSE COMO UM NAMORADO, NÃO UMA MÁQUINA DE FAZER SEXO. – Não terminei de falar e senti um tapa estalado em meu rosto.

– ENTÃO SOME DAQUI SEU IDIOTA. – Gritou batendo o pé no chão.

– Você está na minha casa, querida. – Sorri debochado e ela me olhou com lágrimas nos olhos, por um momento eu fiquei arrependido.

S/n se trocou rapidamente e quando ia saindo do quarto eu a chamei.

– S/n… Me desculpe. – Ela me olhou e eu me arrependi totalmente quando vi seus olhos cobertos de lágrimas.

– Vai se foder. – E então minha garota saiu pelo meu quarto, me deixando sozinho.

•••

Arrependido.

Se tinha alguma coisa que eu estava era arrependido, eu perdi a mulher da minha vida por pura idiotice e falta de conversa civilizada. Eu perdi o controle da situação e acabei descontando nela, eu realmente sou um lixo.

Eu estava deitado na minha cama, vendo os vídeos das nossas férias no Caribe e então meu telefone começou a tocar, decidi ignorar pois não queria falar com ninguém agora.

Logo quando parou começou a tocar de novo, suspirei pegando o telefone, podia ser a S/n.

– Alô

.

– Liam, cara. – A voz de Andy saiu afobada. – Não sei se você terminou com a S/n ou algo assim, mas ela está aqui na festa do Jean dando em cima de geral e bêbada para um caralho.

– O que? – Levantei da cama rapidamente, colocando qualquer blusa. – Eu já estou indo aí.

Coloquei meu chinelo e desci rapidamente para a garagem, arrancando meu carro dali e indo em direção a casa do Jean.

Como era poucas quadras da minha, cheguei em menos de 15 minutos. Estacionei o carro de qualquer jeito e logo já pude ver a casa cheia de pessoas e a música alta, droga S/n.

Entrei na casa nervoso e logo Andy já veio falar comigo.

– Ela estava se atracando com um carinha ali. – Apontou para um ponto escuro e eu pude ver duas pessoas juntas.

– E você deixou seu filho da puta?

– Ela me disse que você terminou com ela, mano, o que eu posso fazer? – Deu ombros e a culpa me consumiu de novo, eu terminei com ela.

– S/n? – Gritei para a mulher que estava beijando outro na minha frente. – Que porra é essa? – Arranquei o moleque de seu pescoço e ela me olhou assustada.

– Daddy. – Sua voz estava completamente alterada e seu olhos vermelhos, maconha. – Você voltou. – Ela pulou em meu colo. – Mas você me abandonou primeiro. – Em um choque ela saiu do meu colo com voz de choro.

– Empata foda do caralho. – O homem atrás de mim resmungou.

– O que disse. – Olhei para ele nervoso, fechando a mão em punho. – Vaza daqui arrombado do caralho.

– Já sabe se quiser é só me ligar. – Sorriu malicioso para S/n que retribuiu.

O homem foi em direção a S/n, para lhe dar mais um beijo, mas eu dei um soco em seu rosto, fazendo o mesmo cair no chão.

– Vamos embora. – Puxei a S/n que me olhava de boca aberta.

– Olha o que você fez. – Gritou. – Você machucou ele, porra Liam.

– Cala a boca, S/n. Vamos embora.

– Por que você faz isso comigo, Liam? – S/n sentou no banco chorando e eu a olhei assustado. – Primeiro você termina comigo de um jeito horrível e depois você vem e faz todo esse show porque eu beijei um garoto.

– S/n…

– O que você quer de mim? – Me olhou com os olhos cheios de lágrimas e me senti culpado, de novo. – O QUE VOCÊ QUER DE MIM. – Gritou me assustando. – Me diz, eu preciso saber. – Tampou o rosto com as mãos. – Está doendo muito, Liam. Eu não quero fazer mais isso me deixa ir.

– Eu não posso. – Segurei seu rosto, fazendo-a olhar para mim. – Eu amo você mais que tudo na minha vida, S/n. – Comecei limpando as lágrimas que caíam. – Você é e sempre vai ser a mulher da minha vida, mas eu preciso de amor, entende? Eu preciso que você me ame por completo, nosso relacionamento é só sexo, sexo e mais sexo e eu não quero isso, eu quero amor, paixão, amizade, fidelidade.

