calarem

anonymous asked:

as f(x) são legais com os fãs?? como elas são??

A Krystal é o maior bebê com os fãs, uma vez num fansign ela perguntou a um fã “qual seu maior vicio?” e o fã respondeu “f(x)” e ela “mesmo? ainda que estamos em hiatus?” e fez uma cara de “ai meu deus”. Eu pelo menos tenho a impressão que ela se subestima muito e sempre fica deslumbrada quando vê como é apreciada, como se não conseguisse acreditar. 

A Amber fala dos fãs como se fossem amigos dela, sabe? Ela zoa com eles, conversa sobre assuntos quando tem chance. Ela é muito simpática, e vê os fãs como companheiros/amigos de verdade dela. Mesmo quando um fã faz um comentario errado ela não hesita em falar “eu te amo mas para ai” tipo quando um meU fez comentários sobre a Sulli “ganhar peso” e a Amber disse que ganhar peso não é algo ruim e que ele não devia fazer esse tipo de comentário.

A Qian é esforçada de um jeito,,, vive indo pra china separada das meninas, e ela é tão completa, atua, dança, canta. Ela é do tipo que gosta de brincar, tanto com as meninas quanto com os fãs, é o maior bebê. 

A Luna ainda mais durante as promoçoes de free somebody, não parava de agradecer. Parece que ela acorda agradecendo, dorme agradecendo. No MAMA ela ao invés de ir ficou em casa e gravou luna’s alphabet…

A Sulli, mesmo não estando mais no f(x), ela tem uma personalidade incrível. Ela sabe o seu valor sabe? A Sulli sempre recebeu muito ódio dos netizens, parece que ela não pode respirar sem eles aparecerem chamando ela de louca. E ela já sofreu muito com isso, desativou o instagram por épocas e voltou arr%mbando. Posta fotos de arroz frito em forma de pênis e manda todos calarem a boca e olharem pro rosto lindo dela.

Todas elas se preocupam muito e são muito gratas as fãs, aqui alguns videos: x delas fazendo surpresa pras fãs na escola, esse que é a coisa mais preciosa do mundo, da Victoria “salvando” as fãs dos carros x.

Quanto a amizade delas entre si(ot4), eu acho maravilhosa. Elas se provocam muito, a Amber principalmente ama provocar as outras, ela é tão espontânea que vai na rua junto com outros idols pregar peças nos outros (x) E fica constantemente provocando as meninas com coisas idiotas (x). Teve uma vez que elas estavam fazendo um shoot e gravando um video ao mesmo tempo e a Luna perguntou se eles iam editar antes de postar e a Amber disse “claro que vão” e falou um palavrão (x) Elas são umas palhaças (x) comem juntas em remake de a dama e o vagabundo (x) e se desafiam a fazer coisas constrangedoras no meio da rua (x) e brincam de ser espiãs até a Krystal espirrar e estragar a brincadeira (x). E a Victoria é a maior MÃEZONA, como quando a Amber e Luna tavam fazendo guerra de travesseiro e ela chegou botando ordem (x)

E eu separei também alguns vídeos de apresentações (ou simplesmente cantando/dançando) porque meu serviço é completo.

Luna dançando “What’s Your Name” do Usher (x)

Victoria apagando velas enquanto faz a abertura (x)

Esse video predebut delas dançando “Disturbia” da Rihanna (x)

Dance break do Docking Station (x)

Victoria dançando ‘Love Sex Magic’ da Ciara (x)

[Docking Station] Toy (x)

[Docking Station] Dangerous (x)

f(x) debut Teaser Movie (x)

O ocean de f(x) que é a coisa mais linda (x)

Teaser do Docking Station (x)

Debut Stage (x)

[Predebut] Dance Practice de LA chA TA (x)

A flexibilidade da Victoria (x)

A flexibilidade da Victoria pt 2 (x)

Luna, Amber, e Kyrstal fazendo cover de The Boys do SNSD (x)

Krystal e Luna fazendo a cena do Titanic (x)

