c:martha

Sycamore
Martha
Sycamore

Sycamore - Martha

My body’s starting to decay, 
My mouth is dry, 
I’m trying to fight the urge to fall sleep, 
I don’t wanna die, 
Soil begins to pull me down, 
Submerged from head to toe, 
I can feel my b-b-body’s spread, 
I’m trying to lift my head, 
But I’m taking root and starting to grow, 

I’m a beautiful sycamore, 
Oh, I don’t have to care about anything anymore, 

You’ll try to find me and I understand, 
You know this city like the back of your hand, 
But deep roots are holding me down, 
We said one day we’d run away, 
But it’s been twenty seven years and I don’t recall your name, 
Oh God I can’t remember your name.

Quero fazer uma homenagem aos excluídos emocionais, os que vivem sem alguém para telefonar no final do dia, os que vivem sem alguém com quem enroscar os pés embaixo do cobertor. São igualmente famintos, carentes de um toque no cabelo, de um olhar admirado, de um beijo longo, sem pressa pra acabar. A maioria deles são solteiros, os sem-namorado. Os que não têm com quem dividir a conta, não têm com quem dividir os problemas, com quem viajar no final de semana. É impossível ser feliz sozinho? Não, é muito possível, se isso é um desejo genuíno, uma vontade real, uma escolha. Mas se é uma fatalidade ao avesso – o amor esqueceu de acontecer – aí não tem jeito: faz falta um ombro, faz falta um corpo. (…) A boa notícia: você não é um sem-trabalho, sem-estudo e sem-comida – é apenas um sem-paixão. Sua exclusão pode ser temporária, não precisa ser fatal. Menos ponderação, menos acomodação, e olha só você atualizando sua carteirinha. O clube segue de portas abertas.
—  Martha Medeiros 
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“Once when we were fifteen, River and I went out for this fancy dinner in Manhattan and I ordered soft-shell crabs. He left the restaurant and walked around on Park Avenue, crying. I went out and said, “I love you so much. Why?” He had such a pain that I was eating an animal, that he hadn’t impressed on me what was right. I loved him for that. For his dramatic desire that we share every belief, that I be with him all the way.”

- Martha Plimpton

I cry all the time too, Daddy. I cry alllll the time; but deep inside, so no one can see me. I cry all the time. And George cries all the time, too. We both cry all the time, and then, what we do, we cry, and we take our tears, and we put ‘em in the ice box, in the goddamn ice trays until they’re frozen and then…we put them…in our…drinks.
—  Martha, Whose Afraid of Virginia Woolf?