– Eu sou tão ruim no sexo assim? – Riu sem graça.

– O sexo com você é incrível, o melhor de toda minha vida. – Digo e ela gargalhou. – Não estou brincando, você é fantástica. Mas o nosso relacionamento está se baseando só nisso e merecemos mais que isso, você não acha? – Olhei para ela que apenas virou o rosto, tirando minhas mãos dela.

– Vou te levar para casa e te dar um banho. – Dei um beijo em sua testa. – Você é a melhor parte de mim, eu te amo mais que tudo.

S/n não respondeu, suspirei e segui com o carro.

Chegamos na garagem de casa e ela já saiu do carro cambaleando, peguei ela no colo entrando na e levei direto para o banheiro.

– Não preciso que ninguém cuide de mim. – Disse rabugenta, mas decidi ignorar.

Tirei sua roupa com um pouco de dificuldade por conta que ela não parava de se mexer e me xingar. Assim que terminei de dar banho nela, coloquei uma roupa velha e coloquei ela deitada na minha cama.

– Eu já volto. – Olhei para S/n que mantinha uma expressão triste no rosto.

Desci para a pequena cozinha, pegando um a caixa de remédios e um copo d’água. Subi para o quarto de novo e encontrei a S/n de bruços na cama.

– Trouxe um remédio para você. – Digo e ouço um soluço vindo dela. – Ei meu amor. – Coloquei o que segurava na mesinha e puxei ela.

– Liam. – Em um gesto rápido ela me abraçou forte, colocando seu rosto na curva so meu pescoço. – Me perdoa, me perdoa, me perdoa. Por favor.

– Ei calma.

– Eu estava tão obcecada em ter você para mim. Acabei perdendo o controle da situação. – Seu choro se agravou ainda mais. – Não desiste de mim, eu faço qualquer coisa por você. – Me olhou. – Eu te amo, por favor me perdoa.

– Calma, amor. Eu perdoou você. – Acariciei seus cabelos e ela se grudou mais em mim. – Vamos tentar fazer algo?

– Eu faço tudo por você.

– Sexo no máximo quatro vezes na semana, só durante alguns meses. Vamos nos curtir mais, sair para jantar, passar noites assistindo filmes juntos, ir em parques de diversões, fazer qualquer coisa que um casal normal faz. – Ela limpou suas lágrimas e continuou me olhando.

– Eu faço tudo por você, meu amor. – S/n sorriu me fazendo beija-la. – Obrigada por não desistir de mim.

– Eu jamais desistiria de você. – Abracei-a novamente. – Eu te amo.

– Eu te amo mais.

ONE SHOT HARRY: PT 1.

  Demorou, mas saiu! Amém! Ainda não sei ao certo quantas partes terá esse One Shot, mas acredito que cinco também, como o de Zayn.

 Bom, já preciso adiantar que haverá muita reviravolta nesse enredo e que a resposta que vocês me deram no questionário, decidimos o final hehe. Espero que gostem e que participem, eu preciso saber se está agradando a todos.

 A pergunta numero dois era “Sim ou não?”, isso definiu se ele seria famoso ou não. A resposta da maioria foi sim, então ele será famoso. As outras duas perguntas eu revelo no decorrer.

 Beijos e boa leitura.


HARRY

 Trajei uma velha camisa desbotada e uma calça surrada, não estava muito preocupado com minhas vestimentas, só estava empolgado em encontrar meus amigos depois de um longo tempo de turnê. Com a pausa da banda, pude finalmente voltar para casa e reencontrar minha família meus amigos, que não vejo há tempos.

— Seus amigos chegaram, querido. — Minha mãe me abraçou por trás, sorri ao sentir sua cabeça encostar nas minhas costas.

— Te amo, dona Anne. — Acariciei seus braços que envolviam minha cintura.

— Também te amo meu filho, comporte-se, não beba tanto e divirta-se. — Me virei para ela.

— Mãe, você não precisa ir para o hotel… — Segurei em suas mãos.

— Sem problemas meu amor, eu sei o que acontece nessas festa, quero deixar vocês a vontade, além do mais estou ansiosa para aproveitar aquela jacuzzi maravilhosa. — Rimos juntos.

 Virei o ultimo gole de cerveja da garrafa enquanto observava todos rindo e dançando, que saudade disso! Minhas pernas se mexiam no ritmo da música que tocava alto. Josh se aproximou com uma outra garrafa e me ofereceu.

