bipe

Drinker nisti

By José Carlos Cortés on @ryuukibart

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Name: Drinker nisti

Name Meaning: For Edward Drinker Cope

First Described: 1990

Described By: Bakker et al. 

Classification: Dinosauria, Ornithischia, Genasauria, Neornithischia, Cerapoda, Ornithopoda

Drinker was a small, potentially ornithopod dinosaur from the Morrison Formation in Como Bluff, Wyoming. It dates back to about 156.3 to 146.8 million years ago, from the Kimmeridgian to Tithonian ages of the Late Jurassic. Based upon a partial subadult skeleton including a partial jaws, vertebrae, and limbs, and it was a two meter long biped with strong limbs. Though it has relatively good remains, it hasn’t been written on since it’s first publication; furthermore, it may have been the same animal as Othnielia and Othnielosaurus, because Bakker insists on naming new taxa even when it’s not necessary. A review examining small, bipedal Ornithischians from the Morrison is probably necessary to work out these animals and their affinities. It lived in a swampy environment, not the typical floodplains of the Morrison. It was probably not a burrower as Bakker claims. 

Source: 

https://en.wikipedia.org/wiki/Drinker

Shout out goes to @christinaify!

Are you guys reading the awesome webcomic The Boy in Pink earmuffs ?

If not you should be! Because it is seriously the sweetest and cutest webcomic ever. It’s all about how you should not judge people simply by what they wear or how they act.

Today I got the chance to go over to Chicago Comics and pick up the new BiPE mini comic and the other mini comic of the first few strips. 

Ugh, but really go read the adorableness and support this awesome comic!

SO INSPIRATION STRUCK AND I HAD THIS IDEA FOR A BIRD-BASED RACE OF DRAGONS AND IM REALLY HAPPY WITH THIS

They’re facultative bipeds and vary widely in size, body type, head shape, and plumage. This is the basic body type for ones that mirror smaller tropical birds and songbirds. The way I have them pictured in my mind gives you tons of freedom in their designs and aahhh I’m really pumped. Keep an eye out for more on these.

shepfax asked:

would you be able to list all the sauropods that we think were bipedal or capable of bipedal movement? one of my favorite games portrays shantungosaurus as being able to switch from four to two legs and i'm wondering if that's at all accurate

I’m going to assume that you meant “hadrosaurs that were bipedal”, since you listed Shantungosaurus as your example.  It’s fairly safe to say that no sauropods were bipedal - although they might have been able to rear up on their hind legs for brief periods of time.

During earlier days of paleontology, hadrosaurs were frequently depicted as bipedal animals that used their tails as “tripods” for additional support, like massive reptilian kangaroos.  The first mounted dinosaur skeleton in the world - a Hadrosaurus displayed at the Academy of Natural Sciences of Philadelphia in 1868 - was reconstructed with this type of bipedal posture.

It was later realized that hadrosaurs were not built for bipedalism.  At best, they were facultative bipeds, capable of standing and walking bipedally for short periods of time, while spending most of their time on all fours.  Since hadrosaurs relied on their great quadrupedal running speed as their primary form of defense, they probably only reared up on their hind legs to reach high-growing plants.

How many hadrosaurs were facultative bipeds?  If I had to guess, all of them - or at least the vast majority.  The only exceptions might have been some of the larger varieties, who would have been tall enough to reach most food sources without standing up, and whose great weight might have made standing bipedally more difficult.  This, unfortunately, includes Shantungosaurus (the largest known hadrosaur).  However, I’m mainly speculating here, so I’m not willing to call it “impossible”.

(Outdated reconstruction of bipedal hadrosaurs, by Charles R. Knight.)

MEU ANJO

Capítulo 25  

Pude ouvir um burburinho ao meu lado, mas não consegui distinguir quem estava falando, o que era, ou sobre o que era. Meu corpo estava pesado, como se eu tivesse corrido uma maratona inteira. Tentei abrir os olhos, falar, me mexer, qualquer coisa, mas não consegui.

Ouvi o bipe insistente de uma máquina, e nessa hora a conversa se encerrou. Novamente tentei me mexer, mas nada. Isso era frustrante. Por que eu não consigo me mexer? Onde eu estou?

Ouvi passos, e senti alguém me tocando. O bipe da máquina agora se intensificou. Alguém murmurou alguma coisa, aos poucos consegui entender.

-Clara? Clara, consegue me ouvir? Clara me responde. Normani chama a Vanessa rápido. -pousou sua mão na minha e acariciou- Papel, acorda por favor. -choramingou.

Me esforcei para fazer alguma coisa, qualquer porra de movimento. Apertei, ou tentei apertar sua mão. Pelo visto funcionou, pois Dinah ofegou.

-Isso! Clara por favor, abre os olhos. -senti um beijo longo e molhado na minha testa.

-Ela… Já está… Vindo. -disse Normani ofegante.

