cadeirinhas

HARRY STYLES

  • Anônimo:Oie, poderia fazer um imagine do harry, que eles brigam por causa que a anne fica se metendo na relação deles? obg 
  • Estou meio enferrujada mas espero que gostem :)

A cinco meses atrás meu filho Nick nasceu, ali nasceu junto o meu medo e nasceu um amor diferente, um amor protetor. Ele tem os olhos e o cabelo do pai, mas desde então minha sogra não para de se meter em como eu devo cuidar de Nick, e até da minha intimidade com Harry ela quer se meter, eu não queria preocupar meu marido com isso então não falei nada.

- Amor pega a bolsa do Nick por favor - disse terminando de me arrumar e colocando uma touca no bebê que me olhava.

- Aqui - Harry chega com a bolsa e verifico se não está faltando nada- Acho que tá tudo pronto. Vamos?

- Precisa de tudo isso mesmo? É só um final de semana (seu nome)

- Harry, ele é um bebê e suja muita roupa - digo e ele fica na porta observando e dá de ombros

- Nossas malas já estão no carro só falta a dele - Harry diz

- Tudo bem, vamos - Harry pega o Nick e eu levo a malinha pequena. Harry coloca ele na cadeirinha e eu sento no banco do passageiro.

Estávamos indo passar o fim de semana na casa de campo dos pais de Harry, não estava muito afim mas fui por causa do Harry mesmo!

[…]

Estávamos todos na mesa almoçando, eu estava tentando na verdade pois toda vez que colocava Nick no bebê conforto ele resmungava, estava tentando acalma-lo, mas não adiantava nada. Fiquei alisando as costas dele e nada, até que ele começou a chorar.

- (seu nome) não é assim que se acalma um bebê - minha sogra diz - me dá ele aqui- ela foi levantando e pegando ele do meu colo sem me pedir, o que me deixou muito irritada. Ela saiu com Nick e voltei a almoçar.

- O que foi amor? - Harry me pergunta

- Nada - sorrio fraco

Quando todos terminam eu pego Nick e dou de mamar até que ele dorme, e vou pra rede da varanda cochilar um pouco. Logo escuto alguém me chamando alto e acordo depressa e vejo minha sogra segurando Nick aos berros no colo.

- Você não ouviu Nick chorando?

- Eu só fui cochilar um pouco, me dá ele aqui - quando eu ia pega-lo ela recua - Anne, me dá ele.

- Não, ele quer ficar com a avó. Porque você não vai ficar junto com Harry um pouco, aposto que não tiveram tempo pra fazer nada depois que Nick nasceu - ela diz

- Olha, você não tem nada a ver com isso, agora da o Nick aqui - digo mais uma vez conseguindo pega-lo. Troco a fralda dele e desço pra falar com Harry que estava conversando com seu avô no jardim.

- Harry, podemos conversar - ele levanta

- Aconteceu alguma coisa?

- Não… Só quero conversar

- Tudo bem, vamos - sigo ele

- Harry, sei que ela é sua mãe, eu gosto dela mas ela não para de se meter em tudo que eu faço, ela quer fazer tudo, ela acha que não posso cuidar do nosso filho, só porque às vezes não consigo fazê-lo parar de chorar, e antes fosse só sobre o Nick, ela fica falando de nós dois e que não temos tempo mais pra namorar, olha só eu estou cansada disso, eu sei cuidar da nossa família - digo - eu gosto da sua mãe, mas eu sei cuidar do Nick e não gosto que se metem nisso.

- Você não tá brincando né - Harry diz

- Harry, você viu na mesa o que aconteceu

- Mas achei que você tinha relevado, olha ela só quer te ajudar e não dar palpite no que você faz - ele diz

- Harry, ajudar é uma coisa, dar palpite e se meter onde não é chamado não é legal.

- Você tá viajando amor, ela só quer ser protetora com Nick

- Tudo bem, você não vai acreditar mesmo. - Saio vou até o quarto e coloco Nick pra dormir, estava muito chateada com Harry, tudo bem que é a mãe dele mas ele deveria entender meu lado. Acabo adormecendo ali mesmo.


Harry pov’s

Eu não sei porque a (seu nome) faz toda essa tempestade num copo d'Água, minha mãe só quer ajudá-la.

Já era noite e percebi que não vi a (seu nome) mais, subi pro quarto e vejo ela e Nick dormindo, com a mamadeira na escrivaninha e várias roupinhas no chão, eu comecei a me sentir culpado por tudo, porque vi o quanto ela estava irritada com isso tudo, ela não tem tempo pra ela e só cuida do Nick, o estresse deve estar se juntando com a irritação.

- Harry - ela diz
- Oi amor

- Cadê o Nick? - ela pergunta

- Ele tá dormindo amor, pode relaxar - aliso seus cabelos - me desculpa por não te entender amor

- Shii Harry, tá tudo bem - ela sorri

- Tem certeza?

- Sim amor, o importante é ter você comigo - sorri e ela me abraça

- Eu te amo - digo

- Eu te amo - ela diz e me dá um selinho, depois disso nos deitamos e nos abraçamos e dormimos.

LEMBRE-SE: PLÁGIO É CRIME!

SEU LIKE É MUITO IMPORTANTE :)

Pedido: Amoree… faz um com o Niall que eles acabaram de ter um bebe. E ela vai em um show dele com o bebe e a ex namorada dele tbm esta la e fica mexendo com ela. Ai o Niall fica puto da vida e começa a falar no palco um monte de coisa pra ex. Desde ja agradeço beijinhos 😘😉

               Há cinco meses o nosso pequeno Louie nasceu, desde então ele vem sedo o motivo dos nossos sorrisos, ele tinha exatamente os olhos de Niall como eu sempre desejei, sempre eu dizia para o Niall ‘’A única coisa que eu quero é que ele tenha os seus olhos’’, Niall ficava envergonhando quando eu dizia isso, mas eu tinha certeza que ele desejava isso tanto quando eu, depois que ele nasceu Niall fazia questão de mostrar para todos o quanto o nosso pequeno Louie é parecido com ele, chegava a ser engraçado às vezes.

           Após alguns meses eu finalmente concordei em levar Louie para o show do Niall, ele estava em turnê há dois meses e hoje o show seria na Irlanda, comprei protetores de ouvido para o nosso filho para assim evitar que ele se assuste com os gritos os cause problemas maiores, coloquei um macacão que tinha o nome do Niall, mandei fazer especialmente para hoje. Assim que entrei no carro coloquei o pequeno na cadeirinha de bebe onde ele brincava com seus brinquedos, não demorou muito ate chegamos ao local do show algumas fãs me viram entrado e acenei e disse ‘’oi’’ para algumas. Fui direto para o camarim do Niall, ele estava terminado de arrumar seu cabelo, quando ele nos viu dois deu o sorriso mais lindo do mundo e me beijou e pegou o Louie no colo.

- Olha só como ele cresceu. – Niall disse balando o bebe no alto, enquanto Louie dava risada.

- Ele sentiu sua falta. – Disse rindo da situação.

           Depois de mais ou menos uma hora Niall entrou no palco e eu estava atrás do palco junto com o Louie, ele parecia está encantado e sorria para o Niall o tempo todo, tudo estava perfeito até que vi a ex-namorada do Niall se aproximando de mim, eu só queria saber que diabos ela estava fazendo ali.

- Olha só, quem diria não é mesmo? – Ela se aproximou mais e olhou para Louie com desprezo. – Niall casado e com um filho?

- É difícil superar quando ele preferiu a mim e não você? – Nunca fui o tipo de pessoa que joga nada na cara das pessoas, mas ela estava me irritando.

- Pois é você não está mais tudo aquilo, o corpo está caindo e você está flácida.

           Percebi que Niall olhou em minha direção no exato momento e meus olhos estavam cheios de lagrimas, realmente voltar ao meu corpo está sendo uma tarefa difícil depois que virei mãe tudo mudou, mas não me arrependo de ter dado a luz ao meu filho eu o amo. Abaixei a cabeça e depois de alguns segundos senti os bracinhos do Louie e isso me fez chorar mais ainda, logo depois senti Niall me abraçando, ele tinha largado o show.

- O que aconteceu? – Ele disse limpando minhas lagrimas e olhando para a sua ex-namorada. – Você sai ou eu chamo os seguranças?

           Ela simplesmente saiu andando em direção à saída. Niall limpou minhas lagrimas e beijou meu rosto e depois minha cabeça. – Você é linda.

           Niall voltou ao palco e olhou para mim. – Eu quero dizer que esses anos foram incríveis para mim, casei-me e com uma mulher linda e ela me deu um filho maravilhoso, e essas pessoas que fazem comentários ruins não importa.

anonymous asked:

oizinho. gostaria que você fizesse um em que o Harryzinho é casado c/ a S/N, e eles têm três filhos, dai a S/N não está muito no clima, e nega fazer sexo c/ ele, então eles briga, e as crianças ouvi a briga, dai depois o Harry vai se desculpar, (ao seu critério) se vai ter um final hot!? obgggg 😘😊


Pronto!

N/A: Oizinho, tudo bom? gostaria de saber seu nome, mas tudo bem. Espero que você goste do seu imagine -se não gostar me avisa, que eu faço ele de novo.- Não sei se ficou como você queria mas espero que te agrade. Manda ask dizendo o que achou. Obrigada por fazer o pedido! 

Boa leitura!


“Amor.” Ela disse baixinho enquanto deixava beijos por todo meu rosto.

“Hm-m?” Respondi sonolento, com os olhos semicerrados por conta da claridade.

“Já estou indo trabalhar, volto as 19:00 não esquece de levar as crianças para escola.” Ela disse se afastando de mim depois de deixar um selinho demorado em meus lábios.

“Tudo bem, te amo.” Eu disse antes que ela deixasse o quarto, eu havia entrado de férias já a alguns dias mas ela ainda iria trabalhar por mais um tempo. Ficar longe da minha mulher e de meus filhos sempre foi muito difícil para mim, estar em casa e não precisar me preocupar com a empresa me deixava mais bem humorado; apenas o fato de S/N ainda estar trabalhando tem me deixado irritado, ela sabe que não precisa mas sempre tem que fazer o contrario do que eu quero.

Levantei calmamente e fui até o banheiro tomar um banho rápido, me vesti e olhei o relógio do meu telefone que marcava 06:20, fui acordar as crianças; acordei primeiro Dylan que era o mais velho, ele conseguiria se arrumar sozinho o que me daria tempo. Logo depois fui até o quarto das gêmeas Darcy e Dayse que tinham apenas  4 anos, por isso precisavam mais de mim.

Eu dava banho nas duas garotinhas que estavam elétricas, enquanto Dylan se vestia em seu quarto; Dylan era muito maduro para sua idade, mesmo tendo apenas 7 anos ele era quase totalmente independente de mim e S/N. Eu tinha certeza que ele se tornaria um grande homem.

Quando todos já estavam devidamente arrumados, fomos em direção à cozinha e tomamos um café da manhã rápido, saímos de casa às 07:00. no caminho conversamos e rimos muito, além de cantar algumas musicas que tocavam no rádio. Não demorou muito para chegar na escola; Dylan desceu do carro e deixou um beijo em meu rosto antes de passar pelos grandes portões de entrada, eu tirei as duas meninas das cadeirinhas, entregando-as a professora que estava na porta. Me despedi de minhas filhas e entrei no carro dando partida.


O dia passou voando e quando vi as crianças já haviam chegado, tornando a casa barulhenta outra vez. Nós passamos o resto do dia assistindo desenhos e brincando, quando a noite foi caindo resolvi pedir alguma coisa para comermos já que eu queria que S/N fosse só minha aquela noite.

Minha mulher chegou um pouco mais cedo do horário que tinha dito, isso era bom; meus momentos com ela nos últimos dias tem sido escassos, eu estava precisando de um pouquinho de sua atenção. As crianças tiveram um dia cheio, por isso comemos e logo ela foram para cama.

Eu estava deitado na cama quando S/N saiu do banheiro já de camisola, eu não sei se era o fato de não termos feito nada a alguns dias ou porque ela era realmente gostosa, mas eu fiquei ‘animado’ só em olhar. Ela deitou na cama e se aconchegou bem perto de mim, e eu me deliciava com o cheiro de seus cabelos.

“Amor” Chamei manhoso.

“Oi” Ela respondeu suspirando.

“Vamos brincar um pouquinho?” Eu perguntei deslizando minha mão por sua cintura.

“Não estou no clima, amor” Ela disse baixinho.

“Eu faço você entrar no clima.” Disse antes de beijar seus lábios com vontade.

“Eu não quero.” Ela disse interrompendo meu beijo e virando-se para parede.

“Você está me negando sexo?” Eu perguntei indignado.

“Sim, eu não estou afim agora amor.” Ela disse delicada se virando para me encarar.

“Caralho, você passa o dia inteiro fora e quando volta não quer me dar atenção?”

“Harry, para com isso. Eu estava trabalhando.” Ela continuava calma.

“Você sabe muito bem que não precisa daquela merda de trabalho.” Eu disse alto, transmitindo toda a minha irritação.

Ela me olhou com um misto de magoa e raiva em sua expressão. “Você sabe muito bem que eu amo meu trabalho, e se você não está satisfeito com o que eu te dou não estou te obrigando a ficar.” Ela disse tudo gritando, ela sempre foi muito calma mas quando ficava irritada não era uma boa ideia ficar por perto. Pequenas batidinhas eram ouvidas na porta, S/N parou de falar e foi até a porta encontrando um garotinho assustado.

“O que foi meu amor?” S/N recuperou sua calma rapidamente para falar com o filho.

“Vocês estavam brigando?” Ele perguntou quase chorando, Dylan convivia com vários amigos que tinham pais divorciados e um dos seus maiores medos era que eu e S/N nos separássemos também.

“Não meu amor, apenas estávamos conversando.” Ela disse para o garoto que se virou para mim. Eu assenti e ele voltou sua atenção para mãe.

Ela caminhou até a cama e pegou seu travesseiro. “Vem, vou dormir com você hoje, bebê.”

“Como é?” Eu perguntei exasperado.

“Isso mesmo, quando você pensar melhor no que disse eu volto.” Ela disse me lançando um olhar desafiador.


Acordei assustado no outro dia pensando ter perdido o horário de escola das crianças, corri até o quarto de Dylan mas ele não estava lá, fui também até o quarto das gêmeas o encontrando vazio. Senti o cheiro gostoso de café da manhã vindo da cozinha, logo desci e fui em direção a ela. S/N estava inclinada limpando a boca de Darcy enquanto ria com Dylan de alguma coisa; era sem dúvidas uma das mais lindas cenas para mim.

Entrei no ambiente dando ‘bom dia’ todos me responderam, fui em direção a S/N para receber um beijo mas ela desviou de mim. Faze-la esquecer o que aconteceu ontem com certeza não seria fácil. Terminamos nosso café e S/N terminou de limpar a sujeira das gêmeas.

“As crianças vão sair mais cedo da escola hoje, vou busca-las antes do almoço; então você deveria pedir alguma coisa para o almoço.” Ela disse seria.

“Tudo bem, você também vai ficar para o almoço?” Perguntei hesitante, sabia que ela ainda estava com raiva de mim e que provavelmente estava se segurando para não explodir na frente das crianças.

“Sim, hoje vou sair mais cedo também.” Ela disse indiferente, logo saindo com as crianças para a escola e me deixando sozinho em casa.

Eu sabia que tinha agido errado com ela ontem, mas eu tenho sentido muita falta de minha esposa. Eu tinha que encontrar um jeito para que ela ficasse bem comigo outra vez, eu mal tinha conseguido dormir sabendo que minha mulher estava no quarto ao lado morrendo de ódio de mim.


Algumas horas depois eles chegaram, S/N ainda demostrava estar chateada comigo. Comemos e as crianças foram brincar, S/N passou o tempo todo com elas; não me dando brechas para tentar iniciar uma conversa. Apenas no jantar ela falou comigo, quando pediu para eu ajudar a dar comida as gêmeas. Aquela situação estava me matando; eu odiava ser ignorado e ela sabia disso.

Estava deitado na cama quando a oportunidade perfeita para me desculpar surgiu, as crianças já estavam dormindo e ela estava com seu travesseiro na mão pronta para sair do quarto. Levantei rapidamente e puxei seu braço, ela me olhou sem expressão e eu a abracei contra sua vontade.

“Nós precisamos conversar.” Eu disse baixinho bem perto de seu ouvido.

“Rápido que eu quero ir dormir.” Ela respondeu.

“Eu quero me desculpar por ter dito aquilo a você, eu sei que você ama o que faz e que gosta de ser independente. Mas eu também preciso de você, eu preciso da sua atenção.” Eu deixei escapar um suspiro e continuei. “Minhas férias não vão durar para sempre, e logo eu vou voltar para aquela rotina louca; e por isso eu quero aproveitar cada momento com você e com as crianças.” S/N me encarou por alguns segundos mas logo sorriu doce para mim, nesse momento um alivio tomou meu corpo. Ela se inclinou e deixou um beijo demorado em meus lábios.

“Tudo bem, eu sei que não tenho te dado muita atenção nos últimos dias. Me desculpa?” Ela perguntou com um pouco de culpa.

“Só se você dormir comigo.” Eu respondi rindo.

Ela me olhou e me beijou outra vez, ergui seu corpo em meu colo e suas pernas rodearam minha cintura. Caminhei devagar até nossa cama e nos deitei lá, passei minhas mão por baixo de sua camisola e encarei seu olhos pedindo permissão, S/N assentiu e eu continuei minha ação tirando o tecido de seu corpo. Ela gemia baixinho enquanto eu beijava seu pescoço e acariciava sua intimidade por cima da calcinha.

“Você está tão gostosa Babygirl.” Disse rouco mordendo o lóbulo de sua orelha.

“Por favor.” Ela sussurrou entre gemidos.

Minhas mãos foram até seus quadris puxando sua calcinha para baixo, logo a tirando. Rapidamente me livrei de meu short e cueca, eu já estava pronto pra ela. Me enfiei por inteiro dentro dela e um gemido contido saiu de sua boca, S/N passou a me beijar forte e a arranhar minhas costas fazendo com que minhas estocadas fossem cada vez mais rápidas e fortes. Fechei meus olhos e gemi antes de chegar ao meu ápice; com a respiração ofegante investi mais algumas vezes até que S/N chegou ao seu clímax. Deitei-me ao seu lado e a puxei para mais perto beijando sua tenta enquanto acariciava suas costas agora nuas.

“Eu te amo” Ela disse bem baixinho na curva de meu pescoço deixando um beijinho ali.

“Eu te amo” Sussurrei em resposta, a vendo adormecer em meus braços.  

#Preference - Paternidade

Harry:

Harry P.O.V


Eu escutava alguns barulhos de passos vindos do corredor do lado de fora, mas eu estava com bastante sono, preferi ignorar.


Sentia que a cama estava vazia ao meu lado, me fazendo pular ao perceber que já era mais de 07:00 da manhã, então s/n já havia ido trabalhar.


“Puta que pariu” Mumurrei ao bater meu dedo no pé da cama.


“Papai?” Escutei Darcy me chamar e logo depois minha garotinha abriu a porta de meu quarto. “Acho que estou atrasada para a escola”.


“Eu sei filha. Vamos se arrumar rápido ou sua mãe me mata”. Disse já lhe puxando para o banheiro de meu quarto e tirando sua roupinha para lhe dar um banho.


Darcy tinha apenas 6 anos, e eu e várias outras pessoas já lhe considerava muito inteligente para a sua idade.


Hoje era o dia em que suas aulas voltavam depois das férias, e ela já estava mais que animada.


Eu era casado com s/n há 10 anos, e a cada dia que passava eu ficava mais apaixonado por aquela mulher.


Dei um suco de caixinha e uns biscoitos para Darcy ir comendo no caminho até a escola, já que eu estava mais que atrasado e as chances de s/n me matar se descobrisse eram altas.


Parei o carro em frente à escola o mais depressa possível, já que a moça que ficava no portão do colégio já estava anunciando o fechamento dos portões.


Tirei o cinto rapidamente, saindo só carro e indo até o banco de trás, pegando a mochila e a lancheira de Darcy, e lhe tirando da cadeirinha.


“Esta entregue, filha. Não se esqueça que quem vai lhe buscar vai ser a mamãe. Não vá com ninguém além dela, ok?! Coma o lanche direitinho…”


“Tudo bem, papai. Você fala isso sempre”. Ela disse dando uma risadinha e logo depois um beijo em minha bochecha. “Eu te amo”. Disse e saiu correndo entrando no colégio.


Zayn:

Zayn P.O.V



Abri a porta aliviado por finalmente ter chego em casa. Com as gravações do novo álbum, e ideias para um possível turnê, tudo ficava mais agitado.


O ambiente estava calmo, e as luzes do primeiro andar estavam todas apagadas. Estranhando o silêncio, logo fui para o segundo andar, notando que apenas a luz do quarto de minha filha estava acesa.


Bati duas vezes na porta e entrei, me deparando com minha esposa s/n e minha filha Helena, colorindo em uma mesinha cor de rosa que havia no canto do quarto.


“Papai, papai, você chegou” Disse vindo correndo e pulando em meus braços. “Mamãe estava me ajudando a fazer um desenho para dar de presente para você. Mas não acabei ainda” Disse fazendo um biquinho.


“Eu aposto que ficou lindo, boneca” Eu disse lhe dando um beijo na bochecha, caminhando até a mesinha e me abaixando para dar um selinho em minha mulher.


Fiquei ajoelhado em frente à mesa enquanto Helena pegava um dos milhares de papéis que estavam espalhados por ali.


“Eu estava tentando desenhar igual a você, papai. Mas acho que não ficou muito parecido” Disse passando a mão pelos cabelos, já que tinha a mesma mania da mãe quando ficava envergonhada.