— Está de volta cara! Bom te ver. — Tapeou meu ombro.

— O bom filho a casa torna, dude. — Rimos do ditado.

 Depois da décima garrafa, eu já não conseguia controlar meu corpo, ria de qualquer coisa e tropeçava em qualquer coisa, que me arrancava mais risada ainda.

— Harold, deixe eu te apresentar uma amiga. — Gemma surgiu com uma bela garota, que vestia um vestido extremamente provocante ao meu ver. — Essa aqui é a (Seu nome), (S/n) esse é Harry, meu irmão.

 Apoiei minha mão na cintura da amiga de minha irmã e beijei sua bochecha, como cheira bem! Doce!

— Prazer em conhecê-la. — Sorri tímido. — Aceita? — Retirei uma cerveja do cooler e entreguei em sua mão.

— Obrigada.

— Conhece Gemma há muito tempo? Nunca te vi por aqui.

— Não, eu me mudei para cá há menos de um mês, curiosamente nossas mães se conhecem e nos apresentou. — Sorriu ao explicar.

— Que sorte a minha. — Ri.

— Hm? — Olhou confusa.

— Você é linda.

 Arranquei um sorriso tímido, lindo por sinal. Ela guardava uma mecha de cabelo atrás da orelha, claramente envergonhada com meu elogio. — Obrigada.

 (S/n) se afastou para se juntar a Gemma que havia sumido. A noite inteira eu não conseguia parar de reparar o jeito dela se mover em forma de dança, suas risadas e sua maneira de jogar o cabelo para trás quando a atrapalha.

 Me juntei as duas depois de tomar três goles de coragem, prometi a mim mesmo que terminaria noite dormindo com essa garota. Cheguei dançando na minha forma desengonçada, admito. Arrancando-a boas risadas.

— Harry você é hilário. — Tocou em meu braço.

— Isso é bom? — Juntei nossos corpos, fazendo-a olhar em meus olhos.

— Sim. — Sorriu.

 Segurei sua cintura com uma mão, com a outra sua nunca. — Não consigo mais resistir.

— Harry? — Tentou se afastar.

— Posso? — Colei nossos lábios.

— Harry! — Segurou meu peitoral. — Não? — Embarguei a voz.

— A gente não se conhece, eu…

— Já sei que você não é dessas garotas. — Ela sorriu.

— Harry você está bêbado.

— Eu quero te beijar (S/n). — Bufei. — Por favor. — Encarei seu olhar.

— Tá bem. — Suspirou com sua derrota.

 Ataquei seus lábios sem nenhuma cerimonia, o jeito delicado dela me tocar me provocava arrepios, a apertei e senti sua respiração afobar, terminamos o beijo com selinhos. — Viu? Eu não mordo! — Sorri. — Se bem que… — Mordi o lábio dela. — Eu mordo sim. — Ela riu.

 A abracei e passamos a festa toda assim, abraçados, beijando e nos conhecendo.

— Ahhh eu amo essa música. — (S/n) disse rebolando.

— Hey, não esquece que tem gente aqui atrás. — Me afastei ao sentir o atrito de sua bunda em meu pênis.

— Desculpa. — Riu da minha situação.

 A abracei de volta e beijei o seu pescoço molhado, a puxando para mim. —Sem problemas. — Sussurrei. — Faz de novo.

— O que?

 Segurei o quadril dela e o movi, fazendo ela rebolar novamente. Gemi baixo, ao senti-la. — Isso? — Virou seu pescoço para morder meu queixo. Ri malicioso ao senti que ela aumentou a intensidade do seu rebolado. — Não me peça para responder sobre os meus atos depois. — A puxei mais pra mim.

— Seus atos? — Se virou, me perguntando cínica.

— Meu atos. — Sorri ao tocar meu dedo na ponta de seu nariz.

— O que pretende fazer Harry? — Riu. — Não consegue nem ficar de pé direito.

— Não me subestime…. — Mordi meu lábio. Ela se aproximou com as duas mãos em minha nuca, me beijou. Apertei sua bunda, ela gemeu durante o beijo.

 Se soltou dos meus braços e foi pro meio da pista dançar, me deixando ali duro, ainda afobado com o beijo. Cocei a cabeça e joguei o cabelo para trás, pensando o quanto aquela garota mexia com meu psicológico.