-Mani ela apertou a minha mão! A Vanessa precisa ver isso. -ao ouvir seu nome pela segunda vez, a máquina agora começou a soar insistentemente.

Só nesse momento entendi que eram meus batimentos cardíacos. Mas isso quer dizer que estou no hospital?

-Ei parede, por que você não volta pra gente hein? Você é minha companheira de bebida garota. -senti um toque no meu outro braço.

Eu queria responder, e como queria. Mas não conseguia mover os lábios.

-Normani!

-Que é?

-Isso é coisa que se diga?!

-A boca é minha. -resmungou.

Queria conseguir falar para mandar as duas calarem a boca.

-Clarinha! -as duas me soltaram e Vanessa se aproximou. Ela segurou minha mão, nem preciso dizer o que isso fez com o meu coração. Só de sentir seu toque na minha mão as borboletas no estômago surgiram- Clarinha consegue me ouvir?

-Olha os batimentos da criatura. Nem inconsciente consegue deixar de ser trouxa e otária pela Van.

-Normani cala a boca. -grunhiu Dinah.

-Será que dá pra vocês duas ficarem quietas? -as duas se calaram- ótimo, obrigada. Ei por que você não acorda? Sabe eu já sinto falta de você. Dos seus olhos, do seu sorriso, do jeito que você me trata, do seu beijo, de tudo em você. Se você está me ouvindo consegue apertar minha mão?

Novamente fiz aquele esforço tremendo e consegui dar um leve aperto em sua mão.

-Isso! Clarinha consegue fazer isso de novo? Por favor? -só de realizar esses pequenos movimentos, eu já me sentia exausta. O cansaço dominava meu corpo, não sei se conseguiria fazer qualquer outra coisa- por mim?

Tentei de novo e consegui apertar um pouquinho mais forte.

-Agora você pode tentar abrir esses olhos? Você sabe o quanto eu amo eles. Pode me mostrar de novo?

Nada. Vanessa suspirou e fez um carinho gostoso no meu braço.

-Cadê esse médico que não chega?

-Caralho a gente esqueceu de chamar. Vamos lá Normani.

Vanessa riu baixinho e continuou me acariciando. Ficou um tempo em silêncio, até que começou a falar. Sua voz estava baixa e suave, era música para os meus ouvidos.

-Clarinha, sabe aquele dia em que a gente disse uma pra outra que estávamos apaixonadas? Acho que foi o melhor dia da minha vida. Pode parecer estranho pros outros, todo mundo pode dizer que estamos precipitadas demais, mas eu não ligo. Tudo que eu quero é ficar com você. Eu sinceramente espero que você sinta o mesmo. -tentei falar, gritar, qualquer coisa, que eu sentia o mesmo. Talvez até mais.- eu nem mesmo posso dizer com certeza se você está me entendendo. Sabe uma das coisas que eu mais amo em você? -esperou alguns segundos antes de continuar- seu sorriso. Você está sempre sorrindo, sempre tentando ajudar. E apesar da confusão que é a sua vida ele não sai do seu rosto. Acho que foi Por  causa dele que eu me apaixonei por você. A garota dos olhos de esmeralda e sorriso bonito. Era assim que eu te chamava quando eu conversava com a Dinah sobre você. E olhando pra você, eu não acho que eu seja boa o suficiente. Você é linda, Clara. E dessa vez eu não digo por fora. Você tem um jeito e personalidade incríveis. E… Sabe, eu queria ter coragem o suficiente pra te dizer isso quando você estiver acordada. Talvez seja mais fácil te contar isso desse jeito. -novamente, eu queria gritar que ela era mais do que o suficiente. Era tudo o que eu precisava- Vamos lá, eu sinto sua falta, bebê resmungão.

Aquele apelido idiota pareceu despertar alguma coisa em mim.

Van?

Ela ofegou e apertou mais forte a minha mão.

-Clara?! Clarinha você… Você… Clarinha por favor me responde. Vamos lá bebê, me mostra que você está entendendo.

Lentamente consegui abrir os olhos. Pisquei diversas vezes até me acostumar com a claridade. Lambi meus lábios que estavam extremamente secos, e consegui olhar para Vanessa. Ela estava de olhos arregalados, com lágrimas escorrendo por seu rosto.

-Não… Me chama… Assim. -minha voz estava muito rouca e baixa. Vanessa riu e colou sua testa na minha, me dando repetidos selinhos.

Com dificuldade estiquei a mão trêmula e pousei em seu rosto. Passei o dedo em sua testa, nariz, bochecha, limpei suas lágrimas e por fim lhe dei outro breve beijo.

-Papel, você acordou! -Vanessa se separou de mim, e já ia sair do meu lado mas agarrei seu pulso e encarei o médico ao lado de Dinah.

A máquina voltou a soltar aquele barulho estridente, o médico andou até o meu lado e checou o aparelho. Minha respiração se acelerou e me afastei dele.

-Clarinha? Clara está tudo bem?

O homem me olhou, e examinou meu rosto.