“Ficou lindo, meu amor. Tenho certeza que o papai vai adorar” s/n disse sorrindo para Helena, lhe encorajando a mostrar o desenho.


Helena concordou com a cabeça e rapidamente me entregou o papel.


No desenho haviam 3 bonequinhos de ‘palitinho’. Um mais alto com o ‘cabelo’ espetado (o que eu imaginei que fosse eu), um com os cabelos longos e um pouco mais baixo que o primeiro (o que eu deduzi ser s/n), e um pequenininho de cabelos curtos (que representava Helena).


Além do desenho, havia em letras maiúsculas e um pouco tortas a frase “Te amamos papai” feita com lápis de cor.


“Esta lindo filha. Bem mais bonito que os meus.” Eu disse emocionado, lhe abraçando.


“Sério?” Perguntou com os olhinhos brilhando. “Obrigada papai.”


“Eu quem lhe agradeço, linda.” Disse dando um beijo na testa e observando s/n com um sorriso imenso no rosto.


“O que foi?” Perguntei rindo ao ver seus olhos brilhando.


“Ela se parece tanto com você.” Afirmou e lhe dei um sorriso, concordando.


“Vocês são as mulheres da minha vida.”


Niall:

Niall P.O.V


“Será que sua mãe vai gostar?” Perguntei sussurrando para Nicole, minha filha de 10 anos.


“Tenho certeza que sim, papai. Ela diz que quer um cachorro a bastante tempo.” Disse sorrindo enquanto segurava o filhote de labrador com um laço de presente em volta de seu corpo.


“Então vamos subir logo, antes que ela acorde.” Eu disse pegando a bandeja com um café da manhã e um botão de rosa.


Hoje era aniversário de s/n, minha esposa a 12 anos. E como surpresa, eu e minha filha decidimos lhe dar um cachorro, coisa que ela já queria a bastante tempo.


Subimos as escadas no máximo de silêncio possível enquanto o filhote de labrador estava acomodado no colo de Nicole.


Surpresa.” Eu e Nicole gritamos assim que chegamos no quarto.


S/n se remexeu um pouco, e logo depois abriu os olhos com um pouco de dificuldade, já que a luz entrava por entre as janelas.


“O que?” Mumurrou um pouco perdida e assim que levantou o corpo se apoiando na cama, deu um amplo sorriso. “Não acredito.” Disse emocionada.


“Feliz aniversário mamãe.” Nicole disse correndo até s/n lhe entregando o filhote, e logo depois lhe abraçando. “Te amo.”


“Eu também te amo, meu amor” Disse retribuindo o abraço. “E que coisinha mais linda.” Disse se referindo ao cachorro enquanto o mesmo mordia seu dedo, brincando.


“Feliz aniversário, querida”. Eu disse colocando a bandeja no criado mudo ao lado da cama e me abaixando para lhe dar um beijo.


“Eca” Nicole disse tampando os olhos.


“Vamos ver até quando acha isso nojento, mocinha” s/n disse e eu lhe encarei sério.


“Nem pense nisso” Eu disse e s/n gargalhou.


E observando minhas garotas juntas, não pude me imaginar mais feliz.


Louis:

Louis P.O.V



Meu coração se enchia de orgulho ao observar meu filho, Edward, jogando futebol ao lado dos amiguinhos no campeonato da escola.


Minha esposa, s/n, infelizmente não pôde vir pois estava em uma viagem de trabalho. Edward ficou chateado no início, mas depois entendeu o lado de sua mãe.


Assim que acabou o jogo, com o time de Edward ganhando de 4X1, fui até ele lhe parabenizar.


“Você foi ótimo, campeão.” Disse lhe dando um abraçando enquanto batia em suas costas.


“Obrigado pai, mas acho que preciso treinar mais.” Disse revirando os olhos e bebendo rapidamente a água que estava em sua garrafinha.



Edward tinha 15 anos e já era totalmente apaixonado por futebol, assim como eu. E eu não podia estar mais feliz por isso. Eu lhe treinava sempre que podia no jardim de casa, coisa que eu amava fazer.


“Não se preocupe quanto a isso. Podemos treinar no final de semana.”


Ao longe, ouvi alguns adolescente chamarem por Edward enquanto acenavam.


“Vou até meus amigos, pai. Já volto.” Falou indo correndo até os garotos.


Ao longe, observava meu filho conversando e rindo com seus amigos, me fazendo me lembrar da época em que eu também ficava horas e horas conversando com meus amigos depois de uma boa partida de futebol.


E ver que meu filho estava cada vez mais parecido comigo, não podia me deixar mais orgulhoso.


Liam

Liam P.O.V



Ouvia o choro ecoando pela sala abafada enquanto segurava as mãos de s/n.


Estávamos em um almoço na casa da minha família, quando s/n anunciou que sua bolsa havia estourado, e então, viemos correndo para o hospital mais próximo.


S/n apertava fortemente minha mão enquanto lágrimas grossas saiam de seus olhos (e dos meus também, devo admitir).


O pequeno bebê foi embrulhado em manto rosa, e entregue a s/n, que chorou mais ainda ao ver a face da garotinha.


Ela era minúscula, e embrulhada naquele manto parecia um pacotinho.


“Ela é linda.” S/n disse emocionada. “Se parece com você.”


Minha filha tinha olhos castanhos, e seus poucos cabelos, ainda sujos de sangue, davam a impressão de serem mais claros que os de s/n.


“Temos que levar sua bebê para banhar. Logo a traremos de volta para vocês.” A enfermeira disse, pedindo licença ao tirar a criança dos braços de s/n.


S/n parecia fascinada, e eu também estava.


Em todo o período de gravidez, estive ao lado de s/n. E admito que era um pouco cuidadoso demais. E agora, vendo aquele presente em forma de criança, vejo que tudo valeu a pena.


“E o nome?” Perguntei ansioso.


Durante toda a gravidez, eu e s/n estávamos discutindo em relação ao nome de nossa filha. Eu queria Alice, já ela, queria Emma.


“Você venceu, Liam” Disse suspirando e rindo logo depois.


Dei um sorrindo gigante, e depois distribui beijos por todo o seu rosto.


“Juro que você irá escolher o nome do nosso próximo filho”. Afirmei.


“Próximo?” Perguntou assustada.


“Você acha que Alice não vai querer uma companhia?”


“É verdade. Podemos comprar um cachorro.” S/n disse rindo.


Discordei com a cabeça, logo depois lhe dando um beijo. Prometendo para mim mesmo, que a faria mudar de ideia.



XxXGabi

anonymous asked:

There is a reason y the hoods up in that pic. It's easier to find a resemblance. When that kids whole head is showing u can see the Clark oozing off of him!

Anonymous said to shadyshit91:the kid looks so much like brett tbh

Anonymous said to shadyshit91:Anon, Austin is Fredo’s brother.

hsjakhsjkah


Anonymous said to shadyshit91:a diferença é que os clarks eram todos bebês enormes e os tomlinsons não 

Anonymous said to shadyshit91:blue eu acho que a posição conta, sabe aquela foto do f deitado naquelas cadeirinha de carro que a foto é branca e preta e ele ta meio que com a cabeça apoiada então lá ele nao parece nada até porque ele é um bebe enorme e o louis não

Sim!!!


Anonymous said to shadyshit91:Forgive me if this seems ignorant, I am not the target demographic not being a mother or want to be, but shouldn’t a mommy blogger actually have a mommy blog. Sharing their experiences of motherhood and saying something that people want to read about? Can you call yourself a mommy blogger if you are merely posting a photo or vid of your child every few months without comment? Surely anyone looking for a mommy blog would get bored with what B is doing.

I think she gave up on the mommy blogger a long time ago. Now she just uses the kid and doesn’t care (I mean come on, she tagged diapers companies!!!) 


Anonymous said to shadyshit91:Jessie Martin liked this pic. Organic.

BAHAAHAHAHAH

NIALL HORAN

  • ray20malik:Ai minha Gazelinha hihihi…. quero um em que ela tenta conquistar a filhinha dele que tem muito ciume do pai… Mas o Niall mostra o quanto ela é incrível 
  • Gente, escrevi com tanto carinho, espero muito que vocês gostem!
  • Boa leitura!! Volte para dizer o que achou.


Hoje eu e Niall estamos comemorando 1 ano de namoro e combinamos de sair para comemorar, ele tem uma filha 5 anos de outro relacionamento ela é muito fofa mas acho que não gosta muito de mim e tem muito ciúmes do pai já tentei de várias formas ter uma relação com ela mas ela é bem difícil. Niall disse que ia tentar não levar ela e deixar ela com a avó.

Estava terminando de me arrumar quando vejo Niall entrando pela porta do quarto e logo vejo alguém baixinho perto dele olho pra ele.

- Desculpa, ela não quer ficar com a minha mãe e fez uma birra para vim comigo - sorri

Flashback

Cheguei na casa da minha mãe e peguei Cindy junto com a sua mochila. Coloquei ela no chão e me abaixei ficando do seu tamanho

- Papai vai sair e você vai ficar com a vovó

- Eu quero ir papai, por favor - ela diz com o olho lacrimejando

- Eu vou sair com a (Seu nome) Cindy, coisa de casal - disse

- Não papai quero você comigo, você é só meu - ela disse

- Sem birras, você vai ficar e pronto - levantei e Cindy agarra na minha perna abrindo o berreiro

- Acho melhor você levá-la meu filho

- Tabom mãe, eu levo não quero que ela fique aqui chorando e querendo que você ligue pra mim vir buscar ela - peguei ela e coloquei ela na cadeirinha e assim que ela conseguiu o que queria ela parou de chorar e assim fomos pra casa da (Seu nome) .

Flashback off

- Tudo bem Niall, ela pode ir com a gente - abaixei perto dela e dei oi só que ela virou a cara e se agarrou na perna do pai. Era sempre assim.

- Cindy dá oi pra (Seu nome) - Niall disse pegando ela no colo - Tudo bem Niall, estou pronta vamos? - disse pegando minha bolsa e ele saindo em direção ao carro, ele colocou a Cindy na cadeirinha e logo foi para o seu lugar no banco do motorista.

Chegamos no parque, sim não fomos ao restaurante como é normal casais fazer, Cindy foi puxando Niall para o brinquedo das crianças me deixando um pouco pra trás.

Sentei em um banquinho e fiquei olhando Niall brincando com a Cindy, logo ele sentou do meu lado

- Desculpa te deixar aqui sozinha - ele diz me abraçando

- Tudo bem amor, estava me divertindo vendo como você é um bom pai para ela - sorri e ele me deu um selinho

Logo ela veio pro nosso lado

- Papai, vamos brincar - ela diz fazendo biquinho

- Olha vai comprar um sorvete ali com o moço - ela vai e Niall me aconchega mais nos seus braços

- Ela tem muito ciúmes de você - ri

- Ciúmes é pouco, ela é muito birrenta - ele diz

- Mas é bom ver que você tem paciência com ela - digo

- Mas era pra ser nosso dia hoje (Seu nome), eu deveria ter deixado ela com a minha mãe.

- Ela faz parte da sua vida, e da minha também não se preocupe ela ainda vai ver que sou legal - digo e ele me beija

Sinto alguém me puxando olho e é a Cindy, quando me descolei do Niall ela foi pro colo dele

- Papai vamos na montanha russa?

- Sim, mas só se a (Seu nome) for junto - ele diz tentando alguma coisa

- Não papai, hoje é nosso dia e só vai nós dois

- Cindy, olha aqui! Você tem que parar de tratar a (Seu nome) assim, ela é muito legal e só quer o seu bem

- Ela vai roubar você de mim

- Você é minha filha, ela é minha namorada e minha futura esposa e cada uma tem um espaço no meu coração e o seu é maior - ele diz piscando pra mim

- Promete que o meu é maior? - ela diz

- De dedinho - eles cruzam o dedinho

- Desculpa (Seu nome), sei que você é legal e não quer roubar o papai de mim

- Claro que não linda, nunca vou tirar seu pai de você

- Obrigado (Seu nome) - ela me abraça - agora vamos na montanha russa

E ela levanta animada e puxa eu e o Niall toda sorridente e feliz . Dali em diante ela começou a me tratar muito melhor. 


LEMBRE-SE: PLÁGIO É CRIME!

Imagine com Liam Payne - “Who Is She?”

(Parte I)

S/n P.O.V

“Amor, estou saindo do trabalho. Chego em casa em meia hora.“

Esse foi o aviso que Liam, meu marido, me mandou por mensagem. Mas o problema é que já se passou meia, uma, duas horas e nada dele chegar.

Lewis nosso filho está dormindo tranquilo enquanto eu não consigo nem fechar os olhos.

Liam nunca falta com sua palavra, sempre chega na hora marcada e nem um minuto a mais, porém agora é diferente, ele está atrasado, muito atrasado.

Meu celular tocou no andar de cima e eu corri para atendê-lo, ao pegar o mesmo olhei para o número desconhecido na tela na indecisão de atender ou não, mas poderia ser algo importante e sem excitar nem mais um segundo, eu o atendi.

- A-alô? - minha voz saiu falha

- Senhora Payne? - perguntou uma voz feminina

- Sim, ela mesma.

- Liguei para avisa-la que seu marido senhor Liam Payne deu entrada no hospital St. Mary há uma hora. - minhas pernas ficaram bambas e eu cai sentada na cama

- Por que me avistam só agora? O que aconteceu com meu marido? - perguntei desesperada com lágrimas em meus olhos

- Peço desculpas pela demora, só agora encontramos o número para contato.

- Me diga o que aconteceu! Qual o estado do meu marido?

- Parece que houve um acidente de trânsito, não posso informá-la sobre a situação do paciente por telefone, peço que venha até aqui para podermos informá-la melhor.

- Já estou a caminho!

Desliguei o telefone não conseguindo segurar as lágrimas, só de pensar no Liam em um hospital me dá um aperto no coração.

Andei até o guarda roupas pegando uma roupa adequada para sair no frio, depois de me vestir fui para o quarto de Lewis, peguei uma roupa de frio para ele também o vestindo enquanto ele ainda dormia.

O peguei no colo, ele é um pouco grande para uma criança de cinco anos, mas não é tão pesado. Coloquei-o na cadeirinha no banco de trás travando o cinto em seguida, sentei-me no banco do motorista respirando fundo antes de dar a partida.

Assim que cheguei ao hospital peguei Lewis no colo mais uma vez e entrei caminhando devagar até a recepção.

- Com licença, meu marido deu entrada nesse hospital hoje, o nome dele é Liam Payne e eu queria saber o estado dele. - falei para a mulher sentada atrás do balcão e ela começou a mexer em alguns papeis

- Liam Payne né?! Acho que o estado dele não é muito bom, ele chegou aqui todo ensanguentado… - meus olhos se arregalaram e as lágrimas voltaram - Mas não tem o nome dele em nenhuma certidão de óbito, então acho que ele não morreu…

- Senhorita Jenner, não assuste a moça desse jeito… Você tem que acalmar os familiares dos pacientes não deixá-los ainda mais nervosos. - me virei vendo um homem alto vestindo um jaleco branco, seus cabelos são na altura dos ombros e olhos extremamente verdes.

- Desculpe Dr. Styles! - pude ouvir a voz da recepcionista que foi ignorada pelo médico

- Meu nome é Harry Styles e eu sou o neurologista que está cuidando do seu marido… - estendeu a mão para que eu pudesse cumprimentá-lo e eu o fiz - Peço desculpas por esse episodio de agora pouco, não leve em consideração nada que a senhorita Jenner falou… - se aproximou do meu ouvido colocando a mão ao lado de sua boca - Ela fala pelos cotovelos. - sussurrou sorrindo

- Sim, mas qual é o estado do meu marido? Depois do que eu ouvi… - suspirei cortando a minha própria fala

- Como eu disse não há porque se preocupar. Seu marido teve uma leve lesão na cabeça e agora passa bem, vamos esperá-lo acordar para ver se não ouve nenhuma sequela e ele terá que ficar um tempinho em observação. - respirei aliviada - Sugiro que vá para casa e espere que ele acorde, pedirei para informá-la assim que isso acontecer.

- Obrigada doutor. Será que eu posso vê-lo? - perguntei esperançosa

- Sim claro, mas a criança tem que ficar. - assenti - Posso ficar com ele se quiser, não tenho nenhum paciente agora e a senhorita não pode demorar te dou no máximo três minutos. - assenti mais uma vez deixando Lewis no colo do Dr. Styles e me disparando para a porta do quarto em que ele me mostrou

Em frente à porta tinha uma janelinha de vidro onde pude ver Liam deitado desacordado e com a mangueira do soro em sua veia. Abri a porta calmamente entrando no quarto em passos leves para não fazer barulho, me aproximei de sua cama e pude ver uma faixa branca em volta de sua cabeça. Ele respirava calmamente e eu agradeço a Deus por ele estar vivo, se algo acontecesse com ele eu não sei o que seria de mim e do nosso filho.

- Liam amor, eu estou aqui para você… - segurei sua mão e com a outra acariciei seu rosto - Acorda logo para me dizer que está tudo bem, que isso não passou de um susto… Eu te amo! – selei nossos lábios rapidamente - Tenho que ir, mas venho te ver amanhã.

Sai do quarto e o doutor me esperava do lado de fora da porta, peguei Lewis de seu colo me despedindo, não sem antes deixar claro que eu voltaria no dia seguinte.

Como o combinado estou no hospital, são nove da manhã e eu deixei Lewis com a vizinha. Liam já acordou e Dr. Styles pediu para que eu o esperasse diagnosticá-lo primeiro, estou o esperando há meia hora já aflita e então vejo o doutor sair da sala.

- Agora posso vê-lo né?! - perguntei animada

- Antes eu tenho que explicá-la uma coisa…

- Por favor, explique depois, quero vê-lo primeiro. - falei sem esperá-lo responder e andei rápido em direção ao quarto

Entrei no quarto vendo Liam sentado na cama ainda com a faixa em volta de sua cabeça, corri até ele o abraçando e distribuindo beijos em seu pescoço.

- Meu amor, que susto você me deu… - olhei em seus olhos com um imenso sorriso - Nunca mais faça isso, por favor.

E então se iniciou um logo momento de silêncio na sala. Liam me analisava com seus olhos e seu rosto mostrava uma certa confusão.

- Quem é ela? - sussurrou olhando para o doutor apontando para mim e em imediato meu sorriso desapareceu.

- Como assim? - olhei confusa para o médico que estava do outro lado da sala

- Eu tentei avisar. - disse Dr. Styles

- Eu tenho um filho… - disse baixo parecendo perdido em seus pensamentos atraindo o olhar atento meu e do doutor - Onde está Lewis?

[…]

______________________________________________________________

Sobre a colaboração:

Imagine escrito e enviado à nós por (sigam):  onedidreamsforever

Todas as quintas temos colaboração como essa. Mande pra nós seu imagine!

2

Você mandou seus pais para o mundo dos sonhos. Você realmente quis fazer isso? Isso foi um acidente? Como você aprendeu isso? O que você sentiu assim que fez e o que você sente ainda hoje, quando pensa no assunto? Culpa ou consciência limpa? Monstro ou vitima das circunstâncias? Conte-nos para nós. Nos esclareça essa história. @seiscentesimoandarpls

Keep reading

*Gente, eu sei que não é o Zayn, mas por favor! QUE FOTO MARAVILHOSA! Imaginem o Zaki e Zayn, morta.

Imagine Zayn Malik - Zaki Malik.

Abri os olhos assim que escutei o choro alto vindo do berço ao lado de minha cama, me assustei pois Zaki não costumava chorar aos berros, era igualzinho ao pai, desde os cabelos escuros e olhos castanhos claro ao jeito calmo e tímido, mas era maravilhoso ter um filho assim.

- Ei meu amor - pulei da cama e fui ao seu encontro, seu berço ficava no nosso quarto, Zayn disse que queria ele por perto até o garoto falar, pois não deixaria seu filho indefeso em outro comodo, ele estava vermelho dos gritos e balançava seu corpinho em agonia - meu Deus, o que está acontecendo?

O peguei no meus braços, mas mesmo assim ele não parou, mexi nas suas costas, cantei baixinho, tentei o fazer mamar, mas nada adiantava! Sai do quarto para não acordar Zayn e acredite, seu sono era tão pesado que nem os gritos do filho o acordava.

- O que foi meu amor? - perguntei como se ele fosse entender, o botei na sua cadeirinha que usava para o alimentar e peguei meu celular com o intuito de ligar para Sophia, que já era mãe de dois meninos, ela sabia mais que eu e com certeza me ajudaria, mas antes de discar os números senti dos braços me abraçando por trás, pulei de susto e sorri ao ver Zayn colocar o queixo no meu ombro.

- Desde quando Zaki chora assim? - meu marido perguntou estendendo o braço até o filho que imediatamente segurou a mão do pai.

- E-eu não sei, ele não para de chorar e estou muito assustada - minha voz saiu chorosa, Zayn deixou meu corpo e pegou uma cadeira da bancada sentando de frente para o filho.

- Ei filhão, mostra para o papai onde dói? - o bebê parou mais o choro e estendeu os braços para que o pai o segurasse, meus olhos se encheram de lágrimas, eu era uma péssima mãe - Não chora mais filho, isso assusta o papai demais, okay? - Zaki colocou a cabeça no peito de Zayn e fechou os olhos se confortando no lugar.

- Ele estava chorando sem motivo? - dessa vez eu quem abracei Zayn por trás, mas como ele era mais alto não consegui colocar minha cabeça em seu pescoço, então afundei meu rosto nas suas costas.

- Eu não sei amor, não entendo o porquê do choro… Ele não é de fazer isso - ficamos um pouco parados ali enquanto ele balançava o bebê.

- Me desculpa Zayn - falei baixinho e minha voz quase não saiu.

- Desculpar? Pelo o que? - ele tentou virar o rosto para meu olhar, mas eu só o apertei mais.