 Por fim a festa se acabou, todos foram pra sua devida casa, sobrando apenas eu e minha irmã. 

— Gemma, a (S/n) foi embora sem se despedir de mim, eu não acredito.

— Eu também não a vi, já está apaixonado irmãozinho?

 Ri com o nariz. — Eu só queria foder. — Jamais admitiria que (S/n) mexeu comigo.

— Ah, insensível, guarde isso pra você escroto. — Rimos juntos.

 Subi para meu quarto cambaleando pela escada, desabotoei minha camisa e passei pela porta.

— Uau quantas tatuagens… — ELA ESTAVA DEITADA NA MINHA CAMA!

— Achei que tinha ido embora. — Parei estagnado na porta.

— Achei que não ia subir nunca. — Se sentou em minha cama, acabei notando sua calcinha quando se ajeitou.

 Fechei a porta do quarto, trancando-a…


Parte dois amanhã.

Domingo
Ainda é domingo

Dei-lhe uns 7, 8 beijos distribuidos pelo rosto
Outra passou cambaleando e resvalando em mim
E com um reflexo a puxei e também a cobri de beijos

Os domingos são sempre de temperatura amena
Cansados. Quando vai chegando o horário de se despedir
Os lábios, e o rosto parecem pesar além do habitual
Não dá vontade de sorrir

Na volta
O mesmo caminho que percorro automaticamente sem nem
Prestar atenção
Só tentando lembrar de cada momento de mais um
Final de semana

Existem muitos que também passam por isso
Vivem de fotos no dia a dia, sentindo o cheiro e a
Presença delas em cada canto
Somos sombras, escondendo não somente as feridas
Mas também as lágrimas de homens que são de carne
E amam

Imagine - Niall Horan

Me desculpem pelo sumiço. Eu espero que gostem


Os sapatos de salto estavam torturando meus pés; eu havia sido obrigada a trabalhar de salto alto a semana inteira. O vestido já não parecia mais tão confortável como pela manhã. Meu cabelo eu prefiro nem comentar, assim como minha maquiagem.  

Eu também tinha sido obrigada a passar no mercado pois estava sem comida em casa; não tinha nada. Mesmo.

Mas me limitei apenas a comprar coisas para jantar e tomar café pela manhã seguinte, então, estava com poucas sacolas nas mãos.

Desci do carro estacionado na garagem e caminhei pelo hall de entrada quase correndo para o elevador que já estava fechando a porta. Mas uma mão a parou. Abaixei a cabeça, e suspirei de alivio por saber que não teria que esperar o elevador descer novamente.

- Obrigada! – Disse assim que as portas se fecharam comigo lá dentro. – Você salvou minha noite. – Falei rindo.

- Não há de que! – A voz masculina se fez presente no ambiente. – Pelo menos a noite de alguém vai ser boa. – Ele bufou. Levantei meu olhar para ele.

- Você é Niall, meu vizinho novo, não? – Ele me encarou.

- Sou sim. É (S/N), né?!

- É! E o que houve para tanto mau humor? – Arquei uma das minhas sobrancelhas, o que fez ele rir.

- Semana agitada, para sexta-feira eu acabar sozinho.- Ele riu nasalado.

- Quer me fazer companhia? Temos pizza congelada e vinho. – Levantei uma das minhas sacolas e ele riu.

- Não vou atrapalhar? – Neguei com a cabeça. – Então vou passar em casa para tomar um banho e trocar de roupa.

- Farei o mesmo.

Ao elevador abrir a porta, cada um foi para um lado. Ao abrir meu apartamento, fui direto para a cozinha guardar as compras e pré-aquecer o forno. Fui rapidinho para o banheiro tomar uma ducha e coloquei um vestidinho leve para ficar dentro de casa.

Depois de descer novamente para a cozinha, pus uma das pizzas no forno e minutos antes dela ficar pronta, minha campainha tocou.

- Eu achei mais um vinho lá em casa, e trouxe para nós. – Ele ergueu a garrafa.

Estávamos rindo alto sobre os comentários que fazíamos sobre nossas próprias vidas. A de Niall era uma bagunça e eu vivia em uma única rotina certinha.

- Todo mês eu vejo um cara sair do seu apartamento contente. É o seu namorado? – Niall perguntou do nada.