[Predebut] Victoria dançando (x

Eu vi no sacrifício a virtude e no presságio macabro a sorte. Senti na pele o arrepio do veneno descendo na goela feito piche. Vi na esquina um par de sujeitos, barbados, drogados, vendendo seus corpos, seus órgãos, a preços de mercado. Mercado negro. Os comerciantes são todos iguais, traficantes travestidos de seus monetários ideais. Vejo as ruas lotadas de gente, sacos de genes que andam por aí, amando por esporte, vivendo a duras penas, soturnamente importunando os desavisados. Senhores e senhoras, pelo licença, quero um dinheiro para comprar um novo paletó pois vou ao enterro, vou e vocês também, de todo o bom senso. O poeta, que sou, que sou, é uma entidade que teme a adoração e se opõe ao ódio com flores multicolores. Coloco cloro, não colírio e meus olhos, castanhos, cegam por um segundo. Nesse instante, as vozes, um coro desafinado de tenores que dizem querer paz. Democraticamente, mando todos calarem a boca e deixo que seus protestos escorram, como agora escorrem, pelos meus dedos. Causo balbúrdia e sou inverossímil até quando não quero.
—  Theu Souza

(Olá, gente. Esse Imagine foi uma recomendação de ideia de uma leitora nossa, mas infelizmente eu perdi a mensagem e não acho o nome de quem pediu. Mas aí está, finalmente!)

— Porra, Harry… Essa sua namorada é gostosa para caralho, hein.

Harry revirou os olhos. Ele queria poder estrangular cada um de seus amigos por estarem dizendo aquelas coisas à ele. Mas a sua namorada, (S/N), estava piorando tudo enquanto tirava o seu roupão e ficava apenas com seu biquíni.

Se o garoto estivesse sozinho com a namorada, com certeza iria se tocar por baixo da sunga, sentado na espreguiçadeira, enquanto a observava a nadar. Mas o filho da puta estava acompanhado de seus melhores amigos – Louis, Liam, Niall e Zayn – e os malditos ficavam admirando sua garota sem vergonha nenhuma.

— Você realmente é o mais sortudo entre nós… Vamos admitir. — Louis murmurou, esticando as pernas numa das espreguiçadeiras da mansão do Styles.

— Será que dá para vocês calarem suas malditas bocas? — os amigos deram risada, ignorando Harry enquanto voltavam a admirar a namorar do garoto e a cochicharem o quão boa ela era.

(S/N), de biquíni, esticou seu corpo e pulou na piscina, mergulhando até o fundo da mesma. Depois, saiu para a superfície, passando suas pequenas mãos pelos fios de seu loiro cabelo, que se encontrava molhado da raiz até as pontas. A menina apoiou seus braços na beira da piscina, descansando o queixo no dorso de suas mãos, que tinham os dedos entrelaçados.

Ela sorriu para os cinco meninos, acenando gentilmente para eles. Todos retribuíram o gesto amigável, com exceção de Harry, que apenas cruzou os braços e bufou. (S/N) franziu a testa confusamente ao ver a reação do namorado e apenas deu de ombros antes de voltar a mergulhar até o fundo da piscina.

Já durante a noite, depois que os quatro amigos de Harry foram embora e ele finalmente teve a casa somente para si e sua namorada, o garoto ainda estava perturbado pelos comentários perversos de seus colegas contra sua garota.

Sentado na ponta da cama de casal do quarto dos dois, o garoto pensava sobre todo o acontecido da tarde passada com seus amigos. Ele olhou para cima quando ouviu a porta da suíte abrindo e fechando. Viu sua namorada com o corpo e os fios de cabelo molhados, além de uma toalha branca enrolada em volta de seu belo corpo.

(S/N) virou-se de frente para Harry e franziu a testa ao ver seu namorado com uma carranca forma em seu angelical rosto.

— Ei, Harry… O que aconteceu? — ela questionou-o, ajoelhando-se em frente dele.

