branco

As pessoas são muito reativas: costumam retribuir exatamente aquilo que recebem. Retribuem o bem com o bem, e o mal com o mal. Mas tu, para seres imensamente feliz, procederás diferente: Retribua com flores a todas as pedras que te atirarem. Haverá um momento em que as pedras de teus inimigos acabarão, e assim eles só poderão atirar em você as próprias flores que receberam de ti.
—  Augusto Branco.
Antes de errar com alguém, certifique-se de que teus laços são fortes o suficiente para que seja aceito um pedido de desculpas. Antes de simplesmente sumir da vida de alguém, certifique-se de que tua presença tenha se tornado descartável e prescindível. E antes de dizer adeus, certifique-se de que não quererás voltar depois, porque erros machucam, a indiferença distancia as pessoas, e há coisas que nunca mais voltam a ser as mesmas de antes.
—  Augusto Branco.
Skrillex Headers

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Il lupo non è un animale come gli altri. Il lupo ha due facce.

Quando è in branco dà tutto sé stesso per aiutare e proteggere gli altri lupi e loro fanno lo stesso, perché solo così il gruppo può funzionare.

Il lupo solitario, invece, è quello che non ha bisogno di nessuno e pensa solo ad andare avanti da solo, perché la vita gli ha insegnato che non ci si può fidare di nessuno. Di notte però, con la luna piena, inizia a piangere. 

Per quanto sia forte e indipendente, forse, anche lui vorrebbe qualcuno al suo fianco.

- etiricordoancora

Azul

Ele era azul.
Um tom escuro de azul.
Não sorria muito,
Mas era bonito como o oceano.

Ele era azul.
Mas pela manhã tentava ser verde,
Espalhava a cor pelo rosto como uma máscara,
Enganando a sí mesmo,
Fingindo que era feliz.

Ele era Azul,
Assim como o céu depois do amanhecer.
Não tinha muitos amigos,
Mas era sozinho que criava as melhores melodias.

Ele era azul.
Seus olhos também.
Tentava ser forte, como o preto.
Pacífico, como o branco
Mas acabava parecendo vazio, como o cinza.

Ele era azul.
E amava o vermelho.
O olhava de longe, cheio de desejo.
Sonhava com o seu toque, o gosto de um beijo.
E acordava no meio da noite
Envolto em cobertas suadas.

Ele era azul.
Odiava isso.
E na madrugada, tentava ser neutro.
Perdia a consciência depois de tantas garrafas,
Quando o ar do quarto já estava cheio de fumaça,
Tentando de alguma forma suportar a vida
Tingida pelos tons frios.

Ele era azul.
Azul era a cor da sua alma.
Gostaria de ter a alegria do amarelo.
A nostalgia do laranja.
E receber o amor do vermelho.
Mas não importava o quanto tentasse,
nada parecia ser capaz de mudar  o azul refletido no espelho.