- Por… Eu não sei, toda vez que acontece algo Zaki te procura, ele nunca me olha do jeito que te olha, e… Eu não sou una boa mãe, nem sei como o fazer parar de chorar - uma lágrima caiu do meu rosto descendo nas suas costas.

- (S/n), você está maluca? É claro que é uma mãe maravilhosa, ele te ama! Quantas vezes já o vi te observando entre as madeiras do berço enquanto você dormia? - sorri um pouco - Não pense assim nunca mais, nós te amamos muito, só que é natural o pai ser mais apegado ao filho homem, eu acho.

- Não é não, eu li naquele livro de bebês que meninas são mais apegadas ao pai e os meninos ás mães - Zayn bufou e se virou me olhando.

- E você acha que aquele livro sabia como seria o nosso menino? Você é muito mais apegada a sua mãe, todas minhas irmãs são mais apegadas a minha mãe…

- Então, Zayn! Todos são mais apegados a mãe, por que meu filho não é apegado a mim? - falei com uma careta e ele riu.

- Vou te mostrar uma coisa - tirou Zaki do seu colo e me entregou, logo o bebê se aconchegou e colocou uma de suas pequenas mãos sobre meu seio, como sempre fazia - certo, agora me passe se volta - Zayn falou e eu ia o dar quando o bebê soltou um alto protesto e apertou sua mão sobre minha blusa e afundou mais o rosto no meu ombro - viu só?

- Ai meu Deus - sorri e olhei para meu marido cheia de felicidade.

- Ele te ama muito - sorri mais ainda e olhei de novo para o meu bebê, tão parecido com o pai.

- Agora vamos dormir, hum? - botou sua mão no fim das minhas costas me guiando até nosso quarto, iria colocar o bebê no berço, mas ele segurou mais uma vez me apertou - Deixa ele dormir conosco hoje.

- Zayn, você se mexe demais e quase me mata com seu peso, imagina se passar por cima dele? - ri do seu biquinho, apertei os dois lados dos seus lábios com minha mão vaga e o beijei.

- Eu não vou me mexer com ele por perto, por favor - concordei e ele me deu um beijo na testa antes de deitar.

Depois de alguns minutos os dois já dormiam profundamente, como se nada existisse em volta deles, levantei para pegar o lençol de Zaki e o enrolei, o botei do lado de Zayn, o bebê se acomodou logo sobre os braços do pai que dormia como se não houvesse amanhã.

- Eu tenho tanta sorte - falei olhando para aquela cena e desejei cogelar o momento no qual as pessoas que eu mais amavam estavam ali tão quietas e tão minhas.

Fui até o outro lado da cama deitando ao lado do meu homem, ele mesmo dormindo abriu o braço para que eu me deitasse em seu peito, passei meu braço sobre sua barriga e fiz um ultimo carinho no meu filho antes de fechar os olhos.

E até nos meus sonhos eram eles que estavam ali, me fazendo, mesmo que nos pequenos momento, a mulher mais feliz desse mundo.

Gabi

Imagine com Harry Styles.

Pedido: Queria um 1s do harry, que eles são casados a um tempo já e sempre tentam ter um bebê, mas não conseguem, e um dia ela descobre que ele traia ela a uns meses, e a amante dele aparece dizendo que está grávida, e ele fica todo feliz, sai contando pra todos que vai ser pai e vc pode decidir o final :) Obg

Espero que goste <3


Suspirei encarando o pequeno teste em minhas mãos, mais uma vez dera negativo. Cerrei meus olhos e deixei as lágrimas escorrerem, Harry e eu tentávamos ter um filho há meses, mas eu nunca engravidava.

Larguei o teste dentro do lixo e molhei meu rosto, fui para a cozinha fazer o jantar, Harry chegaria logo.

Estava cortando alguns legumes quando a campainha tocou, lavei minhas mão e fui até a porta, uma garota bonita estava atrás da mesma.

-Posso ajuda-la?-Perguntei me apoiando no batente da porta.

-Então…eu sou Scarlet.-Estendeu-me a mão, a apertei.-Você deve ser a s\n.-Assenti.-Eu posso entrar?-Ela parecia nervosa, dei um passo e a garota entrou um um sorriso envergonhado.

-Senta, quer beber algo?-A garota sentou.

-Não, obrigado, eu só preciso falar com você.-Me sentei na poltrona a frente dela.-Bem, eu sou…eu tenho estado com o seu marido.-Mordeu o lábio inferior.

-O que?-A olhei incrédula.

-Eu sei, é horrível, mas eu me apaixonei por ele!-Meus olhos começaram a arder.

-Mesmo sabendo que é casado?-Perguntei com ironia.

-Me desculpe!-Me levantei.

-Saia da minha casa, por favor.-Apontei para a porta, a garota se levantou.

-Eu engravidei do Harry.-Ela disse baixo, meu mundo desmoronou completamente.-Me desculpe, s\n.-Ela me olhou uma última vez e saiu, cai no sofá e coloquei as mãos no rosto, as lágrimas escorreram incessantes.

A porta abriu, Harry apareceu sorrindo, ele largou sua maleta em cima da poltrona e se aproximou de mim, seu sorriso se desfez.

-Aconteceu alguma coisa, meu amor?-Não respondi, apenas o olhei.-Você fez outro teste?-Assenti. Harry suspirou.-Nós vamos conseguir, amor, não fica assim.-Tentou me abraçar, mas eu o estapeei.-Ei, o que está havendo?-Segurou meus braços.

-Seu eu for tentar ter um filho Harry, não vai ser de você.-Grunhi me soltando.

-O que aconteceu?-Me levantei e segui para a escada.-s\n, o que aconteceu?-Me agarrou antes que eu subisse nos degraus.

-A Scarlet aconteceu Harry.-Me virei sentindo as lágrimas ainda caindo, o rosto de Harry ficou branco, ele passou a língua nos lábios, mas não disse nada.-Ela tá grávida, Harry.-Suspirei, um sorriso fraco se formou na boca dele.-Parabéns.-Disse fraco. Me virei novamente e corri para o quarto, tranquei a porta e guardei todas as minhas coisas dentro das minhas malas.

Desci já com o rosto seco, minha cabeça doía um pouco, meus olhos ardiam. Harry estava sentado no sofá com o celular nas mãos, ele se levantou assim que me viu.

-Então é isso.-Suspirei.

-Não precisa ser assim.-Ele deu um passo em minha direção, ergui a mão, tocando seu peito, mantendo-o afastado.

-Precisa sim.-Suspirei.-Você vai ser pai, Harry, e o seu filho que não é meu.-Meu coração doeu.

-Por favor, não vai.-Agarrou minha mão.

-Boa sorte com o seu bebê, Harry, sei que sempre foi o seu sonho.-Puxei minha mão, trazendo a dele junto, beijei seus dedos, soltei nossa mãos e segui para a porta.

-s\n.-Me virei para ele.

-Adeus, Harry.

(…)

Encarei o teto branco do quarto enquanto ouvia meu celular tocar, me sentei na cama de solteiro e esfreguei os olhos, peguei o celular e atendi sem ver quem era.

-s\n?-A voz feminina soou.

-Claire?-Suspirei e olhei para o relógio do lado da cama.-Por que me ligou as seis e meia?

-Eu tive um problema com o Jonny, ele está com febre, você pode cobrir o meu turno hoje?

-Claro, como ele está?

-Agora está bem, mas temo que piore e a febre volte.

-Pode ficar tranquila, vou tomar um banho e vou para o consultório.

-Obrigado, amiga.

-De nada.-Sorri e desliguei o celular.

Me levantei e tomei um banho rápido, coloquei um vestido florido, prendi os cabelos e dirigi até o consultório pediátrico, que já estava cheio.

-s\n, que bom que você chegou.-Maicon, o pediatra, disse se aproximando. Sorri e lhe dei bom dia, fui até a bancada e comecei o meu trabalho. Estava conversando com uma das mães que saíra da consulta quando um choro estridente foi ouvido, a pessoa que estava com a criança fazia sons com a boca para fazê-la parar, mas não dera certo. Me levantei da minha cadeira e segui o choro até o fraldário.

-O que você tem, Nina?-A voz masculina perguntou, recebendo mais choro em resposta.

-Precisa de ajuda?-Perguntei entrando, meu corpo congelou quando o homem se virou, era ele. Seus cabelos estavam mais compridos, tinha olheiras, mas era ele, era o meu Harry. O choro alto me tirou do meu encanto.

-s\n.-Ele disse baixo.

-É a sua filha?-Perguntei me aproximando, ele apenas assentiu.-O que aconteceu?

-Eu não sei.-Deu de ombros.

-Posso?-Me referi a mexer no bebê.

-Claro.-Sorriu. Me aproximei mais e sorri para o bebê, que ainda chorava.

-O que aconteceu, princesa?-Perguntei afinando a voz, ergui o vestidinho e baixei a meia calça pequenina. Abri a fralda e vi a assadura que deveria ser a causa do choro.-Como isso aconteceu?-Perguntei pegando uma das fraldas que ficavam no armário ao lado.

-Eu não…sei.-Coçou a parte de trás.

-Está com a pomada para assaduras?-Tirei a fralda suja de baixo do bebê.

-Acho que não.-Mordeu o lábio inferior. O encarei.

-Harry, isso dói, sabia?-Apontei para a bunda vermelha da pequena.

-Eu sei, mas não faço ideia do que comprar.-Se defendeu.

-E a mãe dela, onde está?-Passei um lenço umedecido na assadura, causando um choro mais fino.

-Nos abandonou a algumas semanas, desde então eu tenho cuidado de Nina sozinho.-Suspirei e assenti. 

-Pode abrir essa porta para mim?-Perguntei apontando a portinha do armário alto, Harry a abriu.-Agora pegue uma das pomadas.-Ele o fez e me entregou. Espremi um pouco no meu dedo e espalhei na bunda do bebê, que soltou um suspiro de alivio.-Okay, princesa, isso vai te ajudar.-O choro acabou, fechei a fralda e recoloquei a meia calça.-Pronto.-Sorri pegando-a no colo.-Ela parece com você.-Sussurrei. Ela tinha olhos claros, verdes como os dele, os cabelos eram encaracolados e a boca era desenhada como a dele.

-Obrigado.-Disse me olhando ainda sorrindo, meus olhos desceram para a boca de Harry, meu coração bateu mais forte, a bebê nos olhava atentamente.

-Eu preciso…trabalhar.-Disse baixo, Harry assentiu e eu saí quase correndo. Ele saiu atrás de mim e se sentou em uma das cadeiras perto da bancada.

-Tia s\n.-Uma das garotinhas que frequentavam a clínica me chamou.

-Olá, Hailey.-Disse sorrindo para ela. Fingi prestar atenção no que ela dizia, mas meus olhos estavam fixos nele, e os dele em mim.

(…)

Fechei a porta do consultório e guardei as chaves na bolsa, caminhei até o meu carro e tomei um susto ao ver a figura alto escorada nele.

-Harry?-Disse me aproximando, ele sorriu.-Está frio para ela.

-Eu sei, mas eu precisava te ver.-Sorriu de lado, o bebê dormia em seus braços, a bolsa rosa pendia em um dor ombros.

-Está de carro?-Perguntei.

-Não, ainda não tenho a cadeirinha.

-Eu tenho, entra.-Destravei o carro. Harry abriu uma das portas traseiras e colocou o bebê na cadeirinha, depois se sentou ao meu lado.

-Por que tem uma cadeirinha de bebê?-Perguntou colocando o cinto.-Você teve…

-Eu empresto o carro para uma amiga, ela tem um filho pequeno e pediu para que ela ficasse aqui.-Liguei o carro e dirigi para fora do estacionamento.-Você disse que precisava me ver.-Mencionei.

-Sim, eu…-Suspirou.- amo você.

-Não vamos começar com isso.-disse parando em um sinal vermelho.

-É verdade.

-Onde está morando?-Mudei de assunto.

-Na nossa casa.

-Não existe mais nossa casa, Harry.-Comecei a seguir o caminho que ainda lembrava.

-Claro que existe, ainda somos casados legalmente.-Me olhou.

-Harry, por favor, não.-Suspirei, meus olhos começaram a arder, mas eu segurei as lágrimas.-Pronto.-Falei estacionando na frente daquela casa que me trazia tantas lembranças.

-Entra um pouco.-disse soltando o cinto.

-Não, obrigado.-Forcei um sorriso. Harry suspirou.

-Okay, boa noite, s\n.

-Boa noite Harry.-O olhei, Harry tomou meu rosto entre suas mãos e selou meus lábios, em um beijo lento. Levei minhas mãos para os cabelos dele a e profundei o beijo, matando parte da minha saudade.

-Você não pode dizer que não me ama, s\n, eu sinto, senti no seu beijo.-Ele disse colando nossas testas.

-Harry.-Sussurrei.

-Admita.-Sussurrou de volta.-Admita que me ama, s\n.

-Não.-Disse me afastando. Harry agarrou meu rosto e me beijou novamente.-Para por favor.

-Eu sei que você me ama, como eu te amo.-Sua voz estava rouca, aquilo era o meu fim.-Admita.-Sussurrou roçando seus lábios aos meus.

-Eu amo você, Harry.

Imagine hot com Harry Styles
  • Pedido
  • Gabi você poderia fazer um hot da (s/n) e do Harry? Que eles já são casados e tem um filho bebê… Na casa da mãe dele.

  - Já está pronta, amor? - meu marido me perguntou.

  - Sim, baby, só falta pegar a bolsa da Darcy. - o respondi e logo Harry entrou em casa para pegar a bolsa com as coisas da nossa filha enquanto eu colocava a mesma na cadeirinha de bebê.

  - E agora… casa da vovó! - meu marido gritou animado para nossa filha que o respondeu batendo palmas e dando gritinhos animados. Sorri. Harry ligou o carro e fomos em direção a casa da minha sogra.

  - Oh meu Deus, como vai, minha princesa? - Anne fez uma voz fina  para Darcy que rapidamente esticou seus bracinhos em direção a vó que a pegou no colo.

  - Oi mãe. - Harry disse fingindo que estava com ciúmes mas eu sabia que ele amava essa relação de vó e neta. Anne o olhou e riu, logo nos cumprimentou e nos convidou para entrar. Gemma saiu correndo em direção a minha filha, havia tempo que elas duas não se viam.

  - Oi linda, que saudade! - ri com a voz melosa da minha cunhada. Senti duas mãos me envolverem e por um segundo eu me assustei mas senti o cheiro do perfume de Harry e logo relaxei o corpo.

  - Eu te amo. - sussurrou em meu ouvido e imediatamente meu corpo respondeu ao seu toque se arrepiando, virei meu corpo para que eu ficasse de frente para ele e envolvi meus braços no pescoço dele.

  - E eu te amo muito mais. - o selei.

  - Seus pais são muito safadinhos, Darcy! - ouvi Gemma dizer para minha filha e escondi meu rosto no peito do meu marido sentindo meu rosto queimar de vergonha. Ouvi a risada de Harry e afundei ainda mais meu rosto.

  - Deixe eles, Gemma, seu irmão não tem mais tempo para essas coisas, então deixe os aproveitar. - ouvi minha sogra dizer e meu rosto devia estar um pimentão. Harry continuava gargalhando por conta da minha vergonha e eu sentia vontade de tapar a boca dele.

  - Tá bom, mãe. Vocês podem ir para o meu quarto. - Gemma disse e eu tomei coragem para olhar para a cara dela e a mesma estava com um sorriso malicioso, não aguentei e ri.

  - É pra já! - Harry disse me puxando para mais um beijo intenso que eu interrompi por ainda estar com vergonha, o que causou ainda mais risadas. Ouvi minha pequena começar a chorar e eu me separei de Harry indo em direção a ela.

  - Shh, calma filha, a mamãe tá aqui. - falei tirando ela do colo de Gemma e a balancei em meus braços tentando acalma-la.

  - (S/a), deixa, eu cuido da minha sobrinha. - Gemma disse pegando ela do meu colo. A olhei agradecida.

  - Eu chamo vocês na hora do almoço, podem ir descansar. - Anne disse rindo. Céus, que vergonha.

  - Tem certeza? Se você quiser eu te ajudo a fazer a comida, Anne. - disse tentando sair daquela situação constrangedora. Harry continuava dando beijinhos em meu pescoço.

  - Não precisa, querida, e também tenho que esperar meu marido chegar do mercado. - ela disse tentando me convencer.

  - Eu estava falando sério quando disse para irem para o quarto. - Gemma disse rindo. Darcy já havia parado de chorar.

  Senti duas mãos me puxando para cima e quando vi já estava segundo carregada por Harry. Ele me segurava com o maior cuidado, como se eu fosse um bebê. Ri com isso. Ele subia a escada enquanto eu ria em seu colo.

  - Me deem mais netinhos! - Anne gritou lá de baixo e eu senti minha bochecha esquentar. Céus, o que está acontecendo?

  Harry me jogou delicadamente na cama de casal e logo subiu em cima de mim me beijando. Nos beijávamos com urgência e saudade, como se fosse o nosso último. Abri os botões da camisa dele, Harry me ajudou a tira-la e foi questão de segundos para que ela fosse jogada para qualquer canto do quarto. Comecei a arranhar as costas dele enquanto o mesmo distribuía beijos e mordidinhas em meu pescoço. Gemia fraco pedindo por mais e ele atendeu meu pedido tirando minha blusa deixando meu sutiã rosa rendado à mostra.

  - Você é linda. - ele disse baixo me avaliando. Sua voz estava rouca.

  - E sua. - o puxei para um beijo que foi correspondido, enquanto suas mãos passeavam livremente por meu corpo. Comecei a beijar e distribuir leves chupões em seu pescoço. Harry gemia baixo e segurava meu cabelo com força o que me incentivava a continuar.

   Naquele momento não importava se estávamos na casa da mãe dele, se tinha gente no primeiro andar, se podiam nos escutar, nada importava além de nós.

  Meu sutiã foi retirado sem nenhuma delicadeza, foi questão de segundos para que eu sentisse a boca de Harry em meu seio direito enquanto o esquerdo era estimulado pelos dedos dele. Ele mordia e puxava delicadamente o bico do meu seio e eu clamava por mais enquanto segurava o cabelo dele o bagunçando. Harry começou a deslizar seu corpo e beijava minha barriga indo em direção ao meu short. O olhei e ele sorria para mim, seus olhos transbordavam luxúria e isso me excitava ainda mais. Seus dedos ágeis rapidamente abriram meu short e o tirou de mim. Senti os dedos dele fazerem um carinho em minha intimidade por cima da minha calcinha que já estava bem molhada. Ele estava me torturando.

   - Baby, por favor. - choraminguei por não senti-lo dentro de mim.

  - Por favor o que? - ele tirou minha calcinha lentamente sem tirar os olhos de mim. Senti sua língua em meu clitóris e gemi alto. Porra. Ele começou a soprar minha intimidade e por conta da sensibilidade isso causava um prazer inexplicável. Senti ele penetrar um dedo em mim lentamente. Eu precisava de mais.

   Ele parou tudo e voltou a subir em mim colando nossas testas. Ele havia tirado sua calça e sua cueca box branca já estava apertada por conta do volume.

  - Harry! - gemi o nome dele quando ele pressionou seu quadril em direção ao meu, colando nossas intimidades. Envolvi minhas pernas no quadril dele tentando, de alguma forma, nos juntar ainda mais.

  - Me diga o que você quer. - ele gemeu quando rebolei meu quadril em busca de mais.

  - Me fode. - disse já desesperada para senti-lo dentro de mim. Fechei meus olhos com força quando senti Harry entrar com tudo dentro de mim. Voltei a arranhar as costas dele para tentar me acalmar. Gemíamos por conta do enorme prazer, Harry aumentava as estocadas e eu sentia que estava chegando ao meu máximo mas tentei me segurar para prolongar isso.

  Gotas de suor já estavam presentes em nossos corpos mas isso não importava, não enquanto estivéssemos sendo um só.

  Harry me penetrou ainda mais rápido e com mais força e foi assim que senti meu ventre embrulhar pedindo por mais. Fechei meus olhos sentindo o clímax chegando. Ele penetrou com mais força e então eu senti tudo a minha volta parar, meu corpo estava em êxtase, meu coração parecia que ia saltar para fora. Senti o corpo de Harry ficar rijo e senti seu líquido dentro de mim. Harry colocou sua cabeça em meu ombro para descansar e eu comecei a fazer carinho em seu cabelo.

  Eu sabia que havia sido a nossa melhor pois nunca havíamos ficado tanto tempo sem. Por conta da Darcy estar tendo muitas cólicas, estávamos nos dedicando totalmente e somente à ela. Havíamos descontado toda a saudade nisso.

  Estava quase dormindo quando ouvi a voz do padrasto do Harry gritar do corredor falando que o almoço estava pronto.

  Olhei para Harry que me encarava e sorri para ele que logo retribuiu.

  - Eu amo você. - eu disse.

  - Eu te amo mais, baby. - sua voz ainda estava rouca.

  Era hora de encaramos todo mundo lá embaixo e eu não sabia com que coragem eu irei fazer isso mas havia valido à pena. Na verdade, qualquer coisa que envolva Harry vale à pena.