- Não. Aquele é o senhor que troca o gás para mim. Ele sai contente por que eu sempre deixo ele ficar com o troco. – Niall soltou uma gargalhada alta.

- Eu acho que já vou indo. - Niall terminou o último gole do vinho.

- Eu te levo até a porta. - Levantamos do chão e seguimos até a porta de entrada. - Obrigada pela companhia. Sério. - O abracei.

- Sou eu quem agradece. Não saberia para qual drive eu ligaria. - Ele sorriu me olhando, segundos depois desmanchou seu sorriso e atacou meus lábios.

Niall fechou a porta novamente e, cambaleando, fomos até meu quarto nos deitando na cama.

- Nossa! O que eu estou fazendo? - Murmurei sentindo os lábios de Niall em meu pescoço.

- Somos adultos suficiente para saber o que estamos fazendo. - Ele murmurou abafado. - Você quer parar? - Ele ergueu o rosto corado.

- Não. - Ele riu e voltou a dar atenção aos meus lábios.

Niall acariciou meu corpo, me despiu do vestido e das peças de roupas intimas, sua bermuda e camisa foram parar no chão do meu quarto no segundo seguinte.

Quando Niall me tomou para si, eu fui ao céu e desci em questão de segundos. Seus lábios beijavam meu corpo com desejo e dos meus lábios só saiam suspiros e sussurros pedindo por mais.

Eu estava louca por me entregar assim tão fácil, mas estava tão bom. Desde sua companhia no jantar até os seus beijos e os sussurros ao pé do meu ouvido.

Pelas tantas, meu corpo reagiu ao prazer e Niall caiu ao meu lado respirando pesado.

- É – ele suspirou -, obrigada por melhorar minha noite. – Eu ri nasalado. – É sério!

Ele se ajeitou na cama e me encarou com o rosto apoiado contra a própria mão, descendo seus olhos para meus lábios em seguida. Eu fiz o mesmo, mas subi minhas mãos para seus cabelos e empurrei seu rosto contra o meu o beijando.

- Eu não vou querer ir embora se você continuar fazendo isso. – Ele disse enquanto intercalava selinhos em meus lábios.

- Não vá. – Eu soprei em seus lábios. – Odiaria ficar sozinha depois dessa noite.

- Não precisa pedir duas vezes. – Ele sorriu e deitou a cabeça sobre o lençol em meu peito.

Dormimos ali. Eu acariciando seus cabelos e ele resmungando as vezes.

Pela manhã, acordei sozinha no quarto. Talvez ele tivesse algum compromisso agendado e acabou tendo que ir embora. Dando de ombros, levantei, fui até o banheiro, escovei meus dentes e cabelos; coloquei meu short e camiseta do pijama e caminhei até a cozinha encontrando Niall de cueca preparando o café.

- Eu pensei que já tivesse ido embora. - Murmurei e Niall em olhou assustado.

- Pelo menos um café da manhã juntos. - Ele caminhou até mim e me beijou. - Eu vou lá colocar a bermuda por que estou absurdamente constrangido.

Eu comecei a rir assim que ele saiu correndo para o meu quarto.

Tomamos um café da manhã tranquilo; Niall continuava todo carinhoso e por não ser muito acostumada com isso, não sabia retribuir muito bem.

- Acho que hoje é a sua vez de ir para o meu apartamento comer uma macarronada com vinho. – Ele me deu um selinho na porta do meu apartamento com o corpo para o lado de fora.

- Eu levo o vinho. – Sorri e o beijei.

Reaction: Indo atrás de você em uma After Party

OBS: Eu comecei a escrever esse reaction e acabei escrevendo um imagine hsuashau ai eu tive que começar tudo de novo! Mas caso queiram, eu posso postar depois o imagine que escrevi com esse tema aqui, okay? É só me avisarem se querem ou não. 

Amo vocês!! Obrigada pelo apoio que me dão! Kissus~~

• Jimin 

Forçada a ir a uma festa. Animação não é bem uma palavra que te defini. Porém desta vez seu pai não deixou você ficar em casa. 

 - É uma festa importante. - seu pai falava ajeitando a gravata em frente ao espelho - como empresário temos que ir. 

 Você vestiu um de seus vestidos de gala e teve que aceitar todos os elogios e conversas entediantes com um lindo sorriso no rosto, não percebendo que alguém timidamente lhe observava no meio de um grupo de meninos em meio ao imenso salão. 