— Você sabe muito bem o que aconteceu, (S/N)! — a menina continuou o encarando de forma confusa. — Você resolveu ir na piscina bem na frente dos meus amigos, e você sabe como eles são…

— Você está com ciúmes, Harry? — a menina soltou uma risada alta, recebendo um sermão irritado de seu namorado.

— Não vejo nenhuma piada aqui, porra. Você sabe como eu odeio que fiquem esfregando na minha cara o quão gostosa você é.

Ainda com um sorriso bobo estampado no rosto, (S/N) levantou-se, ficando de frente para seu namorado. Ele se surpreendeu quando a menina sentou-se no colo dele, colocando uma perna sua de cada lado da cintura do garoto. Imediatamente, as mãos de Harry foram até a cintura da garota, apertando a região para segurá-la confortavelmente.

— Do que adianta eles ficarem dizendo isso, se apenas você pode me foder durante a noite, hum?

Harry logo sorriu maliciosamente, esquecendo-se brevemente da péssima tarde que teve com os comentários que ouviu.

Sendo ágil, cada um fez a sua parte. Enquanto (S/N) retirava a toalha de seu corpo para ficar completamente nua, Harry abaixava sua calça jeans e a sua cueca, fazendo seu membro pular para fora da peça de roupa. Ambos sorriram e sem mais delongas, Harry segurou seu pênis e o posicionou na entrada de sua namorada, mexendo seu quadril para enfiar seu membro totalmente dentro da vagina da menina.

(S/N) colocou suas pequenas mãos na nuca do garoto, jogando a cabeça para trás enquanto soltava um gemido arrastado e alto. Harry sorriu e apertou ainda mais a cintura dela, começando com movimentos de vai e vem bem rápidos.

O garoto usou a grande mão direita para depositar um forte e estalado tapa na nádega esquerda de (S/N), fazendo-a gritar, dessa vez. A menina inclinou-se por cima dele, fazendo-o cair deitado na cama. Ela posicionou-se confortavelmente por cima do corpo dele, deitando-se no seu namorado.

Isso não impediu Harry de continuar mexendo seus quadris para fazer movimentos repetidos e prazerosos para dentro e para fora da vagina de sua namorada. (S/N) apoiou sua testa no ombro direito do namorado, gemendo de forma sedutora no pé do ouvido dele, enquanto o provocava também com mordidas e chupões no pescoço dele.

Depois de alguns minutos nos mesmos movimentos ágeis de Harry, ele e a garota chegaram ao ápice juntos. A menina gozou no membro de Harry, e o garoto gozou dentro da vagina de (S/N).

Ele então segurou fortemente a cintura dela e retirou seu membro de dentro dela, vendo o misturado orgasmo do casal sair pela vagina da menina. Ambos sorriram e trocaram selinhos amorosos, antes de Harry falar.

— Foda-se aqueles idiotas. De todo modo, eles estão certos…

/Carol

As palavras machucam, todos sabem disso, mas ninguém leva realmente a sério até ser tarde demais. Cresci sendo constantemente perfurado com as palavras, e incrivelmente quem as pronuncia não percebe o que está fazendo, não nota que está jogando alfinetes em alguém, e só quem os está recebendo sabe a dorzinha que isso provoca no seu corpo. Estou cansado dos alfinetes, chegou um momento em que os pequenos machucados infeccionaram e estão cada vez mais demorando para cicatrizarem. Estão todos tão absortos em si mesmo que não perceberam meus ombros caídos, minhas olheiras em baixo dos olhos, minha falta de expressão. Toda vez que me olho no espelho as vozes voltam com força repetindo aquelas palavras dolorosas, abrindo as feridas que estavam se curando, fazendo-as sangrarem novamente. E eu não sou capaz de fazer a vozes se calarem até que eu mesmo provoque os cortes em minha pele, até que eu mesmo me machuque, até que eu mesmo me faça sangrar, até que junto com o sangue saia a dor, e enfim entre o alivio acompanhado pela endorfina do meu corpo, que por sua vez cala as vozes no meu interior. Sangrar, esse é meu único escape.
—  Viver não é mais uma opção. Os porquês de Elliot.