Gabi

Pedido: “Faz um do harry que ele conhece a sn so que ele ja tem filho e depois de um tempo o filho dele diz que ama a sn e chama ela de mae o filho é pequeno bjss”

MINI IMAGINE COM HARRY STYLES

Od últimos raios de sol da tarde começavam a se despedir do final do dia, deixando um clima ameno e aconchegante no quarto de Peter. S/n estava sentada no chão, com a coluna inclinada levemente para a pequena mesinha a sua frente, onde ela apoiava-se para desenhar.  Peter estava sentado em uma cadeirinha ao seu lado, ele também tinha uma folha de papel à sua frente e desenhava um dinossauro enquanto contava a S/n tudo o que ele sabia sobre eles. Os dois se divertiam com os desenhando animais e depois tentavam reproduzir os sons que eles faziam. Observando S/n e Peter, encostado na soleira da porta, eu ficava muito feliz pelos dois se darem tão bem.
Antes mesmo de conhecer S/n, eu era casado com Ashley e ela engravidou de Peter poucos meses depois do casório. Nosso relacionamento não durou muito tempo, mas fomos compreensíveis na decisão do divórcio  e ambos  concordaram com a guarda compartilhada do nosso filho. Peter morava com a sua mãe, mas quase todos os dias eu ia visitá-lo, e nos finais de semana ele vinha para a minha casa. Nunca deixei de manter contato, sempre busquei manter  relação de pai e filho, ir nos eventos da sua escola, comemorar seus aniversários, educá-lo, brincar, viajar e passear juntos. Conforme Peter foi crescendo, Ashley e eu íamos conversando com ele sobre o porque seus pais não moravam juntos na mesma casa como a maioria dos seus colegas da escola. Não queríamos que ele pensasse que o fato de seus pais ser separados era a sua culpa. Quando eu e Ashley começamos a nos relacionar com outras pessoas, respeitamos o tempo e espaço de Peter, buscamos deixar claro que ele sempre nos teria como seus pais.
Quando comecei a namorar com S/n, disse a Peter que quando quisesse conhecê-la iria marcar um encontro e nós três iriamos sair juntos. Cerca de um mês depois, ele disse que estava pronto e marcamos de fazer um passeio no zoológico, ideia de S/n. Logo de primeira ela já conquistou a confiança de Peter, ele adorava animais e ficou admirado ao ver de perto leões, tigre, elefantes e as girafas. S/n também adorou o passeio, ela estava nervosa antes de encontrá-lo, com medo de sofrer alguma rejeição ou coisa do tipo. Mas quando ela viu o sorriso de Peter dentro do carro, quando descobriu que estávamos indo ao zoológico, S/n soltou um suspiro e sorriu aliviada. Depois desse passeio, mais encontros foram marcados entre nós três, Peter e S/n se deram muito bem e eles adoravam passar as tardes vendo filmes e desenhos e jogando futebol - S/n ensinou ele em uma tarde de domingo, ela jogava com o irmão quando eram mais novos.
Eu estava agora casado com S/n, fazendo com que ela tivesse mais contato com Peter diariamente. Ela me ajudava de vez em quando quando precisava ir para alguma reunião e cuidava de Peter quando estava fora.
Agora, ela encontrava-se ajudando Peter com o alfabeto que ele estava aprendendo na escolinha. Estava escrevendo o seu nome sozinho, e S/n ia ditando as letras na sequencia, esperando ele terminar de escrever uma para ditar a próxima.
— Olha papai! Eu sei escrever o meu nome! — Peter disse animado quando me viu parado na porta do seu quarto e estendeu o braço mostrando o resultado. Era possível ler “PETER STYLES” desenhadas em letras tortas,  maiúsculas  e com os “S” invertidos.
— Parabéns filho, bom trabalho! — Disse passando minha mão sobre seus cachos. — Que tal pendurar na parede do seu quarto?
— Sim! — Gritou feliz me entregando a folha para colar na parede ao lado da sua cama. Peter observava admirado o resultado do seu esforço. Percebi que ele ainda se sentia inspirado em aprender a escrever mais coisas quando perguntou a S/n — Mamãe, você pode me ensinar a escrever mais palavras? Eu quero escrever músicas que nem o papai!
Quando S/n escutou a palavra “mamãe” falada pelo menino, pude perceber um sorriso bobo se formando em seu rosto. Aquela era a primeira vez que ele a chamava de “mãe”. Sabia o quanto S/n estava se esforçando para ganhar a confiança de Peter, mas ela era compressiva, disse que ele poderia chamá-la pelo seu nome mesmo e não iria obrigá-lo a chamar de mãe e só o fizesse quando se sentisse confortável.
— É claro que sim, meu anjo — S/n respondeu sorrindo boba e orgulhosa de si mesma. Sabia que isso significa muito para S/n, ela considerava Peter como um filho e sempre procurou respeitar o seu espaço, não queria que ele pensasse que substituiria Ashley. Chamá-la de “mãe” significava que ele gostava dela, que confiava em S/n ao ponto que reconhecia amor e carinho materno nela. Ela tinha conseguído conquistar um espaço no coração de Peter com toda a sua calmaria e delicadeza, assim como ela fez com o meu coração.
Imagine Harry Styles

N/a: Meu Deus vocês fazem muitos pedidos com o Hazza kk sério, tenho vários dele.

Pedido: vc poderia fazer um do Harry, que ele e s/n vão num almoço na casa dos pais dele, dai eles brigam, e a filhinha deles ouvi e começa a chorar, dai a s/n fica mais irritada, então Harry vai acalmar a filha? obrigadinha

(…)

– Papai o que achou do meu vestido? – Duny perguntou dando varias voltas fazendo seu vestidinho girar junto ao corpo. Terminei de arrumar minha blusa e me agachei no chão vendo aquela cena.

Ao parar ela fez uma careta mostrando claramente que estava tonta.– Você está linda baixinha.– segurei suas pequeninas e gordinhas mãos dando um certo apoio para que ela não caia.– Hm… Posso saber quem te deu este vestido rosa?

– Foi mamãe.– respondeu.– Mas, foi eu quem escolhi.– sorriu mostrando os dentes.

– Você tem um bom gosto, sabia?!– Duny concordou exageradamente com cabeça fazendo seus cachos naturais caíssem em sua testa. – Agora vem, vamos procurar a mamãe.– a peguei no colo facilmente e sai do quarto.

(S/n) sabia quem tínhamos um almoço daqui a algumas horas, e mesmo assim ela não fez questão de sair daquele escritório. De fato (S/n) era viciada em trabalho, sempre priorizando seu emprego o que acaba se esquecendo da família.

– Amor.– murmurrei dando duas batidas na porta de madeira. Ela respondeu um entra e assim fiz. E novamente eu estava vendo aquele mesmo episódio, onde ela se encontrava escrevendo em frente ao computador enquanto pilhas de papéis estavam postos ao seu lado, juntamente com seu extravagante telefone vermelho.– (S/n) você sabe que temos que sair daqui a pouco, não é?

– Aram…– pigarrerou apenas mexendo a cabeça.

Revirei os olhos e encarei Duny que mexia nos fios do meu cabelo.– Vai lá convencer a mamãe a sair daquele computador. – cochichei em seu ouvido a colocando no chão, ela me fez um sinal positivo com a mão correu para o lado de (S/n).

– Mãe vamo logo, quero ver a vovó.– puxou a barra do short da (S/n) e a mesma parou de digitar a encarando séria.

– Eu tenho que terminar isso hoje.– contou indelicada.

– Mas mamãe… A vovó.– Duny tentou novamente tristonha, (S/n) lhe lançou um olhar “não me atrapalhe de novo”.

Duny abaixou a cabeça voltando para mim.– Ela não gostou do que eu disse, pai.– contou batendo os dedinhos um no outro, era uma de suas forma de mostrar que estava triste.

– Não, não é isso.– menti.– Elá só tá ocupada, só isso.– suspirei beijando o topo de sua cabeça.– Vai lá buscar sua boneca que logo logo vamos na vovó.

– Tá bom.– respondeu saindo do escritório.

– Olha (S/n), eu até aceito que esteja ocupada, mas tratar Duny assim já é demais.– falei finalmente recebendo sua atenção.

– Eu não a tratei indiferente.– retrucou enrugando a testa.

– Sim, tratou.

– Certo, o que vocês querem, hm?– disse impaciente girando ficando totalmente de frente para mim.

– Eu simplesmente quero eu você saia daí e vá se arrumar.– eu poderia estar sendo um babaca naquele momento mas eu só assim para (S/n) me ouvir.

Ela fechou os olhos e inspirou e suspirou.– Tudo bem.– disse se levantando da cadeira giratória. – Satisfeito Harry Styles.– falou antes de sair pela grande porta de madeira.

(…)

Estacionei o carro em frente à calçada da casa da minha mãe, (S/n) finalmente havia saído daquela sala que ela chama de trabalho, porém ela continuava no telefone conversando sobre as próximas reuniões. Duny estava brincando com sua boneca no banco de trás enquanto o cinto de sua cadeirinha a impossibilitava de cair para frente.

– Vamo fazer uma surpresa pra titia.– Duny exclamou assim que percebeu minha atenção.

– Como? Se ela já sabe.– (S/n) disse finalmente desligando o telefone, a pequena olhou para o teto do carro pensativa.

– É mesmo né.– deu de ombros arrancando um riso meu e de (S/n).

É isso que eu sempre gostei, dos nossos momentos em família nem que seja só por alguns minutos. Eram os minutos que gostaria de eternizar, por mais clichê que isso possa soar, é verdade.

– Então, vamos.– (S/n) disse retirando seu cinto e saindo do carro, fiz o mesmo a observando tirar Duny de sua cadeirinha.

Estávamos caminhando rumo a porta, porém um barulho de conversas e risadas tomou conta de nossos ouvidos fazendo nós nos encaramos confuso.

– Acho que estão nos fundos.– (S/n) deduziu o que estávamos desconfiando, concordei com ela e novamente voltamos a caminhar pela lateral da casa passando por uma jardim perfeitamente decorado.

Avistamos Anne e Duny logo correu em sua direção ligando em seu colo, que sorridente a agarrou.

– Oh (S/n) que surpresa.– a  cumprimentou puxando para um abraço desajeitado, pois Duny ainda estava em seu colo.– Harry querido, obrigada por vir.

– Eu que agradeço, mãe. Você melhor do que ninguém sabe o quanto amo passar o tempo com a família.– declarei sentindo (S/n) me olhar descontente.

Anne sorriu acariciando minha bochechas, ela colocou Duny no chão que rapidamente se pôs ao meu lado.

– Papai, vamos procurar a titia.– sinto minha mão ser puxada por minha pequena.

Eu cumprimentava as alguns parentes conhecidos enquanto continuam sendo puxado passando grosseiramente no meio de conversas das pessoas presentes. Sem dúvidas eu era mais forte que Duny mas, simplesmente gostava que ela tivesse seus momentos infantis comigo.

Vimos uma figura magra de cabelos loiros quase platinados e curtos, logo deduzir ser Gemma.

– Tiaaaa.– Duny pela terceira ou quarta vez no dia se jogou nos braços.

– Oi Gemma.– acenei e ela se desfez do abraço da minha filha, logo me abraçando também.

– Então tia, cadê aquele pirulito, hm?– Duny pediu juntando as mãos em forma de oração, ri.

– Então era pra isso que você veio correndo, não é mocinha?!– Gemma riu apertando o narizinho de Duny.

– Isso explica o porquê de saímos de casa mais cedo.– falei.

– Vocês até que estão pontuais.– Gemma confirmou em seu relógio.

– Achei vocês.– senti um mão passar por minhas costas gentilmente e vi (S/n) aparecer no nosso campo de visão depositando um selinho em meus lábios.– Vocês tem uma família grandinha, né!

– Na verdade, a dona Anne convidou os vizinhos.– Gemma respondeu sorrindo torto.

– A entendi.– (S/n) concordou observando novamente o local. Não havia tantas pessoas assim no quintal.

– Vamos falar um pouco sobre essa garotinha aqui.– minha irmã a fez cócegas arrancando dela um riso.– Como ela está na escola, (S/n)?– perguntou.

– Bom… Eu acho que ela está bem.– respondeu coçando atrás da orelha.

– Acha? Como assim?– Gemma estranhou enrugando a testa.

– Digamos que minha esposa não é muito presente.– contei e ela me dá um cotovelada.– Aí.

– Eu sou sim.

– Não. Não é.– retruquei.– Você só fica naquele seu escritório.

– Exatamente para sustentar nossa casa.– disse pouco nervosa.

– Você ainda quer o pirulito?– Gemma perguntou baixinho para Duny que concordou, as duas saíram disfarçadamente, não percebemos nenhum de seus movimentos pois estávamos muito ocupados.

– Eu só estou dizendo para se dedicar mais a família.– respondi na mesma intensidade. Algumas pessoas próximas nos olharam de canto porém nem me importei

– E eu não me dedico, Harry, eu vivo por vocês. Meu trabalho são inteiramente para o lazer de Duny.– disse entre dentes passando as mãos nos cabelos soltos.

– Não precisamos disso, (S/n). Você não precisa se matar de trabalhar eu também trabalho, muito, e mesmo assim tenho tempo de ficar com minha filha.– respondi.

(S/n) abriu a boca para retrucar quando ouvimos um choro estridente e fino de Duny que correndo saiu pelo quintal.

– Argh!!! Tá vendo? De atenção à ela agora.– meu coração vacilou ao ver que (S/n) estava nervosa por minha causa. Ela saiu a passos duros em direção oposta de Duny.

Como num jogo de alternativas fui rumo a Duny tentar acalma-la. Procurei por algum tempo por ela, já estava ficando preocupado quando avistei seus cachos escondidos entre o sofá e o outro. Sorri ao lembrar que quando era criança também me escondia ali.

– Amor.– sussurrei agachando ficando do seu tamanho, ela estava sentado no chão segurando seus próprios joelhos.– Posso ficar aqui com você?– pedi e ela concordou mostrando seu rosto vermelho, seus olhos verdes estavam poucos vermelhos.– Você está chateada comigo?– perguntei e ela negou.– Com a mamãe?– fez o mesmo gesto. – Com quem então, pequena.

– Comigo.– respondeu baixo fungando o nariz.

– Porque?

– Eu só atrapalho vocês.– disse e eu juntei as sombrancelhas.

– Não, jamais.– me aproximei dela a abraçando de lado.

– Vocês brigaram por minha culpa.– contou emburrada, neguei.

– Nós estávamos conversando… Sobre a gente… Você não entenderia.– pensei, eu nunca fui péssimo em conversar com crianças mais explicar as coisas para elas nunca foi a minha praia.– Eu só quero ficar mais tempo com ela.

– Mas mamãe só fica naquela sala.– ela entortou a boca encarando meu rosto.

Balancei a cabeça.– Sim… Por isso temos que a convencer de passar mais tempo com a gente.– falo colocando uma mecha de seus cabelos atrás da orelha.

– Vamo fazer isso agora Papai.– pediu e toda aquela tristeza havia ido embora.

Sorri para ela e concordei.– Me concede essa honra princesa.– fiz uma reverência como cavalheiro e Duny riu segurando minha mão que facilmente a levantou.

(…)

Nós finalmente estávamos voltando para casa, o resto do dia se passou tranquilamente e Duny e eu convencemos (S/n) de ficar mais tempo com a gente, hoje tivemos a chance de mostrar a ela que vale a pena abandonar o trabalho por um tempo para sorrir de coisas bobas quem Duny faz. Me lembrei quando (S/n) estava gargalhando e Duny veio rapidamente ao meu lado cochichando em meu ouvido um “conseguimos papai.”

Nós sempre tivemos uma grande conectividade, pai e filha, como deveria ser. Sorri observando Duny pelo retrovisor, ela sorriu indicando um sinal positivo com a mão, pisquei um olho retribuindo seu sorriso.


Gostaram?

/MaYa

Imagine Niall Horan

Hey girls! Como vocês pediram, Nini ganhou!! Este pedido foi da querida Iza, que disse que morreria com um cute do Niall! Espero que goste, linda!! Espero que todas vocês gostem!  ( essa foto não é um amorzinho?Estou apaixonada!)

 Boa leitura Xx

  • Pedido

- Querido, poderia pegar uma mamadeira para a Lesly, por favor? - gritei para meu marido ao pé da escada. Continuei a separar uma muda de roupas extras para meus filhos, caso eles se sujem, o que é bastante comum.

- Amor, é a mamadeira lilás ou amarela? - ele gritou da cozinha, e ri.  Niall nunca lembrava das cores de cada um.


- É a rosa - gritei em resposta e terminei de fechar a segunda bolsa. Me apressei em pegar as bolsas e descer para a sala, onde meus filhos brincavam no cercadinho que quase ocupava a sala toda - Aliás, a mamadeira é roxa, não lilás.


- Eu já sabia - ele chegou com a terceira bolsa, onde colocou todas as mamadeiras e sanduíches que fiz antes de arrumar as crianças - Vamos?


- Claro. Quase uma hora para sair de casa! - exclamei, me aproximando do cercadinho e vendo  quatro pares de olhinhos azuis me olharem felizes - Vamos pro porquinho, meus amores? - perguntei fazendo uma voz fina e sendo respondida com gritinhos de alegria e bracinhos para o alto.


Finalmente fomos para o carro e colocamos as quatro criaturinhas nas cadeirinhas. Niall deu partida e liguei o rádio, colocando um CD infantil e cantando junto de meus filhos.


Dez minutos depois, chegamos ao parquinho no centro da pequena cidade em que moramos, e soltamos nossos pequeninos na grande área do parque, cheia de outras crianças correndo e brincando.


Nos sentamos debaixo de um grande carvalho e esticamos nossa toalha de piquenique. Niall e eu nos sentamos lá e ficamos de olho nas crianças. Gosto deste parque porque a área é delimitada, não tendo risco de qualquer criança fugir para a rua.


Meu marido se aproximou de mim e meu deu um beijo na ponta do nariz.  Sorri com seu gesto carinhoso e descansei minha cabeça em seu ombro. Respirei fundo e fechei os olhos por um breve momento.


Só alguns segundos. E então, ouvi uma gritaria. Abri os olhos preguiçosamente. Gritos de crianças eram normais aqui, eles sempre gritavam de surpresa ou alegria quando brincavam umas com as outras.


Não foquei meus olhos em nada, o sol nesta manhã estava forte e aquecia meu rosto de um jeito gostoso. Sorri e aproveitei o carinho. Niall me cutucou.


- Querida? - ele me chamou baixo


Resmunguei um pequeno “Hum”, não querendo sair daquela posição.


- Acho que nossos filhos estão arrumando confusão - ele sussurrou e me arrepiei com a sua voz perto do meu ouvido.


Foquei meus olhos nos brinquedos mais a frente e vi crianças gritando e fazendo um pequeno tumulto. Alguns pais tiravam seus filhos de lá e levavam para o outro lado do parque. Olhei mais atentamente e percebi que duas cabeças loiras estavam brigando com algumas crianças.


Olhei confusa para Niall e vi que ele estava um pouco assustado. Nossos filhos estão brigando? Eles só tem 3 anos!


Niall bufou e arregalei os olhos quando vi que Jasper começou a puxar o cabelo de outra menina, e que Josh e Noah corriam atrás de dois garotos menores. Lesly… Bom, Lesly estava arrancando a cabeça de uma boneca que não é dela.


Levantei apressada e corri para perto das minhas filhas. Vi Niall ir atrás dos dois meninos e agradeci por não ter que correr atrás de quatro crianças para separar uma briga.


Peguei Jasper no colo e ela resmungou. A garota que estava jogada no chão estava chorando, e logo vi que sua mãe se aproximava.


- Me desculpe, me distraí por um momento e…- não precisei terminar, a mãe da menina já lançava um pequeno sorriso para mim


- Não precisa se desculpar - ela disse docemente enquanto pegava a filha no colo - Sei como é. Não podemos nem respirar por um minuto.


Sorri com ela e as duas meninas em nossos colos começaram a rir e esticar os bracinhos na direção da outra para brincar de algo. Eu e a outra mãe sorrimos e fiquei admirada em como as crianças perdoam rápido.


Niall voltou esbaforido com Josh no colo. Eles estavam com as bochechas vermelhas e os cabelos loiros colados na testa. Meu marido se curvou um pouco e respirou pesadamente.


- Quantos filhos nós temos mesmo? - ele me perguntou ofegante


- Quatro, querido - respondi docemente e ri com a cara de desespero dele. Ele deixou Josh comigo e foi atrás de Noah, que mais parecia um corredor olímpico, rodando toda a praça. Acho que Niall vai ter um belo trabalho.


Dei a mão para meu filho e caminhei com ele e Jasper no meu colo até onde Lesly estava. Me abaixei e ela parou de tentar arrancar a cabeça da boneca.


- O que você está fazendo, filha? - perguntei a ela quando direcionou seus olhinhos para mim.


- Quero trocar a cabeça dela, está feia assim - ela disse, franzindo o nariz e fazendo biquinho.


- Essa boneca não é sua, filha


- É minha! - uma garotinha falou emburrada, cruzando os braços e parando perto de nós. Lesly olhou para ela e perguntou:


- Você não sabe dividir?


Fiquei pasma.


- A boneca é minha e você quer quebrar-la!


- Eu só queria trocar a cabeça dela, deixar mais bonita para brincar! - Lesly falou desfazendo o bico


- Eu gosto dela assim! - Resmungou a garota e arrancou a boneca das mãos da minha filha e saiu correndo.


Lesly ficou olhando para as mãos vazias e olhou para mim, triste. Jasper pulou do meu colo e abraçou a irmã, murmurando logo em seguida :


- Sei que você ia deixar a boneca mais bonita!


Sorri para as duas e vi Josh colocar o dedo na boca.


- Oi mamãe! Olha para mim! - gritou Noah, passando correndo por mim e acenando. Niall vinha logo atrás, cansado e suado.


- Noah! Pare já de correr! - gritou meu marido e ouvi meu filho dar gritinhos agudos enquanto corria. Até que se cansou e deixou o pai o pegar no colo.


Segui com os três que estavam comigo até o carvalho em que eu estava, e dei um sanduíche para cada um com a mamadeira com suco de laranja. Eles sorriam e comiam com muita vontade. Niall e Noah se juntaram a nós e dei o lanche para meu filho também, que estava todo vermelho.


