bosque rodrigues alves

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Bosque Rodrigues Alves, d. 1960 / Revista Belém 350 anos (1966)

“Classificando flora e fauna amazônicas, o homem dissociou a grandeza regional na criação do Bosque Rodrigues Alves e o Museu Goeldi. Não lhe prejudicou o sentido de grandiosidade, porém, possibilitou ao estudioso da zoobotânica, ou simplesmente ao curioso turista, uma percepção rápida da diversidade e da multiplicidade da natureza vegetal e animal amazônica; constituindo-se essas duas instituições, como uma prévia visão conjunta desse mundo fantástico. A visita, pois, a uma e outra é imprescindível, pois, enquanto o Museu Goeldi, classificado entre os melhores do mundo, permite o conhecimento da mais rica coleção de animais vivos ou empalhados, o Bosque Rodrigues Alves concentra a quase totalidade das espécies vegetais da Amazônia”.


  • Revista Belém 350 anos (1966)
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Bosque Rodrigues Alves & Museu Emílio Goeldi, d. 1960 / Revista Belém 350 anos (1966)

“Bosque-Museu. Classificando flora e fauna amazônicas, o homem dissociou a grandeza regional na criação do Bosque Rodrigues Alves e o Museu Goeldi. Não lhe prejudicou o sentido da grandiosidade, porém, possibilitou ao estudioso da zoobotânica, ou simplesmente ao curioso turista, uma percepção rápida da diversidade e da multiplicidade da natureza vegetal e animal amazônica; constituindo-se, essas duas instituições, como uma pre´via visão conjunta dêsse mundo fantástico. A visita, pois, a uma e outra é imprescindível, pois, enquanto o Museu Goeldi, classificado entre os melhores do mundo, permite o conhecimento da mais rica coleção de animais vivos ou empalhados, o Bosque Rodrigues Alves concentra a quase totalidade das espécies vegetais da Amazônia.”


  • Revista Belém 350 anos (1966)