quando as palavras beberem e andarem e respirarem por mim

deixarei de ser essa carne viva em óbito ambulante.

tanto pra dizer, as bocas carbonizadas e o gosto de fel. naquela terça-feira debaixo de chuva, eu te falei que iria embora e você chorou.

não é assim que todos fazem?

estou cumprindo minha sentença irreparável

pela manhã, quando as guerras e as bombas calarem todas as vozes - inclusive as das crianças sorridentes que brincavam pelas ruas -, eu irei e levarei comigo a parte tua. 

a parte crucificada. e condenada juntamente com cristo.

estou respirando as últimas letras do teu nome

Capítulo 81

Tanto na ONG, quanto minha mãe e Eduardo, apenas ligaram e ao não serem atendidos desligaram a ligação, contudo Adrien tinha deixado uma nota de voz, uma curta mensagem de poucos segundos.

“Se eu ligo é porque preciso falar, me atenda ou retorne”

Estranhei sua mensagem, foi curta e nenhum pouco cortês, mas ainda assim não tinha sido indelicada ou ameaçadora, eu não sei explicar, mas senti urgência em sua voz. Adrien parecia tenso, realmente preocupado e com muita pressa em falar comigo, aquilo foi estranho demais, tão estranho que liguei para ele no mesmo instante, porém ele não me atendeu, repeti a ligação por mais quatro vezes seguidas e nada dele atender, seria em vão ficar o ligando aquela hora, optei por deixar para mais tarde.

Para a ONG não adiantaria mais eu ligar, ignorei Eduardo e escolhi ligar para minha mãe.

“Até que enfim resolveu lembrar que tem mãe” Foi a forma carinhosa que ela me atendeu, ao fundo ouvi os cães latindo e minha tia mandando eles calarem a boca, me joguei ao sofá e me deitei, meu coração se contraiu em meu peito e fui invadida por uma imensa saudade de tudo ali.

“Sem drama dona Solange”

“Drama? A gente  carrega vocês por nove meses, sofremos de dores no corpo e variações hormonais, engordamos e depois, quando vocês resolvem sair é literalmente um parto, no final ainda criamos, educamos, sustentamos e dai vocês crescem e nos chamam de dramáticas” Sorri, eu gostava do drama dela, até dele estava sentindo saudade nos últimos dias, mas ela não precisava saber disso.

“Mãe, você me ligou e agora já estou aqui, pode dizer o que você quer” Provoquei ela.

“O que eu quero?” Sua voz soou irritada “Não me obrigue ir até ai te bater, porque não me importa quantos anos você tem, eu ainda posso ter bater. Eu não quero nada de você, apenas saber se está bem” Ela disse ofendida.

“Não foi isso que quis dizer” Tratei de me explicar, pois pelo que conheço minha mãe, era melhor não deixar mal entendidos e acabar com aquela brincadeira “ Que tal a gente esquecer tudo isso?” Pedi.

“Só para seu próprio bem, irei esquecer isso, mas me diga, como está você, Clara e o menino?”

“Estamos aos poucos conseguindo se organizar e ir vivendo. E vocês, como estão todos? A tia? Jack, Sol, Thor, Mingau, Al…” Minha mãe me cortou.

“Já entendi Vanessa, não precisa falar o nome de todos” Eu ri.

Minha mãe me contou sobre todos e sobre tudo, eu aos poucos fui ponderando as coisas e contando uma ou outra coisa para ela, minha mãe amava ouvir as histórias, principalmente as peraltices de Max.

“Mãe, porque você não vai até a ONG amanhã? Eu preciso conversar com você sobre uma coisa”

“Sua voz … essa voz” Minha mãe disse e eu não entendi.

“O que tem minha voz?”

“Essa voz é de quando você quer aprontar, Vanessa, o que você quer aprontar? Eu não vou te ajudar a meter-se em encrenca, lembre que eu ainda posso ir ai te bater” Revirei os olhos.