Nos sentamos e desfrutei deste momento em família, sorrindo. Quando todos já estavam satisfeitos, nos levantamos e guardamos as coisas. Seguimos para casa em silêncio e quando chegamos, os quatro pareciam cansados demais para almoçar.


Dei um banho de banheira nos quatro e molhamos o banheiro todo. Coloquei uma roupa confortável em cada um e os coloquei na cama. Eles adormeceram rápido, fui na cama de cada um e lhes dei um beijo na testa. Afastei o cabelo loiro de Noah do rosto dele e senti Niall me observar do batente da porta.


Caminhei até ele e ficamos olhando nossos filhos dormindo calmamente, cada um na sua cama. Eles pareciam anjinhos. Nossos anjinhos. Niall envolveu minha cintura e sussurrou no meu ouvido:


- Amo quando eles estão assim


Ri com seu tom de voz brincalhão e me virei de frente para ele. Fechei a porta com cuidado e o abracei pelo pescoço.


- Foram as melhores coisas que já fizemos! - murmurei para ele, e o vi sorrir, provocando ruguinhas no canto de seus olhos.


- Estou pensando seriamente em fazermos outro - ele disse e o olhei assustada - A casa é tão grande, e o quarto tem espaço para mais uma cama.


- É se vierem gêmeos? Ou trigêmeos?


- A gente quebra as paredes e constrói um quarto maior - ele respondeu sorrindo e dei de ombros. Niall pareceu gostar da minha resposta, e me jogou na parede, murmurando com os lábios junto dos meus - Para a Batcaverna, querida! Vamos fazer Batfilhinhos!


Gargalhei e Niall me calou com um beijo de tirar o fôlego.

/Larry

Imagine Harry Styles

Harry Styles POV’s

Hoje era um dia especial para o meu filho mais velho, keaton, ele fazia sete anos, mas em vez de ter uma festa pediu para que nós, eu minha esposa e nosso outro filho, saíssemos como uma família normal, Peter Pan estava em cartaz no teatro e (S/n) o perguntou se ele queria ir até lá e depois nós íamos ao shopping lanchar e ele escolher seu presente.

- Amor, você viu o Justin? -(S/n) perguntou na sala onde eu assistia o jogo do green na TV com keaton.

Justin é nosso filho mais novo, ele tem três anos, e é aquela criança pesadelo, sabe? Eu achava engraçado ver crianças daquele jeito dando trabalho aos pais, mas quando é minha vez… cara, não sofri tanto na minha vida quanto ao dia que ele saiu correndo no parque, coitada de (S/n) que tinha que aguentar a pestinha o dia todo em casa enquanto eu trabalhava, mas falando sério, ele era a nossa maior alegria, não tinha hora triste pata Justin, sempre que eu chegava sua mãe estava rindo de uma das suas palhaçadas, ele nunca chorava, mas se perdia facilmente nos lugares.

- Não amor, acho que ele ta no quintal - respondi sorrindo e olhei para a TV novamente.

No nosso quintal tinha um parquinho para ele, coisa que me arrependo de fazer, ele sempre se sujava trazendo problemas para (S/n).

- Justin filho, a mamãe já disse quantas vezes que quando tomar banho não pode ir para o parquinho? - (S/n) falava o segurando pela mão, ele ria me olhando - Ai que droga, agora eu vou ter que te dar banho de novo! - ela falava quase chorando e eu me levantei caminhando até eles.

- Pode ir se arrumar, babe - falei pegando a mão de Justin - eu banho ele - ela se aproximou e me deu um selinho antes de subir as escadas - e você? Vem cá, direto para o banho - falei fazendo cara de raiva e ele olhou para baixo seguindo o caminho do banheiro e eu fui atrás.

Justin fazia a bagunça na banheira, mas ele era bem mais calma comigo, sua mãe nunca tinha nem sequer levantado a mão para ele, então se aproveitava para maltratar a coitada, já comigo era meio que diferente, se ele fizesse uma daquelas palhaçadas eu fingia só gostar de Keat, que sempre foi calmo, Justin tinha ciúmes da mãe tanto comigo quanto com Keaton, ele chorava quando eu pedia para ela ir para o nosso quarto quando ela estava o botando para dormir, acho que ele tem até raiva de mim, mas isso passava quando eu o viu sorrir me olhando.

- Papai olha - ele falou me mostrando uma pulseira que tinha no seu braço.

- Que lindo filho, foi a mamãe que te deu? - falei pegando seu bracinho para ver a pulseira de ouro que tinha ali, tinha as iniciais de nós quatro, o que eu achei muito lindo, também quero uma!

- Não, foi a vovó Anne - ele falou jogando a água na parede.

- Ah, é mesmo, ela me disse que vinha aqui hoje, - falei o olhando - e sua tia, também veio?

- Uhum…

- Amor, pode ir pra sala, eu arrumo ele agora - (S/n) falou entrando no banheiro com o mini roupão de Justin, ela estava linda, aquele vestido a deixa extremamente… gostosa.

- Uau, você está linda! - eu falei me levantando e a dando um selinho, ele me sorriu então eu fui para a sala terminar de assistir o jogo.

Não demorou nem dez minutos para os dois entrarem na sala rindo de alguma coisa que Justin falava, eu me levantei pegando minha carteira em cima na mesinha e a chave do carro, Keanton desligou a TV e caminhou até a porta, (S/n) me deu Justin e eu o segurei no braço, tranquei a porta e vi (S/n) e Keat andando mais na frente de mãos dadas, caminhei até ele e segurei a outra mão de Keaton, meu carro estava estacionado na calçada por conta da bagunça que se encontrava a garagem, coloquei Justin na cadeirinha enquanto 9S/n) afivelava o sinto de Keaton.

- Mãe - Keat a chamou antes que ela fechasse a porta.

- Sim, meu amor - ela falou.

- Vem aqui com a gente atrás? - ele perguntou e ela sorriu.

- É mamãe, vem - Justin falou pulando na cadeira.

- Tudo bem - ela falou botando Keat para o meio e sentou no outro banco.

- Que legal fazer o papai de motorista, não é? - falei e os três riram, caminhei até o banco do motorista e logo dei partida, prestava atenção na conversa dos três, Justin falava que tinha visto o papai Noel e Keaton falava que ele não existia.

- Parem vocês dois - (S/n) disse segurando a mão de Keaton que já estava indo na direção do irmão - o papai Noel existe sim querido, não é amor? - ela falou me olhando fazendo uma careta.

- É sim filho, existe - falei sorrindo.

- Ta vendo seu bobão, o papai falou! - Justin falava dando a língua para Keaton que quase chorou, (S/n) se aproximou dele e falou algo no seu ouvido que o fez rir - o que você disse pro Keaton, mamãe? - Justin perguntou curioso.

- É meu segredo com ele bebê - ela falou o enchendo de beijos e assim os dois pararam, chegamos ao teatro e assim que desci do carro vi um onda de flashes vindo em cima do nosso carro, tirei Justin da cadeira e o peguei no colo, (S/n) segurou Keaton e o botou no chão, andando até conseguir segurar minha mão, a dei Justin e segurei Keaton no colo para que pudéssemos andar os quatro juntos.

- Parem só para uma foto por favor? - um homem falava com a câmera praticamente na cara de (S/n).

- Cara, tira sua câmera, por favor, do rosto da minha mulher - falei parando de andar e ele só riu continuando a tirar fotos, empurrei a câmera com a minha mão e puxei (S/n) para mais perto de mim.

- Papai, pede pra eles saírem - Keaton falou escondendo mais o rosto no meu pescoço, senti (S/n) soltar minha mão de uma forma brusca e quando a olhei vi Justin no chão chorando, ela o pegou o levantou e olhou para o fotografo que tinha a empurrado.

- Você ficou louco?  - ela começou a empurrar o cara e eu tentava segurar ela, mas era impossível tendo que também ficar de olho em Justin - É o meu filho caralho, ele ta chorando ali! - ela continuava o empurrando, mandei Keanton segurar Justin.

- Calma, amor - falei segurando sua cintura, mas estava quase impossível enxergar alguma coisa, eram muitos flashes, a segurei e a trouxe para perto de mim.

- Claro, o filho bastardo de vocês que não consegue ser uma criança normal - alguém falou atrás de nós, eu tentava não me incomodar com aquilo, sabia que eles faziam de propósito para chamar nossa atenção, mas 9S/n) nunca aceitaria que alguém falasse daquele jeito com Justin, a segurei mais forte quando ela virou.

- O que você falou? - ela disse alto e todos mandaram o homem para de falar aquelas coisas.

- Você escutou, aliás, parabéns Styles, sua mulher é muito gostosa - ele falou fazendo alguns rirem, eu botei (S/n) atrás do meu corpo e fui me aproximando dele.

- O que você disse? - falei com a minha pior voz, eu vi o número de flashes crescer.

- Desculpa cara, é que a sua mulher é muito bonita - eu respirei fundo e virei para (S/n) que já segurava os dois meninos, vi também que tinha três seguranças do teatro com eles e só mandei o dedo do meio para os fotógrafos, não ia brigar, eu sabia que isso era mídia para eles.

- Ta tudo bem bebê? - ela perguntou para Justin que assentiu e sorriu.

- Eu gostei do papai brigando com aquele gordão - ele falou fazendo uma careta fofa e nos fazendo rir.

- Mãe, ele te chamou de gostosa - Keaton falou enquanto nós entravamos pela porta principal do teatro, com vários olhares sobre nós, as vezes queria dar um dia normal para os meus filhos, mas nunca era possível - os meninos do meu colégio as vezes falam isso da senhora também.

- Ah falam? - falei pegando a mão de (S/n) outra vez e olhei para Keaton - Pois você nunca mais vai levar ninguém do seu colégio para nossa casa, escutou?

- Mas são os meninos do oitavo ano pai, eu nem ando com eles, e eu digo que a minha mãe é só do meu pai - ele falava rindo.

- Isso mesmo - sentamos nas cadeiras, que já estavam reservadas, tudo ficou bem lá dentro, também estava ali outras pessoas famosas com seus filhos, antes de sairmos até falamos com alguns e combinamos de sair todos juntos para meio que dividir os paparazzi.

Botamos os meninos no banco de trás e quando estávamos entrando no carro vi aquele mesmo gordão se aproximar de (S/n), eu fechei minha porta e fui até a dela que estava escutando alguma coisa que ele falava.

- Olha cara, eu não estou mesmo afim de briga, pode deixar, por favor, ela entrar no carro? - falei abrindo sua porta e ele sorriu sem graça.

- Eu te trouxe um flor, para pedir desculpa, é que é meu trabalho, a única forma que eu tenho para ganhar dinheiro e preciso falar aquelas merdas as vezes, me desculpe mesmo (S/n) - ele a estendeu uma rosa e ela sorriu se aproximando e o abraçando, me fazendo bufar, os outros começaram a bater foto daquela cena.

- Ta tudo bem, só não mexam mais com nossos filhos por favor - ela falou antes de entrar no carro, ele me estendeu a mão e eu apertei sem sorrir, entrei no carro e sai dali sem nem olhar.

- E ainda te deu uma rosa, só Jesus para me salvar mesmo - falei bufando dentro do carro e ela riu.

- Acho que o papai ta com ciúmes - ela falou sussurrando com o tronco virado e olhando para os meninos.

- Eu também acho - eles sussurraram juntos a fazendo rir.

- E o papai ta aqui - falei alto e s três riram de mim.

- Eu quero McDonald’s - Justin falou empolgado.

- Mas eu quero Burguer King - Keaton falou começando uma briga.

Coloquei minha mão em uma das coxas de (S/n) e ela colou sua mão por cima entrelaçando as duas, me olhou sorrindo e me deu um selinho rápido.

- Eles vão acabar querendo ir na milkshake city mesmo - ela falou me fazendo rir.

- Pai eu já te disse que vou querer um PS4, não é? - Keaton falou e eu botei a mão no meu coração fingindo dor e Justin ria.

- Meu bolso sentiu dor agora - falei com uma voz afetada e os três riram - mas o que não faço por vocês, hum?

(S/n) encostou a cabeça no meu ombro com nossas mãos ainda juntas por cima da sua coxa, os meninos começaram a cantar thrift shop que passava na rádio, eles se embolavam, principalmente Justin que não falava direito, e nós rimos muito durante o caminho para o shopping, minha família era meio maluca, mas era melhor de todas, disso nem tinha dúvida.

Espero que tenham gostado, beijo <3

Gabi

Pedido: Você poderia fazer um do Harry em que eles tem um filho juntos, mas não são namorados nem nada e ele não da muita atenção para a criança por causa da nova namorada dele que não gosta do filho deles –Anônimo

*Aqui nesse link http://hot-1d-imagine.tumblr.com/pedidos vocês podem ver quais e a ordem que em os imagines vão ser postados, se o seu não estiver na lista é porque infelizmente não chegou, vou estar sempre atualizando a lista*

***

Imagine do Harry:

Já era a décima quarta vez que eu estava ligando para Harry, o pai do meu filho, e ele não atendia nenhuma das minhas ligações. Fiquei furiosa e taquei o celular no sofá de tanta raiva, vi o meu pequeno Luke aparecer na sala com seu paninho no braço.

- O papai não vem? – Ele pergunta com a sua voz meio infantil e mais de bebê.

- Ah meu amor, a mamãe está tentando ligar para seu papai, mas daqui a pouco ele chega – Digo tentando não deixar meu filho triste – Vem, vamos assistir o seu desenho preferido – Falo o pegando no colo e pegando meu celular e subindo as escadas e andando até o meu quarto, coloco Luke deitado e me deito ao lado dele e ligo a televisão e coloco o desenho, ele começa a olhar atentamente para a televisão com seus olhinhos verdes lindos que me lembram muito o pai dele.

Harry e eu já tivemos um caso, mas quando ele descobriu que eu estava grávida resolveu cortar relações, foi difícil para mim, mas ele disse que ia dar tudo o que o nosso filho precisava, então aceitei, eu não preciso da ajuda dele, afinal sou dona de uma empresa de roupas bastante conhecida, a única coisa que eu pedia para Harry era não ser ausente na vida do meu filho, porque ele não merece isso, mas ultimamente ele está sendo um pai terrível, não está dando a atenção necessária para Luke desde quando começou a namorar uma mulher por aí, uma tal de Kate, essa mulher é uma verdadeira filha da puta, eu sinto que ela não gosta do meu filho por isso não deixo ela nem tocar em um fio de cabelo do Luke.

Escuto a campainha da casa tocar e me levanto.

- Filho, espere a mamãe aqui, tudo bem, meu amor? – Pergunto o encarando e ele cora e sorri assentindo. Luke é muito adorável.

Desço as escadas e abro a porta e vejo Harry parado na minha frente.

- Porque porras você não atende o celular? – Pergunto furiosa.

Ele entra na minha casa e fecha a porta.

- Ei, se acalma, eu estava com a Kate fazendo coisas que você não ia gostar de escutar – Ele diz malicioso e eu o encaro séria.

- Não me importo se você transou ou deixou de transar com aquela vagabunda, eu só quero que você cumpra seu papel de pai, Luke precisa de você, ele precisa de um pai, você é um irresponsável por não querer saber como ele vai ou se está faltando algo para ele, você nunca notou quando ele começou a falar ou a andar, nunca fez nada para deixar ele feliz, Harry, Luke precisa mais do que só o seu tempo, ele precisa de amor, carinho e dá atenção do pai, coisa que você não está dando no momento, fica mais ligado na Kate, que odeia o seu filho, e esquece completamente que tem responsabilidade de pai para cumprir – Digo o encarando séria e vejo que Harry agora está mais sério.

- Me desculpe, eu… estou sendo um pai terrível – Ele diz.

- Que bom que você sabe – Falo cruzando os braços.

- Kate não odeia ele – Harry afirma e eu dou uma gargalhada.

- Deixa de ser otário, na sua frente ela é um anjo com o Luke, mas por trás ela é o próprio Lúcifer comigo e com o SEU filho – Falo apontando o dedo para ele.

Harry nega com a cabeça e eu suspiro.

- Olha, Harry, só vou falar mais uma vez, se você voltar a fazer a mesma coisa, negligenciando o nosso filho, pode ficar sabendo que eu dou um jeito de retirar a guarda compartilhada alegando descaso da sua parte, você sabe que eu tenho provas então trate de ser o melhor pai para o meu filho, porque se não você nunca mais irá ver eu e o Luke – Digo bem séria e me viro e subo as escadas e vou para o quarto e vejo Luke rindo com o desenho, só de ver ele sorrindo já me faz ficar mais calma.

- Ei, bebê da mamãe, o papai chegou para brincar com você – Falo pegando Luke no colo e ele sorri e coloca uma chupeta na boca.

Desço as escadas com Luke no meu colo e vejo ele sorri para o pai e Harry sorri lindamente para ele.

- Papai – Luke diz e se joga nos braços de Harry – Senti saudade – Ele diz e eu dou um sorriso.

- Também senti saudades suas garotão, nossa você está bem forte e grande – Harry diz e Luke fica corado de felicidade.  – Vamos, hoje vou levar você para o parque de diversões.

Harry e Luke saem pela porta e eu os sigo e vejo Harry colocando ele na cadeirinha e fecha a porta do carro.

- Harry, não deixe ele comer muito doce se não irá ficar hiperativo, e o mais importante, não deixe Kate chegar perto do meu filho ou ficar sozinha com ele, eu estou falando sério Harry – Digo o encarando.

- Tudo bem, (S/n), deus, você precisa transar – Ele diz e eu dou um sorriso malicioso.

- Não se preocupe eu tenho um homem que me satisfaz quase toda noite – Falo maliciosa e vejo a expressão de Harry fechar.

- Eu conheço ele? – Ele pergunta como quem não quer nada.

- Talvez sim, talvez não, mas devo dizer que ele é maravilhoso na cama – Falo pensando no homem e nas suas mãos maravilhosas e noto Harry ficar vermelho, talvez de raiva - Agora vá tenho um homem esperando por mim para me satisfazer, quando for umas 20 horas você pode vir deixar o Luke.

- Ok… boa transa – Ele diz com os dentes cerrado. Oh Harry Styles está com raiva.

- Irei ter com certeza – Falo e me viro para Luke – Tchau filho, mamãe te ama – Mando beijo e ele grita lá de dentro me dando tchau com suas mãozinhas fofas

Espero que tenham gostado, se sim, mandem uma ask me contando

Imagine Louis Tomlinson

Louis

- “Pai, chama a mamãe, precisamos ter uma conversa séria hoje à noite”. Alguma merda esse garoto fez (S/A) – falei para a minha esposa.

- Não pense assim, Louis – ela falou acariciando minha perna sua enquanto estava concentrada no trânsito. – Ele fez a mesma coisa quando passou na universidade. Está tudo bem – ela falava isso, tentando convencer mais a ela do que a mim, eu conhecia minha esposa mais que a mim mesmo, e eu sabia que ela também estava com medo.

(S/N) deu-me um singelo sorriso antes de trocar a marcha do carro e seguir até a nossa casa.

[…]

Assim que (S/N) estacionou ela segurou meu braço, impedindo-me de sair do carro.

- Independente do que tenha acontecido ou do que vai acontecer, nós estaremos aqui por que é nosso filho e por que nós o amamos… – ela começou.

- Como nós o ensinamos – completei sua fala. – Estaremos aqui sempre que ele precisar – falei selando-a. – Mas eu realmente espero que ele não tenha feito uma merda tão grande – falei e nós rimos antes de sairmos do carro.

Encontramos Jonny batendo os pés impaciente na sala, ele estava com a cabeça apoiada nas mãos que estavam sobre os seus joelhos. Troquei um rápido olhar com minha esposa e percebemos que era uma coisa séria.

- Pai, mãe… – falou alternando o olhar entre nós dois – Eu… eu… eu acho melhor vocês se sentarem.

- O que foi que aconteceu Jon? – (S/A) perguntou sentando-se na poltrona ao lado do sofá onde Jonny estava sentado – Você sabe que pode confiar em nós – falou estendendo a mão para o nosso filho e eu sentei no braço da poltrona concordando com ela.

- Eu sei, vocês são os melhores pais do mundo e por isso eu decidi contar logo, assim que eu soube.

- E quando você soube, campeão? – perguntei.

- Talvez eu não seja um campeão como você sempre disse pai – falou e riu amargo no final.

- O que aconteceu Jonny? Você está tenso? Você por acaso bateu em uma mulher? Atropelou um cara? – comecei a disparar perguntas e antes que eu prosseguisse ou meu filho dissesse o que aconteceu minha mulher cortou-me.

- Louis! Quanto exagero! Jonny para logo de enrolação e conta logo o que aconteceu!

- Eu… bem… eu… é que… – Jonny desviava o olhar de mim para a sua mãe a cada vez que pronunciava uma palavra, e ao olhar para o chão pronunciou – Eu vou ser pai.

- O QUE? – perguntei em um grito – COMO ASSIM VOCÊ VAI SER PAI? VOCÊ NÃO ESTÁ NAMORANDO NEM NADA! COMO VOCÊ DEIXOU ISSO ACONTECER?

- Pai sabemos muito bem com… – Jonny tentou contornar a situação e antes que eu gritasse ainda mais com ele ouvimos a voz da sua mãe.

- Eu não acredito Jonny, de tantas coisas que pedimos para você evitar, o que mais aconselhamos você a ter cuidado, você me apronta na primeira? – (S/N) perguntou retoricamente, com o olhar entristecido.

- Mãe digamos que não foi bem na primeira… – Jonny tentou mais uma vez contornar a situação com uma brincadeira, mas ao perceber o olhar que sua mãe lhe lançou logo ajoelhou-se e segurou suas duas mãos – Desculpa mãe, é que tá sendo muito difícil para mim. Eu tinha toda uma carreira pela frente, tinha conseguido passar na universidade e tudo mais, e de repente eu tenho que cancelar todos os meus planos por conta de um descuido meu.