-Olá Clara. -sorriu mostrando seus dentes enfileirados e branquinhos- sou o doutor Smith. -estendeu sua mão para que eu apertasse. Não esbocei nenhuma reação além de franzir o cenho.

Olhei para Vanessa e ela me encarava confusa.

-Clarinha? Tudo bem? -concordei e sorri fraco.

O médico pareceu entender meu receio e deu um passo para trás, se desculpando com o olhar. Parecia ser um cara legal, mas não conseguia deixar de ter medo. E eu não entendia porque. Ele limpou a garganta e olhou para a prancheta em suas mãos.

-Quem de vocês é a senhora Hansen?

-Eu. -Dinah se aproximou.

-Será que podemos conversar lá fora?

-Claro. -ela e Mani me abraçaram forte e disseram que sentiram minha falta e que já voltariam, antes de sair do quarto.  

Obviamente Mani quis ir também, apesar de o médico ter chamado só a Dinah. Lembrei do que Vanessa havia acabado de me dizer, mas deixei o pensamento de lado, conversaria com ela sobre isso depois.

-Clarinha você está com medo dele? -perguntou e passou a mão no meu rosto, parecendo preocupada.

-Estou. -abaixei a cabeça envergonhada. Minha voz ainda soava baixa e fraca. Como se eu estivesse a tempo de mais sem falar. Estranho.

-Ei, por que ficou assim? -ela levantou meu queixo com o dedo.

-Eu não sei porque estou com medo dele. Eu só estou. Aliás eu ainda não entendo o que estou fazendo aqui, porque meu corpo dói tanto, e porque vocês estão com essas caras de acabadas.

Ela franziu o cenho.

-Você não se lembra?

-Não me lembro de que?

Ela suspirou e esfregou as têmporas.

-O médico disse que isso poderia acontecer. Talvez seja melhor deixar esse assunto pra amanhã, por hora você tem que comer e descansar.

-Mas eu quero saber o que estamos fazendo aqui.

-Clara, depois.

Revirei os olhos e cruzei os braços.

-Isso não é justo. -resmunguei.

Ela riu e voltou a se aproximar.

-Voltou a ser meu bebê resmungão?

Bufei e virei o rosto para o outro lado.

-Nem pense em virar o rosto pra mim, garota.

Ela puxou meu rosto mas por ser a desastrada nata que é, fez nossas bocas se chocarem com força. Vanessa reclamou de dor e já ia se afastar, mas a puxei pelo pescoço e a beijei. Por algum motivo que eu não fazia ideia, eu senti uma falta absurda de beijar Vanessa.

Adentrei com a língua em sua boca, e a explorei, mas a maldita cânula estava atrapalhando, então me separei e arranquei do meu nariz.

-Você não… -não a deixei terminar e voltei a beijá-la.

Vanessa suspirou e sorriu em meio ao beijo, o que me fez sorrir de volta. Raspei as unhas em sua nuca e puxei seu lábio inferior, e o lambendo para em seguida voltar com a língua para sua boca. Vanessa subiu a mão pelo meu colo, direcionando para o lugar de sempre atrás do meu pescoço.

Ela embrenhou seus dedos entre os meus fios e puxou com força. Me separei dela devido a dor absurda que me deu na região em que puxou.

-Ai meu Deus, me desculpa, eu esqueci. Clarinha me perdoa, está doendo muito?

Ela passou a mão devagar no lugar que puxou, mas a puxei e substitui pela minha. Estava com um galo enorme, e eu parecia ter levado pontos na região.

-Como eu não me lembro de isso ter acontecido? -murmurei.

Ela mordeu seu lábio inferior e desviou o olhar.

-Vanessa o que aconteceu comigo? E onde estamos?

-Nova York. -respondeu baixinho.

-O que estamos fazendo aqui?

Ela me olhou e arqueou uma sobrancelha.

-Eu que deveria te perguntar isso.

-O que quer dizer?

-Nada.

-O que houve com a minha cabeça?

-Você bateu.

Rolei os olhos e bufei.

-Por que estou numa cama de hospital?

-O máximo que posso dizer é que você ficou um tempo desacordada.

-Por causa da pancada?

-Também.

-E o que mais?

-Estresse.

-Como assim? Para de ser tão evasiva.

-Já disse que amanhã conversamos.

Franzi o cenho e olhei em volta, parando na mesinha ao meu lado, e vi um papel nela. Mas o que me chamou a atenção foi a data.

-Vanessa, essa data está certa?

Ela olhou do papel para mim e hesitou.

-Sim…

-Não pode estar certa.

-Qual a última coisa que você se lembra?

-De nós duas em Miami, você me dando aquele apelido idiota e nós indo dormir. Mas isso foi ontem certo?

Ela negou com a cabeça e desviou o olhar novamente.

-Isso já tem duas semanas.

-Espera, isso significa que…

-Sim, -murmurou sem me olhar- você ficou em coma por duas semanas.