“Mãe, essa é  segunda vez que você diz que vai me bater e, eu não vou aprontar nada, apenas quero conversar com você um assunto e vê o que você pensa e se pode me ajudar”

“Desembucha, fala logo” Ela mandou.

“Não, tem que ser pessoalmente”

“Desde quando você tem assuntos que só podem ser tratados pessoalmente comigo?” Ela exigiu “Eu juro que te bato menina, não quero saber se você é adulta ou maior que eu”

“Mãe, relaxa a gente conversa amanhã, ok?”


Quando desligamos a ligação eu não sei ao certo se meu padrasto tinha acabado de chegar em casa ou se tinha sido um barulho alheio na rua, entretanto novamente os cães começaram a latir, meu coração novamente imergiu-se em meu peito. Eu senti a falta deles, como não senti? Os cães sempre foram minha vida, contudo se antes eles eram minha vida de forma integral, hoje eles eram apenas parte dela, eram meus filhos amados, porém eu não poderia deixar Max ou Clara sozinhos e ir ficar com eles, pois tanto Max quanto Clara também eram parte da minha vida agora. Quando desliguei a ligação ainda fiquei um tempo ecoando os latidos em minha cabeça. Depois de um tempo apenas deitada olhando o teto resolvi me levantar e fui até o quarto de Max,  ele estava dormindo, Clara tinha deixado a janela dele levemente aberta e estava bastante frio ali, optei por fechar totalmente a janela e arrumei o cobertor dele.

“Boa noite, jujuba” Sussurrei e lhe beijei o topo da cabeça. Fui até o quarto de Clara, ela estava deitada na cama mexendo em seu notebook, deitei-me ao lado dela e encostei minha cabeça em seu ombro.

“Estava falando com sua mãe?” Ela perguntou sem desviar o olhar da tela do aparelho.

“Sim” Minha voz baixa e melodramática a fez me olhar, eu ainda estava triste e sem saber como lidar com a saudade.

“O que foi, amor? Saudades?” Ela me conhecia mais a  cada segundo.

“Bastante” Fui sincera.

Clara abaixou a tela do notebook e o colocou no criado mudo ao lado da cama, quando ela voltou a deitar-se na cama, aproveitei e deitei minha cabeça sobre seus seios, não foi um gesto sexual, ao contrário, foi um gesto ingênuo.  Eu amava como podíamos ter nossos momentos de cumplicidade e companheirismos. Clara começou a mexer em todo meu cabelo, fazendo um leve carinho enquanto brincava com algumas mechas.

“Eu acho que sou egoísta demais, estamos aqui por minha causa, eu só pensei em mim e esqueci de pensar em você” Levantei minha cabeça e olhei para Clara, eu não concordava com sua afirmativa, beijei seus lábios levemente e voltei a deitar na mesma posição.

“Não seja idiota, você estava certa, aquela casa é uma loucura, seria muito confuso ficar lá”

“Tudo bem, mas eu quero que você saiba que se quiser, podemos ir para lá” Sorri, o fato de Clara falar ‘podemos ir’ incluindo a si e a Max comigo, me deixou feliz, ela não se via mais morando longe de mim, tanto quanto eu não me via mais morando longe dela.

Definitivamente em algum ponto, ou talvez , em todos os pontos, nos tínhamos virado uma família.

Levantei novamente minha cabeça de seus seios e a beijei, agora, não um beijo leve e sim um beijo apaixonado, tentei em um movimento subi por cima dela enquanto a beijava, foi inútil, me enrolei com a colcha da cama e acabei caindo de forma desastrada sobre ela, Clara riu de mim.

“Você ri né sua, cachorra?” Bati levemente em seu rosto, um misto de brincadeira e sedução, ela apenas riu mais ainda e me puxou para cima dela enquanto voltava a me beijar. A noite acabou novamente em uma prazerosa troca de carinhos, nossos corpos eram viciados demais um no outro, juntos nossos corpos eram lascivos.