- Eu não acredito nisso Jonny! – (S/N) falou irritada – Caralho se você não fosse filho do seu pai não iria nascer por que é muito egocentrismo no mesmo sangue!

- EI! – tentei defender-me mas o olhar que ela lançou-me fez com que eu recuasse – 1 dólar para o potinho do palavrão – falei sorrindo sem dentes e ela voltou seu olhar irritadiço para o nosso filho.

- Você só consegue pensar na porcaria do seu futuro como destruído e não consegue pensar no futuro dessa criança? Você e a garota que você engravidou namoram? – ela perguntou.

- Não… – ele falou soltando uma das mãos da mãe e coçou a nuca em um famoso gesto Tomlinson de constrangimento.

- Você parou para penar como vai ser a vida do bebê em lares separados? Você nunca conseguiu imaginar como foi para o Freddie crescer com pais separados? Com cada um em sua casa, em seu continente? Você só fica pensando no seu futuro que você pode construir depois ou invés de pensar como vai ser para a criança ter pais separados, sempre estar indo de um lugar para o outro?

- Desculpa mãe eu não tinha pensado nisso… – falou ainda coçando a nuca.

- Nem eu – pensei alto e quando os dois olharam-me foi a minha vez de coçar a nuca. – Todos nós sabemos que você é a parte certa de nós dois, que eu não sou tão certo assim. Não seria diferente agora, seria? – eu ouvi uma pequena risada vindo de ambos e minha esposa olhando-me sorrindo.

- Então estão comigo nessa? – Jonny perguntou e (S/N) trocou um olhar cúmplice para mim, logo em seguida sorrindo para o nosso filho, tomando-o nos braços.

- E quando foi que nós não estivemos? – perguntou e eu me juntei ao abraço sorrindo.

- Quando nós chegamos você nos disse que erámos os melhores pais do mundo, por que deixaríamos de ser agora? – perguntei e nós três rimos, separando-nos.

- Vocês são os melhores pais do mundo, e eu também quero fazer parte desse time – falou sorrindo para mim e (S/N).

- Então trate começando a arranjar um emprego, somos pais tão maravilhosos que não vamos passar a mão na sua cabeça.

- Louis! – (S/N) me repreendeu.

- O que? Nós vamos ajudar, mas só quando será preciso, Jonny sempre soube pagar pelos seus erros, e meu filho dessa vez vai ser muito caro – falei dando tapinhas em suas costas e levantando-me.

- Para onde você vai? – (S/N) me perguntou.

- Tomar banho, quer vir comigo? – perguntei e Jonny fez uma careta.

- Ah não, um bebê chorando já é de mais, dois não, por favor! – pediu rindo e eu e sua mãe acompanhamos, mas do mesmo jeito (S/N) levantou-se aceitando meu convite.

- Espero que você traga ela aqui o mais rápido possível – (S/N) avisou a Jonny deixando um beijo na sua bochecha.

- E olhe pelo lado bom, estamos jovens e em forma para poder correr atrás dele! – comentei para Jonny.

- Ou dela pai, não apresse as coisas como fez com a Mel – Jonny falou fazendo-nos rir e eu lhe lancei o dedo do meio, subindo as escadas junto a sua mãe.

- Meu bebê vai ter um bebê – (S/N) falou quando chagamos ao quarto e eu ri da sua expressão.

[…]

(S/N)

Cheguei na cozinha e encontrei Jonny puxando os cabelos, estava tarde o que ele estava fazendo ali?

- O que ainda faz aqui, bebê? – perguntei passando as mãos no seu cabelo quando ele tomou um pequeno susto, logo indo até o armário e pegando um copo.

- Enlouquecendo – falou e rimos fracamente.

- O que está acontecendo? – perguntei com o copo d’água já em mãos e sentei-me ao seu lado.

- As contas, mamãe. São muitas, eu não consigo fechar as contas, é consulta, é berço, é carrinho, cadeirinha… acho que eu vou enlouquecer… – falou frustrado jogando a cabeça na mesa e debruçando-se sobre ela.

- Ficar acordado até tarde não vai ajudar muito – comecei – ninguém falou que seria fácil, na verdade será os anos mais difíceis da sua vida, você vai enlouquecer, vai se estressar por ter perdidos anos de farra na faculdade, vai se arrepender, mas no fim, quando ele ou ela estiver realizado você vai pensar que nada poderia ter sido diferente e que a felicidade dele ou dela é a melhor coisa que você poderia sentir, poderia presenciar. Vai ser difícil agora, mas logo você pega o jeito, logo você se acostuma – terminei acariciando seu cabelo. – Daqui há alguns anos você vai ver que as noites acordado não foram em vão.

- Eu já lhe falei que a senhora é a melhor mãe do mundo? – perguntou-me direcionando seu olhar a mim e eu ri fraco.

- Hoje não – falei pouco humilde.

- Eu te amo, mãe – falou abraçando-me.

- Eu também te amo, meu bebê – falei beijando a sua bochecha. – Agora recolhe tudo isso para irmos dormir, amanhã você tem que acordar cedo para trabalhar. Quando você chegar ao valor do mês passa o extra para o seu pai – ele assentiu e eu auxiliei ele a recolher os papeis, subimos lado a lado as escadas e logo cada um foi em direção ao seu quarto.

- Mamãe – chamou-me quando eu encostei a mão na maçaneta e eu me virei para ele – vai ser um menino – sorri contente.

- Boa noite, papai – falei e entrei no quarto.

- Boa noite, mãe – ouvi ele responder com um risinho no final.

- Você me deve 50 pratas por estar passando a mão na cabeça dele e 50 pelo sexo do bebê – Louis falou enquanto eu fechava a porta ainda abobada.

- EI! Eu não estava passando a mão na cabeça dele! – protestei enquanto deitava-me na cama ao seu lado.

- E o que foi aquilo de “passa para o seu pai”? – perguntou enquanto eu me aninhava em seu peito.

- O extra Louis, o extra – falei rolando os olhos e beijando o seu peito – eu ainda vou ganhar essa!

- Isso não é “uau?” – Louis falou apertando-me contra ele.

- “Uau?” Tomlinson? – perguntei rindo olhando para ele.

- Você sabe que eu não sou bom com palavras.

- O pior é que dessa vez eu não tenho uma melhor para descrever o que eu sinto – falei e rimos.

- Surreal – falei após algum tempo.

- Um surreal bom – falou e eu ri concordando, selando os nossos lábios logo em seguida.

[…]

- Boa noite, meus bebês – falei chegando em casa e pegando meu neto no colo.

- Mãe! – Jonny reclamou, mas logo sorria.

- Onde está a Clarie? – perguntei emburrada quando Louis tomou o meu neto do meu colo.

- Estudando – Jonny respondeu pegando o notebook pronto para fazer o mesmo, ambos estudavam a distância.

- Então esse lance do revezamento está funcionando? – falei ainda tentando brincar com Troy, mas sem sucesso.

- Sim, mas agora ela pensa em trabalhar um turno também. Eu trabalhava de manhã enquanto ela cuidava o Troy, ela trabalhava de tarde enquanto eu cuidava dele e a noite nós estudávamos.

- Vocês só pensam assim por que existem 4 avós babões para cuidar dele – falei e ele riu fraco.

- E tem os bisavós também – falou e eu concordei, tentando novamente brincar com o meu neto.

- Nós deveríamos ter apostado que você seria o primeiro a passar a mão na cabeça dele, não eu! – falei irritada por não poder brincar direito com meu neto, preparada para subir e tomar banho.

- Vocês apostaram quem iria passar a mão na minha cabeça primeiro? – Jonny perguntou surpreso.

- Claro – falei dando de ombros, já que Louis estava em uma bolha onde só existia ele e Troy. – E qual seria o sexo dele também!

- Vocês realmente não existem – falou rindo, começando a estudar enquanto eu subia para tomar o meu banho e logo em seguida roubar o meu neto.

Desculpem os erros, as vezes passam despercebidos. Obrigada por aceitarem a colab, pretendo trazer um imagine novo todo mês <3

CAPÍTULO 120

Oito horas de viagem, oito horas de pura tortura, eu não sabia o que esperar da volta para casa, apenas rezei para tudo correr bem e as horas passarem o mais rápido possível, pois caso contrário, poderíamos ter diversos tipos de problema durante a viagem, o pior de tudo é que infelizmente minha intuição dizia que teríamos todos os problemas possíveis e ainda outros além.

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Tentei distrair Max para ele para de gritar, porém minha atitude apenas piorou seus gritos, para ele, eu apenas estava entrando  junto de sua brincadeira, Max passou a gritar mais ainda enquanto mexia com seu carrinho de um lado para o outro, o menino estava apenas sendo ele mesmo, uma criança divertida e sadia, porém Elizabeth nitidamente estava se sentindo irritada com todos aqueles gritos, no momento eu não sabia se ela estava simplesmente agindo de forma mimada e estava irritada devido ao barulho em seu ouvido ou se os gritos lhe remetiam a algo de ruim, e ela estava apenas com medo e traumatizada.

Escolhi pensar na segunda hipótese e continuei tentando fazer Max se calar, mas não deu resultado.

“Ele é chato” A voz de Elizabeth ecoou pelo carro, até mesmo Max, por algum motivo se calou naquele momento, olhei para Eliza e não pude deixa de ficar feliz, a menina tinha dito algo de forma voluntaria, desde a noite anterior aquela tinha sido suas únicas palavras ditas naturalmente, sem eu ter que chantageá-la ou coisa parecida, ela simplesmente se expressou por ela mesmo, eu não podia conter meu sorriso perante a sua atitude.

Eu estava feliz, mas em oposição a mim, Clara tinha ficado irritada.


“Ele é uma criança, deixa ele brincar” Clara repreendeu Eliza com um tom de voz bastante furioso, no mesmo instante Elizabeth se retraiu mais no banco, se encolhendo para o canto, foi minha vez de ficar tempestuosa.

“Ela também é  apenas uma criança, deixe ela” Censurei Clara que iminentemente me lançou um olhar de ira, não lembro-me dela ter me olhado com tanta raiva assim antes, talvez apenas quando lhe contei sobre Adrien e ela me deu um tapa em seguida.

Agora, tirando Max, eramos três irritadas no carro, duas mulheres e uma aspirante a mulher, todas sofrendo de descontentamento, o ar no carro era irrespirável, Max, ainda que sendo uma criança, pareceu sentir o clima alterado e começou a brincar sem emitir som algum.

Uma hora tinha se passado e ninguém tinha se aventurado em falar nada, a viagem seguia totalmente silenciosa, eu mesma estava quase dormindo, entretanto toda aquela paz de guerra-fria era boa demais para durar até São Paulo, não tardou muito para Max romper o silencio e pedir para ir ao banheiro.

O menino já tinha quase dois anos, eram exatos um ano e oito meses, logo estávamos naquele processo de o tirar a fralda e, agora, ele tinha pego toda a essência da coisa e avisava quando queria ir ao banheiro.

Olhei pela janela do carro, a única coisa que tinha era aquela estrada e mato de ambos os lados, nenhum local aonde ele pudesse ir ao banheiro.

“Meu filho, não tem banheiro agora” Clara disse, mas Max obviamente não entendia aquilo.

“Anheiro” Ele tentou dizer, mas o B foi comido pela sua  pouca pratica oral, ainda.

“Max, sem banheiro por agora” Foi minha vez de falar.

“Anheiro” Ele repetiu, sua voz agora já era mais alta, o desespero era notável em seu rosto, eu não sabia se tinha pena dele pela situação ou se apenas ficava angustiada pelo seu desespero.

Dizem que Deus sempre protege as crianças, aquilo realmente é uma verdade, pois foi apenas eu olhar pelo vidro do para-brisa do carro, que vi um posto de gasolina a poucos metros a nossa frente, o segurança acelerou o veiculo e em poucos minutos paramos frente ao posto.

Clara o levou para o banheiro enquanto esperávamos no carro, quando ela regressou,  novamente voltamos a pegar a estrada.

O silencio tinha voltado a reinar, ninguém falava nada, até Elizabeth findar com ele.

“Eu preciso ir ao banheiro” Ela disse.

“Como?” Olhei para ela e questionei em descrença, como assim ela queria ir ao banheiro? Por que não tinha dito isso minutos atrás quando estávamos no posto?

“Tenho que ir ao banheiro” Elizabeth repetiu.

“E não podia ter falado isso quando estávamos com Max no posto?” Clara lhe perguntou, a voz de Clara, como sempre, era áspera para falar com a menina, de alguma forma Clara odiava Elizabeth e a menina por sua vez podia perceber isso e a odiava tanto quando de volta, o olhar que Eliza lhe deu era simplesmente de pura repugnância.

Clara estava certa em seu questionamento, contudo seu erro foi brutal  na colocação da voz.

“Eliza, você sabe que ela está certa, né?” Minha voz era doce, rapidamente a menina desviou o olhar de raiva de Clara e me olhou com olhos de aceitação, se por fora me mantive normal, por dentro me encontrava em festa, aquele olhar que ela tinha me dado significou muito para mim “Você deveria ter dito isso no posto” Falei, mas minha voz era doce e eu tinha um sorriso no rosto.

“Eu não tinha vontade lá, só aqui” Sua voz era baixa, quase timida.

Se Max era uma criança, Eliza estava longe de ser uma adulta, eram apenas seis anos, como ser rude com ela? Como a repreender?

“Tudo bem, não se preocupe com isso, meu amor” Controlei meu impulso de abraçar a menina, pois eu estava ainda empolgada demais com seus olhos me encarando sem medo, sem hesitação, mas certamente ela ainda estava longe de se permitir contatos físicos.

Pedi ao segurança que retomasse o caminho e voltássemos ao posto, afinal sabe-se Deus quando fossemos ter outro posto a frente, ao menos sabíamos que a dez minutos para trás tinha um e era nele que devíamos ir.

“Eu não posso crer que estamos voltando” Clara resmungou.

Optei por ignorar Clara, chegamos no posto e Elizabeth desceu correndo do carro, correndo também ela foi até o banheiro, a menina realmente estava apertada, sua pressa deixava isso claro. Voltamos para o carro e novamente seguimos rumo a São Paulo.

Mais uma hora tinha se passado, agora Elizabeth, Max e até mesmo Clara dormiam, apenas eu e os seguranças estávamos acordados, porém eu estava quase rendida ao sono, meus olhos pesavam para se manterem abertos, acabei me deixando relaxar e fechando os olhos, foi menos de um minuto de sono, meu corpo até mesmo estava ainda em estado transitório entre sonho e realidade quando ouvi aquele estampido ressoar em meu ouvido, aquele barulho era característico e sem deixar margem para dúvida sobre o que tinha ocorrido.

Abri meus olhos rapidamente, Max acordou assustado com o barulho e Clara igualmente a ele, porém para Elizabeth foi pior, com certeza ela confundiu aquilo com o barulho de um tiro, a menina acordou não só assustada, acordou  gritando e chorando, novamente Max ao ouvir seu choro, começou a chorar junto dela.


O segurança parou o carro no acostamento para trocar o pneu furado, no mesmo segundo, nos, os quatro adultos do carro, abrimos cada um a porta ao nosso lado, pois mais um segundo com aquelas crianças chorando dentro do carro fechado enlouqueceria qualquer um de nos, afinal como não enlouquecer de vez no meio daquilo tudo? Era quase que uma tarefa impossível.

Clara logo tirou Max da cadeirinha e se afastou com ele no colo, pegando distância para que ele não mais ouvisse o choro de Eliza, eu por minha vez tive que me manter no carro com a menina tentando a acalmar.

“Fique calma, foi só o pneu do carro que estourou, nada demais”

Minhas palavras pareciam transpassar seu sentido auditivo, nada que eu falava a acalmava. Eu já estava em desespero sem saber o que fazer quando Max veio correndo e se aproveitou da porta aberta para entrar dentro do carro, Clara tentou correr atrás dele, mas ela estava distante, o pestinha tinha lhe deixado bastante para trás.

Max entrou no carro correndo, porém se atrapalhou em suas curtas pernas e na grande altura do carro, ele acabou caindo. Max não era o tipo de criança que caia e chorava, ao contrario, ele era do tipo que caia e começava a rir de si mesmo.

Elizabeth tinha só seis anos, a singela cena de Max caindo a fez larga o choro e começar a ri, ambos novamente estavam em sintonia e dessa vez, para meu deleite, ambos riam ao invés de chorar, eu estava tão aliviada com aquilo que acabei rindo junto deles, quando Clara chegou apenas encontrou nos três rindo.

“O que aconteceu?” Ela indagou.

“Nada, apenas aproveite enquanto eles tão rindo, porque logo vão arrumar outro motivo para chorar e vamos acabar loucos”

Saímos todos do carro e em poucos minutos o pneu furado foi substituído, voltamos nosso caminho para casa, que por sorte, parecia cada vez mais perto.

Dessa vez Max pediu por comida e eu fazia coro a ele, realmente a fome já se fazia presente, minha vó tinha pensado em tudo e mandado lanches para a gente, comemos no próprio veiculo, o carro iria ter de ir urgente para a lavagem, pois Max derramou suco e Elizabeth molho, o pior é que a culpa não era deles e sim da estrada esburacada.

Nunca fiquei tão feliz ao ler a placa, ‘Bem vindo a São Paulo’, quanto fiquei ao ler ela naquele instante, enfim após longas horas tínhamos chegado em casa.

Ironicamente eu tinha saído daqui com duas pessoas e estava regressando com três, como explicar aquilo para minha mãe seria um problema, um problema que por agora eu não queria pensar.

Senti meu Iphone vibrando e logo o peguei, era Eduardo.

“Oi, Eduardo” Falei de forma simpática.

“Já chegou em São Paulo?” Ele me perguntou direto, sem muito assunto.

“Acabei de chegar, mas ainda estou a uma hora longe de casa”

“Podemos nos ver hoje mais tarde? Preciso te comunicar uma coisa muito importante”

A voz de Eduardo estava diferente, eu não sei explicar, mas ele sempre falou comigo como um amigo e não como um profissional, mas agora ele parecia distante, como se fosse apenas meu advogado e nada mais.

Minha curiosidade logo se aguçou, eu queria saber o que tinha o feito mudar de postura, o por que ele agora parecia simplesmente meu advogado e não um amigo.

Preference #370: ♡ my valentine ♡
  • oioi gente! sejam muuuuito bem vindos á este SUPER especiaaaal :) ele me deu muito trabalho, espero que curtam!
  • ps. o título do preference é uma música do McCartney ♡, então, já sabem..
  • sei que essa semana, nós tivemos muitos “extras” aqui no tumblr, mas peço que vocês me perdoem por qualquer coisa que eu fiz, ou disse.
  • a Jout fez essa playlist de dia dos namorados (totalmente de músicas nacionais) e eu super acho que ficou fofo <3. Ouçam “No Brasil é mais gostoso.” (ou Transemos pros mais íntimos)

LOUIS:

Durante toda a viagem de carro até a casa de minha mãe, S/N fora brincando comigo e com Charlie, a bebêzinha de cinco meses que gargalhava no banco de trás. Insisti diversas vezes para que ela se acomodasse ao lado da cadeirinha da pequena e descansasse um pouco, mas seu discurso era sempre o mesmo, “Eu não vou deixar você acordado sozinho, Tomlinson” resmungava e voltava a suas palhaçadas para a bebezinha.

Arrastei a ponta de meus dedos sobre sua coxa desnuda pelo short e apertei sua perna em minhas mãos. S/N tinha insistido para que nós não fizéssemos nada muito esquematizado nos dias dos namorados, e apesar de tudo eu concordei, mas buscava insistentemente algo em minha mente, para que de qualquer maneira, esse fosse o melhor dia dos namorados pra ela. E no fim, seria mesmo. Era a primeira vez que comemoraríamos tal data com Charlie e seria importante para ambos.

Eu não faço a mínima ideia do que estou sentindo agora, é como se fosse sinestésico. Eu estou com S/N ao meu lado, prestando atenção na estrada ao mesmo tempo em que observo seu peito inflar e desinflar calmamente, ela está sorrindo de alguma coisa que acabou de sussurrar e enquanto eu viro para entrar no condomínio de minha mãe, entrelaço nossos dedos.

— Acho que vai chover o final de semana todinho. — comentou olhando para o céu cinzento e apertando seus dedos fininhos nos meus. — Sempre é assim, quando eu venho pra cá.

— Mas acho que dessa vez vai ser a nosso favor, baby. — digo-lhe e ela sorri entendendo o porquê do comentário. Desligo o carro e antes que ela possa abrir a porta e sair eu lhe seguro, me inclinando contra ela. — Você não vai nem me dar um beijinho?

Seu sorriso de orelha a orelha me faz derreter um pouquinho, enquanto seus lábios tocam minha bochecha e então meus lábios.

— Nós vamos ficar no mesmo lugar, Lou.

— Mas os abutres das minhas irmãs vão te roubar de mim. — choramingo sobre seus lábios, mordendo-os. — Promete que sempre que puder, vai vir me dar um beijo?

S/N franze o nariz e depois sorri, beijando meu pescoço e selando meus lábios.

— Durante todo o final de semana.

Enquanto S/N enrola Charlie num cobertorzinho e a coloca em seu peito, colocando sua bolsa no ombro, eu pego nossas malas do porta-malas e abro a porta, permitindo que ela entre e eu a siga, fechando a porta. Mamãe já está gritando pelas minhas irmãs enquanto beija a bochecha de S/N e pega Charlie no colo, dou um beijo em sua bochecha e ela beija meu nariz rapidamente, voltando sua atenção para o bebê em seu colo.

Durante todo o restante do dia, eu fiquei sem muito contato com S/N, já que Lottie estava enchendo seu rosto com purpurina dourada e tirando fotos dela. Bem, eu sabia que isso era um bom sinal, afinal, minhas irmãs adoravam minha noiva, mas eu contraponto era horrível, porque minhas irmãs adoravam minha noiva.

