biquini brasileiro

Preference: "Estranhos" costumes brasileiros

Harry 

— Não. — Falei manhosa deitada preguiçosamente no colo de Harry, que estava sentado no sofá assistindo televisão, quando ele insistiu em fazer cafuné no meu cabelo. 

— Porque não? — Perguntou com a sobrancelha arqueada. — Você nunca reclamou quando eu faço carinho no seu cabelo. 

— Mas eu lavei ele ontem à noite, e se você ficar mexendo muito nele, vai ficar todo sujo e oleoso. — Expliquei. 

— E o que que tem? — Disse levando a sua mão novamente para o meu cabelo, mas eu o afastei rapidamente. 

— Tem que eu vou ter que lavá-lo de novo hoje, dãh. — Falei óbvio. — Dois banhos em dois dias seguida? Por isso que sua conta de água vem tão alta. — Harry comentou. 

— E o que é que tem? Eu sempre tomei banho todos os dias por questão de higiene, e não é por que eu estou na Inglaterra que eu tenho que seguir o costume de vocês de tomar poucos banhos na semana. 

— Tá insinuando os ingleses não tem higiene? — Perguntou com a cara fechada. 

— Não é isso meu amor. — Dei um beijo em seus lábios. — Mas eu acho que vocês deveriam ter o costume de tomar mais banhos, sabe? Principalmente para não deixar o cabelo com aspecto de sujo que nem o seu. — Meio que sussurrei as últimas palavras para que ele não ouvisse. 

— Ei! Meu cabelo não é sujo, eu lavei ele anteontem. — Harry se defendeu. — Isso também faz parte do meu estilo, ok? Está no meu nome. — Falou convencido. 

— Estilo, sei. — Disse irônica. 

 Niall 

— S/a! Onde você tá? — Chamei por minha namorada assim que cheguei em casa.

 — Aqui no banheiro! — Ela respondeu ao meu chamado cantarolando. Assim que eu cheguei ao banheiro encontrei uma cena um tanto engraçada. S/n estava em pé no box do banheiro vestida somente com suas roupas íntimas e com quase todo o seu corpo coberto por uma pasta branca. 

— Mas que porra é essa S/a? — Perguntei me segurando para não rir. — Por acaso é algum tipo de creme afrodisíco? Porque se for isso, saiba que não funcionou hahaha 

— Muito engraçado Nialler. — S/n falou séria. — Isso daqui é descolorante, seu idiota. 

— Mas se você quer ficar loira por que não passou no cabelo? — Perguntei óbvio. 

— Você é burro ou se faz, hein? Eu tô descolorindo os meus pelos do meu corpo. 

— Mas por que? Não seria mais fácil passar cera quente ou lâmina? 

— A cera resseca muito e doe para caramba, e a lâmina irrita a minha pele. — Explicou. — Além de que é mais prático e já tô acostumada com o descolorante, eu fazia isso sempre quando morava no Brasil, lá é comum fazer isso. 

 —Comum? Isso é estranho, isso sim. Deus do céu! Minha namorada louca! S/n e seus costumes brasileiros esquisitos, tsc, tsc, tsc. — Falei balançando a cabeça em sinal de negação 

— Vai te catar Horan! — S/n gritou brava jogando uma tolha na minha direção.

Liam 

— Vamos vai Liam. — Chamei pela milésima vez tentando convencer o meu marido a se levantar da cama e para fazermos uma caminhada. 

— Já disse que eu não, caramba! — Liam falou ainda de olhos fechados e se virando de lado na cama. 

— Poxa! Por que você nunca vai comigo fazer caminhada de manhã? — Perguntei sentando ao seu lado. 

— São cinco e meia da manhã S/n! Quem é o trouxa que acorda esse horário para caminhar? — Falou abrindo os olhos. — Agora me deixa voltar a dormir, vai? 

Tá certo que tava meio cedo para caminhar, mas eu sempre tive o costume de andar pela manhã desde quando eu estava solteira e ainda morava no Brasil. Lá era comum você ir aos parques e ciclovias e ver várias pessoas andando e se exercitando, comprovando o que dizem por aí que o povo brasileiro é o mais ativo em relação às atividades físicas comparando com outros países. 

— Não acredito que eu me casei com um preguiçoso. — Falei indignada. — Preguiçoso não. — Disse se defendendo. 

— A culpa não é minha se EU me casei com uma brasileira que não para quieta no lugar. — Ah é, é? Então é assim? Tá bom, fica aí dormindo, tendo uma vida sedentária, seu gordo. — Falei me levantando brava e indo para a porta.

 — Ei! Eu não sou gordo! Isso aqui é só excesso de gostosura. — Liam disse se achando e eu rolei os olhos. 

— Se acha viu? Bem, se o Senhor Gostosão algum dia tiver problemas com as roupas que não servem mais porque elas devem ter “encolhido” na máquina de lavar, não me venha procurar. — Falei a verdade saindo do quarto e fechando a porta atrás de mim. Liam nos últimos tempos sempre reclamara que suas roupas estavam “encolhendo”, mas no fundo ele sabia que estava à cima do peso, só não admitia. Quando eu estava quase saindo de casa, eu ouvi passos atrás de mim descendo as escadas rapidamente. 

