bosque rodrigues alves

4

Bosque Rodrigues Alves, d. 1960 / Revista Belém 350 anos (1966)

“Classificando flora e fauna amazônicas, o homem dissociou a grandeza regional na criação do Bosque Rodrigues Alves e o Museu Goeldi. Não lhe prejudicou o sentido de grandiosidade, porém, possibilitou ao estudioso da zoobotânica, ou simplesmente ao curioso turista, uma percepção rápida da diversidade e da multiplicidade da natureza vegetal e animal amazônica; constituindo-se essas duas instituições, como uma prévia visão conjunta desse mundo fantástico. A visita, pois, a uma e outra é imprescindível, pois, enquanto o Museu Goeldi, classificado entre os melhores do mundo, permite o conhecimento da mais rica coleção de animais vivos ou empalhados, o Bosque Rodrigues Alves concentra a quase totalidade das espécies vegetais da Amazônia”.


  • Revista Belém 350 anos (1966)
4

Bosque Rodrigues Alves & Museu Emílio Goeldi, d. 1960 / Revista Belém 350 anos (1966)

“Bosque-Museu. Classificando flora e fauna amazônicas, o homem dissociou a grandeza regional na criação do Bosque Rodrigues Alves e o Museu Goeldi. Não lhe prejudicou o sentido da grandiosidade, porém, possibilitou ao estudioso da zoobotânica, ou simplesmente ao curioso turista, uma percepção rápida da diversidade e da multiplicidade da natureza vegetal e animal amazônica; constituindo-se, essas duas instituições, como uma pre´via visão conjunta dêsse mundo fantástico. A visita, pois, a uma e outra é imprescindível, pois, enquanto o Museu Goeldi, classificado entre os melhores do mundo, permite o conhecimento da mais rica coleção de animais vivos ou empalhados, o Bosque Rodrigues Alves concentra a quase totalidade das espécies vegetais da Amazônia.”


  • Revista Belém 350 anos (1966)
2

1. Bosque Rodrigues Alves, 1907 / Belém da Saudade (2004) | 2. Bosque Rodrigues Alves, c. 1950 / Biblioteca Digital IBGE

“Esta foto de 1907 mostra a monumentabilidade da obra erguida pelo Intendente Antônio Lemos para comemorar o Congresso dos Intendentes dos Municípios do Estado. Construído em uma das alamedas do Bosque Rodrigues Alves, ainda existe, hoje, com a exclusão das duas estátuas de bronze que foram transferidas para o monumento no Largo da Pólvora, fixado, ali, em homenagem ao Maestro Carlos Gomes. Situa-se em frente ao Grande Hotel e à lateral esquerda do Teatro da Paz. Tudo mais permanece na obra imorredoura do velho Lemos e que poderá ser admirada no fim da alameda do Bosque, à direita de que entra junto ao atual orquidário. Foto da Livraria e Tabacaria Alfacinha 1907”.

Augusto Meira Filho - A Província do Pará de 15 de junho de 1974