S/N se deitou ao meu lado no sofá espremido de minha mãe, onde Dan e eu assistíamos ao jogo do final de semana passado. Sua bochecha amassada em meu peito e sua respiração calma e ao mesmo tempo amedrontada me passava à estranha sensação de casa. Era horrível saber que S/N temia alguma coisa, que tal coisa a assustava e eu era impotente sobre isso, mas saber que ela sempre confiaria em mim para ajuda-la, era a melhor coisa no mundo. Ter o conhecimento de que seus beijos e seus carinhos seriam todos para mim, era a coisa mais segura que eu poderia pedir em toda minha vida. A cada trovão lá fora, S/N se remexia inquieta em meus braços e uma vontade de rir de seu medo, sucumbia em minha garganta.

Lottie apareceu no topo da escada e assim que viu minha garota, se apressou pelos degraus até estar ao seu lado, mostrando-lhe algumas fotos. S/N estava absurdamente linda, me inclinei contra seu corpo e peguei a câmera de Lottie, passando as fotos e observando seu rosto estupidamente fotogênico encarar quem quer fosse que estivesse fotografando-a. S/N tinha seus ombros desnudos e cobertos delicadamente com purpurina dourada. Seus olhos tinham uma sombra, não muito comum, um pouco mais líquida e num tom muito claro de marrom, sendo o necessário para se destacar na pele bronzeada dela. Seus braços estavam cruzados sobre o peito e cada uma de suas mãos estava em sua bochecha, de forma contrária. À direita na esquerda e a esquerda na direita. Seus lábios estavam esmagados pela almofadinha de seu dedão.

Então o ponto X da questão se ascende em minha mente.

— Você está pelada nessas fotos, S/N? — pergunto baixinho e seus olhos se arregalam, percebendo que Dan e Lottie estão nos encarando. — Amor?

Não. — resmunga baixinho, e volta a se encolher em meu peito. A chuva começa a engrossar e o movimento da sala, volta ao seu movimento normal.

— Vamos pro quarto, babe — sugiro e lentamente ela se levanta, dando um beijinho em cada um na sala, enquanto eu a espero no pé da escada. Resmungo uma “Boa noite” e os ouço disserem o mesmo. — Você ainda tem aqueles brilhinhos no corpo?

Uh?

— Aqueles brilhozinhos da foto, S/N.

— Oh não, eu já tomei banho. — suspira baixinho e se vira pra janela, assim que um trovão esbraveja pelo céu. — Lou, você vai tomar banho agora?

A observei por um momento, buscando algum “por que..”

— Vou, você quer que eu faça alguma coisa?

— Não exatamente, amor. — resmunga baixinho, deixando um beijo em meus lábios. — Eu vou pegar Charlie, sua mãe deve estar querendo ir deitar…

— Eu duvido muito. — enquanto eu tiro minha camisa, S/N já saiu do quarto me deixando sozinho no quarto.

A água quente me fez repensar sobre diversos momentos meus e de S/N, talvez eu estivesse me tornando um gay enrustido e muito sentimental, mas era tudo muito diferente agora. A última vez que eu vim para essa casa, dormir com S/N no quarto no qual eu dormia aos meus oito anos, ela não estava grávida e nem noivos nós éramos. Ela estava toda acanhada e morria de medo de que eu a forçasse a fazer amor com meus pais dormindo, teoricamente, ao nosso lado. No fim das contas, nós passamos a madrugada inteira conversando sobre nossos sonhos e anseios, até que S/N, deitada em meu colo, parou-me de responder e começou a respirar mais calmamente, entregue ao sono. E agora nós tínhamos Charlie, que era uma benção enorme sobre mim, e que muitas vezes eu cheguei a questionar se eu era mesmo merecedor dessas duas garotas na minha vida.

Coloquei minha calça moletom e voltei ao quarto.  S/N já tinha retornado e agora com Charlie em seu colo, mantinha sua blusa levantada até o queixo, em um dos lados e as costas curvadas até que a garotinha em seu colo pudesse sugar o leite. Sentei-me na cama junto a elas, e a abracei pelas costas, descansando meu queixo em seu ombro, enquanto eu a observava amamentando Charlie. Os lábios de Charlie estão sobre toda a auréola do seio de S/N, e enquanto ela suga o leite, produzindo um sonzinho extremamente engraçado. Sorrio com sua gulosice e aperto S/N mais em meus braços, sentindo-me mais aquecido.

Deus, eu estou virando um gayzinho apaixonado.

 — Lou? — sua voz baixinha me pega desprevenido e eu ronrono em seu pescoço. — Você quer fazer isso?

Uh?

— Você quer dar de mamar a ela? — pergunta baixinho, observando meus olhos e prensando os lábios numa linha fina. Á olho confuso, sobre como eu vou poder fazer tal coisa, e então ela pega em minha mão, com a mão que antes estava em seu seio pressionando-o e coloca minha mão sobre seu seio, tomando cuidado com o rostinho de Charlie. — Aperta um pouquinho, pra ir leite pra ela.

— S/N, eu vou te machuc.. — protesto, mas sua mão se aperta sobre a minha e Charlie aumenta a sugada em seu seio. — Oh, isso é lindo.

— Agora, com o dedo mendinho, você coloca na boquinha dela — me ajuda a substituir o bico de seu peito pelo meu dedo, e Charlie continua sugando meu dedo. — Pronto, espera um pouquinho pra ver se ela vai reclamar.

Eu tenho total consciência de que minha mão ainda prevalece em seu seio e de que agora, eu estou o apertando, sentindo-o devagarzinho.  Gemidos baixinhos escapam de meus lábios e mordo seu ombro.

Tommo. — S/N meio reclama, meio geme, enquanto encosta suas costas em meu peito. — Você está…

Eu tenho seu seio em minha mão e deslizo a almofadinha de meu dedão circulando o bico de seu peito. Ela está arfando baixinho e reunindo forças pra se levantar de meu abraço. Distribuo beijos por todo seu pescoço e deslizo minha língua de seu maxilar até sua orelha, beijando-a lá. O “tossir” de Charlie faz com que S/N se levante e balance a bebê em seu colo, até ela arrotar. Eu estou sentado exatamente como estava, sentado e a encarando, quando ela deixa Charlie no pequeno berço e tranca a porta, desligando a luz. Sinto seus lábios sobre meu pescoço e suas mãos na barra de minha calça.

— Você vai ter de ser quietinho. — sussurra baixinho em meu ouvido. — Antes que algum resquício de sanidade volte pra mim.

Sugo seus lábios e a deito abaixo de mim, subindo sua camisa e a retirando. Deslizo minhas mãos por todo seu corpo. S/N desliza seus lábios pelo meu ombro, enquanto tira minha cueca com as pontas dos dedos. Eu a observo por alguns momentos e então, com um risinho nos lábios eu a beijo novamente. A ponta de seus dedos está sobre meus braços e faz pequenos desenhos em minha pele.

— Nós estamos quebrando seus dois maiores princípios — comentei baixinho em seu ouvido, sentindo-a se arrepiar. — Nós estamos fazendo amor na casa dos meus pais e na frente de Charlie.

S/N ri um pouquinho, e com a ponta do dedo traz meu rosto para ela, lambendo meus lábios e respirando sobre minha pele.

— Eu estou tentando não perder minha dignidade. — resmunga e corta minhas costas com suas unhas.

Estou pensando em como sua pele morninha está sobre a minha e a forma como seu coração está batendo sobre meu peito. Eu sinto cada célula do meu corpo gritando o quão apaixonado eu estou por ela, e eu sei que junto de toda essa adrenalina, um pequeno aviso do quão perigoso isso é ecoa no fundo de nossos corpos.

Seus dedos pequenos e delicados estão empurrando minha calça, junto a minha boxer para baixo. Eu puxo seu short e sua calcinha, e a jogo pra fora da cama, ouvindo-a suspirar pesadamente. Deslizo meu dedo sobre sua carne molhada e escorregadia e suas pernas se apertam em minha mão, começo a movimentar meu dedo lentamente e seus lábios produzem pequenos gemidos baixinhos e ela morde seus lábios com força. Com dois dedos em sua intimidade, ela está quase chegando ao prazer e eu o retiro rapidinho.

Babe. — choraminga baixinho e desliza seus dedos em meu cabelo. — Por favor.

Eu gosto da maneira como ela se entrega pra mim, e pra mais ninguém. E então eu sinto ciúmes de qualquer um que possa pensar em fazê-la sussurrar seu nome tão lindamente quanto agora. Eu me coloco entre suas pernas e a sinto ficar rígida, rapidamente atenta no meu corpo.

— Meu nome — digo e ela abre seus olhos me observando. — Diga o meu nome quando eu estiver dentro de você.

Quando eu estou dentro dela, todos meus músculos se tornam rígidos e em minha garganta gemidos estão sendo coagidos para não acordar a pequena bebê ao nosso lado. Com movimentos lentos e tortuosos eu estou nela e então, não mais.

— Jesus. — meus lábios reclamam e eu os mordo, apertando o travesseiro abaixo de S/N. — Você vai me matar, garota.

S/N passa as mãos pelos cabelos, tirando-os de seus olhos e então, elas estão em minha bochecha, puxando-me para seus lábios e os tocando desajeitadamente.

— Por favor, Daddy. — seu choramingo baixinho me causa arrepios e eu percebo que S/N acabou de sexualizar o termo “Pai”. Ela rebola seu quadril sobre mim e toca seu seio esquerdo, apertando-o lentamente. Eu estou tão hipnotizado em seus movimentos sutis, que forço meu quadril a ir o mais rápido que minha sanidade permite.

Eu a beijo sugo seus lábios e os mordo. Eu estou perto de atingir o clímax que poderia gritar por isso. Seus dedos se apertam em minha cintura e ela se abraça a mim, colocando seu rosto em meu ombro, mordendo-o ao invés de esbravejar. Jogo meu quadril mais algumas vezes sobre ela, e nós dois caímos cansados na cama. Seus lábios estão sobre os meus ombros e seu coração está batendo rapidamente em meu peito.

— “Daddy”. — repito em seu ouvido e seus lábios se inclinam pra cima. — Eu nunca mais vou ouvir essa palavra como um civilizado.

S/N ri e aperta seus braços ao redor de meu pescoço, me beijando delicadamente.

— Se você me der um bebê dia dos namorados — resmunga baixo, rindo. — Eu vou matar você, “Daddy”.

HARRY:

Com as pernas sobre mim, e seu rosto descansando na curva de meu pescoço, S/N ronronava baixinho. Deixei meus dedos deslizarem pelos fios de seu cabelo e permaneci ali, durante um bom tempo após ter acordado. Sua respiração era pausada, e ela parecia sugar todo meu perfume em seus pulmões. Deixei que meus lábios tocassem sua testa, então suas pálpebras, bochechas e por fim, seus lábios ainda sonolentos e desprotegidos.

Na noite anterior, eu tinha chegado de viagem e fui direto pra casa dos pais de S/N, eles fizeram um jantar, que segundo eles era para comemorar o Dia dos Namorados antecipadamente e para que eles não ficassem tão sozinhos, mas eu poderia jurar que era ideia do pai de S/N para que eu não a levasse pra casa tão cedo e nós fizéssemos amor. Ele vive fazendo isso quando eu chego de viagem, tenta me prender o máximo possível e fazer-me cansado para que eu chegue em casa e vá direto pra cama — sem tocar em sua filha. Nós voltamos pra casa, era um pouco mais das 23h e S/N estava arrumando suas roupas no guarda-roupa, quando sai do banho, e então nós passamos o dia 11 para 12, sendo muito mais que namorados.

S/N grunhiu baixinho e se remexeu, deslizando suas mãos por minha cintura e então, até o elástico de minha boxer. Relapsos da noite passada se chamuscavam em minha mente, enquanto ela enrolava os dedos no elástico. Tínhamos concordado em passar um final de semana juntos, sem ninguém, só eu e ela, nossos presentes ficariam para o fim da noite e mesmo assim, receberíamos agrados o dia inteiro.

Inclinei meu corpo sobre o dela, me deitando sobre seu corpo, deitei meu rosto em seu pescoço e deslizei meus lábios por toda sua pele sensível.

Nossos corpos ainda nus, um em cima do outro, absorvendo o calor de ambos. Sussurrei baixinho em seu ouvido e mordi devagarzinho puxando-a. S/N resmungou alguma coisa bem baixinha e eu sorri, apertando seu rosto com minhas mãos.

Shhh bebê — resmungou baixinho, se movendo abaixo de mim e colocando o indicador em meus lábios. — É cedo ainda.

Ronronei em seu pescoço e coloquei a esponjinha de meu dedo em seus lábios.

— Eu quero um beijo. — sussurrei baixinho.

Seu sorriso se abriu e ela gargalhou baixinho. Ela abriu os olhos lentamente e me chamou mais pra si, com a ponta do dedo.

— Só unzinho — sussurrou e selou meus lábios devagarzinho

— Assim não vale — reclamei e com um beicinho ela me selou novamente. Abri meus lábios e suguei seu lábio inferior, dando início à um beijo beeeem lento.

Meus braços estavam ao redor de seu corpo e sua perna se pendurava em minha cintura.

— Você não pode estar negando beijos a mim. — reclamo e sua gargalhada sai abafada por meus lábios. Seus dedos deslizam pelos fios do meu cabelo e me fazem cafuné. Ronrono em seu ombro e o mordo.

Babe. — choraminga baixinho e aperta minha bochecha. — Eu não quero cortar o clima, nem nada, mas é que eu “tô” com fome.

Rio de seu comentário e a beijo rapidamente, me sentando na cama e a puxando em meu peito.

— Eu devia saber. — retruco baixinho e beijo o lóbulo de sua orelha. — Você me deu trabalho ontem, baby.

— Eu só não te bato porque não consigo me manter em pé. — choraminga baixinho, puxando minha blusa para seu colo. — Você vai mesmo me deixar passar fome no dia dos namorados, Hazz? Que tipo de namorado é esse, hum?

— O tipo que tem uma namorada que parece um saco sem fundo — retruco e ela forma um beicinho com os lábios. Roubo-lhe um beijo e me levanto da cama, deixando-a totalmente nua sentada na cama. Linda, linda, linda. — Ei, psiu.

S/N me encara totalmente alheia perdida em seus pensamentos, enquanto aperta o lençol em suas pernas.

— Uhm? — sussurra baixinho, tombando o rosto pro lado.

— Linda. — sussurro num tonzinho fofo e S/N sorri, deixando com que suas bochechas fiquem coradas. — Ei. — S/N me encarava novamente e continua sorrindo, puxando o lençol sobre seu busto. — Amo você.

Caminhei em meus pés até a cozinha, procurando por algo que eu pudesse fazer para S/N comer. E então eu não tinha nada na geladeira, muito menos no armário. Fui até o quarto e vesti qualquer roupa rapidinha e peguei minha carteira, S/N estava no banheiro e decidi que não valia a pena avisar, já que seria rapidinho. Comprei alguns pãezinhos e frios para o café e voltei pra casa.

Era difícil dizer o que nós estávamos fazendo. Tínhamos acabado de sair de uma enorme crise no nosso namoro e mesmo assim, estávamos agindo como se nada tivesse acontecido. Eu sabia que pra ela, me ter distante por meses era um pé no saco, mas eu também sabia que eu vinha destratando ela, e estava errado sobre isso. Tranquei a porta do apartamento e deixei as sacolinhas sobre o balcão. Eu estava me sentindo péssimo sobre isso, precisava pedir perdão e faze-la acreditar novamente em mim, e se necessário eu faria ela se apaixonar por mim novamente. Abri a porta do quarto devagarzinho, mas o mesmo estava vazio. Apenas algumas roupas de S/N estavam sobre a cama e o barulhinho do chuveiro ligado permanecia no quarto.

Entrei lentamente no banheiro, retirando minha roupa o mais silenciosamente possível. S/N estava de costas para o vidro do boxer e espalhava shampoo pelos cabelos com a ponta dos dedos. Abri a porta com cuidado para não fazer muito barulho e deslizei pra debaixo da água junto á seu corpo, envolvendo sua cintura com meus braços e seus ombros com meus lábios.

S/N estremeceu e se apertou aos meus braços, como se suas pernas estivessem cedendo e seu corpo não conseguisse se sustentar sobre seus pés..

Bae. — resmungou baixinho, beijando as costas de minha mão e se virando pra mim. — O que você tem, bebê?

Oh céus, choramingo silenciosamente dentro de mim, O que diabos eu tenho?

— Eu não sei, amor — digo por fim, ainda com ela em meus braços e com a água nos tocando.

Passo a esponja em suas costas e percebo que eu estou tremendo insanamente. Puxo o cabelo de S/N para o lado e deslizo meus dedos para seus ombros, os massageando.

— Me desculpe por ser um namorado ferrado. — resmungo enquanto a enrolo numa toalha e sigo junto a ela até o quarto. S/N desliza a toalha pelo corpo molhado, e veste suas roupas íntimas.

Vestida na minha camisa e com os cabelos molhados, S/N caminha até mim com os braços abraçados em sua própria cintura.

— Você é o meu namorado ferrado. — disse, segurando minhas mãos e as colocando em seu rosto. — E eu te amo. Desse jeitinho.

— Babe, eu não te mereço. — choramingo em seus lábios e ela os morde, sugando-os e me beijando. Fazendo com que sua língua tire de mim toda a sanidade existente em meu corpo.

— Nunca mais diga isso, Haz. — resmunga e desliza seus dedos em meus cabelos, massageando-o. — Eu estou tendo um dia dos namorados ferrado, com o meu namorado ferrado. — diz baixinho, arrancando de mim um pequeno risinho. — E eu o amor por isso.

Feliz dia dos namorados ferrado. — sussurro em seu ouvido, deslizando minhas mãos para sua coxa. — Minha namorada.

S/N ri baixinho e cutuca meu estomago, desatando o nó de minha toalha, que cai ao chão.

Faça amor ferrado, com sua namorada ferrada.

LIAM:

Observei S/N pegando o irmão no colo e o enchendo de beijos. Ela era estupidamente linda assim, natural e distraída. Seus cabelos pendiam sobre seu ombro em pequenas cascatas com cachos nas pontas. Em um vestido regular, totalmente bege com rendas, ela se mantinha sexy e ao mesmo tempo com sua ingenuidade e inocência intocadas. Ela era estupidamente linda e não tinha noção disso.

Fui até ela, e passei meu braço ao seu redor. Joseph, seu pequeno irmãozinho me olhou com reprovação e S/N apertou-lhe as bochechas para que ele parasse de marra.

— Da um sorrisinho pro Liam — pediu ao menino, que me forçou um sorriso amarelo e eu lhe beijei a bochecha.

— Eca!¡ — resmungou o pequenininho enquanto passava a mão aonde eu beijei.

— Então eu vou beijar sua irmã — provoquei e ele franziu a testa se apertando ao pescoço de S/N.

— Não!

— Então eu vou te beijar! — disse e me inclinei contra ele, que estendeu os bracinhos em minha direção. — Quem é que eu vou beijar, então?

— A vovó! — apontou para a senhora conversando com algumas tias de S/N. — Ela não usa dentadura!

— Eca! — repeti sua ação anterior e ele riu baixinho, se inclinando contra mim e colocando as mãozinhas na boca:

— Ela baba muito, Liã

S/N riu baixinho e o mordeu a bochecha.

— Vai lá com a mãe, Josh — disse e o colocou no chão. — Diga a ela que eu e Liam estamos namorando.

— Dãããr! — esbravejou o menino indignado e bateu as mãozinhas nas pernas — Ela já sabe disso, Déia.

Sorri de sua ingenuidade e abracei S/N mais forte.

— Diga a ela que nós estamos “super-hiper-mega-namorando” — sussurrei pra ele e ele concordou — Ela não sabe disso ainda.

S/N se virou em meu braço e me olhou, com repreensão.

— Payne!!! — choramingou — Ela vai achar que nós estamos arrancando nossas roupas por aí.

Roubei-lhe um beijo e subimos pro quarto. Me sentei na cama e a observei tirando os brincos e o salto alto, caminhando até mim descontraída. 

— Babe? — me chamou baixinho e eu acenei para que ela falasse. — Me perdoa?

S/N se sentou ao meu lado e entrelaçou nossos dedos, arrastando seu dedão pelas costas da minha mão.

— Perdoar pelo que, S/N?

Seu pequeno corpo se deitou no meu, com a bochecha esmagada em meu ombro.

— Por te fazer passar o dia dos namorados na casa dos meus pais. — choramingou — Eu queria ter feito algo especial, mas eu..

— Qualquer coisa com você é especial, babe. — murmuro sobre seus lábios e os pego pra mim, beijando-a lentamente e deslizando meus dedos em seus cabelos. — Não pense que eu estou triste por não estar em um desses restaurantes super lotados e com garçons lutando por gorjetas, amor.

— É o trabalho deles, Li.

— Eu sei, amor. — sorrio com sua ingenuidade e a puxo para meu abraço, apertando-a. — Eu quis dizer que nada mais me importa se eu estiver contigo, do meu lado.

— Mas eu queria fazer alguma coisa pra ti. — continuou choramingando e apertando minha coxa. — Um café da manhã, um almoço, sei lá Li, até mesmo te colocar pra dormir, e não te trazer pra um almoço esquisito na casa dos meus pais.

Pego em sua mão e entrelaço nossos dedos.

— Ok, vamos fazer assim.. — digo-lhe beijando no pescoço e deslizando meus dedos por sua clavícula — Nós descemos agora, já que Joseph está espalhando pra família que nós estamos transando loucamente, e de noite você faz o que quiser comigo.

S/N sorri, roubando um selinho rápido.