— Pera, S/n! — Me chamou. — Eu vou caminhar com você, talvez uma caminhada ajude um pouco. — Falou baixo se dando por vencido e eu sorri vitoriosa. Quem mandou mexer com a brasileira aqui, hein? 

Zayn 

— ZAYN! Vem aqui! — Ouvi S/n chamando por meu nome do quarto me obrigando a pausar o meu jogo e rolei os olhos indo até lá. 

 — Que foi? — Perguntei nervoso adentrando ao quarto e encontrando uma S/n , de costas para mim e somente vestindo um biquíni, enquanto mexia no closet. 

 Aquela era a visão do paraíso. S/n vestia O Biquini Brasileiro, que ela tinha trazido diretamente do Brasil. Ele era estranho, estranho no quesito diferente. Ao contrário dos biquínis que as inglesas costumam vestir por aqui, o biquini brasileiro de S/n tinha um caimento perfeito em seu corpo, não que eu conheça muito sobre moda, mas… Cara! Aquele que ela vestia naquele momento, valoriza totalmente o seu corpo, e principalmente deixava bem à mostra aquela sua bunda gostosa que eu gostava de apertar toda hora por causa da calcinha fio dental. 

— Você viu a minha canga? Vou sair com a Sophia para a praia, e eu não tô achando ela. — Disse S/n enquanto se esticava e ficava nas pontas dos pés para alcançar as prateleiras de cima do closet, o que deixava a sua bunda tencionada e durinha. Vendo aquele cena, estava me fazendo a começar a ficar duro. Tive que me controlar naquele momento para não correr e agarrar S/n, então decidi me sentar na ponta da cama, de pernas abertas e com os braços apoiando meu peso atrás de mim. 

— Não vi não. — Falei distraído observando sua bunda ainda. 

— Você tem certeza? Eu juro que eu deixei ela por aqui. — S/n disse e ficou meio curvada para procurar nas gavetas. Oh Deus! Eu não aguento mais essa tortura! Levei minhas mãos ao meio das minhas pernas e tentei aliviar um pouco a minha tensão naquela região. 

— Achei! — S/n gritou animada e se virou mostrando a canga para mim, mas logo arregalou os olhos ao me ver masturbando. 

— Za-zayn… 

— Droga S/n! Você fica putamente gostosa com esse biquini. — Falei entre gemidos. 

— Fico, é? — S/n disse dando um voltinha para me provocar. 

— Fica. — Não me aguentei e puxei o corpo dela para perto de mim e logo a deitando-a na cama. — E fique sabendo que eu não vou deixar você sair assim, esse biquini é muito vulgar e não vou deixar os marmanjos apreciar o que me pertence. — Falei tentando parecer sedutor o que acabou não dando muito certo fazendo S/n rir. 

 Louis 

Era a primeira vez que eu e Louis, meu namorado, tomávamos café da manhã juntos. Estávamos na minha casa e enquanto eu preparava o café, Louis colocava à mesa os pratos, talheres, xícaras e mais algumas coisinhas para comermos. 

— Café? — Louis perguntou franzindo o cenho enquanto me observava colocar a bebida escura e quente em uma xícara. 

– É, ué! Quer um pouco? — Ofereci ao meu namorado e mesmo parecendo meio receoso,se aceitava ou não, ele assentiu pegando uma xícara no armário e logo estendendo para lhe servir. Deixei o bule na mesa, peguei a minha xícara cheia assoprando um pouco fazendo com que a fumaça dançasse ao ar, e logo em seguida dei um gole do café fechando meus olhos ao sentir todo o meu corpo se esquentar rapidamente e tirando a tensão dos meus nervos. Assim que eu abri meus olhos, me deparei com um Louis fazendo uma careta estranha enquanto olhava para a sua xícara ainda cheia de café. 

— Há algo de errado Louis? — Perguntei.

 — Hã? Ah… Não é nada de mais. — Louis parecia meio tímido e continuei a observá-lo por mais alguns instantes até ele voltar a falar novamente. — É que… Hum… Você gosta de café forte, né? — Riu nervoso. 

— Muito, me ajuda a relaxar quando estou nervosa. Acho que também é um costume brasileiro que eu nunca vou conseguir me desapegar, uma boa xícara de café forte todas as manhãs. — Comentei mas logo voltei a prestar atenção nele. — Mas por que a pergunta? Não gostou do café? 

— Não! Não é isso. É que… — Louis parecia meio enrolado para falar. — Digamos que eu prefira mais a chás do que ao café. Não é que eu não gostei do seu café, não é isso, ele está ótimo. Mas para quem está acostumado com café forte… — Sussurrou a última parte como se fosse para eu não ouvir seu desabafo. 

— Oh! Tudo bem. Eu tinha me esquecido desse detalhe. Vocês ingleses, bebem mais chás e café fraco. Eu posso fazer um chá para você… — Falei já pegando a caixinha de chá no armário.

 — Não precisa. — Louis disse pegando na minha mão e fechando o armário. — É estranho esse costume brasileiro de beber café forte, eu confesso. Mas eu posso me acostumar com isso, assim eu posso ficar acordado até mais tarde com você. — Falou com um sorriso malicioso em seus lábios me fazendo rir com a sua safadeza.