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Anônimo: oizinho, faz um do Harry, que ele e a S/N estão em uma festa de amigos (tipo uma social), dai a S/N tá meio bêbada, e ela acaba contando para os amigos deles que o Harry broxou uma vez, Harry fica extremamente sem graça, e eles têm uma pequena discussão, e o Harry joga na cara dela algo que ela falhou (eles discute em frente os amigos) deixando um clima meio tenso, mas no final tudo pode se resolver entre eles, por favor?! desde já muito obrigada. :)

Olhei meu reflexo no espelho daquela festa que estava com Harry e pude perceber pela minha fisionomia o quão bêbada eu estava. Um coque já estava feito nos meus cabelos e um lado do meu delineado escorreu devido ao suor por ter dançado tanto.

Voltei até onde todos estavam e me sentei. 

— Acho que já está na hora de parar com as garrafinhas — Harry apontou para a garrafa de cerveja que estava em minha mão 

— Parar ? Eu só estou começando 

— Amor, é sério. Eu nunca privei você de beber mas acho que hoje você já passou dos limites. 

— Ai, Hazz, me deixa… — revirei os olhos ignorando as palavras dele

— Acho que quando vocês chegarem em casa, S/n vai desmaiar na cama e você vai ter que se satisfazer com suas mãos, Harold — Louis brincou 

— Preciso contar isso para vocês — relembrei do ocorrido de umas noites atras — Harry Styles brochou na nossa última transa 

Todos arregalaram os olhos e foi impossível segurar o riso. Louis gargalhava de uma forma incontrolável e Harry fechou a cara imediatamente ficando sem graça. 

— Já chega S/n — ele se levantou me puxando pelo braço — Você já passou de todos os limites. Vamos embora. 

— Qual o problema, Harry ? Eu só contei uma coisa comum que aconteceu com você. Todos os homens passam por isso uma vez na vida, não precisa ficar assim. 

— É, Harry, todos os homens passam por isso — Louis ironizou rindo mais ainda. 

— Vamos S/n, vamos embora

— Eu já disse que não vou — tirei as mãos dele do meu braço — Você quer ir, vá sozinho. 

— Bem que sua mãe me disse que você bêbada é insuportável. 

— Por que não notou isso quando me pediu em namoro ? — disse irritada com seu comentário 

A mesa que antes era só gargalhadas devido a minha revelação de Harry, se transformou num climão total. Harry e eu discutíamos incontrolavelmente enquanto todos nós olhavam com cara de paisagem sem saber o que fazer. 

— Esse é seu problema, você sempre precisa diminuir os outros para se sentir bem. — ele gritou me assustando 

— Quer saber, pra mim já deu. — Peguei minha bolsa e me levantei

— Olha isso  — Harry me impediu de cair segurando meus braços — Você está cambaleando, deixa eu te ajudar

— Tira suas mãos de mim, Harry — gritei

Sai daquela mesa com certa dificuldade para andar seguindo até o estacionamento onde o carro dele estava parado. Nunca pensei que Harry levaria tão a sério um comentário daquele.

Encostei no carro que estava com ele, o nível do álcool já estava baixando e foi aí que percebi a tremenda burrada que fiz em dizer aquilo em público.

Apoiei minhas mãos no capô e coloquei minha cabeça sobre elas, querendo voltar atrás e apagar tudo aquilo que disse.

Alguns minutos depois Harry chegou no carro mas ainda estava com cara de poucos amigos. 

— Pensei que já tinha ido embora — ele disse seco 

— Eu vim com você e vou com você.

A expressão dele ainda não era das melhores, seus olhos estavam num tom de verde mais escuro e o sorriso que ele tanto exibia quando chegamos, não tinha mais. 

— Entra no carro — ele passou por mim 

— Harry, espera aí — puxei o braço dele 

— O que foi S/n ? 

— Foi errado o que eu fiz e eu estou envergonhada. Me desculpe… 

— Você está bêbada, nem irá lembrar desse pedido de desculpas amanhã — ele fez pouco caso do meu pedido 

— Não, eu já estou melhor e sei que exagerei hoje, tanto na bebida quanto nas palavras. 