— Você sabe que meu pai vai querer te mutilar, não é?

NIALL:

Tirei meus sapatos junto do casaco e os joguei sobre a poltrona perto da porta. Havia um pequeno falatório na parte de cima de casa e eu podia ouvi-la conversando com Leslie, caminhei até elas e do batente da porta pude observa-la enquanto conversava abertamente com o pequeno pacotinho em seu colo, segurou a mãozinha da menina e deu um beijo em seus dedinhos gordos e pequenos.

— O papai volta hoje.. — murmurou baixinho e depositou um beijo na bochecha da menina que abriu a boquinha sem dentes e sorriu para mãe. — Ele é tão lindo, não é mesmo? Eu sinto falta dele, muita falta, mas eu sei que ele vai voltar hoje e então você vai ser mimada demais, embora eu ache que isso vá te estragar, mas sabe Leslie, pensando bem, acho que eu tenho ciúmes. — sussurrou baixinho e sorriu com a menina. — Ele chega e então vem correndo te ver e Deus, ele simplesmente desliga, fica totalmente bobo com você e me esquece. Ok, não é beeem assim, ele me dá alguns beijinhos… Eu já te disse que os beijos dele são muito bons? Errh, eu não devia te contar isso, mas é que falar sobre isso com Maura seria um pouco demais, não? — comentou e tocou os próprios lábios, passou a mão nos cabelos, colocando-os de lado, formando uma linda cascata com os fios. Linda. — Uma vez, bem antes de você nascer, quer dizer nós nem pensávamos em ter um filho ainda, quando nós tínhamos brigado feio, realmente feio ele foi até a casa dos meus pais com uma caixinha de chocolates e um CD do Frank Sinatra e a única coisa que eu me lembro de ter feito quando o vi parado na minha porta, com aqueles olhos azuis e brilhantes foi chorar como um bebê e me jogar nos braços dele. — S/N estava tão vulnerável, conversando com Leslie que eu mal conseguia me mover, a caixinha em minha mão ameaçou cair e eu a apertei contra meu peito. Meus olhos marejados ardiam e minha garganta arranhava, querendo gritar e correr para os braços de S/N, que continuava conversando com a menina. — E nós ficamos namorando o dia inteiro, ele colocou o CD no radinho velho que tinha lá e nós ficamos abraçadinhos e eu tinha tanto medo de sair dos braços dele, de respirar um pouquinho mais forte e o espantar para longe. Eu dormi ali, com os braços dele ao redor da minha cintura e o rosto em meu ombro, ele cantava junto da música e as vezes me contava historinhas sobre os álbuns passados. — puxou a respiração mais forte e passou a mão sobre os olhos limpando as lágrimas que caíram. — Oh, droga. Ops, quer dizer, me desculpa. Céus, mas você tinha que dormir agora que nós estávamos conversando, Leslie?

— Pare de torturar a menina, com nossas histórias melodramáticas. — murmurei baixinho e me aproximei delas. Seu sorriso ficou estático, por ter sido pega no flagra e eu apenas podia sorrir de como ela estava corando por eu ter ouvido sua conversa. — Eu não sabia que você tinha medo de que eu fugisse de você, sabe, naquela noite.. — confessei me ajoelhando a sua frente e dando um beijo na bochecha da menina em seu colo. S/N riu baixinho e eu entrelacei nossas mãos, beijando-a. — Eu pensei que você me colocaria pra correr com uma vassoura ou que seu pai fosse atirar em mim com aquela espingarda que ele tinha no quartinho da piscina.

— Ela não funciona, Horan.

— Então você começou a chorar e Deus, eu queria chorar com você ali — sussurrei baixinho e dei um beijo em sua bochecha, encostando minha testa a sua. — Nós ficamos namorando aquela noite toda, Frank Sinatra cantava coisas lindas e eu estava tão agarrado a você e seu corpo que se alguém exigisse que eu te soltasse, eu iria cair aos pedaços. Eu não estava pronto pra admitir que te amava, porque eu tinha medo de estar fazendo tudo errado.

— Você sempre fez tudo certo — sussurrou baixinho, e ronronou em meu pescoço sugando o perfume. — Desde suas burradas até Leslie. Ela foi meu melhor presente.

— Eu a amo. — sussurrei baixinho e peguei a menina em meu colo, levando-a até o berço e deixando-a ali. — Mas eu te amo mais ainda, é como uma droga. Eu não posso ficar longe de vocês duas.

S/N sorriu minimamente, e amassou a barra de minha camiseta.

— Tira sua camiseta. — S/N pediu baixinho e puxou a barra para cima.

— Você já foi mais romântica — retruquei e a beijei, meus lábios sobre o dela e minha mão em sua nuca, conduzindo-a para mim.

— É sério, Niall. — resmungou e puxou minha camiseta pra cima, deixei que ela tirasse e ela colocou nos bracinhos de Leslie. — Assim ela não vai acordar e ficar miando porque quer seu colo.

— Oh, mas isso é jogo sujo — retruquei e S/N sorriu, me puxando pra fora do quarto. Fechou a porta e se encostou sorrindo envergonhada. — Ei.

— Hm? — murmurou baixinho e me encarou. Deus ela era tão linda.

— Você se lembra quando seus pais ficavam nos nossos pés — sussurrei baixinho e com minhas mãos em sua cintura, me abracei a ela. — Porque nós ainda não tínhamos dormido juntos e qualquer beijinho me deixava duro? E então eles faziam a gente ficar namorando no sofá, assistindo filme sob a vigilância dele?

— Uhum — choramingou baixinho em meu pescoço dando um beijo em minha veia.

— Nós podíamos ficar namorando hoje, sabe, ficar deitadinhos e com beijos e mordidas. Deus. — implorei e ela sorriu, beijando meus lábios rapidamente e me empurrando pro quarto. — Mas não precisamos necessariamente não fazer amor. Eu adoraria, mas podemos apenas namorar, você sabe.

— Vamos deitar. — ri baixinho me puxando para a cama, enquanto desliga a luz e se acomoda em meus braços embaixo da coberta. — Amor?

— Sim?

— Feliz dia dos namorados. — murmurei contra seus lábios, beijando-a. — Meu amor.

[…]

ZAYN:

Assim que ouvi o barulho das chaves de S/N na porta, desliguei as luzes e me enfiei no quarto apenas iluminado por algumas velas que iam até nossa cama. Apertei meus dedos nervosamente e meus lábios tinham gosto de sangue. Sua doce voz chamou por mim, e eu lhe respondi, dizendo-lhe que eu estava no quarto. Segundos depois, o chão reproduzia suas passadas leves e delicadas e com a ponta dos dedos empurrou a porta, colocando a cabeça pra frente e bisbilhotando, curiosa.

Amor? — sussurrou baixinho, se apertando na porta.

Dei um passo meio tremido pra frente e deixei com que a luz das velas iluminassem meu rosto.

— Ei. — sussurrei muito baixo e sorri pra ela. Minha garota tinha lágrimas nos olhos e suas mãos tremiam ao lado do corpo. — Você é um cavalo correndo sozinha, e ele tenta te domar. Te compara com uma estrada impossível, com uma casa em chamas. Diz que você o cega, que ele não poderá jamais te deixar. Te esquecer. Querer qualquer coisa além de você. — aos poucos o poema de Warsan Shire vai fluindo e deixando os meus lábios da forma mais emocionante que eu jamais pudera imaginar. — Você o atordoa, você é insuportável. Qualquer mulher antes ou depois de você, é extinta pelo seu nome. Você enche a boca dele — sigo em meus passos até ela e seguro em sua mão, deslizando a almofada de meu dedo na costa de sua mão. — O corpo dele é só uma enorme sombra em busca do seu, mas você é sempre intensa demais. Assustadora em seu modo de desejar, sem vergonha e dada a sacrifícios. Ele diz que homem algum pode chegar aos pés do que vive em sua cabeça e você tentou mudar, não tentou? — S/N está soluçando tanto, que eu tenho medo de estar fazendo a coisa errada. Beijo o topo de sua cabeça e continuo, pedindo a Deus que eu tenha forças pra terminar. — Fechou mais sua boca, tentou ser mais suave, mais bonita, menos volúvel, menos desperta. Mas mesmo dormindo você podia o sentir, viajando em sonhos para longe de você. Então o que você quer fazer amor. Quebrar a cabeça dele ao meio? Você não pode fazer casas em seres humanos, alguém já deveria ter te dito isto e se ele quer partir, deixe que ele vá. Você é aterrorizante e estranha e bela. Algo que nem todos sabem como amar.

Deslizo meus dedos até seu rosto e o levanto pra mim. S/N está sorrindo docemente e continua tremendo, ela se inclina contra meu corpo e se abraça a mim, tentando se estabilizar.

— Talvez, eu esteja maravilhado com o jeito que você me ama o tempo inteiro. — digo em seus cabelos e deslizo meus dedos na raiz, fazendo-lhe cafuné. — E eu tenho medo de não saber como corresponder. Eu tenho medo de amar tanto você, S/N! — sussurro desesperado, quero que ela me diga algo. Eu estou tremendo em seu corpo e meus olhos começam a arder em lágrimas. — E eu estive pensando, e fiquei maravilhado em como eu percebi que sou dependente de você. Eu preciso de você o tempo todo. Preciso estar dentro de você, preciso estar te protegendo e te cuidando.

S/N se abraça a mim e beija meu pescoço, ainda sem forças pra falar.

— Eu sou a droga de um homem solitário, babe. — choramingo em seu ombro e sinto as lágrimas cortarem meu rosto. — Eu estou no meio desta enorme coisa de sentimentos e não sei o que fazer, e talvez, você seja a única mulher capaz de amar o suficiente a mim, e me ajudar. Eu preciso que você tome esse barco, S/N. Preciso que você confie o suficiente em mim, pra colocar sua fé em meus pecados.

Seu pequeno dedo sobe até meus lábios e me faz parar. Ela se endireita e me beija. Deixando com que eu sinta a única coisa pela qual eu estive implorando nesses últimos minutos. Seu amor.

— Você é o único. — sussurra baixinho, segurando minha cintura e balançando meu corpo junto ao dela. — Você é o único que fez amor comigo. Você fez amor comigo enquanto Paul McCartney tocava bem baixinho no seu radinho velho, Zayn. — seu sorriso era lindo, e meus dedos estavam tirando as lágrimas de sua bochecha. — E eu não posso te salvar, meu amor, porque eu preciso de você forte pra me manter forte. E eu tenho plena certeza de que você me tem mantido viva, porque você é o único que faz meu corpo todo tremer quando diz meu nome. — nós estamos chorando e eu a beijo, porque está doendo e ao mesmo tempo, nós estamos dando um enorme passo. — E é tão irônico, porque ao mesmo tempo que você me faz viver, eu sei que se algo der errado, essas mesmas coisas irão me destruir.

Seguro seu rosto, e encosto nossas testas.

— Você é a garota das minhas canções. — sussurro sobre seus lábios, encarando-a nos olhos. — A melodia nata de nossa noite de amor e a insulina que corre em minhas veias. — encosto nossos lábios, mas não a beijo. — A garota pela qual eu decorrei e recitei um poema e a única que eu vou ser capaz de dizer: Feliz dia dos namorados, minha garota.


*P.S.: Poema que o Zayn recitou é o “for women who are difficult to love (the affirmation)” da Warsan Shire (a garota do poema do “Lemonade Film”) e na tradução de Thaís Souza (@/traduzindowarsanshire)*

Imagine - Niall Horan

NIALL P.O.V


- Niall… Niall acorda pelo amor de Deus! - Ouvia uma voz de longe provavelmente tentando me acordar, mas apenas mumurrei algo que nem eu mesmo entendi. - NIALL HORAN! - Ouvi a mesma voz 10x mais alta e logo depois senti uma claridade no meu rosto. Gemi irritado e com um pouco -muita- dificuldade consegui abrir os olhos, mas logo depois os fechei fortemente por culpa da forte luz que vinha através das janelas.


- O que foi, querida? - Perguntei a s/n assim que ela se sentou ao meu lado na cama.


- Espero que não tenha se esquecido que terá que cuidar da Emma hoje. - Ela me olhou significativamente e eu arregalei os olhos. - Eu não acredito que se esqueceu Niall, eu comentei isso com você a semana inteira. - Disse irritada.

- Me desculpe, querida. A noite de ontem foi suficiente para me fazer esquecer toda a semana. - Eu disse com um sorriso malicioso, mas ele logo se desfez quando vi o olhar ainda mais irritado de minha esposa.

- Já estou atrasada para minha reunião. Você já sabe onde está as fraldas de Emma, e os remédios caso aconteça algo. A mamadeira está dentro do microondas, não deixe muito quente e nem muito fria, ok? - Ela perguntou e eu apenas concordei com a cabeça, esquecendo tudo o que ela disse logo depois. - Qualquer coisa me ligue. Emma ainda está dormindo. - Ela me deu um selinho e logo depois se levantou e saiu do quarto rebolando naquela saia apertada. Deus me ajude.


Assim que ouvi a porta da sala sendo fechada, me virei para o lado e olhei as horas no visor de meu celular, onde marcava 7:30 da manhã. Me revirei um pouco no cama tentando dormi novamente, mas 5 minutos depois ouvi um choro alto vindo do quarto ao lado. Gemi frustrado e me levantei calçando meus chinelos e indo até o quarto de Emma.

Ela se revirava inquieta no berço, ainda chorando, enquanto esticava os pequenos braços para que fosse pega no colo. Lhe levantei do berço devagar para que ela não se machucasse, e a balancei em meus braços.

- Você está com fome, Emma? - Perguntei como se ela fosse realmente me responder, e revirei os olhos para mim mesmo constatando que aquilo não aconteceria.

O fato é que Emma tinha quase 2 anos, mas se expressava mais através de gestos do que de palavras -que quando pronunciadas por ela, eram difíceis de serem entendidas- mas era algo que sua médica achava normal, já que cada bebê demorava um certo tempo.

Desci as escadas com todo o cuidado que possuía, enquanto Emma me encarava com aqueles grandes olhos azuis e soltava risadinhas sem nenhum motivo aparente.


- Tudo bem Emma, você está com fome? - Perguntei e ela apenas me encarou e riu. Franzi o cenho e a coloquei em sua cadeirinha de alimentação.
Peguei sua mamadeira que estava no microondas e a balancei um pouco, me ajoelhei ao lado de Emma, e coloquei a mamadeira em sua boca, mas assim que sentiu o líquido, o cuspiu e começou a chorar. Arregalei os olhos ao constar que havia me esquecido de esquentar a mamadeira.


- Droga. - Sussurrei colocando a mamadeira no microondas novamente, e colocando um curto tempo para que o leite ficasse morno. - Me desculpe Emma. Eu sou um pai horrível. - Eu disse pegando minha filha novamente no colo e a balançando pela cozinha, enquanto a mesma ainda chorava.
Assim que o microondas apitou, peguei a mamadeira novamente. A temperatura estava como s/n havia dito, nem tão quente e nem tão fria.


Carreguei Emma até a sala, e me sentei no sofá a colocando em meu colo. Peguei o controle da televisão que estava ao meu lado e coloquei em um canal de desenho animado que Emma adorava. Assim que ouviu a abertura de “Peppa Pig”, Emma bateu as mãozinhas como se realmente soubesse tudo o que se passava no desenho. Apoiei sua costas em minha barriga e levei a mamadeira até sua boca, que dessa vez foi muito bem aceita.


Depois de alguns minutos, Emma já estava devidamente alimentada, porém, sua atenção ainda estava ao desenho. Na maioria das vezes ela soltava risadinhas ou balbuciava coisas incompreensíveis. Ficamos mais algum tempo assistindo desenhos, mas cerca de 20 minutos depois, senti um cheiro não muito agradável.


- Ah Emma… - Gemi enquanto a levantava rapidamente, e ia até seu quarto para pegar uma fralda em sua gaveta. Emma já estava ficando vermelha, o que indicava que iria começar a chorar, o que me fez ficar ainda mais desesperado.
Assim que peguei uma fralda, fui rapidamente até a cama de Emma e estiquei uma de suas toalhas sobre a cama. À deitei com cuidado sobre a toalha e peguei um talco, lenço umedecido, e uma pomada que estava no armário. Já havia visto s/n trocar a fralda de Emma várias vezes, e até eu mesmo já havia me arriscado algumas vezes, mas nada com muito sucesso.


Tirei o macacão que Emma estava usando com cuidado, e logo abri os dois “adesivos” de sua fralda. Fiz uma careta ao sentir o odor que emanava dali. Rapidamente embrulhei a fralda e joguei no lixo. Limpei Emma cuidadosamente, e pensei em passar a pomada mas resolvi lhe dar um banho antes. Fui até o banheiro do meu quarto e de s/n com Emma no colo e enquanto sua banheira se enchia com água morna, ela se distraía puxando meu cabelo. Assim que a banheira se encheu, coloquei alguns bichinhos de borracha que Emma brincava enquanto tomava banho.
Peguei seu shamppo e seu condicionador e lavei seus cabelos cuidadosamente, logo depois lhe ensaboando. Assim que terminei de lhe enxaguar, peguei seu roupão da Hello Kitty, e lhe embrulhei. Lhe coloquei deitada em um pequeno sofá de meu quarto, passei a pomada contra assaduras, e coloquei sua fralda (com dificuldade, admito). Resolvi colocar apenas um vestido de mangas longas e meias em Emma, já que a temperatura naquela manhã estava baixa.

A tarde passou consideravelmente rápido. Tive algumas dificuldades com Emma, como quando ela chorava sem motivo e eu realmente não tinha noção do que fazer. Considerei ligar para s/n várias vezes para esclarecer algumas dúvidas sobre o comportamento de Emma, mas consegui colocar tudo sob controle antes que a situação ficasse crítica.


Emma estava agora deitada ao meu lado em minha cama e de s/n. Eu havia colocado alguns travesseiros em sua volta para que evitasse algum acidente. Ela brincava distraidamente com seu bichinho de pelúcia, enquanto eu apenas à encarava.


- Emma? - Chamei baixinho e ela me olhou. - Você pode falar pa-pa-i? - Perguntei devagar. Ela me olhou curiosa por alguns instantes e logo depois caiu na gargalhada. Suspirei e resolvi tentar novamente. - Vamos lá Emma! Pa-pa-i? - Ela apenas sorriu e voltou a brincar com seu bichinho.



Emma já estava na idade de falar, mas apenas se comunicava através de gestos quando queria algo. S/n, assim como a médica, afirmou que isso era normal, mas eu ficava cada dia mais ansioso para escutar as primeiras palavras de minha filha.

- Papa - Emma disse ao meu lado e riu. Arregalei os olhos e a olhei novamente.



- O que você disse, Emma? Repete para o papai. - Eu disse na expectativa de que ela falasse novamente.


- Papa. - Ela disse mais alto e caiu na gargalhada, como se achasse alguma graça na palavra. Abri um sorriso gigante e senti meus olhos se encherem de lágrimas. Podem me achar dramático mas nada é mais importante do que ouvir as primeiras palavras de um filho.

- Ah Emma, eu te amo filha. - Eu disse se abraçando cuidadosamente enquanto ela ainda soltava risadinhas. - Sua mãe vai morrer de inveja. - Pisquei e ela sorriu.

Depois de algum tempo brincando com seu bichinho de pelúcia, Emma se deitou em meu peito e eu à cobri. Depois te toda aquela agitação pela manhã, com toda certeza ela estaria cansada agora.

Emma deu um bocejo e depois de alguns minutos fechou os olhinhos. Sorri com a cena, e resolvi tirar uma foto para recordar o momento. Fiquei velando o sono de Emma por um tempo, mas depois também senti meus olhos pesarem.


Abri os olhos rapidamente assim que ouvi o barulho da porta da frente se fechando e passos vindos da escada.


- Oi. - S/n disse sorrindo assim que abriu a porta. - Own, que fofos. - Disse quando viu Emma ainda deitada em meu peito.


- Oi, amor. - Eu disse sorrindo. Como foi a reunião?


- Foi ótima, mas nada de muito importante. E como foi cuidar dessa garotinha aqui? Ela deu muito trabalho? - Perguntou enquanto acariciava os cabelos de Emma.

- Você nem imagina o quanto. - Eu disse fazendo uma careta e s/n riu. - Assistir desenhos nunca foi tão difícil.


S/n sorriu e pegou Emma no colo com cuidado para que ela não acordasse, saindo de nosso quarto logo em seguida, provavelmente indo levar Emma até seu próprio quarto.
Assim que s/n voltou, se jogou ao meu lado da cama e eu à abracei pela cintura.


- Você não vai acreditar no que aconteceu hoje. - Eu disse sorrindo bobo.


S/n apoiou seu queixo em meu peito e me olhou curiosamente, assim como Emma sempre fazia.


- O que aconteceu?


- Emma disse ‘papai’. Quer dizer, ela disse 'papa’ mas está quase lá. - Eu disse ainda sorrindo enquanto s/n me olhava incrédula.


- Não acredito que a primeira palavra dela foi 'papai’ - Ela disse emburrado enquanto de deitava no meu peito novamente. Sorri e comecei a mexer em seus cabelos.


- Foi sim. E isso me lembra que você está me devendo 50 dólares. - Sim, havíamos apostado qual seria a primeira palavra de Emma. Obviamente ela havia apostado em “mamãe” e eu em “papai”.


- Tudo bem. Mas isso ainda é injusto. - Ela disse e eu apenas ri.


- Depois de toda essa tarde trocando fraldas, assistindo desenhos e brincando com bichinhos de pelúcia, eu estou morto de cansado. - Eu disse fazendo careta.


- Cansado o suficiente para não repetir a noite de ontem? - Ela perguntou sorrindo maliciosa.
Apenas sorri safado e à beijei enquanto me colocava por cima dela.

No final, tudo havia valido a pena.


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XxXGaby:)