— Que bom que você reconhece… 

— Por favor não fica brigado comigo, se quiser eu até saio falando por aí o estrago que você me causa na cama e… 

— S/n — ele me interrompeu — Eu não quero que você saia falando nada, só quero que você me respeite mesmo quando estiver nesse estado. 

— Você tem razão. Me desculpe, por favor… — eu disse baixo sentindo uma lágrima escorrer

— Não precisa chorar — ele passou o dedo por uma lágrima que escorria — Está tudo bem. Eu também acho que te disse umas palavras fortes e também lhe devo desculpas. -ele melhorou o tom de voz- Vem, vamos para casa 

Entrei em seu carro mas ainda sentia as lágrimas escorrerem devido a culpa que eu sentia por ter dito aquilo. Eu não tinha ideia de como aquilo era constrangedor para um homem.

— Ainda está chorando ? — ele perguntou com as mãos no volante — a bebida faz isso com as pessoas — ele riu. Tão lindo!

Chegamos em casa e como Louis havia deduzido, eu apaguei mas não sem antes fazer as pazes com Harry. Eu odiava ir dormir brigada com ele.

Jealous? - Zayn Malik


Pedido: Faz um do Zayn onde ele tem ciumes do Niall por eu e ele já termos sido namorados no passado… final hot



S/N P.O.V


Contornei meus lábios com o forte batom vermelho observando minha imagem sendo refletida no banheiro de minha suíte.


Passei minhas mãos pelo corpete do longo vestido preto, tentando tirar qualquer falha que estivesse ali, mesmo que fosse mínima.


“Você está deslumbrante, querida.” Escutei a voz de Zayn atrás de mim, me fazendo sorrir instantaneamente.


“Você também não está nada mal, Malik.” Disse me virando para ele.


Terno escuro, gravata azul marinho, sapatos sociais perfeitamente engraxados, cabelos em um topete perfeito.


Meu noivo estava um puta de um gostoso.


“Eu só não te beijo agora porque sei que vai me xingar caso eu estrague sua maquiagem.” Malik afirmou. “Vamos? O motorista já nos espera lá em baixo.” Concordei enquanto pegava minha bolsa, entrelaçando meu dedos com os seus, enquanto decíamos as escadas.


Cerca de 15 ou 20 minutos depois, chegamos até a grande premiação. A entrada estava lotada, com centenas de fãs e fotógrafos que lutavam por fotos de qualquer famoso que passasse por ali.


Logo que o motorista abriu a porta do passageiro do veículo em que estávamos, a gritaria começou. Milhares de flashes eram direcionados ao meu rosto e ao de Zayn enquanto apenas sorriamos e fazíamos pose em meio ao tapete vermelho.


Zayn segurava minha cintura firmemente, enquanto sorria para as câmeras e para os fãs que gritavam loucamente do outro lado de uma faixa que estava posta no local.


Assim que chegamos ao final do tapete vermelho, centenas de entrevistadores nos cercaram fazendo várias perguntas por segundo.


“S/n/c é verdade que você estrelará na nova campanha da Victoria’s Secret?” Escutei a pergunta de um dos entrevistadores e concordei com a cabeça enquanto respondia.


“Sim, é verdade. Eu não poderia estar mais honrada por estar em uma campanha tão grande quando está.”


“Zayn, como você se sente ao ver sua noiva nas passarelas?” Uma repórter perguntou.


“Eu não poderia estar mais orgulhoso da minha garota.” Disse breve enquanto sorria para mim, me fazendo retribuir o sorriso.


Até que uma pergunta um pouco inconveniente nos chamou atenção.


“Zayn, sua noiva é também ex namorada do seu ex companheiro de banda, Niall Horan. Como se sente quanto a isso? Vocês dois traíram Niall?”


Assim que a pergunta foi feita, percebi que Zayn fechou as mãos em punhos, ato que só fazia quando estava bastante nervoso.


“Não, nós não traímos Niall. Eu e ele ainda mantemos nossa amizade, assim como ele ainda mantém sua amizade com minha noiva. O que eles tiveram foi algo breve, como ele e s/n já afirmaram em várias entrevistas, e é comigo que ela está agora.” Zayn disse rude. “Agora, se não se importam, precisamos entrar.” Disse já me puxando até a entrada do local.


Zayn ficou calado todo o percurso até nossos lugares. Ele tinha uma expressão nada agradável, seu maxilar estava travado e suas mãos continuavam fechadas em punhos.


“Você não vai ficar chateado por causa daquilo, não é?” Sussurrei em seu ouvido enquanto dava um beijinho em seu pescoço.


Senti Malik se arrepiar com meu ato e sorri com isso. Ponto pra mim.


“Será que a mídia não aceita que esse assunto é passado? Puta que pariu, já faz anos que você é Niall se separaram mas eles continuam trazendo o assunto à tona.” Disse nervoso.


“Não é como se eu não soubesse como você se sente, Zayn. Você sabe muito bem que passo pela mesma situação quando a mídia resolve me comparar com Perrie ou com Gigi.” Falei bufando. “Tudo o que podemos fazer é relevar todas as coisas idiotas que eles dizem. Estamos juntos e felizes, e é isso que importa.”


Zayn me olhou alguns segundos com os lábios comprimidos antes de concordar com a cabeça.


“Me desculpe.” Sussurrou. “Acho que eu estava com ciumes.”


“O que? Malik admitindo estar com ciumes? Essa é inédita.” Comentei rindo.


“Engraçadinha.” Disse me dando um beijo rápido nos lábios. “É uma pena que eu não possa mostrar para todos que ninguém te faz gemer como eu.” Sussurrou enquanto mordia o lóbulo de minha orelha.


A premiação passou relativamente rápida. Foram várias apresentações e prêmios, inclusive de Zayn, que ganhou os dois prêmios que estava concorrendo.


Estávamos agora voltando para casa. Zayn não conseguia de forma alguma tirar suas mãos de minhas pernas descobertas pela fenda do vestindo ou parar de beijar meu pescoço a cada dois minutos.


“Você está gostosa pra caralho nesse vestido. É uma pena que terei que me livrar dele assim que chegarmos em casa.” Disse em meu ouvido enquanto acariciava minhas pernas.


“Você pode se comportar por mais cinco minutos? Não estamos sozinhos.” Falei rindo fraco, me referindo ao motorista.


Assim que saímos do veículo, Zayn rapidamente dispensou o motorista, logo me puxando às pressas para dentro de casa.


Assim que tranquei a porta, Zayn me prensou contra à mesma, enquanto me beijava intensamente. Eu retribuía o beijo na mesma intensidade enquanto afagava seus cabelos escuros, puxando-os e os torcendo entre os dedos.


Com um pouco de dificuldade, Zayn conseguiu retirar meu vestido, jogando-o no chão da sala e me deixando apenas com uma langerie preta.


“Você ficou putamente gostosa naquele vestido, mas conseguiu ficar ainda melhor sem ele.” Sorriu malicioso.


Antes que eu pudesse dar alguma resposta, Zayn me ergueu do chão, segurando em minha bunda, fazendo com que eu cruzasse minhas pernas em volta de sua cintura.


Enquanto Zayn nos levava até o segundo andar ainda me beijando, eu usava meus próprios pés para tirar meus saltos.


Zayn adentrou ao quarto cambaleando, e logo me jogou em nossa imensa cama de casal. Ele tirou seus sapatos e sua meia, logo depois tirando seu próprio terno e sua gravata, ficando apenas com sua blusa social e sua calça.


Nos beijávamos ferozmente quando conseguir tirar sua calça com um pouco de dificuldade, jogando-a para qualquer lugar do nosso quarto.


Zayn partiu o beijo para tirar meu sutiã, logo dando a devida atenção aos meu seios, chupando-os e os massageando levemente.


“Zayn…” Gemi fraco. “Vamos logo com isso, por favor.”


Assim que Zayn retirou sua cueca branca, me penetrou fortemente o que fez com que eu gemesse alto e apertasse os olhos em sinal de prazer.


Zayn gemia baixo enquanto meus gemidos eram mais fortes e menos contidos. Eu arranhava suas costas fortemente, com a certeza de que deixaria marcas para o dia seguinte.


Zayn tinha sua cabeça apoiada em meu pescoço, e hora ou outra dava leves beijos por aquela região.


Assim que chegamos ao nosso limite, desabamos em nossa cama enquanto tentávamos controlar a respiração.


“A mídia bem que poderia ter assistindo tudo isso para verem que Niall Horan é passado.” Zayn falou me fazendo rir enquanto me deitava em seu peito.



Péssimo, Gabriela

xXxGaby